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Entretanto já vi a estreia e o segundo episódio. :fancy:

Gostei da vibe. Clássica, leve e fresca. O primeiro episódio tem ali várias coisas a apontar na própria estrutura,a gestão dos acontecimentos podia ter sido melhor. Depois no segundo já se vê logo melhorias.

Matilde Reymão parece-me bastante natural, sempre gostei dela. José Condessa igual a si mesmo, no bom sentido. A troca de sotaques da protagonista é a coisa mais difícil de perceber.

Não tenho ideias de acompanhar exatamente, mas devo ver a primeira semana e depois ir acompanhando. Nota-se que há ali potencial em várias personagens. 

  • Gosto 2
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A Matilde Serrão (acho que é assim o nome) está tão crescida, mds 

há 6 horas, msm0 disse:

Uma reflexão interessante da autora da novela sobre o mercado atual: 

Superproduções como “Cacau”, ou “Ouro Verde”, potenciam as nossas chances de concorrer diretamente com os melhores do mundo, tal como o Brasil ou Turquia. E arrecadar prémios internacionais de relevo que nos trazem prestígio e valor. Contudo, são cada vez mais difíceis de viabilizar isoladamente. Sobretudo, quando falamos de TV generalista privada, onde a produção de ficção está diretamente ligada às receitas publicitárias arrecadadas (cada vez mais dispersa entre plataformas). Uma realidade que se agrava quando falamos de mercados pequenos como Portugal. Que não nos permite sonhar com o formato ideal de novela, falando do que tem sido o “carro-chefe” da ficção no nosso país.

Nenhuma história precisa de mais de 120 episódios para ser contada. Mas se nem a TV Globo, com a estrutura que tem, e num país com mais de 200 milhões de habitantes, consegue rentabilizar novelas assim, imaginem nós, com 10 milhões de pessoas, apenas? Se a Turquia o faz, é porque tem um mercado interno altamente competitivo, com audiências que lembram as dos tempos de ouro da TV aberta. Os seus 80 milhões de habitantes, e o facto de tantas mulheres continuarem a ser donas de casa, contribui para a expansão da sua indústria. Um paradoxo. Pelo que temos feito imenso com os orçamentos que temos. Verdadeiras omeletes sem ovos. Só que o desafio que agora se apresenta, é o de passar a ter de fazer omeletes sem, sequer, um fogão para cozinhar as cascas. Situação que ameaça seriamente o nosso setor artístico.

 Pelo que sim: as superproduções são fundamentais para mantermos a nossa relevância no mercado internacional, e nos vender como players potenciais num negócio que vive cada vez mais de co-produções. Contudo, há que reinventar o modelo da TV generalista, cuja migração para o streaming me parece inevitável. Mas esta mudança exige também que, com urgência, as medições de audiências sejam ajustadas. Pois se é muito fácil perceber a audiência real de um jogo de futebol, que só interessa ver em direto, o mesmo não é líquido para um produto de ficção. As pessoas gostam de ver ficção na hora que querem e não no horário que os canais escolhem. E adoram fazer binging. As boxes já lhes permitem isso, mas esta nova forma de consumir ficção não tem como ter um reflexo real nas audiências. Logo, como o poderá ter nas receitas publicitárias?

Porque o público, com a oferta variada, e de qualidade, de que hoje dispõe, tornou-se mais exigente. Já não aceita produtos sem história, ou cujas tramas se arrastam. Nem produtos mal acabados, sem ganchos, com barrigas, que chegam ensanduichados, sem cuidado artístico ou a parecer low cost. E ainda menos tem paciência para episódios cheios de flashbacks aleatórios, ou para a repetição dos últimos minutos do episódio anterior no início do seguinte. Minutos estes ali colocados intencionalmente para reduzir o preço da emissão. Se queremos ficção nacional com audiência, é preciso, antes de mais, respeitar o público.

Falou e disse. 

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há 1 hora, jean disse:

Faz sentido o que o @Dimitri diz. O dinheiro que gastam em deslocações e tudo mais, dá para aproveitar e fazer algo decente cá. Até porque já não é novidade ir ao Brasil, já está mais do que visto (até nas novelas da MJC). Antigamente dava outro charme à trama, hoje em dia não me parece que tenha qualquer influencia. 

Mas uma coisa é certa: é mesmo preciso mudar esta maneira de medir audiências.

Como é que achas que deveriam ser medidas? Já agora, alguém sabe como são medidas as audiências lá fora? 

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há 1 hora, jean disse:

Faz sentido o que o @Dimitri diz. O dinheiro que gastam em deslocações e tudo mais, dá para aproveitar e fazer algo decente cá. Até porque já não é novidade ir ao Brasil, já está mais do que visto (até nas novelas da MJC). Antigamente dava outro charme à trama, hoje em dia não me parece que tenha qualquer influencia. 

Mas uma coisa é certa: é mesmo preciso mudar esta maneira de medir audiências.

Mas eu até acho que nós em Portugal até estamos avançados, não? É assim, nós só sabemos o Live+Vosdal, mas os canais têm acesso aos 7 dias. Mesmo no digital, a SIC e a TVI sabem o número de pessoas que vêem conteúdos no TVI Player e na OPTO. Acho é que talvez o mercado publicitário ainda esteja pouco direcionado para isso. E depois há a questão de no digital serem os canais que têm os dados e não um órgão independente como a GfK.

  • Gosto 5
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há 3 minutos, Pedro M. disse:

Mas eu até acho que nós em Portugal até estamos avançados, não? É assim, nós só sabemos o Live+Vosdal, mas os canais têm acesso aos 7 dias. Mesmo no digital, a SIC e a TVI sabem o número de pessoas que vêem conteúdos no TVI Player e na OPTO. Acho é que talvez o mercado publicitário ainda esteja pouco direcionado para isso. E depois há a questão de no digital serem os canais que têm os dados e não um órgão independente como a GfK.

Por exemplo as pessoas que vem a tvi em direto na tviplayer ou a sic na opto em direto, ou até aquelas que veem os canais em direto numa NOS TV, MEO GO, VODAFONE ONLINE essas audiências ainda não são acrescentadas as audiências dos canais, e essas pessoas veem em direto publicidade tudo como uma pessoa que vê na tv

  • Gosto 1
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há 29 minutos, Pt1111 disse:

Por exemplo as pessoas que vem a tvi em direto na tviplayer ou a sic na opto em direto, ou até aquelas que veem os canais em direto numa NOS TV, MEO GO, VODAFONE ONLINE essas audiências ainda não são acrescentadas as audiências dos canais, e essas pessoas veem em direto publicidade tudo como uma pessoa que vê na tv

Essas audiencias são adicionadas ao vosdal, desde que sejam vistos pelo ecrã da tv... portateis, telemoveis e isso não da para contabilizar mas se quem tiver audiemetro estiver a ver na aplicação na tv é considerado 'outros' mas depois é atribuido ao vosdal do dia ou dos 7 dias. Isto porque o sistema indentifica pelo som o produto então a audiencia é atribuida ao programa em questão. Como há sempre delay nos lives  das apps tudo isto é sempre vosdal.

Editado por AndreRob
  • Obrigado 2
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há 7 horas, msm0 disse:

Uma reflexão interessante da autora da novela sobre o mercado atual: 

Superproduções como “Cacau”, ou “Ouro Verde”, potenciam as nossas chances de concorrer diretamente com os melhores do mundo, tal como o Brasil ou Turquia. E arrecadar prémios internacionais de relevo que nos trazem prestígio e valor. Contudo, são cada vez mais difíceis de viabilizar isoladamente. Sobretudo, quando falamos de TV generalista privada, onde a produção de ficção está diretamente ligada às receitas publicitárias arrecadadas (cada vez mais dispersa entre plataformas). Uma realidade que se agrava quando falamos de mercados pequenos como Portugal. Que não nos permite sonhar com o formato ideal de novela, falando do que tem sido o “carro-chefe” da ficção no nosso país.

Nenhuma história precisa de mais de 120 episódios para ser contada. Mas se nem a TV Globo, com a estrutura que tem, e num país com mais de 200 milhões de habitantes, consegue rentabilizar novelas assim, imaginem nós, com 10 milhões de pessoas, apenas? Se a Turquia o faz, é porque tem um mercado interno altamente competitivo, com audiências que lembram as dos tempos de ouro da TV aberta. Os seus 80 milhões de habitantes, e o facto de tantas mulheres continuarem a ser donas de casa, contribui para a expansão da sua indústria. Um paradoxo. Pelo que temos feito imenso com os orçamentos que temos. Verdadeiras omeletes sem ovos. Só que o desafio que agora se apresenta, é o de passar a ter de fazer omeletes sem, sequer, um fogão para cozinhar as cascas. Situação que ameaça seriamente o nosso setor artístico.

 Pelo que sim: as superproduções são fundamentais para mantermos a nossa relevância no mercado internacional, e nos vender como players potenciais num negócio que vive cada vez mais de co-produções. Contudo, há que reinventar o modelo da TV generalista, cuja migração para o streaming me parece inevitável. Mas esta mudança exige também que, com urgência, as medições de audiências sejam ajustadas. Pois se é muito fácil perceber a audiência real de um jogo de futebol, que só interessa ver em direto, o mesmo não é líquido para um produto de ficção. As pessoas gostam de ver ficção na hora que querem e não no horário que os canais escolhem. E adoram fazer binging. As boxes já lhes permitem isso, mas esta nova forma de consumir ficção não tem como ter um reflexo real nas audiências. Logo, como o poderá ter nas receitas publicitárias?

Porque o público, com a oferta variada, e de qualidade, de que hoje dispõe, tornou-se mais exigente. Já não aceita produtos sem história, ou cujas tramas se arrastam. Nem produtos mal acabados, sem ganchos, com barrigas, que chegam ensanduichados, sem cuidado artístico ou a parecer low cost. E ainda menos tem paciência para episódios cheios de flashbacks aleatórios, ou para a repetição dos últimos minutos do episódio anterior no início do seguinte. Minutos estes ali colocados intencionalmente para reduzir o preço da emissão. Se queremos ficção nacional com audiência, é preciso, antes de mais, respeitar o público.

Resumiu a experiência que eu tive a ver Sangue Oculto. Disse tudo.

  • Gosto 2
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A opinião da MJ Costa deve ser a de muitos autores. Imagino o que os argumentistas devem sentir quando os canais metem 10 minutos de novela inédita e 25 de flashbacks, ou quando dão episódios de 3 segundos e por aí adiante. Não há qualquer tipo de respeito. 

  • Gosto 3
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há 5 minutos, Maciel disse:

Resumiu a experiência que eu tive a ver Sangue Oculto. Disse tudo.

Os autores têm noção disso e certamente para eles escrever uma novela de 200 episódios é demasiado, quanto mais 280 ou 350... mas quem manda é o cliente e eles precisam render aquilo que eles lhes encomendam a novela é um produto altamente comercial.

De resto ela resumo todos os problemas atuais, mas é preciso arranjar formas de rentabilizar sem estar ano e meio a exibir o produto.

Por exemplo coloquei no topico de renascer da globo que a novela ainda não estreou e já faturou 500 milhoes de reais, isto porque a forma como a globo organiza, vende e promove é altamente acordado com os patrocinadores... a globo jamais pode mover uma novela para a meia noite , os anunciantes cancelavam logo. Como é que em portugal se pode render algum produto se ninguém respeita horario, ritmos, publico, produção e coisa nenhuma?

Editado por AndreRob
  • Gosto 1
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agora mesmo, Fernando disse:

A opinião da MJ Costa deve ser a de muitos autores. Imagino o que os argumentistas devem sentir quando os canais metem 10 minutos de novela inédita e 25 de flashbacks, ou quando dão episódios de 3 segundos e por aí adiante. Não há qualquer tipo de respeito. 

Acho que não ultrapassa o que fizeram em Sangue Oculto. O último episódio começou uma semana antes do final, vários episódios que foram uma sucessão de flashbacks na "última semana", até a ordem das cenas foi trocada. Enfim. É por isso que digo que Papel Principal pode ser péssima, mas as novelas da SIC são tão flop por isto.

  • Gosto 2
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há 24 minutos, AndreRob disse:

Essas audiencias são adicionadas ao vosdal, desde que sejam vistos pelo ecrã da tv... portateis, telemoveis e isso não da para contabilizar mas se quem tiver audiemetro estiver a ver na aplicação na tv é considerado 'outros' mas depois é atribuido ao vosdal do dia ou dos 7 dias. Isto porque o sistema indentifica pelo som o produto então a audiencia é atribuida ao programa em questão. Como há sempre delay nos lives  das apps tudo isto é sempre vosdal.

Ah ok obrigado, só mais uma pergunta, em vez de existirem áudimetros, as boxes das operadoras não podiam fazer esse trabalho (já houve muita polémica sobre este assunto), se ano a ano por exemplo quando se ligava a televisão a box mostrava um aviso para registar/atualizar o agregado familiar, sexo e idades por causa das estatísticas. Dava para obter dados mais reais sobre o programa que cada box estava a acompanhar, era possível?

  • Obrigado 1
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agora mesmo, Pt1111 disse:

Ah ok obrigado, só mais uma pergunta, em vez de existirem áudimetros, as boxes das operadoras não podiam fazer esse trabalho (já houve muita polémica sobre este assunto), se ano a ano por exemplo quando se ligava a televisão a box mostrava um aviso para registar/atualizar o agregado familiar, sexo e idades por causa das estatísticas. Dava para obter dados mais reais sobre o programa que cada box estava a acompanhar, era possível?

O problema é que as operadoras não são entidades isentas na questão das audiencias , elas também vivem disso, e mesmo assim com alguns desses dados , não dá para saber quem está a ver o quê com a box e muito menos  a questão socioeconomica.

o modelo da gfk é ainda o mais isento e proximo da realidade, porque se baseia nos censos, do que agregar todos os dados avulsos das box, exigiria muito mais controle e tornava-se demasiado complexo. E também haveria o risco da questão da protecção de dados.

Mas esses dados existem e certamente alguns deles são partilhados com anunciantes, mas não são fidedignos porque não sabemos na realidade quem está a ver o quê.

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  • Obrigado 1
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Cacau subiu a audiência de Festa é Festa com relativa facilidade nestes 2 dias mesmo dando depois mas tanto ontem como hoje a TVI continua a promover FéF como "a novela mais vista" nas suas promos :abismado2: Scrr alguém acorde o estagiário ou então fizeram promos para esta semana já a contar que seria efetivamente mais vista :mico:

Spoiler

Screenshot-20240117-200735.jpg

:pinderica:

  • Haha 12
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Estou amar a Paula Neves aqui! Aquelas expressões e "olhares de serpente" que ela faz, matam-me :lol: 

Ri-me mais com esta personagem em 3 episódios do que a Celinha do Bem me Quer a novela inteira! Nem falo no Beco das Flores :mosking:

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  • Adoro 1
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há 1 hora, Vieira disse:

A personagem da Paula Neves é muito boa, muito engraçada, já é das minhas personagens favoritas.

AS minhas para já são a Paula,  a Christine, a Alexandra , o António Capelo a Inês Castel-Branco e o Paulo Pires quero ver até a onde eles vão

Editado por sofia ferreira
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há 56 minutos, sofia ferreira disse:

AS minhas para já são a Paula,  a Christine, a Alexandra , o António Capelo a Inês Castel-Branco e o Paulo Pires quero ver até a onde eles vão

A Inês Castel-Branco já brilhou mais em três episódios desta novela do que na novela "Para Sempre". A sua Clara era tão sem sal, aqui está ótima.

  • Gosto 3
  • Obrigado 1
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há 14 minutos, Vieira disse:

A Inês Castel-Branco já brilhou mais em três episódios desta novela do que na novela "Para Sempre". A sua Clara era tão sem sal, aqui está ótima.

Ela tem mais perfil para fazer vilãs ou personagens comicas que protagonistas sem sal... mesmo sendo uma atriz versátil ela brilha mais nestes generos sem duvida.

Eu há uns anos vi uma peça de teatro em que ela fazia acho que umas 5 ou 6 personagens diferentes e era genial ela a mudar de registo de uma para a outra...

Editado por AndreRob
  • Gosto 10
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há 3 horas, Vieira disse:

A personagem da Paula Neves é muito boa, muito engraçada, já é das minhas personagens favoritas.

Minha também. Ela está ótima. E eu a pensar que por ela ser empregada ia ser uma figuração de luxo. Afinal enganei-me.

  • Gosto 5
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A cara de nojo que a personagem da Paula faz quando a personagem da Alexandra lhe diz sobre dar banho ao marido etc.. é impagável , a Inês também prefiro ela como vilã.

Também acho piada à Paula com a Mafalda Tavares parece o mata e esfola

Editado por sofia ferreira
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há 3 horas, EFMR disse:

Minha também. Ela está ótima. E eu a pensar que por ela ser empregada ia ser uma figuração de luxo. Afinal enganei-me.

o problema das empregadas nas novelas é que não passam disso, empregadas... quase nunca têm vida fora desse espaço. Sim pode ter graça pode até introduzir ali um alivio comico mas daqui a uns meses o personagem será apenas mobilia.

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