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há 1 minuto, VTL disse:

Não eras tu que dizias que a AD não ia causar assim tão estrago e que se preocupam com direitos humanos e etc, etc?
Cá está o que eu sempre disse e qualquer pessoa com memória sabia que ia acontecer. 

Desconfio que nem o chega salva este proximo orçamento, é que se estes cortes e aumentos se manifestarem como estao a ser anunciados... o governo já era... vamos ficar em duodécimos até eleições do proximo presidente... 

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1 minute ago, D91 said:

Digamos que o PS também não é de confiança e em corrupção deve ser o pior. Mas este governo está a auto destruir-se com estas medidas.

A corrupção e prevaricação infelizmente estão enraizadas no nosso país. Independentemente de estarmos a falar de políticos ou não. 

Mas o PS nos últimos anos principalmente durante a geringonça foi lentamente melhorando a vida dos portugueses em coisas como estas. Não só é verdade como os factos o provam. Apesar de eu também não ser particularmente adepto do partido e conseguir também identificar defeitos. Mas as pessoas que votaram AD colocaram pessoas que estão zero a preocupar-se com a vida das pessoas. 

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há 4 minutos, AndreRob disse:

Desconfio que nem o chega salva este proximo orçamento, é que se estes cortes e aumentos se manifestarem como estao a ser anunciados... o governo já era... vamos ficar em duodécimos até eleições do proximo presidente... 

O prox orçamento vai ser aprovado. A margem negocial da AD é gigante. Nenhum partido quer a possibilidade minima de uma crise politica.

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agora mesmo, George disse:

O prox orçamento vai ser aprovado. A margem negocial da AD é gigante. Nenhum partido quer a possibilidade minima de uma crise politica.

Com estes anuncios e os proximos que se estão a prever não há partido que aceite aprovar o orçamento, só mesmo a cartada da crise politica sem eleiçoes possiveis... mas a jogada do PSD é mesmo essa impor a sua pauta usando o medo porque sabem que de outra forma nao será aprovado. 

Postado (editado)
há 51 minutos, VTL disse:

Não eras tu que dizias que a AD não ia causar assim tão estrago e que se preocupam com direitos humanos e etc, etc?
Cá está o que eu sempre disse e qualquer pessoa com memória sabia que ia acontecer. 

O descongelamento das propinas não ofende os direitos humanos, é um exagero. Podemos questionar sim a bondade da medida, isso é diferente. 

há 59 minutos, AndreRob disse:

Calma... não é um aumento é apenas um descongelamento. :brinde:

SE os alunos já sao menos no ensino superior... imaginem nos proximos anos... 

Como estudante do ensino superior posso dizer-te que não é o aumento de 697 euros para 710 euros por ano que faz alguém desistir do ensino superior. Repar-se, os estudantes passarão a pagar 71 euros por mês, um aumento de 13 euros...não estamos a falar de um tragédia. O que é importante são as medidas para a habitação, para mim é o único entrave de acesso ao ensino superior 

Editado por joaoatv
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3 minutes ago, joaoatv said:

O descongelamento das propinas não ofende os direitos humanos, é um exagero. Podemos questionar sim a bondade da medida, isso é diferente. 

Se está a estrangular mais a vida dos portugueses parece-me ser um atentado aos direitos humanos. Leia-se da forma que se ler. A educação faz parte dos direitos fundamentais humanos.

Recorda-te que não vivemos todos em igualdades de circunstâncias. E esta subida pode levar a que muitos não suportem e desistam de estudar.

Editado por VTL
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há 3 minutos, joaoatv disse:

O descongelamento das propinas não ofende os direitos humanos, é um exagero. Podemos questionar sim a bondade da medida, isso é diferente. 

Como estudante do ensino superior posso dizer-te que não é o aumento de 697 euros para 710 euros por ano que faz alguém desistir do ensino superior. Repar-se, os estudantes passarão a pagar 71 euros por mês, um aumento de 13 euros...não estamos a falar de um tragédia. O que é importante são as medidas para a habitação, para mim é o único entrave de acesso ao ensino superior 

um aumento é um aumento sobretudo sendo cada vez mais caro conseguir arranjar onde morar, ou seja essa medida parece que nao pesa mas pesa na decisão de quem vai para a faculdade sobretudo deslocado... não sao so 13 euros... sao como disseste 71 euros por mes , mais despesas de deslocação, alimentação, e alojamento... nao é com aumentos de propinas que resolvem os problemas.

O governo decidir aumentar a propina num momento em que é evidente que há cada vez menos alunos a entrar no ensino superior devia fazer pensar duas vezes... mas é algo que nao lhes interessa.

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há 2 minutos, VTL disse:

Se está a estrangular mais a vida dos portugueses parece-me ser um atentado aos direitos humanos. Leia-se da forma que se ler. A educação faz parte dos direitos fundamentais humanos.

Recorda-te que não vivemos todos em igualdades de circunstâncias. E esta subida pode levar a que muitos não suportem e desistam de estudar.

há 2 minutos, AndreRob disse:

um aumento é um aumento sobretudo sendo cada vez mais caro conseguir arranjar onde morar, ou seja essa medida parece que nao pesa mas pesa na decisão de quem vai para a faculdade sobretudo deslocado... não sao so 13 euros... sao como disseste 71 euros por mes , mais despesas de deslocação, alimentação, e alojamento... nao é com aumentos de propinas que resolvem os problemas.

O governo decidir aumentar a propina num momento em que é evidente que há cada vez menos alunos a entrar no ensino superior devia fazer pensar duas vezes... mas é algo que nao lhes interessa.

O que eu quero é que sejam reforçada as medidas de apoio social para promover a igualdade de oportunidades e é algo que o Ministro falou há uns tempos e espero que concretize 

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1 minute ago, joaoatv said:

O que eu quero é que sejam reforçada as medidas de apoio social para promover a igualdade de oportunidades e é algo que o Ministro falou há uns tempos e espero que concretize 

:abismado4: Spoiler alert: não vai acontecer.

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há 2 minutos, joaoatv disse:

O que eu quero é que sejam reforçada as medidas de apoio social para promover a igualdade de oportunidades e é algo que o Ministro falou há uns tempos e espero que concretize 

O congelamento das propinas não é uma solução, o que o governo tem que fazer é aumentar os apoios a quem precisa, retirar horas de aulas para dar "Oportunidade" de os universitários poderem ganhar algum, até para conseguirem entrar no mercado de trabalho mais preparados. 

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há 1 minuto, VTL disse:

:abismado4: Spoiler alert: não vai acontecer.

Temos de esperar para ver, a verdade (e eu como estudante estou a par disto) tem sido feito um caminho nesse sentido. Por exemplo, o governo aumentou no ano passado de 250 para 400 euros por ano o complemento de deslocação para ajudar com as despesas nos transportes 

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Lá estamos nós a discutir as propinas, que sempre foi usado por alguns partidos como bandeira para uma suposta igualdade de oportunidades, quando o entrave sempre foi outro (a falta de alojamento). Não era necessário, mas não é o drama que estão a tentar vender, ainda por cima vem acompanhado do aumento da ação social - na prática, continuam a ser as bolsas a pagar as propinas (o que ainda torna mais absurdo aquele reembolso, mas isso é discussão para outra altura). Se se discutisse a falta de residências, talvez fosse mais positivo. Mas o problema há-de continuar a ser empurrado com a barriga, como tem sido hábito desde há uns anos. A crise na habitação, que tem impactos no elevador social (como se está a verificar) é consequência de anos de inação nesse campo, incluindo na época do "governo mais à esquerda de sempre", que continuou a política de austeridade vindo da troika (com pequenos alívios paliativos).  O Ensino Superior tem de ser revisto de alto a baixo e, de forma mais extensiva, a Educação, mas isso só se consegue se se olhar para o problema de forma mais extensa.  

O modelo de propinas tem de ser revisto e progressivo, associado ao rendimento familiar, a questão do "fim das propinas" de forma universal nem deve estar em discussão. Gratuidades universais são tudo menos igualdade de oportunidades, não sou obrigado a pagar o curso do Bernardo Melo e Sá que tem um papá com imensas empresas, especialmente num momento em que o Estado Social está em ruptura e ninguém quer olhar o problema de frente. Ah, e já agora comecem a fazer fiscalização às bolsas, acredito que iam ter ótimas surpresas. Conheço quem conheça bolseiros - com bolsas superiores à daqueles que os pais ganham muito menos - vindos de boas famílias. 

Editado por Fernando
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há 1 hora, Fernando disse:

Lá estamos nós a discutir as propinas, que sempre foi usado por alguns partidos como bandeira para uma suposta igualdade de oportunidades, quando o entrave sempre foi outro (a falta de alojamento). Não era necessário, mas não é o drama que estão a tentar vender, ainda por cima vem acompanhado do aumento da ação social - na prática, continuam a ser as bolsas a pagar as propinas (o que ainda torna mais absurdo aquele reembolso, mas isso é discussão para outra altura). Se se discutisse a falta de residências, talvez fosse mais positivo. Mas o problema há-de continuar a ser empurrado com a barriga, como tem sido hábito desde há uns anos. A crise na habitação, que tem impactos no elevador social (como se está a verificar) é consequência de anos de inação nesse campo, incluindo na época do "governo mais à esquerda de sempre", que continuou a política de austeridade vindo da troika (com pequenos alívios paliativos).  O Ensino Superior tem de ser revisto de alto a baixo e, de forma mais extensiva, a Educação, mas isso só se consegue se se olhar para o problema de forma mais extensa.  

O modelo de propinas tem de ser revisto e progressivo, associado ao rendimento familiar, a questão do "fim das propinas" de forma universal nem deve estar em discussão. Gratuidades universais são tudo menos igualdade de oportunidades, não sou obrigado a pagar o curso do Bernardo Melo e Sá que tem um papá com imensas empresas, especialmente num momento em que o Estado Social está em ruptura e ninguém quer olhar o problema de frente. Ah, e já agora comecem a fazer fiscalização às bolsas, acredito que iam ter ótimas surpresas. Conheço quem conheça bolseiros - com bolsas superiores à daqueles que os pais ganham muito menos - vindos de boas famílias. 

Discordo muito da primeira frase do teu último parágrafo. A propina, a ser paga, deverá ser relativa ao curso e não ao rendimento das famílias. Apesar de haver a obrigatoriedade legal de se suportar os custos de filhos que estudem até aos 25 anos, devemos ter em consideração que os alunos do ensino superior já são pessoas maiores de idade, o que faz com que, em teoria, estejam munidos da oportunidade de arranjar os próprios meios de financiamento (ao contrário de uma criança, que não pode trabalhar). Além disso, têm também toda uma autonomia que uma criança não tem no que diz respeito à gestão da sua vida académica. O aluno teve uma má nota? Ninguém vai mandar um recado na caderneta para os pais. O aluno quer desistir do curso? Pode fazê-lo à vontade e não há intervenção de nenhum "encarregado de educação" que impeça o processo. A não ser que estejamos a falar de alunos que entram na universidade com 17 anos (e que completam os 18 anos até dezembro), o conceito de "encarregado de educação" nem sequer existe. Ou seja, adaptar o valor das propinas ao rendimento familiar de um adulto (pessoa legalmente independente) não faz sentido. 

O que se pode fazer é atribuir bolsas (com isso concordo completamente), mas isso não altera o valor da propina na sua origem (continua na mesma a ser 697 euros por ano, por exemplo). Apenas garante que o estudante tem o desconto correspondente (e, caso ainda tenha de pagar algo, perfaz o remanescente para cobrir o valor total). Também concordo com a maior fiscalização às bolsas e eventualmente com a revisão dos critérios de atribuição. Não só para se fiscalizar esquemas como os que referes (de pessoas de "boas famílias" com bolsas superiores às de outros bolseiros), mas também porque me parece que há pessoas que não têm bolsa porque não cumprem algum critério estúpido.

Por fim, confesso que sou ideologicamente contra a existência de propinas. Prefiro viver numa sociedade em que os meus impostos contribuem para pagar o curso do Bernardo Melo (ou "Mello" com dois "l", já que é chique) e Sá se souber que também contribuem para pagar o curso do Sandro Silva. Ah, e se os pais do Bernardo forem ricos e honestos nas suas declarações de IRS (como deveria acontecer, mas isso já é outra coisa), os impostos deles vão contribuir muito mais para que o Sandro pague o curso do que o inverso. Imagina só descontares imenso para impostos para depois ainda te dizerem coisas como as que disseste de "Não sou obrigado a pagar o curso do teu filho.". E atenção que eu nem tenho filhos, nem sou rica (aliás, entre um Bernardo e um Sandro, estou definitivamente mais próxima de um Sandro). E, para mais, qual é a lógica actual de cobrar propinas se depois se pode pedir a devolução das mesmas? É só ridículo! Ou é algo que tem de se pagar, ou então não se cobra à partida.

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11 minutes ago, Phoenix said:

Discordo muito da primeira frase do teu último parágrafo. A propina, a ser paga, deverá ser relativa ao curso e não ao rendimento das famílias. Apesar de haver a obrigatoriedade legal de se suportar os custos de filhos que estudem até aos 25 anos, devemos ter em consideração que os alunos do ensino superior já são pessoas maiores de idade, o que faz com que, em teoria, estejam munidos da oportunidade de arranjar os próprios meios de financiamento (ao contrário de uma criança, que não pode trabalhar). Além disso, têm também toda uma autonomia que uma criança não tem no que diz respeito à gestão da sua vida académica. O aluno teve uma má nota? Ninguém vai mandar um recado na caderneta para os pais. O aluno quer desistir do curso? Pode fazê-lo à vontade e não há intervenção de nenhum "encarregado de educação" que impeça o processo. A não ser que estejamos a falar de alunos que entram na universidade com 17 anos (e que completam os 18 anos até dezembro), o conceito de "encarregado de educação" nem sequer existe. Ou seja, adaptar o valor das propinas ao rendimento familiar de um adulto (pessoa legalmente independente) não faz sentido. 

O que se pode fazer é atribuir bolsas (com isso concordo completamente), mas isso não altera o valor da propina na sua origem (continua na mesma a ser 697 euros por ano, por exemplo). Apenas garante que o estudante tem o desconto correspondente (e, caso ainda tenha de pagar algo, perfaz o remanescente para cobrir o valor total). Também concordo com a maior fiscalização às bolsas e eventualmente com a revisão dos critérios de atribuição. Não só para se fiscalizar esquemas como os que referes (de pessoas de "boas famílias" com bolsas superiores às de outros bolseiros), mas também porque me parece que há pessoas que não têm bolsa porque não cumprem algum critério estúpido.

Por fim, confesso que sou ideologicamente contra a existência de propinas. Prefiro viver numa sociedade em que os meus impostos contribuem para pagar o curso do Bernardo Melo (ou "Mello" com dois "l", já que é chique) e Sá se souber que também contribuem para pagar o curso do Sandro Silva. Ah, e se os pais do Bernardo forem ricos e honestos nas suas declarações de IRS (como deveria acontecer, mas isso já é outra coisa), os impostos deles vão contribuir muito mais para que o Sandro pague o curso do que o inverso. Imagina só descontares imenso para impostos para depois ainda te dizerem coisas como as que disseste de "Não sou obrigado a pagar o curso do teu filho.". E atenção que eu nem tenho filhos, nem sou rica (aliás, entre um Bernardo e um Sandro, estou definitivamente mais próxima de um Sandro). E, para mais, qual é a lógica actual de cobrar propinas se depois se pode pedir a devolução das mesmas? É só ridículo! Ou é algo que tem de se pagar, ou então não se cobra à partida.

A questão é que as bolsas são atribuídas a partir dos rendimentos familiares (e pelo meio também aparece o património, mas aparentemente conta muito pouco para a equação, e é a parte menos olhada para dar a bolsa). Portanto, é essa sempre a base, independentemente do percurso de cada um. Portanto, se um aluno vive só, o que é raro, mas não deixa de acontecer, é isso que conta. Baseio-me no atual modelo, obviamente que a coisa tinha de ser mais estruturada, mas as propinas não devem ser cobras de igual forma, e aí também pode entrar a questão do curso.

Quanto à último parágrafo. Eu também seria a favor do fim das propinas se o ES não fosse o caos que é, e que sem esse financiamento ainda mais ao charco, e nem vou entrar em questão mais extensas como a ilusão das "borlas" (acho que os preços não devem ser altos, mas eu desconfio sempre das borlas, até porque serve de propósito para o imobilismo político). As pessoas não se importam de pagar um preço adequado por um bom serviço, é preciso é demonstrá-lo, quer em termos de comunicação, quer em termos práticos. A questão é que um Estado Social pressupõe que haja uma entreajuda, em que os mais desfavorecidos são "favorecidos". Eu sou contra as borlas universais precisamente porque quem é favorecido vai ter ainda mais vantagem. 

Editado por Fernando
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58 minutes ago, AndreRob said:

Eu vi um tik tok sobre esse tipo... claramente o ministério publico tem de agir porque este tipo de pessoas são altamente perigosas para estar em sociedade.

As pessoas levam tudo como piada das redes sociais até acontecer, especialmente numa altura em que esse discurso se está a normalizar. 

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há 4 minutos, Fernando disse:

As pessoas levam tudo como piada das redes sociais até acontecer, especialmente numa altura em que esse discurso se está a normalizar. 

Uma pessoa a oferecer dinheiro para que alguém traga a cabeça de um emigrante nunca pode ser levado como piada... e pelo video que vi nem era em contexto de brincadeira alias ele proprio dizia para chamarem a policia que não queria saber... um tipo claramente com problemas mentais.

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2 minutes ago, AndreRob said:

Uma pessoa a oferecer dinheiro para que alguém traga a cabeça de um emigrante nunca pode ser levado como piada... e pelo video que vi nem era em contexto de brincadeira alias ele proprio dizia para chamarem a policia que não queria saber... um tipo claramente com problemas mentais.

Claro que não, mas as pessoas são bem capazes de minimizar isso e ignorar até ao próximo caso chocante. Engraçado que debate-se tanta coisa na TV, fala-se tanto de redes sociais, mas depois ignora-se isto. Quando digo levar como "piada" é por isto. Acho que é algo que não tem repercussão no mundo real, quando, se ainda não tem, há-de ter. 

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há 6 horas, Foid disse:

O congelamento das propinas não é uma solução, o que o governo tem que fazer é aumentar os apoios a quem precisa, retirar horas de aulas para dar "Oportunidade" de os universitários poderem ganhar algum, até para conseguirem entrar no mercado de trabalho mais preparados. 

Tens noção que muitos cursos têm cadeiras cuja a presença nas aulas não é obrigatória, certo? Além disso, o estatuto do trabalhador-estudante permite (ou permitia?!?) uma maior flexibilidade nesse tipo de questões.

Contudo, quem é trabalhador-estudante acaba também por estar em desvantagem perante aqueles que podem ter uma presença mais assídua nas aulas. Tinha amigos meus a quem tem tinha de ceder material de estudo constantemente para poderem terem um acompanhamento suficiente do que era feito em sala de aula. E não, não me venham com moodles e afins...

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há 6 horas, JDaman disse:

Tens noção que muitos cursos têm cadeiras cuja a presença nas aulas não é obrigatória, certo? Além disso, o estatuto do trabalhador-estudante permite (ou permitia?!?) uma maior flexibilidade nesse tipo de questões.

Contudo, quem é trabalhador-estudante acaba também por estar em desvantagem perante aqueles que podem ter uma presença mais assídua nas aulas. Tinha amigos meus a quem tem tinha de ceder material de estudo constantemente para poderem terem um acompanhamento suficiente do que era feito em sala de aula. E não, não me venham com moodles e afins...

Depende dos cursos. Eu posso dizer que fiz a minha licenciatura com uma boa média e assisti a cerca de 30-40% das aulas durante a duração de todo o curso, porque trabalhava ao mesmo tempo.

Claro que em cursos como Medicina e Direito é mais complexo.

Postado

E segundo consta nesta questão das propinas o descongelamento vai permitir as universidades cobrarem o valor que entenderem pelos mestrados (aqui nao existe teto), ou seja dado que hoje em dia uma licenciatura não dá para quase nada e é necessário o mestrado para o mercado de trabalho especializado... imaginem só largar 5 mil euros para um mestrado... ? 

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