Amorim Postado 15 de janeiro Postado 15 de janeiro A Xanão e o Jesus vão ter alguma coisa? Sinto uma química 3 Citar
RodrigoMarquês. Postado 15 de janeiro Postado 15 de janeiro A voz da irmã da Marafusta irrita, ela está sempre a gritar? 1 Citar
David. Postado 15 de janeiro Postado 15 de janeiro A tensão sexual entre a Ana Guiomar e o Rodrigo Trindade é muito boa Ótimo gancho! 4 4 1 Citar
Duarte Postado 15 de janeiro Postado 15 de janeiro há 13 minutos, Amorim disse: A Xanão e o Jesus vão ter alguma coisa? Sinto uma química Same novela tão gostosinha, mds. Tanta coisa da escola Vilhena 6 1 Citar
dankilaa Postado 15 de janeiro Postado 15 de janeiro há 1 minuto, Duarte disse: Same novela tão gostosinha, mds. Tanta coisa da escola Vilhena Perfeita até agora. 4 Citar
pferreira56 Postado 15 de janeiro Postado 15 de janeiro A novela está ótima e hoje também terminou bem, bom gancho para amanhã. 6 Citar
EFMR Postado 15 de janeiro Postado 15 de janeiro O João Jesus está muito bem. Tem mesmo ar de psycho. 7 Citar
Amorim Postado 15 de janeiro Postado 15 de janeiro há 2 minutos, EFMR disse: O João Jesus está muito bem. Tem mesmo ar de psycho. O Joel está a renascer 1 Citar
David. Postado 15 de janeiro Postado 15 de janeiro há 2 minutos, EFMR disse: O João Jesus está muito bem. Tem mesmo ar de psycho. Já na Fazenda esteve impecável mas aqui ainda acho que está melhor! 1 Citar
Duarte Postado 15 de janeiro Postado 15 de janeiro há 11 minutos, EFMR disse: O João Jesus está muito bem. Tem mesmo ar de psycho. mvp da novela até o Condesa relembrou que é bom ator, depois de ter andado com aqueles protagonistas meio chatos elenco sem nódoas. Citar
EFMR Postado 15 de janeiro Postado 15 de janeiro há 15 minutos, Duarte disse: mvp da novela até o Condesa relembrou que é bom ator, depois de ter andado com aqueles protagonistas meio chatos elenco sem nódoas. Mesmo. Até a Sofia Grillo que tem estado meh nos últimos papéis está ótima aqui. Citar
dav01 Postado 15 de janeiro Postado 15 de janeiro Isto está incrível, e é só isso. Obrigado, José Eduardo Moniz. 3 4 1 Citar
Post Popular Max30 Postado 15 de janeiro Autor Post Popular Postado 15 de janeiro MUDANÇAS PARA REDUZIR O DESEMPREGO O diretor-geral da TVI acredita que a ficção tem de mudar. As histórias têm que ser curtas e intensas, o que permitirá mais e melhor oferta para o público e garantirá maior rotatividade de atores, numa altura em que muitos, principalmente os mais velhos, sofrem com a falta de trabalho. Consciente de que a ficção nacional precisa de uma reformulação, José Eduardo Moniz, diretor-geral da TVI, juntamente com Cristina Ferreira, diretora de Ficção e Entretenimento do mesmo canal, começou a preparar terreno em 2025 para poder investir tudo neste novo ano e começar a colher frutos. Os dois querem oferecer produtos mais apetecíveis para o público, mas também querem garantir menos atores desempregados, numa altura em que essa é uma realidade que afeta a indústria e se torna especialmente preocupante numa faixa etária mais velha. E deram o pontapé de saída logo a 5 de janeiro, com a estreia do projeto que pretende que seja o início da revolução: a novela Amor à Prova. Ao contrário do que tem vindo a acontecer no canal, com histórias longas, que permanecem meses e meses no ar, esta tem apenas 100 episódios e foi gravada em pouco mais de três meses. Depois, querem repetir a fórmula, criar mais projetos e oportunidades de trabalho constantes. “Como eu tenho repetidamente dito, é este o caminho que eu gostaria que a TVI passasse a percorrer. Vamos insistir nisto. É evidente que é um caminho muito difícil porque implica escolhas muito criteriosas e implica, sobretudo, muito cuidado com os investimentos que fazemos, porque qualquer atraso, qualquer baixa de um ator, qualquer problema que exista pode fazer com que nós incorramos em prejuízos significativos, independentemente dos resultados da audiência”, começou por explicar José Eduardo Moniz durante o evento de pré-estreia da novela, mostrando-se entusiasmado com este recomeço na ficção do canal. “Estamos muito expectantes e a acreditar que é possível. Este elenco e toda esta equipa técnica que aqui trabalhou empenhou-se em demonstrar que pensar em fazer novelas mais curtas não é uma impossibilidade. É um novo desafio”, continuou, debruçando-se de seguida nos benefícios para quem vê. “Tem uma virtude muito grande, que é permitir ao público ter muito mais oferta do que aquela que tem hoje. Isto é, nós não gostamos, pelo menos eu não gosto, que o espectador tenha de esperar um ano pelo fim da história. E, portanto, quero que o espectador se habitue a que na TVI não precisa de esperar um ano para saber como é que uma história termina. E porque, inclusive, tem a possibilidade de, no mesmo espaço de tempo, haver duas ou três histórias. E, portanto, é isso que nós vamos tentar fazer”. https://www.novagente.pt/cristina-ferreira-jose-eduardo-moniz-mudancas-para-reduzir-desemprego 8 10 1 1 Citar
EFMR Postado 15 de janeiro Postado 15 de janeiro há 8 minutos, dav01 disse: Isto está incrível, e é só isso. Obrigado, José Eduardo Moniz. Sei que não têm orçamento para isso, mas já apoiava novelas de 100 episódios nos dois horários 1 Citar
dav01 Postado 15 de janeiro Postado 15 de janeiro há 4 minutos, Max30 disse: MUDANÇAS PARA REDUZIR O DESEMPREGO O diretor-geral da TVI acredita que a ficção tem de mudar. As histórias têm que ser curtas e intensas, o que permitirá mais e melhor oferta para o público e garantirá maior rotatividade de atores, numa altura em que muitos, principalmente os mais velhos, sofrem com a falta de trabalho. Consciente de que a ficção nacional precisa de uma reformulação, José Eduardo Moniz, diretor-geral da TVI, juntamente com Cristina Ferreira, diretora de Ficção e Entretenimento do mesmo canal, começou a preparar terreno em 2025 para poder investir tudo neste novo ano e começar a colher frutos. Os dois querem oferecer produtos mais apetecíveis para o público, mas também querem garantir menos atores desempregados, numa altura em que essa é uma realidade que afeta a indústria e se torna especialmente preocupante numa faixa etária mais velha. E deram o pontapé de saída logo a 5 de janeiro, com a estreia do projeto que pretende que seja o início da revolução: a novela Amor à Prova. Ao contrário do que tem vindo a acontecer no canal, com histórias longas, que permanecem meses e meses no ar, esta tem apenas 100 episódios e foi gravada em pouco mais de três meses. Depois, querem repetir a fórmula, criar mais projetos e oportunidades de trabalho constantes. “Como eu tenho repetidamente dito, é este o caminho que eu gostaria que a TVI passasse a percorrer. Vamos insistir nisto. É evidente que é um caminho muito difícil porque implica escolhas muito criteriosas e implica, sobretudo, muito cuidado com os investimentos que fazemos, porque qualquer atraso, qualquer baixa de um ator, qualquer problema que exista pode fazer com que nós incorramos em prejuízos significativos, independentemente dos resultados da audiência”, começou por explicar José Eduardo Moniz durante o evento de pré-estreia da novela, mostrando-se entusiasmado com este recomeço na ficção do canal. “Estamos muito expectantes e a acreditar que é possível. Este elenco e toda esta equipa técnica que aqui trabalhou empenhou-se em demonstrar que pensar em fazer novelas mais curtas não é uma impossibilidade. É um novo desafio”, continuou, debruçando-se de seguida nos benefícios para quem vê. “Tem uma virtude muito grande, que é permitir ao público ter muito mais oferta do que aquela que tem hoje. Isto é, nós não gostamos, pelo menos eu não gosto, que o espectador tenha de esperar um ano pelo fim da história. E, portanto, quero que o espectador se habitue a que na TVI não precisa de esperar um ano para saber como é que uma história termina. E porque, inclusive, tem a possibilidade de, no mesmo espaço de tempo, haver duas ou três histórias. E, portanto, é isso que nós vamos tentar fazer”. https://www.novagente.pt/cristina-ferreira-jose-eduardo-moniz-mudancas-para-reduzir-desemprego Mort na Santa casa da misericórdia 1 2 10 Citar
pferreira56 Postado 15 de janeiro Postado 15 de janeiro há 10 minutos, Max30 disse: MUDANÇAS PARA REDUZIR O DESEMPREGO O diretor-geral da TVI acredita que a ficção tem de mudar. As histórias têm que ser curtas e intensas, o que permitirá mais e melhor oferta para o público e garantirá maior rotatividade de atores, numa altura em que muitos, principalmente os mais velhos, sofrem com a falta de trabalho. Consciente de que a ficção nacional precisa de uma reformulação, José Eduardo Moniz, diretor-geral da TVI, juntamente com Cristina Ferreira, diretora de Ficção e Entretenimento do mesmo canal, começou a preparar terreno em 2025 para poder investir tudo neste novo ano e começar a colher frutos. Os dois querem oferecer produtos mais apetecíveis para o público, mas também querem garantir menos atores desempregados, numa altura em que essa é uma realidade que afeta a indústria e se torna especialmente preocupante numa faixa etária mais velha. E deram o pontapé de saída logo a 5 de janeiro, com a estreia do projeto que pretende que seja o início da revolução: a novela Amor à Prova. Ao contrário do que tem vindo a acontecer no canal, com histórias longas, que permanecem meses e meses no ar, esta tem apenas 100 episódios e foi gravada em pouco mais de três meses. Depois, querem repetir a fórmula, criar mais projetos e oportunidades de trabalho constantes. “Como eu tenho repetidamente dito, é este o caminho que eu gostaria que a TVI passasse a percorrer. Vamos insistir nisto. É evidente que é um caminho muito difícil porque implica escolhas muito criteriosas e implica, sobretudo, muito cuidado com os investimentos que fazemos, porque qualquer atraso, qualquer baixa de um ator, qualquer problema que exista pode fazer com que nós incorramos em prejuízos significativos, independentemente dos resultados da audiência”, começou por explicar José Eduardo Moniz durante o evento de pré-estreia da novela, mostrando-se entusiasmado com este recomeço na ficção do canal. “Estamos muito expectantes e a acreditar que é possível. Este elenco e toda esta equipa técnica que aqui trabalhou empenhou-se em demonstrar que pensar em fazer novelas mais curtas não é uma impossibilidade. É um novo desafio”, continuou, debruçando-se de seguida nos benefícios para quem vê. “Tem uma virtude muito grande, que é permitir ao público ter muito mais oferta do que aquela que tem hoje. Isto é, nós não gostamos, pelo menos eu não gosto, que o espectador tenha de esperar um ano pelo fim da história. E, portanto, quero que o espectador se habitue a que na TVI não precisa de esperar um ano para saber como é que uma história termina. E porque, inclusive, tem a possibilidade de, no mesmo espaço de tempo, haver duas ou três histórias. E, portanto, é isso que nós vamos tentar fazer”. https://www.novagente.pt/cristina-ferreira-jose-eduardo-moniz-mudancas-para-reduzir-desemprego Sinceramente é uma ótima decisão. Já não há pachorra para novelas que duram um ano inteiro. Talvez lá mais para a frente possa colher os frutos desta decisão... 5 3 Citar
Amorim Postado 15 de janeiro Postado 15 de janeiro há 13 minutos, Max30 disse: MUDANÇAS PARA REDUZIR O DESEMPREGO O diretor-geral da TVI acredita que a ficção tem de mudar. As histórias têm que ser curtas e intensas, o que permitirá mais e melhor oferta para o público e garantirá maior rotatividade de atores, numa altura em que muitos, principalmente os mais velhos, sofrem com a falta de trabalho. Consciente de que a ficção nacional precisa de uma reformulação, José Eduardo Moniz, diretor-geral da TVI, juntamente com Cristina Ferreira, diretora de Ficção e Entretenimento do mesmo canal, começou a preparar terreno em 2025 para poder investir tudo neste novo ano e começar a colher frutos. Os dois querem oferecer produtos mais apetecíveis para o público, mas também querem garantir menos atores desempregados, numa altura em que essa é uma realidade que afeta a indústria e se torna especialmente preocupante numa faixa etária mais velha. E deram o pontapé de saída logo a 5 de janeiro, com a estreia do projeto que pretende que seja o início da revolução: a novela Amor à Prova. Ao contrário do que tem vindo a acontecer no canal, com histórias longas, que permanecem meses e meses no ar, esta tem apenas 100 episódios e foi gravada em pouco mais de três meses. Depois, querem repetir a fórmula, criar mais projetos e oportunidades de trabalho constantes. “Como eu tenho repetidamente dito, é este o caminho que eu gostaria que a TVI passasse a percorrer. Vamos insistir nisto. É evidente que é um caminho muito difícil porque implica escolhas muito criteriosas e implica, sobretudo, muito cuidado com os investimentos que fazemos, porque qualquer atraso, qualquer baixa de um ator, qualquer problema que exista pode fazer com que nós incorramos em prejuízos significativos, independentemente dos resultados da audiência”, começou por explicar José Eduardo Moniz durante o evento de pré-estreia da novela, mostrando-se entusiasmado com este recomeço na ficção do canal. “Estamos muito expectantes e a acreditar que é possível. Este elenco e toda esta equipa técnica que aqui trabalhou empenhou-se em demonstrar que pensar em fazer novelas mais curtas não é uma impossibilidade. É um novo desafio”, continuou, debruçando-se de seguida nos benefícios para quem vê. “Tem uma virtude muito grande, que é permitir ao público ter muito mais oferta do que aquela que tem hoje. Isto é, nós não gostamos, pelo menos eu não gosto, que o espectador tenha de esperar um ano pelo fim da história. E, portanto, quero que o espectador se habitue a que na TVI não precisa de esperar um ano para saber como é que uma história termina. E porque, inclusive, tem a possibilidade de, no mesmo espaço de tempo, haver duas ou três histórias. E, portanto, é isso que nós vamos tentar fazer”. https://www.novagente.pt/cristina-ferreira-jose-eduardo-moniz-mudancas-para-reduzir-desemprego É mesmo este o caminho a seguir! Muito bem, Moniz e Cristina 3 Citar
dankilaa Postado 15 de janeiro Postado 15 de janeiro há 19 minutos, Max30 disse: MUDANÇAS PARA REDUZIR O DESEMPREGO O diretor-geral da TVI acredita que a ficção tem de mudar. As histórias têm que ser curtas e intensas, o que permitirá mais e melhor oferta para o público e garantirá maior rotatividade de atores, numa altura em que muitos, principalmente os mais velhos, sofrem com a falta de trabalho. Consciente de que a ficção nacional precisa de uma reformulação, José Eduardo Moniz, diretor-geral da TVI, juntamente com Cristina Ferreira, diretora de Ficção e Entretenimento do mesmo canal, começou a preparar terreno em 2025 para poder investir tudo neste novo ano e começar a colher frutos. Os dois querem oferecer produtos mais apetecíveis para o público, mas também querem garantir menos atores desempregados, numa altura em que essa é uma realidade que afeta a indústria e se torna especialmente preocupante numa faixa etária mais velha. E deram o pontapé de saída logo a 5 de janeiro, com a estreia do projeto que pretende que seja o início da revolução: a novela Amor à Prova. Ao contrário do que tem vindo a acontecer no canal, com histórias longas, que permanecem meses e meses no ar, esta tem apenas 100 episódios e foi gravada em pouco mais de três meses. Depois, querem repetir a fórmula, criar mais projetos e oportunidades de trabalho constantes. “Como eu tenho repetidamente dito, é este o caminho que eu gostaria que a TVI passasse a percorrer. Vamos insistir nisto. É evidente que é um caminho muito difícil porque implica escolhas muito criteriosas e implica, sobretudo, muito cuidado com os investimentos que fazemos, porque qualquer atraso, qualquer baixa de um ator, qualquer problema que exista pode fazer com que nós incorramos em prejuízos significativos, independentemente dos resultados da audiência”, começou por explicar José Eduardo Moniz durante o evento de pré-estreia da novela, mostrando-se entusiasmado com este recomeço na ficção do canal. “Estamos muito expectantes e a acreditar que é possível. Este elenco e toda esta equipa técnica que aqui trabalhou empenhou-se em demonstrar que pensar em fazer novelas mais curtas não é uma impossibilidade. É um novo desafio”, continuou, debruçando-se de seguida nos benefícios para quem vê. “Tem uma virtude muito grande, que é permitir ao público ter muito mais oferta do que aquela que tem hoje. Isto é, nós não gostamos, pelo menos eu não gosto, que o espectador tenha de esperar um ano pelo fim da história. E, portanto, quero que o espectador se habitue a que na TVI não precisa de esperar um ano para saber como é que uma história termina. E porque, inclusive, tem a possibilidade de, no mesmo espaço de tempo, haver duas ou três histórias. E, portanto, é isso que nós vamos tentar fazer”. https://www.novagente.pt/cristina-ferreira-jose-eduardo-moniz-mudancas-para-reduzir-desemprego No canal ao lado já são 7 ou 8 histórias em simultâneo, na realidade ninguém precisa de mais! É uma aposta ousada sem dúvida e muito positiva, mas não adianta de nada enquanto os realities estiverem logo a seguir ao Jornal. 2 Citar
D91 Postado 16 de janeiro Postado 16 de janeiro há 29 minutos, Max30 disse: MUDANÇAS PARA REDUZIR O DESEMPREGO O diretor-geral da TVI acredita que a ficção tem de mudar. As histórias têm que ser curtas e intensas, o que permitirá mais e melhor oferta para o público e garantirá maior rotatividade de atores, numa altura em que muitos, principalmente os mais velhos, sofrem com a falta de trabalho. Consciente de que a ficção nacional precisa de uma reformulação, José Eduardo Moniz, diretor-geral da TVI, juntamente com Cristina Ferreira, diretora de Ficção e Entretenimento do mesmo canal, começou a preparar terreno em 2025 para poder investir tudo neste novo ano e começar a colher frutos. Os dois querem oferecer produtos mais apetecíveis para o público, mas também querem garantir menos atores desempregados, numa altura em que essa é uma realidade que afeta a indústria e se torna especialmente preocupante numa faixa etária mais velha. E deram o pontapé de saída logo a 5 de janeiro, com a estreia do projeto que pretende que seja o início da revolução: a novela Amor à Prova. Ao contrário do que tem vindo a acontecer no canal, com histórias longas, que permanecem meses e meses no ar, esta tem apenas 100 episódios e foi gravada em pouco mais de três meses. Depois, querem repetir a fórmula, criar mais projetos e oportunidades de trabalho constantes. “Como eu tenho repetidamente dito, é este o caminho que eu gostaria que a TVI passasse a percorrer. Vamos insistir nisto. É evidente que é um caminho muito difícil porque implica escolhas muito criteriosas e implica, sobretudo, muito cuidado com os investimentos que fazemos, porque qualquer atraso, qualquer baixa de um ator, qualquer problema que exista pode fazer com que nós incorramos em prejuízos significativos, independentemente dos resultados da audiência”, começou por explicar José Eduardo Moniz durante o evento de pré-estreia da novela, mostrando-se entusiasmado com este recomeço na ficção do canal. “Estamos muito expectantes e a acreditar que é possível. Este elenco e toda esta equipa técnica que aqui trabalhou empenhou-se em demonstrar que pensar em fazer novelas mais curtas não é uma impossibilidade. É um novo desafio”, continuou, debruçando-se de seguida nos benefícios para quem vê. “Tem uma virtude muito grande, que é permitir ao público ter muito mais oferta do que aquela que tem hoje. Isto é, nós não gostamos, pelo menos eu não gosto, que o espectador tenha de esperar um ano pelo fim da história. E, portanto, quero que o espectador se habitue a que na TVI não precisa de esperar um ano para saber como é que uma história termina. E porque, inclusive, tem a possibilidade de, no mesmo espaço de tempo, haver duas ou três histórias. E, portanto, é isso que nós vamos tentar fazer”. https://www.novagente.pt/cristina-ferreira-jose-eduardo-moniz-mudancas-para-reduzir-desemprego É este o caminho! Mas agora tem que dar melhores horários às novelas. 2 Citar
Magazine Postado 16 de janeiro Postado 16 de janeiro Muito bom episódio Não admira que seja facilmente a melhor novela em exibição, por enquanto E a velocidade da narrativa. Que bom ter novelas para target mais ativo, parabéns Moniz 2 Citar
D007 Postado 16 de janeiro Postado 16 de janeiro há 23 horas, Max30 disse: só não gosto é do miúdo, muito robótico e pouco expressivo a representar. Eu acho o contrário, que é demasiado expressivo Citar
Luísa Laranjeira Postado 16 de janeiro Postado 16 de janeiro (editado) há 10 horas, Amorim disse: E o miúdo é fraquito mas é muito fofo O miúdo é fraquito, mas nas cenas com o Condessa até parece que melhora ahah Deve ser devido à confiança que têm um com o outro, o miúdo deve gostar dele Editado 16 de janeiro por Luísa Laranjeira 2 Citar
Duarte Postado 16 de janeiro Postado 16 de janeiro há 11 horas, Amorim disse: E o miúdo é fraquito mas é muito fofo há 11 horas, EFMR disse: Mesmo. Até a Sofia Grillo que tem estado meh nos últimos papéis está ótima aqui. Também coitada, os papéis que lhe tem dado. Ela aparentemente é boa a fazer de mulher do povo há 11 horas, Max30 disse: MUDANÇAS PARA REDUZIR O DESEMPREGO O diretor-geral da TVI acredita que a ficção tem de mudar. As histórias têm que ser curtas e intensas, o que permitirá mais e melhor oferta para o público e garantirá maior rotatividade de atores, numa altura em que muitos, principalmente os mais velhos, sofrem com a falta de trabalho. Consciente de que a ficção nacional precisa de uma reformulação, José Eduardo Moniz, diretor-geral da TVI, juntamente com Cristina Ferreira, diretora de Ficção e Entretenimento do mesmo canal, começou a preparar terreno em 2025 para poder investir tudo neste novo ano e começar a colher frutos. Os dois querem oferecer produtos mais apetecíveis para o público, mas também querem garantir menos atores desempregados, numa altura em que essa é uma realidade que afeta a indústria e se torna especialmente preocupante numa faixa etária mais velha. E deram o pontapé de saída logo a 5 de janeiro, com a estreia do projeto que pretende que seja o início da revolução: a novela Amor à Prova. Ao contrário do que tem vindo a acontecer no canal, com histórias longas, que permanecem meses e meses no ar, esta tem apenas 100 episódios e foi gravada em pouco mais de três meses. Depois, querem repetir a fórmula, criar mais projetos e oportunidades de trabalho constantes. “Como eu tenho repetidamente dito, é este o caminho que eu gostaria que a TVI passasse a percorrer. Vamos insistir nisto. É evidente que é um caminho muito difícil porque implica escolhas muito criteriosas e implica, sobretudo, muito cuidado com os investimentos que fazemos, porque qualquer atraso, qualquer baixa de um ator, qualquer problema que exista pode fazer com que nós incorramos em prejuízos significativos, independentemente dos resultados da audiência”, começou por explicar José Eduardo Moniz durante o evento de pré-estreia da novela, mostrando-se entusiasmado com este recomeço na ficção do canal. “Estamos muito expectantes e a acreditar que é possível. Este elenco e toda esta equipa técnica que aqui trabalhou empenhou-se em demonstrar que pensar em fazer novelas mais curtas não é uma impossibilidade. É um novo desafio”, continuou, debruçando-se de seguida nos benefícios para quem vê. “Tem uma virtude muito grande, que é permitir ao público ter muito mais oferta do que aquela que tem hoje. Isto é, nós não gostamos, pelo menos eu não gosto, que o espectador tenha de esperar um ano pelo fim da história. E, portanto, quero que o espectador se habitue a que na TVI não precisa de esperar um ano para saber como é que uma história termina. E porque, inclusive, tem a possibilidade de, no mesmo espaço de tempo, haver duas ou três histórias. E, portanto, é isso que nós vamos tentar fazer”. https://www.novagente.pt/cristina-ferreira-jose-eduardo-moniz-mudancas-para-reduzir-desemprego FINALMENTE há 54 minutos, Luísa Laranjeira disse: O miúdo é fraquito, mas nas cenas com o Condessa até parece que melhora ahah Deve ser devido à confiança que têm um com o outro, o miúdo deve gostar dele O miúdo é um fofo e até é expressivo, fala e muito roboticamente 3 Citar
EFMR Postado 16 de janeiro Postado 16 de janeiro há 11 horas, Max30 disse: MUDANÇAS PARA REDUZIR O DESEMPREGO O diretor-geral da TVI acredita que a ficção tem de mudar. As histórias têm que ser curtas e intensas, o que permitirá mais e melhor oferta para o público e garantirá maior rotatividade de atores, numa altura em que muitos, principalmente os mais velhos, sofrem com a falta de trabalho. Consciente de que a ficção nacional precisa de uma reformulação, José Eduardo Moniz, diretor-geral da TVI, juntamente com Cristina Ferreira, diretora de Ficção e Entretenimento do mesmo canal, começou a preparar terreno em 2025 para poder investir tudo neste novo ano e começar a colher frutos. Os dois querem oferecer produtos mais apetecíveis para o público, mas também querem garantir menos atores desempregados, numa altura em que essa é uma realidade que afeta a indústria e se torna especialmente preocupante numa faixa etária mais velha. E deram o pontapé de saída logo a 5 de janeiro, com a estreia do projeto que pretende que seja o início da revolução: a novela Amor à Prova. Ao contrário do que tem vindo a acontecer no canal, com histórias longas, que permanecem meses e meses no ar, esta tem apenas 100 episódios e foi gravada em pouco mais de três meses. Depois, querem repetir a fórmula, criar mais projetos e oportunidades de trabalho constantes. “Como eu tenho repetidamente dito, é este o caminho que eu gostaria que a TVI passasse a percorrer. Vamos insistir nisto. É evidente que é um caminho muito difícil porque implica escolhas muito criteriosas e implica, sobretudo, muito cuidado com os investimentos que fazemos, porque qualquer atraso, qualquer baixa de um ator, qualquer problema que exista pode fazer com que nós incorramos em prejuízos significativos, independentemente dos resultados da audiência”, começou por explicar José Eduardo Moniz durante o evento de pré-estreia da novela, mostrando-se entusiasmado com este recomeço na ficção do canal. “Estamos muito expectantes e a acreditar que é possível. Este elenco e toda esta equipa técnica que aqui trabalhou empenhou-se em demonstrar que pensar em fazer novelas mais curtas não é uma impossibilidade. É um novo desafio”, continuou, debruçando-se de seguida nos benefícios para quem vê. “Tem uma virtude muito grande, que é permitir ao público ter muito mais oferta do que aquela que tem hoje. Isto é, nós não gostamos, pelo menos eu não gosto, que o espectador tenha de esperar um ano pelo fim da história. E, portanto, quero que o espectador se habitue a que na TVI não precisa de esperar um ano para saber como é que uma história termina. E porque, inclusive, tem a possibilidade de, no mesmo espaço de tempo, haver duas ou três histórias. E, portanto, é isso que nós vamos tentar fazer”. https://www.novagente.pt/cristina-ferreira-jose-eduardo-moniz-mudancas-para-reduzir-desemprego Isto vai tão dar resultados extremamente positivos a longo prazo. Só falta manterem-se fiéis a esta estratégia. 5 Citar
Posts Recomendados
Junta-te a nós!
Podes agora comentar e registar-te depois. Se tens uma conta, Entra para responderes com a tua conta.
Note: Your post will require moderator approval before it will be visible.