Guida Postado 17 de maio 2025 Postado 17 de maio 2025 há 10 minutos, George disse: Não muda tudo do dia para a noite, porque há uma assembleia, há um presidente da república, há um tribunal constitucional, a UE etc etc mas o Chega tem um projecto muito claro. Não iam chegar ao poder e fazer o número de morto A Hungria tem uma tradição liberal e democrática muito incipiente. Em Portugal, essa tradição, embora frágil, tem alguma consistência. E, depois, nós temos uma coisa que eles não têm: um regime semipresidencialista. E eu acho que isso também tem influência. Na Hungria, o Presidente da República é eleito pelo Parlamento e, estando o Parlamento dominado pelo Fidesz, vai ser mais fácil que a Presidência esteja alinhada com o Fidesz. Aqui, não acontece isso. Além de que o nosso Presidente tem poderes alargados. Mas achas que, ganhando o Chega, haveria alguma mudança significativa? Por exemplo, a subversão das instituições, uma nova Constituição?... 2 Citar
Amorim Postado 17 de maio 2025 Postado 17 de maio 2025 há 2 horas, D23 disse: E já refletiram muito hoje? Na praia 2 Citar
Diogo O. Postado 17 de maio 2025 Postado 17 de maio 2025 há 14 minutos, Guida disse: Mas achas que, ganhando o Chega, haveria alguma mudança significativa? Por exemplo, a subversão das instituições, uma nova Constituição?... Iria existir uma perseguição às minorias, isso, tenho a certeza absoluta. Também acho que havia uma diminuição do valor do Orçamento do Estado para a """"ideologia de género"""", que o CHEGA também implica. Talvez umas mudanças radicais com a expulsão de muitos imigrantes e a proibição da greve das forças de segurança. 2 Citar
Duarte com D Postado 17 de maio 2025 Postado 17 de maio 2025 há 1 hora, Diogo O. disse: Iria existir uma perseguição às minorias, isso, tenho a certeza absoluta. Também acho que havia uma diminuição do valor do Orçamento do Estado para a """"ideologia de género"""", que o CHEGA também implica. Talvez umas mudanças radicais com a expulsão de muitos imigrantes e a proibição da greve das forças de segurança. Isto é exatamente o tipo de coisas que eu vejo o Chega a prometer, e depois a Europa a cortar-lhes as asas num instante, como Deus Hélio fez com Ícaro quendo ele ousou voar demasiado perto do Sol. A verdade é que temos uma natalidade muito baixa, e não é só em Portugal, é por toda a Europa. Quer se goste ou não, precisamos de imigrantes. O máximo que se pode fazer é tentar controlar minimamente quem entra. Ter noção se a pessoa vem para trabalhar e agregar valor. E para mim isso não é nada de mau. Agora, quem não está cá para contribuir, que vá à vida, aliás que nem cá ponha os pés, porque encostados já cá temos muitos portugueses. Depois, a perseguição a minorias já acontece hoje. Vão-se fazendo leis, claro, mas não há pudor nenhum em ser-se homofóbico, nem vergonha. Pelo contrário, há quem até se orgulhe disso. Basta ler os comentários em qualquer notícia sobre pessoas LGBTQ+ e percebe-se logo. E isso ainda é o de menos. Porque o que também não falta são discriminações nas empresas onde o empregado ainda tem de esconder a sua sexualidade, crimes contra minorias que nunca têm solução, e tudo a seguir como se nada fosse. Sobre a União Europeia, a influência é muito mais visível em Portugal do que na Hungria. Lá fazem o que querem, desafiam a Europa abertamente, cortam direitos, e andam anos em conflito com Bruxelas. Em Portugal, basta pisar um risco e levamos logo um puxão de orelhas. Pois também somos muito mais dependentes dela que a Hungria, praticamente o nosso país vive dos fundos europeus, para avançar alguma coisa só com fundos europeus, e até estes são desviados para certos bolsos, e nunca há dinheiro para nada. A verdade é essa. Somos muito mais pressionados pela UE do que países como a Hungria. E por isso, estas ideias do Chega têm muito de fogo de vista, porque quando chegasse a hora de executar, quem diria “chega” seria a União Europeia. 2 Citar
srcbica Postado 17 de maio 2025 Postado 17 de maio 2025 há 4 horas, Guida disse: Quero saber a vossa opinião - e já tenho perguntado isto a muita gente: o que é que acham que aconteceria se, num delírio, o Chega ganhasse as eleições? Num cenário de maioria absoluta ou relativa? É que, num de relativa, simplesmente veríamos todo o parlamento a apoiar um governo do segundo partido mais votado. Citar
Guida Postado 17 de maio 2025 Postado 17 de maio 2025 há 4 minutos, srcbica disse: Num cenário de maioria absoluta ou relativa? É que, num de relativa, simplesmente veríamos todo o parlamento a apoiar um governo do segundo partido mais votado. Maioria absoluta. Citar
srcbica Postado 17 de maio 2025 Postado 17 de maio 2025 há 6 minutos, Guida disse: Maioria absoluta. Faço minhas as palavras do @Duarte com D. Aqui, o Chega, para conseguir implementar o seu principal projeto, uma nova Constituição, teria de ter mais do que a maioria absoluta, ou seja, nunca iria implementar totalmente o que pretende, porque eu tenho a certeza que o Chega, sendo governo, iria ser o mais corrupto da História portuguesa e, depois, com os escândalos, nunca mais conseguiria ser governo. Mesmo que a lei passasse a proteger os professores e as forças de segurança e até mesmo se os ciganos fugissem de Portugal e o Chega, naturalmente, usasse todos esses dados, a roubalheira andaria solta pelos ministérios num governo deles e a confiança sobre eles decairia imenso, possivelmente até ao ponto de sumirem da AR. 3 Citar
D91 Postado 17 de maio 2025 Postado 17 de maio 2025 há 15 minutos, srcbica disse: Faço minhas as palavras do @Duarte com D. Aqui, o Chega, para conseguir implementar o seu principal projeto, uma nova Constituição, teria de ter mais do que a maioria absoluta, ou seja, nunca iria implementar totalmente o que pretende, porque eu tenho a certeza que o Chega, sendo governo, iria ser o mais corrupto da História portuguesa e, depois, com os escândalos, nunca mais conseguiria ser governo. Mesmo que a lei passasse a proteger os professores e as forças de segurança e até mesmo se os ciganos fugissem de Portugal e o Chega, naturalmente, usasse todos esses dados, a roubalheira andaria solta pelos ministérios num governo deles e a confiança sobre eles decairia imenso, possivelmente até ao ponto de sumirem da AR. Claro que sim, com a sede de poder que eles tem iam ser escândalos atrás de escândalos. Mas em termos de constituição, mesmo que eles tivessem maioria, dificilmente a poderiam mudar, porque isso não é fácil de mudar, mas claro que poderiam tentar implementar determinadas medidas. E eles iriam sempre tentar pular a constituição para fazer o que queriam.... Citar
EFMR Postado 17 de maio 2025 Postado 17 de maio 2025 há 5 horas, Guida disse: Quero saber a vossa opinião - e já tenho perguntado isto a muita gente: o que é que acham que aconteceria se, num delírio, o Chega ganhasse as eleições? Emigrava! 2 2 Citar
Amorim Postado 18 de maio 2025 Postado 18 de maio 2025 Viva a democracia. Tenho uma dúvida. Os votos antecipados já conta para a participação eleitoral até ao meio dia? Citar
AndreRob Postado 18 de maio 2025 Postado 18 de maio 2025 (editado) há 38 minutos, Amorim disse: Viva a democracia. Tenho uma dúvida. Os votos antecipados já conta para a participação eleitoral até ao meio dia? Sim os votos antecipados são adicionados antes de abrirem as urnas e contam para a participação, dados esses já incluidos ao meio dia. Editado 18 de maio 2025 por AndreRob 2 Citar
Dimitri Postado 18 de maio 2025 Postado 18 de maio 2025 (editado) Eu provavelmente não emigrava porque o governo da Madeira continuaria a ser PSD, que longe de perfeito é sempre uma alternativa melhor. No entanto, se as leis que passassem começassem a ser demasiado intolerantes e castradoras consideraria porque aí afetariam a Madeira, porque a maioria das leis aplicam-se ao território todo e o governo da Madeira nada pode fazer para as impedir, como a recente lei dos solos, etc. O governo da Madeira tem as pastas da educação, cultura, saúde, locais e cuida de aplicar os fundos europeus e nacionais à região, mas não pode passar leis, uma vez aprovadas na assembleia nacional são para o país todo. Editado 18 de maio 2025 por Dimitri Citar
EFMR Postado 18 de maio 2025 Postado 18 de maio 2025 há 14 minutos, Dimitri disse: Eu provavelmente não emigrava porque o governo da Madeira continuaria a ser PSD, que longe de perfeito é sempre uma alternativa melhor. No entanto, se as leis que passassem começassem a ser demasiado intolerantes e castradoras consideraria porque aí afetariam a Madeira, porque a maioria das leis aplicam-se ao território todo e o governo da Madeira nada pode fazer para as impedir, como a recente lei dos solos, etc. O governo da Madeira tem as pastas da educação, cultura, saúde, locais e cuida de aplicar os fundos europeus e nacionais à região, mas não pode passar leis, uma vez aprovadas na assembleia nacional são para o país todo. Vou para a Madeira então 1 Citar
ilovetv.2008 Postado 18 de maio 2025 Postado 18 de maio 2025 (editado) há 13 horas, EFMR disse: Emigrava! E com os outros partidos, também não estamos a ser incentivados a emigrar? há 19 horas, Guida disse: Quero saber a vossa opinião - e já tenho perguntado isto a muita gente: o que é que acham que aconteceria se, num delírio, o Chega ganhasse as eleições? Eu acho que não aconteceria nada, porque eles falam muito, dizem e desdizem... mas basta olhar para os países europeus onde a extrema direita chegou ao poder e pouco ou nada mudou. Aqui, um governo do Chega! será igual ou até pior que os dos partidos dos ditos "50 anos de falhanços"... Pessoalmente, tenho mais receio do Gouveia e Melo a presidente do que propriamente do André Ventura a Primeiro-ministro. Mas qualquer um dos dois cenários não devia sequer estar a ser equacionado... porque não acrescentam nada à governabilidade do país, muito pelo contrário, instigam a instabilidade política. Editado 18 de maio 2025 por ilovetv.2008 1 Citar
Dimitri Postado 18 de maio 2025 Postado 18 de maio 2025 (editado) há 7 minutos, EFMR disse: Vou para a Madeira então Mas é o que eu disse, não muda quase nada. Temos autonomia em algumas pastas, mas essa autonomia na saúde, educação, cultura são coisas básicas. Temos um sistema de saúde próprio, programas de rastreios e vacinações adaptadas à realidade local, na educação é a secretaria regional que decide o fecho, abertura de escolas, fusão delas, etc. Mas se legislarem na assembleia da república a expulsão de imigrantes, fim do casamento gay, isto e aquilo a Madeira, e os Açores têm que seguir, não temos autonomia para fazer as próprias leis porque somos parte de Portugal né Editado 18 de maio 2025 por Dimitri 3 Citar
Amorim Postado 18 de maio 2025 Postado 18 de maio 2025 há 8 minutos, EFMR disse: Vou para a Madeira então Não me importava de viver em Porto Santo. Posso já antecipar a reforma? 2 Citar
Ruben Postado 18 de maio 2025 Postado 18 de maio 2025 Falando da forma mais realista, e aquilo que vou vendo noutros países europeus, há vários fatores a ter em conta. Tendo em conta que o programa do CH é mais despesista que o da CDU, o CH teria primeiro que se preocupar com as partes do seu programa a adotar e de que maneira iria manter o défice sem ir contra as regras europeias. É fácil prometer mundos e fundos e contradizer-se enquanto se está na oposição; em governo é diferente. Já o tema da imigração, que é o elefante na sala, também tem de seguir as regras europeias. Sim, há coisas que podemos fazer a nível nacional e que outros países já fazem (controlo das fronteiras na Alemanha, por exemplo), mas enquanto não houver uma nova realidade europeia, mais nacionalista e menos globalista, o CH só pode fazer um tanto. O mesmo se aplica para a tal “remigração”. Se muitos já têm cidadania portuguesa e não têm nada que os impeça disso, estaríamos a entrar num impasse jurídico diferente. E é daí que o maior problema do Chega existe. Eu não acho que a Constituição seja alterada a não ser que haja maioria de 2/3. No entanto, o Chega pode seguir o textbook de Orban e afins que começaram a desmantelar os “checks and balances” do estado e colocar aliados em tudo o que é canto governamental. Isso significaria uma RTP menos crítica, comunicação social mais apertada, jurídico sem grande independência. Isso tudo é possível e acontece na Hungria, aconteceu na Polónia, e está a acontecer na Eslováquia. Não precisa de ser de um dia para o outro, precisa que seja gradual. Além disso, temos uma comunicação social que continua a mandar o Ventura e outros a fazer entrevistas em tudo o que é canal de TV e um próprio aparelho de comunicação partidário forte nas redes sociais para convencer o eleitorado que “bom=CH; mau=os que governaram antes”, algo que Trump e a sua equipa fazem (com relativamente sucesso). Embora ache que movimentos destes sejam cíclicos (o PiS da Polónia acabou por perder, por exemplo), o dano às nossas instituições poderia ser, em muitos casos, irreparável - quer do ponto de confiança pública, quer de corrupção e danos causados ao país. 2 1 Citar
dav01 Postado 18 de maio 2025 Postado 18 de maio 2025 há 5 minutos, Ruben disse: Falando da forma mais realista, e aquilo que vou vendo noutros países europeus, há vários fatores a ter em conta. Tendo em conta que o programa do CH é mais despesista que o da CDU, o CH teria primeiro que se preocupar com as partes do seu programa a adotar e de que maneira iria manter o défice sem ir contra as regras europeias. É fácil prometer mundos e fundos e contradizer-se enquanto se está na oposição; em governo é diferente. Já o tema da imigração, que é o elefante na sala, também tem de seguir as regras europeias. Sim, há coisas que podemos fazer a nível nacional e que outros países já fazem (controlo das fronteiras na Alemanha, por exemplo), mas enquanto não houver uma nova realidade europeia, mais nacionalista e menos globalista, o CH só pode fazer um tanto. O mesmo se aplica para a tal “remigração”. Se muitos já têm cidadania portuguesa e não têm nada que os impeça disso, estaríamos a entrar num impasse jurídico diferente. E é daí que o maior problema do Chega existe. Eu não acho que a Constituição seja alterada a não ser que haja maioria de 2/3. No entanto, o Chega pode seguir o textbook de Orban e afins que começaram a desmantelar os “checks and balances” do estado e colocar aliados em tudo o que é canto governamental. Isso significaria uma RTP menos crítica, comunicação social mais apertada, jurídico sem grande independência. Isso tudo é possível e acontece na Hungria, aconteceu na Polónia, e está a acontecer na Eslováquia. Não precisa de ser de um dia para o outro, precisa que seja gradual. Além disso, temos uma comunicação social que continua a mandar o Ventura e outros a fazer entrevistas em tudo o que é canal de TV e um próprio aparelho de comunicação partidário forte nas redes sociais para convencer o eleitorado que “bom=CH; mau=os que governaram antes”, algo que Trump e a sua equipa fazem (com relativamente sucesso). Embora ache que movimentos destes sejam cíclicos (o PiS da Polónia acabou por perder, por exemplo), o dano às nossas instituições poderia ser, em muitos casos, irreparável - quer do ponto de confiança pública, quer de corrupção e danos causados ao país. Bom dia, @Ruben Citar
Amorim Postado 18 de maio 2025 Postado 18 de maio 2025 (editado) A Constituição só pode ser alterada se for aprovada por 2/3 do parlamento. Por isso o Chega não pode fazer grande coisa sozinho. No funo a montanha ia parir um rato Editado 18 de maio 2025 por Amorim 1 Citar
srcbica Postado 18 de maio 2025 Postado 18 de maio 2025 https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/autarca-do-ps-denuncia-agressao-atirou-me-ao-chao-e-gritou-vota-chega 1 Citar
AndreRob Postado 18 de maio 2025 Postado 18 de maio 2025 Basta ver como os canais dão mais tempo ao Ventura hoje... entrevistaram à porta das urnas o PNS, devem ter feito umas 4 ou5 perguntas e foi-se... o ventura estiveram quase 10 minutos sempre a introduzir questoes... e só não teve mais porque entretanto surgiu o Cavaco, pelo menos a rtp mudou logo para ele... Enfim nem no dia das eleições disfarçam. 2 Citar
Duarte com D Postado 18 de maio 2025 Postado 18 de maio 2025 há 29 minutos, Ruben disse: Falando da forma mais realista, e aquilo que vou vendo noutros países europeus, há vários fatores a ter em conta. Tendo em conta que o programa do CH é mais despesista que o da CDU, o CH teria primeiro que se preocupar com as partes do seu programa a adotar e de que maneira iria manter o défice sem ir contra as regras europeias. É fácil prometer mundos e fundos e contradizer-se enquanto se está na oposição; em governo é diferente. Já o tema da imigração, que é o elefante na sala, também tem de seguir as regras europeias. Sim, há coisas que podemos fazer a nível nacional e que outros países já fazem (controlo das fronteiras na Alemanha, por exemplo), mas enquanto não houver uma nova realidade europeia, mais nacionalista e menos globalista, o CH só pode fazer um tanto. O mesmo se aplica para a tal “remigração”. Se muitos já têm cidadania portuguesa e não têm nada que os impeça disso, estaríamos a entrar num impasse jurídico diferente. E é daí que o maior problema do Chega existe. Eu não acho que a Constituição seja alterada a não ser que haja maioria de 2/3. No entanto, o Chega pode seguir o textbook de Orban e afins que começaram a desmantelar os “checks and balances” do estado e colocar aliados em tudo o que é canto governamental. Isso significaria uma RTP menos crítica, comunicação social mais apertada, jurídico sem grande independência. Isso tudo é possível e acontece na Hungria, aconteceu na Polónia, e está a acontecer na Eslováquia. Não precisa de ser de um dia para o outro, precisa que seja gradual. Além disso, temos uma comunicação social que continua a mandar o Ventura e outros a fazer entrevistas em tudo o que é canal de TV e um próprio aparelho de comunicação partidário forte nas redes sociais para convencer o eleitorado que “bom=CH; mau=os que governaram antes”, algo que Trump e a sua equipa fazem (com relativamente sucesso). Embora ache que movimentos destes sejam cíclicos (o PiS da Polónia acabou por perder, por exemplo), o dano às nossas instituições poderia ser, em muitos casos, irreparável - quer do ponto de confiança pública, quer de corrupção e danos causados ao país. Achas que isto a negrito é possível de acontecer num futuro próximo? O que achas que seria necessário acontecer para provocar essa mudança? Citar
Amorim Postado 18 de maio 2025 Postado 18 de maio 2025 25,56% votantes até ao meio dia. Ligeiramente acima de 2024. 25,21% 3 Citar
AndreRob Postado 18 de maio 2025 Postado 18 de maio 2025 há 4 minutos, Amorim disse: 25,56% votantes até ao meio dia. Ligeiramente acima de 2024. 25,21% ou seja em principio nao há sinal de grande abstenção... deverá ter os mesmos numeros... 4 Citar
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