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Mensagem adicionada por Ruben,

Temas a abordar neste tópico:

- Informações referentes ao canal como um todo, não a respeito de um dos seus profissionais;
- Mudanças nos cargos de diretor ou noutros cargos relevantes.

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Postado
agora mesmo, Tomás_RL disse:

Não sei em que mundo é que a Impresa e o Francisco Pedro Balsemão vivem para se congratular com o fim da publicidade na RTP, a não ser o facto de finalmente o desejo que tinham há anos se concretizar. Achei a reação do Pedro Morais Leitão da MC muito mais sensata e equilibrada quando diz que o fim da publicidade comercial na RTP não se traduz necessariamente numa transferência direta desse volume de negócio que era da RTP para os privados.

As marcas e os anunciantes andam atrás da audiência a que querem chegar. Por que motivo hão de investir mais em pub nos privados para atingirem a mesma audiência? Pagar mais pelo mesmo? Esse raciocínio da transferência de dinheiro só faz sentido se houver uma transferência proporcional da audiência, mas ele é CEO e eu não...

Exatamente o fim da pub na rtp não implica maiores ganhos para as privadas e sinceramente nem a perda de audiencias da rtp... porque ao longo destes ultimos anos a rtp tem estado no mesmo patamar e as privadas perderam um terço da audiencia que tinham, acham mesmo que quem ve a rtp quer ver as privadas?

Os balsinhas apenas querem o fim da rtp como sempre o desejaram desde a fundação da sic, é um ódio de gerações, sucessivos governos de direita tentaram destrui-la em beneficio dos interesses dos balsas mas sempre falharam, como vão falhar agora.

 

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há 27 minutos, Tomás_RL disse:

Não sei em que mundo é que a Impresa e o Francisco Pedro Balsemão vivem para se congratular com o fim da publicidade na RTP, a não ser o facto de finalmente o desejo que tinham há anos se concretizar. Achei a reação do Pedro Morais Leitão da MC muito mais sensata e equilibrada quando diz que o fim da publicidade comercial na RTP não se traduz necessariamente numa transferência direta desse volume de negócio que era da RTP para os privados.

 

É uma falta de visão que essa gente tem para o negócio, os filhos nunca vão ter a mesma inteligência que o Balsemão tinha, apesar de ser forreta tinha uma outra postura e olho para as coisas.

Se eles não querem investir que vendam a empresa a quem quer fazer diferente e deixem-se de coisas.

Toda a gente sabe que esse dinheiro que a RTP poderá perder com o fim da pub, muito provavelmente não irá para as privadas, e as migalhas que poderão ganhar não irão fazer assim tanta a diferença no final de contas. A RTP não pode acabar, por várias razões, tem é que ser modernizada a vários níveis e valorizada.

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há 40 minutos, Tomás_RL disse:

Não sei em que mundo é que a Impresa e o Francisco Pedro Balsemão vivem para se congratular com o fim da publicidade na RTP, a não ser o facto de finalmente o desejo que tinham há anos se concretizar. Achei a reação do Pedro Morais Leitão da MC muito mais sensata e equilibrada quando diz que o fim da publicidade comercial na RTP não se traduz necessariamente numa transferência direta desse volume de negócio que era da RTP para os privados.

As marcas e os anunciantes andam atrás da audiência a que querem chegar. Por que motivo hão de investir mais em pub nos privados para atingirem a mesma audiência? Pagar mais pelo mesmo? Esse raciocínio da transferência de dinheiro só faz sentido se houver uma transferência proporcional da audiência, mas ele é CEO e eu não...

Até o Luís Marques que esteve mais anos como administrador na SIC do que na RTP disse isso hoje na Antena 1...

Enfim, deve mesmo pensar que deve ir tudo para a correr anunciar para a Opto...

Editado por canal5
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Eu sinceramente não alinho pela narrativa de que se trata de mais uma conspiração da Direita neo-liberal para acabar com a RTP como no tempo do governo do Passos ou da IL hoje.

Não vejo este governo de todo com o propósito de destruir o serviço público de rádio e televisão como, de facto, alguns tentaram no passado. Acho simplesmente que se trata de uma tentativa bem intencionada de fazer alguma coisa, mas num sector que desconhecem profundamente e onde acharam que bastava ir tirar umas ideias gerais às referências internacionais sem cuidar do contexto.

A RTP enfrenta um problema sério de relevância e, como se chama agora, awareness. Por muito que concorde com posições como a da Rita Marrafa de Carvalho, que justificam a existência do serviço público, de nada serve esse serviço se não estiver a ser visto por ninguém. Nisto, tenho uma posição muito concreta, tal como tenho para os subsídios a peças de teatro ou cinematografia que é pretensamente muito relevante, mas que ninguém vê. Para mim, logo não tem relevância. Daí que ache que faz todo o sentido que a RTP mantenha sempre um pendor e uma vocação comercial na sua oferta, mantendo a capacidade de o compatibilizar com as suas obrigações de serviço público.

Acho a BBC um perfeito exemplo de cumprimento do serviço público com modernidade, apelo jovem e capacidade de renovação. Não só nos conteúdos, mas na sua distribuição e na sua própria comunicação. A BBC é relevante porque a vêem, a RTP precisa de ser vista, de ter appeal, para ter relevância e, assim, fazer perceber a razão da sua existência e por que motivo vale a pena continuar a ter um serviço público e a financiá-lo.

A empresa já deu sobejas provas de que tem o talento e as capacidades para o fazer. Acho que o problema está nas direções e administrações que precisam de sangue novo para pegar nesse talento e nas enormes capacidades da RTP para o gerir e orientar de forma estratégica. Tudo tem de ser repensado, desde os conteúdos em si, à sua organização, à forma como as direções estão estruturadas, à distribuição da oferta, à comunicação...

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há 6 minutos, Tomás_RL disse:

Eu sinceramente não alinho pela narrativa de que se trata de mais uma conspiração da Direita neo-liberal para acabar com a RTP como no tempo do governo do Passos ou da IL hoje.

Não vejo este governo de todo com o propósito de destruir o serviço público de rádio e televisão como, de facto, alguns tentaram no passado. Acho simplesmente que se trata de uma tentativa bem intencionada de fazer alguma coisa, mas num sector que desconhecem profundamente e onde acharam que bastava ir tirar umas ideias gerais às referências internacionais sem cuidar do contexto.

A RTP enfrenta um problema sério de relevância e, como se chama agora, awareness. Por muito que concorde com posições como a da Rita Marrafa de Carvalho, que justificam a existência do serviço público, de nada serve esse serviço se não estiver a ser visto por ninguém. Nisto, tenho uma posição muito concreta, tal como tenho para os subsídios a peças de teatro ou cinematografia que é pretensamente muito relevante, mas que ninguém vê. Para mim, logo não tem relevância. Daí que ache que faz todo o sentido que a RTP mantenha sempre um pendor e uma vocação comercial na sua oferta, mantendo a capacidade de o compatibilizar com as suas obrigações de serviço público.

Acho a BBC um perfeito exemplo de cumprimento do serviço público com modernidade, apelo jovem e capacidade de renovação. Não só nos conteúdos, mas na sua distribuição e na sua própria comunicação. A BBC é relevante porque a vêem, a RTP precisa de ser vista, de ter appeal, para ter relevância e, assim, fazer perceber a razão da sua existência e por que motivo vale a pena continuar a ter um serviço público e a financiá-lo.

A empresa já deu sobejas provas de que tem o talento e as capacidades para o fazer. Acho que o problema está nas direções e administrações que precisam de sangue novo para pegar nesse talento e nas enormes capacidades da RTP para o gerir e orientar de forma estratégica. Tudo tem de ser repensado, desde os conteúdos em si, à sua organização, à forma como as direções estão estruturadas, à distribuição da oferta, à comunicação...

Disseste tudo o que eu penso também. É preciso que a RTP seja relevante, seja vista e tenha conteúdos que chamem publico. Não basta fazer serviço publico se não é visto por ninguém. Também acho que é preciso novas direções de programas para os vários canais da RTP, que pensem diferente.

É tudo muito bonito isso que a Marrafa de Carvalho diz, mas quando a maioria dos portugueses não quer saber da RTP (por diferentes motivos é certo) de nada serve.

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há 1 hora, ATVTQsV disse:

SIC 1, SIC 2 e SIC 3. Isso na mesma seria impossível, vender a RTP ao Balsemão e fundir os canais.

EU nao disse que o estado devia vender a RTP ao Balsemão! 

Disse que devia vender, mas a família Balsemão não deve querer pois tem pouca concorrência 

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há 9 minutos, D91 disse:

Disseste tudo o que eu penso também. É preciso que a RTP seja relevante, seja vista e tenha conteúdos que chamem publico. Não basta fazer serviço publico se não é visto por ninguém. Também acho que é preciso novas direções de programas para os vários canais da RTP, que pensem diferente.

É tudo muito bonito isso que a Marrafa de Carvalho diz, mas quando a maioria dos portugueses não quer saber da RTP (por diferentes motivos é certo) de nada serve.

E como convences as pessoas a ver a rtp? metendo o daytime a falar de desgraças e reality shows? é que só assim a rtp teria destaque suficiente para que conteudos de serviço publico tenha relevancia... é muito bonito falar da relevância achando que todos vêm o mesmo que só a maioria é que valida o serviço publico.

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há 2 minutos, AndreRob disse:

E como convences as pessoas a ver a rtp? metendo o daytime a falar de desgraças e reality shows? é que só assim a rtp teria destaque suficiente para que conteudos de serviço publico tenha relevancia... é muito bonito falar da relevância achando que todos vêm o mesmo que só a maioria é que valida o serviço publico.

Tem que ser com uma programação digamos alternativa em alguns horários, que possa ser atrativa. Não é com uma grelha ultrapassada para +60 que vão ter grande futuro.

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há 1 minuto, D91 disse:

Tem que ser com uma programação digamos alternativa em alguns horários, que possa ser atrativa. Não é com uma grelha ultrapassada para +60 que vão ter grande futuro.

A RTP1 precisa de uma mudança....

Talvez assim até consiga vir a ser uma alternativa, se ás 19h ganhar um formato novo até pode correr bem 

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há 17 minutos, AndreRob disse:

E como convences as pessoas a ver a rtp? metendo o daytime a falar de desgraças e reality shows? é que só assim a rtp teria destaque suficiente para que conteudos de serviço publico tenha relevancia... é muito bonito falar da relevância achando que todos vêm o mesmo que só a maioria é que valida o serviço publico.

Novelas turcas como é óbvio. E um jornal de crime que fica sempre bem /s

Editado por BillGaitas
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há 57 minutos, Afonso2014 disse:

EU nao disse que o estado devia vender a RTP ao Balsemão! 

Disse que devia vender, mas a família Balsemão não deve querer pois tem pouca concorrência 

A família Balsemão mal tem dinheiro para aguentar a SIC quanto mais para comprar a RTP :riso::riso::riso:

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On 06/10/2024 at 19:11, msm0 disse:

“Temos de garantir muita qualidade na informação, não se justifica os portugueses pagarem 190 milhões de euros por ano para, perdoem-me a expressão, dar concursos ao final da tarde”, disse.

Há um político aqui que não sabe gerir contas, então a RTP gasta 190 milhões para fazer um concurso? Ou é o estado que come a maior parte? :mico: 

Editado por eduu
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há 24 minutos, Pt1111 disse:

A família Balsemão mal tem dinheiro para aguentar a SIC quanto mais para comprar a RTP :riso::riso::riso:

Acho que até uma fusão da RTP, SIC e TVI iria dar para o torto, mesmo se unissem os esforços de três empresas para criarem um gigante da televisão nacional, iria colapsar.

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há 5 minutos, ATVTQsV disse:

Acho que até uma fusão da RTP, SIC e TVI iria dar para o torto, mesmo se unissem os esforços de três empresas para criarem um gigante da televisão nacional, iria colapsar.

O homem do laço voltou a lançar a ideia de um streaming conjunto dos 3 canais que pudesse de alguma forma competir com os internacionais em portugal... mas simplesmente todos acham que não vale a pena.

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agora mesmo, AndreRob disse:

O homem do laço voltou a lançar a ideia de um streaming conjunto dos 3 canais que pudesse de alguma forma competir com os internacionais em portugal... mas simplesmente todos acham que não vale a pena.

Mais um sinal de que a cooperação entre canais nunca irá resultar.

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há 1 minuto, AndreRob disse:

O homem do laço voltou a lançar a ideia de um streaming conjunto dos 3 canais que pudesse de alguma forma competir com os internacionais em portugal... mas simplesmente todos acham que não vale a pena.

E ainda dizia que não queria ser o "coveiro" da RTP... Volta Gonçalo Reis.

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há 1 minuto, ATVTQsV disse:

Mais um sinal de que a cooperação entre canais nunca irá resultar.

sendo assim vão todos definhar... e acabar a lutar pelos 5% de share que cada um terá em 2030.

agora mesmo, canal5 disse:

E ainda dizia que não queria ser o "coveiro" da RTP... Volta Gonçalo Reis.

não é uma ideia nova e não é totalmente descabida... porque se pensarmos bem que vantagem tem de haver rtpplay, opto e tvi player, eventualmente os 3 pagos? e cada uma para seu lado nada é rentável.

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há 4 minutos, AndreRob disse:

O homem do laço voltou a lançar a ideia de um streaming conjunto dos 3 canais que pudesse de alguma forma competir com os internacionais em portugal... mas simplesmente todos acham que não vale a pena.

E a pluralidade de informação onde ficava?:maquinadaverdade:

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há 3 horas, Tomás_RL disse:

Eu sinceramente não alinho pela narrativa de que se trata de mais uma conspiração da Direita neo-liberal para acabar com a RTP como no tempo do governo do Passos ou da IL hoje.

Não vejo este governo de todo com o propósito de destruir o serviço público de rádio e televisão como, de facto, alguns tentaram no passado. Acho simplesmente que se trata de uma tentativa bem intencionada de fazer alguma coisa, mas num sector que desconhecem profundamente e onde acharam que bastava ir tirar umas ideias gerais às referências internacionais sem cuidar do contexto.

A RTP enfrenta um problema sério de relevância e, como se chama agora, awareness. Por muito que concorde com posições como a da Rita Marrafa de Carvalho, que justificam a existência do serviço público, de nada serve esse serviço se não estiver a ser visto por ninguém. Nisto, tenho uma posição muito concreta, tal como tenho para os subsídios a peças de teatro ou cinematografia que é pretensamente muito relevante, mas que ninguém vê. Para mim, logo não tem relevância. Daí que ache que faz todo o sentido que a RTP mantenha sempre um pendor e uma vocação comercial na sua oferta, mantendo a capacidade de o compatibilizar com as suas obrigações de serviço público.

Acho a BBC um perfeito exemplo de cumprimento do serviço público com modernidade, apelo jovem e capacidade de renovação. Não só nos conteúdos, mas na sua distribuição e na sua própria comunicação. A BBC é relevante porque a vêem, a RTP precisa de ser vista, de ter appeal, para ter relevância e, assim, fazer perceber a razão da sua existência e por que motivo vale a pena continuar a ter um serviço público e a financiá-lo.

A empresa já deu sobejas provas de que tem o talento e as capacidades para o fazer. Acho que o problema está nas direções e administrações que precisam de sangue novo para pegar nesse talento e nas enormes capacidades da RTP para o gerir e orientar de forma estratégica. Tudo tem de ser repensado, desde os conteúdos em si, à sua organização, à forma como as direções estão estruturadas, à distribuição da oferta, à comunicação...

A BBC é relevante porque a TV privada no Reino Unido vale zero. E porque no Reino Unido sempre deram importância à existência de um serviço público de televisão, em quem podem confiar, e que o poder político sempre apoiou. Em Portugal… prefere-se a Casa dos Segredos. Escolhas

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1 hour ago, AndreRob said:

O homem do laço voltou a lançar a ideia de um streaming conjunto dos 3 canais que pudesse de alguma forma competir com os internacionais em portugal... mas simplesmente todos acham que não vale a pena.

Não é bem assim, a Media Capital até se demonstrou aberta à ideia e mesmo a SIC não fechou as portas, mesmo tendo a OPTO. Mas se também não há planos concretos é normal que a ideia caia em saco roto, não basta lançar a ideia para o ar, é preciso desenvolvê-la.

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há 3 horas, InesMig disse:

 

A Cristina Esteves foi tão icónica :adoro:

Disse de maneira simples o que provavelmente grande parte dos jornalistas e até dos portugueses, pensou quando ouviu a calinada do PM sobre os auriculares. Obviamente os auriculares são importantes para o/a jornalista saber quando o canal de TV ou de radio está no ar e seguir a emissão. Não e preciso ser do meio para ter essa noção.

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