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Narrative Lab: Inscrições Abertas ×
Mensagem adicionada por Ruben,

Temas a abordar neste tópico:

- Transferências de um canal para outro;
- Morte de profissionais associados ao canal;
- Questões judiciais ou semelhantes relacionadas com o canal em questão;
- Posts nas redes sociais relacionadas exclusivamente com projetos desse canal;
- Comentários em talkshows, podcasts ou rumores por parte de celebridades em projetos do canal.

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Postado (editado)
há 3 horas, Dinis01 disse:

A tvi se comprasse os direitos da F1 bem que tínhamos FeF até 2030 e para sempre até ao infinito. 

Vocês acreditam mesmo que a Cristina ou o Daniel têm esta grelha "conservadora" porque assim o desejam? Acham que qualquer um deles não adoraria ter um Ninja Warrior na programação por exemplo?.. 

Com alguns de vocês na direção o canal ia à falência em pouco tempo. 

Estás a falar da mesma estação que contrata um Diogo Amaral por 10k mês como se a SIC lhe pagasse sequer perto disso, que renovou contratos de profissionais com valores bem acima do mercado (que praticamente se resume a TVI e SIC), a mesma estação que esteve quase a deitar para o lixo o investimento no Casamenro Marcado, que gastou ao desbarato durante 2 anos como se a continuação do canal dependesse da liderança no curto médio prazo?

há 2 horas, Dinis01 disse:

Concordo, mas também para haver investimento é inevitável que têm de haver cortes noutros lados.

As grelhas repletas de repetições serão cada vez mais comuns. As novelas com duração de 1 ano serão para continuar. Isto serão sacrifícios necessários para que se possam investir depois noutro tipo de programas. 

Cortes em todo o lado menos no salario de meia dúzia de apresentadores e directores :mosking:

Editado por JM26
  • Gosto 3
  • Obrigado 2
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Por acaso lembro-me dessa história da F1, mas até pensava que seria apenas para o GP da Austrália. Foi uma pena não ter acabado por seguir em frente.

Postado
3 hours ago, JM26 said:

Estás a falar da mesma estação que contrata um Diogo Amaral por 10k mês como se a SIC lhe pagasse sequer perto disso, que renovou contratos de profissionais com valores bem acima do mercado (que praticamente se resume a TVI e SIC), a mesma estação que esteve quase a deitar para o lixo o investimento no Casamenro Marcado, que gastou ao desbarato durante 2 anos como se a continuação do canal dependesse da liderança no curto médio prazo?

Cortes em todo o lado menos no salario de meia dúzia de apresentadores e directores :mosking:

A SIC tem um Bruno Nogueira com um contrato milionário a fazer patavina há um ano. Fez duas temporadas de Tabu de uma assentada e ainda aguarda um novo formato. Vocês acham que a lógica  despesista é só na TVI :lol: Ao menos, o Amaral vai ser bombeiro em tudo o que é novela, a Dalila veio com contrato e já fez dois trabalhos ou lá o que foi.

 

  • Gosto 7
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há 42 minutos, Fernando disse:

A SIC tem um Bruno Nogueira com um contrato milionário a fazer patavina há um ano. Fez duas temporadas de Tabu de uma assentada e ainda aguarda um novo formato. Vocês acham que a lógica  despesista é só na TVI :lol: Ao menos, o Amaral vai ser bombeiro em tudo o que é novela, a Dalila veio com contrato e já fez dois trabalhos ou lá o que foi.

 

Já fez? Ou só fez? 

É que a Dalila é a verdadeira que veio com contrato e não faz nenhum a maior parte do tempo. Gravou 1 série ou 2? Ela disse logo que vinha na condição de fazer projetos curtos. Efetivamente para certas coisas há dinheiro... 

  • Gosto 2
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há 22 minutos, Fernando disse:

A SIC tem um Bruno Nogueira com um contrato milionário a fazer patavina há um ano.

Só uma nota: o salário do bruno nogueira no contrato inicial estava entre os 15 e os 10 mil mensais.

Nesta última renovação, os valores foram negociados e do que do que se publicou foram ainda ajustados os períodos de remuneração em função do momento em que estavam a trabalhar para o canal (do género recebe um fee mais baixo mensal e um mais alto quando está em projeto).

O próprio Bruno pretende uma presença mais residual em antena - vai estar agora no final do ano com o espetáculo em Porto e Lisboa, daí ter acedido a estes novos termos.

A nível de rentabilidade, só pelos patrocinadores do Princípio, Meio e Fim e o Tabu e a tradução do engagement em afinidade de nicho comercial as coisas acabam por ser ela por ela.

No fundo, é o que dizes: o investimento pode ser alto, mas pode ser bem rentabilizado.

Creio que a TVI fará isso com o Diogo Amaral, que tem um perfil diferente, mas tem contrato e fará vários projetos para ter o máximo retorno.

Todos sabemos que as exclusividades funcionam atualmente para núcleos pequenos de atores nas privadas....os bolsos não dão para mais e acho que os artistas e os espetadores agradecem a circulação de atores pelos diferentes canais.

  • Gosto 1
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há 56 minutos, Fernando disse:

A SIC tem um Bruno Nogueira com um contrato milionário a fazer patavina há um ano. Fez duas temporadas de Tabu de uma assentada e ainda aguarda um novo formato. Vocês acham que a lógica  despesista é só na TVI :lol: Ao menos, o Amaral vai ser bombeiro em tudo o que é novela, a Dalila veio com contrato e já fez dois trabalhos ou lá o que foi.

 

Esse argumento não é de certeza para mim, não me viste a defender contratos como o do Bruno e do Ljubomir na SIC. Tanto uma como outra privilegiam demais esse tipo de contratos que estão longe de serem produtivos/lucrativos e que não se compreendem num mercado como o nosso, e depois vêm com conversas de orçamento. 

O Amaral vai ser bombeiro como se a TVI só anda produzir praticamente uma novela por ano? :mosking:

 

Editado por JM26
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19 minutes ago, Dinis01 said:

Já fez? Ou só fez? 

É que a Dalila é a verdadeira que veio com contrato e não faz nenhum a maior parte do tempo. Gravou 1 série ou 2? Ela disse logo que vinha na condição de fazer projetos curtos. Efetivamente para certas coisas há dinheiro... 

A Dalila está há menos de um ano na TVI. Há alguma razoabilidade que se deve ter. Dois projetos em 10 meses é alguma coisa. Penso que se fala que vai entrar noutra coisa muito brevemente.

Mas também tens o caso do Pedro Sousa que tem contrato e entrou em 3 novelas em três anos.

Editado por Fernando
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há 28 minutos, Fernando disse:

A Dalila está há menos de um ano na TVI. Há alguma razoabilidade que se deve ter. Dois projetos em 10 meses é alguma coisa. Penso que se fala que vai entrar noutra coisa muito brevemente.

Mas também tens o caso do Pedro Sousa que tem contrato e entrou em 3 novelas em três anos.

O Pedro Sousa só tem contrato de exclusividade desde o fim de 2021, creio que as gravações de PS já tinham terminado. Portanto desde o fim de 2021 até hoje (e até ao fim do ano portanto 2 anos) só fez QP e não três como estas a querer dar a entender. 

A Dalila então não me admiro nada que termine o contrato sem entrar sequer no elenco principal de uma novela. 

Editado por JM26
Postado
29 minutes ago, JM26 said:

O Pedro Sousa só tem contrato de exclusividade desde o fim de 2021, creio que as gravações de PS já tinham terminado. Portanto desde o fim de 2021 até hoje (e até ao fim do ano portanto 2 anos) só fez QP e não três como estas a querer dar a entender. 

A Dalila então não me admiro nada que termine o contrato sem entrar sequer no elenco principal de uma novela. 

Mas, lá está, é uma forma de te demonstrar que um ator é rentabilizando sempre de alguma maneira. Com isto não digo que seja fã de contratos de exclusividade, na ótica do espectador é melhor um ator sem contrato.

Que interessa não entrar numa novela. Faz séries, que é trabalho na mesma :lol:

Postado (editado)
há 14 minutos, Fernando disse:

Mas, lá está, é uma forma de te demonstrar que um ator é rentabilizando sempre de alguma maneira. Com isto não digo que seja fã de contratos de exclusividade, na ótica do espectador é melhor um ator sem contrato.

Que interessa não entrar numa novela. Faz séries, que é trabalho na mesma :lol:

Rentabilizar sempre de alguma maneira significa o quê? 

Referiste o caso do Pedro Sousa como se tivesse feito 3 novelas com contrato quando de facto só fez uma. Aliás ele no mesmo periodo de tempo fez mais novelas sem contrato (QoD e PS entre finais 2019 e meio de 2021 creio) do que actualmente com o contrato (QP, com contrato desde o fim de 2021). 

Por isso sim não faz qualquer sentido este tipo de contratos, é mais um capricho dos directores e forma dos canais fazerem marketing com isso, ainda que se veja que não tem o impacto de há uns anos atrás e que quem fica a perder é mesmo o canal (just my opinion though). 

Editado por JM26
Postado (editado)
15 minutes ago, JM26 said:

Rentabilizar sempre de alguma maneira significa o quê? 

Referiste o caso do Pedro Sousa como se tivesse feito 3 novelas com contrato quando de facto só fez uma. Aliás ele no mesmo periodo de tempo fez mais novelas sem contrato (QoD e PS entre finais 2019 e meio de 2021 creio) do que actualmente com o contrato (QP, com contrato desde o fim de 2021). 

Por isso sim não faz qualquer sentido este tipo de contratos, é mais um capricho dos directores e forma dos canais fazerem marketing com isso, ainda que se veja que não tem o impacto de há uns anos atrás e que quem fica a perder é mesmo o canal (just my opinion though). 

Rentabilizar no sentido de ser um ator que participa em várias produções de seguida. O Pedro Sousa não tinha contrato, provavelmente só acordos verbais, mas sendo exclusivo, atuamente, tem obrigação contratual de participar nas produções que sugerirem-lhe. Embora o que aconteceu a partir de 2021 foi uma baixa na produção do que propriamente uma recusa do ator. O exclusivo, dado o dinheiro que lhe pagam por mês, tem a obrigação de participar no que canal sugerir. A Guiomar, provavelmente, nem pode recusar sair de FéF :haha: No caso dela, o dinheiro gasto é bem gasto porque mostra serviço, sem interrupções, há mais de 2 anos.

Mas para um canal compensa bastante dar um exclusivo a um ator porque se encaixam facilmente em qualquer produção, embora haja alguns que até na apresentação dão uma perninha. Um Teixeira tem o salário mais que justificado e a Rita Pereira, a certa altura, também teve, agora é que está mais parada.

Editado por Fernando
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há 5 minutos, Fernando disse:

Rentabilizar no sentido de ser um ator que participa em várias produções de seguida. O Pedro Sousa não tinha contrato, provavelmente só acordos verbais, mas sendo exclusivo, atuamente, tem obrigação contratual de participar nas produções que sugerirem-lhe. Embora o que aconteceu a partir de 2021 foi uma baixa na produção do que propriamente uma recusa do ator. O exclusivo, dado o dinheiro que lhe pagam por mês, tem a obrigação de participar no que canal sugerir. A Guiomar, provavelmente, nem pode recusar sair de FéF :haha: No caso dela, o dinheiro gasto é bem gasto porque mostra serviço, sem interrupções, há mais de 2 anos.

Mas para um canal compensa bastante dar um exclusivo a um ator porque se encaixam facilmente em qualquer produção, embora haja alguns que até na apresentação dão uma perninha. Um Teixeira tem o salário mais que justificado e a Rita Pereira, a certa altura, também teve, agora é que está mais parada.

Concordo em certa parte, agora numa altura de quebra de produção, principalmente na TVI, não faz tanto sentido regressar a este modelo de contratos de exclusividade. Para mim é puramente marketing e acaba por gerar inclusive mal estar entre alguns actores principalmente aqueles que ficam anos sem ter uma oportunidade. 

Os actores podem negar-se a participar nos projectos, muitas vezes tem algum corte no salario e coloca em risco uma renovação mas têm essa opção, penso eu. 

Postado

Comentado a discussão de trás,

O Moniz sempre teve melhor olho para a ficção. Acho que continua a ter. A novas apostas Cacau, reboot dos Morangos, as séries faladas, acho que são tudo coisas com potencial. 

No entretenimento ele sempre priorizou formatos baratuchos, desconhecidos. Tem uma estratégia de escolher novos formatos e captar a atenção por aí, em vez de uma estratégia de continuidade com formatos que são marcas mundiais fortes. Acho que jamais teríamos tantos anos seguidos de Secret com o Moniz, por exemplo.

 

Na informação, nem se fala.

Postado

Anda-se aqui às turras por causa da exclusividade deste com canal X ou Y, como se uma empresa fosse melhor que a outra, mas a verdade é que este fenómeno já é mais velho que os velhos e nem dá para se apontar dedos e julgar sem estarmos sobre telhados de vidro. O Emídio Rangel até se queixou, num documentário sobre a história da RTP, que quando a SIC abriu portas ele queria ter acesso a actores e humoristas para programas de TV e praticamente todos os grandes nomes estavam com contratos de exclusividade com a RTP feitos de propósito para evitar que fizessem trabalhos para a SIC.

Para alguns actores a exclusividade deve ser excelente, muito por uma questão de estabilidade a nível de rendimentos. Contudo, como espectador, para mim seria/é uma experiência horrível e acho que nem é preciso explicar porquê.

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há 35 minutos, JDaman disse:

Anda-se aqui às turras por causa da exclusividade deste com canal X ou Y, como se uma empresa fosse melhor que a outra, mas a verdade é que este fenómeno já é mais velho que os velhos e nem dá para se apontar dedos e julgar sem estarmos sobre telhados de vidro. O Emídio Rangel até se queixou, num documentário sobre a história da RTP, que quando a SIC abriu portas ele queria ter acesso a actores e humoristas para programas de TV e praticamente todos os grandes nomes estavam com contratos de exclusividade com a RTP feitos de propósito para evitar que fizessem trabalhos para a SIC.

Para alguns actores a exclusividade deve ser excelente, muito por uma questão de estabilidade a nível de rendimentos. Contudo, como espectador, para mim seria/é uma experiência horrível e acho que nem é preciso explicar porquê.

São realidades distintas. A RTP era um monopólio nessa altura e mesmo os actores eram poucos, era uma profissão bastante mais complicada do que nos dias que correm, e portanto o início da SIC e de algumas das suas produções nacionais o canal público não teve outra hipótese se não segurar esses actores conhecidos da época.

Hoje a realidade é bem diferente, temos muito mais actores (uns com muitas oportunidades, outros que ficam muito tempo parados) e a produção nacional é mais reduzida do que no início dos anos 2000 em que tínhamos várias séries na RTP e SIC e o início das novelas na TVI. 

E sim, isso acontecer no canal público pago por todos ainda é mais chocante. 

Editado por JM26
  • Gosto 1
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há 3 horas, JM26 disse:

São realidades distintas. A RTP era um monopólio nessa altura e mesmo os actores eram poucos, era uma profissão bastante mais complicada do que nos dias que correm, e portanto o início da SIC e de algumas das suas produções nacionais o canal público não teve outra hipótese se não segurar esses actores conhecidos da época.

Hoje a realidade é bem diferente, temos muito mais actores (uns com muitas oportunidades, outros que ficam muito tempo parados) e a produção nacional é mais reduzida do que no início dos anos 2000 em que tínhamos várias séries na RTP e SIC e o início das novelas na TVI. 

E sim, isso acontecer no canal público pago por todos ainda é mais chocante. 

Não estou a dizer o contrário. Aliás, o meu post até serve para referir que as exclusividades em si são más, excepto para quem queira mais estabilidade a nível de rendimento quando tiver menos projectos. Para o espectador é uma experiência no mínimo estranha e para uma empresa não faz grande sentido do ponto de vista financeiro, mas para os actores depende...

Até acaba por ser engraçado que a RTP tenha feito isso nos anos 90, mas agora beneficiar de um certo estatuto de relegação, visto que isso permite que actores exclusivos de outros canais acabem a trabalhar em projectos desta.

Postado (editado)

Eu acho que esta discussão de qual empresa "desperdiça" mais dinheiro atualmente é um bocado um beco sem saída porque, no final, a conclusão é sempre a mesma: gerência completamente desatualizada e pouco visionária de ambos dos canais em questão.

Tanto a TVI como a SIC (para não falar na televisão no geral, e não só em Portugal, estão completamente estagnadas numa situação que precisa de uma mudança drástica).

Editado por Laurindinha
  • Gosto 5
Postado (editado)
há 2 horas, Laurindinha disse:

Eu acho que esta discussão de qual empresa "desperdiça" mais dinheiro atualmente é um bocado um beco sem saída porque, no final, a conclusão é sempre a mesma: gerência completamente desatualizada e pouco visionária de ambos dos canais em questão.

Tanto a TVI como a SIC (para não falar na televisão no geral, e não só em Portugal, estão completamente estagnadas numa situação que precisa de uma mudança drástica).

Eu conheço melhor a realidade portuguesa do que internacional. Mas olho para Espanha e outros países e parecem ter uma gestão melhor.

Em Portugal temos uma gestão completamente desatualizada.

Quando a Cristina foi para a SIC disse que ela e o Daniel pensam televisão da mesma forma e que queriam o mesmo para o futuro. E parece ter razão, pois a televisão com eles os dois só regrediu a vários níveis. 

O Bruno Santos e a Gabriela Sobral podiam não ser visionários mas pelo menos tinham uma postura mais séria e não prometiam o que não podiam cumprir. E não nos podemos esquecer que eles apanharam tempos de crise financeira e fizeram milagres com o dinheiro que tinham. 

Também acho que é preciso uma mudança drástica de dentro das empresas para fora, com uma estrutura que permita rentabilizar melhor os produtos e que no final possam ter melhor qualidade, nomeadamente a ficção. Tanto a SIC como a TVI tem que perceber que já não competem só uma contra a outra, e que esta luta patética por migalhas não as vai levar a lado nenhum e só as está a matar aos poucos. 

É preciso alguém com uma visão mais de futuro, que possa fazer uma boa estrutura em que se aliam streaming e linear.

Editado por D91
  • Gosto 4
Postado
há 29 minutos, D91 disse:

O Bruno Santos e a Gabriela Sobral podiam não ser visionários mas pelo menos tinham uma postura mais séria e não prometiam o que não podiam competir. E não nos podemos esquecer que eles apanharam tempos de crise financeira e fizeram milagres com o dinheiro que tinham. 

Também acho que é preciso uma mudança drástica de dentro das empresas para fora, com uma estrutura que permita rentabilizar melhor os produtos e que no final possam ter melhor qualidade, nomeadamente a ficção. Tanto a SIC como a TVI tem que perceber que já não competem só uma contra a outra, e que esta luta patética por migalhas não as vai levar a lado nenhum e só as está a matar aos poucos. 

É preciso alguém com uma visão mais de futuro, que possa fazer uma boa estrutura em que se aliam streaming e linear.

Concordo totalmente com o que disseste aqui.

Não desmereço o trabalho do José Eduardo Moniz, mas é um facto que tal como acontece no Brasil, no SBT, é uma gerência presa no passado e no saudosismo.

O Bruno Santos realmente fez milagres com o que tinha na época, e acredito que a TVI estava muito melhor nessa altura, mesmo durante uma grande crise financeira.

O caso da SIC eu acho que é menos grave mas, mesmo assim, é outra situação muito estagnada "mais do mesmo" na programação.

  • Gosto 1
Postado
há 19 horas, Fernando disse:

A Dalila está há menos de um ano na TVI. Há alguma razoabilidade que se deve ter. Dois projetos em 10 meses é alguma coisa. Penso que se fala que vai entrar noutra coisa muito brevemente.

Mas também tens o caso do Pedro Sousa que tem contrato e entrou em 3 novelas em três anos.

2 projetos de curta duração, em 10 meses teve quase de certeza mais meses a ganhar sem trabalhar do que a trabalhar, a meu ver isso é muito pouco rentável para a empresa, mas obviamente que isto é apenas uma opinião minha, se a tvi acha que esse modelo é rentável... 

O Pedro Sousa fez novelas, ou seja são no mínimo 9 ou 10 meses seguidos a trabalhar, aí sim é o típico modelo dos exclusivos a funcionar, têm 1 mês ou 2 de férias e começam noutra novela. 

Hoje em dia a exclusividade é algo sem sentido na maioria dos casos, tirando um Pedro Teixeira, uma Cláudia Vieira e mais um ou outro caso, que efetivamente estão no ar seja na representação ou na apresentação 

Estas exclusividades da Dalila, da Alexandra, da Matilde Reymao... são simplesmente para evitar uma nova fuga para a SIC, mas nos bastidores devem gerar mau estar, a Matilde nem tanto porque vai ser carne para canhão, vai estar em todas, mas a Dalila e a Alexandra vão ser umas divas que vão fazer aquilo que lhes apetece e quando lhes apetece (se não vão voltar aos problemas mentais) e isso acaba por se tornar injusto para outros. 

  • Gosto 2
Postado
há 17 horas, George disse:

Comentado a discussão de trás,

O Moniz sempre teve melhor olho para a ficção. Acho que continua a ter. A novas apostas Cacau, reboot dos Morangos, as séries faladas, acho que são tudo coisas com potencial. 

No entretenimento ele sempre priorizou formatos baratuchos, desconhecidos. Tem uma estratégia de escolher novos formatos e captar a atenção por aí, em vez de uma estratégia de continuidade com formatos que são marcas mundiais fortes. Acho que jamais teríamos tantos anos seguidos de Secret com o Moniz, por exemplo.

 

Na informação, nem se fala.

Eram tempos das vacas gordas onde tinham capacidade para manterem os atores exclusivos nas estações com bons contratos e as vezes sem fazer nada de nada, assim era fácil a TVI ter o monopólio da ficção, hoje acho que a SIC tem maior capacidade de ter os atores, claro que eles fazem outros projetos, a falta de audiências na ficção deve-se ao desgasto das mesmas  

Postado

Os contratos de exclusividade só são mesmo positivos para os atores/apresentadores garantirem maior sustentabilidade e que ganham mesmo estando meses sem trabalhar em projetos para o canal (e também para assegurar que não fogem para a concorrência).

Salvo uma exceção ou outra e nos tempos que correm cada vez menos se justifica, eles vão mas mais cedo ou mais tarde acabam por voltar e tirando TVI e SIC não têm muito mais para onde possam ir trabalhar no mercado televisivo. Também sempre era dinheiro que se poupava. 

  • Gosto 2
Postado
há 1 hora, Max30 disse:

Os contratos de exclusividade só são mesmo positivos para os atores/apresentadores garantirem maior sustentabilidade e que ganham mesmo estando meses sem trabalhar em projetos para o canal (e também para assegurar que não fogem para a concorrência).

Salvo uma exceção ou outra e nos tempos que correm cada vez menos se justifica, eles vão mas mais cedo ou mais tarde acabam por voltar e tirando TVI e SIC não têm muito mais para onde possam ir trabalhar no mercado televisivo. Também sempre era dinheiro que se poupava. 

Eu penso que, hoje em dia, os contratos de exclusividade já não são tão benéficos e sustentáveis a longo-prazo como costumavam ser.

Basta veres o exemplo da TV Globo que cada vez mais acaba com esse tipo de contratos e deixa os seus atores "Globais" saírem da bolha e limitarem-se a trabalhar no regime semelhante ao da Dalila Carmo na TVI, por obra/trabalho.

  • Gosto 1
Postado
há 1 hora, Laurindinha disse:

Eu penso que, hoje em dia, os contratos de exclusividade já não são tão benéficos e sustentáveis a longo-prazo como costumavam ser.

Basta veres o exemplo da TV Globo que cada vez mais acaba com esse tipo de contratos e deixa os seus atores "Globais" saírem da bolha e limitarem-se a trabalhar no regime semelhante ao da Dalila Carmo na TVI, por obra/trabalho.

Exato e isso torna-se dispendioso numa altura que as plataformas de streaming estão em crescente cada vez mais, seja a SIC, a Globo a TVI já não estão para ter profissionais nesse regime de contrato, veja-se toda a polémica em torno da rescisão da Cristina e ela não tinha mais x anos a cumprir veja-se ela mudou e já apareceu noutro canal e o processo não tem fim a vista, por tanto isso qualquer dia chega a outros setores profissionais da TV 

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