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há 2 horas, EFMR disse:

Se calhar para ti que moras na zona urbana e de maior aglomerado. Acho um crime fechar salas no interior do país, quando a sala mais perto fica a mais de 50 km.

O que se vai salvando e dou os parabéns por isso é os centros culturais municipais que passam o filme algumas semanas depois a preço acessível (3 euros) e que permite a que as pessoas e jovens do interior possam assistir sem ter de demorar uma hora ou hora e meia até ao cinema mais próximo.

Estou a falar do Arrábida shopping que tinha 20 salas e vão ficar em funcionamento “apenas” 11.

11 salas de cinema num shopping não são mais que suficientes? 
 

e temos de ser factuais, as outras salas que fecham, sejam em que zonas do país forem, é porque não são lucrativas e não têm público. 

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há 3 horas, Oliveranto disse:

Estou a falar do Arrábida shopping que tinha 20 salas e vão ficar em funcionamento “apenas” 11.

11 salas de cinema num shopping não são mais que suficientes? 
 

e temos de ser factuais, as outras salas que fecham, sejam em que zonas do país forem, é porque não são lucrativas e não têm público. 

Se calhar porque a gestão não é a melhor. Como justificas as sessões nos centros culturais municipais estarem sempre cheias e os cinemas de shopping no interior estarem às moscas? Se calhar o preço do bilhete deveria ser repensado em vez de justificarem por não haver publico.

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há 42 minutos, EFMR disse:

Se calhar porque a gestão não é a melhor. Como justificas as sessões nos centros culturais municipais estarem sempre cheias e os cinemas de shopping no interior estarem às moscas? Se calhar o preço do bilhete deveria ser repensado em vez de justificarem por não haver publico.

Provavelmente porque essas sessões nos centros culturais são de filmes mais procurados e têm exibição por tempo limitado. Não é a mesma coisa que teres uma sala aberta diariamente, onde existem gastos e onde não aparece ninguém para assistir um filme. 
Concordo que o preço dos bilhetes é absurdo, apesar de que na realidade facilmente se arranjam promoções 2x1, o que já torna o valor mais simpático. 

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On 18/09/2025 at 12:38, Foid disse:

Arrábida Shopping pode fechar nove salas do maior complexo de cinemas do país

https://observador.pt/2025/09/17/arrabida-shopping-pode-fechar-salas-do-maior-complexo-de-cinemas-do-pais/

É uma situação triste, mas realmente compreendo o encerramento das nove salas. Em Agosto eu fui algumas vezes ao cinema do Arrábida e nas salas que costumavam estar cheias antigamente,  estavam agora ocupadas no máximo por 10 pessoas. É uma pena ver a crise da indústria cinematográfico.

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No interior muitas das salas são Cineplace, uma empresa que não prima pela qualidade é normal as pessoas preferirem ver em casa, de forma legal ou ilegal ou então em auditórios municipais muitas vezes mil vezes melhor cuidados.

Segundo as minhas contas este ano fecharam: Cineplace Rio Sul, Cineplace MadeiraShopping, Cinemas NOS Maia Shopping, Cinemas NOS Fórum Viseu. E em breve, segundo as notícias anteveem fecha o Cineplace de Viana do Castelo.

O Arrábida Shopping e o Cineplace Nova Arcada em Braga deverão fechar salas.

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Associação lembra que exibição de cinema é questão de negócio e rentabilidade

O encerramento de cinemas de exibição comercial regular em várias capitais de distrito são uma questão de rentabilidade, porque “isto é um negócio”, lembrou à Lusa o diretor-geral da Associação Portuguesa de Empresas Cinematográficas (APEC). “É uma atividade comercial. Obviamente, os exibidores fazem análises de rentabilidade e é natural que abram alguns [cinemas] e fechem outros”, explicou Fernando Ventura, que dirige a associação que representa as maiores exibidoras de cinema do país, como a NOS Lusomundo Cinemas, a UCI Cinemas e a Cineplace.

A agência Lusa noticiou esta semana que os distritos de Beja, Bragança e Portalegre não têm exibição comercial de cinema, regular, diversificada e diária, e que há complexos de cinema no país, dentro de centros comerciais, que poderão fechar algumas salas, nomeadamente nos distritos de Braga e Porto. De acordo com a Inspeção-Geral das Atividades Culturais (IGAC), o Arrábida Shopping, em Vila Nova de Gaia, foi autorizado a desafetar a atividade cinematográfica em nove das 20 salas do centro comercial, por questões de “viabilidade económica”. No Arrábida Shopping funciona o maior complexo de salas de cinema do país, com 20 ecrãs, gerido pela UCI Cinemas, mas os proprietários do centro comercial pediram este ano a desafetação de nove salas, ficando a funcionar as restantes 11.

De acordo com a IGAC, este ano também foram feitos pedidos de desafetação de outras salas de cinema em centros comerciais em Viana do Castelo e em Braga, que pertencem à Sonae Sierra. Em Viana do Castelo, o Ministério da Cultura autorizou a desafetação de quatro salas no Estação Viana Shopping, que são exploradas pela exibidora Cineplace.

Em Braga, no centro comercial Nova Arcada, foi feito um pedido “para afetação a atividade de natureza diferente de seis das 12 salas”, que também são geridas pela Cineplace, mas o processo ainda se encontra em instrução, disse fonte da IGAC. Estas decisões “têm a ver, sobretudo, com questões de rentabilidade muitas vezes associadas à população da zona, aos custos envolvidos com os locais, com os arrendamentos, com alguma quebra na vinda dos espectadores”, enumerou o diretor-geral da APEC.

De acordo com o Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA), em 2024 existiam 563 salas de cinema, das quais 172 estavam concentradas na região de Lisboa, 166 na região norte e 122 na região centro. As restantes 38 estavam na região do Alentejo, 36 na do Algarve, 15 nos Açores e 14 na Madeira. Em 2024, 11,8 milhões de espectadores viram cinema numa sala, totalizando 73,3 milhões de euros de receita, mas são valores que ainda estão abaixo dos obtidos em 2019, antes da pandemia da covid-19. Nesse ano, o ICA contabilizou 15,5 milhões de entradas e 83,1 milhões de euros de receita de bilheteira. A NOS Lusomundo Cinemas é a líder de mercado, com 218 salas de cinema, seguindo-se a Cineplace (67 salas), e a UCI Cinemas (42 salas), predominantemente situadas em contexto de centro comercial.

“Há salas que estão abertas e quase que não dá para pagar a eletricidade e isto é um problema. […] De vez em quando, o público não vem tanto, não há assim tantos espectadores, e muitas vezes os complexos, as salas não são rentáveis e leva alguns fechos”, disse Fernando Ventura.

Quando questionado porque é que as maiores exibidoras não abrem mais salas de cinema fora dos centros comerciais, o responsável da APEC respondeu: “É tudo uma questão de economia. Há cálculo, há razões económicas que levam a que seja melhor ter salas em complexos do que estar a fazer isoladamente, mas há exibidores que têm”.

A APEC reconhece que “é um jogo muito complexo” conseguir captar espectadores, escolher semanalmente os filmes para os cinemas e fazer com que as exibidoras tenham lucro. “Há muitos filmes a sair para o mercado semanalmente e não há quantidade salas, e mesmo se houvesse, depois não há público. É algo complexo. Os filmes não podem ficar muito tempo, se ficarem muito tempo não têm espectadores”, explicou.

Quanto à ausência de oferta comercial em todas as capitais de distrito, até por questões de serviço público de oferta cultural, a associação diz que faltam “condições económicas e gente suficiente que permita manter um espaço permanente e que seja rentável para o exibidor”.

“A rentabilidade dos cinemas não se faz por casos pontuais, faz-se por se manter regularidade”, reforçou.

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há 1 hora, Dimitri disse:

Associação lembra que exibição de cinema é questão de negócio e rentabilidade

O encerramento de cinemas de exibição comercial regular em várias capitais de distrito são uma questão de rentabilidade, porque “isto é um negócio”, lembrou à Lusa o diretor-geral da Associação Portuguesa de Empresas Cinematográficas (APEC). “É uma atividade comercial. Obviamente, os exibidores fazem análises de rentabilidade e é natural que abram alguns [cinemas] e fechem outros”, explicou Fernando Ventura, que dirige a associação que representa as maiores exibidoras de cinema do país, como a NOS Lusomundo Cinemas, a UCI Cinemas e a Cineplace.

A agência Lusa noticiou esta semana que os distritos de Beja, Bragança e Portalegre não têm exibição comercial de cinema, regular, diversificada e diária, e que há complexos de cinema no país, dentro de centros comerciais, que poderão fechar algumas salas, nomeadamente nos distritos de Braga e Porto. De acordo com a Inspeção-Geral das Atividades Culturais (IGAC), o Arrábida Shopping, em Vila Nova de Gaia, foi autorizado a desafetar a atividade cinematográfica em nove das 20 salas do centro comercial, por questões de “viabilidade económica”. No Arrábida Shopping funciona o maior complexo de salas de cinema do país, com 20 ecrãs, gerido pela UCI Cinemas, mas os proprietários do centro comercial pediram este ano a desafetação de nove salas, ficando a funcionar as restantes 11.

De acordo com a IGAC, este ano também foram feitos pedidos de desafetação de outras salas de cinema em centros comerciais em Viana do Castelo e em Braga, que pertencem à Sonae Sierra. Em Viana do Castelo, o Ministério da Cultura autorizou a desafetação de quatro salas no Estação Viana Shopping, que são exploradas pela exibidora Cineplace.

Em Braga, no centro comercial Nova Arcada, foi feito um pedido “para afetação a atividade de natureza diferente de seis das 12 salas”, que também são geridas pela Cineplace, mas o processo ainda se encontra em instrução, disse fonte da IGAC. Estas decisões “têm a ver, sobretudo, com questões de rentabilidade muitas vezes associadas à população da zona, aos custos envolvidos com os locais, com os arrendamentos, com alguma quebra na vinda dos espectadores”, enumerou o diretor-geral da APEC.

De acordo com o Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA), em 2024 existiam 563 salas de cinema, das quais 172 estavam concentradas na região de Lisboa, 166 na região norte e 122 na região centro. As restantes 38 estavam na região do Alentejo, 36 na do Algarve, 15 nos Açores e 14 na Madeira. Em 2024, 11,8 milhões de espectadores viram cinema numa sala, totalizando 73,3 milhões de euros de receita, mas são valores que ainda estão abaixo dos obtidos em 2019, antes da pandemia da covid-19. Nesse ano, o ICA contabilizou 15,5 milhões de entradas e 83,1 milhões de euros de receita de bilheteira. A NOS Lusomundo Cinemas é a líder de mercado, com 218 salas de cinema, seguindo-se a Cineplace (67 salas), e a UCI Cinemas (42 salas), predominantemente situadas em contexto de centro comercial.

“Há salas que estão abertas e quase que não dá para pagar a eletricidade e isto é um problema. […] De vez em quando, o público não vem tanto, não há assim tantos espectadores, e muitas vezes os complexos, as salas não são rentáveis e leva alguns fechos”, disse Fernando Ventura.

Quando questionado porque é que as maiores exibidoras não abrem mais salas de cinema fora dos centros comerciais, o responsável da APEC respondeu: “É tudo uma questão de economia. Há cálculo, há razões económicas que levam a que seja melhor ter salas em complexos do que estar a fazer isoladamente, mas há exibidores que têm”.

A APEC reconhece que “é um jogo muito complexo” conseguir captar espectadores, escolher semanalmente os filmes para os cinemas e fazer com que as exibidoras tenham lucro. “Há muitos filmes a sair para o mercado semanalmente e não há quantidade salas, e mesmo se houvesse, depois não há público. É algo complexo. Os filmes não podem ficar muito tempo, se ficarem muito tempo não têm espectadores”, explicou.

Quanto à ausência de oferta comercial em todas as capitais de distrito, até por questões de serviço público de oferta cultural, a associação diz que faltam “condições económicas e gente suficiente que permita manter um espaço permanente e que seja rentável para o exibidor”.

“A rentabilidade dos cinemas não se faz por casos pontuais, faz-se por se manter regularidade”, reforçou.

Pois, é exatamente disto que falo, acima de tudo o cinema é um negócio, não  podemos estar a criticar o encerramento de salas de cinema se as pessoas não vão ao cinema. 
acho que neste momento um complexo ter 5/6 salas é suficiente, mantendo um ou outro sítio estratégico com um maior número de salas. 

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19 hours ago, User3468 said:

Vamos ter Os Simpsons: O Filme 2 em 2027! Nunca fui tão feliz :triste_teresa:

 

Não esperava nada um novo filme, mas ainda é uma série com muita vitalidade. Está a poucos anos de celebrar 40 anos e ainda vai sendo renovada, e acho que tem audiências bastante aceitáveis :haha:

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On 18/09/2025 at 13:29, Dimitri disse:

Cineplace do Estação Viana (Viana do Castelo), Cineplace Nova Arcada (Braga) juntam-se em breve à lista dos cinemas encerrados no último ano em Portugal:

-Cineplace Parque Atlântico (Ponta Delgada)

-Cinemas NOS MaiaShopping (Porto)

-Cineplace Rio Sul

-Cineplace MadeiraShopping (Funchal)

-Cinemas NOS Fórum Viseu

Em agosto, fecharam os cinemas NOS em Tavira:

https://eco.sapo.pt/2025/09/30/nos-cinemas-renovou-salas-das-amoreiras-e-fechou-em-tavira-e-maia/

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há 1 minuto, Televisão 10 disse:

Passar de 31 cinemas em 2024 para 28 em 2025 é uma descida considerável... Maia Shopping, Tavira e Fórum Viseu.

Querendo ou não a NOS é dos cinemas com melhor qualidade.

Mas sim, têm feito investimentos, 700 mil euros nas Amoreiras, abriram nos Açores o ano passado renovando totalmente o cinema que pertencia à Cineplace e estava uma porcaria, no valor de 586 mil euros. Agora falta renovar o da Madeira, que agora é o único da ilha :ocupada: abriu em 2005 mas desde 2013 que está igual. Acho que em 2017 colocaram colunas som 7.1 mas só isso.

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há 3 minutos, Dimitri disse:

Passar de 31 cinemas em 2024 para 28 em 2025 é uma descida considerável... Maia Shopping, Tavira e Fórum Viseu.

Querendo ou não a NOS é dos cinemas com melhor qualidade.

Mas sim, têm feito investimentos, 700 mil euros nas Amoreiras, abriram nos Açores o ano passado renovando totalmente o cinema que pertencia à Cineplace e estava uma porcaria, no valor de 586 mil euros. Agora falta renovar o da Madeira, que agora é o único da ilha :ocupada: abriu em 2005 mas desde 2013 que está igual. Acho que em 2017 colocaram colunas som 7.1 mas só isso.

E, para o ano, vão renovar o da Figueira da Foz, no âmbito da reforma do centro comercial.

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há 1 minuto, Televisão 10 disse:

E, para o ano, vão renovar o da Figueira da Foz, no âmbito da reforma do centro comercial.

Tenho que encontrar o e-mail desse senhor, ainda por cima pesquisei kk é madeirense :abismado3: tem que por uma cunha para arranjar o daqui. Ainda por cima fica numa zona tão turística, várias vezes fui ao cinema com imensos turistas na sala. Por acaso desde que as salas da Cineplace (que eu raramente frequentava) fecharam este verão que vejo uma afluência muito maior ao da NOS, antes acontecia de ir a algumas sessões durante o início da tarde em horas mais mortas e nunca estava ninguém... desde que as outras fecharam tem tido sempre sessões com lotação.

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Em Braga querem fechar seis das doze salas do Cineplace do Nova Arcada. Não sei se os Cinemas NOS vão passar por limitações.

O que se está a passar com as salas de cinema, principalmente em zonas fora de capitais de distrito, é triste de se ver. Em 2021, durante o último confinamento, o Cinemax foi liquidado em sigilo e nunca mais reabriu. O cinema deles em Barcelos fechou em 2019, mesmo com problemas nos equipamentos. O de Marco de Canaveses deve ter fechado por volta de 2013. Só resta o de Penafiel, que tem três salas.

No fim dos anos 2010, o Cinemax do Bragashopping, primeiro multiplex da cidade, baixou de sete salas para cinco.

É triste ver este crescimento na perda da oferta cultural.

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O fecho do cinema do Fórum Viseu, embora condenável, eu entendo o porquê. O Palácio do Gelo, para além de mais fácil acesso que o Fórum, tinha praticamente os mesmos filmes que o Fórum. Não é super grave. Só tenho receio que agora os cinemas do Palácio enchem muito mais do que antes, o que é péssimo porque agora ir ao cinema é mais ouvir um monte de crianças a falar do que ver o filme.

Postado (editado)
há 3 horas, ATVTQsV disse:

Em Braga querem fechar seis das doze salas do Cineplace do Nova Arcada. Não sei se os Cinemas NOS vão passar por limitações.

O que se está a passar com as salas de cinema, principalmente em zonas fora de capitais de distrito, é triste de se ver. Em 2021, durante o último confinamento, o Cinemax foi liquidado em sigilo e nunca mais reabriu. O cinema deles em Barcelos fechou em 2019, mesmo com problemas nos equipamentos. O de Marco de Canaveses deve ter fechado por volta de 2013. Só resta o de Penafiel, que tem três salas.

No fim dos anos 2010, o Cinemax do Bragashopping, primeiro multiplex da cidade, baixou de sete salas para cinco.

É triste ver este crescimento na perda da oferta cultural.

Não concordo muito com esta afirmação. O facto de salas de cinema de empresas com grande capacidade monetária estarem a serem encerradas não significa que a oferta cultural foi reduzida. Ela simplesmente está em outros espaços. Há cada vez mais iniciativas privadas que vão conseguindo atrair um público interessante. O que está a acontecer atualmente é vermos a existência de vários pequenos blocos em vez de um único bloco aonde todos estão convergidos. Ou seja, temos mais experiências que simplesmente a maioria das pessoas não têm noção que existem e nem sequer experimenta. Mas acompanha e participa em algumas dessas atividades (inclusive a criação de sessões de cinema feitos por juntas de freguesia ou centros culturais locais).

Editado por User3468
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há 5 horas, User3468 disse:

Não concordo muito com esta afirmação. O facto de salas de cinema de empresas com grande capacidade monetária estarem a serem encerradas não significa que a oferta cultural foi reduzida. Ela simplesmente está em outros espaços. Há cada vez mais iniciativas privadas que vão conseguindo atrair um público interessante. O que está a acontecer atualmente é vermos a existência de vários pequenos blocos em vez de um único bloco aonde todos estão convergidos. Ou seja, temos mais experiências que simplesmente a maioria das pessoas não têm noção que existem e nem sequer experimenta. Mas acompanha e participa em algumas dessas atividades (inclusive a criação de sessões de cinema feitos por juntas de freguesia ou centros culturais locais).

Sim, e mesmo as declarações na notícia do presidente dos cinemas NOS diz que podem eventualmente reabrir noutros espaços caso se justifique, a Cineplace está localizada em algumas cidades interessantes pode ser que se algum dia essas fecharem a NOS pegue numa localização que lhes seja comercialmente interessante como fizeram nos Açores.

Editado por Dimitri
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há 17 horas, InesMig disse:

Foi em Janeiro deste ano mas não me lembro se foi noticiado aqui

O cinema do Maia shopping estava um completo abandono, além disso a Maia ainda tem cinema no Mira Maia Shopping (castelo lopes cinemas salvo erro) e a poucos kms tem o Mar Shopping, Norte Shopping, parque nascente, alameda… foi um encerramento mais que justificável. 

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