jean Postado 27 de setembro 2025 Postado 27 de setembro 2025 A Zara disse mesmo que o verão ainda não tinha acabado perfeita O álbum está impecável. Um erro ter sido lançado no início no outono, tinha tudo para estourar nos meses mais quentes. Para além desta, que é icónica por razões óbvias, destaco a Saturn’s Return. Acho que é a faixa mais interessante do álbum. 1 5 Citar
Magazine Postado 28 de setembro 2025 Postado 28 de setembro 2025 Também já coloquei Eurosummer na rotação Mãe 1 Citar
André Postado 3 de outubro 2025 Postado 3 de outubro 2025 A gostar muito do álbum à primeira audição! 6 Citar
jean Postado 3 de outubro 2025 Postado 3 de outubro 2025 Se este não é o melhor lead da Taylor, está certamente no TOP3. É uma excelente música para "vender" o álbum e uma excelente opening track. O álbum está ótimo e vai ser que nem Midnights: vai envelhecer muito bem 1 3 Citar
Pimpolho Postado 3 de outubro 2025 Postado 3 de outubro 2025 Já eu tenho de admitir que estou desiludido com o álbum da Taylor... É um Midnights 3.0, mas pior. O som não condiz nada com a estética do álbum, as letras são cringe e infantis (actually romantic??) e as músicas não são tão "pegajosas", não ficam na cabeça. Há algumas fofas, outras boas, sim, como Fate ou Opalite, mas de resto é um álbum muito sem sal. Há músicas que são literalmente cópias do Midnights. Cancelled é uma tentativa de copiar Vigilante Shit e Wish List é a irmã gémea de Glitch... Soa desinspirado. Foi para isto que voltou a trabalhar com o Max Martin? Citar
jean Postado 3 de outubro 2025 Postado 3 de outubro 2025 há 42 minutos, Pimpolho disse: Já eu tenho de admitir que estou desiludido com o álbum da Taylor... É um Midnights 3.0, mas pior. O som não condiz nada com a estética do álbum, as letras são cringe e infantis (actually romantic??) e as músicas não são tão "pegajosas", não ficam na cabeça. Há algumas fofas, outras boas, sim, como Fate ou Opalite, mas de resto é um álbum muito sem sal. Há músicas que são literalmente cópias do Midnights. Cancelled é uma tentativa de copiar Vigilante Shit e Wish List é a irmã gémea de Glitch... Soa desinspirado. Foi para isto que voltou a trabalhar com o Max Martin? Qual foi para ti o Midnights 2.0? o TTPD? Posso estar enganado, mas acredito que a estética do álbum transmite aquilo que é o "show", aquilo que as pessoas veem. E as músicas são a vida dela, aquilo que acontece "behind the curtain" (como ela fez questão de referir algumas vezes ). Ou seja, apesar de serem vibes diferentes, o conceito num todo faz imenso sentido. Eu já sabia que muitos fãs iam sentir-me defraudados. Estavam à espera do irmão do 1989 e do rep e eu tinha quase a certeza que isso não ia acontecer. Não me enganei. Ela faz sempre o contrário do que os fãs pedem Citar
Pimpolho Postado 3 de outubro 2025 Postado 3 de outubro 2025 (editado) há 35 minutos, jean disse: Qual foi para ti o Midnights 2.0? o TTPD? Posso estar enganado, mas acredito que a estética do álbum transmite aquilo que é o "show", aquilo que as pessoas veem. E as músicas são a vida dela, aquilo que acontece "behind the curtain" (como ela fez questão de referir algumas vezes ). Ou seja, apesar de serem vibes diferentes, o conceito num todo faz imenso sentido. Eu já sabia que muitos fãs iam sentir-me defraudados. Estavam à espera do irmão do 1989 e do rep e eu tinha quase a certeza que isso não ia acontecer. Não me enganei. Ela faz sempre o contrário do que os fãs pedem A primeira parte do TTPD, sim! Eu não estava à espera de um 1989 ou reputation, até porque o 1989 é pop perfection, impossível de repetir (viu-se com os vault tracks). Não estava à espera de sintetizadores dos anos 80, estava à espera de um europop dançável e veio uma sonoridade igual à do Midnights. No entanto, a produção não é o pior, as letras são... Há músicas minimamente interessantes, como Cancelled, que são completamente arruinadas pela letra... o que é aquilo? Completamente tone deaf. Editado 3 de outubro 2025 por Pimpolho Citar
Oliveranto Postado 3 de outubro 2025 Postado 3 de outubro 2025 Também acho dos álbuns mais fracos da taylor, tirando uma ou outra música, o resto é chato, sem grandes vocais, nem a escrita se safa. Pelo menos escolheram a melhor música para lead single, pode ajudar (não que ela precise desse tipo de ajuda para vender). Midnights > ttpd > tlosg 1 Citar
João_O Postado 3 de outubro 2025 Postado 3 de outubro 2025 Eu já acho que o álbum tem vibes de 1989 e reputation juntos e toca em muito ligeiras ramificações do Midnights também, mas mesmo assim acho bem diferente a nível de produção - o TTPD (principalmente a versão standard, assemelha-se muito mais ao Midnights). À medida que uma pessoa vai ouvindo vai-se apercebendo. Mas achei um álbum bem agradável. "The Fate of Ophelia" é um lead single com pujança, bem mais forte que "Fortnight" e diria até que "Anti-Hero". Escolheu bem. "CANCELLED!" grita reputation e para mim foi das melhores do álbum de longe. Acho que o álbum tem uma ótima opener track "The Fate of Ophelia" e tem uma ótima closing track "The Life of a Showgirl" - uma faixa quase autobiográfica, e a Sabrina encaixou super bem. Estava com receio que fosse mais uma collab com backing vocals, mas não foi de todo. 1 Citar
M2M Postado 3 de outubro 2025 Postado 3 de outubro 2025 Vocês realmente adoram um bom arroz requentado 3 1 Citar
jean Postado 3 de outubro 2025 Postado 3 de outubro 2025 (editado) há 2 horas, Pimpolho disse: A primeira parte do TTPD, sim! Eu não estava à espera de um 1989 ou reputation, até porque o 1989 é pop perfection, impossível de repetir (viu-se com os vault tracks). Não estava à espera de sintetizadores dos anos 80, estava à espera de um europop dançável e veio uma sonoridade igual à do Midnights. No entanto, a produção não é o pior, as letras são... Há músicas minimamente interessantes, como Cancelled, que são completamente arruinadas pela letra... o que é aquilo? Completamente tone deaf. Nunca achei o TTPD um Midnights 2.0, nem nunca percebi a comparação O TTPD é muito mais pesado e triste. E também não acho este parecido ao Midnights, por acaso. Consigo distingui-los muito bem. Tbh acho que ela fez bem em afastar-se da escrita melancólica e densa do TTPD neste novo álbum. Não considero que seja infantil, está apaixonada, numa fase mais leve e ainda respondeu às críticas com o humor dela que já é bem conhecido por nós. Eu gostei. Este tipo de sonoridade é a praia dela. Ou, pelo menos, é aquilo que ela tem gostado de fazer. Culpavam o Jack por isso, mas a verdade é que ela foi buscar o Max Martin e mesmo assim não voltou para o pop farofa. É o que é, resta aceitar Editado 3 de outubro 2025 por jean 1 1 Citar
Pedro. Postado 3 de outubro 2025 Postado 3 de outubro 2025 há 12 horas, Pimpolho disse: Já eu tenho de admitir que estou desiludido com o álbum da Taylor... É um Midnights 3.0, mas pior. O som não condiz nada com a estética do álbum, as letras são cringe e infantis (actually romantic??) e as músicas não são tão "pegajosas", não ficam na cabeça. Há algumas fofas, outras boas, sim, como Fate ou Opalite, mas de resto é um álbum muito sem sal. Há músicas que são literalmente cópias do Midnights. Cancelled é uma tentativa de copiar Vigilante Shit e Wish List é a irmã gémea de Glitch... Soa desinspirado. Foi para isto que voltou a trabalhar com o Max Martin? Eu genuinamente não gostei do álbum, foi uma tortura chegar ao fim (e foram só 40 minutos). Vou mais longe e digo que dos 12 álbuns dela este é claramente o pior. Nada flui ali, não há uma música que eu vá voltar a ouvir. Mau songwriting, produção super desinspirada, vocals super monótonos. Achei mesmo muito mau. 1 1 Citar
Diogo O. Postado 3 de outubro 2025 Postado 3 de outubro 2025 (editado) Pois, podem não ter gostado, mas bombou demais. Ainda faltam algumas horas para deixar de contabilizar e "The Fate of Ophelia" é o MAIOR DEBUT DE SEMPRE de uma música no Spotify. Ultrapassa "Fortnight" (25M). Editado 3 de outubro 2025 por Diogo O. 2 Citar
Oliveranto Postado 3 de outubro 2025 Postado 3 de outubro 2025 há 31 minutos, Diogo O. disse: Pois, podem não ter gostado, mas bombou demais. Ainda faltam algumas horas para deixar de contabilizar e "The Fate of Ophelia" é o MAIOR DEBUT DE SEMPRE de uma música no Spotify. Ultrapassa "Fortnight" (25M). Mas era óbvio que ia bombar, já era o álbum com maior número de pre-save de sempre, por isso não há novidade nenhuma que vai fazer excelentes números. Daí a ser um bom álbum, há uma grande diferença. É tudo medíocre, desde a sonoridade, à escrita, a voz… e eu adoro a taylor, mas ao contrário do que os números mostram para mim está numa onde descendente, pois já o TTPD foi um álbum mediano para mim, este ainda consegue ser pior. 2 Citar
Pedro. Postado 3 de outubro 2025 Postado 3 de outubro 2025 há 31 minutos, Oliveranto disse: Mas era óbvio que ia bombar, já era o álbum com maior número de pre-save de sempre, por isso não há novidade nenhuma que vai fazer excelentes números. Daí a ser um bom álbum, há uma grande diferença. É tudo medíocre, desde a sonoridade, à escrita, a voz… e eu adoro a taylor, mas ao contrário do que os números mostram para mim está numa onde descendente, pois já o TTPD foi um álbum mediano para mim, este ainda consegue ser pior. Eu acho o TTPD fraco como um todo, acho boring, nunca o voltei a ouvir do início ao fim depois da primeira vez. Acho mesmo desinteressante como body of work, muitos fillers. Mas... Tem ainda uns bons highlights, há ali várias músicas que eu acho muito boas. Recorrentemente ouço várias. Agora este não consegui mesmo gostar de uma única. Talvez já tenha ido de má vontade porque achei tudo neste rollout uma valente seca, mas não gostei mesmo. Por exemplo, Midnights não sou muito fã porque não gosto da produção, mas sei ter o distanciamento de admitir que é um trabalho interessante, só não é para mim. Mas este achei mesmo mau. 1 Citar
jean Postado 4 de outubro 2025 Postado 4 de outubro 2025 Mas podemos avaliar um álbum como “mau” e “o pior da carreira” após uma audição? Pergunta genuína. Porque vi até vídeos de pessoas a dizer que não chegaram ao fim do álbum. Está assim tão horrível, nível Maria Leal, para não conseguirem chegar ao fim? Ou as vossas expectativas é que não deram match com a sonoridade/produção do álbum e, por isso, é que vos custa tanto ouvir algo novo da Taylor? A cada lançamento a história repete-se. O 1989 foi um drama por ser 100% pop, hoje é o que é. O rep na altura foi super criticado, hoje é um marco na carreira. O Lover foi odiado durante anos, até que chega a The Eras Tour e afinal já é bom. O Midnights era terrível também - ainda hoje leva hate -, mas vão buscá-lo como referência quando dá jeito. O TTPD dispensa comentários, não é? Provavelmente o álbum mais odiado pela crítica e até pela fanbase, mas agora é fantástico e que saudades têm as pessoas de letras profundas e líricas Há algo que as pessoas têm de perceber, e não falo só em relação à Taylor mas a outros artistas também: eles não têm que se estar sempre a superar, a cada lançamento. Esta comparação absurda sempre que um novo álbum surge é cansativa de tão repetitiva que é. Aproveitem os projetos individualmente, está tudo bem no facto da Taylor não querer escrever sobre depressão e sim sobre a p#la do Travis. Não gostaram? Epa, ouçam o folklore. E não se trata dos swifties não aceitarem críticas construtivas, até porque quem mais critica a Taylor é a própria fanbase mas as pessoas acha que não. Trata-se de destilarem ódio gratuito na internet quando 1) não deram espaço suficiente para perceber se o álbum é bom ou não, se cresce em vocês ou não e 2) não vai de encontro às vossas expectativas, então passa logo a ser mau. Girl, respira. It’s not that deep. 4 3 Citar
Oliveranto Postado 4 de outubro 2025 Postado 4 de outubro 2025 há 3 minutos, jean disse: Mas podemos avaliar um álbum como “mau” e “o pior da carreira” após uma audição? Pergunta genuína. Porque vi até vídeos de pessoas a dizer que não chegaram ao fim do álbum. Está assim tão horrível, nível Maria Leal, para não conseguirem chegar ao fim? Ou as vossas expectativas é que não deram match com a sonoridade/produção do álbum e, por isso, é que vos custa tanto ouvir algo novo da Taylor? A cada lançamento a história repete-se. O 1989 foi um drama por ser 100% pop, hoje é o que é. O rep na altura foi super criticado, hoje é um marco na carreira. O Lover foi odiado durante anos, até que chega a The Eras Tour e afinal já é bom. O Midnights era terrível também - ainda hoje leva hate -, mas vão buscá-lo como referência quando dá jeito. O TTPD dispensa comentários, não é? Provavelmente o álbum mais odiado pela crítica e até pela fanbase, mas agora é fantástico e que saudades têm as pessoas de letras profundas e líricas Há algo que as pessoas têm de perceber, e não falo só em relação à Taylor mas a outros artistas também: eles não têm que se estar sempre a superar, a cada lançamento. Esta comparação absurda sempre que um novo álbum surge é cansativa de tão repetitiva que é. Aproveitem os projetos individualmente, está tudo bem no facto da Taylor não querer escrever sobre depressão e sim sobre a p#la do Travis. Não gostaram? Epa, ouçam o folklore. E não se trata dos swifties não aceitarem críticas construtivas, até porque quem mais critica a Taylor é a própria fanbase mas as pessoas acha que não. Trata-se de destilarem ódio gratuito na internet quando 1) não deram espaço suficiente para perceber se o álbum é bom ou não, se cresce em vocês ou não e 2) não vai de encontro às vossas expectativas, então passa logo a ser mau. Girl, respira. It’s not that deep. Era muito mais fácil resumires isso tudo a aceitar quem gosta e quem não gosta, simples. Da mesma forma que não entendes quem não consegue ouvir o álbum até ao fim, eu não entendo quem o adora e acha uma obra prima. Pronto, as pessoas não vão mudar de ideias. É aceitar, concordo contigo que são poucos os álbuns que não gerem este tipo de discussão, o cowboy carter da beyonce é outro grande exemplo, uns acham excelente outros acham péssimo, é o que é. Também não acho que os artistas se tenham de superar a cada lançamento, nem acho que a Taylor o tenha feito sempre, acho sim que ela sabia dividir muito bem as “eras” e trazia sempre algo distinto, que podia não ser o que as pessoas estavam à espera mas que era bom dentro do género, aqui eu não acho bom porque não é nada, é arroz requentado como alguém disse, não tem identidade nenhuma este álbum (reforço, que é a minha opinião, não tem de ser a tua). 3 Citar
Pedro. Postado 4 de outubro 2025 Postado 4 de outubro 2025 há 43 minutos, jean disse: Mas podemos avaliar um álbum como “mau” e “o pior da carreira” após uma audição? Pergunta genuína. Porque vi até vídeos de pessoas a dizer que não chegaram ao fim do álbum. Está assim tão horrível, nível Maria Leal, para não conseguirem chegar ao fim? Ou as vossas expectativas é que não deram match com a sonoridade/produção do álbum e, por isso, é que vos custa tanto ouvir algo novo da Taylor? A cada lançamento a história repete-se. O 1989 foi um drama por ser 100% pop, hoje é o que é. O rep na altura foi super criticado, hoje é um marco na carreira. O Lover foi odiado durante anos, até que chega a The Eras Tour e afinal já é bom. O Midnights era terrível também - ainda hoje leva hate -, mas vão buscá-lo como referência quando dá jeito. O TTPD dispensa comentários, não é? Provavelmente o álbum mais odiado pela crítica e até pela fanbase, mas agora é fantástico e que saudades têm as pessoas de letras profundas e líricas Há algo que as pessoas têm de perceber, e não falo só em relação à Taylor mas a outros artistas também: eles não têm que se estar sempre a superar, a cada lançamento. Esta comparação absurda sempre que um novo álbum surge é cansativa de tão repetitiva que é. Aproveitem os projetos individualmente, está tudo bem no facto da Taylor não querer escrever sobre depressão e sim sobre a p#la do Travis. Não gostaram? Epa, ouçam o folklore. E não se trata dos swifties não aceitarem críticas construtivas, até porque quem mais critica a Taylor é a própria fanbase mas as pessoas acha que não. Trata-se de destilarem ódio gratuito na internet quando 1) não deram espaço suficiente para perceber se o álbum é bom ou não, se cresce em vocês ou não e 2) não vai de encontro às vossas expectativas, então passa logo a ser mau. Girl, respira. It’s not that deep. Percebo o que dizes, às vezes os álbuns precisam de ser ouvidos mais vezes para formar uma opinião. Certo. Mas eu não acho que este seja esse tipo de álbum. Se eu detestei o álbum, porque é que tenho de me forçar a ouvir umas quantas vezes para tentar que ele cresça em mim? É a mesma conversa que parte do fandom teve com o TTPD. Não, eu não vou ouvir aquilo mil vezes para forçar o gosto, não me apetece passar por essa tortura. E eu concordo, os artistas não têm sempre de se superar, mas têm de entregar bons trabalhos. A Taylor não o fez na minha perspetiva, como não o fez em 2024. Porque eu não sou nada hater, fui ouvir o álbum e não gostei, pronto. E agora nem estou a falar para ti diretamente, mas a incapacidade do fandom de lidar com críticas é uma coisa absurda. E, em certo ponto, prejudicial à própria Taylor porque ninguém evolui rodeada de "yes, mam". 2 Citar
jean Postado 4 de outubro 2025 Postado 4 de outubro 2025 há 4 minutos, Pedro M. disse: Percebo o que dizes, às vezes os álbuns precisam de ser ouvidos mais vezes para formar uma opinião. Certo. Mas eu não acho que este seja esse tipo de álbum. Se eu detestei o álbum, porque é que tenho de me forçar a ouvir umas quantas vezes para tentar que ele cresça em mim? É a mesma conversa que parte do fandom teve com o TTPD. Não, eu não vou ouvir aquilo mil vezes para forçar o gosto, não me apetece passar por essa tortura. E eu concordo, os artistas não têm sempre de se superar, mas têm de entregar bons trabalhos. A Taylor não o fez na minha perspetiva, como não o fez em 2024. Porque eu não sou nada hater, fui ouvir o álbum e não gostei, pronto. E agora nem estou a falar para ti diretamente, mas a incapacidade do fandom de lidar com críticas é uma coisa absurda. E, em certo ponto, prejudicial à própria Taylor porque ninguém evolui rodeada de "yes, mam". Estás no teu direito de não gostar do álbum, claro que sim. A minha crítica não é para quem ouviu e não gostou. É sim para quem crucifica a Taylor por não ter entregue aquilo que eles queriam. É por estarem constantemente a comparar projetos e sempre que um novo é lançado, ser o “ponto mais baixo da carreira dela”, como se ela tivesse sempre que se superar a cada álbum. Já todos vimos este filme antes. Em relação ao fandom… deves ter metade ou mais a criticar o álbum neste momento ao contrário do que as pessoas pensam, os maiores inimigos da Taylor são os fãs dela kkk e podem achar que não, porque compram tudo o que ela faz e assim. I mean, todos os fandoms fazem isso. Na Taylor nota-se mais porque são muitos 1 Citar
Pimpolho Postado 4 de outubro 2025 Postado 4 de outubro 2025 (editado) há 36 minutos, jean disse: Estás no teu direito de não gostar do álbum, claro que sim. A minha crítica não é para quem ouviu e não gostou. É sim para quem crucifica a Taylor por não ter entregue aquilo que eles queriam. É por estarem constantemente a comparar projetos e sempre que um novo é lançado, ser o “ponto mais baixo da carreira dela”, como se ela tivesse sempre que se superar a cada álbum. Já todos vimos este filme antes. Em relação ao fandom… deves ter metade ou mais a criticar o álbum neste momento ao contrário do que as pessoas pensam, os maiores inimigos da Taylor são os fãs dela kkk e podem achar que não, porque compram tudo o que ela faz e assim. I mean, todos os fandoms fazem isso. Na Taylor nota-se mais porque são muitos Migo, presumo que não estejas também a falar de mim é que em nenhum lugar na minha primeira crítica ao álbum eu falei em expectativas, avaliei-o objetivamente, independentemente delas (tu é que assumiste depois que eu não tinha gostado porque estava à espera de X ou Y). Eu acho normal eu esperar mais de alguém que eu sei que tem capacidade para mais, eu acho normal querer que uma das minhas artistas favoritas evolua e saia da zona de conforto, acho normal esperar isso dos artistas... não? Não quero letras depressivas nem música de faca e alguidar (nunca o disse!), não quero álbuns como o 1989 ou reputation (nunca o disse!) - até porque isso vai contra a minha tal expectativa de evolução -, etc. O que eu quero é que a Taylor demonstre a capacidade de reinvenção que sabemos que ela tem e já mostrou anteriormente e use o facto de ser a maior popstar do planeta de forma inteligente. Volto a dizer, ela está a lançar o mesmo álbum pela 3ª vez! Para além disso, dizer coisas como vão ouvir Folklore (quando, mais uma vez, foste tu que assumiste que as críticas vinham de um sítio que ninguém disse que vinham) ou chamar ódio gratuito ou terminar um testamento a defender um álbum com um "Girl, it's not that deep" não fica muito bonito... Quando a Gaga lançou Abracadabra, lembro-me de teres dito que era absurdo estarmos a aclamar a música dela (só porque sim, sem justificação... ódio gratuito?). E está tudo certo, sabes porquê? Porque isto é um fórum de OPINIÃO, serve para isso. Essa forma altiva com que falas em nada contribui para o debate de ideias. Editado 4 de outubro 2025 por Pimpolho 2 Citar
Oliveranto Postado 4 de outubro 2025 Postado 4 de outubro 2025 há 10 minutos, Pimpolho disse: Migo, presumo que não estejas também a falar de mim é que em nenhum lugar na minha primeira crítica ao álbum eu falei em expectativas, avaliei-o objetivamente, independentemente delas (tu é que assumiste depois que eu não tinha gostado porque estava à espera de X ou Y). Eu acho normal eu esperar mais de alguém que eu sei que tem capacidade para mais, eu acho normal querer que uma das minhas artistas favoritas evolua e saia da zona de conforto, acho normal esperar isso dos artistas... não? Não quero letras depressivas nem música de faca e alguidar (nunca o disse!), não quero álbuns como o 1989 ou reputation (nunca o disse!) - até porque isso vai contra a minha tal expectativa de evolução -, etc. O que eu quero é que a Taylor demonstre a capacidade de reinvenção que sabemos que ela tem e já mostrou anteriormente e use o facto de ser a maior popstar do planeta de forma inteligente. Volto a dizer, ela está a lançar o mesmo álbum pela 3ª vez! Para além disso, dizer coisas como vão ouvir Folklore (quando, mais uma vez, foste tu que assumiste que as críticas vinham de um sítio que ninguém disse que vinham) ou chamar ódio gratuito ou terminar um testamento a defender um álbum com um "Girl, it's not that deep" não fica muito bonito... Quando a Gaga lançou Abracadabra, lembro-me de teres dito que era absurdo estarmos a aclamar a música dela (só porque sim, sem justificação... ódio gratuito?). E está tudo certo, sabes porquê? Porque isto é um fórum de OPINIÃO, serve para isso. Essa forma altiva com que falas em nada contribui para o debate de ideias. Certo, nenhum de nós que aqui criticou o álbum o criticou por comparação ou com expectativas de algo. Falamos deste álbum objetivamente, acho que ninguém disse que tinha de ser, ou que esperávamos que fosse, o melhor álbum da carreira dela. Citar
jean Postado 4 de outubro 2025 Postado 4 de outubro 2025 há 25 minutos, Pimpolho disse: Migo, presumo que não estejas também a falar de mim é que em nenhum lugar na minha primeira crítica ao álbum eu falei em expectativas, avaliei-o objetivamente, independentemente delas (tu é que assumiste depois que eu não tinha gostado porque estava à espera de X ou Y). Eu acho normal eu esperar mais de alguém que eu sei que tem capacidade para mais, eu acho normal querer que uma das minhas artistas favoritas evolua e saia da zona de conforto, acho normal esperar isso dos artistas... não? Não quero letras depressivas nem música de faca e alguidar (nunca o disse!), não quero álbuns como o 1989 ou reputation (nunca o disse!) - até porque isso vai contra a minha tal expectativa de evolução -, etc. O que eu quero é que a Taylor demonstre a capacidade de reinvenção que sabemos que ela tem e já mostrou anteriormente e use o facto de ser a maior popstar do planeta de forma inteligente. Volto a dizer, ela está a lançar o mesmo álbum pela 3ª vez! Para além disso, dizer coisas como vão ouvir Folklore (quando, mais uma vez, foste tu que assumiste que as críticas vinham de um sítio que ninguém disse que vinham) ou chamar ódio gratuito ou terminar um testamento a defender um álbum com um "Girl, it's not that deep" não fica muito bonito... Quando a Gaga lançou Abracadabra, lembro-me de teres dito que era absurdo estarmos a aclamar a música dela (só porque sim, sem justificação... ódio gratuito?). E está tudo certo, sabes porquê? Porque isto é um fórum de OPINIÃO, serve para isso. Essa forma altiva com que falas em nada contribui para o debate de ideias. Nos comentários em que te citei, não te ataquei nem disse que a tua opinião não era válida. Peguei em alguns comentários para escrever o que achava de todo o alarido que estão a fazer na internet sobre este álbum, nunca o direcionei a ti em específico 1 Citar
tjspy Postado 4 de outubro 2025 Postado 4 de outubro 2025 O album tem uma ótima produção e tem muito boas letras, e está sim um bom body of work e tem toda uma estetica e propósito que o vai percorrendo. Não é uma biblia nem nada que se pareça, mas as queixas parecem-me um bocadinho cosinhas e talvez soem a gestão de expectativas 6 Citar
João_O Postado 4 de outubro 2025 Postado 4 de outubro 2025 há 2 horas, Oliveranto disse: Era muito mais fácil resumires isso tudo a aceitar quem gosta e quem não gosta, simples. Da mesma forma que não entendes quem não consegue ouvir o álbum até ao fim, eu não entendo quem o adora e acha uma obra prima. Pronto, as pessoas não vão mudar de ideias. É aceitar, concordo contigo que são poucos os álbuns que não gerem este tipo de discussão, o cowboy carter da beyonce é outro grande exemplo, uns acham excelente outros acham péssimo, é o que é. Também não acho que os artistas se tenham de superar a cada lançamento, nem acho que a Taylor o tenha feito sempre, acho sim que ela sabia dividir muito bem as “eras” e trazia sempre algo distinto, que podia não ser o que as pessoas estavam à espera mas que era bom dentro do género, aqui eu não acho bom porque não é nada, é arroz requentado como alguém disse, não tem identidade nenhuma este álbum (reforço, que é a minha opinião, não tem de ser a tua). Claro, e está tudo bem com isso, está tudo bem em não gostar do álbum e não podemos gostar todos do mesmo. Eu por exemplo gosto do folklore mas não é um dos meus álbuns favoritos dela e muitos swifties colocam-no no seu pódio de álbuns favoritos da Taylor. Só que eu entendo quando dizem que a Taylor é criticada por qualquer coisa que faça, isso aconteceu principalmente com o TTPD e agora com este álbum, pelo menos tenho notado mais isso. Começo a achar que o 1989 se fosse lançado hoje seria odiado na mesma e também dizer que o TLOAS é o pior álbum da carreira da Taylor é um exagero, mas é só a minha opinião e claro que estamos aqui para debater Não concordo que este álbum seja "arroz requentado" como dizem ou que é um Midnights 3.0. Acho que as críticas também advém de esperarem um 1989 ou reputation 2.0 devido aos produtores (e provavelmente se fosse ia ser criticado na mesma). É claramente mais pop que os anteriores, provavelmente o álbum mais pop dela desde o Lover - e nem incluo o Midnights porque esse é mais synthpop. Mesmo assim, é um álbum que apesar de ter músicas que lembram um pouco o 1989 e o reputation, traz uma sonoridade ligeiramente mais madura. Sinto que a Taylor traz sempre algum fator novidade em cada era ainda que subliminar. Há eras em que se nota mais uma certa rutura com eras anteriores, mas outras que nem tanto e tudo bem com isso. 2 Citar
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