Froholdt Postado 22 de setembro Postado 22 de setembro A minha vida amorosa tá mais encalhada neste momento que uma traineira em alto mar. 2 6 1 Citar
PierreDumont Postado 22 de setembro Postado 22 de setembro On 11/08/2026 at 06:05, David. disse: Comecei a usar o Grindr há pouco tempo e socorro A maior parte são velhos tarados ou perfis fakes. Onde estão os gatinhos jovens? Não tenho tido sorte Aqui no Brasil, a moda agora é o sítio The Blowers. Uma vez eu joguei meu perfil em diversos lugares de Portugal com ajuda do GPS Fake e o que mais tinha no país era CDzinha. Não me esqueço mais de um baixinho peludo de seus 48 anos usando uma thong bem feminina e dizendo ter 21 de pil4. Salvo engano estava na altura de Sines ou Vila Nova de Milfontes. Eu fiz até um print de um gatinho de 25 anos cujo nick era "I Love Cuddles" e estava em Nazaré. Se quiser eu mando a foto, ele mostra o rosto. On 11/08/2026 at 07:32, AndreRob disse: Cairam praticamente em desuso, só velhos e fakes ainda usam isso para sexo ocasional... a moda agora é mesmo as redes sociais, tik tok, insta, x... Só funciona se você já tiver amigos do meio que sigam esses perfis. Muito embora que se postar muita foto de sunga na praia ou piscina é certeza que gosta da coisa. Se tiver sorte, poderá conseguir alguém na fila do postinho (leia-se posto para exames de ISTs, lugar obrigatório pra quem é do mundinho cor-de-rosa). Não sei se funciona assim em Portugal, mas no Brasil é fácil conseguir sexo, especialmente em áreas turísticas. Um amigo se mudou para o Rio de Janeiro e hoje trabalha na Globo News. Ele me disse que nunca transou tanto na vida. Especialmente se você for na Praia de Ipanema, lá verás gays usando sungas minúsculas, corpos esculturais (eles vão ao ginásio, malham para deixar os músculos inchados e tomam 1/4 de viagra ou tadalafila para deixar o volume maior). Citar
RodrigoMarquês. Postado 26 de setembro Postado 26 de setembro Como assim o Falabella é gay? Estou passado, chocado... Spoiler Eu sempre achei que fosse!! 2 Citar
D91 Postado 26 de setembro Postado 26 de setembro Quando vejo que alguém comentou neste tópico lembro-me sempre das histórias do @Luisão. Saudades do ícone. 1 3 Citar
EFMR Postado 26 de setembro Postado 26 de setembro há 7 horas, RodrigoMarquês. disse: Como assim o Falabella é gay? Estou passado, chocado... Ocultar conteúdo Eu sempre achei que fosse!! Supostamente é bi. Já foi casado com uma mulher! Citar
RodrigoMarquês. Postado 26 de setembro Postado 26 de setembro há 5 horas, EFMR disse: Supostamente é bi. Já foi casado com uma mulher! Durante apenas 3 anos. Para esconder a homossexualidade aposto 2 Citar
RodrigoMarquês. Postado 2 de outubro Postado 2 de outubro A exporem os gays no cruising. A chamarem isto de prostituição… 8 2 Citar
Free Live Postado 2 de outubro Postado 2 de outubro há 2 minutos, RodrigoMarquês. disse: A exporem os gays no cruising. A chamarem isto de prostituição… É uma nojice e nunca vou entender como é uma coisa tão normalizada entre nós. Não há mal nenhum em viver a sexualidade de forma ativa, também já o fiz, mas estar com o primeiro que aparece no meio da rua sem qualquer critério quando muitos são casados, com o risco de contrair doenças, sabe-se lá que tipo de pessoa pode aparecer...tenham o mínimo de critérios. Depois nenhum desses é capaz de dar as mãos em público. Pudera que depois acham que somos todos uns tarados. 3 1 Citar
PierreDumont Postado 2 de outubro Postado 2 de outubro On 25/09/2026 at 21:32, RodrigoMarquês. disse: Como assim o Falabella é gay? Estou passado, chocado... Ocultar conteúdo Eu sempre achei que fosse!! O ator brasileiro? se for ele, eu sei disso a uns 25 anos. A fama dele é antiga... há 30 minutos, RodrigoMarquês. disse: A exporem os gays no cruising. A chamarem isto de prostituição… Tem link para eu ver isso desde o exterior? preciso ver isso! 1 Citar
D91 Postado 2 de outubro Postado 2 de outubro há 28 minutos, Free Live disse: É uma nojice e nunca vou entender como é uma coisa tão normalizada entre nós. Não há mal nenhum em viver a sexualidade de forma ativa, também já o fiz, mas estar com o primeiro que aparece no meio da rua sem qualquer critério quando muitos são casados, com o risco de contrair doenças, sabe-se lá que tipo de pessoa pode aparecer...tenham o mínimo de critérios. Depois nenhum desses é capaz de dar as mãos em público. Pudera que depois acham que somos todos uns tarados. Arriscam-se a apanhar doenças ou a serem mortos por algum louco. Enfim, há pessoas que não se importam de correr riscos. Citar
Sour Postado 2 de outubro Postado 2 de outubro há 1 hora, Free Live disse: É uma nojice e nunca vou entender como é uma coisa tão normalizada entre nós. Não há mal nenhum em viver a sexualidade de forma ativa, também já o fiz, mas estar com o primeiro que aparece no meio da rua sem qualquer critério quando muitos são casados, com o risco de contrair doenças, sabe-se lá que tipo de pessoa pode aparecer...tenham o mínimo de critérios. Depois nenhum desses é capaz de dar as mãos em público. Pudera que depois acham que somos todos uns tarados. Foi como eu disse a uns tempos aqui, as pessoas andam-se a testar menos e andam a fazer essas coisas sem proteção. Mds, não sou pudico nem santo nenhum mas ha limites (e testo-me sempre) Citar
Free Live Postado 2 de outubro Postado 2 de outubro há 12 minutos, Sour disse: Foi como eu disse a uns tempos aqui, as pessoas andam-se a testar menos e andam a fazer essas coisas sem proteção. Mds, não sou pudico nem santo nenhum mas ha limites (e testo-me sempre) Como há PrEP ninguém quer saber, mas outras doenças continuam a existir e algumas são muito chatas para curar. há 52 minutos, D91 disse: Arriscam-se a apanhar doenças ou a serem mortos por algum louco. Enfim, há pessoas que não se importam de correr riscos. Eu acho que há muitos gays que vão por este caminho porque é tudo muito fácil e acessível e, acima de tudo, porque os outros fazem e é algo muito normalizado. Quando estava sem apps sentia um leve FOMO, não vou negar. Sei que me coloquei em risco algumas vezes, tive experiências boas mas podiam ter corrido mal e também tive algum sexo medíocre. Acho que é um modo de vida muito romantizado, mas quase sempre o melhor sexo é aquele que vem numa relação com sentimentos (nem que seja uma forte amizade e confiança). 6 Citar
Sour Postado 2 de outubro Postado 2 de outubro Testagem as dsts basta pedir a médica de família que ela passa, não entendo porque as pessoas não tomam cuidado 1 Citar
Amorim Postado 3 de outubro Postado 3 de outubro há 11 horas, RodrigoMarquês. disse: A exporem os gays no cruising. A chamarem isto de prostituição… Os jornalistas fizeram trabalho no terreno? O máximo que eu fiz foi mão amiga numa casa de banho do shopping/escola Acho isso um nivel de promiscuidade do além o auge da Luísa Salgueiro sair da entrevista Citar
Bloody Postado 3 de outubro Postado 3 de outubro há 16 horas, RodrigoMarquês. disse: A exporem os gays no cruising. A chamarem isto de prostituição… Acho isto, em bom português, bastante nojento e perigoso, para além de ser um atentado ao pudor. Das piores coisas que a "comunidade" LGBT atualmente ainda faz. Pode ser um take polémico porque bate na barra da "liberdade" e das pessoas quererem fazer o que quiserem, mas há limites para a exploração da identidade sexual. Com tanta informação que atualmente existe para a prática de relações e os perigos que acarreta, fico pasmado que este verdadeiro "esgoto" a céu aberto está tão enraizado e aceite na sociedade, mas enfim. 3 Citar
SecretNavy Postado 3 de outubro Postado 3 de outubro Acho um pouco perturbador ver tanta gente - inclusive pessoas LGBT - a reagir imediatamente com “nojento”, como se o cruising tivesse surgido porque os gays decidiram, coletivamente, que não gostavam de quartos. Talvez valha a pena conhecer um bocadinho da nossa própria história. Durante décadas, e em muitos sítios durante séculos, homens homossexuais não podiam viver a sua sexualidade da mesma forma que os heterossexuais. Não podiam conhecer alguém abertamente, levar um namorado a casa, frequentar espaços próprios sem medo, assumir uma relação perante a família ou simplesmente demonstrar interesse por outro homem sem correr riscos. E quando uma sociedade empurra uma sexualidade para a clandestinidade, essa sexualidade encontra espaços clandestinos onde existir. Parques, praias, casas de banho, saunas e outros locais tornaram-se pontos de encontro precisamente porque, para muitos homens, eram dos poucos sítios onde podiam encontrar outros homens. E não pensemos que isso pertence apenas ao passado. Ainda hoje há homens que não se podem assumir perante a família, no trabalho ou na comunidade onde vivem. Para alguns, estes espaços continuam a ser uma das poucas formas através das quais conseguem viver alguma dimensão da sua sexualidade. Óbvio que isto não significa que tudo o que aconteça num espaço público seja automaticamente aceitável - obviamente que existem questões de consentimento e de respeito por terceiros. Mas há uma enorme diferença entre discutir essas questões e chamar simplesmente “nojenta” a uma prática sem sequer tentar perceber de onde ela vem. Tenho de citar aqui a RAINHA Rita von Hunty, que nos informa que a forma como vivemos a sexualidade também é histórica. Aquilo que hoje olhamos de fora e julgamos como uma escolha individual muitas vezes nasceu precisamente da repressão e da impossibilidade de existir às claras. Talvez, antes de condenarmos tão depressa, devêssemos perguntar: porque é que estes espaços tiveram de existir em primeiro lugar? 8 4 1 Citar
carioquins Postado 3 de outubro Postado 3 de outubro O que me dá nojo é ler estes vossos comentários, fds. E a Sábado escolher fazer uma reportagem disto em vez de uma coisa realmente importante diz muito das agendas dos grupos de media portugueses, que são tudo menos jornalismo. Se fosse um casal hetero a ir dar uma queca à mata, já era giro, porque estão é a querer apimentar a relação. Mas como são homens, muitos deles ainda presos à vergonha de se assumirem às famílias e a eles próprios, já é nojento e um pecado. Estas pessoas escolhem sítios por norma recatados, e é preciso terem muito cuidado para não se exporem. Claro que há riscos e ninguém diz o contrário. Mas este tipo de reportagens e de recriminação só me lembra a epidemia do HIV e do que o apontar de dedo fez na ostracização desta comunidade, que no limite só contribuiu para que mais pessoas morressem. O mesmo chegou a acontecer quando houve o surto de monkeypox há uns anos: ah e tal, são os pervertidos, é a doença dos gays, vamos é apontar o dedo, que é mais giro. Tenham vergonha, e é bom que a ERC esteja atenta para ver se estes jornalistas do crl se dão ao trabalho de terem o mínimo de contraditório na peça jornalística, fds. Aquele gajo depois de fazer a reportagem deve ter ido lá off camera divertir-se um bocadinho 5 1 Citar
Free Live Postado 3 de outubro Postado 3 de outubro há 29 minutos, SecretNavy disse: Acho um pouco perturbador ver tanta gente - inclusive pessoas LGBT - a reagir imediatamente com “nojento”, como se o cruising tivesse surgido porque os gays decidiram, coletivamente, que não gostavam de quartos. Talvez valha a pena conhecer um bocadinho da nossa própria história. Durante décadas, e em muitos sítios durante séculos, homens homossexuais não podiam viver a sua sexualidade da mesma forma que os heterossexuais. Não podiam conhecer alguém abertamente, levar um namorado a casa, frequentar espaços próprios sem medo, assumir uma relação perante a família ou simplesmente demonstrar interesse por outro homem sem correr riscos. E quando uma sociedade empurra uma sexualidade para a clandestinidade, essa sexualidade encontra espaços clandestinos onde existir. Parques, praias, casas de banho, saunas e outros locais tornaram-se pontos de encontro precisamente porque, para muitos homens, eram dos poucos sítios onde podiam encontrar outros homens. E não pensemos que isso pertence apenas ao passado. Ainda hoje há homens que não se podem assumir perante a família, no trabalho ou na comunidade onde vivem. Para alguns, estes espaços continuam a ser uma das poucas formas através das quais conseguem viver alguma dimensão da sua sexualidade. Óbvio que isto não significa que tudo o que aconteça num espaço público seja automaticamente aceitável - obviamente que existem questões de consentimento e de respeito por terceiros. Mas há uma enorme diferença entre discutir essas questões e chamar simplesmente “nojenta” a uma prática sem sequer tentar perceber de onde ela vem. Tenho de citar aqui a RAINHA Rita von Hunty, que nos informa que a forma como vivemos a sexualidade também é histórica. Aquilo que hoje olhamos de fora e julgamos como uma escolha individual muitas vezes nasceu precisamente da repressão e da impossibilidade de existir às claras. Talvez, antes de condenarmos tão depressa, devêssemos perguntar: porque é que estes espaços tiveram de existir em primeiro lugar? Eu percebo de onde vem esse argumento, mas não estamos a falar de uma discoteca gay onde as pessoas vão para o engate porque é o único local onde se sentem seguras. O cruising acarreta riscos, até o risco de ser apanhado por um conhecido, infelizmente acho que atrai um misto de homens casados que renegam a sua sexualidade e se manifesta neste tipo de comportamentos e homens com fetiche por sexo em público. Se for um cruzeiro ainda tudo bem, na rua ou na mata há sempre o risco de aparecer pessoas. É constrangedor. há 4 minutos, carioquins disse: O que me dá nojo é ler estes vossos comentários, fds. E a Sábado escolher fazer uma reportagem disto em vez de uma coisa realmente importante diz muito das agendas dos grupos de media portugueses, que são tudo menos jornalismo. Se fosse um casal hetero a ir dar uma queca à mata, já era giro, porque estão é a querer apimentar a relação. Mas como são homens, muitos deles ainda presos à vergonha de se assumirem às famílias e a eles próprios, já é nojento e um pecado. Estas pessoas escolhem sítios por norma recatados, e é preciso terem muito cuidado para não se exporem. Claro que há riscos e ninguém diz o contrário. Mas este tipo de reportagens e de recriminação só me lembra a epidemia do HIV e do que o apontar de dedo fez na ostracização desta comunidade, que no limite só contribuiu para que mais pessoas morressem. O mesmo chegou a acontecer quando houve o surto de monkeypox há uns anos: ah e tal, são os pervertidos, é a doença dos gays, vamos é apontar o dedo, que é mais giro. Tenham vergonha, e é bom que a ERC esteja atenta para ver se estes jornalistas do crl se dão ao trabalho de terem o mínimo de contraditório na peça jornalística, fds. Aquele gajo depois de fazer a reportagem deve ter ido lá off camera divertir-se um bocadinho Mas ninguém está a criticar ir dar uma queca à mata com alguém, sabemos bem que nestes casos muitas das vezes as pessoas nem falam entre si, não se conhecem de lado nenhum. Tudo bem se acontecer num balneário, por exemplo, que é um sítio seguro mas no meio da mata onde nos deslocamos de propósito para ir aliviar? Aliás pela própria reportagem parecem ser todos feios e estranhos, desculpem. 1 Citar
carioquins Postado 3 de outubro Postado 3 de outubro há 4 minutos, Free Live disse: Mas ninguém está a criticar ir dar uma queca à mata com alguém, sabemos bem que nestes casos muitas das vezes as pessoas nem falam entre si, não se conhecem de lado nenhum. Tudo bem se acontecer num balneário, por exemplo, que é um sítio seguro mas no meio da mata onde nos deslocamos de propósito para ir aliviar? Aliás pela própria reportagem parecem ser todos feios e estranhos, desculpem. gente, que raio de comentário é esse? Um balneário acarreta tantos riscos como escondidos numa mata. E agora só é válido se forem gajos bons para a mata? Tenha vergonha, pense antes de escrever, sff. 4 3 Citar
D91 Postado 3 de outubro Postado 3 de outubro Ainda há muitos homens, até casados, que vivem na clandestinidade a sua sexualidade porque não se podem assumir devido aos preconceitos da sociedade. Esta reportagem só vai fazer com que surja mais preconceito em relação aos homossexuais. Esta reportagem não tem grande utilidade, pois certamente existem mais locais em Portugal onde se pratica prostituição masculina. 3 Citar
Amorim Postado 3 de outubro Postado 3 de outubro há 1 hora, D91 disse: Ainda há muitos homens, até casados, que vivem na clandestinidade a sua sexualidade porque não se podem assumir devido aos preconceitos da sociedade. Esta reportagem só vai fazer com que surja mais preconceito em relação aos homossexuais. Esta reportagem não tem grande utilidade, pois certamente existem mais locais em Portugal onde se pratica prostituição masculina. Estes locais são mais frequentados por "heteros" Mas também a comunidade não se ajuda a fazer estas coisas. Somos sempre vistos como tarados E sim é nojento sim. Vivemos numa sociedade, não numa selva. 3 1 Citar
carioquins Postado 3 de outubro Postado 3 de outubro há 27 minutos, Amorim disse: Estes locais são mais frequentados por "heteros" Mas também a comunidade não se ajuda a fazer estas coisas. Somos sempre vistos como tarados E sim é nojento sim. Vivemos numa sociedade, não numa selva. Também há quem diga que o simples facto de se ser homossexual é nojento. Fique com essa. E again, essas pessoas não andam nuas no meio da rua. O reprimir ou o esconder da sexualidade durante anos faz com que muitas vezes esse tipo de esconderijos seja a única forma de viverem durante um curto espaço de tempo a sua sexualidade, com todos os riscos que isso traz. Um gay vir à boca cheia dizer que tal é simplesmente nojento é completamente insensível e hipócrita. Nem todos temos vidas iguais. Agora, obviamente, se essas pessoas andam à cara podre a mostrar-se na via pública a transeuntes e forem apanhados, obviamente que têm de ser julgados na justiça, mas estamos a falar de coisas completamente diferentes. 3 1 Citar
Free Live Postado 3 de outubro Postado 3 de outubro há 2 horas, carioquins disse: gente, que raio de comentário é esse? Um balneário acarreta tantos riscos como escondidos numa mata. E agora só é válido se forem gajos bons para a mata? Tenha vergonha, pense antes de escrever, sff. Para mim não é a mesma coisa, desculpem. No balneário ainda entendo que haja um jogo de sedução, é um ambiente propício, existissem balneários mistos e era igualmente uma loucura, na mata é chegar ali, dizer "olá" ou nem isso e baixar as calças. Isso de não se conseguirem assumir também é uma treta, ninguém está a exigir que gritem ao mundo mas não precisam enganar mulheres ou só ter perfis sem cara no Grindr. Fazem isso porque querem e é o caminho mais fácil. Há que assumir responsabilidades. 1 Citar
joaosousa.95 Postado 3 de outubro Postado 3 de outubro Sexo em público sempre existiu, seja heterossexual ou não, e honestamente não me choca quando é uma coisa que vejo que foi acautelada e efetuada com o mínimo respeito pelos outros. Ainda no Verão fui a uma praia mais deserta, e ao chegar estava um casal a fazer sexo porque estavam sozinhos na praia, e quando repararam que estávamos a chegar pararam. A questão aqui na reportagem é que estão a tornar um local público como uma zona de sexo, completamente imunda, com idas constantes de pessoas lá só para estas atividades, e sem respeito pelos outros. Penso que a maioria não quer saber se estão a incomodar quem ali vive ou passa, nem estão aí se estão a ser observados. E sim, neste contexto acho um desrespeito pelos outros. Eu não gostaria e ficaria incomodado se tivesse de lidar com isto regularmente. 3 Citar
Sour Postado 4 de outubro Postado 4 de outubro há 15 horas, SecretNavy disse: Acho um pouco perturbador ver tanta gente - inclusive pessoas LGBT - a reagir imediatamente com “nojento”, como se o cruising tivesse surgido porque os gays decidiram, coletivamente, que não gostavam de quartos. Talvez valha a pena conhecer um bocadinho da nossa própria história. Durante décadas, e em muitos sítios durante séculos, homens homossexuais não podiam viver a sua sexualidade da mesma forma que os heterossexuais. Não podiam conhecer alguém abertamente, levar um namorado a casa, frequentar espaços próprios sem medo, assumir uma relação perante a família ou simplesmente demonstrar interesse por outro homem sem correr riscos. E quando uma sociedade empurra uma sexualidade para a clandestinidade, essa sexualidade encontra espaços clandestinos onde existir. Parques, praias, casas de banho, saunas e outros locais tornaram-se pontos de encontro precisamente porque, para muitos homens, eram dos poucos sítios onde podiam encontrar outros homens. E não pensemos que isso pertence apenas ao passado. Ainda hoje há homens que não se podem assumir perante a família, no trabalho ou na comunidade onde vivem. Para alguns, estes espaços continuam a ser uma das poucas formas através das quais conseguem viver alguma dimensão da sua sexualidade. Óbvio que isto não significa que tudo o que aconteça num espaço público seja automaticamente aceitável - obviamente que existem questões de consentimento e de respeito por terceiros. Mas há uma enorme diferença entre discutir essas questões e chamar simplesmente “nojenta” a uma prática sem sequer tentar perceber de onde ela vem. Tenho de citar aqui a RAINHA Rita von Hunty, que nos informa que a forma como vivemos a sexualidade também é histórica. Aquilo que hoje olhamos de fora e julgamos como uma escolha individual muitas vezes nasceu precisamente da repressão e da impossibilidade de existir às claras. Talvez, antes de condenarmos tão depressa, devêssemos perguntar: porque é que estes espaços tiveram de existir em primeiro lugar? há 15 horas, carioquins disse: O que me dá nojo é ler estes vossos comentários, fds. E a Sábado escolher fazer uma reportagem disto em vez de uma coisa realmente importante diz muito das agendas dos grupos de media portugueses, que são tudo menos jornalismo. Se fosse um casal hetero a ir dar uma queca à mata, já era giro, porque estão é a querer apimentar a relação. Mas como são homens, muitos deles ainda presos à vergonha de se assumirem às famílias e a eles próprios, já é nojento e um pecado. Estas pessoas escolhem sítios por norma recatados, e é preciso terem muito cuidado para não se exporem. Claro que há riscos e ninguém diz o contrário. Mas este tipo de reportagens e de recriminação só me lembra a epidemia do HIV e do que o apontar de dedo fez na ostracização desta comunidade, que no limite só contribuiu para que mais pessoas morressem. O mesmo chegou a acontecer quando houve o surto de monkeypox há uns anos: ah e tal, são os pervertidos, é a doença dos gays, vamos é apontar o dedo, que é mais giro. Tenham vergonha, e é bom que a ERC esteja atenta para ver se estes jornalistas do crl se dão ao trabalho de terem o mínimo de contraditório na peça jornalística, fds. Aquele gajo depois de fazer a reportagem deve ter ido lá off camera divertir-se um bocadinho A romantização do cruising, não aguento Acho engraçado a levianidade que se fala disto como se não fosse uma autêntica nojeira o que se faz nesses locais. É sexo com pessoas desconhecidas, muitas das vezes sem proteção (e quando fazem com ainda deixam lá os preservativos no chão de recordação). Se fossem sítios recatados como tanto se fala não havia pessoas a ver como a mulher na reportagem falou. Para não falar que de recatos e escondidos tem muito pouco porque ha um site onde se pode ver onde se faz esse tipo de práticas em portugal e não é só em matas, deixem-se de fazer santinhos do pau oco. Há práticas destas em estacionamentos, casas de banho públicas, shoppings e entre outros, não é simplesmente uma coisa normal que se vive e sim um nojo. Tenham é vocês vergonha de estar a defender esse nojo. 7 3 Citar
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