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"Amor Amor" tinha uma premissa muito interessante. Tinha tudo para ter sido uma boa novela, se tivesse sido mais focada no núcleo central. O problema foram os núcleos cómicos, que eram péssimos e tinham demasiado destaque.

"Papel Principal" vai abordar o teatro de revista, algo habitualmente associado à comédia. No entanto, nada confirma que a novela será exclusivamente cómica. Eu também não tenho grandes expectativas em relação a isto, mas não vou generalizar o produto baseando-me apenas nos núcleos cómicos.

Editado por Arun
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Mesmo o núcleo principal de AA tinha problemas, o tom fugia rapidamente para o popular quando queriam outra coisa. A novela vendeu uma coisa, tentava ser outra e no fim saiu uma coisa que nem era preto nem branco. O tom não estava bem definido. 

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há 29 minutos, Fernando disse:

Mesmo o núcleo principal de AA tinha problemas, o tom fugia rapidamente para o popular quando queriam outra coisa. A novela vendeu uma coisa, tentava ser outra e no fim saiu uma coisa que nem era preto nem branco. O tom não estava bem definido. 

Amor Amor numa primeira fase até foi agradável, mas depois começou a enrolar e deu no que deu, lá está depois querem insistir no mesmo produto.

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há 1 hora, Luisão disse:

A base do enredo são os bastidores do teatro de revista. A revista é um produto normalmente de comédia. Mas não li em lado nenhum que "vai ser só comédia". Aliás, pela descrição do núcleo principal, será novamente um drama descontraído, tal como costumam ser as novelas de primeira faixa, como Nazaré era. E esse não foi também um produto de base cómico. Se estão à espera de dramas pesados e/ou mais profundos isso obviamente não vai acontecer aqui. Esses produtos, esta Direção tem colocado sempre na segunda faixa.

Quando saiu ao início o nome de "O Preço da Fama" e se falou em bastidores eu sempre pensei que fossem focar mais nos bastidores da televisão e daria na mesma para fazer isso de uma forma leve e descontraída, tantos temas que poderiam explorar desse mundo mas simplesmente optaram por escolher o caminho mais fácil e viraram-se para o teatro de comédia.

Eu não me oponho que a primeira faixa tenha tramas mais leves e descontraídas, simplesmente o problema é que para eles a definição de "leve" tem sido comédia parola. Dá perfeitamente para fazer uma trama dramática leve (do género de uma Doida por Ti por exemplo que tinha drama, suspense e comédia tudo muito bem doseado) mas sem dar destaque exclusivo à comédia e espero obviamente que isso venha a acontecer nesta. 

Editado por Max30
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há 9 minutos, Max30 disse:

Eu não me oponho que a primeira faixa tenha tramas mais leves e descontraídas, simplesmente o problema é que para eles a definição de "leve" tem sido comédia parola. Dá perfeitamente para fazer uma trama dramática leve mas sem dar destaque exclusivo à comédia e espero obviamente que isso venha a acontecer nesta. 

Por exemplo, algo ao estilo de "Doida Por Ti". Uma novela leve, com drama, comédia, romance. Uma trama central e núcleos paralelos interessantes e bem desenvolvidos. 

É isto que se pede para a 1ª faixa.

Editado por Arun
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há 27 minutos, Max30 disse:

Eu não me oponho que a primeira faixa tenha tramas mais leves e descontraídas, simplesmente o problema é que para eles a definição de "leve" tem sido comédia parola. Dá perfeitamente para fazer uma trama dramática leve (do género de uma Doida por Ti por exemplo que tinha drama, suspense e comédia tudo muito bem doseado) mas sem dar destaque exclusivo à comédia e espero obviamente que isso venha a acontecer nesta. 

Da fase do Daniel como diretor houveram 6 produtos consistentemente na primeira faixa (Alma e Coração, Golpe de Sorte, Nazaré, Amor Amor, Lua de Mel e Sangue Oculto).

Mesmo não considerando pessoalmente que AA foi um produto de base cómica, conforme já justifiquei antes, não acho que a maioria das apostas desta Direção possam ser classificados como "comédia parola", como definição 'chapa 5' dos produtos de primeira faixa. Acho é que ficaram 'traumatizados' com essa ideia com AA e o seu spin-off LdM, e agora mal se lê a descrição de personagens de cariz cómico já é um "Ai Jesus que isto vai ser muito mau como sempre", sem sequer se ver o produto final no ar. Só isso.

Editado por Luisão
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agora mesmo, Afonso disse:

Alma e Coração não é da Era Daniel Oliveira. 

Pode não ter sido ele a aprovar o produto mas quando estreou ele já estava em funções há cerca de 3 meses. E estava longe de estar toda gravada.

Portanto foi um produto também parcialmente da sua responsabilidade ao longo do seu desenvolvimento.

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há 2 horas, Luisão disse:

Acho é que ficaram 'traumatizados' com essa ideia com AA e o seu spin-off LdM

Realmente, motivos não faltam :olhos: kkk

Editado por Arun
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As novelas podem não ser cómicas mas os núcleos cómicos são tão maus que acabam por manchar a novela.

Ainda por cima com esses núcleos a aparecerem logo no primeiro episódio e (por vezes) a serem usados para promover as respetivas novelas, dá mesmo impressão que esse é o tom de toda a trama.

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há 10 minutos, Chris disse:

Ainda por cima com esses núcleos a aparecerem logo no primeiro episódio e (por vezes) a serem usados para promover as respetivas novelas, dá mesmo impressão que esse é o tom de toda a trama.

Como algo que usam só "por vezes" pode dar uma impressão geral de toda a trama? :confusa_julia:

E corrijam-me, mas há muito que não vejo promos de SO, FST ou mesmo das brasileiras no ar que destaquem particularmente esses núcleos. É quase sempre ao núcleo protagonista.

Editado por Luisão
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há 3 minutos, Luisão disse:

Como algo que usam só "por vezes" pode dar uma impressão geral de toda a trama? :confusa_julia:

Porque é o que é usado para promover a novela, simples. 

Se usassem cenas de um núcleo policial dava a ideia que a novela era policial, por exemplo :dontknow:

há 7 minutos, Luisão disse:

E corrijam-me, mas há muito que não vejo promos de SO, FST ou mesmo das brasileiras no ar que destaquem particularmente esses núcleos. É quase sempre ao núcleo protagonista.

Eu estava me a referir mais a Amor Amor, novela da mesma autora e que tu estavas a dizer que não consideravas cómica.

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há 52 minutos, Luisão disse:

Da fase do Daniel como diretor houveram 6 produtos consistentemente na primeira faixa (Alma e Coração, Golpe de Sorte, Nazaré, Amor Amor, Lua de Mel e Sangue Oculto).

Mesmo não considerando pessoalmente que AA foi um produto de base cómica, conforme já justifiquei antes, não acho que a maioria das apostas desta Direção possam ser classificados como "comédia parola", como definição 'chapa 5' dos produtos de primeira faixa. Acho é que ficaram 'traumatizados' com essa ideia com AA e o seu spin-off LdM, e agora mal se lê a descrição de personagens de cariz cómico já é um "Ai Jesus que isto vai ser muito mau como sempre", sem sequer se ver o produto final no ar. Só isso.

LdM, AA são parolas. As outras não são tanto mas tem núcleos cómicos parolos na maioria das vezes.

Mas a SIC tem uma grelha muito apimbilhada como nunca teve antes desta direção. 

Editado por D91
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há 15 minutos, D91 disse:

LdM, AA são parolas. As outras não são tanto mas tem núcleos cómicos parolos na maioria das vezes.

Mas a SIC tem uma grelha muito apimbilhada como nunca tevevantes desta direção. 

A apimbalhada e cheia de repetições, desde que o peixe renda, está tudo bem :brinde:

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há 1 hora, Luisão disse:

Portanto foi um produto também parcialmente da sua responsabilidade ao longo do seu desenvolvimento.

Isso justifica o declínio da trama a partir de uma certa altura, faz sentido. 

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Em defesa da Ana Casaca, na época foram as promos que começaram a dar mais destaque ao núcleo cómico e, quase de certeza, foi-lhe dado o sinal para tornar a trama mais leve para replicar o sucesso inicial de Festa é Festa.

O núcleo dos bombeiros sempre foi pavoroso, mas no início não tinha tanta relevância.

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há 8 horas, Chris disse:

Porque é o que é usado para promover a novela, simples. 

Se usassem cenas de um núcleo policial dava a ideia que a novela era policial, por exemplo :dontknow:

Eu estava me a referir mais a Amor Amor, novela da mesma autora e que tu estavas a dizer que não consideravas cómica.

Isso não faz sentido. A própria Globo faz promos específicas centradas no núcleo cómico das novelas e isso não dá só por si a ideia de ser uma novela desse tipo. Porque depois vêm as promos centradas nos núcleos dramáticos e protagonistas e o público sabe discernir a visão geral.

Sobre AA  só me lembro de haverem algumas promos mais focadas na parte cómica na 2a temporada, quando erradamente tentaram replicar e abafar o sucesso desse tipo de conteúdo em FéF. Na primeira temporada a promoção foi praticamente toda focada na parte dramática do enredo.

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há 11 horas, Luisão disse:

Eu não juro nada porque ainda não foi exibida para chegar a essa conclusão. Todas as novelas têm núcleos cómicos, sejam bem ou mal executados. O que referi é que estão a generalizar todo um produto com base nas descrições das personagens do núcleo cómico, que não é o protagonista. Pela segunda vez colocaram aqui a mesma descrição desses personagens e, pela segunda vez, estão a fazer essa generalização.

E, na minha ótica, AA não era um produto de cariz cómico na sua essência, só porque o ambiente era centrado na música popular portuguesa. Era um drama musical na sua génese num ambiente mais leve, típico de primeira faixa de ficção. No entanto e apesar disso abordou bastantes temas bem sérios. Tinha maus núcleos secundários cómicos? Tinha. Mas isso não faz dela uma novela cómica, como FeF o é assumidamente. 

E o que tem a autora? No mesmo produto é impossível escrever-se drama mais leve junto com os habituais núcleos cómicos? Ela provou que não. Se o voltar a fazer continuará a ser um drama na sua base, goste-se ou não da sua escrita.

Eu acho que confundem muito os produto leves/populares/descontraídos na base, resumindo-os somente aos núcleos de comédia. Quando isso é uma generalização injusta.

A base do enredo são os bastidores do teatro de revista. A revista é um produto normalmente de comédia. Mas não li em lado nenhum que "vai ser só comédia". Aliás, pela descrição do núcleo principal, será novamente um drama descontraído, tal como costumam ser as novelas de primeira faixa, como Nazaré era. E esse não foi também um produto de base cómico. Se estão à espera de dramas pesados e/ou mais profundos isso obviamente não vai acontecer aqui. Esses produtos, esta Direção tem colocado sempre na segunda faixa.

Que não servem para nada já é uma conclusão da tua análise e gosto pessoal. Os núcleos cómicos das novelas, salvo raras exceções, são quase sempre apêndices que servem para encher os episódios e que pouco ou nada contribuem para o desenvolvimento da trama central. Mas isso é assim desde quase sempre. Contam-se pelos dedos aquelas em que isso não acontece.

AA podia ter algum drama leve, mas na sua generalidade, era uma novela muito focada na comédia e na farofa popularucha. Nazaré era muito menos acentuadamente cómica. Comparar as duas parece-me pouco acertado, já que o registo de ambas é evidentemente diferente, apesar de ambas serem leves. Nazaré levava-se mais a sério e não caía no exagero, quanto mais usar e abusar do exagero para efeito cómico como AA. E mesmo se formos pelo ângulo de novelas dramáticas leves com comédia, se AA contava como isso, Festa é Festa também (Festa é mais cómica, mas a diferença não é demais). Para mim, ambas são cómicas e vêm em registos super semelhantes. Parece-me um pouco ingénuo assumir que esta não será muito semelhante a AA quando a autora é a mesma, o registo parece em todas as formas ser o mesmo e a maior parte das personagens apresentadas até agora tem um acerto cómico. Lá está, é defender por defender (sem ofensa) :no:

Editado por Johnman
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há 7 horas, Afonso disse:

Isso justifica o declínio da trama a partir de uma certa altura, faz sentido. 

Não acompanhei a trama por isso não posso comentar. Só sei que a novela teve mais de 350 episódios e com esse número devem ter começado a encher chouriços como é costume. Mas apesar disso então a novela só começou a liderar precisamente quando já estava em declínio :mico:

há 19 minutos, Johnman disse:

AA podia ter algum drama leve, mas na sua generalidade, era uma novela muito focada na comédia e na farofa popularucha. Nazaré era muito menos acentuadamente cómica. Comparar as duas parece-me pouco acertado, já que o registo de ambas é evidentemente diferente, apesar de ambas serem leves. Nazaré levava-se mais a sério e não caía no exagero, quanto mais usar e abusar do exagero para efeito cómico como AA. E mesmo se formos pelo ângulo de novelas dramáticas leves com comédia, se AA contava como isso, Festa é Festa também (Festa é mais cómica, mas a diferença não é demais). Para mim, ambas são cómicas e vêm em registos super semelhantes. Parece-me um pouco ingénuo assumir que esta não será muito semelhante a AA quando a autora é a mesma, o registo parece em todas as formas ser o mesmo e a maior parte das personagens apresentadas até agora tem um acerto cómico. Lá está, é defender por defender :no:

Já justifiquei isso tudo antes e com argumentos quer sobre AA não ser cómica na base, quer nos "exageros" das personagens, quer na generalização habitual para a nova trama que ainda nem sequer começou. Por isso não vou repetir tudo de novo.

E comigo não existe isso do "defender por defender", como muitas vezes tentas salientar veementemente em diferentes temas comigo. Defendo  aquilo em que acredito, esteja o post ou não na vertente do humor, como todos o devem fazer, com base na minha análise e visão pessoais. Isso não faz a "defesa" do outro melhor ou pior que a minha.

Editado por Luisão
Postado
há 17 minutos, Luisão disse:

Já justifiquei isso tudo antes e com argumentos quer sobre AA não ser cómica na base, quer nos "exageros" das personagens, quer na generalização habitual para a nova trama que ainda nem sequer começou. Por isso não vou repetir tudo de novo.

E comigo não existe isso do "defender por defender", como muitas vezes tentas salientar veementemente em diferentes temas comigo. Defendo civilizadamente aquilo em que acredito, esteja o post ou não na vertente do humor, como todos o devem fazer, com base na minha análise e visão pessoais. Isso não faz a "defesa" do outro melhor ou pior que a minha.

Eu vou-te dizer porque é que eu saliento isso: porque não é todo coincidência que tu saias em defesa da SIC sempre que se trata de algum assunto com discordância :no:

Para que conste, se é realmente isso em que acreditas, tudo bem, nem quero insinuar que tenha algum mal. De todo. Simplesmente acho curioso que é já um padrão repetitivo. Podes discordar, mas também já não valia a pena esconder aquilo que penso.

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há 55 minutos, Free Live disse:

Em defesa da Ana Casaca, na época foram as promos que começaram a dar mais destaque ao núcleo cómico e, quase de certeza, foi-lhe dado o sinal para tornar a trama mais leve para replicar o sucesso inicial de Festa é Festa.

O núcleo dos bombeiros sempre foi pavoroso, mas no início não tinha tanta relevância.

Correção... 

FeF é que replicou em parte AA. FeF só passou a liderar a partir de Janeiro de 2022 (estreou em Abril 2021), até lá Amor Amor foi sempre líder mensal, não faz sentido nenhum dizer que Amor Amor se foi aproximar da comédia de FeF por causa dos resultados desta. 

Postado
há 12 minutos, Johnman disse:

Eu vou-te dizer porque é que eu saliento isso: porque não é todo coincidência que tu saias em defesa da SIC sempre que se trata de algum assunto com discordância :no:

Isso não é verdade. Eu saio em "defesa" de situações muito específicas e individuais e não "sempre" como dizes. Há diversos temas sobre os quais nem sequer me pronuncio para defender e/ou "acusar" porque não me dizem nada pessoalmente. 

E se com isto queres salientar que eu tenho uma preferência por um canal escolheste a forma errada de o fazer. Já várias vezes assumi que tenho. Não tenho porque o esconder. Não é crime como aqui tentam muitas vezes demonizar. É um gosto como outro qualquer. Como tenho enorme preferência pelo Benfica e nem por isso defendo tudo o que se passa lá. 

Fim do offtopic.

 

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