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Nova Constituinte venezuelana aprova julgamento de “traidores da pátria”

Segundo o decreto, aprovado por unanimidade, o presidente Nicolás Maduro deve dar início a um "julgamento histórico por traição à pátria contra quem estiver envolvido na promoção destas imorais ações contra os interesses do povo venezuelano".

http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/nova-constituinte-venezuelana-aprova-julgamento-de-traidores-da-patria-203122

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há 7 minutos, srcbica disse:

Nova Constituinte venezuelana aprova julgamento de “traidores da pátria”

Segundo o decreto, aprovado por unanimidade, o presidente Nicolás Maduro deve dar início a um "julgamento histórico por traição à pátria contra quem estiver envolvido na promoção destas imorais ações contra os interesses do povo venezuelano".

http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/nova-constituinte-venezuelana-aprova-julgamento-de-traidores-da-patria-203122

Mas esse ditador não sai do poleiro?!! Olha agora, e ainda diz que defende o povo... falta de vergonha na cara.

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Alguém mais por dentro do assunto que me pudesse explicar ou mostrar-me um artigo a explicar o objetivo da Coreia do Norte nesta coisa toda, bem como a China e a Rússia apoiarem-na. 

Obrigado desde já :) 

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há 4 horas, アンドレ disse:

Alguém mais por dentro do assunto que me pudesse explicar ou mostrar-me um artigo a explicar o objetivo da Coreia do Norte nesta coisa toda, bem como a China e a Rússia apoiarem-na. 

Obrigado desde já :) 

Por acaso, perguntando assim... a única resposta que pode ser dada é com o auxílio da História da Coreia:

Citação

A Coreia foi anexada pelo Japão e permaneceu uma parte do Império Japonês até o final da Segunda Guerra Mundial, em agosto de 1945.

Em 1945, a União Soviética e os Estados Unidos concordaram com a rendição das forças japonesas na Coreia, no rescaldo da Segunda Guerra Mundial, deixando a Coreia dividida ao longo do paralelo 38, com o Norte sob ocupação soviética e o sul sob ocupação estadunidense. Estas circunstâncias logo se tornaram a base para a divisão da Coreia pelas duas superpotências, que foi agravada pela incapacidade de chegar a um acordo sobre os termos de independência do país. O governo de inspiração comunista no Norte recebeu o apoio da União Soviética, em oposição ao governo pró-ocidental no Sul, o que levou a divisão da Coreia em duas entidades políticas. Isto eventualmente levou à guerra em 1950, que se tornou conhecida a Guerra da Coreia. A guerra não acabou com um tratado de paz formal, mas apenas com um armistício, fator que contribui para as altas tensões que continuam a dividir a península.

E agora umas informações sobre a Guerra da Coreia para melhor compreensão:

Citação

A Coreia foi governada pelo Japão desde 1910 até o final da Segunda Guerra Mundial. Em agosto de 1945, os soviéticos declararam guerra contra os japoneses, como resultado de um acordo feito com os Estados Unidos e libertaram o norte do Paralelo 38. Tropas estadunidenses, logo em seguida, se moveram para ocupar o sul da península. Em 1948, como resultado do início da Guerra Fria entre os Estados Unidos e a União Soviética, a Coreia foi dividida em duas regiões, com governos separados. Representantes da zona sul (capitalista, de influência americana) e da zona norte (comunista, de influência soviética) afirmavam, cada um, ser o legítimo governo da Coreia, e nenhum lado aceitava as fronteiras da época como permanentes. O conflito escalou para uma guerra aberta total quando os norte-coreanos, apoiados belicamente pelos soviéticos e chineses, invadiram o sul, em 25 de junho de 1950. Naquele período, o Conselho de Segurança das Nações Unidas reconheceu isto como uma invasão ilegal e exigiu um cessar-fogo.[13] A 27 de junho, o Conselho da ONU aprovou a Resolução 83, condenando a invasão e despachando uma tropa sob a bandeira das Nações Unidas para restabelecer a paz na península coreana. Cerca de vinte e um países comprometeram forças militares para a missão da ONU, sendo que 88% desses soldados eram, na verdade, americanos.

Após dois meses de guerra, parecia que a Coreia do Sul iria ser sobrepujada pelos norte-coreanos. Contudo, as forças da ONU, compostas principalmente por tropas dos Estados Unidos, detiveram os comunistas no perímetro de Pusan. Em setembro de 1950, os Aliados lançaram uma contra-ofensiva em Incheon e impuseram um grande revés ao exército da Coreia do Norte. Utilizando de sua superioridade bélica e de recursos, os Estados Unidos e seus aliados continuaram a forçar o recuou dos norte-coreanos até além de suas próprias fronteiras, o que levou a China a agir, mandando os seus exércitos cruzarem o rio Yalu, entrando oficialmente na guerra em favor do norte. Isso forçou as forças da ONU a recuar.

A intervenção chinesa acabou levando a guerra a um impasse. A cidade de Seul, capital da Coreia do Sul, por exemplo, trocou de mãos quatro vezes. Assim, os dois últimos anos do conflito se arrastaram numa guerra de atrito, com as linhas de frente se mantendo relativamente firmes no Paralelo 38. A guerra no ar, contudo, continuou intensamente disputada. Enquanto os Estados Unidos submetiam as cidades norte-coreanas a bombardeios aéreos constantes, os céus sobre a península coreana viram intensos combates, especialmente entre caças a jato (a primeira vez que isso aconteceu na história). Pilotos de todo o mundo comunista lutaram ao lado do norte, enquanto pilotos ocidentais (a maioria americanos) apoiavam os sul-coreanos. Algumas das maiores batalhas aéreas aconteceram na chamada "Alameda dos Migs", onde dúzias de aviões foram perdidos, por ambos os lados.

A luta se arrastou por três anos até que, em 27 de julho de 1953, um armistício foi assinado. O acordo firmou a Zona Desmilitarizada da Coreia a fim de separar o Norte e o Sul, e permitiu a troca de prisioneiros. Contudo, nenhum tratado de pazformal foi assinado entre as partes envolvidas, o que faz com que as duas Coreias estejam, tecnicamente, ainda em guerra.[14][15] Desde então, ambos os países continuam com provocações mútuas e até atos de violência, com os governos nutrindo muita animosidade um pelo outro.

Pós-Guerra:
 

Citação

O pós-guerra foi um período conturbado para ambas as nações. Na primeira década após o conflito, a Coreia do Sul ficou estagnada economicamente. Em 1953, os sul-coreanos assinaram com os Estados Unidos um Tratado Mútuo de Defesa. Em 1960, a Revolução de Abril conseguiu derrubar o ditador do país, Syngman Rhee, que foi forçado a se exilar na América do Norte.[110] Após o Golpe de Estado de 16 de Maio de 1961, o presidente Park Chung-hee conseguiu levar o país a estabilidade política. Economicamente, contudo, a Coreia do Sul permanecia pobre e subdesenvolvida, com, por exemplo, 25% do seu PIB sendo fruto de prostituição e serviços relacionados.[111] Foi durante a década de 1970 que a economia do país começou a crescer, com a nação se modernizando e se industrializando ostensivamente. Mas foi a partir dos anos 80 que a Coreia do Sul viu um crescimento econômico robusto e sustentável, que continuaria nas duas décadas seguintes (o "Milagre do Rio Han"). Atualmente, o país é uma potência econômica, industrial e tecnológica.

Enquanto isso, a Coreia do Norte no pós-guerra viu altos e baixos. Estima-se que 100 mil norte-coreanos foram mortos nos expurgos após o conflito. A infraestrutura do país estava arrasada devido aos bombardeios dos Estados Unidos, mas a União Soviética, a China e os países do leste europeu (o Bloco Comunista) foram rápidos em ajudar. Assim, a economia norte-coreana se desenvolveu relativamente bem na década de 1960. Porém problemas logo surgiram, devido a má gestão econômica, corrupção e infraestrutura precária. Kim Il-sung havia instituído a política do "Juche", que pregava a auto-determinação do Estado. Porém, com a China buscando uma maior aproximação econômica com o Ocidente e os soviéticos não mostrando mais interesse pelo que acontecia na península coreana, a situação da Coreia do Norte começou a se deteriorar. Atualmente, o país é um dos mais fechados, política e diplomaticamente, do mundo (sob pesadas sanções de vários países), com uma economia atrasada e subdesenvolvida, especialmente se comparado ao próspero vizinho do sul.

Em abril de 1975, a capital do Vietnã do Sul foi capturada pelo exército norte-vietnamita. Encorajado pelo sucesso do comunismo na Indochina, o ditador norte-coreano, Kim Il-sung, viu nisso uma nova oportunidade de conquistar o sul da sua península. Kim visitou a China em abril daquele ano e se encontrou com Mao Tsé-Tung e com Zhou Enlai, pedindo ajuda para uma futura incursão militar. Apesar das expectativas de Pyongyang, Pequim não tinha qualquer interesse em entrar em outra guerra na Coreia.

Desde o armistício, houve vários desentendimentos e atos de agressão entre os dois países. Em 1976, dois soldados americanos foram mortos por norte-coreanos na zona desmilitarizada. Desde 1974, quatro túneis usados por norte-coreanos foram descobertos. Todos os túneis serviam de passagem para o sul. Em 2010, um submarino norte-coreano torpedeou e afundou uma corveta sul-coreana, o ROKS Cheonan, resultando na morte de 46 marinheiros. Ainda em 2010, a Coreia do Norte disparou vários tiros de artilharia contra a ilha de Yeonpyeong, matando dois militares e dois civis sul-coreanos.

Em 11 de março de 2013, após mais uma nova rodada de sanções da ONU contra o regime da Coreia do Norte, o governo deste país decretou nulo o armistício de 1953.

Para mais informações, consulte as páginas de onde retirei estas informações:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Coreia

https://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_da_Coreia

  • Obrigado 1
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há 5 horas, Ambrósio disse:

http://www.jn.pt/local/noticias/coimbra/coimbra/interior/candidato-do-ps-aposta-na-construcao-de-aeroporto-em-coimbra-8746137.html

Em Coimbra, o atual presidente da câmara "promete" construir um aeroporto na cidade se for reeleito...

Mas ele não foi mal no debate. A que conclusão vem agora com propostas megalómanas?

Em todo o caso, pelo Google Maps, não parece impossível.

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há 46 minutos, srcbica disse:

Mas ele não foi mal no debate. A que conclusão vem agora com propostas megalómanas?

Em todo o caso, pelo Google Maps, não parece impossível.

Não percebi o teu comentário, não querias dizer "não falou mal"? :dontknow::haha: 

Btw, eu não vi o debate, só vi um excerto que passou no Jornal da Tarde no dia a seguir e não o vi sequer abrir a boca. Só vi os outros candidatos dizerem mal do estado da cidade nestes últimos anos e ele calado sem dizer nada.

E não é impossível, há espaço sim, mas acreditas que ele há-de fazer isso? Vai ser como o Metro e o IKEA, que tanto prometeram e nada. Eu ainda não posso votar, mas se pudesse não votava nele de certeza.

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Agora mesmo, Ambrósio disse:

Não percebi o teu comentário, não querias dizer "não falou mal"? :dontknow::haha: 

Btw, eu não vi o debate, só vi um excerto que passou no Jornal da Tarde no dia a seguir e não o vi sequer abrir a boca. Só vi os outros candidatos dizerem mal do estado da cidade nestes últimos anos e ele calado sem dizer nada.

E não é impossível, há espaço sim, mas acreditas que ele há-de fazer isso? Vai ser como o Metro e o IKEA, que tanto prometeram e nada. Eu ainda não posso votar, mas se pudesse não votava nele de certeza.

Não, eu quis dizer que ele não esteve mal (também não esteve bem, verdade seja dita xD).

Não, não creio. Aliás, quando vi dois independentes no debate, eu pensei logo que a Câmara podia virar este ano. No final do debate, como não houve ninguém que se destacasse, já pensei que ia ficar tudo na mesma, mas, agora, ao ver isto... Justamente por isto ser aquele tipo de promessa que o eleitor não acredita, voltei a pensar que a Câmara de Coimbra pode virar.

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há 2 minutos, srcbica disse:

Não, eu quis dizer que ele não esteve mal (também não esteve bem, verdade seja dita xD).

Não, não creio. Aliás, quando vi dois independentes no debate, eu pensei logo que a Câmara podia virar este ano. No final do debate, como não houve ninguém que se destacasse, já pensei que ia ficar tudo na mesma, mas, agora, ao ver isto... Justamente por isto ser aquele tipo de promessa que o eleitor não acredita, voltei a pensar que a Câmara de Coimbra pode virar.

Eu recebi hoje na caixa do correio um panfleto de um dos candidatos, José Manuel Silva (ex-bastonário da ordem dos médicos), que concorre como independente. As propostas dele são simples mas é o que a cidade precisa, e no panfleto fala sobretudo dos problemas que a cidade atravessa (falta de emprego, espaços verdes mal cuidados, decréscimo da população). Isto são coisas relativamente fáceis de concretizar. O que interessa haver um aeroporto se depois quando os turistas chegarem à cidade verem uma baixa ao abandono e imensa poluição. :S Acho que é necessária uma viragem na Câmara de Coimbra. O problema é que o Manuel Machado já foi Presidente há uns anos e pelo que sei foi mau presidente, e foi reeleito em 2013, por isso já não digo nada.

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há 17 horas, Maya disse:

Alemanha: Merkel é mais favorita do que nunca após debate na TV

http://veja.abril.com.br/mundo/alemanha-merkel-e-mais-favorita-do-que-nunca-apos-debate-na-tv/

 

@Ruben Fonseca Ao que parece a Merkel está muito bem encaminhada para mais uma vitória historica.

Schulz não representa qualquer tipo de alternativa viável em relação a Merkel e, ao contrário da França e até mesmo dos EUA, os alemães são muito dados ao status quo. Mesmo que Schulz ganhasse o debate, serviria apenas para animar a normalmente aborrecida campanha eleitoral na Alemanha. :haha: Aliás, a verdadeira luta de interesse nestas eleições será quem fica em 3º. Tanto pode ser o Die Linke (extrema-esquerda) como a AfD (extrema-direita), ou até mesmo o FDP (centro-direita). Não é que seja um fator determinante, até porque a Merkel não terá qualquer problemas em conseguir uma maioria, mas será curioso ver quantos lugares conseguirá cada partido no Bundestag.

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On 04/09/2017 at 17:10, アンドレ disse:

Alguém mais por dentro do assunto que me pudesse explicar ou mostrar-me um artigo a explicar o objetivo da Coreia do Norte nesta coisa toda, bem como a China e a Rússia apoiarem-na. 

Obrigado desde já :) 

O objetivo da Coreia do Norte pode ser definido como algo tão simples como sobreviver. :mosking: A única razão pelo qual a Coreia do Norte é tão chegada ao seu programa nuclear (e a desenvolver o mesmo, mesmo que isso signifique fome generalizada do país inteiro), é porque sem bombas nucleares, a Coreia do Norte seria como um Iraque e seria muito mais fácil para o país ser invadido pelos EUA. Claro que num cenário ideal para a Coreia do Norte, seria o de ter armamento nuclear ser capaz de chegar ao Hawaii ou à costa oeste dos EUA e não apenas a Guam (embora mesmo assim duvido que os norte-coreanos se atrevessem a bombardear os EUA sem nenhum ataque primeiro), mas embora esse armamento se esteja a desenvolver a um bom ritmo, continua muito atrás da tecnologia de ponta norte-americana - o que mesmo assim não deixa de ser um feito para um país praticamente isolado do resto do mundo.

O facto da China apoiar a DPRK deve-se principalmente a dois fatores: o primeiro tem a ver com a Guerra da Coreia, no qual foi a China principalmente que salvou o regime norte-coreano de ser conquistado pelas forças ocidentais, depois de Kim Il Sung (1º líder do país) ter invadido a Coreia do Sul, resultando no armistício e fronteiras que vemos hoje. O segundo deve-se ao facto da Coreia do Norte ser uma barreira que separa a China dos aliados dos EUA. Sem a Coreia do Norte, os EUA poderiam ter bases perto da fronteira com a China em vez de apenas na Coreia do Sul e no Japão. Para que fizessem um ataque terrestre (não que vá a acontecer) teriam de passar pela Coreia do Norte primeiro ou lançar ataques anfíbios diretamente na costa chinesa.

Por isso, a Coreia do Norte acaba por ser um brinquedo nas mãos da China, uma espécie de máscara de oxigénio. Se a China decidisse acabar com todas as importações e exportações vindas da/para a Coreia do Norte, o regime colapsava. Mas claro, isso implicaria milhões de refugiados a entrar pela fronteira chinesa e também aquilo que referi, pelo que acaba por ser normal a China apoiar a Coreia do Norte (embora muito menos que há uns anos atrás, visto que a própria China está a perder a paciência com Kim Jong Un), exceto num cenário em que a Coreia do Norte ataca primeiro.

Quanto à Rússia, não são assim tão aliados quanto isso. Têm uma afinidade, mais por causa da ex-União Soviética e da ideologia que antes partilhavam, mas nada de significativo comparado à China.

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  • Obrigado 1
Postado (editado)
há 4 minutos, Ambrósio disse:

Era uma condutora, e trazia no carro uma criança de 4 meses, filha penso eu.

Mesmo assim só pode ter sido excesso de velocidade ou  distração  da senhora para ter tido um acidente destes. 

Editado por Corey Taylor

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