VTL Postado 13 de setembro Postado 13 de setembro Reveal hidden contents @Angel-O @brunooo @Afonso @André @Sour 1 3 Citar
VTL Postado 13 de setembro Postado 13 de setembro Reveal hidden contents @Angel-O @brunooo @Afonso @André @Sour 3 1 Citar
VTL Postado 13 de setembro Postado 13 de setembro Reveal hidden contents @Angel-O @brunooo @Afonso @André @Sour 1 4 Citar
Sour Postado 13 de setembro Postado 13 de setembro Querido a grelha está entregue, nem hoje tenho descanso de menções? Spoiler brincadeirinha ksksksk Spoiler mas pare! Citar
VTL Postado 13 de setembro Postado 13 de setembro 7 minutes ago, Sour said: Querido a grelha está entregue, nem hoje tenho descanso de menções? Reveal hidden contents brincadeirinha ksksksk Reveal hidden contents mas pare! Já parei! 2 Citar
VTL Postado 13 de setembro Postado 13 de setembro (editado) Editado 13 de setembro por VTL 3 2 1 Citar
VTL Postado 13 de setembro Postado 13 de setembro (editado) Fora de Cena | Ficção, Série A série começa no último dia de Kika Colaço numa clínica de reabilitação. Interpretada por Joana Ribeiro, Kika está prestes a regressar ao mundo depois de semanas longe do álcool, das câmaras e da personagem pública que construiu durante praticamente toda a vida. Enquanto arruma o quarto, pequenos objetos, fotografias e imagens na televisão desencadeiam fragmentos do passado. Sobre eles, ouvimos Kika num monólogo cru sobre aquilo que já foi — e sobre não fazer a mínima ideia do que será a seguir. Kika começou como atriz infantil, cresceu nas novelas e tornou-se uma das caras mais reconhecidas da sua geração. Mas os papéis foram diminuindo, o telefone deixou de tocar e, incapaz de aceitar que a indústria estava a seguir em frente, tentou sucessivamente reinventar-se através de reality shows e exposição mediática. Fez tudo por atenção, mas nada conseguiu verdadeiramente relançá-la. Quanto mais desesperadamente procurava continuar a ser vista, mais se afastava da atriz que um dia quis ser — e mais o álcool ocupava o espaço deixado pela carreira. Antes de saída da clínica, Kika toma uma decisão inesperada: em vez de regressar a Lisboa, parte para uma pequena aldeia do distrito de Vila Real, onde vive o pai, interpretado por Fernando Luís. Kika vai a casa e decide mudar de visual numa catarse emocional de desprendimento e despedida do passado. Volta ao corte de cabelo que tinha quando uma criança e atriz. Provavelmente o momento em que foi mais feliz em toda a vida. O pai Zé Colaço, é um antigo cantor romântico de enorme sucesso, ele foi durante décadas uma presença habitual nos palcos, discos e programas de televisão portugueses. Até que, 10 anos antes, uma acusação de assédio sexual provocou um escândalo público que terminou abruptamente a sua carreira. Afastado do meio artístico e praticamente desaparecido da vida pública, refugiou-se sozinho numa antiga casa da família. Desde então, pai e filha não se falam. Kika regressa a aldeia porque quando sai da clínica, uma tia conta-lhe um segredo que o pai tentou esconder: ele sofre de uma doença degenerativa. Depois de anos a culpá-lo, a defendê-lo, a odiá-lo e a tentar perceber aquilo em que acredita, percebe que pode já não haver muito tempo para encontrar respostas. O reencontro está longe de ser uma reconciliação imediata. Kika continua a culpá-lo por a ter empurrado demasiado cedo para o espetáculo e por ter permitido que uma criança se tornasse sustento, produto e personagem pública. Ele viu a filha repetir muitos dos seus excessos e acredita que, em determinados momentos, deveria tê-la protegido de um mundo que conhecia demasiado bem. Agora, duas antigas figuras públicas vivem escondidas na mesma casa. Ele foi afastado do palco; ela continua desesperadamente à procura de uma maneira de voltar a ele. Enquanto Kika tenta manter-se sóbria e começa, pela primeira vez desde criança, a experimentar uma existência anónima, a convivência obriga ambos a confrontarem aquilo de que passaram cinco anos a fugir. Pelo meio há uma aldeia para descobrir e um interesse amoroso para Kika, num momento em que está a reconstruir-se. Entre ressentimento, recaídas, memórias e uma intimidade pai-filha que vai sendo reconstruída aos solavancos, Kika começa a perceber que talvez o seu grande recomeço não seja conseguir outro papel. É descobrir quem é quando ninguém está a vê-la. E o pai terá de decidir se quer passar os anos que lhe restam escondido ou finalmente enfrentar aquilo que deixou para trás. Joana Ribeiro e Fernando Luís protagonizam Fora de Cena, a nova série diária da RTP 1: uma dramedy sobre fama, dependência, envelhecimento, culpa, família e aquilo que acontece depois de os aplausos acabarem. Há recomeços que doem mais do que outros. == SINOPSE CURTA: FORA DE CENA acompanha Kika Colaço (Joana Ribeiro), antiga estrela infantil cuja carreira entrou em decadência e que, depois de várias tentativas falhadas de se relançar através de reality shows, enfrenta também uma dependência do álcool. No último dia numa clínica de reabilitação, Kika decide regressar às origens e procurar o pai (Fernando Luís), um antigo cantor romântico de enorme sucesso que desapareceu da vida pública após um escândalo de assédio sexual, dez anos antes, e vive desde então isolado numa casa de família, numa pequena aldeia de Vila Real. Ao descobrir que o pai sofre de uma doença degenerativa, Kika percebe que talvez seja a última oportunidade para reconstruírem uma relação marcada por ressentimentos, culpas e anos de silêncio. Duas antigas estrelas, dois percursos interrompidos e uma última oportunidade para recomeçar — quando já ninguém está a aplaudir. == AMANHÃ REVELAMOS: Reveal hidden contents @Angel-O @brunooo @Afonso @André @Sour Editado 13 de setembro por VTL 2 6 1 Citar
Angel-O Postado 13 de setembro Autor Postado 13 de setembro há 3 minutos, VTL disse: Fora de Cena | Ficção, Série A série começa no último dia de Kika Colaço numa clínica de reabilitação. Interpretada por Joana Ribeiro, Kika está prestes a regressar ao mundo depois de semanas longe do álcool, das câmaras e da personagem pública que construiu durante praticamente toda a vida. Enquanto arruma o quarto, pequenos objetos, fotografias e imagens na televisão desencadeiam fragmentos do passado. Sobre eles, ouvimos Kika num monólogo cru sobre aquilo que já foi — e sobre não fazer a mínima ideia do que será a seguir. Kika começou como atriz infantil, cresceu nas novelas e tornou-se uma das caras mais reconhecidas da sua geração. Mas os papéis foram diminuindo, o telefone deixou de tocar e, incapaz de aceitar que a indústria estava a seguir em frente, tentou sucessivamente reinventar-se através de reality shows e exposição mediática. Fez tudo por atenção, mas nada conseguiu verdadeiramente relançá-la. Quanto mais desesperadamente procurava continuar a ser vista, mais se afastava da atriz que um dia quis ser — e mais o álcool ocupava o espaço deixado pela carreira. Antes de saída da clínica, Kika toma uma decisão inesperada: em vez de regressar a Lisboa, parte para uma pequena aldeia do distrito de Vila Real, onde vive o pai, interpretado por Fernando Luís. Kika vai a casa e decide mudar de visual numa catarse emocional de desprendimento e despedida do passado. Volta ao corte de cabelo que tinha quando uma criança e atriz. Provavelmente o momento em que foi mais feliz em toda a vida. O pai Zé Colaço, é um antigo cantor romântico de enorme sucesso, ele foi durante décadas uma presença habitual nos palcos, discos e programas de televisão portugueses. Até que, 10 anos antes, uma acusação de assédio sexual provocou um escândalo público que terminou abruptamente a sua carreira. Afastado do meio artístico e praticamente desaparecido da vida pública, refugiou-se sozinho numa antiga casa da família. Desde então, pai e filha não se falam. Kika regressa a aldeia porque quando sai da clínica, uma tia conta-lhe um segredo que o pai tentou esconder: ele sofre de uma doença degenerativa. Depois de anos a culpá-lo, a defendê-lo, a odiá-lo e a tentar perceber aquilo em que acredita, percebe que pode já não haver muito tempo para encontrar respostas. O reencontro está longe de ser uma reconciliação imediata. Kika continua a culpá-lo por a ter empurrado demasiado cedo para o espetáculo e por ter permitido que uma criança se tornasse sustento, produto e personagem pública. Ele viu a filha repetir muitos dos seus excessos e acredita que, em determinados momentos, deveria tê-la protegido de um mundo que conhecia demasiado bem. Agora, duas antigas figuras públicas vivem escondidas na mesma casa. Ele foi afastado do palco; ela continua desesperadamente à procura de uma maneira de voltar a ele. Enquanto Kika tenta manter-se sóbria e começa, pela primeira vez desde criança, a experimentar uma existência anónima, a convivência obriga ambos a confrontarem aquilo de que passaram cinco anos a fugir. Pelo meio há uma aldeia para descobrir e um interesse amoroso para Kika, num momento em que está a reconstruir-se. Entre ressentimento, recaídas, memórias e uma intimidade pai-filha que vai sendo reconstruída aos solavancos, Kika começa a perceber que talvez o seu grande recomeço não seja conseguir outro papel. É descobrir quem é quando ninguém está a vê-la. E o pai terá de decidir se quer passar os anos que lhe restam escondido ou finalmente enfrentar aquilo que deixou para trás. Joana Ribeiro e Fernando Luís protagonizam Fora de Cena, a nova série diária da RTP 1: uma dramedy sobre fama, dependência, envelhecimento, culpa, família e aquilo que acontece depois de os aplausos acabarem. Há recomeços que doem mais do que outros. == SINOPSE CURTA: FORA DE CENA acompanha Kika Colaço (Joana Ribeiro), antiga estrela infantil cuja carreira entrou em decadência e que, depois de várias tentativas falhadas de se relançar através de reality shows, enfrenta também uma dependência do álcool. No último dia numa clínica de reabilitação, Kika decide regressar às origens e procurar o pai (Fernando Luís), um antigo cantor romântico de enorme sucesso que desapareceu da vida pública após um escândalo de assédio sexual, dez anos antes, e vive desde então isolado numa casa de família, numa pequena aldeia de Vila Real. Ao descobrir que o pai sofre de uma doença degenerativa, Kika percebe que talvez seja a última oportunidade para reconstruírem uma relação marcada por ressentimentos, culpas e anos de silêncio. Duas antigas estrelas, dois percursos interrompidos e uma última oportunidade para recomeçar — quando já ninguém está a aplaudir. == AMANHÃ REVELAMOS: Spoiler - mostrar conteúdo oculto @Angel-O @brunooo @Afonso @André @Sour Eu ainda não vi nenhum episódio mas isto agarrou-me completamente. A Joana Ribeiro consegue transmitir aquela dor de quem já teve o mundo aos pés e agora não sabe sequer quem é quando se olha ao espelho. E o pormenor de cortar o cabelo como quando era miúda? Que momento forte seria!! E depois colocares o Fernando Luís a fazer de pai... que contracena incrível! Acertaste em cheio 4 Citar
VTL Postado 13 de setembro Postado 13 de setembro Just now, Angel-O said: Eu ainda não vi nenhum episódio mas isto agarrou-me completamente. A Joana Ribeiro consegue transmitir aquela dor de quem já teve o mundo aos pés e agora não sabe sequer quem é quando se olha ao espelho. E o pormenor de cortar o cabelo como quando era miúda? Que momento forte seria!! E depois colocares o Fernando Luís a fazer de pai... que contracena incrível! Acertaste em cheio Obrigado E ela fica linda como "loira Barbie". Que não foi uma escolha inocente: traduz também a sua procura incessante pela imagem da ‘protagonista de novela ideal’, numa tentativa quase desesperada de se moldar àquilo que acredita que a televisão ainda procura. E também assenta bem - penso - no registo de reality star 3 Citar
VTL Postado 14 de setembro Postado 14 de setembro Furor | Adaptação de "La Fureur" FUROR é a nova grande festa musical das noites da RTP1. De segunda a sexta-feira, Vanessa Oliveira recebe duas equipas prontas para cantar, jogar, adivinhar e, acima de tudo, divertir-se num estúdio onde a música nunca para. Em cada emissão, convidados famosos e um concorrente anónimo (por equipa) juntam-se para enfrentar uma sucessão de jogos musicais rápidos, surpreendentes e cheios de humor. As equipas mantém-se de segunda a sexta. Reconhecer uma canção em poucos segundos, descobrir quem canta, completar a letra, identificar um êxito através de pistas improváveis ou cantar sem se enganar são apenas alguns dos desafios. Dos grandes clássicos portugueses aos hits internacionais, das músicas que marcaram gerações aos temas que estão a tocar agora, em FUROR cabe toda a música — desde que toda a gente a conheça e tenha vontade de a cantar. Ao centro está Vanessa Oliveira, dona de uma enorme pista de jogo e de uma emissão imprevisível, onde há espaço para competição, conversa, improviso e muita cumplicidade com os convidados. Uma banda residente acompanha os jogos e transforma o estúdio numa verdadeira sala de espetáculos, com o público a cantar, dançar e participar na festa. As duas equipas vão acumulando pontos ao longo do programa, mas aqui ganhar é quase secundário: cada jogo é pensado para criar momentos espontâneos, descobrir histórias inesperadas dos convidados e pôr toda a gente em casa a tentar responder antes deles. E quando parece que já se ouviu de tudo, há sempre mais uma música capaz de mudar o jogo. FUROR recupera o espírito dos grandes programas musicais de entretenimento e reinventa-o para uma emissão diária, rápida, contemporânea e intergeracional. AMANHÃ REVELAMOS: Reveal hidden contents @Angel-O @brunooo @Afonso @André @Sour 3 3 Citar
Angel-O Postado 14 de setembro Autor Postado 14 de setembro há 4 minutos, VTL disse: Furor | Adaptação de "La Fureur" FUROR é a nova grande festa musical das noites da RTP1. De segunda a sexta-feira, Vanessa Oliveira recebe duas equipas prontas para cantar, jogar, adivinhar e, acima de tudo, divertir-se num estúdio onde a música nunca para. Em cada emissão, convidados famosos e um concorrente anónimo (por equipa) juntam-se para enfrentar uma sucessão de jogos musicais rápidos, surpreendentes e cheios de humor. As equipas mantém-se de segunda a sexta. Reconhecer uma canção em poucos segundos, descobrir quem canta, completar a letra, identificar um êxito através de pistas improváveis ou cantar sem se enganar são apenas alguns dos desafios. Dos grandes clássicos portugueses aos hits internacionais, das músicas que marcaram gerações aos temas que estão a tocar agora, em FUROR cabe toda a música — desde que toda a gente a conheça e tenha vontade de a cantar. Ao centro está Vanessa Oliveira, dona de uma enorme pista de jogo e de uma emissão imprevisível, onde há espaço para competição, conversa, improviso e muita cumplicidade com os convidados. Uma banda residente acompanha os jogos e transforma o estúdio numa verdadeira sala de espetáculos, com o público a cantar, dançar e participar na festa. As duas equipas vão acumulando pontos ao longo do programa, mas aqui ganhar é quase secundário: cada jogo é pensado para criar momentos espontâneos, descobrir histórias inesperadas dos convidados e pôr toda a gente em casa a tentar responder antes deles. E quando parece que já se ouviu de tudo, há sempre mais uma música capaz de mudar o jogo. FUROR recupera o espírito dos grandes programas musicais de entretenimento e reinventa-o para uma emissão diária, rápida, contemporânea e intergeracional. AMANHÃ REVELAMOS: Spoiler - mostrar conteúdo oculto @Angel-O @brunooo @Afonso @André @Sour Gosto mas muito mais curioso com esse teaser no fim 1 Citar
Angel-O Postado 14 de setembro Autor Postado 14 de setembro há 1 hora, VTL disse: Faltam só as menções e concorre para melhor comunicado da edição < 3 Citar
VTL Postado 15 de setembro Postado 15 de setembro 6 hours ago, Angel-O said: Faltam só as menções e concorre para melhor comunicado da edição < 3 Perdão, façam atenção ao meu anterior post pf. Reveal hidden contents @Angel-O @brunooo @Afonso @André @Sour 1 Citar
VTL Postado 15 de setembro Postado 15 de setembro Preto ou Vermelho? | Adaptação de "Red or Black?" Aqui não vence quem sabe mais de cultura geral. Aqui, a inteligência não é o maior fator. O que conta é a esperteza, a intuição… e ter a sorte do seu lado. Em PRETO OU VERMELHO?, Fernando Mendes comanda um grande concurso onde todas as decisões se resumem a duas possibilidades. Não há quatro respostas possíveis, nem perguntas impossíveis. Há apenas uma escolha: preto ou vermelho? Em cada emissão, oito concorrentes entram num jogo imprevisível feito de provas completamente diferentes. Umas exigem capacidade de observação e dedução, outras obrigam a confiar no instinto e algumas dependem simplesmente da sorte. Mas todas terminam da mesma maneira: cada concorrente terá de escolher uma das duas cores. Acertar significa continuar em jogo. Errar pode significar ir para casa. E aqui tudo pode acontecer. Por exemplo: uma criança entra no estúdio acompanhada por dois homens — um representa o vermelho, outro o preto. Um deles é o verdadeiro pai. Cada concorrente pode fazer apenas uma pergunta antes de decidir: quem é o pai da criança? Outras provas são pré-gravadas e são acompanhadas por uma cara da RTP por semana (Lara Lopes, Inês Carranca ou Joana Teles, por exemplo). Noutra prova, duas atletas alinham para uma corrida: uma de vermelho, outra de preto. Quem corta primeiro a meta? E num campo de futebol, dois jogadores enfrentam uma série de penáltis: Preto ou Vermelho — quem marca mais? Mas nem sempre haverá pistas que ajudem à decisão. Diante de oito caixas douradas numeradas, cada concorrente escolhe uma sem saber o que está no interior. Lá dentro encontra-se um objeto de apenas uma das duas cores. Nesse momento não há conhecimento, estratégia ou capacidade de dedução que possa ajudar. É preciso escolher uma caixa… e esperar que a sorte esteja do lado certo. Ao longo da noite, as provas sucedem-se, misturando jogo, humor, suspense, espetáculo, convidados e grandes desafios, enquanto Fernando Mendes acompanha os concorrentes, brinca com as suas teorias e tenta perceber o que os leva a escolher um lado ou o outro. Porque em PRETO OU VERMELHO? podemos ter a certeza absoluta de que sabemos a resposta… e estar redondamente enganados. A ideia é ter sempre provas diferentes todos os programas e repetir aquelas que melhor funcionaram junto do público. Noutro exemplo de prova. Ouve-se uma voz e os concorrentes têm de escolher qual das vozes se está a ouvir: a da cápsula preta ou da cápsula vermelha. Até que resta apenas um concorrente. Depois de ultrapassar todas as provas, chega à grande final e, aí, já não há perguntas para fazer, pistas para interpretar ou adversários para vencer. Há apenas 25 mil euros e uma última escolha. No centro do estúdio surge uma roleta gigante, dividida entre vermelho e preto. O finalista recebe uma enorme bola e, antes de a lançar, tem de tomar a decisão que pode mudar tudo: PRETO OU VERMELHO? A bola percorre a roleta perante o silêncio do estúdio até parar numa das duas cores. Se coincidir com a escolha do concorrente, ganha 25.000 euros. No fim, tudo se resume à pergunta mais simples de todas: PRETO… OU VERMELHO? AMANHÃ REVELAMOS: Reveal hidden contents @Angel-O @brunooo @Afonso @André @Sour 1 4 Citar
Angel-O Postado 16 de setembro Autor Postado 16 de setembro Primeiro post do tópico 100% atualizado e completo. 1 Citar
VTL Postado 16 de setembro Postado 16 de setembro Além do Tempo (Brasil) Uma novela. Duas vidas. Duas histórias. E uma segunda oportunidade para mudar tudo. As tardes da RTP1 ganham uma novela diferente de todas as outras. Além do Tempo reinventa o folhetim tradicional com uma ideia tão simples quanto surpreendente: contar duas novelas numa só. A história começa no século XIX, em Campobello. É aí que Lívia (Alinne Moraes) e Felipe (Rafael Cardoso) se encontram pela primeira vez. Ela é uma jovem de origem humilde, destinada pela mãe à vida num convento. Ele pertence à nobreza e prepara-se para casar com Melissa. Entre paixões proibidas, segredos de família, vinganças e diferenças sociais, os dois desafiam o destino para viver um amor que parece impossível. Até que tudo termina. E a novela também. Ou, pelo menos, aquela novela. Porque, de repente, Além do Tempo avança cerca de 150 anos e começa praticamente de novo. No século XXI, os mesmos atores regressam como novas versões das suas personagens. Mudam as roupas, as casas, as profissões, as relações familiares e até as posições de poder. Quem amou pode voltar a amar. Quem fez sofrer pode ter a oportunidade de escolher outro caminho. E pessoas que aparentemente nunca se conheceram sentem que há qualquer coisa que as liga. Lívia e Felipe voltam a encontrar-se. Não se lembram da vida que viveram juntos. Mas há sentimentos que parecem sobreviver ao próprio tempo. Com Alinne Moraes, Rafael Cardoso, Paolla Oliveira, Irene Ravache, Ana Beatriz Nogueira e Emilio Dantas, Além do Tempo mistura romance, mistério, destino e reencarnação numa estrutura invulgar: a meio da história, o espectador despede-se de um mundo inteiro para descobrir outro — com os mesmos rostos, mas com novas vidas e novas escolhas. E é aí que começa o verdadeiro jogo para quem acompanha: perceber o que mudou, quem continua igual e se, perante uma segunda oportunidade, cada personagem será capaz de escrever um final diferente. AMANHÃ REVELAMOS: Reveal hidden contents @Angel-O @brunooo @Afonso @André @Sour 2 5 Citar
VTL Postado 17 de setembro Postado 17 de setembro (editado) 25 Palavras | Adaptação de "25 Words or Less" 25 PALAVRAS é o novo concurso da RTP, apresentado por Jorge Gabriel, onde falar demais pode ser o caminho mais rápido para perder. Adaptado do formato internacional 25 Words or Less, o programa desafia concorrentes a fazerem os seus parceiros adivinhar palavras através de pistas — mas com uma regra decisiva: há um número muito limitado de palavras que podem usar. Em cada emissão, duas equipas (2 celebridades e 1 concorrente anónimo que está a lutar pelo dinheiro, cada) enfrentam-se numa sucessão de rondas rápidas e divertidas. Perante um conjunto de palavras que terão de fazer a equipa adivinhar, os jogadores começam por disputar quem acredita conseguir fazê-lo usando menos pistas. “Eu consigo em 15 palavras.” “Eu consigo em 12.” A fasquia vai descendo até que um dos adversários desafia o outro a provar que é capaz. A partir daí, cada palavra dita conta. Começa então uma corrida contra o tempo e contra o contador. O jogador dá pistas sem poder dizer a resposta, nem partes ou derivações da palavra, enquanto os restantes elementos da equipa tentam adivinhar. Quanto mais eficaz for a comunicação e maior a cumplicidade entre os jogadores, menos palavras serão necessárias — e mais perto ficam de vencer a ronda. Ao longo do programa, os desafios tornam-se mais exigentes e cada palavra ganha ainda mais importância. É um jogo de vocabulário, rapidez de raciocínio, intuição e sintonia, onde uma pista brilhante pode resolver tudo em segundos… e uma palavra desperdiçada pode deitar uma ronda inteira a perder. Na fase decisiva, a equipa que acumulou a melhor prestação enfrenta o grande desafio final: fazer adivinhar dez palavras utilizando, no máximo, 25 palavras-pista. São segundos de tensão, associações improváveis e respostas à primeira — porque, quando o contador chegar às 25, acabou-se a conversa. Com Jorge Gabriel no comando, 25 PALAVRAS é um concurso simples de perceber, fácil de jogar a partir de casa e capaz de criar momentos inesperados todos os dias. Porque aqui não vence quem fala mais. Vence quem consegue dizer tudo… com muito pouco. MAIS LOGO REVELAMOS: Reveal hidden contents @Angel-O @brunooo @Afonso @André @Sour Editado 17 de setembro por VTL 1 4 Citar
Angel-O Postado 17 de setembro Autor Postado 17 de setembro há 1 minuto, VTL disse: 25 Palavras | Adaptação de "25 Words or Less" 25 PALAVRAS é o novo concurso das tardes da RTP, apresentado por Jorge Gabriel, onde falar demais pode ser o caminho mais rápido para perder. Adaptado do formato internacional 25 Words or Less, o programa desafia concorrentes a fazerem os seus parceiros adivinhar palavras através de pistas — mas com uma regra decisiva: há um número muito limitado de palavras que podem usar. Em cada emissão, duas equipas enfrentam-se numa sucessão de rondas rápidas e divertidas. Perante um conjunto de palavras que terão de fazer a equipa adivinhar, os jogadores começam por disputar quem acredita conseguir fazê-lo usando menos pistas. “Eu consigo em 15 palavras.” “Eu consigo em 12.” A fasquia vai descendo até que um dos adversários desafia o outro a provar que é capaz. A partir daí, cada palavra dita conta. Começa então uma corrida contra o tempo e contra o contador. O jogador dá pistas sem poder dizer a resposta, nem partes ou derivações da palavra, enquanto os restantes elementos da equipa tentam adivinhar. Quanto mais eficaz for a comunicação e maior a cumplicidade entre os jogadores, menos palavras serão necessárias — e mais perto ficam de vencer a ronda. Ao longo do programa, os desafios tornam-se mais exigentes e cada palavra ganha ainda mais importância. É um jogo de vocabulário, rapidez de raciocínio, intuição e sintonia, onde uma pista brilhante pode resolver tudo em segundos… e uma palavra desperdiçada pode deitar uma ronda inteira a perder. Na fase decisiva, a equipa que acumulou a melhor prestação enfrenta o grande desafio final: fazer adivinhar dez palavras utilizando, no máximo, 25 palavras-pista. São segundos de tensão, associações improváveis e respostas à primeira — porque, quando o contador chegar às 25, acabou-se a conversa. Com Jorge Gabriel no comando, 25 PALAVRAS é um concurso simples de perceber, fácil de jogar a partir de casa e capaz de criar momentos inesperados todos os dias. Porque aqui não vence quem fala mais. Vence quem consegue dizer tudo… com muito pouco. MAIS LOGO REVELAMOS: Spoiler - mostrar conteúdo oculto @Angel-O @brunooo @Afonso @André @Sour Um canal que tenha Diogo Morgado na Páscoa é sinónimo de audiências 4 Citar
Afonso Postado 17 de setembro Postado 17 de setembro On 15/09/2026 at 20:03, VTL disse: amo que vai ter a minha audiência 1 Citar
VTL Postado 17 de setembro Postado 17 de setembro The Bible (EUA) Há histórias que atravessaram séculos, moldaram civilizações e continuam a ser contadas de geração em geração. Nesta Páscoa, a RTP1 transforma uma delas num grande acontecimento televisivo. A Bíblia recria, numa produção épica e cinematográfica, alguns dos acontecimentos e personagens mais marcantes das Escrituras: da criação do mundo e de Noé à jornada de Abraão; de Moisés e a abertura do Mar Vermelho a David e Golias; da queda de Jerusalém ao nascimento daquele que mudaria para sempre o curso da História. É precisamente na segunda metade desta grande narrativa que surge Diogo Morgado no papel de Jesus Cristo. Do nascimento em Belém à escolha dos discípulos, dos milagres à entrada em Jerusalém, a história conduz-nos aos acontecimentos centrais da Páscoa: a Última Ceia, a traição de Judas, a prisão, o julgamento, a crucificação e, finalmente, a ressurreição. Criada por Mark Burnett e Roma Downey, A Bíblia combina drama, aventura, grandes cenários e efeitos visuais para transformar alguns dos episódios mais conhecidos do texto bíblico numa narrativa pensada para o grande público. A produção tornou-se um fenómeno de audiência nos Estados Unidos e deu particular projeção internacional ao ator português Diogo Morgado. Na véspera de Páscoa e no Domingo de Páscoa, a RTP1 apresenta a história em duas grandes partes, numa emissão especial pensada para reunir diferentes gerações diante da televisão. MAIS LOGO REVELAMOS: Acho que eventualmente só o @ATVTQsV vai perceber no imediato do que se trata Reveal hidden contents @Angel-O @brunooo @Afonso @André @Sour 2 1 Citar
ATVTQsV Postado 17 de setembro Postado 17 de setembro há 3 minutos, VTL disse: MAIS LOGO REVELAMOS: Acho que eventualmente só o @ATVTQsV vai perceber no imediato do que se trata Spoiler - mostrar conteúdo oculto @Angel-O @brunooo @Afonso @André @Sour "É uma paixão fazer televisão, e já é há 70 anos. RTP. Rádiotelevisão Portuguesa. Estamos todos aqui." Citar
VTL Postado 17 de setembro Postado 17 de setembro 5 minutes ago, ATVTQsV said: "É uma paixão fazer televisão, e já é há 70 anos. RTP. Rádiotelevisão Portuguesa. Estamos todos aqui." Então até para ti será surpresa. Daqui a pouco já revelo Citar
VTL Postado 17 de setembro Postado 17 de setembro A Cores | Ficção, Filme Lisboa, 7 de março de 1980. Faltam poucas horas para a final do Festival RTP da Canção e, no Teatro São Luiz, ninguém tem tempo para pensar que está prestes a fazer História. Nessa noite, a RTP vai assinalar o início das emissões regulares a cores em Portugal. Para quem está em casa será uma festa. Para quem está nos bastidores, há apenas uma certeza: às 21h30 têm de estar no ar. Helena (Gabriela Barros), 38 anos, assistente de realização, trabalha na RTP desde os últimos anos da ditadura. É rápida, brilhante, impaciente e conhece a televisão melhor do que quase todos os homens que lhe dão ordens. Quando alguma coisa corre mal, chamam Helena. Quando chegou o momento de escolher quem realizaria a emissão mais importante do ano, escolheram outro. Agora cabe-lhe ajudar a salvar o direto que não a deixaram dirigir. E há muito para salvar. Uma câmara insiste em mostrar rostos esverdeados. Um cenário parece completamente diferente a cores. Um maestro exige mais tempo de ensaio. Uma cantora detesta o vestido que lhe escolheram. As Doce (atrizes do filme "Bem Bom" repetem papéis num piscar de olhos à realização deste filme) preparam-se para estrear no Festival. José Cid (José Pimentão) quer finalmente ganhá-lo — e parece escolher sempre o pior momento possível para perguntar se alguém acha que vai conseguir. Há jornalistas onde não deviam estar, músicos que desaparecem, cartões com nomes trocados, telefones que não param de tocar e uma plateia que começará a entrar independentemente de a RTP estar ou não preparada. No meio do caos aparece Luísa (Ana Marta Contente), 23 anos, uma nova assistente de produção que escolheu precisamente aquele dia para descobrir como se faz televisão. Ainda sorri quando alguém grita com ela. Ainda acha emocionante estar num Festival da Canção. E comete o erro imperdoável de admitir a Helena que sempre sonhou trabalhar na RTP. Ao longo das horas seguintes, corre atrás de artistas, procura cabos, transporta vestidos, perde pessoas que deveria encontrar e encontra pessoas que ninguém procurava. Sem perceber, começa a ver naquela mulher impossível aquilo em que um dia poderá transformar-se. À frente de Helena está Henrique (Ivo Canelas), o realizador escolhido para comandar a emissão. É competente, experiente e está progressivamente aterrorizado. Helena sabe que faria melhor. Henrique sabe que Helena pensa isso. Talvez até saiba que ela tem razão. Mas não há tempo para discutir carreiras quando faltam quarenta minutos para o direto e alguém acaba de anunciar que uma das câmaras voltou a falhar. O relógio avança. Os problemas multiplicam-se. Nenhum é suficientemente grave para cancelar a emissão. Todos juntos parecem suficientes para acabar com ela. Depois de horas de pessoas a gritarem umas por cima das outras, o São Luiz fica estranhamente silencioso. A orquestra está pronta. Ana Zanatti (Alba Batista) e Eládio Clímaco (José Mata) aguardam a entrada. Os artistas ocupam os seus lugares. Helena coloca os auscultadores. Henrique olha para os monitores. A luz vermelha acende. Estamos no ar. E o verdadeiro caos começa. Agora já não existe a possibilidade de parar um ensaio, repetir uma entrada ou pedir mais cinco minutos. Enquanto Portugal vê música, vestidos, luzes e uma televisão que finalmente ganhou cor, nos bastidores dezenas de pessoas resolvem pequenos desastres segundos antes de estes chegarem ao ecrã. Uma câmara desaparece da realização a meio de uma atuação. Uma entrada tem de mudar. Um microfone ameaça falhar. Uma concorrente não aparece onde deveria. Helena atravessa corredores, Henrique muda planos em segundos e Luísa descobre a regra fundamental daquele mundo: se o público percebeu que alguma coisa correu mal, chegámos tarde demais. No final, José Cid vence com “Um Grande, Grande Amor”. Há aplausos, abraços e celebrações. Para Portugal, foi uma noite histórica. Para Helena, foi apenas uma emissão que conseguiram terminar. Já de madrugada, Helena e Luísa abandonam o São Luiz. Ao passarem por uma loja de eletrodomésticos, Luísa repara em vários televisores ligados na montra e chama a atenção de Helena. Nos ecrãs, a RTP já é transmitida a cores. Fascinada, Luísa diz que conseguiram. Helena observa a imagem durante alguns segundos e limita-se a reparar que o vermelho está demasiado carregado. Continua a andar, como se ainda estivesse a trabalhar. Luísa sorri, olha uma última vez para os televisores e corre atrás dela. Naquela noite, Portugal descobriu a televisão a cores. Nos bastidores, ninguém teve tempo para reparar. O filme junta pedaços de factos dramatizados e factos verídicos, com base em entrevistas feitas com os protagonistas dessa noite. A ideia é que seja uma energia caótica como The Bear - caso com planos de single take (planos-sequência) - e com um argumento ao estilo de Sorkin ou Palladino, assim com muito dinamismo e energia. Patrícia Sequeira realiza e João Matos e João Maia são os argumentistas. AMANHÃ REVELAMOS: Reveal hidden contents @Angel-O @brunooo @Afonso @André @Sour 6 Citar
Angel-O Postado 18 de setembro Autor Postado 18 de setembro Benefícios ganhos: - A Easter Bloom (2024) (1 mês LT) 1 Citar
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