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há 4 minutos, D23 disse:

Qual é a parte que este Governo tinha oportunidade de acabar com isso é que optaram por não o fazer, que não entendeste? Eu não estou a dizer que o governo do Costa era perfeito, estou a dizer que o Montenegro criticava muito o AC e decidiu manter e renovar os mesmos vícios. Sem falar nas promessas ridículas que ele fez para ser eleito. 

Ele só se mantém no poder porque não há ninguém melhor para ir para lá. O que eu tenho é o que isso pode significar para o país. Já andam a cortar em gastos no SNS, a entregar clínicas aos privados pela calada da noite, a dar borlas fiscais a senhorios e construtores/imobiliárias, como se isso fosse solucionar o problema da crise da habitação e agora querem aprovar um pacote laboral que representa mais precariedade para a população jovem que já está a desistir de construir uma família, por receio de perder o emprego de um dia para o outro devido à instabilidade e precariedade. Parece-te justo uma empresa poder fazer um despedimento coletivo num dia e no dia seguinte lembrar-se que afinal precisa de trabalhadores e vai buscá-los ao outsourcing, com salários mais baixos, como este Governos quer permitir com as alterações à Lei Laboral???

 

 

Podia e devia ter acabado com isso, é uma parolice ter esses canais em São Bento. Quanto à crise da habitação, isso nenhum governo vai resolver facilmente, há muitos interesses por detrás e não se constroem casas do dia para a noite. E concordo com o que dizes sobre a lei laboral.

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Se a Lei Laboral não passou com o Marcelo nem pelo Constitucional, não será agora com o AJS a presidente da república que irá passar. Essa lei vai ser bem enfiada na gaveta. 

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há 2 minutos, KitKat disse:

Se a Lei Laboral não passou com o Marcelo nem pelo Constitucional, não será agora com o AJS a presidente da república que irá passar. Essa lei vai ser bem enfiada na gaveta. 

A UGT tem uma contraproposta para entregar ao governo. 

E o governo já disse que pode ceder em algumas linhas

Editado por Amorim
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há 2 minutos, Amorim disse:

A UGT tem uma contraproposta para entregar ao governo. 

E o governo já disse que pode ceder em algumas linhas

Duvido muito que vá dar em alguma coisa, mesmo que cedam em alguns pontos da proposta, há muitas coisas que tem de ser revistas e modificadas no diploma. 

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há 4 minutos, KitKat disse:

Duvido muito que vá dar em alguma coisa, mesmo que cedam em alguns pontos da proposta, há muitas coisas que tem de ser revistas e modificadas no diploma. 

Tanto o governo como a UGT já deram a entender que vão sentar à mesa para conversar. E é assim que os moderados decem resolver as coisas. Da CGTP, só se espera radicalismo como sempre. 

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Os comentadores que representam o Chega na tv são tão cringe. 

O André Ventura que lhes dê uma formação de saber falar. Mesmo que não goste dele, bem podia ser formador daqueles grunhos 

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há 3 horas, Amorim disse:

Tanto o governo como a UGT já deram a entender que vão sentar à mesa para conversar. E é assim que os moderados decem resolver as coisas. Da CGTP, só se espera radicalismo como sempre. 

A CGPT sabemos bem o que quer quem a representa, mas nada de novo desse sindicato. 

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há 3 horas, Patiño disse:

Os comentadores que representam o Chega na tv são tão cringe. 

O André Ventura que lhes dê uma formação de saber falar. Mesmo que não goste dele, bem podia ser formador daqueles grunhos 

É o normal. Eles não são elite, são do povo :adoro_jj:

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Jovem português tentou vender à Rússia informação roubada da NATO

Em Lisboa, num hotel onde estavam hospedados militares da NATO, o jovem "apropriou-se de um computador e de um iPad" que pertenciam à NATO e à Marinha sueca. Terá ido depois até à embaixada da Rússia para tentar vendê-las.

https://sicnoticias.pt/pais/2026-02-18-jovem-portugues-tentou-vender-a-russia-informacao-roubada-da-nato-16863b38

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há 8 horas, Amorim disse:

A UGT tem uma contraproposta para entregar ao governo. 

E o governo já disse que pode ceder em algumas linhas

O Governo acolhe tanto as propostas da UGT, que decide avançar coma  reunião, mesmo quando a UGT envia um briefing a informar a indisponibilidade para participar na reunião, por questões de conflito de agendas:

"Mas numa nota à comunicação social, a UGT confirmou que registou a "data para uma reunião pretensamente convocada pela Senhora Ministra do Trabalho" e lamentou "a divulgação de tal reunião, após contactos por parte do Governo nos quais a UGT informou de imediato a sua indisponibilidade para a data proposta e a sua disponibilidade para qualquer outra".

Segundo a central sindical, trata-se de uma "clara precipitação face à necessidade de, em reuniões desta natureza, se acordarem datas e ordem de trabalhos com os demais interlocutores".

"Face ao exposto, cumpre à UGT reiterar, tão publicamente quanto a notícia da reunião, que a mesma, a verificar-se, se realizará sem a presença da Central, em virtude de questões de agenda", é declarado na nota.

Considerando esta situação "desadequada no quadro de um processo que se quer sério, credível e realizado com lealdade e transparência", a UGT apela a que "não se repita de futuro, seja qual for a natureza das reuniões em causa". Na mesma nota, a central sindical reafirma total disponibilidade "para participar em futuras reuniões, ciente de que o trabalho a fazer será ainda longo, não justificando a pressa desta 'convocatória' extemporânea, e que não se realizou sequer qualquer discussão em torno das propostas da UGT consolidadas no documento 'Trabalho com Direitos XXI'"."

Fonte:
UGT indisponível para participar em reunião com Governo sobre legislação laboral. Ministra mantém reunião

Postado (editado)

Segundo este artigo do Miguel Santos Carrapatoso, O Governo recuou na reforma laboral para tentar salvá-la, pressionado pela greve geral, pela falta de apoio parlamentar e pela oposição do Presidente eleito. O grande bloqueio é a UGT: sem o seu aval (e com a CGTP fora), não há acordo de concertação social, o que fragiliza politicamente a reforma e torna improvável que António José Seguro a promulgue.

A situação coloca também em causa a permanência da ministra Maria do Rosário Palma Ramalho, para quem esta reforma é a principal aposta política. Se a reforma for esvaziada ou cair, é pouco provável que continue no Governo. No Executivo cresce a convicção de que Mário Mourão (UGT) não quer negociar e está politicamente alinhado com José Luís Carneiro, usando o conflito para desgastar a AD e beneficiar o PS.

A UGT deverá manter a pressão até ao Orçamento de 2027, aumentando o desgaste do Governo. As posições estão muito afastadas, a desconfiança é total e não há sinais de acordo a curto prazo. Com Seguro contra, Ventura a prometer chumbar partes da reforma e sem maioria segura no Parlamento, o caminho da reforma laboral é cada vez mais estreito e o da ministra também.

O artigo completo pode ser lido aqui (não, não pago pelo Observador):

Citação

A paciência está a chegar ao fim. Pressionado pela greve geral (que até se esforçou por desvalorizar num primeiro momento), confrontado com a impossibilidade prática de passar pelo Parlamento, ameaçado por um novo Presidente que foi dizendo repetidamente 'nem pensar', o Governo aceitou dar um passo atrás para tentar salvar a sua reforma laboral. Ou o que restar dela, pelo menos. Acontece que há um nó aparentemente impossível de desatar: o da UGT. Com a CGTP fora e sem o aval da outra central sindical, o acordo de concertação social vai à vida e sem acordo é pouco provável que António José Seguro permita grandes aventuras. E isso é um problema a vários níveis para o Governo.

Em primeiro lugar, é um problema para a própria composição do Executivo. Esta reforma laboral era e é a grande aposta de Maria do Rosário Palma Ramalho, ministra com uma vida académica dedicada ao tema e que já foi acusada pelo líder da UGT, Mário Mourão, de não ter flexibilidade negocial. O braço de ferro entre os dois, aliás, já obrigou à intervenção de Luís Montenegro, que sentiu a necessidade de receber a central sindical em São Bento para estender o cachimbo da paz. O gesto foi registado, mas não permitiu desbloqueios relevantes.

Ora, quem conhece bem Palma Ramalho já vai avisando que a ministra não se arrastará no Governo sem resultados que se vejam e sem reforma digna desse nome. A própria já terá desabafado que só estará disponível para continuar no Executivo enquanto for possível mudar qualquer coisa, apurou o Observador junto de duas fontes diferentes. Se a reforma laboral cair ou se acabar completamente esvaziada, como se vai temendo no Governo, é pouco provável que Palma Ramalho tenha condições anímicas para continuar. "Nunca precisou e não precisa da política para nada", recorda ao Observador um social-democrata próximo da ministra.

As perspetivas, no entanto, não são as melhores. No Governo, cresce a convicção de que Mário Mourão está apostado em inviabilizar qualquer esforço de negociação. O facto de ter recusado comparecer na reunião convocada pelo Governo é, aos olhos do Executivo liderado por Montenegro, a última das provocações e a prova mais evidente disso mesmo. No centro de todas as suspeitas está a relação de Mário Mourão com José Luís Carneiro: os dois socialistas conhecem-se há muito, estrearam-se no Parlamento no mesmo ano (2005), ambos eleitos pelo círculo eleitoral do Porto.

Aliás, antes mesmo da greve geral, Montenegro disse em público exatamente aquilo que vai sendo repetido nos corredores do Governo: "Não consigo vislumbrar outra razão para esta posição das centrais sindicais que não seja olhar para interesses que, do meu ponto de vista, não deviam ser os prevalecentes, que é o interesse dos partidos (...) Estou a falar do Partido Comunista, que quer mostrar a sua existência através da sua rede sindical na CGTP, e estou a falar do Partido Socialista, que também quererá mostrar a sua existência política de oposição, aproveitando alguma preponderância que tem na UGT."

UGT em luta até ao Orçamento

Desse momento até hoje, o Governo foi tentando moderar as críticas à UGT, na perspetiva de manter um canal aberto para a negociação. Mas a convicção não mudou: para os sociais- democratas, Mário Mourão está perfeitamente articulado com os interesses de José Luís Carneiro e quer tudo menos negociar qualquer reforma laboral. Verdade ou não, bloquear a lei que o Governo pretendia será um inevitável fator de desgaste para a AD - e uma vitória para o PS.

O facto de a central sindical ter decidido adiar as eleições internas para outubro de 2026 por dificuldades logísticas e de agenda, como escreveu o jornal Eco, foi recebido no Governo como mais um indício de que a UGT vai intensificar a luta contra o Executivo até à rentrée política e discussão do Orçamento do Estado para 2027, onde o Governo terá mais uma vez de conseguir a abstenção do PS ou, menos provável, do Chega. Chegar a esse momento com contestação nas ruas e desgaste acumulado tornará a posição negocial de Montenegro mais frágil - e a de Carneiro mais forte, claro.

De resto, no Governo, a contraproposta que a UGT apresentou é encarada como uma prova de que a central sindical não está empenhada seriamente nas conversações. No fundo, vai-se dizendo, Mário Mourão apresentou uma reforma com várias linhas vermelhas que chocam por completo com a proposta do Governo e que representa basicamente uma visão alternativa do mundo do trabalho, sem margem para grandes aproximações àquilo que defende o Executivo.

E não existem muitos sinais de que as partes se venham a entender a curto-médio prazo. Esta quarta-feira, a UGT decidiu não comparecer na reunião convocada pelo Governo alegando que a data para o encontro e a ordem de trabalhos tinham sido definidos ao arrepio da central sindical. Em comunicado, a equipa de Mário Mourão fazia mais uma crítica a Palma Ramalho, pela "divulgação pública da data para uma reunião pretensamente convocada" - a desconfiança entre as partes atingiu níveis estratosféricos.

Durante a campanha presidencial, António José Seguro disse que não promulgaria o pacote como está desenhado sem um acordo na concertação social. Recentemente, o ministro da Economia, Manuel Castro Almeida, disse que sem esse mesmo acordo, a reforma laboral não teria "pernas para andar" - afirmação que viria a corrigir no mesmo dia. Antes dele, Palma Ramalho avisou que o Governo não iria eternizar a negociação e que, com ou sem acordo, quando fosse o "momento oportuno", levaria as mais de 100 mudanças ao Parlamento, onde negociaria "com todas as forças políticas".


Acontece que também André Ventura avisou que 'chumbaria' grande parte das medidas mais polémicas da reforma laboral, pelo que o Governo, além da oposição declarada de António José Seguro, também não tem um parceiro de negociação óbvia. No dia em que Seguro venceu, Montenegro falou ao país e aos jornalistas para prometer uma "evolução" que permitisse ultrapassar as reservas do Presidente eleito. Mas o caminho da reforma laboral é cada vez mais estreito. E o de Maria do Rosário Palma Ramalho também.

 

Fonte: https://observador.pt/especiais/governo-desconfia-de-ugt-alinhada-com-carneiro-ate-ao-orcamento/

Editado por D23
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há 9 horas, D23 disse:

Segundo este artigo do Miguel Santos Carrapatoso, O Governo recuou na reforma laboral para tentar salvá-la, pressionado pela greve geral, pela falta de apoio parlamentar e pela oposição do Presidente eleito. O grande bloqueio é a UGT: sem o seu aval (e com a CGTP fora), não há acordo de concertação social, o que fragiliza politicamente a reforma e torna improvável que António José Seguro a promulgue.

A situação coloca também em causa a permanência da ministra Maria do Rosário Palma Ramalho, para quem esta reforma é a principal aposta política. Se a reforma for esvaziada ou cair, é pouco provável que continue no Governo. No Executivo cresce a convicção de que Mário Mourão (UGT) não quer negociar e está politicamente alinhado com José Luís Carneiro, usando o conflito para desgastar a AD e beneficiar o PS.

A UGT deverá manter a pressão até ao Orçamento de 2027, aumentando o desgaste do Governo. As posições estão muito afastadas, a desconfiança é total e não há sinais de acordo a curto prazo. Com Seguro contra, Ventura a prometer chumbar partes da reforma e sem maioria segura no Parlamento, o caminho da reforma laboral é cada vez mais estreito e o da ministra também.

O artigo completo pode ser lido aqui (não, não pago pelo Observador):

 

Fonte: https://observador.pt/especiais/governo-desconfia-de-ugt-alinhada-com-carneiro-ate-ao-orcamento/

É um pouco off topic mas sabiam que essa ministra é irmã da escritora Margarida Rebelo Pinto? Eu fiquei chocado quando descobri!

  • Surpresa 3
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há 1 hora, EFMR disse:

É um pouco off topic mas sabiam que essa ministra é irmã da escritora Margarida Rebelo Pinto? Eu fiquei chocado quando descobri!

:O

Mas elas de facto são bem parecidas. Nunca tinha percebido.

  • Gosto 2
Postado
há 11 horas, D23 disse:

Segundo este artigo do Miguel Santos Carrapatoso, O Governo recuou na reforma laboral para tentar salvá-la, pressionado pela greve geral, pela falta de apoio parlamentar e pela oposição do Presidente eleito. O grande bloqueio é a UGT: sem o seu aval (e com a CGTP fora), não há acordo de concertação social, o que fragiliza politicamente a reforma e torna improvável que António José Seguro a promulgue.

A situação coloca também em causa a permanência da ministra Maria do Rosário Palma Ramalho, para quem esta reforma é a principal aposta política. Se a reforma for esvaziada ou cair, é pouco provável que continue no Governo. No Executivo cresce a convicção de que Mário Mourão (UGT) não quer negociar e está politicamente alinhado com José Luís Carneiro, usando o conflito para desgastar a AD e beneficiar o PS.

A UGT deverá manter a pressão até ao Orçamento de 2027, aumentando o desgaste do Governo. As posições estão muito afastadas, a desconfiança é total e não há sinais de acordo a curto prazo. Com Seguro contra, Ventura a prometer chumbar partes da reforma e sem maioria segura no Parlamento, o caminho da reforma laboral é cada vez mais estreito e o da ministra também.

O artigo completo pode ser lido aqui (não, não pago pelo Observador):

 

Fonte: https://observador.pt/especiais/governo-desconfia-de-ugt-alinhada-com-carneiro-ate-ao-orcamento/

A mania das conspirações deste governo... o facto é que o pacote laboral é um crime prestes a acontecer e obviamente ninguém vai alinhar nele, o governo quer fazer disso bandeira mas na maior parte das situações mais graves não cede um letra sequer. Este pacote laboral nem com o apoio da direita passa quanto mais com as centrais sindicais. Agora com Seguro na presidência o governo já percebeu que este processo vai morrer antes de chegar ao presidente que nunca o irá passar tal como anunciou. 

Quando se faz um pacote laboral a pensar essencialmente em favorecer os grandes grupos economicos a degradação do trabalho e a precariedade é normal que tudo isto vá pelo ralo... só montenegro e essa incompetente é que acharam que andam todos a comer gelados com a testa. Como se viu a greve geral fez todo o sentido porque o governo continua a não ceder em coisa nenhuma e a tentar criar enredos que estão todos contra eles para minar o governo. 

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Ex-príncipe André detido por suspeita de má conduta no exercício de cargo público

Irmão do Rei Carlos III terá sido detido por suspeita de má conduta no exercício de cargo público, noticiou a BBC. André está "sob custódia policial neste momento", adiantam as autoridades numa nota.

https://observador.pt/2026/02/19/ex-principe-andre-detido-por-suspeita-de-ma-conduta-no-exercicio-de-cargo-publico/

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Este governo não percebe que fazer política não é ganhar eleições. Este tema do pacote laboral exemplifica perfeitamente isso.

Se o PSD queria fazer uma reforma na legislação laboral nunca poderia ser à bruta. Obviamente tinha que ter sido melhor explicitado no programa de governo, debatido em campanha e terem sido envolvidos todos os agentes necessários. A população em geral e os trabalhadores para aceitarem alterações deste tipo têm que perceber que benefícios para o bem comum podem daí advir. Não foi feito nenhum trabalho nesse sentido, nada.

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há 48 minutos, Diogo O. disse:

Foi em Alenquer.

Nós sentimos tudo na escola, alguns professores ficaram em pânico e tivemos de evacuar tudo. :cryhappy:

Será tema no Linha Aberta? :maquinadaverdade:

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