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há 7 horas, Oxi disse:

Só queria:

- o Festival da Canção no Porto;

- Banir a votação do júri de vez;

- Apenas a votação do público ser válida;

- Banir o Malato e o Palmeirim de vez;

- 4 semifinais para podermos ouvir mais músicas: 2 semifinais para convidados + 2 semifinais para a livre submissão

Concordo muito com o último ponto. E mesmo apenas com duas semifinais, concordaria que uma fosse a dos compositores convidados e outra a das canções da livre submissão. Seria muito interessante para ver a discrepância das propostas (ou se não existe discrepância) e asseguraria que um número igual de cada chegaria à final. 

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há 5 minutos, Phoenix disse:

Concordo muito com o último ponto. E mesmo apenas com duas semifinais, concordaria que uma fosse a dos compositores convidados e outra a das canções da livre submissão. Seria muito interessante para ver a discrepância das propostas (ou se não existe discrepância) e asseguraria que um número igual de cada chegaria à final. 

A questão é que esse modelo poderia levar a que se perdessem, nas semifinais, canções boas de um grupo em detrimento de canções mais fracas do outro grupo.

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há 1 minuto, Televisão 10 disse:

A questão é que esse modelo poderia levar a que se perdessem, nas semifinais, canções boas de um grupo em detrimento de canções mais fracas do outro grupo.

Se se misturarem as canções nas semifinais (como agora), também se perdem canções boas (e em teoria há sempre uma semifinal mais "forte" em que há canções que não passam e que também teriam sido justas finalistas). A questão é que, ao haver canções perdidas, é contra outras canções da mesma forma de submissão.

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há 2 horas, Phoenix disse:

Concordo muito com o último ponto. E mesmo apenas com duas semifinais, concordaria que uma fosse a dos compositores convidados e outra a das canções da livre submissão. Seria muito interessante para ver a discrepância das propostas (ou se não existe discrepância) e asseguraria que um número igual de cada chegaria à final. 

O modelo de várias semifinais está a morrer de forma rápida lá fora. Um dos maiores exemplos é o MGP (Noruega). Acho que nem a Lituânia vai manter o modelo tal como está. Só a Suécia continuará com isso, pois o programa é um sucesso autêntico e ganham uma pipa de massa com o tour que fazem todos os anos.

Editado por User3468
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há 11 horas, Oxi disse:

Só queria:

- o Festival da Canção no Porto;

- Banir a votação do júri de vez;

- Apenas a votação do público ser válida;

- Banir o Malato e o Palmeirim de vez;

- 4 semifinais para podermos ouvir mais músicas: 2 semifinais para convidados + 2 semifinais para a livre submissão

E em vez de usar o esquema NUTS II, deviam voltar a usar o esquema das 20 delegações (Açores, Madeira e os dezoito distritos).

Ainda para mais, ouvi falar de que iriam fazer mudanças no NUTS II português só para 2027 (li no JN recentemente) mas servirá para dividir a região de Lisboa e Vale do Tejo em duas unidades.

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há 1 hora, ATVTQsV disse:

E em vez de usar o esquema NUTS II, deviam voltar a usar o esquema das 20 delegações (Açores, Madeira e os dezoito distritos).

Ainda para mais, ouvi falar de que iriam fazer mudanças no NUTS II português só para 2027 (li no JN recentemente) mas servirá para dividir a região de Lisboa e Vale do Tejo em duas unidades.

O problema é que a RTP tem de pagar um cachet para as pessoas serem juradas. Se a RTP passa de 3x7 para 3x20, a despesa aumenta logo muito. O modelo não é ideal, mas não é o mais problemático. Já o disse na altura e volto a dizer: a RTP tem de ser transparente nos critérios de escolha e nos critérios de avaliação usados. O resto não interessa tanto (exceto no caso de alguém escolhido poder ter alguma ligação com um dos participantes, por exemplo).

Postado
há 9 horas, ATVTQsV disse:

E em vez de usar o esquema NUTS II, deviam voltar a usar o esquema das 20 delegações (Açores, Madeira e os dezoito distritos).

Ainda para mais, ouvi falar de que iriam fazer mudanças no NUTS II português só para 2027 (li no JN recentemente) mas servirá para dividir a região de Lisboa e Vale do Tejo em duas unidades.

Já fizeram essa mudança. A NUT II da Área Metropolitana de Lisboa (já não se chamava Lisboa e Vale do Tejo) acabou e foram criadas três novas: Oeste e Vale do Tejo, Grande Lisboa e Península de Setúbal. 

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Para mim nem faz sentido os juris regionais... como já disse só faria se realmente os concorrentes fossem tb eles regionais, algo que não são nem devem ser ao contrario do que algumas leituras dos jurados fazem. Assim sendo faz mais sentido um grupo hetergeneo de pessoas ligadas à musica e artes proximas num numero significativo, por exemplo 10 ou 12 jurados fixos com critérios definidos... e votavam nas semi finais e na final de igual forma (ai sim podia-se usar a proporcianalidade com o voto do publico)... Só assim os jurados tem coerencia, aqueles grupelhos regionais de 3 ou 4 nao tem logica nenhuma e torna a votação arcaica.

  • Obrigado 1
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Por este andar, vamos voltar aos tempos da Eurovisão com uma semifinal. Removendo a Eslovénia e até a Islândia, vamos com 35 países (o número mais baixo desde 2003); isto assumindo que países como Montenegro ou San Marino vão manter-se nos próximos anos, apesar de haver críticas do custo ser demasiado elevado para os resultados que ambos têm. 

Tendo em conta que este rebranding (cheio de AI) vem ao encontro daquilo que a EBU tem vindo a defender, Israel deve manter-se. Continuamos a ter um foco menor nos países em si e um foco maior nas emissoras, e como as emissoras não andam a cometer limpeza étnica, está tudo bem para a EBU.

No entanto, espero mesmo que países como Islândia, Bélgica e até Espanha mantenham-se firmes na sua palavra. A desistência de um Big 5 e de vários países são a única coisa que resulta para a EBU.

  • Gosto 3
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há 8 minutos, Ruben disse:

Por este andar, vamos voltar aos tempos da Eurovisão com uma semifinal. Removendo a Eslovénia e até a Islândia, vamos com 35 países (o número mais baixo desde 2003); isto assumindo que países como Montenegro ou San Marino vão manter-se nos próximos anos, apesar de haver críticas do custo ser demasiado elevado para os resultados que ambos têm. 

Tendo em conta que este rebranding (cheio de AI) vem ao encontro daquilo que a EBU tem vindo a defender, Israel deve manter-se. Continuamos a ter um foco menor nos países em si e um foco maior nas emissoras, e como as emissoras não andam a cometer limpeza étnica, está tudo bem para a EBU.

No entanto, espero mesmo que países como Islândia, Bélgica e até Espanha mantenham-se firmes na sua palavra. A desistência de um Big 5 e de vários países são a única coisa que resulta para a EBU.

Montenegro continua, pelo menos, em 2026. E São Marino tem a sua final nacional garantida até 2028.

 

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há 1 hora, Ruben disse:

Por este andar, vamos voltar aos tempos da Eurovisão com uma semifinal. Removendo a Eslovénia e até a Islândia, vamos com 35 países (o número mais baixo desde 2003); isto assumindo que países como Montenegro ou San Marino vão manter-se nos próximos anos, apesar de haver críticas do custo ser demasiado elevado para os resultados que ambos têm. 

Tendo em conta que este rebranding (cheio de AI) vem ao encontro daquilo que a EBU tem vindo a defender, Israel deve manter-se. Continuamos a ter um foco menor nos países em si e um foco maior nas emissoras, e como as emissoras não andam a cometer limpeza étnica, está tudo bem para a EBU.

No entanto, espero mesmo que países como Islândia, Bélgica e até Espanha mantenham-se firmes na sua palavra. A desistência de um Big 5 e de vários países são a única coisa que resulta para a EBU.

O "Channel One" também não anda a cometer limpeza étnica e a Rússia foi banida... :clown:

Concordo que a desistência de um grande número de países é o teste que falta para sabermos se a EBU está disposta a reconsiderar a participação de Israel. Ou isso, ou mais dia menos dia Israel ganha uma edição (os esquemas usados para ganhar o televoto em diversos países estão a funcionar muito bem) e o ESC morre. A escolha está nas mãos das EBU.

  • Gosto 3
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Eu bem vos disse que por causa da Rússia e agora Israel os dias de uma Eurovisão com 40 países já parecem ficção

Agora a RÚV a dar uma de RTV SLO, bem como outras bem mais fortes dentro da UER

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há 1 hora, User3468 disse:

Entretanto, na Ásia…

 

O documentário que a HTV emitiu há pouco era um documentário francês chamado Eurovision(s), de 2017 (ano em que Salvador Sobral venceu), segundo os eurofãs que monitoraram a emissão.

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On 18/08/2025 at 12:35, LAboy 456 disse:

A questão agora será saber se o Festival Eurovisão da Canção Júnior irá adoptar o mesmo conceito de logotipo geral para a edição de 2025 (tal como acontecera em 2015)... ou não o será de todo (pelo menos, por agora)

Já colocaram o novo logótipo do JESC no site do evento:

Skarmbild-411-e1757431610770.png

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há 1 hora, AndreRob disse:

Espanha não vai participar na eurovisão se israel se mantiver... :manas:

Assim como a Islândia e a Eslovénia, segundo o que vi num Short do YouTube ou do Instagram...

Caso Israel saia, saem Alemanha e Itália. 

São estas as informações que existem neste momento ou o vídeo era meramente entretenimento à custa de um tema tão controverso como este? :perdida:

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há 7 minutos, ilovetv.2008 disse:

Assim como a Islândia e a Eslovénia, segundo o que vi num Short do YouTube ou do Instagram...

Caso Israel saia, saem Alemanha e Itália. 

São estas as informações que existem neste momento ou o vídeo era meramente entretenimento à custa de um tema tão controverso como este? :perdida:

Não sei se nesta altura Alemanha e Itália saem da Eurovisão. A decisão de uma broadcaster sair está indiretamente ligada à opinião pública e governamental sobre determinado caso. E o certo é que as opiniões sobre as atitudes de Israel estão a mudar.

  • Obrigado 1
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há 1 hora, ATVTQsV disse:

Também a decisão espanhola está ligada às recentes decisões do governo espanhol.

Mas a RTVE não decidiu nem comentou nada nos últimos dias. Sejamos mais objetivos. Simplesmente o Governo (penso que o ministério da Cultura), recomendou a empresa pública de não participar se Israel continuar. Mas deixou claro que a decisão é da administração da empresa. E o que há de novo no regulamento do Benidorm Fest é que o vencedor não ganha acesso imediato à Eurovisão. Ou seja, por um lado, o concurso passa a ser independente da Eurovisão e, por outro lado, essa pessoa ou banda só é escolhida para representar o país se a RTVE decidir participar.

Editado por User3468

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