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Vi o segundo episódio e gostei. Destaco a Salomé, personagem da Carolina Amaral que para mim foi a grande estrela do episódio de ontem. Que arraso.

A Cacau da Matilde Reymão é uma protagonista carismática, tirando aquela mistura estranha de sotaques pt-pt/pt-br.

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há 8 minutos, João_O disse:

Vi o segundo episódio e gostei. Destaco a Salomé, personagem da Carolina Amaral que para mim foi a grande estrela do episódio de ontem. Que arraso.

A Cacau da Matilde Reymão é uma protagonista carismática, tirando aquela mistura estranha de sotaques pt-pt/pt-br.

Subscrevo em tudo. Finalmente uma novela a prender, nem que seja só nos primeiros dias. As personagens e a história estão no ponto, e as vilas são épicas! 

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há 3 minutos, duartevinha disse:

Que aproveitem este embalo do sucesso para promover durante o episódio o Conta-me de sábado com a protagonista.

A Alexandra Lencastre é que podia voltar ao Conta-Me. Está numa fase diferente da vida. 

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há 1 minuto, Patiño disse:

A Alexandra Lencastre é que podia voltar ao Conta-Me. Está numa fase diferente da vida. 

Também sugeri isso no tópico das sugestões TVI. 

Seria um óptimo programa certamente.

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há 1 minuto, duartevinha disse:

Também sugeri isso no tópico das sugestões TVI. 

Seria um óptimo programa certamente.

A nível de audiências não sei. Quando ela foi ao Goucha, não se notou muita diferença. 

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A minha única dúvida em relação a Cacau.

Queremos ver assim tanto Brasil? Com tanta fazenda e tanto sotaque às vezes parece que estamos a ver uma novela da Globo na SIC. Não é muito TVI, mas pronto... Vamos ver se dura e se cola... Tenho duvidas.

De resto, a era das novelas CF acabou. Venha a era das novelas JEM.

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há 4 horas, Rita Carocha disse:

A minha única dúvida em relação a Cacau.

Queremos ver assim tanto Brasil? Com tanta fazenda e tanto sotaque às vezes parece que estamos a ver uma novela da Globo na SIC. Não é muito TVI, mas pronto... Vamos ver se dura e se cola... Tenho duvidas.

De resto, a era das novelas CF acabou. Venha a era das novelas JEM.

Não, não queremos ver assim tanto Brasil.

Queremos novelas diferentes, produtos com qualidade, não 1000 temporadas de Festa é Festa.

Editado por Lee
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Impressionante que o público nunca está bem com nada quase, ou é porque a novela se passa num local que  não em Portugal , ou é a música do genérico que não gostam , os sotaques,ou outras razões, temos a liberdade de expressão mas já se torna cansativo ver que os Portugueses nunca estão bem com nada, isso é fraco sinal.

Aproveitem a novela que ao menos parece termos uma novela de decente,com bons atores, e não a habitual comédia

Editado por sofia ferreira
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A TVI (mais precisamente Moniz e Cristina) têm mais sorte que juízo.

Foi um erro de amador não terem colocado a estreia de Cacau logo após o BB apanhando o público do formato sem ter pelo meio Festa é Festa, penso que a audiência média teria sido muito maior do que os 9 de rating.

Talvez um dia voltem a perceber que nas estreias tudo tem de ser virado para esse produto, o episódio tem de ser impactante, a hora exata tem de ser revelada vezes sem conta e claro que apanhando um BB forte com polémica só teriam de aproveitar a onda.

Ainda assim acredito que vão continuar sem aprender, o amadorismo reina na TVI apesar de terem começado a melhorar em alguns aspetos nos últimos tempos.

Ps: Ainda não tinha mas não gosto nada do genérico (ao contrário das 3 novelas passadas da MJC) nem acho que se enquadre com a história que vem por aí mas posso estar enganado. Era preciso uma música mais forte e imagens mais impactantes na minha opinião.

Editado por Ficcão Total
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há 2 horas, Lee disse:

Não, não queremos assim tanto Brasil.

Queremos novelas diferentes, produtos com qualidade, não 1000 temporadas de Festa é Festa.

Eu também quero. E não estava a criticar Cacau. estava só a refletir no tema e na abordagem. é diferente, tem qualidade e não é FeF. Acertaste em tudo. 

há 2 horas, sofia ferreira disse:

Impressionante que o público nunca está bem com nada quase, ou é porque a novela se passa num local que  não em Portugal , ou é a música do genérico que não gostam , os sotaques,ou outras razões, temos a liberdade de expressão mas já se torna cansativo ver que os Portugueses nunca estão bem com nada, isso é fraco sinal.

Aproveitem a novela que ao menos parece termos uma novela de decente,com bons atores, e não a habitual comédia

Não é verdade. DO que falas é de sermos unânimes. Até agora só vi críticas construtivas neste tópico. Perguntas e maneiras de reagir do público. A novela é diferente, clássica e devolveu-nos a possibilidade de ver uma história. Haverá quem goste e quem nao goste tanto. Mas não temos de gostar todos, poisnão? Podemos ser críticos, sem deixar de dizer que é uma excelente produção e uma boa aposta.

PS: A Liberdade de Expressão e Opinião está consagrada na Constituição há quase 50 anos. Morreu muita gente às mãos da PIDE para que pudéssemos dar e ter opiniões livres e sem medo. O mal é quando se quer que toda a gente pense e aja da mesma forma. Que tenhamos todos a mesma opinião. O mal é quaando as pessoas se irritam porque há pessoas que criticam e que dão a sua opinião. O Unanimismo é uma praga e deve ser erradicada. Ou então, vamos todos pensar como  o Chega e o André Ventura... personagem que, que se saiba, não vê telenovelas da TVI.

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há 59 minutos, msm0 disse:

Uma reflexão interessante da autora da novela sobre o mercado atual: 

Superproduções como “Cacau”, ou “Ouro Verde”, potenciam as nossas chances de concorrer diretamente com os melhores do mundo, tal como o Brasil ou Turquia. E arrecadar prémios internacionais de relevo que nos trazem prestígio e valor. Contudo, são cada vez mais difíceis de viabilizar isoladamente. Sobretudo, quando falamos de TV generalista privada, onde a produção de ficção está diretamente ligada às receitas publicitárias arrecadadas (cada vez mais dispersa entre plataformas). Uma realidade que se agrava quando falamos de mercados pequenos como Portugal. Que não nos permite sonhar com o formato ideal de novela, falando do que tem sido o “carro-chefe” da ficção no nosso país.

Nenhuma história precisa de mais de 120 episódios para ser contada. Mas se nem a TV Globo, com a estrutura que tem, e num país com mais de 200 milhões de habitantes, consegue rentabilizar novelas assim, imaginem nós, com 10 milhões de pessoas, apenas? Se a Turquia o faz, é porque tem um mercado interno altamente competitivo, com audiências que lembram as dos tempos de ouro da TV aberta. Os seus 80 milhões de habitantes, e o facto de tantas mulheres continuarem a ser donas de casa, contribui para a expansão da sua indústria. Um paradoxo. Pelo que temos feito imenso com os orçamentos que temos. Verdadeiras omeletes sem ovos. Só que o desafio que agora se apresenta, é o de passar a ter de fazer omeletes sem, sequer, um fogão para cozinhar as cascas. Situação que ameaça seriamente o nosso setor artístico.

 Pelo que sim: as superproduções são fundamentais para mantermos a nossa relevância no mercado internacional, e nos vender como players potenciais num negócio que vive cada vez mais de co-produções. Contudo, há que reinventar o modelo da TV generalista, cuja migração para o streaming me parece inevitável. Mas esta mudança exige também que, com urgência, as medições de audiências sejam ajustadas. Pois se é muito fácil perceber a audiência real de um jogo de futebol, que só interessa ver em direto, o mesmo não é líquido para um produto de ficção. As pessoas gostam de ver ficção na hora que querem e não no horário que os canais escolhem. E adoram fazer binging. As boxes já lhes permitem isso, mas esta nova forma de consumir ficção não tem como ter um reflexo real nas audiências. Logo, como o poderá ter nas receitas publicitárias?

Porque o público, com a oferta variada, e de qualidade, de que hoje dispõe, tornou-se mais exigente. Já não aceita produtos sem história, ou cujas tramas se arrastam. Nem produtos mal acabados, sem ganchos, com barrigas, que chegam ensanduichados, sem cuidado artístico ou a parecer low cost. E ainda menos tem paciência para episódios cheios de flashbacks aleatórios, ou para a repetição dos últimos minutos do episódio anterior no início do seguinte. Minutos estes ali colocados intencionalmente para reduzir o preço da emissão. Se queremos ficção nacional com audiência, é preciso, antes de mais, respeitar o público.

@DanielOliveira vem aqui ler. :confusa_fatima:

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há 1 hora, rafa. disse:

@DanielOliveira vem aqui ler. :confusa_fatima:

Diria todos... mesmo todos os "monstros" que insistem em retalhar produtos em prol de audiências pífias que fogem por entre os dedos... Veja-se Para Sempre, Sangue Oculto, Flor do Caribe e tantos outros dos dois canais, mutilados à exaustão...

Editado por tiagauto
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2 hours ago, msm0 said:

Uma reflexão interessante da autora da novela sobre o mercado atual: 

Superproduções como “Cacau”, ou “Ouro Verde”, potenciam as nossas chances de concorrer diretamente com os melhores do mundo, tal como o Brasil ou Turquia. E arrecadar prémios internacionais de relevo que nos trazem prestígio e valor. Contudo, são cada vez mais difíceis de viabilizar isoladamente. Sobretudo, quando falamos de TV generalista privada, onde a produção de ficção está diretamente ligada às receitas publicitárias arrecadadas (cada vez mais dispersa entre plataformas). Uma realidade que se agrava quando falamos de mercados pequenos como Portugal. Que não nos permite sonhar com o formato ideal de novela, falando do que tem sido o “carro-chefe” da ficção no nosso país.

Nenhuma história precisa de mais de 120 episódios para ser contada. Mas se nem a TV Globo, com a estrutura que tem, e num país com mais de 200 milhões de habitantes, consegue rentabilizar novelas assim, imaginem nós, com 10 milhões de pessoas, apenas? Se a Turquia o faz, é porque tem um mercado interno altamente competitivo, com audiências que lembram as dos tempos de ouro da TV aberta. Os seus 80 milhões de habitantes, e o facto de tantas mulheres continuarem a ser donas de casa, contribui para a expansão da sua indústria. Um paradoxo. Pelo que temos feito imenso com os orçamentos que temos. Verdadeiras omeletes sem ovos. Só que o desafio que agora se apresenta, é o de passar a ter de fazer omeletes sem, sequer, um fogão para cozinhar as cascas. Situação que ameaça seriamente o nosso setor artístico.

 Pelo que sim: as superproduções são fundamentais para mantermos a nossa relevância no mercado internacional, e nos vender como players potenciais num negócio que vive cada vez mais de co-produções. Contudo, há que reinventar o modelo da TV generalista, cuja migração para o streaming me parece inevitável. Mas esta mudança exige também que, com urgência, as medições de audiências sejam ajustadas. Pois se é muito fácil perceber a audiência real de um jogo de futebol, que só interessa ver em direto, o mesmo não é líquido para um produto de ficção. As pessoas gostam de ver ficção na hora que querem e não no horário que os canais escolhem. E adoram fazer binging. As boxes já lhes permitem isso, mas esta nova forma de consumir ficção não tem como ter um reflexo real nas audiências. Logo, como o poderá ter nas receitas publicitárias?

Porque o público, com a oferta variada, e de qualidade, de que hoje dispõe, tornou-se mais exigente. Já não aceita produtos sem história, ou cujas tramas se arrastam. Nem produtos mal acabados, sem ganchos, com barrigas, que chegam ensanduichados, sem cuidado artístico ou a parecer low cost. E ainda menos tem paciência para episódios cheios de flashbacks aleatórios, ou para a repetição dos últimos minutos do episódio anterior no início do seguinte. Minutos estes ali colocados intencionalmente para reduzir o preço da emissão. Se queremos ficção nacional com audiência, é preciso, antes de mais, respeitar o público.

Espero que aplique tudo. Uma excelente reflexão. Vi muitos drones no primeiro episódio. Aliás o arranque teve prai uns 5 planos de drone seguidos. 

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há 4 horas, sofia ferreira disse:

música do Syro e Giulia Be a partir de dia 25 de Janeiro em todas as plataformas digitais.

Só quero ter acesso à letra. Até agora só percebi o título. 

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On 16/01/2024 at 11:20, carioquins disse:

Gente? :chocada::chocada::chocada:

O 1º episódio do Festa é Festa parece obra prima ao lado disto.

Episódio completamente mal construído. Começamos com a história a gerar um suspense já lá para os 10 minutos com o outro a ir contar "um segredo" ao António Capelo, que não fora minimamente introduzido ao público antes, e por isso o efeito de suspense não é eficaz; as várias tensões e ressentimentos que personagens têm uns em relação aos outros, e até mesmo as relações familiares, são-nos transmitidos apenas por DIÁLOGOS - exposição - ou por flashbacks de 10 segundos PREGUIÇOSOS e mal amanhados, ou por personagens a fazerem telefonemas.

Depois temos UMA PROTAGONISTA QUE DÁ NOME À NOVELA a não fazer um c* neste episódio. Os personagens secundários estão todos a fazer coisas, a serem activos, e ela passa a maior parte do tempo ausente a fazer surf. Gente, wtf? Tá tudo doido? E a gaja planta uma malagueta com um bocado de cacau e sai cacau picante??? E aquela cena de zaragata entre ela e a irmã é do mais cringe e sem sentido nenhum que pode haver, ao ponto de eu ter ficado do lado da irmã, lol.

Isto é do pior que se fez nos últimos anos, bem ao estilo da Maria João Costa. É só terrível que o José Eduardo Moniz ainda não saiba o que é uma novela bem escrita.

A Alexandra Lencastre percebeu o quão ridicula é esta história e os seus diálogos e conseguiu jogar com isso, saindo-se muito bem. A Sofia Nicholson e o António Capelo estão bem também.

Quanto féu contra Maria João Carioca :abismado4:

Editado por MoraesSilva
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O que ela disse tem razão, mas não considero de todo Ouro Verde uma superprodução. Teve cenas lindíssimas no Brasil e uma história competente sim.

O problema é que a história ter sido maioritariamente no Brasil e só tendo ido lá no princípio condicionou muito a novela. É uma novela que teve pouquíssimos, mesmo poucos exteriores e isso tornou-a monótona de ver. As superproduções são importantes sim, mas é possível fazê-las cá sem recorrer a ir gravar ao estrangeiro para fazê-las...

Canso-me de dar o mesmo exemplo mas Ilha dos Amores foi feita em território nacional e foi uma superprodução, Espirito Indomável (tirando o primeiro episódio) foi toda gravada em Portugal e teve muitos exteriores, foi super bem produzida, ótimos cenários.

Agora ou se faz pouco, ou seja, Fef e produções pelo mínimo ou então tentam dar tudo com o dinheiro que não têm. Acho mesmo que deviam fazer uma superprodução com uma história impactante, mas que se passasse totalmente cá o que daria maior flexibilidade ao canal desde investimento a uma melhor distribuição de exteriores ao longo da trama e mesmo flexibilizando o elenco pois é óbvio que nem todos conseguem ir fora gravar. 

Para mim uma superprodução é uma novela que se aguente e mantenha a qualidade do princípio ao fim, quer de história quer de produção.

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há 59 minutos, Dimitri disse:

O que ela disse tem razão, mas não considero de todo Ouro Verde uma superprodução. Teve cenas lindíssimas no Brasil e uma história competente sim.

O problema é que a história ter sido maioritariamente no Brasil e só tendo ido lá no princípio condicionou muito a novela. É uma novela que teve pouquíssimos, mesmo poucos exteriores e isso tornou-a monótona de ver. As superproduções são importantes sim, mas é possível fazê-las cá sem recorrer a ir gravar ao estrangeiro para fazê-las...

Canso-me de dar o mesmo exemplo mas Ilha dos Amores foi feita em território nacional e foi uma superprodução, Espirito Indomável (tirando o primeiro episódio) foi toda gravada em Portugal e teve muitos exteriores, foi super bem produzida, ótimos cenários.

Agora ou se faz pouco, ou seja, Fef e produções pelo mínimo ou então tentam dar tudo com o dinheiro que não têm. Acho mesmo que deviam fazer uma superprodução com uma história impactante, mas que se passasse totalmente cá o que daria maior flexibilidade ao canal desde investimento a uma melhor distribuição de exteriores ao longo da trama e mesmo flexibilizando o elenco pois é óbvio que nem todos conseguem ir fora gravar. 

Para mim uma superprodução é uma novela que se aguente e mantenha a qualidade do princípio ao fim, quer de história quer de produção.

Mas isso já sabes. O texto faz sentido e é interessante.

Mas a pitadazinha de soberba teria sempre de estar lá. :angel:

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Faz sentido o que o @Dimitri diz. O dinheiro que gastam em deslocações e tudo mais, dá para aproveitar e fazer algo decente cá. Até porque já não é novidade ir ao Brasil, já está mais do que visto (até nas novelas da MJC). Antigamente dava outro charme à trama, hoje em dia não me parece que tenha qualquer influencia. 

Mas uma coisa é certa: é mesmo preciso mudar esta maneira de medir audiências.

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  • Obrigado 1
Postado
há 10 horas, João_O disse:

Vi o segundo episódio e gostei. Destaco a Salomé, personagem da Carolina Amaral que para mim foi a grande estrela do episódio de ontem. Que arraso.

A Cacau da Matilde Reymão é uma protagonista carismática, tirando aquela mistura estranha de sotaques pt-pt/pt-br.

A salomé parece a Zena kkkk esta bem, mas acho um pouco artificial/exagerada nas cenas mais dramáticas 

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