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Mensagem adicionada por Ruben,

Temas a abordar neste tópico:

- Informações referentes ao canal como um todo, não a respeito de um dos seus profissionais;
- Mudanças nos cargos de diretor ou noutros cargos relevantes.

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Postado
há 6 horas, Filipe disse:

Leonor Poeiras pede mais de 1 milhão à TVI

Deu a cara por mais de 25 programas  em 17 anos de profissão. Esteve no ar em formatos diários e semanais, tendo passado por todos os horários da TVI, mas, há dois anos, sem que nada o fizesse prever, foi dispensada, alegadamente sem justa causa e sem receber qualquer tipo de recompensa monetária. Perante tudo isto, Leonor Poeiras decidiu interpor um pro­cesso em tribunal contra o canal de Queluz de Baixo para que a Justiça reconheça a sua carreira e, consequentemente, a reposição de todos os valores de subsídios que nunca lhe foram pagos. Segundo as contas da defesa da queixosa, o valor em causa é de 1 milhão 286 mil 608 euros e 20 cêntimos, como é possível verificar no processo que a TvMais consultou. Este valor é calculado tendo em conta o ordenado de 13 mil euros que a comunicadora chegou a receber. 

Para chegar a esta quantia, foram calculadas a indemnização de antiguidade, as remu­nerações que deveria ter auferido desde a data do despedimento até ao trânsito em jul­gado da decisão que declare a ilicitude do despedimento, as diferenças salariais entre o que deveria ter recebido e o que efetivamente ganhou, bem como os subsídios de férias e Natal que nunca foram pagos no passado, finalizando ainda com uma indemniza­ção por danos morais. No mesmo pedido, Leonor Poeiras mostra-se também dispo­nível para voltar a trabalhar na TVI caso o canal reconheça a completa ilicitude do seu despedimento e, consequentemente, a reintegrá-la sem prejuízo da sua categoria e antiguidade. A verdade é que o caso se arrasta na Justiça há quase dois anos, tendo havido uma primeira audiência de partes em abril de 2021 para chegarem a entendimento, mas, segundo o que consta no processo, "a ré (TVI) não aceitou a qualificação contratual entre as duas partes como laboral", portanto, não existia "qualquer abertura pela ré para a resolução do litígio". O assunto vai agora chegar a tribunal e, ao longo de uma extensa exposição, Leonor Poeiras recorda os muitos programas que fez, os valores que auferiu e episódios em que o seu profissionalismo saltou à vista. Caso vença o processo, a apre­sentadora poderá abrir um precedente nunca antes visto no mercado televisivo nacional. 

Entre os muitos programas que apresentou, Leonor Poeiras recorda o caso de "Quem Quer Casar com o Meu Filho?", um reality show que causou muita polémica em 2019 e que terminou de forma abrupta. Leonor Poeiras foi informada de que o iria apresen­tar um dia antes de começar a gravar e, nessa mesma tarde, Rosa Cullel, à época CEO do grupo Media Capital, enviou-lhe o brie­fing no qual dizia "vá sexy e elegante", algo que deixou a apresentadora constrangida. Após um início abrupto e cuja estreia deu que falar nas redes sociais, teve de ir defen­der o programa num debate em "Deus e o Diabo", de José Eduardo Moniz, a 15 de março desse ano, pouco depois de ter sido informada "de que o seu filho, António, de 11 anos, havia sido espancado por um colega com um tronco de árvore". Devido ao seu profissionalismo e ao cumprimento escru­puloso das ordens da sua entidade patronal mesmo nas situações mais adversas, ali esteve e ainda viu a sua imagem ser "autentica­mente chacinada no meio televisivo e nas redes sociais pela primeira e única vez na sua carreira e tudo isso determinou que se sentisse profundamente maltratada". 

No ano seguinte, já com Nuno Santos a comandar a programação da TVI, a relação entre a apresentadora e a chefia começou a azedar depois de esta ter sabido pelas redes sociais que não iria fazer a segunda tempo­rada de "Cabelo Pantene - O Sonho", em 2020, e culminou mesmo com o afastamento por completo da queixosa da antena da TVI, depois de esta ter recusado voltar a "Somos Portugal" - afastara-se por um problema auditivo do qual a própria já falou. Segundo a comunicadora, Nuno Santos explicara­-lhe que "ela, afinal, não apenas não tinha nenhuma ligação ou vínculo" com a TVI como também lhe terá sido comunicado pelo mesmo "que não havia mais trabalho para si". Ao mesmo tempo, tê-la-á aconselhado a procurar trabalho noutros locais, "deixando perfeitamente claro que a relação laboral existente" entre as duas partes "cessava por decisão unilateral desta, numa conduta que consubstancia um despedimento sem justa causa e sem procedimento e, logo, total­mente ilícito", considera a acusação. Sobre este tema, a TVI defende: "É absolutamente falso que tenha dito que a TVI não tinha mais trabalho" para a apresentadora, "ou que houvesse uma qualquer intenção de revogar um contrato, que nem sequer existia". 

Fonte: TVMais

Contratem-na outra vez e depois mandem-na embora, fica mais barato :smoke:

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Mexidas nos bastidores da TVI: Diretora abandona cargo e já tem substituta

Os bastidores da TVI têm vivido dias de muita agitação. Com mudanças já anunciadas e outras previstas no canal de Queluz de Baixo, a empresa que o detém, a Media Capital, sofre agora uma nova movimentação. Segundo apurou a TV 7 Dias, Ângela Braga foi nomeada Diretora de Marketing e Comunicação e inicia funções nesta quinta-feira, dia 3 de fevereiro. Vem da agência de comunicação WL Partners, de Luís Bernardo.

A entrada de Ângela Braga na estrutura organizacional da Media Capital surge depois da surpreendente saída de Mafalda Costa Pereira do cargo de Diretora de Comunicação. Antiga adjunta de Imprensa do então primeiro-ministro José Sócrates e, mais tarde, responsável pela Comunicação do Partido Socialista, Mafalda Costa Pereira iniciou funções em outubro de 2020, em substituição de Helena Forjaz, e deixa agora a empresa que tutela a TVI. Isto, portanto, ao fim de apenas um ano e três meses.

Fonte: TV 7 Dias

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agora mesmo, EFMR disse:

Dinheiro que vai ser investido na produção da Cidade da Média Capital e na grande aposta no streaming ?

Pois também fiquei com essa ideia. 

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Fico com pena da MC deixar as rádios , mas percebo que querem redefinir e concertar o negocio.

Eu ainda pensei que a MC ficasse com a comercial + algumas frequências (Para uma hipotética CNN Radio)

A Verdade e que a MC tem muitas frequências "quase fantasmas", espero que o novo grupo consiga criar projetos interessantes para por no ar.

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É uma pena. As rádios davam uma ótima sinergia à TVI e ajudavam em muito na publicidade ao canal, e vice-versa.

Podiam ter pelo menos mantido a Comercial, mas entendo que o valor baixasse significativamente sem esta.

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há 5 minutos, Mar-Vell disse:

É uma pena. As rádios davam uma ótima sinergia à TVI e ajudavam em muito na publicidade ao canal, e vice-versa.

Podiam ter pelo menos mantido a Comercial, mas entendo que o valor baixasse significativamente sem esta.

Mas pode haver um acordo semelhante ao que existe entre a SIC e a RFM que pertencem a grupos diferentes de media. 

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Continuo sem compreender estrategicamente esta decisão, tendo ainda por cima em conta que o setor da rádio pode mostrar-se mais resiliente no futuro do que a televisão, no contexto da enorme transformação de hábitos e de consumos dos públicos nos próximos tempos. E acho que a concentração no negócio audiovisual do grupo é algo que diverge em absoluto da tendência global para a concentração de negócio entre vários tipos de meios diferentes...

No caso da Impresa, que se desfez do portfólio de publishing, ainda compreendo porque nesse caso, tirando a Visão, o negócio devia ser mesmo muito residual, agora no caso da MC, a vertical das rádios sempre se mostrou um negócio rentável e robusto, mas ok. Eles perceberão mais de negócios que eu...

Editado por Tomás_RL
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1 hour ago, Tomás_RL said:

Continuo sem compreender estrategicamente esta decisão, tendo ainda por cima em conta que o setor da rádio pode mostrar-se mais resiliente no futuro do que a televisão, no contexto da enorme transformação de hábitos e de consumos dos públicos nos próximos tempos. E acho que a concentração no negócio audiovisual do grupo é algo que diverge em absoluto da tendência global para a concentração de negócio entre vários tipos de meios diferentes...

No caso da Impresa, que se desfez do portfólio de publishing, ainda compreendo porque nesse caso, tirando a Visão, o negócio devia ser mesmo muito residual, agora no caso da MC, a vertical das rádios sempre se mostrou um negócio rentável e robusto, mas ok. Eles perceberão mais de negócios que eu...

É muito simples de compreender com mais de 60 milhões de euros as contas da MC vão voltar ao verde e vão poder pagar a nova “cidade” da Média Capital e o investimento na CNN. Aposto também que no acordo de venda façam como a SIC com RFM que possam ir promover etc às rádios da mesma maneira.

Editado por John123
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há 2 horas, Tomás_RL disse:

No caso da Impresa, que se desfez do portfólio de publishing, ainda compreendo porque nesse caso, tirando a Visão, o negócio devia ser mesmo muito residual, agora no caso da MC, a vertical das rádios sempre se mostrou um negócio rentável e robusto, mas ok. Eles perceberão mais de negócios que eu...

A mim sempre me pareceu que pudesse ser mais a pressão para vender de alguns dos mais recentes acionistas da MC que estavam fora dos media do que outra coisa e que nunca viram a rádio como uma área atrativa. Claro que os grandes lucros das rádios davam para demovê-los um pouco disso por enquanto, mas alguém lhes pode ter vendido muito bem a ideia do streaming como o futuro do grupo o que acho arriscadíssimo.

Podia dizer muita coisa, mas basta dizer que o consumo de rádio está a crescer enquanto que o da TV está a diminuir e as Manhãs da Comercial ainda chegam a mais gente de segunda a sexta do que o programa mais visto da TV.

Editado por canal5
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há 46 minutos, John123 disse:

É muito simples de compreender com mais de 60 milhões de euros as contas da MC vão voltar ao verde e vão poder pagar a nova “cidade” da Média Capital e o investimento na CNN. Aposto também que no acordo de venda façam como a SIC com RFM que possam ir promover etc às rádios da mesma maneira.

Ah, obrigado... Isso também eu percebi. A questão é que isso é olhando para o curto prazo. E olhando para o curto prazo é claramente um negócio positivo. Agora, vendo o longo prazo, acho erro de gestão algo impróvido, como diz e bem o @canal5, mas não sou accionista.

há 11 minutos, canal5 disse:

A mim sempre me pareceu que pudesse ser mais a pressão para vender de alguns dos últimos acionistas da MC que estavam fora dos media do que outra coisa e que nunca viram a rádio como uma área atrativa. Claro que os grandes lucros das rádios davam para demovê-los um pouco disso por enquanto, mas alguém lhes pode ter vendido muito bem a ideia do streaming como o futuro do grupo o que em para o grupo acho arriscadíssimo.

Podia dizer muita coisa, mas basta dizer que o consumo de rádio está a crescer enquanto que o da TV está a diminuir e as Manhãs da Comercial ainda chegam a mais gente de segunda a sexta do que o programa mais visto da TV.

Como dizes, a grande questão é que a posição do GMC nas rádios é muito mais sólida e está muito mais consolidada, além de ser muito mais future proof. O streaming até pode ser também o futuro, aliás, é-o sem dúvida, o problema é que nesse mercado, ao contrário da rádio, a MC vai entrar em atraso e com uma concorrência global e com muito mais poder de fogo, algo que não têm de enfrentar na rádio.

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há 55 minutos, John123 disse:

É muito simples de compreender com mais de 60 milhões de euros as contas da MC vão voltar ao verde e vão poder pagar a nova “cidade” da Média Capital e o investimento na CNN. Aposto também que no acordo de venda façam como a SIC com RFM que possam ir promover etc às rádios da mesma maneira.

Vão voltar ao verde... mas até quando sem o grande lucro que as rádios davam?

Editado por canal5
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Eu ainda não percebi é de onde vem essa ideia de Cidade MC? Em nenhuma das notícias que estive a ler sobre o negócio se fala disso. Apenas que esta injeção de dinheiro deverá servir para cobrir o investimento na CNN...

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há 27 minutos, Tomás_RL disse:

Eu ainda não percebi é de onde vem essa ideia de Cidade MC?

A "Media City" foi "anunciada" por Mário Ferreira numa entrevista de imprensa e é para ser concretizado nas antigas instalações da Lisgráfica. 

https://www.rtp.pt/noticias/economia/mario-ferreira-venda-das-radios-da-media-capital-esta-em-processo-de-negociacao-avancado_n1364446

O @EFMR é que sugeriu/sabe que o dinheiro da venda das rádios vai servir para esse projeto.

Editado por dav01
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há 2 minutos, dav01 disse:

A "Media City" foi "anunciada" por Mário Ferreira numa entrevista de imprensa e é para ser concretizado nas antigas instalações da Lisgráfica. 

https://www.rtp.pt/noticias/economia/mario-ferreira-venda-das-radios-da-media-capital-esta-em-processo-de-negociacao-avancado_n1364446

O @EFMR é que sugeriu/sabe que o dinheiro da venda das rádios vai servir para esse projeto.

Nem todo. O dinheiro vai servir para cobrir alguns custos ainda com a CNN e para injetar e dar um ponto de partida na Média City e no streaming.

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Mas vocês já leram sequer um relatório financeiro da Media Capital? :manas:

É uma pena ficarem sem rádios, até para efeitos de goodwill da marca. Mas está longe de ter grande peso no cômputo total financeiro do grupo kkkk
Se venderem as rádios a preço premium, até mesmo a longo prazo pode ser um ótimo negócio. Lá eles saberão, já que são profissionais da área :ph34r:
Para a Media Capital pode ser mais valioso expandir os outros negócios (como a televisão) que movem 10x mais dinheiro (mesmo que possam dar prejuízo agora). Aí sim estão estratégias de longo prazo.

Consumo ativo de media deduzo que tenha mais potencial do que passivo (rádio).

Uma coisa é certa, alguém ficou mais rico no processo :cryhappy: :curtainpeek:

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BAUER MEDIA AUDIO CHEGA A ACORDO COM GRUPO MEDIA CAPITAL PARA A COMPRA DA MCR

Citação

 

A Bauer Media Audio, empresa do Grupo Bauer líder na operação de rádio e plataformas digitais de áudio na Europa, e o Grupo Media Capital estabeleceram um acordo definitivo para aquisição da MCR, sujeita a aprovação regulatória.

Esta aquisição assinala a entrada do Grupo Bauer no mercado português, alargando o seu negócio de áudio a nove países. A transação consolida o posicionamento da Bauer enquanto líder europeu de radiodifusão comercial, fazendo crescer a sua audiência para mais de 61 milhões de ouvintes semanais no conjunto das estações de rádio, áudio por subscrição, podcasts e serviços de áudio digital premium.

A Media Capital Rádios é o grupo líder no mercado nacional, com um alcance semanal superior a 4,5 milhões de ouvintes.  Com uma oferta de programação nacional e local, o portefólio da MCR inclui 4 das 10 rádios mais ouvidas em Portugal. Destacam-se a Rádio Comercial, líder de audiências ao longo dos últimos 10 anos, a M80, terceira rádio mais ouvida a nível nacional e segunda na região da Grande Lisboa, onde lidera a Rádio Comercial, e a Cidade FM, líder no segmento juvenil. O grupo conta ainda com duas rádios de nicho, a Smooth FM e Vodafone FM, bem como com um extenso portfolio digital, composto por 30 rádios digitais e +60 podcasts.

Paul Keenan, Diretor de Operações (COO) do Bauer Media Group, afirma: “A rádio é um meio muito popular e oferece um valioso contributo para o rico panorama cultural de Portugal. Este é um mercado atrativo, que está a fazer a transição para o estimulante e vasto mundo do áudio. Estamos ansiosos por trabalhar em estreita colaboração com a talentosa equipa da Media Capital Rádios. Estamos igualmente empenhados em continuar a oferecer informação de confiança, ótima música e entretenimento ao público português, ao mesmo tempo que trazemos investimento e inovação que vai beneficiar tanto os ouvintes quanto os anunciantes”.

Mário Ferreira, Chairman do Grupo Media Capital sublinha que “Hoje assinalamos um novo e empolgante capítulo para os dois grupos de media. Estou confiante de que, enquanto propriedade da Bauer Media, as rádios continuarão a prosperar, a ter muito sucesso e a crescer.  Temos muito orgulho no facto de sermos os detentores destas marcas icónicas no mercado português e gostaria de agradecer às nossas talentosas equipas a forma como se comprometeram e o contributo que deram à Media Capital Rádios”.

Este anúncio sucede-se às aquisições feitas, em 2021, pela Bauer Media Audio na Eslováquia, Irlanda e Finlândia e é parte integrante de uma estratégia de investimento que conduzirá a ganhos de escala e de investimento em digital dos quais beneficiará toda a indústria europeia de rádio e áudio.

A conclusão da aquisição está sujeita às tramitações tradicionais de mercado e aprovação regulatória.

 

Fonte: MC Share

Mais detalhes: https://web3.cmvm.pt/sdi/emitentes/docs/FR81536.pdfhttps://web3.cmvm.pt/sdi/emitentes/docs/FR81536.pdf

Editado por dav01
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