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há 16 minutos, Visky disse:

Estás confiante com Amar Deamis?

Acho que vai estrear numa altura mais feliz para a TVI. Ainda para mais se houver reality. 
É uma inédita e o estilo da Maria João Costa é um quanto comercial. 

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há 51 minutos, Mr. Carter disse:

Acho que vai estrear numa altura mais feliz para a TVI. Ainda para mais se houver reality. 
É uma inédita e o estilo da Maria João Costa é um quanto comercial. 

Tenho grandes expectativas para a da Mira mas Amar Demais....

Depende da imagem que derem à novela, gostava de algo mais azul por acaso....

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2 hours ago, Visky said:

Tenho grandes expectativas para a da Mira mas Amar Demais....

Depende da imagem que derem à novela, gostava de algo mais azul por acaso....

Concordo. Acho que se promoverem tanto como promoveram QoD é bem provável fazer mais do que QoD fez pelo menos na estreia espero eu. 

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Eu por acaso mudei um pouco a opinião em relação à novela... Com a situação do Pedro Lima e homenagens foi mostrado muito elenco que eu nem sabia que estava aqui, e a novela acabou por ser promovida/falada, que era uma coisa que estava em falta. 

Acho que a maioria tem poucas expectativas para isto muito por culpa do par protagonista que é muito pouco emblemático... Mas o facto de o resto do elenco ser bastante bom e ser uma novela da MJC deixa me mais expectante. 

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há 3 horas, VascoSantos disse:

 

Mas disseram-me que a TVI não era líder

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Posted (edited)

Vem aí uma OPA à Media Capital? E é outra vez da Cofina e depende apenas da CMVM

Spoiler

A Cofina está a avaliar uma nova Oferta Pública de Aquisição (OPA) sobre a Media Capital. Leu bem, mas este volte-face justifica uma explicação prévia. A CMVM tinha decidido que a Cofina teria mesmo de avançar com a OPA sobre os cerca de 5,31% do capital disperso da dona da TVI, a 2,3336 euros por ação, apesar de ter desistido de fazer o negócio com os espanhóis da Prisa. Agora, a alternativa encontrada pela Cofina parece um salto em frente: Avança para uma OPA, sim, mas revista, diminuída no preço por ação, aumentada no capital abrangido, e com a condição de sucesso fixada nos 51% das ações, com um argumento: alteração das circunstâncias.

A equipa de advogados da Cofina, agora reforçada com Paulo Câmara, da Sérvulo, vai seguir outra estratégia. Depois de forçados a manter a oferta sobre os 5,31% das ações da Media Capital, tinham 20 dias para responder, mas anteciparam a data, que terminava neste dia 2. Além de manterem o pedido de revogação da OPA, a Cofina abre outra possibilidade, ao abrigo do artigo 128º do Código dos Valores Mobiliários, a modificação da oferta, nos seus termos e condições. E é através deste mecanismo que que admite lançar uma oferta geral, mas a um preço inferior ao que está agora em cima da mesa. Segundo apurou o ECO Insider, estará a preparar uma oferta ligeiramente acima do preço pago por Mário Ferreira quando comprou 30,22% do capital por 10,5 milhões de euros. É claro que, para isto, precisa da autorização da CMVM, que ainda está a estudar a resposta. O que diz o referido artigo 182º?
Em caso de alteração imprevisível e substancial das circunstâncias que, de modo cognoscível pelos destinatários, hajam fundado a decisão de lançamento da oferta, excedendo os riscos a esta inerentes, pode o oferente, em prazo razoável e mediante autorização da CMVM, modificar a oferta ou revogá-la.
O caso da oferta que a Cofina quer agora revisitar remonta a 18 de maio, dia em que a CMVM revelou a inclinação para recusar o pedido de extinção da OPA lançada ao abrigo da tentativa falhada de comprar a empresa no início do ano, por considerar que o mesmo não estava devidamente fundamentado. O regulador considerou também que a “conduta” da Cofina terá contribuído para o insucesso da operação que tinha sido negociada com a Prisa.

A estrutura acionista da Media Capital não é agora a mesma que existia quando a Cofina fez o acordo com a Prisa e, em simultâneo, lançou a OPA sobre os 5,31% do capital: Agora, o empresário Mário Ferreira tem 30,22% do capital, enquanto a Prisa tem 64% e a Abanca 5%, enquanto o remanescente (e é mesmo remanescente) está disperso. Portanto, o sucesso da OPA dependerá, claro, do preço oferecido. Com ou sem sucesso, Paulo Fernandes poderá sempre ver o lado positivo. Mesmo com um não da Prisa, livrar-se-ia de gastar mais de dez milhões de euros por apenas 5% do capital. Se tiver sucesso, voltaria a ter condições para fazer a consolidação entre a Cofina e a Media Capital.

Mário Ferreira, por seu lado, não está parado. Planeia contratações e mudanças na gestão e alta direção da empresa e, com a clarificação do que é a equipa de gestão da Prisa em Espanha -- Javier Mozon continua como chairman da empresa --, o passo seguinte será a marcação de uma assembleia geral da Media Capital para mudar os órgãos sociais. O empresário dono da Douro Azul ainda não está na administração da empresa dona da TVI, nem nomeou ainda qualquer administrador. Mas tem condições favoráveis para lançar uma OPA concorrente, até porque já controla 30% do capital (e se o preço é sempre uma condição determinante, Mário Ferreira beneficia das boas relações com a Prisa, coisa diferente de Paulo Fernandes depois de ter deixado cair a oferta anterior).

A CMVM tem 90 dias para responder às alternativas colocadas pela Cofina, mas não deverá utilizar o prazo possível, até porque quer fechar este dossiê. Por isso, nas próximas semanas a comunicação social deverá voltar a ser notícia...

(ECO Insider newsletter)

 

Edited by zent
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Afinal, vão tentar mais uma segunda vez? Credo.

O Mário Ferreira que compre, pelo menos, mais 25% para ser sócio majoritário, é o melhor que pode acontecer à TVI.

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há 1 hora, zent disse:

Vem aí uma OPA à Media Capital? E é outra vez da Cofina e depende apenas da CMVM

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A Cofina está a avaliar uma nova Oferta Pública de Aquisição (OPA) sobre a Media Capital. Leu bem, mas este volte-face justifica uma explicação prévia. A CMVM tinha decidido que a Cofina teria mesmo de avançar com a OPA sobre os cerca de 5,31% do capital disperso da dona da TVI, a 2,3336 euros por ação, apesar de ter desistido de fazer o negócio com os espanhóis da Prisa. Agora, a alternativa encontrada pela Cofina parece um salto em frente: Avança para uma OPA, sim, mas revista, diminuída no preço por ação, aumentada no capital abrangido, e com a condição de sucesso fixada nos 51% das ações, com um argumento: alteração das circunstâncias.

A equipa de advogados da Cofina, agora reforçada com Paulo Câmara, da Sérvulo, vai seguir outra estratégia. Depois de forçados a manter a oferta sobre os 5,31% das ações da Media Capital, tinham 20 dias para responder, mas anteciparam a data, que terminava neste dia 2. Além de manterem o pedido de revogação da OPA, a Cofina abre outra possibilidade, ao abrigo do artigo 128º do Código dos Valores Mobiliários, a modificação da oferta, nos seus termos e condições. E é através deste mecanismo que que admite lançar uma oferta geral, mas a um preço inferior ao que está agora em cima da mesa. Segundo apurou o ECO Insider, estará a preparar uma oferta ligeiramente acima do preço pago por Mário Ferreira quando comprou 30,22% do capital por 10,5 milhões de euros. É claro que, para isto, precisa da autorização da CMVM, que ainda está a estudar a resposta. O que diz o referido artigo 182º?
Em caso de alteração imprevisível e substancial das circunstâncias que, de modo cognoscível pelos destinatários, hajam fundado a decisão de lançamento da oferta, excedendo os riscos a esta inerentes, pode o oferente, em prazo razoável e mediante autorização da CMVM, modificar a oferta ou revogá-la.
O caso da oferta que a Cofina quer agora revisitar remonta a 18 de maio, dia em que a CMVM revelou a inclinação para recusar o pedido de extinção da OPA lançada ao abrigo da tentativa falhada de comprar a empresa no início do ano, por considerar que o mesmo não estava devidamente fundamentado. O regulador considerou também que a “conduta” da Cofina terá contribuído para o insucesso da operação que tinha sido negociada com a Prisa.

A estrutura acionista da Media Capital não é agora a mesma que existia quando a Cofina fez o acordo com a Prisa e, em simultâneo, lançou a OPA sobre os 5,31% do capital: Agora, o empresário Mário Ferreira tem 30,22% do capital, enquanto a Prisa tem 64% e a Abanca 5%, enquanto o remanescente (e é mesmo remanescente) está disperso. Portanto, o sucesso da OPA dependerá, claro, do preço oferecido. Com ou sem sucesso, Paulo Fernandes poderá sempre ver o lado positivo. Mesmo com um não da Prisa, livrar-se-ia de gastar mais de dez milhões de euros por apenas 5% do capital. Se tiver sucesso, voltaria a ter condições para fazer a consolidação entre a Cofina e a Media Capital.

Mário Ferreira, por seu lado, não está parado. Planeia contratações e mudanças na gestão e alta direção da empresa e, com a clarificação do que é a equipa de gestão da Prisa em Espanha -- Javier Mozon continua como chairman da empresa --, o passo seguinte será a marcação de uma assembleia geral da Media Capital para mudar os órgãos sociais. O empresário dono da Douro Azul ainda não está na administração da empresa dona da TVI, nem nomeou ainda qualquer administrador. Mas tem condições favoráveis para lançar uma OPA concorrente, até porque já controla 30% do capital (e se o preço é sempre uma condição determinante, Mário Ferreira beneficia das boas relações com a Prisa, coisa diferente de Paulo Fernandes depois de ter deixado cair a oferta anterior).

A CMVM tem 90 dias para responder às alternativas colocadas pela Cofina, mas não deverá utilizar o prazo possível, até porque quer fechar este dossiê. Por isso, nas próximas semanas a comunicação social deverá voltar a ser notícia...

(ECO Insider newsletter)

 

Duvido muito que o Márito deixe isto acontecer. Aliás, acredito que ele já tenha apalavrado com a Prisa comprar outros tanto % entretanto. 

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Isso é apenas uma jogada da Cofina para fugirem à obrigação de comprar os 5% por 10 milhões (mesmo dinheiro que o Mário Ferreira gastou para comprar 30%).

Assim a PRISA recusa a OPA e a Cofina já não tem de gastar dinheiro nenhum. Boa jogada dos advogados da Cofina. 

Possível plot-twist: a PRISA aceita a OPA e acontece o negócio que ninguém quer. Apesar de se saber que os espanhóis querem despachar a MC, espero que tenham dois dedos de testa e veja que estão a vender ao desbarato... Espero mesmo que não aconteça. 

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Nada de novo, mas aqui fica a informação.

"Há uma semana, o ECO Insider revelou que a Cofina está a discutir com a CMVM a possibilidade de mudar as condições de uma OPA obrigatória lançada sobre 5,31% das ações da Media Capital por um valor em torno dos dez milhões de euros, mas o processo vai ser longo e está longe de ser um dado adquirido que o supervisor de mercado aceite os argumentos do grupo dono do Correio da Manhã.

Mas a Media Capital não parou por causa destas movimentações. Agora, tem uma nova estrutura de capital, com a entrada de Mário Ferreira com mais de 30% das ações, e começaram as mudanças. Sérgio Figueiredo deixou de ser o diretor de informação da TVI e Pedro Pinto é o diretor interino, enquanto não chega o novo diretor, que só deverá começar a 1 de setembro.

Mas há um novo homem-forte na TVI: Nuno Santos, que entrou há meses para a função de diretor de programas, passará a ter poderes de diretor-geral, e toda a gestão de antena passará por ele. "

(ECO Insider newsletter)

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Prefiro que vendam mais parcelas ao Mário Ferreira por 20€.

Cofina é um esgoto a céu aberto.

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Voltar a ter um diretor-geral ainda por cima no caso do Nuno com uma carreira incontornável no jornalismo, pode ser bom para manter a direção de informação "nos eixos" para evitar que derrape para sensacionalismos.

Embora eu não seja grande fã da fórmula, por ser algo que depende muito da pessoa que ocupa a direção geral (no tempo do Moniz foi um desastre), mas sendo Nuno acho bom

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há 1 minuto, John1986 disse:

Já há um ano saiu o Bruno e saiu uma pessoa do cargo de CEO

Agora, sai o Sérgio Figueiredo e saiu outra pessoa do cargo de CEO 

:lol:

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Durou pouco, depois de tantos anos nas rádios do grupo... Aquilo que terá sido responsável por fazer à Garnel agora calhou-lhe a ele.

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Parece-me que foi uma decisão do Mário Ferreira, este novo CEO era vogal numa empresa dele.

Luís Cabral renunciou ao cargo de CEO da Media Capital, tendo o cargo passado a ser assumido por Manuel Alves Monteiro, até aqui administrador não executivo do grupo dono da TVI. O novo CEO foi vogal da Mystic Invest, empresa controlada por Mário Ferreira, acionista que detém cerca de 30% da Media Capital. Decisão surge uma semana depois da saída de Sérgio Figueiredo da Direção de Informação da TVI.

https://www.dinheirovivo.pt/empresas/mudancas-na-lideranca-do-grupo-dono-da-tvi-luis-cabral-sai-de-ceo/

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há 10 minutos, msm0 disse:

Parece-me que foi uma decisão do Mário Ferreira, este novo CEO era vogal numa empresa dele.

Luís Cabral renunciou ao cargo de CEO da Media Capital, tendo o cargo passado a ser assumido por Manuel Alves Monteiro, até aqui administrador não executivo do grupo dono da TVI. O novo CEO foi vogal da Mystic Invest, empresa controlada por Mário Ferreira, acionista que detém cerca de 30% da Media Capital. Decisão surge uma semana depois da saída de Sérgio Figueiredo da Direção de Informação da TVI.

https://www.dinheirovivo.pt/empresas/mudancas-na-lideranca-do-grupo-dono-da-tvi-luis-cabral-sai-de-ceo/

O próximo é o Nuno Santos :fancy:

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Esse Cabral foi o que veio ao mesmo tempo que a Garnel, não foi?

Agora já foram ambos de vela.

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Segundo o comunicado foi ele que renunciou ao cargo e sai mesmo da Media Capital por opção própria... Não foi demitido.

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