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há 4 minutos, bacalhaucomnatas disse:

sou um filho dos anos 1990. eu ainda sou do tempo em que os velhinhos do Alentejo iam, de forma propagandística, operar a Cuba (país do caribe) as suas cataratas :adoro: :olhos:

Eu sou do Alentejo, mais ou menos da tua idade, e nunca ouvi ou conheci alguém que se fosse operar a Cuba.....:suspeito:

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No mundo da fantasia não existiam coisas más, nem as coisas das quais não gostamos, o problema é que este é o mundo real. O setor privado deve ser um complemento ao público, os recursos não são infinitos e nem nenhum setor público consegue abarcar tudo sozinho, sempre que se tentou isso correu sempre mal. O que não deve de acontecer, e é isso que os sucessivos governos têm feito, é existir um claro favorecimento do setor privado com dinheiros públicos. 

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há 15 minutos, JDaman disse:

Se hoje existisssem mais recursos no público, nunca na vida seriam precisos cuidados de saúde privados. Vocês falam de boca cheia, mas experimentem fazer tratamentos para um cancro no privado e vão ver que em menos de um ano são chutados para o público.

Sim, era muito bom que existissem mais recursos no público, como é óbvio, mas a verdade é que estamos longe disso. E o investimento executado fica muito aquém daquilo que seria desejável. A iniciativa privada é algo positivo, nem que seja pela concorrência. O país nos últimos anos, sobretudo na década passada enfrentou graves crises económicas que impediram esse investimento que seria necessário, infelizmente é isto que temos. A somar, claro a falta de boa gestão

há 15 minutos, D91 disse:

Eu sou do Alentejo, mais ou menos da tua idade, e nunca ouvi ou conheci alguém que se fosse operar a Cuba.....:suspeito:

Não sei se ele estava a falar dos doentes enviados para Cuba entre 2007 e 2009 pela Câmara de Vila Real de Santo António  

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há 8 minutos, bacalhaucomnatas disse:

lembro-me de ver reportagens na TVI com estes que a terra há de comer :rezando:

havia velhinhos a serem enganados , na realidade iam a cuba do alentejo, mas que sabiam ele?... era como os outros que iam trabalhar para França e eram largados em France em Trás os montes.

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há 12 minutos, AndreRob disse:

havia velhinhos a serem enganados , na realidade iam a cuba do alentejo, mas que sabiam ele?... era como os outros que iam trabalhar para França e eram largados em France em Trás os montes.

em Cuba do Alentejo não me parece que houvesse ou haja hospitais ou clínicas a fazer cirurgias oftalmológicas. não me destruas os mitos comunistas da minha infância. 

Editado por bacalhaucomnatas
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O grupo de chalupas Habeas Corpus anda a fazer um levantamento de ativistas LGBTQIA+, ou como eles gostam de lhes chamar, "terroristas LGBTQIA+" e a polícia a assobiar para o lado.

Isto é claramente incentivo à violência contra estas pessoas:

 

  • Triste 1
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há 23 horas, D91 disse:

Eu sou do Alentejo, mais ou menos da tua idade, e nunca ouvi ou conheci alguém que se fosse operar a Cuba.....:suspeito:

Eu por acaso lembro-me disso, mas do que me recordo, falavam de uma maneira que davam a entender que não iam ser operados. Falavam como se se tratasse de um tratamento que só em Cuba é que era realizado.

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há 9 horas, InesMig disse:

Em Espanha aconteceu algo semelhante entre o Carrefour e a empresa PepsiCo. Neste lado a verdade é que não há lado bom nem lado mau. São duas grandes empresas a tentar marcar posição. Tudo bem que as grandes marcas usam truques como subidas de preço injustificadas e a reduflaxão (manter o preço mas diminuir a quantidade nas embalagens), mas as grandes cadeias de distribuição abusam da sua posição para esmifrar as marcas (basicamente as marcas pagam por estarem à venda num continente, pingo doce) e quanto mais visíveis estão mais pagam.

Por isso é que certos produtos de marcas mais pequenas ou regionais só encontro no E. Leclerc da minha zona e não no continente ou pingo doce.

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Podem reclamar de tudo o que quiserem do Intermaché. Mas o facto é que são que, normalmente, os supermercados que mais apoiam os produtores locais, sustentando-os. É um supermercado onde é muito mais fácil dos produtos de um simples mortal "entrarem", digamos assim.

Faz todo o sentido esta medida ser aplicada. A Matidus estão a ultrapassar todos os limites do bom senso para com os consumidores. O preço aumentou mais de 30% em quase 3 anos. Ridículo. 

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Sobre os incêndios na Madeira, uma crónica de Joaquim Jorge, biólogo diz que o presidente do Governo Regional é "um monstrinho a pensar e a agir" e que "Alberto João Jardim era muito melhor em todos os aspectos". "Este senhor que se julga o maior e o melhor que pensa que não precisa de ninguém. Recebeu mal Luís Montenegro, que a seguir foi primeiro-ministro. Com os problemas com a justiça já não deveria ser presidente do governo regional da Madeira. Agora teve a sua terra a arder e inicialmente recusou apoio e ajuda. Até onde vai o convencimento e a arrogância deste senhor? Vai até onde o povo da Madeira quiser", escreve o cronista.

 

Este senhor é um “monstrinho” a pensar e a agir. Os madeirenses que se lixem, 'eu é que mando e faço o que quero'. Pensa ele, até um dia... Num caso destes de calamidade pública, em que estão em jogo vidas humanas, o governo regional nem sequer deveria ter grande voto na matéria, e muito menos ser Paulo Rangel a pedir se podia ajudar?! Joaquim Jorge O colunista do 'Notícias ao Minuto' lembra ainda, neste artigo de opinião, que a Região Autónoma da Madeira "faz parte de Portugal e da União Europeia", pelo que a "autonomia não é o mesmo que independência". "O Continente não pode somente servir para o que interessa! A Madeira não pode ser governada por petulantes, insolentes, presunçosos, 'snobs' ou vaidosos", rematou.

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há 1 hora, Dimitri disse:

Sobre os incêndios na Madeira, uma crónica de Joaquim Jorge, biólogo diz que o presidente do Governo Regional é "um monstrinho a pensar e a agir" e que "Alberto João Jardim era muito melhor em todos os aspectos". "Este senhor que se julga o maior e o melhor que pensa que não precisa de ninguém. Recebeu mal Luís Montenegro, que a seguir foi primeiro-ministro. Com os problemas com a justiça já não deveria ser presidente do governo regional da Madeira. Agora teve a sua terra a arder e inicialmente recusou apoio e ajuda. Até onde vai o convencimento e a arrogância deste senhor? Vai até onde o povo da Madeira quiser", escreve o cronista.

 

Este senhor é um “monstrinho” a pensar e a agir. Os madeirenses que se lixem, 'eu é que mando e faço o que quero'. Pensa ele, até um dia... Num caso destes de calamidade pública, em que estão em jogo vidas humanas, o governo regional nem sequer deveria ter grande voto na matéria, e muito menos ser Paulo Rangel a pedir se podia ajudar?! Joaquim Jorge O colunista do 'Notícias ao Minuto' lembra ainda, neste artigo de opinião, que a Região Autónoma da Madeira "faz parte de Portugal e da União Europeia", pelo que a "autonomia não é o mesmo que independência". "O Continente não pode somente servir para o que interessa! A Madeira não pode ser governada por petulantes, insolentes, presunçosos, 'snobs' ou vaidosos", rematou.

o povo da madeira teve duas eleições em um ano para decidir com uma embrulhada judicial pelo meio e mesmo assim elegeram-no... falta de opções? medo da mudança? no continente as embrulhadas do governo levaram de uma maioria absoluta a meter o ps na oposição... na madeira parece que têm medo de mudar.

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On 19/08/2024 at 17:51, Dimitri disse:

Sobre os incêndios na Madeira, uma crónica de Joaquim Jorge, biólogo diz que o presidente do Governo Regional é "um monstrinho a pensar e a agir" e que "Alberto João Jardim era muito melhor em todos os aspectos". "Este senhor que se julga o maior e o melhor que pensa que não precisa de ninguém. Recebeu mal Luís Montenegro, que a seguir foi primeiro-ministro. Com os problemas com a justiça já não deveria ser presidente do governo regional da Madeira. Agora teve a sua terra a arder e inicialmente recusou apoio e ajuda. Até onde vai o convencimento e a arrogância deste senhor? Vai até onde o povo da Madeira quiser", escreve o cronista.

 

Este senhor é um “monstrinho” a pensar e a agir. Os madeirenses que se lixem, 'eu é que mando e faço o que quero'. Pensa ele, até um dia... Num caso destes de calamidade pública, em que estão em jogo vidas humanas, o governo regional nem sequer deveria ter grande voto na matéria, e muito menos ser Paulo Rangel a pedir se podia ajudar?! Joaquim Jorge O colunista do 'Notícias ao Minuto' lembra ainda, neste artigo de opinião, que a Região Autónoma da Madeira "faz parte de Portugal e da União Europeia", pelo que a "autonomia não é o mesmo que independência". "O Continente não pode somente servir para o que interessa! A Madeira não pode ser governada por petulantes, insolentes, presunçosos, 'snobs' ou vaidosos", rematou.

Alberto João Jardim não é assim tão santo. As enxurradas de 2010 foram muito trágicas também ao desordenamento do território, a terem deixado construir onde queriam e ao modelo turístico desordenado.

Mas isso não invalida o facto de Miguel Albuquerque se comportar como um verdadeiro tirano, muito devido ao facto do povo da Madeira lhe dar vitórias atrás de vitórias mesmo com casos judiciais.

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há 1 minuto, thass_hot disse:

Alberto João Jardim não é assim tão santo. As enxurradas de 2010 foram muito trágicas também ao desordenamento do território, a terem deixado construir onde queriam e ao modelo turístico desordenado.

A situação na Madeira está um verdadeiro horror. Mais de 12% da ilha já ardeu, e o que me revolta é que o presidente da Madeira e o secretário do ambiente estão de férias no Porto Santo, como se nada estivesse a acontecer. Não interrompem as férias, não saem de lá. É uma vergonha absoluta. Que tipo de líderes são estes?  É escandaloso.

Para piorar, ainda há uma festa tradicional, a "Queima dos Fachos", que consiste em queimar mato, e mesmo com esta desgraça toda, o presidente do concelho de Machico não quer cancelar a festa. É uma irresponsabilidade completa.

O governo nacional até ofereceu um segundo helicóptero para ajudar no combate aos incêndios, mas a Madeira, num ato de orgulho parvo, nem queria aceitar, dizendo que "já temos o suficiente". Já vieram 80 bombeiros do continente e 20 dos Açores, mas a verdade é que há mais de 150 pessoas a combater o fogo, e, mesmo assim, a situação só piora.

Em todos os canais de televisão, quase de hora a hora, estão a falar disto, mas na RTP Madeira é um silêncio total e com várias pessoas do próprio governo que desvalorizam o tema, quase como se censurassem a informação. Para nos informarmos, temos de ver outros canais, porque os jornalistas aqui têm medo de falar contra o governo, com receio de represálias. Isto aqui é assim, ninguém pode criticar o governo publicamente, senão é despedido.

Já nos tempos do Alberto João Jardim, que foi presidente durante 40 décadas, tentou até levar a cabo a ideia de tornar a Madeira independente. Agora, o sucessor é ainda pior, mais tirano. Há quem diga que estes incêndios são encomendados pelo governo, o que não me surpreenderia. Todos os anos arde imenso, coisa que antes não acontecia, e este ano, por exemplo, na área que ardeu o ano passado no concelho da Calheta, já estão a fazer obras. E para quê? Para construir um campo de golfe de luxo. Este governo quer transformar a Madeira numa ilha "cosmopolita", Albuquerque já usou imensas vezes este termo, destruindo a natureza para construir condomínios de luxo que ficam como cidades fantasma, porque são comprados por turistas que depois nem sequer vivem lá.

Um exemplo é o projeto "Dubai Madeira", que vai ocupar o que era um jardim com 16 edifícios enormes. Até o presidente do concelho de Santana, no norte da Madeira, criticou o presidente do governo, e a resposta que recebeu foi "isso são conversas de provinciano". Estão a tornar a Madeira num monte de cimento, e a população que é a maioria de classe média não tem dinheiro para comprar habitação própria, é tudo feito para estrangeiros.

E isto é só a ponta do icebergue. Por exemplo, o Bernardo, aquele do Big Brother que estava com a Bruna, é herdeiro do Grupo Sousa, uma transportadora que praticamente pertence ao governo da Madeira. Eles controlam o transporte dos supermercados que operam cá. O Lidl, por exemplo, gastou 100 milhões para tentar operar na Madeira, mas como iam usar um transporte próprio, o governo proibiu a entrada deles, porque não iam ganhar nada com isso. A Uber também foi proibida na Madeira porque o governo tem uma taxa nos táxis e quer manter esse monopólio.

Em 2010, houve um temporal terrível na Madeira, morreram centenas de pessoas, mas oficialmente dizem que foram 47 mortos, porque acima de 48 seria considerado um desastre, o que teria implicações maiores. Aqui vale tudo. O governo é acionista nos dois principais jornais da ilha: 55% no Diário de Notícias e 31% no Jornal da Madeira. Quando a PJ veio cá no ano passado investigar a corrupção, o presidente do governo foi acusado de violar o estado de direito, de despedir e intimidar jornalistas para não publicarem notícias negativas sobre ele. E ele nem se demitiu.

Aqui na Madeira, quem está nos cargos de poder, até na polícia, está lá por cunhas do governo. As pessoas têm medo de perder os empregos, por isso ninguém protesta. O governo manipula até os eleitores mais velhos. A minha avó, por exemplo, não tem carro, então disponibilizaram-lhe uma carrinha para ir votar, mas dentro da carrinha diziam-lhe: "Sabe que tem de votar no PSD", e até ameaçavam: "Se não, não recebem as reformas".

Eu não sou contra o PSD como partido, mas o PSD Madeira transformou-se numa verdadeira máfia. O presidente do governo regional é arguido por favorecimento de pessoas e empresas, desvio de dinheiro e falta de liberdade de imprensa, e mesmo assim foi reeleito nas eleições de há dois meses. As pessoas continuam a votar nele, e isso é uma vergonha absoluta.

A minha mãe, que também está cansada desta situação, diz sempre: "Deixa arder, é o que as pessoas merecem, afinal votaram nele". No fundo, parece que aqui na Madeira ninguém dá um murro na mesa, ninguém reage, e o governo continua a fazer o que quer, destruindo o que resta da nossa ilha.

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Postado (editado)

Fiquei bastante surpreendido com a Margarida Balseiro Lopes ser firme na defesa da expressão "pessoas que menstruam". Ganhou muitos pontos em não ceder aos setores conservadores do partido e do CDS. 

Editado por Fernando
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