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Sobre DanielNunes
- Aniversário 15-04-1988
Informações de Perfil
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Género
Homem
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Localização
Araraquara, SP, Brasil
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Distintivos de DanielNunes
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Acho que desta vez não tem como não colocar o filho de Rita e Jorginho. A reprise está ai, e quem for ver o final no mês que vem, vão se perguntar, ué cadê o filho da Rita e do Jorginho?. Avenida Brasil não pode se tornar uma Eta Mundo Melhor! em que os personagens da original desaparecem sem motivo nenhum. Uma dúvida a versão original o autor teve que colocar pseudônimo de Nina para que ninguém soubesse a identidade real de Rita. Acho que de costume, o público, a chama de Nina e não Rita. Como o autor vai trabalhar esta questão com os nomes?, pois, agora não tem mais Nina e sim Rita o nome verdadeiro da protagonista.
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Não convencem mesmo. O que salva neste caso é que Sílvio de Abreu sempre colocou o amor platônico de Zé Bolacha para com Irene. Sempre entendi que sempre será assim, apenas um amor iludido de Zé Bolacha. Ele mesmo sente que não terá o amor de Irene correspondido. Acho que Irene ficou apenas admirada e lisonjeada com o bem querer e um amor genuíno de Zé Bolacha. Mesmo não correspondendo este amor. As tramas românticas sinceramente são o porre e chatos da novelas. Todos sem exceção são chatos. O que salva nesta novela é o casal de vilões Isabela e Bruno. Que tem muita química.
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Gostei da catarse da volta de Heitor na família Brandão. Mas, acho que Amora Mautner acaba por exagerar muito nessas grandes cenas em que praticamente todo elenco está. Avenida Brasil foi um ótimo contraponto da dinâmica de cena em que ela dirigiu, mas, nesta novela a dinâmica fica exagerada e todos saem fora do tom. Fica muito superficial.
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Não gosto desse io-io do Juca. Uma hora diz que ama Helena, e a pede em casamento, depois uns dias depois diz que ama Ana, e novamente pede Ana em casamento. É estranho esse vai e vem para que a história não fique parada. Mas, anda em círculos. Helena até tem suas razões, mas, Juca que não está envolvido na trama central, parece perdido quando o roteiro lhe convém. Gostei da franqueza de Juca para com Giulio. A dizer que não vai procurar o filho até este lhe procurar. Foi a coisa mais sensata do Juca. Giulio todo revoltado não querendo ser filho do Juca, o provocando e humilhando por Juca ser humilde e cafona, na visando dele. Tony Ramos arrasou nesta cena. A cena em que Diego descobre que Zé Bolacha beijou Irene, e vai até a casa do Zé Bolacha para confronta-lo foi demais. Lima Duarte engoliu Marcos Frota nesta cena. Ainda acho que quando Diego fica nervoso, dá um ar de birra, tal qual Tonho da Lua fazia quando estava nervoso.
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Ainda mais que na novela anterior, Pátria Minha, teve aquela polêmica entre o vilão Raul Pelegrini a humilhar o funcionário negro Kennedy. Texto pesado e atual que Gilberto Braga levou ao ar com toda a discriminação da elite brasileira branca contra os negros proferida por Raul. As vezes, penso que o núcleo Nogueira, veio como resposta a Pátria Minha, houve uma certa evolução de uma novela para outra.
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Pode ser como aconteceu com Pantanal em seu último capítulo, quando a Globo fez uma chamada da volta de O Rei do Gado, e a Globo depois desapareceu com as chamadas da reprise. Como o último capítulo da reprise da Avenida Brasil será talvez neste dia, a Globo fará este mesmo esquema para lançar a novela oficialmente.
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Estou achar que Roque Santeiro seguirá a mesma tendência de Além do Tempo. Ontem marcou 8,7 pontos. Ou a Edição Especial enfraqueceu e a tendência é registrar estes números ou há uma fuga de público.
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É a novela que eu tenho muito carinho. Queria ter uma avó igual a Iná pra mim. Personagens queridos e ao mesmo tempo odiados. Romances bem desenvolvidos, um retrato real como agimos. Ana realmente estava confusa, se tornou adulta de uma hora pra outra. Rejeição da filha, um amor do passado mal resolvido. Entendo o porquê nesta briga delas, Manu jogar contra Ana, que Ana usou Lúcio. Pois, os sentimentos da Ana estavam tudo embaralhado via no Lúcio um carinho e uma dedicação dele para com ela algo mágico e seguro. O término entre Ana e Rodrigo foi abortado justamente quando Ana se sentia rejeitada pela sua própria filha, Julia. Que via o pai com a tia, e não o pai com a mãe. Sendo assim, para acabar a rejeição da filha para com ela, Ana opta por não seguir o romance com Rodrigo. E este romance não teve término de briga ou desentendimento. A vida não prosseguiu, ficou parada. Sentimentos que não foram definidos de um término. Rodrigo é outro personagem que não definiu o seu lado. Este impulso de estar ao mesmo tempo com as duas, fortaleceu este sentimento de indecisão, deixando que as duas se envolvessem em brigas e desentendimentos. Amargura e a deslealdade foi toda dada a Ana do que ao Rodrigo, que nos capítulos seguintes Manuela conseguia ter uma conversa com Rodrigo, e não com a irmã, que se manteve distante. Ali parece que o Rodrigo era um troféu do que outra coisa.
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Outro dia peguei uma psicóloga a mostrar o embate entre Ana e Manu. E dizendo que o narcisismo também existem no relacionamento entre irmãs. Ai eu me perguntei quem é narcisista é a Eva. A autora não discutiu de forma explícita qual doença mental a Eva tinha. Mas, especialistas apontam que Eva tinha narcisismo. Ela era cheia de si em excessos, se achava uma grande pessoa, manipulava atenção exagerada da filha no caso da Ana, maltratava a outra, Manuela, e ainda armou para separar de vez a confiança e amizade das irmãs. No video a psicóloga aponta Ana com esta condição. Ana foi a maior vítima de Eva, podada, manipulada. Tanto quanto Manu que não teve o amor de mãe. Duas vítimas de uma mãe narcisista.
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Se Páginas da Vida original foi um grande sucesso em Portugal, não dá para entender que a mesma fórmula como A Vida da Gente nunca foi pensada para ser passada. É uma novela que os portugueses iriam gostar.
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Compartilho da tua opinião. Não dá para entender cortes sobre política em pleno 2026. Se era para cortar uma cena política pra quê colocar Roque Santeiro em pleno pleito eleitoral?. Esperava 2027 chegar e colocar. Mas, houve censura da parte da Globo sem explicações. Apesar que estou achar que eles estão a acelerar para chegar ao capítulo 26. Quando Roque chega a Asa Branca. Os capítulos antes da chegada de Roque são chatos e andam em círculos em volta do Roberto Mathias.
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Tem uma cena de Anos Rebeldes que o próprio Gilberto Braga colocou em seu alter ego no personagem Galeno, algo que faz sentido. No tempo de "Escrava Isaura" Gilberto Braga teve muitas dificuldades para escrever a novela, a censura não deixava colocar a palavra escravos na cena. Na cena da minissérie, a mulher que estava a fazer parte da censura fala "isso faz as pessoas pensar" a colocar palavra "escravos". Soa em busca de liberdade para aquela época, já que ainda estava sob o regime da ditadura militar. Ele teve que mudar a palavra escravos para peças, para ficar livre da censura. Se formos analisar o porquê da Globo está a censurar ou cortar uma cena, já que democraticamente tem a sua livre expressão democratica?. A meu ver, a algo que a Globo quer evitar, para que certos grupos políticos não a ataquem. E faz de certos cortes de cena, uma menção de um dos lados. Mesmo que o texto mostra uma crítica, os mais atentos vão entender, apesar que os brasileiros em partes tem dificuldades para compreender um texto, são aqueles que chamamos de analfabeto funcional, quer dizer, sabem ler, mas, não reparam em entre linhas o que o autor, diretor e o ator querem transmitir.
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Estou assistindo e entrando na reta final de A Vida da Gente. Parei no capítulo 122, o capítulo do embate entre Ana e Manu. Continuo achar este embate uma das melhores cenas da teledramaturgia brasileira. Os diálogos e as interpretações de Marjorie Estiano e Fernanda Vasconcelos são ótimos. Todas as mágoas e ressentimentos das irmãs jogadas uma na outra. Ali claramente tem um vencedor da briga, Manu, mas, as duas perderam na confiança e na amizade que tinham. É de entristecer que um homem foi o causador de tudo. A novela é ótima, as relações humanas é o grande tema desta novela. Continua muito atual. Creio que A Vida da Gente nunca ficará datada, pois, os relacionamentos humanos tendem a permanecer como era e estará praticamente iguais daqui alguns anos ou séculos. Licia Manzo em sua primeira novela mostra que é capaz de produzir uma novela com qualidades. Infelizmente, novelas como as de Licia são ninchadas, fora do popular.
