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O “Alô Marco Paulo” seguiu na liderança das manhãs de sábado da SIC, assim como “O Nosso Mundo”.

O programa de Marcou Paulo alcançou os 2.6 de audiência média e os 13.5% de share com 246 mil e os 500 telespectadores.

Às 11h15, o “Alô Marco Paulo” teve um pico de 4.3 de audiência média e 19.5% de share com 419 mil e 200 telespectadores.

A seguir, “O Nosso Mundo” marcou 5.8 de rating e 18.9% de share com 558 700 telespectadores. O pico foi de 22.6% às 12h45.

Também o “Primeiro Jornal” foi líder com 7.9 de rating e 21.1% de share e 759 mil telespectadores.

 

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há 5 minutos, Luisão disse:

É exatamente o oposto do que dizem. O cinema deixou de ser aposta em datas ditas normais exatamente porque, com o tempo, o público deixou de estar lá como estava antes e passou a privilegiar os formatos de entretenimento que apenas fazem barulho de fundo e aos quais não é preciso prestar grande atenção. 

E aqueles que ainda querem realmente consumir cinema de forma frequente, nos tempos que correm com canais temáticos acessíveis a quase toda a gente, com filmes recentes e/ou pouco batidos, e ainda com mil serviços de streaming com as suas produções próprias, não o vão fazer numa generalista com intervalos gigantes e com apostas em filmes que já passaram 700 vezes. Sim, porque para apostarem em filmes de forma continuada teriam de ser dos baratuchos e não blockbusters recentes, ou de outra forma estão a mandar dinheiro à rua para não ter retorno nenhum. Esquecem que a TV, sobretudo a privada, é um negócio e não têm de fazer uma grelha só porque fica bonito ter um filme, se depois ninguém o vai ver. Depois claro que os formatos enche chouriços, a custo zero e a fazer os mesmos números, assim vieram para ficar.

A SIC ainda tentou com a dinâmica "Regresso ao Futuro+Filme" captar público do entretenimento que ficasse também para cinema, mas foi deitar dinheiro à rua.

A única habituação que existe é em datas festivas e mesmo aí as pessoas são muito seletivas nos filmes que querem consumir. De outra forma não há como criar habituação a algo que já não se enquadra nos hábitos de consumo e nas mil ofertas que existem atualmente. Já não estamos nos 90 ou início dos 2000 em que havia muito poucas ofertas de cinema de forma acessível e em que as generalistas capitalizavam exatamente por causa disso.

Tem tudo a ver com a maneira arrogante como escorraçaram o público.
Também existe streaming e canais de cinema acessíveis a todos em Espanha e o cinema continua a ser um sucesso nas generalistas.

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2 minutes ago, canal5 said:

Tem tudo a ver com a maneira arrogante como escorraçaram o público.
Também existe streaming e canais de cinema acessíveis a todos em Espanha e o cinema continua a ser um sucesso nas generalistas.

As pessoas surpreendem-se porque o cinema deixa de resultar depois de se meterem em aventuras. Aliás, a SIC já tinha tido o exemplo da TVI, que há 13 anos escorraçou o público do cinema, e mesmo assim criaram Domingões, talk-shows e por aí adiante. Vai chegar o dia em que nem nas épocas festivas vai resultar, na TVI também resultou nos primeiros anos, depois o público fugiu. 

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há 2 minutos, canal5 disse:

Tem tudo a ver com a maneira arrogante como escorraçaram o público.
Também existe streaming e canais de cinema acessíveis a todos em Espanha e o cinema continua a ser um sucesso nas generalistas.

Em Espanha dobram todos os filmes. Isso faz muita diferença na perceção e no consumo. É algo cultural deles.

E não vejo a que te referes sobre o escorraçar. A SIC foi das últimas a cortar totalmente o cinema de forma regular e fê-lo de forma faseada (primeiro Domingos e depois sábados), reduzindo progressivamente o número de filmes em antena. Quando viu que o Domingão conseguiu finalmente dar a liderança à SIC num horário em que durante muito tempo apostou em cinema (desde o fim do Portugal em Festa) e perdia consecutivamente. O porque criou o PeF? Porque o cinema perdia recorrentemente para o Somos Portugal. E com os sábados aconteceu uma lógica semelhante. Não há audiência, corta-se o mal pela raiz. Não se gasta dinheiro, fatura-se 761 e que comam entretenimento requentado :clap:

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A TVI exibiu os melhores momentos da “Gala TVI 31º Aniversário”.

A primeira parte exibida antes do “TVI Jornal” marcou 3.6 de audiência média e 12% de share e 348 700 telespectadores.

Antes, o “Big Brother Deesafio Final: A Semana” foi a mínimos com 2.2 de rating e 10.3% de share e 207 mil e 300 telespectadores.

Os 35 minutos do “TVI Jornal” deram o terceiro lugar à TVI com 5.1/13.4% e 490 400 telespectadores.

Na RTP1, o “Jornal da Tarde” conseguiu 5.6 de audiência média e 14.9% de share com 542 900 telespectadores.

Já a segunda parte da “Gala TVI 31º Aniversário” entre as 13h48 e as 16h fixou-se nos 4.4 de rating e os 12.1% de share com 422 700 telespectadores.

Na SIC, o “Alta Definição” exibido entre as 14h33 e as 15h46 com Ricardo Araújo Pereira marcou 7.1 de audiência média e 20% de share e 689 300 telespectadores e que liderou frente ao compacto da TVI.

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Nunca mais teremos cinema nas generalistas, justamente porque as privadas andam sempre muito próximas, ganhe quem ganhe. Se houvesse uma a ganhar por 7 pontos, a outra apostaria em cinema, fosse a vencedora, pois teria dinheiro e podia dar-se a esse luxo de arriscar, ou fosse a perdedora, pois seria forçada a ir buscar outros públicos, mas uma delas apostaria.

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há 4 minutos, canal5 disse:

Tem tudo a ver com a maneira arrogante como escorraçaram o público.
Também existe streaming e canais de cinema acessíveis a todos em Espanha e o cinema continua a ser um sucesso nas generalistas.

Esqueceste de referir um pormenor importante e que faz toda a diferença para esse sucesso do cinema (e produtos estrangeiros) no nosso país vizinho: É dobrado em espanhol, logo não é emitido como um produto estrangeiro na sua forma mais "pura". 

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há 1 minuto, Vtv disse:

Esqueceste de referir um pormenor importante e que faz toda a diferença para esse sucesso do cinema (e produtos estrangeiros) no nosso país vizinho: É dobrado em espanhol, logo não é emitido como um produto estrangeiro na sua forma mais "pura". 

Durante 30 anos isso não foi desculpa, porque vai ser agora?

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há 2 minutos, canal5 disse:

Durante 30 anos isso não foi desculpa, porque vai ser agora?

Porque a realidade não é estática, e com ela as coisas alteram-se. É assim tão difícil perceber isso?

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há 1 hora, Lena disse:

 

O “Titanic” foi aposta da SIC na tarde deste sábado.

O filme não conseguiu dar a liderança ao canal.

Com inicio pelas 15h45, o “Titanic” marcou 4.3 de audiência média e 10.6% de share.

Cerca de 417 mil telespectadores seguiram o clássico até perto das 20h.

Em share, o filme bateu nos 14.7 pontos logo no inicio. Em rating, o melhor momento foi no final com 5.9 de audiência média e 566 mil telespectadores.

No confronto com a SIC neste período, a RTP1 foi líder e a TVI garantiu o segundo lugar.

O Titanic para além de ter dado há relativamente pouco tempo na SIC, deu há 2 ou 3 dias na Star Life, que tem andado com bons números. :mosking: Foram migos da TVI.

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há 35 minutos, jt9 disse:

que estranho os 12% do primeiro bloco :ph34r:

mas boa subida durante a noite

provavelmente por causa do festival... já que o pico de audiencia foi na altura do primeiro bloco da máscara.

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16 minutes ago, Vtv said:

Porque a realidade não é estática, e com ela as coisas alteram-se. É assim tão difícil perceber isso?

Ah, sim, um sociedade mais alfabetizada, de repente, começou a não querer ler legendas :lol: 

A realidade que se alterou chama-se streaming que teve um valente empurrão das privadas nos últimos anos. Mas, sim, é o facto de existirem legendas que incomodam. Em tempos festivos, não são problema, mas no resto do ano já são.

Editado por Fernando
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há 16 minutos, J0K3R disse:

A máscara esteve fraquinha ontem. Semifinal e teve um lead-in certamente melhor que a concorrência. 

A Máscara arrancou perto das 22H, enquanto que o Dança começou às 21:25.

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Novamente a conversa que o público português tem estigma a legendas e a produtos estrangeiros...

Durante os anos 80, 90 e 2000 (e até nos anos 70) essa faixa etária consumia grandes séries americanas/inglesas e filmes nos principais horários familiares da televisão portuguesa, não era agora de repente que a população portuguesa viraria toda analfabeta. É certo que a aposta contínua em pimbalhada nos últimos 10 anos pode ter desabituado a presença de outra língua, mas é um hábito que, se dessem tempo, se voltaria a ganhar. 

Na ótica do programador é óbvio que o principal pensamento são os resultados e o lucro no curto prazo, agora também cabe aos próprios donos dos canais aceitarem ou não essas alterações que a longo prazo afastam ainda mais o público. A programação das generalistas está feita essencialmente para um público envelhecido e as novas gerações dificilmente voltam a pegar na televisão generalista, exceto para eventos esporádicos. 

Editado por Max30
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há 26 minutos, Loverboy disse:

Pois saiba que acabou de ser descoberto em Vigo o cadáver de uma mulher em avançado estado de decomposição dentro de uma mala de viagem com características idênticas às da Mónica. Caso se confirme vem emissão Especial - Ultra Especial do Linha Aberta antes do RAP :confusa_julia:

Eu queria era que ela aparecesse viva e com o bebé porque afinal tinha fugido do país, era só perfeito e dava uns 20 de rat à Linha Aberta 

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agora mesmo, Patiño disse:

Eu queria era que ela aparecesse viva e com o bebé porque afinal tinha fugido do país, era só perfeito e dava uns 20 de rat à Linha Aberta 

ou à cmtv que iria estar a semana toda a falar no assunto...

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há 46 minutos, Fernando disse:

As pessoas surpreendem-se porque o cinema deixa de resultar depois de se meterem em aventuras. Aliás, a SIC já tinha tido o exemplo da TVI, que há 13 anos escorraçou o público do cinema, e mesmo assim criaram Domingões, talk-shows e por aí adiante. Vai chegar o dia em que nem nas épocas festivas vai resultar, na TVI também resultou nos primeiros anos, depois o público fugiu. 

Claro, é tudo uma questão de habituação. Quando a sic tirou o PeF e voltou com o cinema os resultados também não foram imediatos, se não me engano.

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2 minutes ago, Maciel said:

Claro, é tudo uma questão de habituação. Quando a sic tirou o PeF e voltou com o cinema os resultados também não foram imediatos, se não me engano.

Acrescentaria que a SIC nessa altura ainda tinha cinema ao sábado, o que pode ter encurtado o caminho. Não estavamos no nível que estamos atualmente.

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há 16 minutos, Max30 disse:

Novamente a conversa que o público português tem estigma a legendas e a produtos estrangeiros...

Durante os anos 80, 90 e 2000 (e até nos anos 70) essa faixa etária consumia grandes séries americanas/inglesas e filmes nos principais horários familiares da televisão portuguesa, não era agora de repente que a população portuguesa viraria toda analfabeta. É certo que a aposta contínua em pimbalhada nos últimos 10 anos pode ter desabituado a presença de outra língua, mas é um hábito que, se dessem tempo, se voltaria a ganhar. 

Na ótica do programador é óbvio que o principal pensamento são os resultados e o lucro no curto prazo, agora também cabe aos próprios donos dos canais aceitarem ou não essas alterações que a longo prazo afastam ainda mais o público. A programação das generalistas está feita essencialmente para um público envelhecido e as novas gerações dificilmente voltam a pegar na televisão generalista, exceto para eventos esporádicos. 

Obviamente que não tem estigma. A série da Daniela Ruah estreou a um domingo à tarde com 12% de rating. E já no final da década de 2000.

Os temos são outros e não existe habituação. Mas a sic se apostasse numa programação internacional entre as 15-20h de forma consistente aos sábados acabava por subir. Além disso atraía outros públicos mais favoráveis comercialmente.

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O Titanic caiu muito de paraquedas e descansou pouco desde o Natal. Eu por exemplo vi no Natal e costumo ver quase sempre quando dá na TV aberta e ontem não me apeteceu. Só vi mesmo a parte final.

Quanto a A Máscara, sempre controlou muito bem o Dança com os horários sincronizados, não sei porque é que se lembraram. Começou 25 minutos mais tarde, com os intervalos todos malucos. As invenções do Daniel. :rolleyes:

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A última vez que a SIC esteve prestes a perder a liderança o Daniel conseguiu planear muito bem a última quinzena do mês, até ao último dia com a entrevista à Teresa no Júlia, neste momento, o Daniel simplesmente não tem capacidades para isso, continuo a dizer que a SIC perder o mês só lhes vai fazer bem, até porque claramente não será uma mudança "definitiva" do canal líder, isto vai continuar a ser taco a taco entre as duas, e só lhes vai fazer bem.

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há 50 minutos, Patiño disse:

Eu queria era que ela aparecesse viva e com o bebé porque afinal tinha fugido do país, era só perfeito e dava uns 20 de rat à Linha Aberta 

Pode ser que as tuas preces sejam ouvidas. A passar pela CMTV, se era o mesmo caso, estava a dar que ela terá sido vista em Vigo.

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