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há 46 minutos, zent disse:

Taróloga Maya apanhada em escuta a angariar acompanhante de luxo

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Eunice Carvalho, a conhecida taróloga Maya, foi apanhada nas escutas da investigação ao "caso Elefante Branco", um clube de alterne de luxo de Lisboa, que chegava a ter cerca de 80 mulheres a trabalhar. Luís Torres e Pedro Gameiro estão entre os principais acusados no processo, que envolve mais seis pessoas e quatro empresas, num alegado negócio de exploração sexual.

As contas de três sociedades associadas ao grupo registaram, entre 2019 e maio de 2025, ano em que o esquema foi desmantelado pela PSP, mais de 22 milhões de euros.

Segundo a acusação recentemente deduzida, em fevereiro de 2023, a também apresentadora da CMTV contactou Luís Torres para tentar arranjar uma mulher. A acompanhante de luxo era destinada ao amigo de uma amiga, que "queria companhia para estar, para jantar... para essas coisas todas". No mesmo dia, a amiga da taróloga contactou diretamente o alegado proxeneta. O amigo desta, apenas identificado no processo como editor do Porto, "quer uma senhora que lhe faça companhia para ir jantar, depois, o que acontecer ou não... isso já é da competência das pessoas, não é?", ouve-se na escuta, citada pela acusação. A mulher ainda diz a Torres que quer uma acompanhante com "aquele estereótipo americana, loira, com um bonito colo". O arguido promete selecionar três ou quatro mulheres com "potencial" e explica à amiga de Maya que o valor costuma ser de 250 euros à hora, mas que é possível fazer um acordo com a menina para um "jantar mais noite", por 600 ou 700 euros.

Há um episódio envolvendo uma equipa de futebol italiana, quando um conhecido do empresário da noite combinou ir ao Elefante Branco escolher mulheres para irem ao luxuoso Hotel InterContinental, onde se encontrariam com os jogadores. Torres avisa que o preço será de 300 ou 500 euros para levar "umas gajas em condições".

A acusação garante que o negócio assentava no consumo de bebidas na boîte, mas também nos encontros sexuais. Segundo o MP, as mulheres recebiam cerca de 25% do valor das bebidas e ser-lhes-ia cobrada uma taxa de 23% sobre os serviços de prostituição.

Os terminais de pagamento da Pensão Classe A, alojamento adquirido por Torres, terão registado mais de dez milhões de euros relativos a quartos, serviços sexuais, bebidas e outros produtos. Nas contas da empresa foram identificados mais de nove milhões de euros em pagamentos de clientes, além de 146 mil euros em numerário. A pensão teria um papel central no negócio. As mulheres saíam do clube com os clientes e dirigiam-se para lá. Clientes especiais ou que pagassem determinadas garrafas de champanhe podiam utilizar a sala VIP do clube. O grupo tinha, ainda, a unidade Nomad 64, usada para alojamento de mulheres.

Luís Torres está acusado de associação criminosa, branqueamento, 98 crimes de tráfico de pessoas para exploração sexual e nove crimes de lenocínio. Pedro Gameiro, que estava ligado à segurança do clube, responde pelos mesmos 98 crimes.

Às mulheres eram impostas algumas regras, como a hora de entrada no estabelecimento, até às 22 horas. Para poder sair com um cliente para a prática de atos sexuais, seria necessário que ele consumisse primeiro duas bebidas. Segundo o MP, o preço dos serviços sexuais era definido pelas próprias, mas o mínimo recomendado era 200 euros. Os encontros podiam realizar-se na pensão de Luís Torres, num hotel ou na casa do cliente. Também eram definidos comportamentos e indumentárias que as mulheres tinham de observar. O grupo controlava ainda os alojamentos, podendo impedir a permanência nesses espaços, caso não aceitassem prostituir-se. Duas mulheres chegaram do Brasil e foram logo encaminhadas para uma residencial por indicação do arguido Luís Torres.

Contactada pelo JN, Maya disse ter conhecimento da existência deste processo, porém garantiu desconhecer o seu conteúdo. Explicou "não ser oportuno" pronunciar-se neste momento, mas assegurou que irá fazê-lo "se for caso disso", em sede própria.
        
Um empresário que gastou mais de 20 mil euros numa noite ligou a Torres, no dia seguinte, para lhe perguntar se tinha visto quanto gastara e pediu-lhe uma mulher no hotel, além de uma "encomenda" que, segundo o MP, seria droga.

https://www.jn.pt/justica/artigo/tarologa-maya-apanhada-em-escuta-a-angariar-acompanhante-de-luxo/18124068

 

A Madame foi descoberta :adoro:

Sandra olha aqui em "Exclusivo" :brinde:

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há 1 hora, zent disse:

Taróloga Maya apanhada em escuta a angariar acompanhante de luxo

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Eunice Carvalho, a conhecida taróloga Maya, foi apanhada nas escutas da investigação ao "caso Elefante Branco", um clube de alterne de luxo de Lisboa, que chegava a ter cerca de 80 mulheres a trabalhar. Luís Torres e Pedro Gameiro estão entre os principais acusados no processo, que envolve mais seis pessoas e quatro empresas, num alegado negócio de exploração sexual.

As contas de três sociedades associadas ao grupo registaram, entre 2019 e maio de 2025, ano em que o esquema foi desmantelado pela PSP, mais de 22 milhões de euros.

Segundo a acusação recentemente deduzida, em fevereiro de 2023, a também apresentadora da CMTV contactou Luís Torres para tentar arranjar uma mulher. A acompanhante de luxo era destinada ao amigo de uma amiga, que "queria companhia para estar, para jantar... para essas coisas todas". No mesmo dia, a amiga da taróloga contactou diretamente o alegado proxeneta. O amigo desta, apenas identificado no processo como editor do Porto, "quer uma senhora que lhe faça companhia para ir jantar, depois, o que acontecer ou não... isso já é da competência das pessoas, não é?", ouve-se na escuta, citada pela acusação. A mulher ainda diz a Torres que quer uma acompanhante com "aquele estereótipo americana, loira, com um bonito colo". O arguido promete selecionar três ou quatro mulheres com "potencial" e explica à amiga de Maya que o valor costuma ser de 250 euros à hora, mas que é possível fazer um acordo com a menina para um "jantar mais noite", por 600 ou 700 euros.

Há um episódio envolvendo uma equipa de futebol italiana, quando um conhecido do empresário da noite combinou ir ao Elefante Branco escolher mulheres para irem ao luxuoso Hotel InterContinental, onde se encontrariam com os jogadores. Torres avisa que o preço será de 300 ou 500 euros para levar "umas gajas em condições".

A acusação garante que o negócio assentava no consumo de bebidas na boîte, mas também nos encontros sexuais. Segundo o MP, as mulheres recebiam cerca de 25% do valor das bebidas e ser-lhes-ia cobrada uma taxa de 23% sobre os serviços de prostituição.

Os terminais de pagamento da Pensão Classe A, alojamento adquirido por Torres, terão registado mais de dez milhões de euros relativos a quartos, serviços sexuais, bebidas e outros produtos. Nas contas da empresa foram identificados mais de nove milhões de euros em pagamentos de clientes, além de 146 mil euros em numerário. A pensão teria um papel central no negócio. As mulheres saíam do clube com os clientes e dirigiam-se para lá. Clientes especiais ou que pagassem determinadas garrafas de champanhe podiam utilizar a sala VIP do clube. O grupo tinha, ainda, a unidade Nomad 64, usada para alojamento de mulheres.

Luís Torres está acusado de associação criminosa, branqueamento, 98 crimes de tráfico de pessoas para exploração sexual e nove crimes de lenocínio. Pedro Gameiro, que estava ligado à segurança do clube, responde pelos mesmos 98 crimes.

Às mulheres eram impostas algumas regras, como a hora de entrada no estabelecimento, até às 22 horas. Para poder sair com um cliente para a prática de atos sexuais, seria necessário que ele consumisse primeiro duas bebidas. Segundo o MP, o preço dos serviços sexuais era definido pelas próprias, mas o mínimo recomendado era 200 euros. Os encontros podiam realizar-se na pensão de Luís Torres, num hotel ou na casa do cliente. Também eram definidos comportamentos e indumentárias que as mulheres tinham de observar. O grupo controlava ainda os alojamentos, podendo impedir a permanência nesses espaços, caso não aceitassem prostituir-se. Duas mulheres chegaram do Brasil e foram logo encaminhadas para uma residencial por indicação do arguido Luís Torres.

Contactada pelo JN, Maya disse ter conhecimento da existência deste processo, porém garantiu desconhecer o seu conteúdo. Explicou "não ser oportuno" pronunciar-se neste momento, mas assegurou que irá fazê-lo "se for caso disso", em sede própria.
        
Um empresário que gastou mais de 20 mil euros numa noite ligou a Torres, no dia seguinte, para lhe perguntar se tinha visto quanto gastara e pediu-lhe uma mulher no hotel, além de uma "encomenda" que, segundo o MP, seria droga.

https://www.jn.pt/justica/artigo/tarologa-maya-apanhada-em-escuta-a-angariar-acompanhante-de-luxo/18124068

 

AMEI! Ela tem bué cara de Beatriz de Tempo de Viver, tbh 

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há 2 horas, zent disse:

Taróloga Maya apanhada em escuta a angariar acompanhante de luxo

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Eunice Carvalho, a conhecida taróloga Maya, foi apanhada nas escutas da investigação ao "caso Elefante Branco", um clube de alterne de luxo de Lisboa, que chegava a ter cerca de 80 mulheres a trabalhar. Luís Torres e Pedro Gameiro estão entre os principais acusados no processo, que envolve mais seis pessoas e quatro empresas, num alegado negócio de exploração sexual.

As contas de três sociedades associadas ao grupo registaram, entre 2019 e maio de 2025, ano em que o esquema foi desmantelado pela PSP, mais de 22 milhões de euros.

Segundo a acusação recentemente deduzida, em fevereiro de 2023, a também apresentadora da CMTV contactou Luís Torres para tentar arranjar uma mulher. A acompanhante de luxo era destinada ao amigo de uma amiga, que "queria companhia para estar, para jantar... para essas coisas todas". No mesmo dia, a amiga da taróloga contactou diretamente o alegado proxeneta. O amigo desta, apenas identificado no processo como editor do Porto, "quer uma senhora que lhe faça companhia para ir jantar, depois, o que acontecer ou não... isso já é da competência das pessoas, não é?", ouve-se na escuta, citada pela acusação. A mulher ainda diz a Torres que quer uma acompanhante com "aquele estereótipo americana, loira, com um bonito colo". O arguido promete selecionar três ou quatro mulheres com "potencial" e explica à amiga de Maya que o valor costuma ser de 250 euros à hora, mas que é possível fazer um acordo com a menina para um "jantar mais noite", por 600 ou 700 euros.

Há um episódio envolvendo uma equipa de futebol italiana, quando um conhecido do empresário da noite combinou ir ao Elefante Branco escolher mulheres para irem ao luxuoso Hotel InterContinental, onde se encontrariam com os jogadores. Torres avisa que o preço será de 300 ou 500 euros para levar "umas gajas em condições".

A acusação garante que o negócio assentava no consumo de bebidas na boîte, mas também nos encontros sexuais. Segundo o MP, as mulheres recebiam cerca de 25% do valor das bebidas e ser-lhes-ia cobrada uma taxa de 23% sobre os serviços de prostituição.

Os terminais de pagamento da Pensão Classe A, alojamento adquirido por Torres, terão registado mais de dez milhões de euros relativos a quartos, serviços sexuais, bebidas e outros produtos. Nas contas da empresa foram identificados mais de nove milhões de euros em pagamentos de clientes, além de 146 mil euros em numerário. A pensão teria um papel central no negócio. As mulheres saíam do clube com os clientes e dirigiam-se para lá. Clientes especiais ou que pagassem determinadas garrafas de champanhe podiam utilizar a sala VIP do clube. O grupo tinha, ainda, a unidade Nomad 64, usada para alojamento de mulheres.

Luís Torres está acusado de associação criminosa, branqueamento, 98 crimes de tráfico de pessoas para exploração sexual e nove crimes de lenocínio. Pedro Gameiro, que estava ligado à segurança do clube, responde pelos mesmos 98 crimes.

Às mulheres eram impostas algumas regras, como a hora de entrada no estabelecimento, até às 22 horas. Para poder sair com um cliente para a prática de atos sexuais, seria necessário que ele consumisse primeiro duas bebidas. Segundo o MP, o preço dos serviços sexuais era definido pelas próprias, mas o mínimo recomendado era 200 euros. Os encontros podiam realizar-se na pensão de Luís Torres, num hotel ou na casa do cliente. Também eram definidos comportamentos e indumentárias que as mulheres tinham de observar. O grupo controlava ainda os alojamentos, podendo impedir a permanência nesses espaços, caso não aceitassem prostituir-se. Duas mulheres chegaram do Brasil e foram logo encaminhadas para uma residencial por indicação do arguido Luís Torres.

Contactada pelo JN, Maya disse ter conhecimento da existência deste processo, porém garantiu desconhecer o seu conteúdo. Explicou "não ser oportuno" pronunciar-se neste momento, mas assegurou que irá fazê-lo "se for caso disso", em sede própria.
        
Um empresário que gastou mais de 20 mil euros numa noite ligou a Torres, no dia seguinte, para lhe perguntar se tinha visto quanto gastara e pediu-lhe uma mulher no hotel, além de uma "encomenda" que, segundo o MP, seria droga.

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:pinderica: Nunca me enganou :pinderica: 

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Esta era uma história já se ouvia isto em bastidores há mais de 20 anos! Pelos vistos havia algum fundo de verdade. Agora vamos ver se é realmente factual ou não.

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há 6 horas, zent disse:

Taróloga Maya apanhada em escuta a angariar acompanhante de luxo

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Eunice Carvalho, a conhecida taróloga Maya, foi apanhada nas escutas da investigação ao "caso Elefante Branco", um clube de alterne de luxo de Lisboa, que chegava a ter cerca de 80 mulheres a trabalhar. Luís Torres e Pedro Gameiro estão entre os principais acusados no processo, que envolve mais seis pessoas e quatro empresas, num alegado negócio de exploração sexual.

As contas de três sociedades associadas ao grupo registaram, entre 2019 e maio de 2025, ano em que o esquema foi desmantelado pela PSP, mais de 22 milhões de euros.

Segundo a acusação recentemente deduzida, em fevereiro de 2023, a também apresentadora da CMTV contactou Luís Torres para tentar arranjar uma mulher. A acompanhante de luxo era destinada ao amigo de uma amiga, que "queria companhia para estar, para jantar... para essas coisas todas". No mesmo dia, a amiga da taróloga contactou diretamente o alegado proxeneta. O amigo desta, apenas identificado no processo como editor do Porto, "quer uma senhora que lhe faça companhia para ir jantar, depois, o que acontecer ou não... isso já é da competência das pessoas, não é?", ouve-se na escuta, citada pela acusação. A mulher ainda diz a Torres que quer uma acompanhante com "aquele estereótipo americana, loira, com um bonito colo". O arguido promete selecionar três ou quatro mulheres com "potencial" e explica à amiga de Maya que o valor costuma ser de 250 euros à hora, mas que é possível fazer um acordo com a menina para um "jantar mais noite", por 600 ou 700 euros.

Há um episódio envolvendo uma equipa de futebol italiana, quando um conhecido do empresário da noite combinou ir ao Elefante Branco escolher mulheres para irem ao luxuoso Hotel InterContinental, onde se encontrariam com os jogadores. Torres avisa que o preço será de 300 ou 500 euros para levar "umas gajas em condições".

A acusação garante que o negócio assentava no consumo de bebidas na boîte, mas também nos encontros sexuais. Segundo o MP, as mulheres recebiam cerca de 25% do valor das bebidas e ser-lhes-ia cobrada uma taxa de 23% sobre os serviços de prostituição.

Os terminais de pagamento da Pensão Classe A, alojamento adquirido por Torres, terão registado mais de dez milhões de euros relativos a quartos, serviços sexuais, bebidas e outros produtos. Nas contas da empresa foram identificados mais de nove milhões de euros em pagamentos de clientes, além de 146 mil euros em numerário. A pensão teria um papel central no negócio. As mulheres saíam do clube com os clientes e dirigiam-se para lá. Clientes especiais ou que pagassem determinadas garrafas de champanhe podiam utilizar a sala VIP do clube. O grupo tinha, ainda, a unidade Nomad 64, usada para alojamento de mulheres.

Luís Torres está acusado de associação criminosa, branqueamento, 98 crimes de tráfico de pessoas para exploração sexual e nove crimes de lenocínio. Pedro Gameiro, que estava ligado à segurança do clube, responde pelos mesmos 98 crimes.

Às mulheres eram impostas algumas regras, como a hora de entrada no estabelecimento, até às 22 horas. Para poder sair com um cliente para a prática de atos sexuais, seria necessário que ele consumisse primeiro duas bebidas. Segundo o MP, o preço dos serviços sexuais era definido pelas próprias, mas o mínimo recomendado era 200 euros. Os encontros podiam realizar-se na pensão de Luís Torres, num hotel ou na casa do cliente. Também eram definidos comportamentos e indumentárias que as mulheres tinham de observar. O grupo controlava ainda os alojamentos, podendo impedir a permanência nesses espaços, caso não aceitassem prostituir-se. Duas mulheres chegaram do Brasil e foram logo encaminhadas para uma residencial por indicação do arguido Luís Torres.

Contactada pelo JN, Maya disse ter conhecimento da existência deste processo, porém garantiu desconhecer o seu conteúdo. Explicou "não ser oportuno" pronunciar-se neste momento, mas assegurou que irá fazê-lo "se for caso disso", em sede própria.
        
Um empresário que gastou mais de 20 mil euros numa noite ligou a Torres, no dia seguinte, para lhe perguntar se tinha visto quanto gastara e pediu-lhe uma mulher no hotel, além de uma "encomenda" que, segundo o MP, seria droga.

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Vazou o telefonema::galderia:

 

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há 12 horas, canal5 disse:

Vamos ter uma grandiosa INVESTIGAÇÃO CM sobre isto não vamos? :adoro:

A Maya esteve hoje no Grande Jornal da hora de almoço, toda sorridente, para desmentir.

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há 9 horas, D91 disse:

E a Maya vai falar sobre a polémica em que está envolvida na Noite das Estrelas!

Também não acrescentou muito... Não sei se o que falou no jornal abonou muito a favor dela. Ela é uma pessoa inteligentíssima, acreditando que está inocente talvez o melhor tivesse sido só o que fez na Noite das Estrelas e o caso estava arrumado. Não está acusada de nada, não foi ela o foco da investigação. Está, provavelmente, a ser apanhada em fogo cruzado. 

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há 23 minutos, Lurdes disse:

Este Rui é um louco! Os riscos que pode estar a correr com estas publicações!

Sendo fã de touradas, penso que o risco corre-lhe nas veias. Não te preocupes: ele vai ficar bem 🌈

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há 3 minutos, Patiño disse:

A verdade é que a Maya e o Rui devem ter-se deixado de falar quando ele saiu.

Sim, deixaram logo de se seguir nas redes.

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Por algum motivo ela não foi o casamento da Agata Rodrigues. Antes da saída do Rui ela dizia que ia estar no casamento ( e na primeira fila! ) para contar tudo no Noite das Estrelas. 
Na segunda feira pós casamento teve a necessidade de dizer no ar que também foi convidada para o casamento mas não conseguiu ir. 
Lógico que se fosse o ambiente seria tenso.

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