AndreRob Postado 31 de maio Postado 31 de maio há 2 minutos, Fernando disse: O último album dele foi um grande sucesso, mas o Bad Bunny já tinha alguma fama antes. O album anterior já tinha corrido bem. ele realmente tinha muito sucesso mas era relativamente restrito à america latina, entretanto deu-se um boom penso que com os grammys ou alguns premios de musica... Citar
Fernando Postado 31 de maio Postado 31 de maio 4 minutes ago, AndreRob said: ele realmente tinha muito sucesso mas era relativamente restrito à america latina, entretanto deu-se um boom penso que com os grammys ou alguns premios de musica... Sim, o sucesso era mais na América, mas já começava a ter alguma fama na Europa, até por causa de algumas músicas com outro cantores. Mas a fama explodiu com o último, especialmente com as trends nas redes sociais. 1 Citar
Ficcão Total Postado 31 de maio Postado 31 de maio "O RSI nunca foi “dinheiro grátis”. Já existiam regras, contratos de inserção, procura ativa de emprego, formação e até atividade socialmente útil. O que este Governo está a fazer não é uma revolução moral. É propaganda política feita à custa dos mais pobres. E há uma pergunta simples que ninguém consegue responder!! Se o trabalho é realmente útil e necessário, porque não existe contrato e salário digno? Porque trabalho com horário, tarefas, supervisão e obrigação não deixa de ser trabalho só porque é pago através de uma prestação miserável. Uma sociedade decente combate a pobreza criando emprego digno, apoio social sério e oportunidades reais,não transformando sobrevivência em chantagem. O truque é muito velho, tem o objetivo claro de pôr trabalhadores pobres a odiar ainda mais os pobres, enquanto quem lucra com os salários baixos (patrões) e tiram total benefício da economia paralela, para esses, a precariedade e exploração continua intocável." 7 Citar
AndreRob Postado 31 de maio Postado 31 de maio (editado) há 21 minutos, Ficcão Total disse: "O RSI nunca foi “dinheiro grátis”. Já existiam regras, contratos de inserção, procura ativa de emprego, formação e até atividade socialmente útil. O que este Governo está a fazer não é uma revolução moral. É propaganda política feita à custa dos mais pobres. E há uma pergunta simples que ninguém consegue responder!! Se o trabalho é realmente útil e necessário, porque não existe contrato e salário digno? Porque trabalho com horário, tarefas, supervisão e obrigação não deixa de ser trabalho só porque é pago através de uma prestação miserável. Uma sociedade decente combate a pobreza criando emprego digno, apoio social sério e oportunidades reais,não transformando sobrevivência em chantagem. O truque é muito velho, tem o objetivo claro de pôr trabalhadores pobres a odiar ainda mais os pobres, enquanto quem lucra com os salários baixos (patrões) e tiram total benefício da economia paralela, para esses, a precariedade e exploração continua intocável." Não deixa de ser curioso isto andar paralelamente a uma discussão que tem ganho força no brasil contra o Bolsa Familia... é mais um golpe disfarçado deste governo para alimentar uma ideia de que quem é pobre e vive destes subsídios gosta de viver assim e não faz nada por melhorar... o que é uma enorme mentira e injustiça. 'Em 2018, Portugal registava um total de 222.576 beneficiários do Rendimento Social de Inserção (RSI) Em 2024, Portugal registou um total de 175 904 beneficiários do Rendimento Social de Inserção (RSI). Este número representou um mínimo histórico, uma vez que a prestação abrangia cerca de 88 797 famílias a nível nacional.' E exatamente se existe trabalho social em organismos do estado que estas pessoas podem fazer... porque é que ele não pode ser pago? Se calhar é uma desculpa esfarrapada para tirar subsidios a quem já nada tem porque diga-se de passagem quem é que gosta de trabalhar sem receber nada em troca? tem um nome. Editado 31 de maio por AndreRob 1 Citar
InesMig Postado 31 de maio Postado 31 de maio https://sicnoticias.pt/pais/2026-05-30-operadoras-vao-ser-obrigadas-a-bloquear-mensagens-fraudulentas-e-a-identificar-utilizadores-de-cartoes-pre-pagos-97a67abb 2 Citar
InesMig Postado 1 de junho Postado 1 de junho https://24noticias.sapo.pt/atualidade/artigos/relogio-inteligente-de-adolescente-obriga-voo-para-espanha-a-regressar-a-newark Um voo da United Airlines com destino a Palma de Maiorca, em Espanha, foi obrigado a regressar ao aeroporto de Newark, nos Estados Unidos, depois de um dispositivo Bluetooth identificado com o nome “bomba” ter gerado um alerta de segurança a bordo. Com tanto nome para dar... 4 Citar
Ficcão Total Postado 2 de junho Postado 2 de junho https://www.instagram.com/p/DY0kU_FtyL4/?igsh=MXg3cGo3Y2w5eDIwMg== 1 Citar
Vieira Postado 2 de junho Postado 2 de junho Ricardo Salgado condenado a 13 anos de prisão mas fica livre de cumprir pena devido a Alzheimer https://www.cmjornal.pt/cm-ao-minuto/detalhe/ricardo-salgado-condenado-a-13-anos-de-prisao-mas-fica-livre-de-cumprir-pena-devido-a-alzheimer 6 1 Citar
Ficcão Total Postado 2 de junho Postado 2 de junho Voluntariado obrigatório A Prestação Social Única é uma ideia fascinante. O Governo descobriu a fórmula mágica para resolver tudo ao mesmo tempo: desemprego, falta de funcionários e relva alta nas rotundas. Agora quem recebe apoio social pode ter de fazer 15 horas semanais de trabalho comunitário. E eu adoro a expressão “trabalho comunitário”, porque parece uma daquelas atividades giras dos escuteiros. Uma pessoa imagina jovens felizes a plantar árvores e a cantar músicas à volta da fogueira. Na prática vai ser o Zé do RSI a descarregar grades para a festa da aldeia às 7 da manhã, enquanto um funcionário da Câmara grita “anda lá homem que o Quim Barreiros chega às cinco”. Isto é lindo porque estamos a criar o primeiro emprego que oficialmente não é um emprego. Trabalhas, tens horário, tarefas e ordens, mas tecnicamente não estás a trabalhar. Estás a ser “integrado socialmente”. Muito poético. Daqui a nada vais à Loja do Cidadão e tens um senhor de colete refletor a dizer: “Boa tarde, eu normalmente estou a limpar bermas na Nacional 13, mas hoje calhou-me a secção dos passaportes.“ E claro, isto é apresentado como dignificação. O Governo basicamente olha para um desempregado e pensa: “Este homem precisa urgentemente de apanhar lixo no parque urbano de Ermesinde para recuperar autoestima.” Portugal é um país inacreditável. Passámos décadas a ouvir que era preciso criar emprego qualificado e agora a grande inovação social é transformar beneficiários em funcionários sazonais da Junta de Freguesia sem a parte chata do salário. Daqui a pouco há escalões: Prestação Social Base. Prestação Social Premium. E Prestação Social Pro Max, que inclui montagem de palco nas festas populares e ver o concerto dos Calema atrás da grade de cerveja. Mas calma. Não lhe chamem trabalho obrigatório. Isso soa mal. Em Portugal tudo fica mais bonito quando se muda o nome. Não é precariedade. É flexibilidade. Não é pobreza. É contenção. E não é trabalho à borla. É solidariedade dinâmica inclusiva sustentável de proximidade. Que traduzido para português significa: “Ó amigo, pegue aí na vassoura e despache isso.” O Comentador de Situações 3 3 Citar
Ficcão Total Postado 2 de junho Postado 2 de junho https://www.facebook.com/share/r/1GmXjVTiMs/ Citar
AndreRob Postado 2 de junho Postado 2 de junho há 19 minutos, Ficcão Total disse: https://www.facebook.com/share/r/1GmXjVTiMs/ um incompetente que do governo à autarquia do porto não fez nem sabe fazer nada de jeito senão queixar-se... Que decadência. Citar
D23 Postado 2 de junho Postado 2 de junho As pessoas estão muito calmas com as últimas notícias quwe saíram. O Governo acabou de dar mais um machadada no SNS e ninguém quase falou nisso. O Imposto sobre as bebidas açucaradas vai deixar de reverter diretamente para o SNS, como aconteceu com o imposto sobre o tabaco. Com estas duas medidas, o Governo desvia sensivelmente 210 milhões de euros anuais do SNS: 150 milhões (imposto sobre o tabaco) + 59 milhões (imposto sobre bebidas açucaradas). 3 Citar
Ficcão Total Postado 2 de junho Postado 2 de junho "Prestação Social Única: combater a pobreza ou criar mão-de-obra gratuita? A proposta de condicionar o acesso à Prestação Social Única à aceitação de trabalho social obrigatório levanta sérias questões éticas, sociais e económicas. Apresentada como uma medida de integração e responsabilização, corre o risco de produzir precisamente o contrário: mais estigmatização, mais precariedade e menos oportunidades reais para quem procura reconstruir a sua vida. A primeira questão é simples. Se existe trabalho socialmente útil para ser realizado, porque não criar postos de trabalho dignos, com salário, direitos laborais, férias, proteção social e perspetivas de futuro? Porque motivo esse trabalho deve ser realizado por pessoas em situação de vulnerabilidade económica, sob ameaça de perderem o apoio que lhes permite sobreviver? Na prática, esta lógica cria uma reserva de mão-de-obra barata ou mesmo gratuita para entidades públicas e sociais. O Estado deixa de enfrentar o verdadeiro problema — a falta de emprego estável e de qualidade — e transfere a responsabilidade para os desempregados, como se a ausência de trabalho fosse uma escolha individual e não uma consequência das condições económicas e do funcionamento do mercado laboral. Outro problema é a completa desvalorização das qualificações, da experiência e da vocação das pessoas. Um desempregado pode ter décadas de experiência numa profissão, formação especializada ou competências específicas. No entanto, pode acabar colocado em funções sem qualquer relação com o seu percurso profissional, sem utilidade para a sua reintegração no mercado de trabalho e sem possibilidade de desenvolver as suas capacidades. Isto não é integração profissional. É ocupação administrativa. A experiência de outros países deveria servir de aviso. Na Alemanha, durante os anos das reformas Hartz IV, milhares de desempregados foram encaminhados para os chamados "1-Euro-Jobs". A promessa era a reintegração social e laboral. A realidade revelou-se muito mais complexa. Muitos participantes regressavam ao desemprego após o fim dos programas, sem acesso a emprego estável e sem melhoria significativa da sua situação profissional. Sindicatos, investigadores e organizações sociais denunciaram repetidamente o risco de substituição de empregos remunerados por mão-de-obra subsidiada e a estigmatização permanente dos beneficiários. Situações semelhantes foram observadas noutros países europeus que implementaram modelos de "workfare", onde o acesso a apoios sociais fica condicionado à realização de determinadas atividades. Em muitos casos, os resultados mostraram-se limitados na criação de emprego duradouro, enquanto aumentavam a pressão burocrática e psicológica sobre os desempregados. O problema de fundo é ideológico. Estas medidas partem frequentemente da suspeita de que os desempregados precisam de ser forçados a trabalhar para merecer apoio social. Trata-se de uma visão profundamente injusta. A esmagadora maioria das pessoas não escolhe viver na pobreza nem depender de prestações sociais. O que procura é estabilidade, segurança e uma oportunidade real para construir um futuro. Em vez de investir em formação profissional, criação de emprego público, reindustrialização, combate à precariedade e valorização salarial, opta-se por mecanismos punitivos que transformam direitos sociais em favores condicionados. Uma sociedade verdadeiramente solidária não combate a pobreza obrigando os pobres a aceitar qualquer ocupação para sobreviver. Combate a pobreza criando emprego digno, promovendo a inclusão e garantindo que cada pessoa possa desenvolver as suas capacidades em condições de liberdade e respeito. O desemprego não se resolve através da punição dos desempregados. Resolve-se através de políticas económicas que criem oportunidades reais. Tudo o resto corre o risco de ser apenas uma forma mais sofisticada de esconder o problema sem o resolver." 2 Citar
TheSecret Postado 2 de junho Postado 2 de junho (editado) há 32 minutos, D23 disse: As pessoas estão muito calmas com as últimas notícias quwe saíram. O Governo acabou de dar mais um machadada no SNS e ninguém quase falou nisso. O Imposto sobre as bebidas açucaradas vai deixar de reverter diretamente para o SNS, como aconteceu com o imposto sobre o tabaco. Com estas duas medidas, o Governo desvia sensivelmente 210 milhões de euros anuais do SNS: 150 milhões (imposto sobre o tabaco) + 59 milhões (imposto sobre bebidas açucaradas). Eu sinto que a imprensa não "ataca" este Governo como é habitual, as coisas não ficam virais... está tudo mais preocupado em comentar o Secret Story. Juro, eu não posso tar maluco... Editado 2 de junho por TheSecret Citar
Fernando Postado 2 de junho Postado 2 de junho (editado) 18 minutes ago, Ficcão Total said: "Prestação Social Única: combater a pobreza ou criar mão-de-obra gratuita? A proposta de condicionar o acesso à Prestação Social Única à aceitação de trabalho social obrigatório levanta sérias questões éticas, sociais e económicas. Apresentada como uma medida de integração e responsabilização, corre o risco de produzir precisamente o contrário: mais estigmatização, mais precariedade e menos oportunidades reais para quem procura reconstruir a sua vida. A primeira questão é simples. Se existe trabalho socialmente útil para ser realizado, porque não criar postos de trabalho dignos, com salário, direitos laborais, férias, proteção social e perspetivas de futuro? Porque motivo esse trabalho deve ser realizado por pessoas em situação de vulnerabilidade económica, sob ameaça de perderem o apoio que lhes permite sobreviver? Na prática, esta lógica cria uma reserva de mão-de-obra barata ou mesmo gratuita para entidades públicas e sociais. O Estado deixa de enfrentar o verdadeiro problema — a falta de emprego estável e de qualidade — e transfere a responsabilidade para os desempregados, como se a ausência de trabalho fosse uma escolha individual e não uma consequência das condições económicas e do funcionamento do mercado laboral. Outro problema é a completa desvalorização das qualificações, da experiência e da vocação das pessoas. Um desempregado pode ter décadas de experiência numa profissão, formação especializada ou competências específicas. No entanto, pode acabar colocado em funções sem qualquer relação com o seu percurso profissional, sem utilidade para a sua reintegração no mercado de trabalho e sem possibilidade de desenvolver as suas capacidades. Isto não é integração profissional. É ocupação administrativa. A experiência de outros países deveria servir de aviso. Na Alemanha, durante os anos das reformas Hartz IV, milhares de desempregados foram encaminhados para os chamados "1-Euro-Jobs". A promessa era a reintegração social e laboral. A realidade revelou-se muito mais complexa. Muitos participantes regressavam ao desemprego após o fim dos programas, sem acesso a emprego estável e sem melhoria significativa da sua situação profissional. Sindicatos, investigadores e organizações sociais denunciaram repetidamente o risco de substituição de empregos remunerados por mão-de-obra subsidiada e a estigmatização permanente dos beneficiários. Situações semelhantes foram observadas noutros países europeus que implementaram modelos de "workfare", onde o acesso a apoios sociais fica condicionado à realização de determinadas atividades. Em muitos casos, os resultados mostraram-se limitados na criação de emprego duradouro, enquanto aumentavam a pressão burocrática e psicológica sobre os desempregados. O problema de fundo é ideológico. Estas medidas partem frequentemente da suspeita de que os desempregados precisam de ser forçados a trabalhar para merecer apoio social. Trata-se de uma visão profundamente injusta. A esmagadora maioria das pessoas não escolhe viver na pobreza nem depender de prestações sociais. O que procura é estabilidade, segurança e uma oportunidade real para construir um futuro. Em vez de investir em formação profissional, criação de emprego público, reindustrialização, combate à precariedade e valorização salarial, opta-se por mecanismos punitivos que transformam direitos sociais em favores condicionados. Uma sociedade verdadeiramente solidária não combate a pobreza obrigando os pobres a aceitar qualquer ocupação para sobreviver. Combate a pobreza criando emprego digno, promovendo a inclusão e garantindo que cada pessoa possa desenvolver as suas capacidades em condições de liberdade e respeito. O desemprego não se resolve através da punição dos desempregados. Resolve-se através de políticas económicas que criem oportunidades reais. Tudo o resto corre o risco de ser apenas uma forma mais sofisticada de esconder o problema sem o resolver." Isso, muito provavelmente, é insconstitucional, embora já aconteça há vários anos haver trabalhos pagos a baixos preços nas prisões (em torno de 3 a 5 euros por dia). Ainda este semana deu uma reportagem na SIC sobre isso, vendido como se aquilo fosse uma coisa muito normal. Eu acho que estas iniciativas são boas para reintegrar presos, mas o ponto é que aquele vinho era vendido a 55 euros a garrafa, enquanto aquelas pessoas ganhavam 5 euros ao dia. Aqui estamos a falar de uma coisa muito mais grave. 11 minutes ago, TheSecret said: Eu sinto que a imprensa não "ataca" este Governo como é habitual, as coisas não ficam virais... está tudo mais preocupado em comentar o Secret Story. Juro, eu não posso tar maluco... É deixar esperar uns anos, se este governo durar mais um ano duvido muito que a má imprensa que tem não fique pior. O sucessivos cortes e desinvestimento do PS nos serviços públicos não foram percebidos no imediato, só começaram a acordar quando o problema começou a bater à porta: pessoas a dormir nas ruas e grávidas a terem filhos à porta dos hospitais. A esmagadora maioria das pessoas não faz ideia dos cortes que são feitos de forma silenciosa, só notam a longo prazo, que é quando as coisas são sentidas. Estes cortes só serão sentidos dentro de um ano ou dois, não agora. Até aí, siga a dança, Portugal, na altura, até ganhava umas competições europeias e as contas estavam equilibradas. Atualmente, ainda estamos em pleno emprego e a crise ainda é uma miragem. As críticas só começaram a ser mais duras em 2019, a pandemia aliviou e varreu para debaixo do tapete muita coisa e retomou em 2021. Editado 2 de junho por Fernando 4 Citar
Rui Carvalho Postado 3 de junho Postado 3 de junho há 10 horas, Fernando disse: Isso, muito provavelmente, é insconstitucional, embora já aconteça há vários anos haver trabalhos pagos a baixos preços nas prisões (em torno de 3 a 5 euros por dia). Ainda este semana deu uma reportagem na SIC sobre isso, vendido como se aquilo fosse uma coisa muito normal. Eu acho que estas iniciativas são boas para reintegrar presos, mas o ponto é que aquele vinho era vendido a 55 euros a garrafa, enquanto aquelas pessoas ganhavam 5 euros ao dia. Aqui estamos a falar de uma coisa muito mais grave. É deixar esperar uns anos, se este governo durar mais um ano duvido muito que a má imprensa que tem não fique pior. O sucessivos cortes e desinvestimento do PS nos serviços públicos não foram percebidos no imediato, só começaram a acordar quando o problema começou a bater à porta: pessoas a dormir nas ruas e grávidas a terem filhos à porta dos hospitais. A esmagadora maioria das pessoas não faz ideia dos cortes que são feitos de forma silenciosa, só notam a longo prazo, que é quando as coisas são sentidas. Estes cortes só serão sentidos dentro de um ano ou dois, não agora. Até aí, siga a dança, Portugal, na altura, até ganhava umas competições europeias e as contas estavam equilibradas. Atualmente, ainda estamos em pleno emprego e a crise ainda é uma miragem. As críticas só começaram a ser mais duras em 2019, a pandemia aliviou e varreu para debaixo do tapete muita coisa e retomou em 2021. O contexto de prisão é muito especifico. 1 Citar
tuscano Postado 3 de junho Postado 3 de junho (editado) E entramos no fado, Governo, muita gente foi trabalhar, poucas escolas fechadas, houve algum impacto na saúde, pouco mais, etc, etc, Sindicatos muita gente não foi trabalhar, tudo a meio ou até menos gás, nos transportes e saúde elevada adesão, é sempre o mesmo, nunca se tem a certeza de nada. há 14 horas, D23 disse: As pessoas estão muito calmas com as últimas notícias quwe saíram. O Governo acabou de dar mais um machadada no SNS e ninguém quase falou nisso. O Imposto sobre as bebidas açucaradas vai deixar de reverter diretamente para o SNS, como aconteceu com o imposto sobre o tabaco. Com estas duas medidas, o Governo desvia sensivelmente 210 milhões de euros anuais do SNS: 150 milhões (imposto sobre o tabaco) + 59 milhões (imposto sobre bebidas açucaradas). Interessa é que a Joana Marques voltou em Junho e já comentou o caso da Miranda do SS. Não interessa que este governo insista nesta Ministra da saúde, que não ajuda nada, na maioria dos casos só complica, ou que este governo, fuja do assunto da justiça e nem lhe toque(aliás a Ministra quase nem é vista), ou que insista neste pacote laboral, ou se preocupe com a revisão constitucional, que tirando assuntos relacionados com a IA, não tem muito interesse mexer, etc, etc. Outra, querer criar um subsidio único, em que por exemplo possuir um carro ou mota no nosso nome, já não dá direito ao subsídio, é só uma ideia parva, que faz parecer que ter algum património é crime. Editado 3 de junho por tuscano 2 Citar
Ficcão Total Postado 3 de junho Postado 3 de junho https://www.facebook.com/share/r/17oX6t2iZA/ Citar
D91 Postado 3 de junho Postado 3 de junho há 19 horas, TheSecret disse: Eu sinto que a imprensa não "ataca" este Governo como é habitual, as coisas não ficam virais... está tudo mais preocupado em comentar o Secret Story. Juro, eu não posso tar maluco... O governo do António Costa também foi quase sempre protegido pela imprensa. Só no último ano é que a imprensa o começou a "atacar" com os sucessivos escândalos que começaram a aparecer. 2 Citar
AndreRob Postado 3 de junho Postado 3 de junho há 17 minutos, D91 disse: O governo do António Costa também foi quase sempre protegido pela imprensa. Só no último ano é que a imprensa o começou a "atacar" com os sucessivos escândalos que começaram a aparecer. não atacam este governo porque o governo praticamente não faz nada... andam as voltas com um pacote laboral que tem morte anunciada, medidas de apoio com a crise energética zero, a saude nao fizeram nada deixou de se falar até ao proximo inverno... o governo não faz nada parece um zombie e portanto também não há muito por onde pegar. 3 1 Citar
Fernando Postado 3 de junho Postado 3 de junho (editado) 55 minutes ago, AndreRob said: não atacam este governo porque o governo praticamente não faz nada... andam as voltas com um pacote laboral que tem morte anunciada, medidas de apoio com a crise energética zero, a saude nao fizeram nada deixou de se falar até ao proximo inverno... o governo não faz nada parece um zombie e portanto também não há muito por onde pegar. Ainda, o imobilismo ou tentativas de "avançar" bruscamente pagam-se sempre. Editado 3 de junho por Fernando Citar
D23 Postado 3 de junho Postado 3 de junho há 56 minutos, AndreRob disse: não atacam este governo porque o governo praticamente não faz nada... andam as voltas com um pacote laboral que tem morte anunciada, medidas de apoio com a crise energética zero, a saude nao fizeram nada deixou de se falar até ao proximo inverno... o governo não faz nada parece um zombie e portanto também não há muito por onde pegar. E mesmo assim, vão aparecer pessoas a dizer que este Governo está a fazer melhor que o anterior. Melhor, tipo, atacar e enfraquecer o SNS, O Tribunal de Contas, os direitos dos trabalhadores, os direitos das minorias, etc. SÓ COISAS BOAS, NÉ??? Citar
AndreRob Postado 3 de junho Postado 3 de junho há 1 minuto, D23 disse: E mesmo assim, vão aparecer pessoas a dizer que este Governo está a fazer melhor que o anterior. Melhor, tipo, atacar e enfraquecer o SNS, O Tribunal de Contas, os direitos dos trabalhadores, os direitos das minorias, etc. SÓ COISAS BOAS, NÉ??? O pior de tudo é que ninguém quer eleições mas esta governo se não tivesse a ramboia dos anos antereores com eleiçoes umas atras das outras já tinha ido à vida novamente... 2 Citar
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