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Após meses de espera, o vídeo de "Til It Happens To You", composição de Diane Warren interpretada por Lady Gaga para o documentário "The Hunting Ground", está entre nós.

Espero que esta música ganhe prémios, é das baladas mais fortes que já ouvi. Arrepio-me tanto :/

 

 

 

 

  • Gosto 5
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Finalmente uma nova música com a minha rainha!! :wub: Está perfeito! A música, o vídeo, está tão top :giveheart: :giveheart: Bey :wub: 

Ia postar essa mesmo! Opa a voz da Bey está tão poderosa, AMO, ela não desilude :wub: :giveheart:

  • Gosto 1
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Após meses de espera, o vídeo de "Til It Happens To You", composição de Diane Warren interpretada por Lady Gaga para o documentário "The Hunting Ground", está entre nós.

Espero que esta música ganhe prémios, é das baladas mais fortes que já ouvi. Arrepio-me tanto :/

 

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Como já tinha dito os críticos de cinema apostam que a TIHTY e a ITHL da Miley vão ser os grandes destaques de nomeação para o grammy , com spectre na corrida. Mas parece que a editora decidiu lançar ITHL no dia 2 de Outubro , um dia depois do fim do prazo para submeter músicas à academia. Enfim... Parece que vai ser entre Lady Gaga e Sam Smith .

Enviado do meu GT-I9195 através de Tapatalk

  • Gosto 1
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7jmv7GYUNJ8.jpg

Acho que 'confusão' é a palavra que melhor descreve o álbum. Mas uma 'confusão' num bom sentido, porque existe um bom contraste entre as músicas. O álbum abre com uma música muito calma, a Honeymoon, e é seguida por uma com mais cor e vida, a Music To Watch Boys To. Existe um grande contraste ao logo do álbum entre estas duas variantes, o que me agradou bastante pois dá para ter uma ideia do Born to Die em algumas músicas, tal como um cheirinho a Ultraviolence, mas com direito à essência do novo álbum, completamente diferente daquilo que a Lana fez até hoje. (Já ouvi o álbum cinco vezes, já agora. :mosking: Sim, eu não tenho vida. :ph34r: ). Não é tão triste e melancólico como o Ultraviolence, é um pouco mais esperançoso e feliz, o que acredito que seja bom a nível de números para a Lana, porque é mais comercial que o álbum anterior, além que ao longo da uma hora e seis minutos de duração, existem várias canções que conseguiriam, facilmente, ser um sucesso. É, como a RollingStone disse, «the morning after». É o seguimento do Ultraviolence, mas com outra dinâmica; um regresso ao catchy e ao pop. Para quem gostava do lado mais Hollywood da Lana presente no primeiro álbum, o Honeymoon é sem dúvida o álbum para vocês. 
Algo importante de referir ainda, é a sonoridade, que é completamente diferente de qualquer álbum anterior da Lana. O Born to Die era indie pop, o Ultraviolence puxava ao rock alternativo e ainda um pouco ao soft rock e jazz, este, tem uma característica muito própria. Parece que houve uma aprendizagem com o The Weeknd, por muito estranho que isto soe. Para quem conhece os primeiros álbuns do cantor, notará algumas semelhanças, principalmente na sonoridade. No entanto, o álbum tem algumas músicas que depois acabam por parecer deslocadas do trabalho em que estão inseridas, o que nem sempre é bom, (digo: Honeymoon, Terrence Loves You, The Blackest Day...). São músicas mais paradas, especialmente as duas primeiras que referi, que poderiam, sem problemas, pertencer ao Ultraviolence, por exemplo. A Salvatore, podia, completamente!, estar no Born to Die. Gostei destes pormenores, mas no geral acho que não contribui para o projeto ter aquela sua imagem de marca, se me faço entender. :P 

Relativamente às letras... A Religion é aquela que menos gosto. É a música com que menos me identifico e que, honestamente, mais me passou ao lado, das vezes que ouvi. A letra é repetitiva e chega a uma parte que realmente me chateia, com a frase "Hallelujah, I need your love". Tem algumas frases engraçadas, como: "It never was about the money or the drugs / For you, there's only love", no entanto, é mesmo aquela que menos gostei no álbum, embora também tenho gostado dela, de uma certa maneira. No entanto e em compensação, God Knows I Tried é um autêntico poema, com "Dance around like I'm insane / I feel free when I see no one / And nobody knows my name". Ao refrão parece que falta uma explosão qualquer, mas cumpre. É das músicas que mais gosto em todo o CD. High By The Beach, uma música que eu pessoalmente não acho grande piada (embora seja, sem dúvida, o ponto alto do álbum a níveis comerciais), tem uma grande letra - e se retiramos o refrão repetitivo, conseguimos tirar de lá esta preciosa frase <3 : "Now you're just another one of my problems / Because you got out of hand / We won't survive / We're sinking into the sand". Tem uma letra meio metafórica, o que encaixa bem, por ser uma música tão catchy e atractiva, como é. Não é das minhas favoritas, mas a letra tem o seu destaque, na minha opinião. Art Deco, é uma das minhas músicas de eleição, também. A melodia, o ambiente da canção, tudo. Tudo na música é perfeito, principalmente este verso: "You're so Art Deco, out on the floor / Shining like gun metal, cold and unsure". É uma composição mais fraca em relação às que mencionei aqui atrás, mas encaixou perfeitamente na música que é. Por fim, mas não menos importantes, Terrence Loves You e The Blackest Day são outras composições das quais eu também gosto bastante, especialmente o último minuto da primeira, com o Grand Control to Major Tom, que é simplesmente um dos momentos que eu mais gosto em TODO o trabalho da Lana. Já a The Blackest Day, estes versos falam por si: "Ever since my baby went away / It's been the blackest day, it's been the blackest day" e "Because I'm going deeper and deeper / (...) Looking for love / In all the wrong places". O refrão desta música é apenas monstruoso, no bom sentido. A forma como a melodia cresce à medida que a música avança está fantástica. Gosto mesmo. Já a 24, vale pelo chorus, porque no geral é um pouco cansativa, tal como a Swan Song, que a meu ver, está mal aproveitada. Tem uma melodia brutal, talvez aquela que logo de início é a mais forte, mas a letra corta esta ligação. É uma balada, mas que não soa como uma... No entanto, adoro a parte "It will be our swan song"; mais uma vez, com o refrão a favor. 
Em suma, as minhas favoritas do álbum, contudo, são, a Freak - aquele ambiente na música é qualquer coisa. A letra não é uma obra de arte, não é um "poema", mas eu fico louco, a ouvir aquilo. É das poucas músicas da Lana que conjuga tão, mas tão bem, a sensualidade com a vontade de dançar (o que não é muito comum na discografia dela, tirando uma ou outra). É uma música única, especial e que, para mim, marca completamente este trabalho. Se querem uma música para viciar, ouçam Freak! "Baby, if you wanna leave / Come to California and be a freak like me, too" e "We could slow dance to rock music / Kiss while we do it / Talk 'til we both turn blue" (esta! <3) são dos versos mais épicos que eu me lembro de ver. Estou rendido. Apaixonado. Tudo! É a minha favorita.;  a Art Deco - por ir também um pouco na onda de Freak. Os trap beats por trás são algo tão especial neste álbum. Eu pessoalmente não gostava muito do género, mas combinou tão bem (e melhor ainda nestas duas músicas) que me deixou completamente fã. Art Deco é excelente.; e a Salvatore - os violinos, o italiano, a doçura na música. Isto, é absolutamente magnífico. A letra não é wow, mas o canto é lindo. "Ah-ah-ah-ah / Ciao amore" e "Salvatore can wait / Now it's time to eat / Soft ice cream". Eu posso não ser especialista de música, ser apenas mais um entre muitos que ouviu este álbum, mas esta música merecia reconhecimento. Quantos mais artistas conhecem que fariam uma música assim? É um pouco triste não darem valor a isto, mas enfim. É uma das músicas mais icónicas do álbum.
Estas três (Freak, Art Deco e Salvatore) transportam-nos para outro ambiente, algo novo e inspirador. É refrescante. Concluindo... (para aqueles que tiveram coragem de ler tudo :haha: ): 

Honeymoon - 7,5
Music To Watch Boys To - 8,5
Terrence Loves You - 9,0
God Knows I Tried - 9,0 
High By The Beach - 7,5
Freak - 10
Art Deco - 9,5 
Burnt Norton (Interlude)* 
Religion - 7,0
Salvatore - 9,5
The Blackest Day - 9,0
24 - 8,0
Swan Song - 8,0
Don't Let Me Be Misunderstood** - 8,5

Geral: 8,5

*Não vejo necessidade de avaliar um Interlude. Gosto bastante do monólogo, mas confesso que também não vi grande sentido naquilo.
**O cover surpreendeu-me pela positiva. Não esperava que ficasse tão diferente e tão bom ao mesmo tempo. É umas das melhores músicas do álbum, tal como The Other Woman era, no Ultraviolence. É pena ser tão pequena. 

No geral, o álbum cumpre as expectativas de quem espera algo mais parecido ao Born to Die - talvez por ser mais comercial nalguns aspetos -, mas pode também ser uma desilusão para quem gosta realmente da Lana de West Coast, embora eu não tenha dúvidas que seja bastante difícil não gostar do álbum. É o típico álbum da Lana Del Rey: letras profundas, quase cruéis, um Fifty Shades of Tristeza ( :haha: ), mas que mantém a sensualidade não só da voz da Lana, mas também nas suas melodias e sonoridades, mais uma vez, novas, para ela. É o meu álbum favorito do ano até agora, e que provavelmente será, até ao fim do mesmo (The Neighbourhood, por favor, façam algo bom! <3), mesmo que as minhas opiniões sobre estas músicas mudem com o passar do tempo, o que é natural. :P Recomendo... Muito! 

  • Gosto 3
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Sinceramente nao acho o Honeymoon nada parecido com o Born to Die, a sonoridade vai mais ao encontro do Ultraviolence, inclusive na maneia de cantar (ela no Born to Die cantava de maneira diferente). É que não tem mesmo nada a ver, nao há aqui musicas do estilo da Blue Jeans, Off the Races, Lolita, etc, acho que a unica musica que me faz lembrar um pouco o Born to Die e a High By The Beach, de resto nada.

Até agora o album não me convenceu, parece-me ser o album menos bom dela; é muito lento e precisava de mais musicas do genero da High By the Beach. Fiquei um pouco desiludido, não é que o album seja mau mas esperava algo diferente e melhor. Após duas obras primas este album fica claramente abaixo dos dois anteriores... acho que ela precisa de fazer uma pausa de 1 ou 2 anos, o facto de ela lançar todos os anos cd's tira-lhe tempo para melhorar as músicas.

 

 

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Rihanna fala sobre Taylor Swift 

Parte da entrevista de Rihanna para NME Magazine

Sobre Taylor Swift e a 1989 Tour:
Eu acho que não iria. Eu simplesmente acho que não faz sentido. 
Eu não acho que nossas marcas são as mesmas. Elas não se combinam. Eu não acho que nossos públicos são os mesmos. Pra mim, ela é um modelo a ser seguido, eu não.

Mais um trecho da entrevista:
Eu quero que as pessoas se divirtam mas tenham responsabilidades, se protejam e tenham controle de suas vidas. Você nunca pode julgar pessoas. Eu sempre pensei dessa forma. Você nunca sabe o que ela está passando.

 

Postado (editado)

Sinceramente nao acho o Honeymoon nada parecido com o Born to Die, a sonoridade vai mais ao encontro do Ultraviolence, inclusive na maneia de cantar (ela no Born to Die cantava de maneira diferente). É que não tem mesmo nada a ver, nao há aqui musicas do estilo da Blue Jeans, Off the Races, Lolita, etc, acho que a unica musica que me faz lembrar um pouco o Born to Die e a High By The Beach, de resto nada.

Até agora o album não me convenceu, parece-me ser o album menos bom dela; é muito lento e precisava de mais musicas do genero da High By the Beach. Fiquei um pouco desiludido, não é que o album seja mau mas esperava algo diferente e melhor. Após duas obras primas este album fica claramente abaixo dos dois anteriores... acho que ela precisa de fazer uma pausa de 1 ou 2 anos, o facto de ela lançar todos os anos cd's tira-lhe tempo para melhorar as músicas.

Blue Jeans, Off to the Races, National Anthem, entre outras, são tudo músicas que misturam o pop com o hip-hop, que era o principal objetivo da Lana, na altura. Portanto acho natural que não voltemos a encontrar este estilo (este, completamente igual a estas músicas) num novo trabalho da Lana, porque ela já demonstrou que o que quer fazer é experimentar vários géneros, e é por isso que os álbuns são todos diferentes. E o Honeymoon não é um Born to Die, nem é um Ultraviolence, é um Honeymoon. Tem o seu próprio estilo e algo que o diferencia dos outros, se reparares bem. No entanto, entre o primeiro e o segundo álbum, este está mais próximo do primeiro, embora seja um pouco um "intermédio" entre os dois. Art Deco lembra imenso o Born to Die (especialmente o início da música), a Terrence Loves You podia estar no Ultraviolence, mas acho que não podes dizer que se parece mais com o segundo, porque o género é muito diferente... No Ultraviolence tens rock, tens guitarras elétricas e baterias que explodem nos ouvidos, como acontece em Pretty When You Cry. Aqui no Honeymoon não encontras nada disso, porque o álbum é mais comercial, logo fica mais próximo do primeiro trabalho da Lana, mesmo que a forma de cantar seja diferente. Pelo menos na minha opinião. :mosking: E já agora, eu não sei se foi esta razão para ela começar a cantar de maneira diferente, mas na altura do BtD, houve um crítico qualquer que disse que o álbum era um orgasmo fingido, principalmente a voz da Lana. Ela nunca mais voltou a cantar da mesma maneira, mas também é um pouco impossível porque as músicas não pedem muitos os gritos que ela dava no primeiro álbum. :haha: 

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Concordo mesmo com isto. Não é o meu álbum favorita da Lana (para já, porque a minha opinião sobre as músicas ainda vai mudar muito), mas este é mais genuíno. Parece que sai mais naturalmente que os álbuns anteriores, o que é muito bom. E eu gosto muito mais deste que o Born to Die, até porque honestamente, não é um álbum que eu ache uma obra de arte. É giro, tem boas músicas, mas são poucas as que eu ouça e diga "Adoro tanto isto!"... De um 0 a 10, o Born to Die não vale mais que um 7, sinceramente. Já estes dois, para mim, são superiores, mas isto também depende muito da pessoa, porque o Ultraviolence e o Honeymoon são muito mais o meu estilo. :P 

Editado por Miguel S.
  • Gosto 2
Postado (editado)

Blue Jeans, Off to the Races, National Anthem, entre outras, são tudo músicas que misturam o pop com o hip-hop, que era o principal objetivo da Lana, na altura. Portanto acho natural que não voltemos a encontrar este estilo (este, completamente igual a estas músicas) num novo trabalho da Lana, porque ela já demonstrou que o que quer fazer é experimentar vários géneros, e é por isso que os álbuns são todos diferentes. E o Honeymoon não é um Born to Die, nem é um Ultraviolence, é um Honeymoon. Tem o seu próprio estilo e algo que o diferencia dos outros, se reparares bem. No entanto, entre o primeiro e o segundo álbum, este está mais próximo do primeiro, embora seja um pouco um "intermédio" entre os dois. Art Deco lembra imenso o Born to Die (especialmente o início da música), a Terrence Loves You podia estar no Ultraviolence, mas acho que não podes dizer que se parece mais com o segundo, porque o género é muito diferente... No Ultraviolence tens rock, tens guitarras elétricas e baterias que explodem nos ouvidos, como acontece em Pretty When You Cry. Aqui no Honeymoon não encontras nada disso, porque o álbum é mais comercial, logo fica mais próximo do primeiro trabalho da Lana, mesmo que a forma de cantar seja diferente. Pelo menos na minha opinião. :mosking: E já agora, eu não sei se foi esta razão para ela começar a cantar de maneira diferente, mas na altura do BtD, houve um crítico qualquer que o álbum era um orgasmo fingido, principalmente a voz da Lana. Ela nunca mais voltou a cantar da mesma maneira, mas também é um pouco impossível porque as músicas não pedem muitos os gritos que ela dava no primeiro álbum. :haha: 

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Concordo mesmo com isto. Não é o meu álbum favorita da Lana (para já, porque a minha opinião sobre as músicas ainda vai mudar muito), mas este é mais genuíno. Parece que sai mais naturalmente que os álbuns anteriores, o que é muito bom. E eu gosto muito mais deste que o Born to Die, até porque honestamente, não é um álbum que eu ache uma obra de arte. É giro, tem boas músicas, mas são poucas as que eu ouça e diga "Adoro tanto isto!"... De um 0 a 10, o Born to Die não vale mais que um 7, sinceramente. Já estes dois, para mim, são superiores, mas isto também depende muito da pessoa, porque o Ultraviolence e o Honeymoon são muito mais o meu estilo. :P 

Lá está, essa falta do hip hop/rap e a maneira de cantar dela (que adquiriu com o Ultraviolence) fazem-me relacionar o Honeymoon com o Ultraviolence e nao noto assim grandes diferenças, grande parte das musicas do Honeymoon cabiam no Ultraviolence, no entanto quase nenhuma delas poderia entrar no Born to Die (no maximo 2 ou 3).

De qualquer forma, para mim este e o pior album dos 3, sem duvida nenhuma. Fico contente por quem gostou, mas pra mim foi uma desilusão e esperava algo muito melhor. Ela quando lançou a Honeymoon ja fiquei de pe atras, mas com a capa colorida e com o primeiro single esperava um album com mais ritmo. O álbum chega a meio e a partir dai e sempre a mesma coisa, a mesma sonoridade e as musicas mal se distinguem umas das outras; é aborrecido e pra mim a Lana nunca foi aborrecida... quer dizer, ate o Ultraviolence tinha muito mais ritmo que este, e era "triste"!

Editado por Forbidden
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Lá está, essa falta do hip hop/rap e a maneira de cantar dela (que adquiriu com o Ultraviolence) fazem-me relacionar o Honeymoon com o Ultraviolence, e nao noto assim grandes diferenças, grande parte das musicas do Honeymoon cabiam no Ultraviolence, no entanto quase nenhuma delas poderia entrar no Born to Die (no maximo 2 ou 3).

De qualquer forma, para mim este e o pior album dos 3, sem duvida nenhuma. Fico contente por quem gostou, mas pra mim foi uma desilusão, esperava algo muito melhor sinceramente. Ela quando lançou a Honeymoon ja fiquei de pe atras, mas com a capa colorida e com o primeiro single esperava um album com mais ritmo. O álbum chega a meio e a partir dai e sempre a mesma coisa, a mesma sonoridade e as musicas mal se distinguem umas das outras; é aborrecido e pra mim a Lana nunca foi aborrecida... quer dizer, ate o Ultraviolence tinha muito mais ritmo que este, e era "triste".

Sim, a maneira de cantar concordo contigo. Eu percebi o que tu queres dizer. :mosking:  E o problema nem é muito as músicas que poderiam estar, acho que o torna mais parecido com o primeiro, é o facto de ser mais comercial. Acho que é daí que vêm grande parte das comparações, pelas reviews que li na net. E eu também achei isso mesmo que disseste no fim! A primeira vez que ouvi fiquei mesmo desiludido, porque depois da Freak e da Art Deco parecia tudo muito igual, não sei... Mas depois voltei a ouvir, e comecei a gostar mais. Eu já mudei bastante a minha opinião sobre as últimas músicas, porque são diferentes das outras músicas calmas da Lana. Se comparares a 24, por exemplo, com as últimas músicas do Ultraviolence (Old Money, Black Beauty...) notas que, mesmo sendo mais calmas, têm uma melodia muito diferente. Muito própria do álbum. E acho que se destingem bastante bem umas das outras, mas eu também já ouvi algumas vezes. :haha:  E aborrecido é que não concordo nada. Acho que é o oposto disso, até. 

Postado

Se tiver uma palavra será hipnotizante. Acaba por ser um misto entre o Born to Die e o Ultraviolence. Temos instrumentais menos monótonos e que me remontam mais a algumas músicas do Born to Die mas também temos baladas muito boas, tal como no álbum Ultraviolence… Aliás, dá um pouco a sensação de que o álbum está dividido em dois. Até lá para Freak/Art Deco dá uma sensação de ser mais parecido com Born to Die e depois é o estilo de Ultraviolence batido nas restantes músicas. Portanto acaba por ser uma espécie de “melhor de dois mundos”. Born to Die dá uma sensação mais comercial se ouvirmos Ultraviolence e Ultraviolence dá uma sensação de maior monotonia se já tivéssemos ouvido Born to Die.

Honeymoon tem as duas coisas e surpreendeu as minhas expectativas. À exceção de High by the Beach (e ainda não tinha tido oportunidade para ouvir Music To Watch Boys To), os singles que tinham saído era bons, mas não o suficiente para ir logo fazer download deles como tinha feito com West Coast, por exemplo. Honeymoon consegue conquistar quando se ouve mais vezes, Music To Watch Boys To é das melhores músicas do álbum e High by the Beach, claro, já me tinham conquistado antes com aquele estilo hipnótico.

Os instrumentais das músicas também têm de ser destacados. Estão excelentes, melhores ainda que nos dois últimos álbuns dela. Art Deco e Salvatore (o estilo desta lembra-me uma versão de “The Other Woman” do Ultraviolence, não sei se sou o único :laugh: ) são dois exemplos, para mim, em que acho que o instrumental sobe ainda mais a qualidade da música.

No geral, nada desapontante, pelo contrário. Para mim acho que é mesmo o melhor álbum dela e, sem dúvida, o melhor álbum que ouvi este ano (também estou à espera dos The NHBD com ansiedade, claro, não andasse viciado com a RIP 2 My Youth :haha: ). A identidade está lá, o álbum ouve-se bastante bem, como qualquer outro álbum dela. O maior problema é mesmo eleger uma música favorita, mas isso não é grande novidade para mim, nunca consegui nomear uma favorita dela para ser sincero. :laugh:

Honeymoon: 9.5/10
Music To Watch Boys To: 10/10
Terrence Loves You: 9/10
God Knows I Tried: 8/10
High by the Beach: 10/10
Freak: 8.5/10
Art Deco: 10/10
Religion: 9/10
Salvatore: 10/10
The Blackest Day: 9.5/10
24: 8.5/10
Swan Song: 9/10
Don’t Let Me Be Misunderstood: 8.5/10

 9,2/10

  • Gosto 2
Postado

Já ouvi Honeymoon. Adorei, porque é Lana, é impossível para mim não gostar. Ela é a última Diva de Hollywood e transporta-nos para os anos 50 de uma maneira hipnótica.  Concordo quando dizem que este álbum é muito mais parecido com Born To Die do que com Ultraviolence. Eu senti isso quando o ouvi, porque a sensação que me transmitiu foi muito mais positiva do que o terceiro álbum dela. Mesmo em relação aos temas, porque, tal como BtD, o romantismo esperançoso, louco, diferente e positivo é o tema principal, enquanto que Ultraviolence é muito mais negativo, trata de relações mais perturbadas, muito delas impossíveis, cruéis mesmo. Honeymoon está entre o EP Paradise e Ultraviolence, com elementos de ambos. É delicioso. As minhas favoritas são, sem dúvida, Music To Watch Boys To (é a mais comercial, mas na verdade eu adoro-a, especialmente o verso "No holds barred, I've been sent to destroy"; amei estas palavras), Freak, 24, Salvatore, The Blackest Day e o cover da música de Nina Simone que encerra o álbum. Mas, para ser sincero, eu gosto é do álbum todo junto, ouvido de uma só vez, como um livro. É tão coeso e faz tanto sentido todo junto. Não sei se vai ultrapassar o meu álbum favorito dela, Ultraviolence, mas posso dizer que já me marcou. :D

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Uma fonte próxima de Miley, confirmou que o som que se houve no ínicio de BB Talk se trata de Miley a aspirar cocaína:

 

 

Ao que parece, a Miley tinha planeado casar-se e ter filhos com o Liam, e depois de terminar com ele, começou a usar drogas pesadas, como cocaína. (Esta música fala do relacionamento conturbado dela com o Patrick, pois quando estava com o Patrick, só pensava no Liam)

Editado por Faded
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Uma fonte próxima de Miley, confirmou que o som que se houve no ínicio de BB Talk se trata de Miley a aspirar cocaína:

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Ao que parece, a Miley tinha planeado casar-se e ter filhos com o Liam, e depois de terminar com ele, começou a usar drogas pesadas, como cocaína. (Esta música fala do relacionamento conturbado dela com o Patrick, pois quando estava com o Patrick, só pensava no Liam)

Ela que não se deixe disso que vai acabar como a Amy Winehouse...

  • Gosto 1
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O Grito de socorro de Lady Gaga 

"Senti medo, revolta, nojo, constrangimento; uma dor inesquecível que invade a alma e permanece comigo até hoje". Estas palavras são de uma vítima real de abuso sexual, violência que as universidades americanas parecem não dar importância. Caladas e escondidas nas sombras, “Til It Happens To You” é o grito de Lady Gaga ecoando o sentimento de injustiça aos sobreviventes destes assédios nos campos universitários.

Mas o que Lady Gaga tem a ver com esta causa? Tudo. Gaga revelou numa entrevista do ano passado que, aos 19 anos, foi abusada sexualmente por um homem com o dobro da sua idade. Assim como a maioria das vítimas de abuso sexual, a cantora conseguiu bloquear a tortura por mais alguns anos até cair em si. Foi com essa raiva, cultivada em seu coração ainda ferido, que nasceu a canção “Swine”, do albúm ARTPOP.  Com essa perfeita combinação, nasceu “Til It Happens To You”, uma música de letras simples cujos vocais fortes expressam um sofrimento profundo. A canção poderia fazer parte do contexto de qualquer perda na vida, mas foi o sentimento de dor causado pela agressão sexual que Lady Gaga cravou e eternizou em milhares de jovens com apenas 4 minutos e 10 segundos.

Desempenho :

"Til It Happens To You" já conta com mais de 5 milhões de visualizações em apenas 48 horas, sendo o vídeo mais popular do Youtube neste momento. Lady Gaga voltou ao Nº1 do Itunes de vários países desde o lançamento de TIHTY. Atingiu também o Nº 1 na Billboard Trending, sendo a música mais popular no twitter. O vídeo e a música estão a sensibilizar o mundo inteiro e cada pessoa que a comprar no  Itunes está a ajudar associações de apoio à vítima de abuso sexual. 

  • Gosto 6
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Um álbum cinematográfico, calmo, melodramático, e acima de tudo, clean. Muito clean. 

Honeymoon é provavelmente o álbum mais Lana. É fantástico. Não há como não gostar. Mas é demasiado clean. Parece que o instrumental foi reduzido até ao demasiado. Há imensas músicas que parecem-se umas com as outras, sem grandes ritmos ou grandes diferenças, que só se distinguem no climax da música. Em Born to Die, havia um pop e hip-hop que distinguia tudas as músicas umas das outras. Em Ultraviolence, o álbum também era melancólico, mas haviam guitarras elétricas, violinos, baterias, as músicas soavam diferentes. Aqui, não acontece tanto. Quando uma música começa, começa quase à capella. E são todas assim. Depois lá ganham distinções nos refrões, mas nunca chegam a ficar super diferentes. 

Não é que isso seja mau, mas também não é bom. Estou-me a repetir, mas não encontro climaxs tão marcados como encontro em Shades of Cool, Pretty when You Cry ou National Anthem.
Contudo, é um álbum fantástico. Destaco Music to Watch Boys To, The Blackest Day, e Honeymoon. 

 

  • Gosto 2
Postado (editado)

Meu deus, amei essa nova música da Lady Gaga. Uma mensagem importantíssima e claro, uma voz também fantástica. Simplesmente adorei. Fica mesmo na cabeça a letra.

Editado por TheSecret
  • Gosto 3
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Uma fonte próxima de Miley, confirmou que o som que se houve no ínicio de BB Talk se trata de Miley a aspirar cocaína:

 

 

Ao que parece, a Miley tinha planeado casar-se e ter filhos com o Liam, e depois de terminar com ele, começou a usar drogas pesadas, como cocaína. (Esta música fala do relacionamento conturbado dela com o Patrick, pois quando estava com o Patrick, só pensava no Liam)

A sério, não sei como é que antigamente gostava tanto dela..

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