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Mensagem adicionada por Ruben,

Temas a abordar neste tópico:

- Posts, stories, reels de celebridades associados ao canal, nas redes sociais, que não abordem projetos profissionais do canal onde trabalham;
- Vídeos ou artigos de opinião referentes a comentários ou posts dessas celebridades;
- Outros projetos de celebridades, que não relacionados com o canal onde trabalham;
- Nascimento de relativos, anúncios de casamentos, divórcios, separações ou outras situações relativas apenas à vida das celebridades.

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há 4 minutos, D91 disse:

Será que descontam assim tanto para a segurança social?:cristinadelrey:

Vamos mesmo fingir que não há milhões de pessoas em todos os setores a esconder a sua fortuna?:galderia:

Claro que vamos porque atacar influencers já é um caminho comum já que são um alvo fácil.:clap:

Postado (editado)
há 6 minutos, Diogo Marreiros disse:

Vamos mesmo fingir que não há milhões de pessoas em todos os setores a esconder a sua fortuna?:galderia:

Claro que vamos porque atacar influencers já é um caminho comum já que são um alvo fácil.:clap:

Claro que não são os únicos que escondem a sua fortuna.

Mas o meu problema com os influencers não é esse, eu não consigo entender como há pessoas que se sentem realizadas só a escrever posts parvos nas redes e a divulgar marcas (muitas delas que nem consomem). Mas isso sou eu, se são felizes e ganham a vida assim bom para eles.:ok:

Editado por D91
Postado
há 7 minutos, D91 disse:

Claro que não são os únicos que escondem a sua fortuna.

Mas o meu problema com os influencers não é esse, eu não consigo entender como há pessoas que se sentem realizadas só a escrever posts parvos nas redes e a divulgar marcas (muitas delas que nem consomem). Mas isso sou eu, se são felizes e ganham a vida assim bom para eles.:ok:

Tal como eu não consigo entender como é que há pessoas que conseguem sentir-se realizadas por estarem sentadas num escritório a fazer balanços financeiros todos os dias e não é por isso que as chamo de inúteis.

Todos somos diferentes e todos temos desejos e vontades diferentes. Por consequência temos todos maneiras diferentes de nos sentirmos realizados e todas essas opções são válidas desde que não prejudiquem ninguém de forma injusta.

Às vezes é só preciso pensar de uma outra perspectiva e aceitar que nem todos somos iguais e que não é por isso que uns são mais ou menos que outros.

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há 49 minutos, Diogo Marreiros disse:

Inúteis esses que geram mais dinheiro e mais atividade económica do que muitos outros…

Esse snobismo para com personalidades da internet…:suspeito:

Não é snobismo. É utilidade (ou falta dela). Eu sou do tempo em que para se ser "famoso" era preciso ter um ofício (cantor, apresentador, actor,...).

A sério que influencer é profissão? Ao ponto a que esta sociedade chegou em que sejamos todos ovelhas que precisa da opinião de alguém para me influenciar numa decisão que tomo. Enfim...

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há 5 minutos, thass_hot disse:

Não é snobismo. É utilidade (ou falta dela). Eu sou do tempo em que para se ser "famoso" era preciso ter um ofício (cantor, apresentador, actor,...).

A sério que influencer é profissão? Ao ponto a que esta sociedade chegou em que sejamos todos ovelhas que precisa da opinião de alguém para me influenciar numa decisão que tomo. Enfim...

Eu lembro-me da vida antes de haver redes sociais. Mas se calhar existe pessoal mais novo aqui que não se lembra. 

Talvez por isso nós não gostamos de influencers ou não vimos isso como uma profissão. 

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há 1 minuto, thass_hot disse:

Não é snobismo. É utilidade (ou falta dela). Eu sou do tempo em que para se ser "famoso" era preciso ter um ofício (cantor, apresentador, actor,...).

A sério que influencer é profissão? Ao ponto a que esta sociedade chegou em que sejamos todos ovelhas que precisa da opinião de alguém para me influenciar numa decisão que tomo. Enfim...

Eu também sou do tempo em que para ser famoso (e bastante mais rico que influencers) tem de se correr atrás de uma bola, tem de se lutar num ringue de boxe, etc. Ao pé disto, precisar de conselhos para saber se devemos ou não investir dinheiro num produto parece-me bastante mais inteligente e mais evoluído e não é por isso que deixo de considerar as outras atividades profissões. Às vezes nem é preciso entender, basta aceitar e respeitar. 

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há 6 minutos, thass_hot disse:

Não é snobismo. É utilidade (ou falta dela). Eu sou do tempo em que para se ser "famoso" era preciso ter um ofício (cantor, apresentador, actor,...).

A sério que influencer é profissão? Ao ponto a que esta sociedade chegou em que sejamos todos ovelhas que precisa da opinião de alguém para me influenciar numa decisão que tomo. Enfim...

basta pensar que na maioria destas figuras tudo o que eles promovem é uma falsa realidade... e o efeito que têm nos outros é altamente prejudicial ao contrário de quem realmente brilha por um talento ou uma profissão pela qual estudou e lutou a vida toda.

Usaram ali o exemplo de 'quem fica atras de uma secretaria a fazer balanços financeiros' ... esses balaços garantem que empresas lucre e pessoas tenham empregos, um influencer que passa o dia a criar videos com gatos falantes e a promover videos de salto à vara não me parecem que sejam uteis ou gerem algum valor na sociedade.

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agora mesmo, AndreRob disse:

Usaram ali o exemplo de 'quem fica atras de uma secretaria a fazer balanços financeiros' ... esses balaços garantem que empresas lucre e pessoas tenham empregos, um influencer que passa o dia a criar videos com gatos falantes e a promover videos de salto à vara não me parecem que sejam uteis ou gerem algum valor na sociedade.

Influencers são um novo meio de publicidade (fortíssimo já agora) que garantem sim e muito que empresas lucrem. 

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O ser influencer é só transpor para as redes sociais aquilo que os socialites, jet7 e em parte as modelos foram durante anos. Pessoas sem uma ocupação prática, mas que estão em todo lado, opinando e promovendo produtos, criando uma falsa sensação da fama, como aliás qualquer outro tipo de fama. Não é um fenómeno novo, de todo. A plataforma onde é praticado é que é "nova".

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há 9 minutos, Diogo Marreiros disse:

Eu também sou do tempo em que para ser famoso (e bastante mais rico que influencers) tem de se correr atrás de uma bola, tem de se lutar num ringue de boxe, etc. Ao pé disto, precisar de conselhos para saber se devemos ou não investir dinheiro num produto parece-me bastante mais inteligente e mais evoluído e não é por isso que deixo de considerar as outras atividades profissões. Às vezes nem é preciso entender, basta aceitar e respeitar. 

Conselhos esses nada interesseiros:mico:

Mig, se eu quiser conselhos sobre que investimentos faço achas que vou pedir a algum influenciadeirx da treta que deve ter menos formação que eu nesse assunto e claramente está a dar """"conselhos"""" porque alguém lhe paga pra isso? Bota fé nisso:rezando:

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há 3 minutos, Diogo Marreiros disse:

Influencers são um novo meio de publicidade (fortíssimo já agora) que garantem sim e muito que empresas lucrem. 

Eu duvido sempre que essa publicidade seja assim tão forte, mas pronto. Claro que é um novo meio de publicidade, e eu nem acho mal que atores e apresentadores ganhem também dinheiro dessa forma, se bem que esses na maioria das vezes tem mais cuidados com o que promovem do que outros. Agora também tem os seus prós e contras e não é bom esse ar de perfeição (que não existe) que eles tentam passar e também enganar a dizer que consomem determinados produtos quando não é verdade...

há 4 minutos, Fernando disse:

O ser influencer é só transpor para as redes sociais aquilo que os socialites, jet7 e em parte as modelos foram durante anos. Pessoas sem uma ocupação prática, mas que estão em todo lado, opinando e promovendo produtos, criando uma falsa sensação da fama, como aliás qualquer outro tipo de fama. Não é um fenómeno novo, de todo. A plataforma onde é praticado é que é "nova".

Sim, mas em parte é diferente. Nos anos 90 e 2000 (já nem vou mais para trás), essas pessoas iam a festas e apareciam nas revistas e ninguém (ou quase ninguém) sabia o que elas faziam. Mas normalmente essas pessoas (Cinhas, Lilis, etc) ou tinham maridos ricos, ou vinham de famílias ricas ou conheceram as pessoas certas para entrar nesses meios. Claro que depois também começaram a fazer publicidades e aparecer na TV. E quem lia as revistas sonhava com a vida dessas pessoas ou queria ser como elas, mas muitas vezes por detrás havia uma realidade e um contexto de quem eram. Mas acho que era mais positivo ler essas revistas que o mundo de la la land das redes, em que esses influencers das redes tentam passar uma realidade e uma vida que não existe, e nem é pelas festas (que muitas vezes nem mostram), mas sim do estilo de vida.

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há 3 horas, guilhermefmcar disse:

Supostamente ele aceitou, daí não querer negociar com o Moniz (circa a entrevista do Moniz no programa dele).

Ele já nos tempos áureos do VnTV dizia que ia acabar a carreira como presidente da câmara de Sintra :lol: ele nunca escondeu a vontade.

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há 5 minutos, thass_hot disse:

Conselhos esses nada interesseiros:mico:

Mig, se eu quiser conselhos sobre que investimentos faço achas que vou pedir a algum influenciadeirx da treta que deve ter menos formação que eu nesse assunto e claramente está a dar """"conselhos"""" porque alguém lhe paga pra isso? Bota fé nisso:rezando:

Não precisas de pedir. Se não os quiseres é só não ver. Basta aceitar que é sim uma profissão e respeitar isso.

há 4 minutos, D91 disse:

Eu duvido sempre que essa publicidade seja assim tão forte, mas pronto. Claro que é um novo meio de publicidade, e eu nem acho mal que atores e apresentadores ganhem também dinheiro dessa forma, se bem que esses na maioria das vezes tem mais cuidados com o que promovem do que outros. Agora também tem os seus prós e contras e não é bom esse ar de perfeição (que não existe) que eles tentam passar e também enganar a dizer que consomem determinados produtos quando não é verdade...

Se não fosse lucrativo, não terias empresas ainda a investir centenas de milhares em influencers ao fim de uns quantos anos já. Quanto à perfeição que tentam passar, talvez seja por ser isso que as pessoas querem ver. Uma pessoa com uma conta de Instagram com uma estética definida e que se aproxime da perfeição vai ter sempre mais seguidores que as pessoas que fazem posts sem filtros e com visões mais realistas.

E por muito mais velhos que sejam, acho que não estavam cá quando praticamente todas as famílias reais tentavam passar essa mesma imagem de vida perfeita. Como o @Fernando disse, isto não é um conceito novo de todo. Apenas se adaptou aos tempos modernos.

Como diria uma aclamada influencer portuguesa… ”Aceitem que dói menos”.:fancy:

Postado (editado)
17 minutes ago, D91 said:

Mas acho que era mais positivo ler essas revistas que o mundo de la la land das redes, em que esses influencers das redes tentam passar uma realidade e uma vida que não existe, e nem é pelas festas (que muitas vezes nem mostram), mas sim do estilo de vida.

As revistas também mostram uma vida que não existe, não difere em nada das redes sociais, ou tu achas que a vida de luxo é alcançável por todos? Ou que todos que lá aparecem e têm dinheiro são, de facto, ricos? O que não falta são casos de pessoas que de noite iam a festas e durante o dia passavam fome. Ou ainda podemos falar dos padrões de beleza tóxicos que foram criados e que estas influencers são diretamente herdeiras :lol: Já que gostas tanto de Ninguém Como Tu, a novela explora muito bem essa ideia :lol: Acho é que há uma argumentação muito boomer em relação às redes sociais, vive-se num passado idílico onde não havia problemas, o que, vendo bem a realidade, é algo falso. Tudo aquilo que apontam às redes sociais, em algum momento apontaram às revistas e a tudo o que a alimentava. As redes sociais são uma plataforma igual à imprensa, tudo o que lá vemos precisa de ser questionado. 

Editado por Fernando
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há 2 minutos, Fernando disse:

As revistas também mostram uma vida que não existe, não difere em nada das redes sociais, ou tu achas que a vida de luxo é alcançável por todos? Ou que todos que lá aparecem e têm dinheiro são, de facto, ricos? O que não falta são casos de pessoas que de noite iam a festas e durante o dia passavam fome :lol: Já que gostas tanto de Ninguém Como Tu, a novela explora muito bem essa ideia :lol: Acho é que há uma argumentação muito boomer em relação às redes sociais, vive-se num passado idílico onde não havia problemas, o que, vendo bem a realidade, é algo falso. As redes sociais são uma plataforma igual à imprensa, tudo o que lá vemos precisa de ser questionado. 

Claro que sim, e tanto existe nas revistas, como nas redes. Pessoas que inventam viagens que nunca fizeram é o que há mais nas redes:haha:, etc.

Mas claro que tem que ser questionado e analisado para não irmos ao engano.

Postado

As redes sociais trouxeram duas grandes diferenças.

Por um lado, democratizou este mercado. Ou seja, à partida, qualquer um pode ser influencer. Não está restrito a uma elite ou pessoas promovidas pela imprensa.

Por outro, estas figuras influentes nao precisam dos meios tradicionais de media para promover os seus produtos e estilo de vida. Não tendo estes intermediários, pode ser perigoso, porque os influencers nas próprias redes podem promover as coisas mais absurdas sem qualquer critério 

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há 1 hora, thass_hot disse:

Não é snobismo. É utilidade (ou falta dela). Eu sou do tempo em que para se ser "famoso" era preciso ter um ofício (cantor, apresentador, actor,...).

A sério que influencer é profissão? Ao ponto a que esta sociedade chegou em que sejamos todos ovelhas que precisa da opinião de alguém para me influenciar numa decisão que tomo. Enfim...

uma pessoa que é efetivamente influencer, na minha opiniao, trabalha nessa area, e por isso considero que é uma profissao1

1nome feminino
(...)
3. exercício habitual de uma atividade económica como meio de vida; ofício; mister; emprego; ocupação

esses influencers a que me refiro têm muito trabalho por tras, possivelmente ate mais do que muitas pessoas que exercem empregos ditos "normais" e/ou tradicionais

Editado por jt9
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há 21 horas, George disse:

As redes sociais trouxeram duas grandes diferenças.

Por um lado, democratizou este mercado. Ou seja, à partida, qualquer um pode ser influencer. Não está restrito a uma elite ou pessoas promovidas pela imprensa.

Por outro, estas figuras influentes nao precisam dos meios tradicionais de media para promover os seus produtos e estilo de vida. Não tendo estes intermediários, pode ser perigoso, porque os influencers nas próprias redes podem promover as coisas mais absurdas sem qualquer critério 

É isso que me chateia nos influencers. É focarem-se tanto no dinheiro e na obsessão por mais likes que começam a promover produtos que não gostam, marcas que não consomem, e a fazer pubs de coisas que nem acreditam, para não falar das pessoas (desde a Helena Isabel ao Numeiro) que promovem plataformas ilegais e, no caso do último, a promover à cara podre esquemas para ganhar dinheiro, etc. 

Acho que os influencers são interessantes na sua génese, há conteúdo interessante, impactante, falam de temas que os tradicionais não falam, democratiza-se um pouco porque também já é cansativo só os atores/apresentadores serem os únicos famosos - e não aproveitam a sua fama para absolutamente nada -, mas há vários pontos no mercado dos influencers que não aprecio mm.

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há 2 horas, Patiño disse:

É isso que me chateia nos influencers. É focarem-se tanto no dinheiro e na obsessão por mais likes que começam a promover produtos que não gostam, marcas que não consomem, e a fazer pubs de coisas que nem acreditam, para não falar das pessoas (desde a Helena Isabel ao Numeiro) que promovem plataformas ilegais e, no caso do último, a promover à cara podre esquemas para ganhar dinheiro, etc. 

Acho que os influencers são interessantes na sua génese, há conteúdo interessante, impactante, falam de temas que os tradicionais não falam, democratiza-se um pouco porque também já é cansativo só os atores/apresentadores serem os únicos famosos - e não aproveitam a sua fama para absolutamente nada -, mas há vários pontos no mercado dos influencers que não aprecio mm.

A única influencer que acompanho fielmente é a Madalena Abecasis. Perco-me a rir com ela. É a única, a meu ver, que sabe fazer um balanço saudável entre a promoção de produtos e o bom entretenimento. Não se limita a impingir determinada marca. Sabe introduzi-la ao seu público com classe e boa-disposição. É uma influencer construtiva. 

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Goucha despede-se amanhã da mãe em Coimbra

As cerimónias fúnebres de Maria de Lourdes acontecem esta esta segunda-feira e amanhã, na cidade dos estudantes.

Maria de Lourdes Sousa, de 101 anos, faleceu na passada sexta-feira, 9 de agosto, no lar onde se encontrava a viver, em Coimbra. As cerimónias fúnebres da mãe de Manuel Luís Goucha acontecem esta segunda-feira, pelas 18 horas, no Centro Funerário de Nossa Senhora de Lurdes, em Coimbra, cidade onde sempre viveu até ao final dos seus dias.

Na terça-feira, 13 de agosto, pelas 11h15, haverá uma cerimónia no mesmo local e o corpo seguirá depois para o Crematório Municipal de Coimbra.

Ao que a ‘Vidas’ conseguiu apurar, o apresentador estará presente nos dois dias, para o último adeus à progenitora. O irmão da estrela da TVI, Carlos Goucha, bem como a sua família marcarão também presença, assim como o marido de Manuel Luís Goucha, Rui Oliveira. Alguns amigos do apresentador também são esperados nestas cerimónias fúnebres.

https://www.vidas.pt/a-ferver/detalhe/goucha-despede-se-amanha-da-mae-em-coimbra

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