Angel-O Postado 21 de setembro Autor Postado 21 de setembro há 5 minutos, ABcloud disse: Spoiler - mostrar conteúdo oculto @Angel-O @brunooo @André @Afonso @Sour @VTL @Rodrigo Soares @zeferovic14 Amo tanto mds 2 Citar
VTL Postado 22 de setembro Postado 22 de setembro Segunda Voz | Ficção, Série Num centro de emprego nos arredores de Lisboa, uma nova medida experimental promete ajudar desempregados de longa duração a recuperar rotinas, confiança e competências para regressarem ao mercado de trabalho. Entre cursos de informática, preparação para entrevistas e sessões motivacionais, há uma atividade que ninguém parece levar muito a sério: uma oficina de Coro e Expressão Musical. A responsável é Leonor (Lúcia Moniz), professora de música que, depois de anos a ensinar num colégio, também ficou sem emprego. Aceitou orientar a oficina temporariamente e não tem grandes ilusões sobre a capacidade da música para mudar a vida de quem quer que seja. Precisa do dinheiro, quer cumprir as horas e seguir em frente. Os seus alunos parecem pensar exatamente o mesmo. É assim que, quase por obrigação, se encontram pessoas que provavelmente nunca se teriam cruzado. Vítor (Filipe Vargas) antigo chefe de vendas, continua a vestir fato e gravata e a sair de casa todas as manhãs porque ainda não teve coragem de contar à mãe que perdeu o emprego. Sónia (Paula Sá) viu fechar a fábrica onde trabalhou durante mais de vinte anos e enfrenta tudo com um humor aparentemente indestrutível. Diogo (Carlos Félix) é licenciado e coleciona candidaturas, estágios e trabalhos temporários, enquanto faz música no computador sem mostrar a ninguém. Amélia (Noémia Costa) passou a vida atrás do balcão de uma loja e está convencida de que ninguém voltará a contratar uma mulher da sua idade. Nuno (Samuel Alves) antigo cozinheiro e pai divorciado, tenta esconder da filha de nove anos o quanto a sua vida se desorganizou. Fátima (Tânia Alves), ex-administrativa, transforma os ensaios em reuniões de trabalho e cria folhas de cálculo para um grupo que mal consegue cantar a mesma nota. E Rafa (Dany Duarte) o mais novo, parece incapaz de levar qualquer emprego a sério, mas tem um instinto musical que nenhum dos outros esperava encontrar. O primeiro ensaio é um desastre. Uns não querem cantar, outros garantem que não sabem, há quem esteja ali apenas porque foi encaminhado pelo centro de emprego e quem veja naquela hora semanal uma desculpa para sair de casa. Leonor também não sabe muito bem o que fazer com eles. Até ao momento em que uma voz aparece. Depois outra. E outra. Aos poucos, Leonor percebe que tentar transformá-los num coro convencional seria precisamente destruir aquilo que os torna interessantes. As diferenças de idade, referências, gostos e experiências começam a produzir um som inesperado. Pela primeira vez em muito tempo, aquelas pessoas têm um lugar onde ninguém lhes pergunta quantas candidaturas enviaram naquela semana ou porque continuam sem conseguir trabalho. Tudo muda quando, durante um ensaio, Diogo grava no telemóvel uma interpretação improvisada. Amélia começa a cantar uma velha canção portuguesa, Rafa encontra um ritmo, Nuno acompanha-a e, quase sem combinarem, todos acabam por entrar. Diogo publica trinta segundos nas redes sociais sem avisar ninguém. Na manhã seguinte, o vídeo tornou-se viral. Não apenas porque aquele grupo improvável canta surpreendentemente bem, mas porque alguém descobre de onde vieram e lhes dá um nome que rapidamente se espalha: “o coro do centro de emprego”. De repente, chegam convites para programas de televisão, festivais e entrevistas. Há jornalistas interessados nas suas histórias, produtores que querem gravá-los e milhares de desconhecidos que sabem quem eles são. Aquilo que deveria ajudá-los a deixar de estar desempregados começa, paradoxalmente, a torná-los conhecidos precisamente por estarem desempregados. E nem todos lidam da mesma forma com essa exposição. Vítor recusa aparecer na televisão porque isso significaria finalmente contar à família a verdade. Nuno teme que a filha leia os comentários cruéis que começam a surgir na internet. Amélia, aos 61 anos, transforma-se inesperadamente na favorita do público ao mesmo tempo que continua a ouvir em entrevistas de emprego que procuram alguém “com outro perfil”. Rafa recebe uma proposta para trabalhar profissionalmente em música e percebe que aceitar pode significar abandonar as pessoas que lhe deram a primeira oportunidade. Fátima consegue finalmente regressar a um escritório e descobre, para sua surpresa, que já não sabe se quer deixar os ensaios que passou meses a fingir que detestava. E Sónia é a primeira a fazer a pergunta que começa a pairar sobre todos: e se o coro puder, afinal, tornar-se um trabalho? Leonor enfrenta o mesmo paradoxo. Para os restantes, ela começou por ser a professora que estava ali para os ajudar, mas rapidamente descobrem que Leonor também está inscrita naquele centro de emprego. A oficina é apenas um trabalho temporário que lhe foi proposto enquanto procura uma nova colocação. Não há, afinal, uma professora e um grupo de desempregados: estão todos no mesmo lado. E Leonor esconde ainda outra contradição. Passou a vida a ensinar outras pessoas a cantar porque nunca teve coragem de tentar viver da própria voz. Enquanto empurra os seus alunos para palcos, entrevistas e oportunidades que os assustam, há anos que ela própria não canta diante de ninguém. Quanto mais o coro cresce, mais difícil se torna continuar a esconder-se atrás dele. Entre ensaios caóticos, escolhas musicais impossíveis, atuações que correm mal, discussões sobre figurinos, pequenos egos alimentados por alguns minutos de televisão e a súbita sensação de serem celebridades num bairro onde toda a gente os conhece, Segunda Voz acompanha também as pequenas batalhas pessoais de cada elemento. Encontrar emprego pode ser uma vitória, mas significa deixar de poder ir aos ensaios. Uma entrevista pode representar finalmente uma oportunidade ou apenas mais uma rejeição. E a fama inesperada não resolve contas por pagar, relações familiares interrompidas ou a vergonha que alguns aprenderam a associar à palavra “desempregado”. Aos poucos, porém, aquelas pessoas começam a perceber que passaram demasiado tempo a definir-se pela resposta a uma única pergunta — “O que fazes?” — e que, quando deixaram de conseguir responder, começaram também a acreditar que tinham deixado de ser alguém. A nova série diária das noites da Tele1. Spoiler @Angel-O @brunooo @Sour @André @Afonso 1 1 Citar
Angel-O Postado 22 de setembro Autor Postado 22 de setembro há 4 minutos, VTL disse: Segunda Voz | Ficção, Série Num centro de emprego nos arredores de Lisboa, uma nova medida experimental promete ajudar desempregados de longa duração a recuperar rotinas, confiança e competências para regressarem ao mercado de trabalho. Entre cursos de informática, preparação para entrevistas e sessões motivacionais, há uma atividade que ninguém parece levar muito a sério: uma oficina de Coro e Expressão Musical. A responsável é Leonor (Lúcia Moniz), professora de música que, depois de anos a ensinar num colégio, também ficou sem emprego. Aceitou orientar a oficina temporariamente e não tem grandes ilusões sobre a capacidade da música para mudar a vida de quem quer que seja. Precisa do dinheiro, quer cumprir as horas e seguir em frente. Os seus alunos parecem pensar exatamente o mesmo. É assim que, quase por obrigação, se encontram pessoas que provavelmente nunca se teriam cruzado. Vítor (Filipe Vargas) antigo chefe de vendas, continua a vestir fato e gravata e a sair de casa todas as manhãs porque ainda não teve coragem de contar à mãe que perdeu o emprego. Sónia (Paula Sá) viu fechar a fábrica onde trabalhou durante mais de vinte anos e enfrenta tudo com um humor aparentemente indestrutível. Diogo (Carlos Félix) é licenciado e coleciona candidaturas, estágios e trabalhos temporários, enquanto faz música no computador sem mostrar a ninguém. Amélia (Noémia Costa) passou a vida atrás do balcão de uma loja e está convencida de que ninguém voltará a contratar uma mulher da sua idade. Nuno (Samuel Alves) antigo cozinheiro e pai divorciado, tenta esconder da filha de nove anos o quanto a sua vida se desorganizou. Fátima (Tânia Alves), ex-administrativa, transforma os ensaios em reuniões de trabalho e cria folhas de cálculo para um grupo que mal consegue cantar a mesma nota. E Rafa (Dany Duarte) o mais novo, parece incapaz de levar qualquer emprego a sério, mas tem um instinto musical que nenhum dos outros esperava encontrar. O primeiro ensaio é um desastre. Uns não querem cantar, outros garantem que não sabem, há quem esteja ali apenas porque foi encaminhado pelo centro de emprego e quem veja naquela hora semanal uma desculpa para sair de casa. Leonor também não sabe muito bem o que fazer com eles. Até ao momento em que uma voz aparece. Depois outra. E outra. Aos poucos, Leonor percebe que tentar transformá-los num coro convencional seria precisamente destruir aquilo que os torna interessantes. As diferenças de idade, referências, gostos e experiências começam a produzir um som inesperado. Pela primeira vez em muito tempo, aquelas pessoas têm um lugar onde ninguém lhes pergunta quantas candidaturas enviaram naquela semana ou porque continuam sem conseguir trabalho. Tudo muda quando, durante um ensaio, Diogo grava no telemóvel uma interpretação improvisada. Amélia começa a cantar uma velha canção portuguesa, Rafa encontra um ritmo, Nuno acompanha-a e, quase sem combinarem, todos acabam por entrar. Diogo publica trinta segundos nas redes sociais sem avisar ninguém. Na manhã seguinte, o vídeo tornou-se viral. Não apenas porque aquele grupo improvável canta surpreendentemente bem, mas porque alguém descobre de onde vieram e lhes dá um nome que rapidamente se espalha: “o coro do centro de emprego”. De repente, chegam convites para programas de televisão, festivais e entrevistas. Há jornalistas interessados nas suas histórias, produtores que querem gravá-los e milhares de desconhecidos que sabem quem eles são. Aquilo que deveria ajudá-los a deixar de estar desempregados começa, paradoxalmente, a torná-los conhecidos precisamente por estarem desempregados. E nem todos lidam da mesma forma com essa exposição. Vítor recusa aparecer na televisão porque isso significaria finalmente contar à família a verdade. Nuno teme que a filha leia os comentários cruéis que começam a surgir na internet. Amélia, aos 61 anos, transforma-se inesperadamente na favorita do público ao mesmo tempo que continua a ouvir em entrevistas de emprego que procuram alguém “com outro perfil”. Rafa recebe uma proposta para trabalhar profissionalmente em música e percebe que aceitar pode significar abandonar as pessoas que lhe deram a primeira oportunidade. Fátima consegue finalmente regressar a um escritório e descobre, para sua surpresa, que já não sabe se quer deixar os ensaios que passou meses a fingir que detestava. E Sónia é a primeira a fazer a pergunta que começa a pairar sobre todos: e se o coro puder, afinal, tornar-se um trabalho? Leonor enfrenta o mesmo paradoxo. Para os restantes, ela começou por ser a professora que estava ali para os ajudar, mas rapidamente descobrem que Leonor também está inscrita naquele centro de emprego. A oficina é apenas um trabalho temporário que lhe foi proposto enquanto procura uma nova colocação. Não há, afinal, uma professora e um grupo de desempregados: estão todos no mesmo lado. E Leonor esconde ainda outra contradição. Passou a vida a ensinar outras pessoas a cantar porque nunca teve coragem de tentar viver da própria voz. Enquanto empurra os seus alunos para palcos, entrevistas e oportunidades que os assustam, há anos que ela própria não canta diante de ninguém. Quanto mais o coro cresce, mais difícil se torna continuar a esconder-se atrás dele. Entre ensaios caóticos, escolhas musicais impossíveis, atuações que correm mal, discussões sobre figurinos, pequenos egos alimentados por alguns minutos de televisão e a súbita sensação de serem celebridades num bairro onde toda a gente os conhece, Segunda Voz acompanha também as pequenas batalhas pessoais de cada elemento. Encontrar emprego pode ser uma vitória, mas significa deixar de poder ir aos ensaios. Uma entrevista pode representar finalmente uma oportunidade ou apenas mais uma rejeição. E a fama inesperada não resolve contas por pagar, relações familiares interrompidas ou a vergonha que alguns aprenderam a associar à palavra “desempregado”. Aos poucos, porém, aquelas pessoas começam a perceber que passaram demasiado tempo a definir-se pela resposta a uma única pergunta — “O que fazes?” — e que, quando deixaram de conseguir responder, começaram também a acreditar que tinham deixado de ser alguém. A nova série diária das noites da Tele1. Spoiler - mostrar conteúdo oculto @Angel-O @brunooo @Sour @André @Afonso Há aqui uma dualidade fascinante. Gostei. 1 1 Citar
ABcloud Postado 22 de setembro Postado 22 de setembro há 5 horas, Angel-O disse: SALDO ATUAL104.850 Pixels Citar
VTL Postado 22 de setembro Postado 22 de setembro (editado) INFORMAÇÃO NA TELE 1 Telejornal Manhã | Informativo, Noticiário De segunda a sexta-feira, as manhãs informativas são conduzidas por Carla Trafaria e João Tomé de Carvalho. Juntos acompanham o arranque de cada dia, numa aposta que reforça o rigor, a credibilidade e a experiência da informação da Tele1. Ao fim de semana, a informação da manhã muda de protagonistas: Ana Patrícia Carvalho e João Adelino Faria assumem a apresentação, mantendo o acompanhamento da atualidade de sábado e domingo. Ao longo da emissão, há espaço para as principais notícias, o trânsito, a meteorologia e as antevisões dos temas que vão marcar a atualidade, num bloco pensado para deixar o espectador a par de tudo antes de começar o dia. Às quintas-feiras, Mário Augusto junta-se à emissão para antecipar o “Janela Indiscreta”, passando em revista as principais estreias e novidades da semana no cinema. Às segundas, Marco Neves traz "Esta Língua Que Nos Une" onde se dá eco à origem das palavras e curiosidade da língua portuguesa. -- Telejornal Tarde | Informativo, Noticiário O Telejornal Tarde aposta num formato mais curto, dinâmico e incisivo, pensado para concentrar em apenas meia hora tudo o que é essencial saber a meio do dia. Com um ritmo mais ágil e uma linguagem direta, o noticiário acompanha as principais notícias nacionais e internacionais, com espaço para a atualidade política, económica, social e desportiva, privilegiando a informação de última hora e os acontecimentos que estão a marcar o dia. De segunda a sexta-feira, Sara Pinto assume a condução do Telejornal Tarde, trazendo experiência e proximidade a um bloco informativo que quer ir rapidamente ao essencial, sem perder o rigor e o contexto. Ao fim de semana, Ana Lourenço assume a apresentação, mantendo a mesma identidade: 30 minutos de informação concentrada, atualizada e incisiva, para perceber o que aconteceu e o que ainda vai marcar o resto do dia. -- Teleregiões | Informativo, Noticiário Teleregiões é um programa diário que quer olhar para Portugal para lá dos grandes títulos do dia — com jornalismo, estrada, atualidade, histórias humanas e descoberta. Com Alberta Marques Fernandes na apresentação, o país transforma-se numa verdadeira redação. De Norte a Sul, passando pelas ilhas e pelas comunidades portuguesas no estrangeiro, uma rede de repórteres acompanha aquilo que está a acontecer: uma notícia que mobiliza uma vila, uma tradição em risco, uma festa que junta milhares de pessoas, um problema que preocupa uma região ou simplesmente uma personagem extraordinária que merece ser conhecida. Há diretos, reportagens e jornalistas no terreno ao longo de toda a emissão. A atualidade é o ponto de partida, mas Teleregiões não é um telejornal tradicional. Uma mesma emissão pode começar com quatro ligações em direto por causa do mau tempo, seguir para uma reportagem sobre a desertificação do interior, entrar numa romaria em Viana do Castelo e terminar à conversa com um artesão que mantém vivo um ofício quase desaparecido. O programa assume o infoentretenimento, sem abdicar do rigor jornalístico: há espaço para informar, explicar, descobrir, emocionar e também sorrir. O estúdio funciona como uma praça central para onde convergem todas estas histórias. Alberta conduz os diretos, contextualiza a atualidade e recebe protagonistas, especialistas e convidados ligados aos temas do dia. De um autarca a uma atriz, de um pescador a uma psicóloga, de um geólogo a uma associação local: as conversas são acessíveis e informais, mas procuram sempre acrescentar alguma coisa à história que está a ser contada. E Portugal não termina nas fronteiras. Teleregiões acompanha também as comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo, criando pontes regulares com quem vive fora mas continua ligado à sua terra. É essa a ambição do programa: fazer das tardes da Tele1 um ponto de encontro do país. Menos Portugal visto de Lisboa e mais Portugal contado por quem lá vive. -- Telejornal | Informativo, Noticiário A mais longa marca de jornalismo televisivo vem para a Tele1, o Telejornal surge com uma abordagem mais moderna, dinâmica e aprofundada, combinando o acompanhamento da atualidade com o contexto necessário para compreender os acontecimentos. Ao longo da emissão, o noticiário percorre os principais temas nacionais e internacionais, da política à economia, passando pela sociedade, justiça, cultura e desporto, com reportagens, diretos e análise. Mais do que apresentar os factos, o Telejornal procura explicá-los, confrontar diferentes perspectivas e antecipar o que se segue. De segunda a sexta-feira, José Rodrigues dos Santos assume a apresentação, conduzindo o principal noticiário do canal durante a semana. Ao sábado e ao domingo, Judite de Sousa regressa à condução de um grande espaço informativo, assumindo as edições de fim de semana e reforçando a aposta do Telejornal em experiência, credibilidade e jornalismo de referência. -- Espectro | Informativo, Noticiário O formato de sucesso da Telecinco, regressa apresentado por Carlos Daniel e Carla Rodrigues. Espectro é o espaço de informação de referência das noites de segunda a sexta-feira, apostando num olhar aprofundado sobre os temas que marcam a atualidade nacional e internacional. Mais do que reproduzir as notícias do dia, o programa procura ir além da manchete, privilegiando a reportagem, o contexto e as histórias por detrás dos acontecimentos. Sociedade, política, economia, justiça, saúde, cultura, ciência, ambiente e desporto fazem parte de um formato abrangente, pensado para explicar o presente através de diferentes perspetivas e aproximar a informação da vida quotidiana dos portugueses. A reportagem é o coração do Espectro. Todas as noites, Carlos Daniel e Carla Rodrigues conduzem uma emissão construída em torno de grandes reportagens, trabalhos de investigação, histórias humanas e temas que merecem ser aprofundados para lá do ritmo imediato dos noticiários. A dupla assume também a contextualização e ligação entre os diferentes conteúdos, num registo próximo, rigoroso e dinâmico. Sempre que a atualidade o justificar, o estúdio transforma-se também num espaço de entrevista e debate. Protagonistas da notícia, especialistas ou personalidades relevantes podem juntar-se aos apresentadores para uma conversa aprofundada, enquanto acontecimentos particularmente importantes podem dar origem a emissões especiais, debates ou edições integralmente dedicadas a um único tema. O programa mantém ainda um conjunto de rubricas próprias, algumas permanentes e outras organizadas por temporadas. Em “Cinco Curiosidades”, cada emissão pode revelar cinco factos inesperados relacionados com um dos assuntos abordados. “Por Dentro das Pessoas” acompanha portugueses e famílias confrontados com situações particularmente difíceis, dando-lhes voz e procurando mostrar realidades que raramente chegam ao centro da agenda mediática. Em “Ritmo da Atualidade”, a equipa de informação desenvolve investigações e pequenos documentários sobre casos, polémicas ou acontecimentos ainda com perguntas por responder. “Voz de Quem Viveu” reconstrói acontecimentos através dos testemunhos daqueles que estiveram diretamente envolvidos, colocando a experiência humana no centro da narrativa. O “Estamos a Chegar!” dá palco a uma nova geração de portugueses, acompanhando os seus projetos, ambições, dificuldades e sonhos. “Novo Portugal” percorre o país à procura de lugares, profissões, comunidades e tradições em transformação ou em risco de desaparecer. Já “Custo de Vida” acompanha uma família durante vários dias para perceber, através de um caso concreto, como os grandes números da economia se traduzem no orçamento e nas escolhas do quotidiano. As rubricas podem alternar ao longo do ano, permitindo ao Espectro renovar temas e linguagens sem perder a sua identidade. Todas partem, contudo, da mesma premissa: há sempre mais para contar do que aquilo que cabe numa notícia. De segunda a sexta-feira, Espectro fecha o dia olhando para aquilo que aconteceu — mas, sobretudo, tentando perceber o que está por detrás da notícia. -- COMUNICADO Depois de tantas dúvidas, é altura de esclarecer de uma vez por todas: a RTP inicia hoje um novo capítulo da sua história. A estação foi privatizada e dá lugar à Tele1, uma nova estação generalista privada, adquirida pela Telecinco em parceria com um consórcio de acionistas que se uniu para dar continuidade a um percurso pioneiro na televisão portuguesa. O Estado, contudo, não abandona a estação nem a sua missão. Continuará a assegurar financiamento público destinado ao serviço de interesse público na informação do canal, garantindo que Portugal dispõe de uma televisão capaz de exercer plenamente a sua isenção, independência editorial e pluralismo, sem interferência do poder político ou dos seus acionistas. É, acima de tudo, um exercício claro de democracia. Também a ficção portuguesa continuará a ser uma prioridade. Através do ICA, serão apoiados projetos de ficção, promovendo o talento português, a nossa cultura e as histórias do nosso país, num modelo sujeito às regras e critérios aplicáveis ao financiamento público. A Tele1 nasce, assim, com uma nova estrutura e uma nova ambição, mas também com a responsabilidade de preservar uma história que pertence a todos. Queremos que seja uma televisão moderna, independente e orgulhosamente portuguesa — uma estação de que todos os que vivem no nosso país se possam orgulhar. Reveal hidden contents @Angel-O @brunooo @Sour @André @Afonso Editado 22 de setembro por VTL 3 4 Citar
ATVTQsV Postado 22 de setembro Postado 22 de setembro Privatizada? Mas a RTP não comprou a Telecinco sem ser privatizada no jogo? Citar
VTL Postado 22 de setembro Postado 22 de setembro Just now, ATVTQsV said: Privatizada? Mas a RTP não comprou a Telecinco sem ser privatizada no jogo? Montenegro demorou a prestar declarações. Mas agora prestou, basta ler e ficas esclarecido 2 Citar
VTL Postado 22 de setembro Postado 22 de setembro (editado) Rosa Choque | Entretenimento, Talk-show O Rosa Choque abre um novo capítulo na renovada Tele1. A tertúlia mais cor-de-rosa da televisão regressa com um novo estúdio, uma imagem renovada e uma nova dupla na apresentação: Cláudia Borges e Pedro Granger, que assumem a condução de um formato mais dinâmico, divertido e imprevisível, inspirado nos grandes programas de entretenimento e atualidade social da televisão espanhola. Diariamente, um painel rotativo de comentadores acompanha e debate tudo o que movimenta o universo das celebridades: relações, polémicas, separações, festas, traições, looks, comportamentos e os momentos que incendeiam as redes sociais. Mas o Rosa Choque não vive apenas do comentário. Sempre que uma história o justifique, a equipa do programa vai mais longe, com reportagens, exclusivos e trabalhos de investigação próprios. Os protagonistas das manchetes podem também entrar diretamente na conversa, em estúdio ou em direto, para contar a sua versão dos acontecimentos e responder aos comentadores. Ter também capacidade para fazer um lamiré pela imprensa cor-de-rosa nacional e internacional. E porque o público também faz parte desta tertúlia, mantém-se uma linha telefónica aberta aos espectadores, permitindo que quem está em casa entre em direto, faça perguntas e partilhe a sua opinião sobre os grandes temas do dia. Um Rosa Choque renovado, mais próximo, mais vivo e com ainda mais espaço para tudo aquilo de que todos falam. -- Fora Do Ar | Entretenimento, Magazine Um formato apresentado pelo Leonor Poeiras, dedicado a mostrar tudo aquilo que o espectador normalmente não vê: os bastidores, as pessoas, as histórias e os pequenos segredos por detrás dos programas de um canal de televisão. Todas as semanas, Fora do Ar entra nos estúdios, camarins, régies e corredores para acompanhar a preparação dos grandes formatos da estação. Das gravações de uma série aos ensaios de um programa de entretenimento, passando pela montagem de um grande especial, conhecemos quem está à frente das câmaras, mas também quem trabalha longe delas. Os pivots da apresentadora são gravados em movimento nos bastidores de formatos de ficção e entretenimento. Há reportagens com atores e apresentadores, entrevistas descontraídas, acompanhamento de gravações, visitas aos cenários, antevisões das grandes estreias e acesso exclusivo aos momentos que antecedem uma emissão. O programa recupera ainda histórias e imagens do arquivo do canal, reencontrando rostos que fizeram parte da sua história. Mais próximo, divertido e espontâneo, Fora do Ar é a televisão vista do outro lado da câmara: um programa sobre os programas e, sobretudo, sobre as pessoas que os fazem acontecer. -- Almoço às Cegas | Concursos, Culinária Ljubomir Stanisic acha que consegue perceber uma pessoa através daquilo que ela cozinha. Será que consegue mesmo? Todas as semanas, cinco desconhecidos chegam ao programa com um prato preparado por si. Ljubomir prova tudo — mas não sabe quem cozinhou o quê. À sua frente podem estar uma avó de 85 anos, um bombeiro que cozinha para o quartel, uma criança de 11, um chef profissional e alguém que mal sabe estrelar um ovo. Ljubomir observa-os, faz perguntas, provoca, investiga e, sobretudo, prova. Só que ninguém pode revelar qual é o seu prato. E as aparências podem enganar: a sobremesa tecnicamente perfeita pode ter sido feita pela criança e o bacalhau desastroso pode pertencer ao chef. Ao longo do programa, Ljubomir tem de associar cada prato ao respetivo cozinheiro. Pode interrogá-los, pedir pequenas demonstrações, descobrir histórias pessoais e procurar pistas — mas sem os ver executar a receita que trouxeram. Cada associação fica fechada antes da grande revelação. Cinco pessoas. Cinco pratos. Cinco palpites. Depois chega o momento que sustenta todo o episódio: «Quem cozinhou o quê?». Um a um, os verdadeiros autores são revelados e descobrimos quantas vezes Ljubomir acertou. A pontuação acumula-se ao longo da temporada, transformando também o chef em concorrente: afinal, até que ponto Ljubomir conhece realmente quem cozinha? O programa abre com os espetadores a acompanharem o processo desde início de um dos concorrentes (ou seja, com o concorrente a cozinhar). E depois ao longo do programa e mediante as certezas do chef os espetadores vão ver o processo dos restantes concorrentes, numa versão mais curta e dinâmica. É comida, mas é sobretudo um jogo sobre primeiras impressões e preconceitos, com humor, surpresa e pessoas reais. Um formato leve para as manhãs de domingo da Tele1, que permite ao público jogar a partir de casa e chegar ao intervalo já com uma certeza: «Eu sei perfeitamente quem fez aquele prato.» Até descobrir que estava completamente enganado. Reveal hidden contents @Angel-O @brunooo @Sour @André @Afonso Editado 22 de setembro por VTL 1 6 Citar
Angel-O Postado 22 de setembro Autor Postado 22 de setembro há 3 horas, VTL disse: INFORMAÇÃO NA TELE 1 Telejornal Manhã | Informativo, Noticiário De segunda a sexta-feira, as manhãs informativas são conduzidas por Carla Trafaria e João Tomé de Carvalho. Juntos acompanham o arranque de cada dia, numa aposta que reforça o rigor, a credibilidade e a experiência da informação da Tele1. Ao fim de semana, a informação da manhã muda de protagonistas: Ana Patrícia Carvalho e João Adelino Faria assumem a apresentação, mantendo o acompanhamento da atualidade de sábado e domingo. Ao longo da emissão, há espaço para as principais notícias, o trânsito, a meteorologia e as antevisões dos temas que vão marcar a atualidade, num bloco pensado para deixar o espectador a par de tudo antes de começar o dia. Às quintas-feiras, Mário Augusto junta-se à emissão para antecipar o “Janela Indiscreta”, passando em revista as principais estreias e novidades da semana no cinema. Às segundas, Marco Neves traz "Esta Língua Que Nos Une" onde se dá eco à origem das palavras e curiosidade da língua portuguesa. -- Telejornal Tarde | Informativo, Noticiário O Telejornal Tarde aposta num formato mais curto, dinâmico e incisivo, pensado para concentrar em apenas meia hora tudo o que é essencial saber a meio do dia. Com um ritmo mais ágil e uma linguagem direta, o noticiário acompanha as principais notícias nacionais e internacionais, com espaço para a atualidade política, económica, social e desportiva, privilegiando a informação de última hora e os acontecimentos que estão a marcar o dia. De segunda a sexta-feira, Sara Pinto assume a condução do Telejornal Tarde, trazendo experiência e proximidade a um bloco informativo que quer ir rapidamente ao essencial, sem perder o rigor e o contexto. Ao fim de semana, Ana Lourenço assume a apresentação, mantendo a mesma identidade: 30 minutos de informação concentrada, atualizada e incisiva, para perceber o que aconteceu e o que ainda vai marcar o resto do dia. -- Teleregiões | Informativo, Noticiário Teleregiões é um programa diário que quer olhar para Portugal para lá dos grandes títulos do dia — com jornalismo, estrada, atualidade, histórias humanas e descoberta. Com Alberta Marques Fernandes na apresentação, o país transforma-se numa verdadeira redação. De Norte a Sul, passando pelas ilhas e pelas comunidades portuguesas no estrangeiro, uma rede de repórteres acompanha aquilo que está a acontecer: uma notícia que mobiliza uma vila, uma tradição em risco, uma festa que junta milhares de pessoas, um problema que preocupa uma região ou simplesmente uma personagem extraordinária que merece ser conhecida. Há diretos, reportagens e jornalistas no terreno ao longo de toda a emissão. A atualidade é o ponto de partida, mas Teleregiões não é um telejornal tradicional. Uma mesma emissão pode começar com quatro ligações em direto por causa do mau tempo, seguir para uma reportagem sobre a desertificação do interior, entrar numa romaria em Viana do Castelo e terminar à conversa com um artesão que mantém vivo um ofício quase desaparecido. O programa assume o infoentretenimento, sem abdicar do rigor jornalístico: há espaço para informar, explicar, descobrir, emocionar e também sorrir. O estúdio funciona como uma praça central para onde convergem todas estas histórias. Alberta conduz os diretos, contextualiza a atualidade e recebe protagonistas, especialistas e convidados ligados aos temas do dia. De um autarca a uma atriz, de um pescador a uma psicóloga, de um geólogo a uma associação local: as conversas são acessíveis e informais, mas procuram sempre acrescentar alguma coisa à história que está a ser contada. E Portugal não termina nas fronteiras. Teleregiões acompanha também as comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo, criando pontes regulares com quem vive fora mas continua ligado à sua terra. É essa a ambição do programa: fazer das tardes da Tele1 um ponto de encontro do país. Menos Portugal visto de Lisboa e mais Portugal contado por quem lá vive. -- Telejornal | Informativo, Noticiário A mais longa marca de jornalismo televisivo vem para a Tele1, o Telejornal surge com uma abordagem mais moderna, dinâmica e aprofundada, combinando o acompanhamento da atualidade com o contexto necessário para compreender os acontecimentos. Ao longo da emissão, o noticiário percorre os principais temas nacionais e internacionais, da política à economia, passando pela sociedade, justiça, cultura e desporto, com reportagens, diretos e análise. Mais do que apresentar os factos, o Telejornal procura explicá-los, confrontar diferentes perspectivas e antecipar o que se segue. De segunda a sexta-feira, José Rodrigues dos Santos assume a apresentação, conduzindo o principal noticiário do canal durante a semana. Ao sábado e ao domingo, Judite de Sousa regressa à condução de um grande espaço informativo, assumindo as edições de fim de semana e reforçando a aposta do Telejornal em experiência, credibilidade e jornalismo de referência. -- Espectro | Informativo, Noticiário O formato de sucesso da Telecinco, regressa apresentado por Carlos Daniel e Carla Rodrigues. Espectro é o espaço de informação de referência das noites de segunda a sexta-feira, apostando num olhar aprofundado sobre os temas que marcam a atualidade nacional e internacional. Mais do que reproduzir as notícias do dia, o programa procura ir além da manchete, privilegiando a reportagem, o contexto e as histórias por detrás dos acontecimentos. Sociedade, política, economia, justiça, saúde, cultura, ciência, ambiente e desporto fazem parte de um formato abrangente, pensado para explicar o presente através de diferentes perspetivas e aproximar a informação da vida quotidiana dos portugueses. A reportagem é o coração do Espectro. Todas as noites, Carlos Daniel e Carla Rodrigues conduzem uma emissão construída em torno de grandes reportagens, trabalhos de investigação, histórias humanas e temas que merecem ser aprofundados para lá do ritmo imediato dos noticiários. A dupla assume também a contextualização e ligação entre os diferentes conteúdos, num registo próximo, rigoroso e dinâmico. Sempre que a atualidade o justificar, o estúdio transforma-se também num espaço de entrevista e debate. Protagonistas da notícia, especialistas ou personalidades relevantes podem juntar-se aos apresentadores para uma conversa aprofundada, enquanto acontecimentos particularmente importantes podem dar origem a emissões especiais, debates ou edições integralmente dedicadas a um único tema. O programa mantém ainda um conjunto de rubricas próprias, algumas permanentes e outras organizadas por temporadas. Em “Cinco Curiosidades”, cada emissão pode revelar cinco factos inesperados relacionados com um dos assuntos abordados. “Por Dentro das Pessoas” acompanha portugueses e famílias confrontados com situações particularmente difíceis, dando-lhes voz e procurando mostrar realidades que raramente chegam ao centro da agenda mediática. Em “Ritmo da Atualidade”, a equipa de informação desenvolve investigações e pequenos documentários sobre casos, polémicas ou acontecimentos ainda com perguntas por responder. “Voz de Quem Viveu” reconstrói acontecimentos através dos testemunhos daqueles que estiveram diretamente envolvidos, colocando a experiência humana no centro da narrativa. O “Estamos a Chegar!” dá palco a uma nova geração de portugueses, acompanhando os seus projetos, ambições, dificuldades e sonhos. “Novo Portugal” percorre o país à procura de lugares, profissões, comunidades e tradições em transformação ou em risco de desaparecer. Já “Custo de Vida” acompanha uma família durante vários dias para perceber, através de um caso concreto, como os grandes números da economia se traduzem no orçamento e nas escolhas do quotidiano. As rubricas podem alternar ao longo do ano, permitindo ao Espectro renovar temas e linguagens sem perder a sua identidade. Todas partem, contudo, da mesma premissa: há sempre mais para contar do que aquilo que cabe numa notícia. De segunda a sexta-feira, Espectro fecha o dia olhando para aquilo que aconteceu — mas, sobretudo, tentando perceber o que está por detrás da notícia. -- COMUNICADO Depois de tantas dúvidas, é altura de esclarecer de uma vez por todas: a RTP inicia hoje um novo capítulo da sua história. A estação foi privatizada e dá lugar à Tele1, uma nova estação generalista privada, adquirida pela Telecinco em parceria com um consórcio de acionistas que se uniu para dar continuidade a um percurso pioneiro na televisão portuguesa. O Estado, contudo, não abandona a estação nem a sua missão. Continuará a assegurar financiamento público destinado ao serviço de interesse público na informação do canal, garantindo que Portugal dispõe de uma televisão capaz de exercer plenamente a sua isenção, independência editorial e pluralismo, sem interferência do poder político ou dos seus acionistas. É, acima de tudo, um exercício claro de democracia. Também a ficção portuguesa continuará a ser uma prioridade. Através do ICA, serão apoiados projetos de ficção, promovendo o talento português, a nossa cultura e as histórias do nosso país, num modelo sujeito às regras e critérios aplicáveis ao financiamento público. A Tele1 nasce, assim, com uma nova estrutura e uma nova ambição, mas também com a responsabilidade de preservar uma história que pertence a todos. Queremos que seja uma televisão moderna, independente e orgulhosamente portuguesa — uma estação de que todos os que vivem no nosso país se possam orgulhar. Spoiler - mostrar conteúdo oculto @Angel-O @brunooo @Sour @André @Afonso Excelente comunicado! há 2 horas, VTL disse: Montenegro demorou a prestar declarações. Mas agora prestou, basta ler e ficas esclarecido King 3 Citar
ABcloud Postado 22 de setembro Postado 22 de setembro Jogo da Fama | Adaptação de "Claim to Fame" Imagine um reality show onde o maior segredo é o próprio apelido. Maria Botelho Moniz traz-lhe o "Jogo da Fama". É um formato de competição dinâmico e viciante que junta 16 concorrentes anónimos numa casa com um objetivo único: esconder a sua linhagem e a sua ligação direta a grandes celebridades nacionais. Mas como é que os concorrentes descobrem as identidades uns dos outros? Simples, através de algumas dinâmicas dentro da própria casa: "Mural de Pistas": A casa contém um painel visual repleto de enigmas e objetos que ligam os concorrentes aos seus familiares famosos (atores, músicos, atletas e ícones da pop). "Desafios Semanais": As provas dão imunidade aos vencedores e revelam pistas cruciais e encriptadas sobre a identidade dos adversários. "A Sala do Palpite (O Guess-Off)": No final de cada gala, os público vota para escolher um "Adivinhador". Esta pessoa deve arriscar a identidade de um colega. Se acertar, o rival é eliminado; se falhar, o próprio Adivinhador é expulso imediatamente. Na grande final, que acontece a 10 de setembro em direto do Parque dos Poetas, o público elege o grande vencedor do formato que vence 100.000€, baseado na sua popularidade, estratégia e presença ao longo do programa. O concorrente que mais vezes tiver adivinhado pode ainda ganhar um emblema de "Adivinhador da Edição" e ainda 20.000€. Maria Botelho Moniz apresenta as Galas de Domingo e o Diário de 2.ª à 6ª. Na gala, Maria apresenta o resumo da semana na casa, conversa com os concorrentes, apresenta os resultados semanais das provas (apresentando o desempenho dos concorrentes), abre as votações do público, faz a prova da imunidade e recebe o concorrente expulso em estúdio. No Diário, Maria liga à casa, realiza os desafios semanais, revela pistas e, ocasionalmente, visita os concorrentes para realizar as mais variadas dinâmicas com os mesmos. Ao fim da tarde, Catarina Maia apresenta-lhe as primeiras imagens do dia no "Sumário", todas as polémicas e os assuntos que estão a marcar a casa em primeira mão, com direito a imagens e ligações à casa exclusivas. Tudo de forma direta, simples e concisa, apresentando-lhe o essencial da mansão da fama. Já ao fim da noite, Joana Teles, no "Resumo do Dia", apresenta todas as imagens do dia, de forma aprofundada, com um comentador rotativo que ajuda a apresentadora a apresentar e explicar os temas mais marcantes da casa de forma analisada e aprofundada. À segunda-feira, Joana Teles apresenta-lhe "O Debate", com a presença do público em estúdio e de 6 comentadores que fazem o rescaldo da gala e comentam os assuntos da última semana, incluindo a primeira entrevista exclusiva do expulso após a sua saída da mansão mais famosa do verão. Há ainda espaço para o público em estúdio (incluindo familiares dos concorrentes) participar e dar a sua opinião e ainda uma linha telefónica 761. Num mundo obcecado pela fama, o que acontece quando a tua única missão é renegá-la? Os participantes deixam a sombra dos seus parentes famosos para competir num jogo de inteligência, disfarce e estratégia. Ninguém sabe quem é quem, e a convivência sob o mesmo teto torna-se um campo minado de segredos. Spoiler @Angel-O @brunooo @André @Sour @Afonso @VTL @Rodrigo Soares @zeferovic14 @Lee @InesMig @ATVTQsV @Talu @Amorim 5 4 Citar
Angel-O Postado 22 de setembro Autor Postado 22 de setembro há 42 minutos, ABcloud disse: Jogo da Fama | Adaptação de "Claim to Fame" Imagine um reality show onde o maior segredo é o próprio apelido. Maria Botelho Moniz traz-lhe o "Jogo da Fama". É um formato de competição dinâmico e viciante que junta 16 concorrentes anónimos numa casa com um objetivo único: esconder a sua linhagem e a sua ligação direta a grandes celebridades nacionais. Mas como é que os concorrentes descobrem as identidades uns dos outros? Simples, através de algumas dinâmicas dentro da própria casa: "Mural de Pistas": A casa contém um painel visual repleto de enigmas e objetos que ligam os concorrentes aos seus familiares famosos (atores, músicos, atletas e ícones da pop). "Desafios Semanais": As provas dão imunidade aos vencedores e revelam pistas cruciais e encriptadas sobre a identidade dos adversários. "A Sala do Palpite (O Guess-Off)": No final de cada gala, os público vota para escolher um "Adivinhador". Esta pessoa deve arriscar a identidade de um colega. Se acertar, o rival é eliminado; se falhar, o próprio Adivinhador é expulso imediatamente. Na grande final, que acontece a 10 de setembro em direto do Parque dos Poetas, o público elege o grande vencedor do formato que vence 100.000€, baseado na sua popularidade, estratégia e presença ao longo do programa. O concorrente que mais vezes tiver adivinhado pode ainda ganhar um emblema de "Adivinhador da Edição" e ainda 20.000€. Maria Botelho Moniz apresenta as Galas de Domingo e o Diário de 2.ª à 6ª. Na gala, Maria apresenta o resumo da semana na casa, conversa com os concorrentes, apresenta os resultados semanais das provas (apresentando o desempenho dos concorrentes), abre as votações do público, faz a prova da imunidade e recebe o concorrente expulso em estúdio. No Diário, Maria liga à casa, realiza os desafios semanais, revela pistas e, ocasionalmente, visita os concorrentes para realizar as mais variadas dinâmicas com os mesmos. Ao fim da tarde, Catarina Maia apresenta-lhe as primeiras imagens do dia no "Sumário", todas as polémicas e os assuntos que estão a marcar a casa em primeira mão, com direito a imagens e ligações à casa exclusivas. Tudo de forma direta, simples e concisa, apresentando-lhe o essencial da mansão da fama. Já ao fim da noite, Joana Teles, no "Resumo do Dia", apresenta todas as imagens do dia, de forma aprofundada, com um comentador rotativo que ajuda a apresentadora a apresentar e explicar os temas mais marcantes da casa de forma analisada e aprofundada. À segunda-feira, Joana Teles apresenta-lhe "O Debate", com a presença do público em estúdio e de 6 comentadores que fazem o rescaldo da gala e comentam os assuntos da última semana, incluindo a primeira entrevista exclusiva do expulso após a sua saída da mansão mais famosa do verão. Há ainda espaço para o público em estúdio (incluindo familiares dos concorrentes) participar e dar a sua opinião e ainda uma linha telefónica 761. Num mundo obcecado pela fama, o que acontece quando a tua única missão é renegá-la? Os participantes deixam a sombra dos seus parentes famosos para competir num jogo de inteligência, disfarce e estratégia. Ninguém sabe quem é quem, e a convivência sob o mesmo teto torna-se um campo minado de segredos. Spoiler - mostrar conteúdo oculto @Angel-O @brunooo @André @Sour @Afonso @VTL @Rodrigo Soares @zeferovic14 @Lee @InesMig @ATVTQsV @Talu @Amorim Para quando @TVI? 3 Citar
Rodrigo Soares Postado 22 de setembro Postado 22 de setembro há 6 minutos, Angel-O disse: Para quando @TVI? Não percebi xD Citar
Angel-O Postado 22 de setembro Autor Postado 22 de setembro há 1 minuto, Rodrigo Soares disse: Não percebi xD Era para a TVI real 3 Citar
VTL Postado 23 de setembro Postado 23 de setembro (editado) Replay | Entretenimento, Talk Show Nas tardes de sábado da Tele1, Replay é o ponto de encontro com a música que os portugueses estão a ouvir, comprar e descobrir. Apresentado por Rodrigo Gomes e Renato Duarte, o programa acompanha semanalmente os tops de vendas de álbuns e singles em Portugal, revelando as maiores subidas, descidas, entradas e novidades. Todas as semanas, um dos apresentadores assume o estúdio e o outro sai para a rua, numa dinâmica que se vai alternando. Enquanto um recebe artistas, conduz entrevistas e apresenta atuações ao vivo, o outro acompanha músicos fora do palco, com reportagens, desafios e conteúdos divertidos em gravações de videoclipes, ensaios, concertos, estúdios ou situações inesperadas. Mais do que falar de números, Replay quer mostrar quem está por detrás da música: conhecer novos artistas, acompanhar lançamentos, descobrir histórias e aproximar o público dos nomes que estão a marcar a atualidade musical. Com atuações, entrevistas, reportagens e muita interação entre os dois apresentadores, Replay transforma as tardes de sábado num espaço jovem, descontraído e imprevisível, com um objetivo claro: dar palco e protagonismo à música portuguesa. -- 25 Palavras | Adaptação de "25 Words or Less" O programa de sucesso da RTP1 transita para a Tele1. Apresentado por Jorge Gabriel, a premissa é não falar demais, pois esse pode ser o caminho mais rápido para perder. Adaptado do formato internacional 25 Words or Less, o programa desafia concorrentes a fazerem os seus parceiros adivinhar palavras através de pistas — mas com uma regra decisiva: há um número muito limitado de palavras que podem usar. Em cada emissão, duas equipas (2 celebridades e 1 concorrente anónimo que está a lutar pelo dinheiro, cada) enfrentam-se numa sucessão de rondas rápidas e divertidas. Perante um conjunto de palavras que terão de fazer a equipa adivinhar, os jogadores começam por disputar quem acredita conseguir fazê-lo usando menos pistas. “Eu consigo em 15 palavras.” “Eu consigo em 12.” A fasquia vai descendo até que um dos adversários desafia o outro a provar que é capaz. A partir daí, cada palavra dita conta. Começa então uma corrida contra o tempo e contra o contador. O jogador dá pistas sem poder dizer a resposta, nem partes ou derivações da palavra, enquanto os restantes elementos da equipa tentam adivinhar. Quanto mais eficaz for a comunicação e maior a cumplicidade entre os jogadores, menos palavras serão necessárias — e mais perto ficam de vencer a ronda. Ao longo do programa, os desafios tornam-se mais exigentes e cada palavra ganha ainda mais importância. É um jogo de vocabulário, rapidez de raciocínio, intuição e sintonia, onde uma pista brilhante pode resolver tudo em segundos… e uma palavra desperdiçada pode deitar uma ronda inteira a perder. Na fase decisiva, a equipa que acumulou a melhor prestação enfrenta o grande desafio final: fazer adivinhar dez palavras utilizando, no máximo, 25 palavras-pista. São segundos de tensão, associações improváveis e respostas à primeira — porque, quando o contador chegar às 25, acabou-se a conversa. Com Jorge Gabriel no comando, 25 PALAVRAS é um concurso simples de perceber, fácil de jogar a partir de casa e capaz de criar momentos inesperados todos os dias. Porque aqui não vence quem fala mais. Vence quem consegue dizer tudo… com muito pouco. MAIS LOGO: Reveal hidden contents @Angel-O @brunooo @Sour @André @Afonso Editado 23 de setembro por VTL 6 2 Citar
Angel-O Postado 23 de setembro Autor Postado 23 de setembro Recordo que as grelhas devem ser apresentadas, identificando organização e jurados, até às 23:59 de hoje. Nas próximas horas vamos oferecer dois trunfos no tópico Borda d'Água para o fecharmos em grande Citar
VTL Postado 23 de setembro Postado 23 de setembro O Grande Jogo de Verão | Entretenimento, Game Show O Grande Jogo de Verão transforma um enorme estúdio de televisão num gigantesco parque de diversões onde duas equipas de amigos, familiares ou colegas enfrentam uma noite de água, quedas, estratégia e adrenalina. Não procuramos atletas profissionais, mas pessoas comuns que se conhecem verdadeiramente e que terão de descobrir se essa cumplicidade é suficiente quando tudo à sua volta começa a mexer, rodar, inclinar ou ficar completamente encharcado. As noites de sábados de verão na Tele1 ficam à responsabilidade de Sílvia Alberto, Isabel Silva e José Carlos Malato. Ao longo da emissão disputam-se sete grandes jogos. Em A Onda Gigante, os concorrentes tentam vencer uma enorme rampa enquanto jatos de água os empurram para trás; Não Molhes a Toalha obriga-os a atravessar um percurso aquático mantendo uma toalha seca; O Castelo de Areia mistura velocidade e estratégia numa construção com peças gigantes; e A Boia Maluca desafia vários elementos a atravessar a piscina equilibrados na mesma boia. Há ainda Apanha a Onda, numa prancha mecânica que testa equilíbrio e concentração; Férias em Família, uma corrida caótica com malas, boias e um carro insuflável gigante; e O Farol, uma espetacular prova em altura até ao ponto mais alto da arena. Mas aqui não se joga para somar pontos. Joga-se para construir a final. Cada prova vencida vale à equipa um Apito, inspirado nos nadadores-salvadores e usado orgulhosamente ao pescoço pelos concorrentes. Cada Apito desbloqueia uma vantagem concreta para a derradeira prova: pode significar segundos de avanço, a abertura de um atalho, a eliminação de um obstáculo, uma segunda tentativa ou até o poder de neutralizar uma vantagem adversária. Quanto mais Apitos uma equipa conquistar, mais possibilidades terá de moldar a final a seu favor — sem nunca garantir antecipadamente a vitória. Tudo culmina n'O GRANDE JOGO, quando praticamente todo o estúdio se transforma num único percurso e chega o momento de usar os Apitos conquistados. Piscina, bolas gigantes, rampas, plataformas instáveis, redes, obstáculos suspensos e a grande torre entram em funcionamento, mas o percurso vai sendo alterado pelas vantagens que cada equipa ganhou durante a noite. Todos participam: cada concorrente completa uma etapa para libertar o colega seguinte, até que o último possa iniciar a subida à torre. A primeira equipa a chegar ao topo e carregar no grande botão vence O Grande Jogo de Verão, fazendo toda a arena assumir a sua cor numa explosão de água, luz e confettis. Sete jogos. Sete Apitos. Uma final que se constrói ao longo de toda a noite. ----- Entre Duas Rainhas | Ficção, Série Portugal, finais do século XV. D. Manuel (Tomás Alves) nunca deveria ter sido rei. Numa corte marcada por mortes inesperadas e sucessões improváveis, o jovem duque de Beja vê desaparecer, um após outro, aqueles que o separavam do trono. Em 1495, contra todas as expectativas, é coroado rei de Portugal e herda um país pequeno, mas lançado numa aventura marítima que ameaça alterar para sempre o equilíbrio de poder na Europa. No centro da sua vida está Isabel de Aragão (Mafalda Marafusta), filha dos poderosos Reis Católicos e viúva do antigo herdeiro português. Manuel deseja casar com ela, mas Isabel regressa a Portugal carregando as suas próprias convicções, feridas e exigências. O casamento transforma-se simultaneamente numa história íntima e numa extraordinária aliança política: por momentos, Manuel e Isabel ficam perto de colocar Portugal, Castela e Aragão sob a mesma dinastia. Mas quando Isabel morre após dar à luz Miguel da Paz — a criança destinada a poder herdar as três coroas — e o próprio bebé morre pouco depois, o sonho desmorona-se. É então que outra mulher entra definitivamente na vida de Manuel: Maria de Aragão (Madalena Aragão), irmã mais nova de Isabel. Ao casar com a irmã da mulher que perdeu, o rei inicia uma nova família e uma nova etapa do seu reinado. Maria terá de encontrar o seu lugar numa corte ainda assombrada pela memória de Isabel, enquanto Manuel tenta conciliar os afetos, a sucessão da dinastia, as alianças europeias e a ambição crescente de um monarca que começa a compreender a dimensão do poder que tem nas mãos. E, para lá das paredes do palácio, o mundo está a mudar. Vasco da Gama alcança a Índia, Pedro Álvares Cabral chega ao Brasil e as armadas portuguesas avançam pelo Atlântico e pelo Índico. Lisboa enche-se de mercadores, diplomatas, marinheiros, especiarias e riquezas, enquanto a expansão traz também guerra, violência, escravização e disputas pelo domínio das novas rotas comerciais. No coração desse novo Portugal erguem-se os grandes símbolos de um reinado que pretende deixar a sua marca na História. Baseada no romance histórico D. Manuel I — Duas Irmãs para um Rei, de Isabel Stilwell, a série é uma grande produção. Uma saga de amor, família, fé, ambição e poder passada no momento em que Portugal deixa de olhar apenas para a Europa e começa a projetar-se sobre o mundo. Por detrás dos reis, das rainhas e das grandes viagens, está a história de um homem que chegou ao trono por acaso, de duas irmãs que partilharam a mesma coroa e de uma família cuja vida íntima se cruza com um dos períodos mais decisivos — e contraditórios — da História portuguesa. ----- Última Ronda | Entretenimento, Late Night Show Quando o dia termina, ainda há tempo para uma Última Ronda. De segunda a sexta-feira, a Tele1 oferece um late night onde humor, conversa, atualidade, cultura e entretenimento se encontram. A cada noite muda o anfitrião — Gilmário Vemba à segunda, Zé Pedro Vasconcelos à terça, Herman José à quarta, Nuno Markl à quinta e Filomena Cautela à sexta — e, com ele, muda também a personalidade do programa. Ou seja, cada dia o programa terá o cunho do apresentador, que terá liberdade para criar a sua própria noite, entre entrevistas, humor, jogos, música, reportagens e momentos inesperados. Ou seja, é quase como um programa de autor com alinhamentos e rubricas diferenciadas para se ajustar à personalidade de cada um deles. Mesmo o cenário tem capacidade de se adaptar às necessidades de cada um deles. Num dia pode ter uma banda, noutro dia pode ter jogos, etc. Segunda é mais imprevisível e virada para o stand-up; terça privilegia a conversa e a espontaneidade; quarta recupera o grande entretenimento; quinta mergulha na cultura pop e no insólito; e sexta fecha a semana com a irreverência de Mena, num registo rápido, provocador e bem-humorado, cruzando atualidade, cultura pop e conversas sem guião. Por Última Ronda passam figuras da televisão, música, cinema, desporto, cultura e atualidade, mas também pessoas e histórias que merecem ser descobertas. Com público, bar e palco, o programa procura fugir à entrevista tradicional e criar encontros diferentes todas as noites. Apesar das cinco identidades, existe um ritual comum: “A Última Ronda”. No final da entrevista principal, anfitrião e convidado encontram-se no bar, onde o convidado escolhe aleatoriamente uma de cinco perguntas finais — pessoais, inesperadas ou divertidas. Cinco anfitriões, cinco noites diferentes, uma só maneira de fechar o dia: Última Ronda. Reveal hidden contents @Angel-O @brunooo @Sour @André @Afonso 2 4 Citar
Angel-O Postado 23 de setembro Autor Postado 23 de setembro há 28 minutos, VTL disse: O Grande Jogo de Verão | Entretenimento, Game Show O Grande Jogo de Verão transforma um enorme estúdio de televisão num gigantesco parque de diversões onde duas equipas de amigos, familiares ou colegas enfrentam uma noite de água, quedas, estratégia e adrenalina. Não procuramos atletas profissionais, mas pessoas comuns que se conhecem verdadeiramente e que terão de descobrir se essa cumplicidade é suficiente quando tudo à sua volta começa a mexer, rodar, inclinar ou ficar completamente encharcado. As noites de sábados de verão na Tele1 ficam à responsabilidade de Sílvia Alberto, Isabel Silva e José Carlos Malato. Ao longo da emissão disputam-se sete grandes jogos. Em A Onda Gigante, os concorrentes tentam vencer uma enorme rampa enquanto jatos de água os empurram para trás; Não Molhes a Toalha obriga-os a atravessar um percurso aquático mantendo uma toalha seca; O Castelo de Areia mistura velocidade e estratégia numa construção com peças gigantes; e A Boia Maluca desafia vários elementos a atravessar a piscina equilibrados na mesma boia. Há ainda Apanha a Onda, numa prancha mecânica que testa equilíbrio e concentração; Férias em Família, uma corrida caótica com malas, boias e um carro insuflável gigante; e O Farol, uma espetacular prova em altura até ao ponto mais alto da arena. Mas aqui não se joga para somar pontos. Joga-se para construir a final. Cada prova vencida vale à equipa um Apito, inspirado nos nadadores-salvadores e usado orgulhosamente ao pescoço pelos concorrentes. Cada Apito desbloqueia uma vantagem concreta para a derradeira prova: pode significar segundos de avanço, a abertura de um atalho, a eliminação de um obstáculo, uma segunda tentativa ou até o poder de neutralizar uma vantagem adversária. Quanto mais Apitos uma equipa conquistar, mais possibilidades terá de moldar a final a seu favor — sem nunca garantir antecipadamente a vitória. Tudo culmina n'O GRANDE JOGO, quando praticamente todo o estúdio se transforma num único percurso e chega o momento de usar os Apitos conquistados. Piscina, bolas gigantes, rampas, plataformas instáveis, redes, obstáculos suspensos e a grande torre entram em funcionamento, mas o percurso vai sendo alterado pelas vantagens que cada equipa ganhou durante a noite. Todos participam: cada concorrente completa uma etapa para libertar o colega seguinte, até que o último possa iniciar a subida à torre. A primeira equipa a chegar ao topo e carregar no grande botão vence O Grande Jogo de Verão, fazendo toda a arena assumir a sua cor numa explosão de água, luz e confettis. Sete jogos. Sete Apitos. Uma final que se constrói ao longo de toda a noite. ----- Entre Duas Rainhas | Ficção, Série Portugal, finais do século XV. D. Manuel (Tomás Alves) nunca deveria ter sido rei. Numa corte marcada por mortes inesperadas e sucessões improváveis, o jovem duque de Beja vê desaparecer, um após outro, aqueles que o separavam do trono. Em 1495, contra todas as expectativas, é coroado rei de Portugal e herda um país pequeno, mas lançado numa aventura marítima que ameaça alterar para sempre o equilíbrio de poder na Europa. No centro da sua vida está Isabel de Aragão (Mafalda Marafusta), filha dos poderosos Reis Católicos e viúva do antigo herdeiro português. Manuel deseja casar com ela, mas Isabel regressa a Portugal carregando as suas próprias convicções, feridas e exigências. O casamento transforma-se simultaneamente numa história íntima e numa extraordinária aliança política: por momentos, Manuel e Isabel ficam perto de colocar Portugal, Castela e Aragão sob a mesma dinastia. Mas quando Isabel morre após dar à luz Miguel da Paz — a criança destinada a poder herdar as três coroas — e o próprio bebé morre pouco depois, o sonho desmorona-se. É então que outra mulher entra definitivamente na vida de Manuel: Maria de Aragão (Madalena Aragão), irmã mais nova de Isabel. Ao casar com a irmã da mulher que perdeu, o rei inicia uma nova família e uma nova etapa do seu reinado. Maria terá de encontrar o seu lugar numa corte ainda assombrada pela memória de Isabel, enquanto Manuel tenta conciliar os afetos, a sucessão da dinastia, as alianças europeias e a ambição crescente de um monarca que começa a compreender a dimensão do poder que tem nas mãos. E, para lá das paredes do palácio, o mundo está a mudar. Vasco da Gama alcança a Índia, Pedro Álvares Cabral chega ao Brasil e as armadas portuguesas avançam pelo Atlântico e pelo Índico. Lisboa enche-se de mercadores, diplomatas, marinheiros, especiarias e riquezas, enquanto a expansão traz também guerra, violência, escravização e disputas pelo domínio das novas rotas comerciais. No coração desse novo Portugal erguem-se os grandes símbolos de um reinado que pretende deixar a sua marca na História. Baseada no romance histórico D. Manuel I — Duas Irmãs para um Rei, de Isabel Stilwell, a série é uma grande produção. Uma saga de amor, família, fé, ambição e poder passada no momento em que Portugal deixa de olhar apenas para a Europa e começa a projetar-se sobre o mundo. Por detrás dos reis, das rainhas e das grandes viagens, está a história de um homem que chegou ao trono por acaso, de duas irmãs que partilharam a mesma coroa e de uma família cuja vida íntima se cruza com um dos períodos mais decisivos — e contraditórios — da História portuguesa. ----- Última Ronda | Entretenimento, Late Night Show Quando o dia termina, ainda há tempo para uma Última Ronda. De segunda a sexta-feira, a Tele1 oferece um late night onde humor, conversa, atualidade, cultura e entretenimento se encontram. A cada noite muda o anfitrião — Gilmário Vemba à segunda, Zé Pedro Vasconcelos à terça, Herman José à quarta, Nuno Markl à quinta e Filomena Cautela à sexta — e, com ele, muda também a personalidade do programa. Ou seja, cada dia o programa terá o cunho do apresentador, que terá liberdade para criar a sua própria noite, entre entrevistas, humor, jogos, música, reportagens e momentos inesperados. Ou seja, é quase como um programa de autor com alinhamentos e rubricas diferenciadas para se ajustar à personalidade de cada um deles. Mesmo o cenário tem capacidade de se adaptar às necessidades de cada um deles. Num dia pode ter uma banda, noutro dia pode ter jogos, etc. Segunda é mais imprevisível e virada para o stand-up; terça privilegia a conversa e a espontaneidade; quarta recupera o grande entretenimento; quinta mergulha na cultura pop e no insólito; e sexta fecha a semana com a irreverência de Mena, num registo rápido, provocador e bem-humorado, cruzando atualidade, cultura pop e conversas sem guião. Por Última Ronda passam figuras da televisão, música, cinema, desporto, cultura e atualidade, mas também pessoas e histórias que merecem ser descobertas. Com público, bar e palco, o programa procura fugir à entrevista tradicional e criar encontros diferentes todas as noites. Apesar das cinco identidades, existe um ritual comum: “A Última Ronda”. No final da entrevista principal, anfitrião e convidado encontram-se no bar, onde o convidado escolhe aleatoriamente uma de cinco perguntas finais — pessoais, inesperadas ou divertidas. Cinco anfitriões, cinco noites diferentes, uma só maneira de fechar o dia: Última Ronda. Spoiler - mostrar conteúdo oculto @Angel-O @brunooo @Sour @André @Afonso Este último programa é tudo o que podia ser o 5 ainda hoje... mas tirava o Gilmário 2 Citar
VTL Postado 23 de setembro Postado 23 de setembro Vamos Ali! | Entretenimento, Viagens e Lifestyle Nas tardes de domingo da Tele1, Alice Alves e Cláudia Semedo partem à descoberta de Portugal e do mundo, mas nunca para o mesmo lugar. Em cada emissão, cada apresentadora é enviada para um destino diferente, e o programa vai saltando entre as duas aventuras. Alice e Cláudia sabem onde a viagem começa, mas não conhecem o percurso que as espera. Em cada destino, são as pessoas que encontram pelo caminho que lhes indicam onde ir, quem conhecer e o que experimentar, construindo espontaneamente o roteiro. Além disso, cada uma leva consigo cinco envelopes com cinco missões, abertas em diferentes momentos. Encontrar alguém, provar algo desconhecido, aprender uma tradição, cumprir um desafio ou chegar a um local inesperado: cada missão pode alterar completamente o rumo da viagem. As duas experiências vão sendo acompanhadas em paralelo, criando contraste entre destinos, culturas, pessoas e peripécias. --- Vai Buscar! | Entretenimento, Game-show VAI BUSCAR! é o novo game show da Tele1 apresentado por Fernando Mendes, onde saber a resposta não chega: é preciso encontrá-la! Em cada programa, quatro concorrentes entram num enorme cenário repleto de centenas de objetos, distribuídos por espaços como uma cozinha, sala, supermercado, garagem, oficina, escritório ou jardim. Tudo o que está no estúdio pode fazer parte do jogo e, a qualquer momento, Fernando pode lançar o desafio: “Vai buscar!” Cultura geral, memória, intuição, rapidez e capacidade de estimativa misturam-se em desafios sempre diferentes. Em “Vai Buscar a Resposta”, uma pergunta de cultura geral tem como resposta um dos objetos existentes no cenário e os concorrentes têm de o encontrar; em “O Peso Certo”, dispõem de 90 segundos para reunir objetos que totalizem, por exemplo, o mais próximo possível de dois quilos; em “Quanto Mede?”, tentam atingir uma determinada medida; e em “Quanto Vale?”, procuram uma combinação de produtos cujo valor fique o mais próximo possível do montante pedido. Noutros jogos, Fernando pode pedir três objetos que já existissem em 1950, desafiar os concorrentes a ordenar objetos do mais antigo ao mais recente, encontrar o maior objeto que consiga caber dentro de uma determinada caixa ou procurar algo que seja apenas ligeiramente mais pesado, comprido ou caro do que uma referência. Em “Um de Cada”, têm de regressar com objetos que cumpram diferentes características, enquanto “A Combinação Perfeita” exige encontrar um único objeto que cumpra simultaneamente várias condições. A memória e os sentidos também entram no jogo. Os concorrentes podem ter apenas alguns segundos para memorizar uma lista de compras e depois procurar os produtos no cenário; descobrir qual o objeto que desapareceu de uma mesa; identificar um objeto através de uma fotografia extremamente ampliada de um pequeno detalhe; ou ouvir apenas um som e procurar aquilo que o produziu. E em “Só Podes Levar Um”, as pistas são reveladas progressivamente: quanto mais cedo o concorrente arriscar e correr à procura da resposta, mais pode ganhar — mas depois de escolher já não pode voltar atrás. Com Fernando Mendes a comandar toda a confusão, o enorme cenário transforma-se no verdadeiro tabuleiro de VAI BUSCAR!: os concorrentes correm, procuram, carregam, pesam, medem, escolhem e arriscam até ser encontrado o vencedor do dia. --- Banco dos Suplentes | Desporto, Programa Desportivo No Banco dos Suplentes, o desporto sai das quatro linhas e ganha lugar no entretenimento das manhãs de sábado. Apresentado por Marco Horácio, o programa recupera os acontecimentos desportivos da semana com humor, descontração e pouca vontade de discutir táticas. Em estúdio, Marco recebe semanalmente atletas, ex-atletas, humoristas e caras conhecidas para comentar os momentos mais inesperados, caricatos e divertidos do futebol e de outras modalidades. Vídeos virais, declarações improváveis, festejos, falhanços, superstições, momentos de bastidores e histórias que normalmente ficam fora dos noticiários alimentam a conversa. Em “VAR do Marco”, um momento polémico ou insólito da semana é revisto e o painel decide o veredicto; em “Quem Disse Isto?”, os convidados tentam descobrir quem é o autor de algumas das frases mais extraordinárias ditas no mundo do desporto; e “Isto Também é Desporto?” viaja à descoberta das modalidades, provas e tradições desportivas mais improváveis do mundo. Em “Explica-me Como Se Eu Não Percebesse Nada”, um atleta tem a difícil missão de explicar ao Marco uma regra, expressão ou estratégia da sua modalidade da forma mais simples possível. Já “A Conferência de Imprensa” coloca o convidado principal perante uma sucessão de perguntas rápidas e inesperadas, enquanto “Prova dos Nove” tira todos das cadeiras: Marco e convidados enfrentam pequenos desafios em estúdio, do lançamento ao cesto aos penáltis, passando pelo ténis de mesa, dardos ou modalidades que nunca experimentaram. E porque ninguém quer ficar eternamente no banco, “Sai do Banco!” fecha o programa com o convidado a enfrentar um último desafio relacionado com a sua carreira ou modalidade — muitas vezes com Marco Horácio a tentar acompanhá-lo. Spoiler @ABcloud @Angel-O @André @Afonso @Sour @RMF_123 @brunooo 5 3 Citar
Afonso Postado 23 de setembro Postado 23 de setembro On 22/09/2026 at 09:26, VTL disse: Segunda Voz | Ficção, Série Num centro de emprego nos arredores de Lisboa, uma nova medida experimental promete ajudar desempregados de longa duração a recuperar rotinas, confiança e competências para regressarem ao mercado de trabalho. Entre cursos de informática, preparação para entrevistas e sessões motivacionais, há uma atividade que ninguém parece levar muito a sério: uma oficina de Coro e Expressão Musical. A responsável é Leonor (Lúcia Moniz), professora de música que, depois de anos a ensinar num colégio, também ficou sem emprego. Aceitou orientar a oficina temporariamente e não tem grandes ilusões sobre a capacidade da música para mudar a vida de quem quer que seja. Precisa do dinheiro, quer cumprir as horas e seguir em frente. Os seus alunos parecem pensar exatamente o mesmo. É assim que, quase por obrigação, se encontram pessoas que provavelmente nunca se teriam cruzado. Vítor (Filipe Vargas) antigo chefe de vendas, continua a vestir fato e gravata e a sair de casa todas as manhãs porque ainda não teve coragem de contar à mãe que perdeu o emprego. Sónia (Paula Sá) viu fechar a fábrica onde trabalhou durante mais de vinte anos e enfrenta tudo com um humor aparentemente indestrutível. Diogo (Carlos Félix) é licenciado e coleciona candidaturas, estágios e trabalhos temporários, enquanto faz música no computador sem mostrar a ninguém. Amélia (Noémia Costa) passou a vida atrás do balcão de uma loja e está convencida de que ninguém voltará a contratar uma mulher da sua idade. Nuno (Samuel Alves) antigo cozinheiro e pai divorciado, tenta esconder da filha de nove anos o quanto a sua vida se desorganizou. Fátima (Tânia Alves), ex-administrativa, transforma os ensaios em reuniões de trabalho e cria folhas de cálculo para um grupo que mal consegue cantar a mesma nota. E Rafa (Dany Duarte) o mais novo, parece incapaz de levar qualquer emprego a sério, mas tem um instinto musical que nenhum dos outros esperava encontrar. O primeiro ensaio é um desastre. Uns não querem cantar, outros garantem que não sabem, há quem esteja ali apenas porque foi encaminhado pelo centro de emprego e quem veja naquela hora semanal uma desculpa para sair de casa. Leonor também não sabe muito bem o que fazer com eles. Até ao momento em que uma voz aparece. Depois outra. E outra. Aos poucos, Leonor percebe que tentar transformá-los num coro convencional seria precisamente destruir aquilo que os torna interessantes. As diferenças de idade, referências, gostos e experiências começam a produzir um som inesperado. Pela primeira vez em muito tempo, aquelas pessoas têm um lugar onde ninguém lhes pergunta quantas candidaturas enviaram naquela semana ou porque continuam sem conseguir trabalho. Tudo muda quando, durante um ensaio, Diogo grava no telemóvel uma interpretação improvisada. Amélia começa a cantar uma velha canção portuguesa, Rafa encontra um ritmo, Nuno acompanha-a e, quase sem combinarem, todos acabam por entrar. Diogo publica trinta segundos nas redes sociais sem avisar ninguém. Na manhã seguinte, o vídeo tornou-se viral. Não apenas porque aquele grupo improvável canta surpreendentemente bem, mas porque alguém descobre de onde vieram e lhes dá um nome que rapidamente se espalha: “o coro do centro de emprego”. De repente, chegam convites para programas de televisão, festivais e entrevistas. Há jornalistas interessados nas suas histórias, produtores que querem gravá-los e milhares de desconhecidos que sabem quem eles são. Aquilo que deveria ajudá-los a deixar de estar desempregados começa, paradoxalmente, a torná-los conhecidos precisamente por estarem desempregados. E nem todos lidam da mesma forma com essa exposição. Vítor recusa aparecer na televisão porque isso significaria finalmente contar à família a verdade. Nuno teme que a filha leia os comentários cruéis que começam a surgir na internet. Amélia, aos 61 anos, transforma-se inesperadamente na favorita do público ao mesmo tempo que continua a ouvir em entrevistas de emprego que procuram alguém “com outro perfil”. Rafa recebe uma proposta para trabalhar profissionalmente em música e percebe que aceitar pode significar abandonar as pessoas que lhe deram a primeira oportunidade. Fátima consegue finalmente regressar a um escritório e descobre, para sua surpresa, que já não sabe se quer deixar os ensaios que passou meses a fingir que detestava. E Sónia é a primeira a fazer a pergunta que começa a pairar sobre todos: e se o coro puder, afinal, tornar-se um trabalho? Leonor enfrenta o mesmo paradoxo. Para os restantes, ela começou por ser a professora que estava ali para os ajudar, mas rapidamente descobrem que Leonor também está inscrita naquele centro de emprego. A oficina é apenas um trabalho temporário que lhe foi proposto enquanto procura uma nova colocação. Não há, afinal, uma professora e um grupo de desempregados: estão todos no mesmo lado. E Leonor esconde ainda outra contradição. Passou a vida a ensinar outras pessoas a cantar porque nunca teve coragem de tentar viver da própria voz. Enquanto empurra os seus alunos para palcos, entrevistas e oportunidades que os assustam, há anos que ela própria não canta diante de ninguém. Quanto mais o coro cresce, mais difícil se torna continuar a esconder-se atrás dele. Entre ensaios caóticos, escolhas musicais impossíveis, atuações que correm mal, discussões sobre figurinos, pequenos egos alimentados por alguns minutos de televisão e a súbita sensação de serem celebridades num bairro onde toda a gente os conhece, Segunda Voz acompanha também as pequenas batalhas pessoais de cada elemento. Encontrar emprego pode ser uma vitória, mas significa deixar de poder ir aos ensaios. Uma entrevista pode representar finalmente uma oportunidade ou apenas mais uma rejeição. E a fama inesperada não resolve contas por pagar, relações familiares interrompidas ou a vergonha que alguns aprenderam a associar à palavra “desempregado”. Aos poucos, porém, aquelas pessoas começam a perceber que passaram demasiado tempo a definir-se pela resposta a uma única pergunta — “O que fazes?” — e que, quando deixaram de conseguir responder, começaram também a acreditar que tinham deixado de ser alguém. A nova série diária das noites da Tele1. Spoiler - mostrar conteúdo oculto @Angel-O @brunooo @Sour @André @Afonso Gente? amei a sinopse bem escrita, socorro. Gosto dos paralelismos. 3 Citar
ABcloud Postado 23 de setembro Postado 23 de setembro Fora da Lei | Cultura e Documentário, Documentário Há crimes tão improváveis que, se fossem escritos para uma série, dificilmente acreditaríamos neles. Fora da Lei recupera algumas das histórias criminais mais extraordinárias ocorridas em Portugal e reconstrói, em cada episódio, como foram imaginadas, executadas e finalmente descobertas. Jornalistas, investigadores, testemunhas, especialistas e protagonistas cruzam-se com imagens de arquivo, documentos, fotografias e notícias da época para revelar aquilo que aconteceu para lá das manchetes. Mais do que uma série sobre violência, Fora da Lei é uma coleção de histórias sobre planos audaciosos, burlas quase perfeitas, identidades inventadas e assaltos dignos de cinema. Cada episódio parte de uma pergunta aparentemente impossível — como é que alguém conseguiu fazer isto? — e vai desmontando o caso até à peça que fez ruir todo o plano. Ep. 1 — O Homem que Mandou Imprimir Dinheiro Em 1925, Alves dos Reis falsificou documentação em nome do Banco de Portugal e conseguiu chegar à própria Waterlow & Sons, a empresa britânica que imprimia as notas portuguesas. O resultado foi extraordinário: em vez de fabricar dinheiro numa cave clandestina, conseguiu que notas de 500 escudos fossem produzidas pelo impressor oficial. O caso “Angola e Metrópole” tornar-se-ia uma das mais célebres fraudes financeiras portuguesas. Ep. 2 — O Médico Que Não O Era Durante anos, um homem exerceu atividade médica sem possuir as habilitações necessárias. Quando a Polícia Judiciária desmantelou a atividade em 2011, referiu cerca de 300 utentes inscritos, sobretudo pessoas idosas, e indícios de consultas, diagnósticos, prescrições de medicamentos, pedidos de exames e até intervenções através de injetáveis. Como conseguiu conquistar a confiança de clínicas, lares e pacientes? Ep. 3 — O Falso Padre Imagens religiosas desaparecem de igrejas de Lisboa. Cheques são retirados de uma capela. Um Menino Jesus acaba vendido num antiquário. Em 2013, o Ministério Público anunciou a prisão preventiva de um homem conhecido como “Falso Padre”, fortemente indiciado por furtos qualificados, falsificação e burla. Só as duas imagens e adornos retirados da Igreja de São Nicolau foram então avaliados em cerca de 45 mil euros. Ep. 4 — 108 Mil Contos 7 de fevereiro de 1984. Uma carrinha da empresa de segurança Grupo 8 transporta 108 mil contos do Banco Fonsecas & Burnay para o Banco de Portugal quando é assaltada, em Lisboa, por três homens armados. A história tem uma vantagem documental extraordinária: além das imagens da época, a RTP realizou poucos dias depois uma reconstituição televisiva do assalto. Ep. 5 — O Assalto das Armas de Plástico 17 de maio de 1967. Um grupo ligado à LUAR assalta uma dependência do Banco de Portugal na Figueira da Foz e leva cerca de 30 mil contos. Décadas depois, participantes no assalto regressaram ao local e contaram à RTP como tudo aconteceu — incluindo a utilização de armas de plástico e a fuga de avioneta. Um episódio que parece escrito para cinema, mas aconteceu. Ep. 6 — Doutor Sem Diploma Não seria sequer a primeira vez que Portugal descobria um falso médico. Em 1991, Manuel Coelho foi condenado por se ter feito passar por médico em hospitais civis. O arquivo da RTP preserva imagens do julgamento, declarações do próprio e o testemunho de uma paciente que tinha sido atendida por ele. O episódio permitiria também comparar dois casos separados por cerca de duas décadas e perguntar por que razão este tipo de impostura consegue sobreviver durante tanto tempo. Ep. 7 — A Vida dos Outros Um episódio contemporâneo sobre roubo de identidade. Em 2021, a PJ anunciou a detenção de um homem suspeito de se apropriar de originais ou cópias de documentos de identificação, modificá-los e utilizá-los para abrir contas e contrair empréstimos em nome das vítimas. A investigação apontava para pelo menos 20 crimes de falsificação ou contrafação de documento e 13 de burla qualificada. A história começa quando uma vítima recebe cobranças de empréstimos que garante nunca ter contraído. Ep. 8 — O Banco Cercado 7 de agosto de 2008. Um assalto a uma agência do BES em Campolide transforma-se numa longa situação de reféns acompanhada pelo país através da televisão. O Ministério Público viria a acusar o assaltante sobrevivente de tentativa de roubo, seis crimes de sequestro e detenção de arma proibida; a intervenção policial terminou com um dos assaltantes morto e outro ferido. É deliberadamente o episódio mais tenso e sombrio da temporada. ==================== Depois Das Duas | Concursos, Call TV Quando quase toda a gente já foi dormir, há quem ainda esteja acordado. Depois das Duas é o late-night interativo das madrugadas da Tele1, apresentado alternadamente por Maria Petronilho e Lara Lopes, uma semana cada. Em direto, durante duas horas, o programa mistura conversa, música, histórias, humor, convidados inesperados, participação do público e prémios, num ambiente simultaneamente premium, cozy e glamorous, pensado para fazer companhia a quem prolonga a noite. O formato reinventa o tradicional Call TV: em vez de uma emissão inteiramente construída em torno de um único passatempo telefónico, há sempre alguma coisa a acontecer. As apresentadoras comentam histórias curiosas do dia, recebem mensagens e relatos dos espectadores, mostram vídeos, lançam desafios e conversam com quem telefona para o programa. As chamadas de valor acrescentado continuam a ser uma componente essencial, mas surgem integradas numa emissão de entretenimento com ritmo e diferentes conteúdos. Ao longo da noite sucedem-se vários jogos. Em O Cofre das Duas, um jackpot vai acumulando até alguém conseguir decifrar as pistas e encontrar a resposta; em Quanto Está Aqui?, é preciso adivinhar a quantidade de objetos existente num recipiente; e Não Desligues! coloca um espectador perante uma sequência de perguntas rápidas em que cada resposta certa aumenta o prémio, obrigando-o a decidir entre parar ou continuar a arriscar. Há ainda O Que Estou a Ouvir?, baseado na identificação de sons; Escolhe Uma Porta, com prémios e surpresas escondidos; e jogos especiais lançados exatamente às 2h22 e às 3h33. Toda a emissão é atravessada pela Conta da Madrugada, um valor permanentemente visível no estúdio que evolui ao longo da noite segundo as diferentes mecânicas do programa. Os espectadores podem conquistar parcelas desse montante ou ganhar acesso a oportunidades especiais para disputar o prémio principal. Às 03h50 chega A Última Chamada, o grande momento final da emissão, em que um espectador selecionado entra em direto para tentar conquistar o maior prémio da noite. Com um cenário noturno sofisticado, inspirado numa luxuosa penthouse sobre a cidade, Depois das Duas combina sofá e zona de conversa com roda de prémios, jackpot, LED walls e uma área central dedicada aos jogos. A alternância semanal entre Maria Petronilho e Lara Lopes permite ainda que cada uma imprima a sua personalidade à emissão. O resultado é um Call TV assumido, mas transformado num verdadeiro programa de madrugada: um espaço de companhia, entretenimento e jogo para quem ainda não quer que o dia acabe. ==================== Spoiler @Angel-O @brunooo @André @Sour @Afonso @VTL @Rodrigo Soares @zeferovic14 @Lee @InesMig @ATVTQsV @Talu @Amorim @dav01 @Pinto @ilovetv.2008 1 5 Citar
Angel-O Postado 23 de setembro Autor Postado 23 de setembro Gosto dessas madrugadas! Já sei em quem votar 3 1 Citar
ABcloud Postado 23 de setembro Postado 23 de setembro CINEMA NA TELE1 Wicked (EUA) Antes de se tornarem nas lendárias bruxas de Oz, Elphaba e Glinda conhecem-se enquanto estudantes na Universidade de Shiz. Apesar das diferenças, nasce entre ambas uma amizade improvável que mudará para sempre os seus destinos. Um encontro com o poderoso Feiticeiro de Oz acaba, porém, por colocá-las em caminhos opostos. Entre amizade, ambição e escolhas difíceis, começa a história nunca contada da Bruxa Má do Oeste e de Glinda, a Boa. Vaiana (EUA) A jovem Vaiana parte numa perigosa viagem pelo oceano para salvar a sua ilha e o seu povo. Durante a aventura, encontra o lendário semideus Maui, que se torna no seu improvável companheiro de viagem. Juntos enfrentam criaturas gigantes, perigos inesperados e os mistérios de um oceano cheio de vida. Uma aventura sobre coragem, identidade e a descoberta do caminho que estamos destinados a seguir. Vaiana 2 (EUA) Três anos depois da primeira aventura, Vaiana recebe um inesperado chamado dos seus antepassados navegadores. Acompanhada por uma nova tripulação e novamente por Maui, parte numa viagem pelos mares mais distantes da Oceânia. O objetivo é encontrar uma ilha perdida capaz de voltar a unir os diferentes povos do oceano. Uma nova aventura repleta de perigos, humor e descobertas que levará Vaiana mais longe do que alguma vez imaginou. Encanto (EUA) Nas montanhas da Colômbia vive a extraordinária família Madrigal, cujos membros receberam poderes mágicos — todos menos Mirabel. Quando descobre que a magia que protege a família está em perigo, Mirabel percebe que poderá ser a única capaz de a salvar. A sua missão leva-a a descobrir segredos, conflitos e sonhos escondidos entre aqueles que mais ama. Uma aventura musical sobre família, identidade e a importância de encontrar o nosso próprio valor. F1 - O FIlme (EUA) O antigo piloto de Fórmula 1 Sonny Hayes regressa às pistas décadas depois de um acidente ter interrompido a sua carreira. Contratado para ajudar uma equipa em dificuldades, torna-se companheiro do jovem e ambicioso Joshua Pearce. Entre rivalidades, velocidade e a pressão extrema da competição, os dois terão de aprender a trabalhar em equipa. Uma história de redenção e adrenalina vivida no coração do Mundial de Fórmula 1. Spoiler @Angel-O @brunooo @Afonso @André @Sour @Lee @Rodrigo Soares @zeferovic14 @VTL @dav01 @ilovetv.2008 @RMF_123 @Pinto @Talu @Amorim @InesMig 5 Citar
Angel-O Postado 23 de setembro Autor Postado 23 de setembro há 4 minutos, ABcloud disse: CINEMA NA TELE1 Wicked (EUA) Antes de se tornarem nas lendárias bruxas de Oz, Elphaba e Glinda conhecem-se enquanto estudantes na Universidade de Shiz. Apesar das diferenças, nasce entre ambas uma amizade improvável que mudará para sempre os seus destinos. Um encontro com o poderoso Feiticeiro de Oz acaba, porém, por colocá-las em caminhos opostos. Entre amizade, ambição e escolhas difíceis, começa a história nunca contada da Bruxa Má do Oeste e de Glinda, a Boa. Vaiana (EUA) A jovem Vaiana parte numa perigosa viagem pelo oceano para salvar a sua ilha e o seu povo. Durante a aventura, encontra o lendário semideus Maui, que se torna no seu improvável companheiro de viagem. Juntos enfrentam criaturas gigantes, perigos inesperados e os mistérios de um oceano cheio de vida. Uma aventura sobre coragem, identidade e a descoberta do caminho que estamos destinados a seguir. Vaiana 2 (EUA) Três anos depois da primeira aventura, Vaiana recebe um inesperado chamado dos seus antepassados navegadores. Acompanhada por uma nova tripulação e novamente por Maui, parte numa viagem pelos mares mais distantes da Oceânia. O objetivo é encontrar uma ilha perdida capaz de voltar a unir os diferentes povos do oceano. Uma nova aventura repleta de perigos, humor e descobertas que levará Vaiana mais longe do que alguma vez imaginou. Encanto (EUA) Nas montanhas da Colômbia vive a extraordinária família Madrigal, cujos membros receberam poderes mágicos — todos menos Mirabel. Quando descobre que a magia que protege a família está em perigo, Mirabel percebe que poderá ser a única capaz de a salvar. A sua missão leva-a a descobrir segredos, conflitos e sonhos escondidos entre aqueles que mais ama. Uma aventura musical sobre família, identidade e a importância de encontrar o nosso próprio valor. F1 - O FIlme (EUA) O antigo piloto de Fórmula 1 Sonny Hayes regressa às pistas décadas depois de um acidente ter interrompido a sua carreira. Contratado para ajudar uma equipa em dificuldades, torna-se companheiro do jovem e ambicioso Joshua Pearce. Entre rivalidades, velocidade e a pressão extrema da competição, os dois terão de aprender a trabalhar em equipa. Uma história de redenção e adrenalina vivida no coração do Mundial de Fórmula 1. Spoiler - mostrar conteúdo oculto @Angel-O @brunooo @Afonso @André @Sour @Lee @Rodrigo Soares @zeferovic14 @VTL @dav01 @ilovetv.2008 @RMF_123 @Pinto @Talu @Amorim @InesMig A ficção de qualidade. 1 Citar
ABcloud Postado 23 de setembro Postado 23 de setembro (editado) Got Talent Portugal | Adaptação de "Got Talent" O maior concurso de talentos da televisão portuguesa está de regresso para a sua 13.ª temporada! Catarina Furtado apresenta-se novamente ao serviço para conduzir uma nova temporada mais fresca e no pico alto do verão. O Got Talent é um formato internacional de concurso de televisão que permite a participação de qualquer pessoa, sem limite de idade, com qualquer tipo de talento, desde a música e a dança até à magia, comédia e acrobacia. Os concorrentes apresentam-se perante um painel de jurados que avalia as atuações, podendo interrompê-las se não gostarem do número, ou usar o botão dourado para enviar um participante diretamente para as semifinais. Nas fases finais do programa, a votação passa para o público, que decide quem é o grande vencedor da competição. Pela primeira vez desde 2024, o formato regressa desta vez com um novo e refrescante painel de jurados, que estão prontos para os melhores e piores talentos, melhores e piores atuações, e prontinhos para responder à grande pergunta do público: será que alguém conquista o botão dourado? Saem Filomena Cautela, Rui Massena e Manuel Moura dos Santos, para poder entrar Simone de Oliveira, Marco de Camiilis e Herman José. Inês Aires Pereira mantém-se intacta na sua cadeira de jurada. Não tem planos de verão para as sextas-feiras? A Tele1 tem! Junte-se a nós nesta aventura e ajude-nos a descobrir o novo grande talento de Portugal! ==================== Um País a Banhos | Entretenimento, Humor Todas as semanas, Um País a Banhos instala-se numa praia diferente de Portugal para olhar, com humor, para os políticos, as decisões da semana e os problemas do país. Longe do estúdio e entre toalhas, chapéus de sol e bolas de Berlim, Ricardo Araújo Pereira assume um cargo que não existe em nenhum Governo: Ministro do Povo. Antes de cada emissão, uma equipa percorre a praia em vox pop, recolhendo perguntas dos portugueses sobre habitação, impostos, saúde, salários, transportes, educação ou as polémicas políticas da semana. As melhores chegam ao Gabinete do Ministro, montado em plena praça junto à praia, onde Ricardo lhes responde com humor, recorrendo a declarações, números e contradições da atualidade. Pelo caminho surgem rubricas como “Conselho de Ministros”, onde um grupo de banhistas procura soluções para um problema nacional; “Pergunta ao Governo”, que recupera aquilo que os políticos realmente disseram; “Promessa de Verão”, que confronta compromissos antigos com o que aconteceu entretanto; e o “Decreto-Lei da Semana”, uma medida humorística inspirada nas irritações dos portugueses. Perante o público reunido junto à praia, Ricardo transforma as perguntas e preocupações recolhidas ao longo da semana numa crónica sobre o estado do país. Há também espaço para a crítica da atualidade social e política e momentos dramatizados para efeitos humorísticos. ==================== Botão do Poder | Entretenimento, Game Show Vasco Palmeirim recebe duas equipas de três concorrentes para um game show em que tudo pode mudar de um momento para o outro. Cultura geral, música, memória, intuição, velocidade, destreza e sorte misturam-se numa sucessão de jogos rápidos, visuais e completamente diferentes, sem rondas longas ou eliminações previsíveis. Aqui não existem pontos: joga-se diretamente por dinheiro, que cada equipa vai acumulando ao longo da emissão. A cada poucos minutos há um novo desafio e, quando menos se espera, o rumo do programa pode mudar por completo. No centro do estúdio está o enorme Botão do Poder. Nem todos os jogos permitem conquistá-lo e ninguém sabe quando ficará disponível. Quando uma equipa ganha o direito de carregar, recebe um poder que só é revelado nesse instante: pode duplicar o valor de uma prova, roubar dinheiro aos adversários, trocar um jogador de equipa, escolher quem enfrenta o próximo desafio, obrigar Vasco a jogar, convocar uma celebridade para ajudar ou alterar completamente as regras do jogo seguinte. Mas há poderes que trazem consequências inesperadas — carregar no botão é sempre tentador, mas nunca totalmente seguro. Os desafios mudam constantemente. Em Não Penses!, os concorrentes recebem perguntas aparentemente fáceis, mas dispõem de apenas cinco segundos para responder; A Parede testa a memória visual; Acaba a Música desafia-os a continuar corretamente uma canção interrompida; Quanto É? joga com estimativas; e, em Quem É Que Sabe?, cada equipa tem de escolher quem responde antes sequer de conhecer a pergunta e dezenas de outros jogos que entram e saem da rotação para que cada emissão traga novas surpresas. No final, a equipa que tiver acumulado mais dinheiro conquista o acesso à Última Decisão. Nesse momento, tudo aquilo que ganhou ao longo do programa fica em risco. A equipa pode sair imediatamente com o dinheiro ou carregar uma última vez no Botão do Poder e aceitar o Jogo Que Ninguém Viu. Uma enorme porta abre-se no cenário e só então é revelado o desafio final daquela noite. Se vencerem, duplicam todo o dinheiro acumulado; se perderem, perdem tudo e saem com zero. É a decisão mais simples — e mais difícil — de toda a emissão. Com público em arena, chão LED, música, convidados surpresa, grandes elementos físicos e um cenário capaz de se transformar diante das câmaras, Botão do Poder é concebido acima de tudo como um espetáculo televisivo. Vasco Palmeirim apresenta, improvisa e participa nos jogos, mas nem ele está protegido dos poderes do botão. Ao longo de toda a emissão, cada vitória significa dinheiro e cada pressão no botão pode alterar o jogo — até à última, quando um único toque pode transformar tudo em dobro ou em nada. Spoiler @Angel-O @brunooo @André @Afonso @Sour @VTL @Lee @Rodrigo Soares @zeferovic14 @InesMig @ilovetv.2008 @Amorim @Pinto @RMF_123 Editado 23 de setembro por ABcloud 6 2 Citar
Posts Recomendados
Publicado por VTL,
Grelha de agosto
Recomendado por Angel-O
7 reações
Ir para este post
Junta-te a nós!
Podes agora comentar e registar-te depois. Se tens uma conta, Entra para responderes com a tua conta.
Note: Your post will require moderator approval before it will be visible.