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há 19 horas, Dimitri disse:

Que horror :estacas: se é para gravar na madeira, que seja a Madeira sem se passar pelo Brasil. Ainda estou traumatizado com a série Abandonados :nervouser: Concordo que devemos privilegiar e elevar os nossos atores, agora, gravações internacionais só prestigiam um produto não vejo mal nisso.

O que aconteceu de tão ruim com a série "Abandonados"? Simularam a floresta equatorial no Minho? :riso_esc:

Pra mim é bem mais bizarro simular uma rua cenográfica tropical em Lisboa do que na Madeira [a vegetação, vista de longe, até que engana]. Vamos pensar do ponto de vista financeiro: é bem mais barato e bem mais rápido ir ao Funchal do que ao Brasil. E gravações internacionais enchem os olhos, mas são dispendiosas em tempo e dinheiro [que o diga a TV Manchete em "Brida" e as gravações dos primeiros capítulos na Irlanda]. Até a Globo tem as evitado ao máximo depois que limitou o orçamento de cada capítulo em 100 mil euros. 

Agora, como disse-lhe no fórum brasileiro: é, no mínimo, estranho que uma autora portuguesa desconheça a teledramaturgia local e os atores portugueses. 

Se voltarmos no tempo, eu lembro que a NBP e a TVI propuseram à TV Record em 2001 um modelo de produção semelhante à feita pelo SBT e Telefe na Argentina: as cenas exteriores seriam gravadas aqui e as gravações em estúdio seriam feitas em Lisboa. Atores brasileiros e portugueses viveriam em uma eterna ponte área para gravar uma novela de até 150 capítulos. Como Brasil era um mercado 17 vezes maior e bancaria pelo menos 50% da operação, ficaria viável essa novela bi-nacional. Não se sabe ao certo o que teria causado a desistência da Record, mas acredita-se que o aumento do dólar entre 2001 e 2002 [a moeda brasileira se desvalorizou em 50%] teria brecado o acordo. Se aquele centro de produção em parceria com a TV Bandeirantes tivesse saído em 2005, talvez a TVI tivesse melhores condições de gravar "lá e cá". 

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há 14 minutos, PierreDumont disse:

O que aconteceu de tão ruim com a série "Abandonados"? Simularam a floresta equatorial no Minho? :riso_esc:

Pra mim é bem mais bizarro simular uma rua cenográfica tropical em Lisboa do que na Madeira [a vegetação, vista de longe, até que engana]. Vamos pensar do ponto de vista financeiro: é bem mais barato e bem mais rápido ir ao Funchal do que ao Brasil. E gravações internacionais enchem os olhos, mas são dispendiosas em tempo e dinheiro [que o diga a TV Manchete em "Brida" e as gravações dos primeiros capítulos na Irlanda]. Até a Globo tem as evitado ao máximo depois que limitou o orçamento de cada capítulo em 100 mil euros. 

Agora, como disse-lhe no fórum brasileiro: é, no mínimo, estranho que uma autora portuguesa desconheça a teledramaturgia local e os atores portugueses. 

Se voltarmos no tempo, eu lembro que a NBP e a TVI propuseram à TV Record em 2001 um modelo de produção semelhante à feita pelo SBT e Telefe na Argentina: as cenas exteriores seriam gravadas aqui e as gravações em estúdio seriam feitas em Lisboa. Atores brasileiros e portugueses viveriam em uma eterna ponte área para gravar uma novela de até 150 capítulos. Como Brasil era um mercado 17 vezes maior e bancaria pelo menos 50% da operação, ficaria viável essa novela bi-nacional. Não se sabe ao certo o que teria causado a desistência da Record, mas acredita-se que o aumento do dólar entre 2001 e 2002 [a moeda brasileira se desvalorizou em 50%] teria brecado o acordo. Se aquele centro de produção em parceria com a TV Bandeirantes tivesse saído em 2005, talvez a TVI tivesse melhores condições de gravar "lá e cá". 

Não sei se estás familiarizado com a ficção portuguesa mas a Plural já recriou em Lisboa um bairro cenográfico que retratava um bairro angolano e um bairro moçambicano. E era credível.

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há 15 minutos, PierreDumont disse:

O que aconteceu de tão ruim com a série "Abandonados"? Simularam a floresta equatorial no Minho? :riso_esc:

Pra mim é bem mais bizarro simular uma rua cenográfica tropical em Lisboa do que na Madeira [a vegetação, vista de longe, até que engana]. Vamos pensar do ponto de vista financeiro: é bem mais barato e bem mais rápido ir ao Funchal do que ao Brasil. E gravações internacionais enchem os olhos, mas são dispendiosas em tempo e dinheiro [que o diga a TV Manchete em "Brida" e as gravações dos primeiros capítulos na Irlanda]. Até a Globo tem as evitado ao máximo depois que limitou o orçamento de cada capítulo em 100 mil euros. 

Agora, como disse-lhe no fórum brasileiro: é, no mínimo, estranho que uma autora portuguesa desconheça a teledramaturgia local e os atores portugueses. 

Se voltarmos no tempo, eu lembro que a NBP e a TVI propuseram à TV Record em 2001 um modelo de produção semelhante à feita pelo SBT e Telefe na Argentina: as cenas exteriores seriam gravadas aqui e as gravações em estúdio seriam feitas em Lisboa. Atores brasileiros e portugueses viveriam em uma eterna ponte área para gravar uma novela de até 150 capítulos. Como Brasil era um mercado 17 vezes maior e bancaria pelo menos 50% da operação, ficaria viável essa novela bi-nacional. Não se sabe ao certo o que teria causado a desistência da Record, mas acredita-se que o aumento do dólar entre 2001 e 2002 [a moeda brasileira se desvalorizou em 50%] teria brecado o acordo. Se aquele centro de produção em parceria com a TV Bandeirantes tivesse saído em 2005, talvez a TVI tivesse melhores condições de gravar "lá e cá". 

Não entendo qual seria o sentido disso, de repente ia ser feito um acordo e tudo o que era novela tinha que passar a incluir um plot brasileiro. As coisas são para ser feitas como de facto estão a pensar ser feitas, criar condições através de sets que pareçam o Brasil e não de repente estar a mudar a indústria por completo. Isto tudo começou de uma questão estupida de um forista que não sabe perceber que a ficção serve mesmo para se fingir ou criar climas, fingir ou criar ambientes, fingir ou criar personagens, fingir ou criar histórias. É o mesmo que de repente quererse fazer uma serie que retrate a guerra na Ucrânia e obrigar os atores a irem para lá agora porque assim a ficção pede.

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Mas uma coisa  positiva: O Bairro da Fortuna vai finalmente deixar de existir 🥹🥹

Btw a Matilde Reymão vai ter um visual parecido com a Grazi em Flor do Caribe 😂 Escureceu um pouco o cabelo com madeixas loiras.

Editado por EFMR
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há 1 hora, EFMR disse:

Btw a Matilde Reymão vai ter um visual parecido com a Grazi em Flor do Caribe 😂 Escureceu um pouco o cabelo com madeixas loiras.

Não se nota diferença nenhuma tbh.

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há 1 minuto, Leo08 disse:

A MJC pediu mesmo ao chatgpt para juntar a Doce Fugitiva, Ouro Verde e Flor do Caribe na mesma novela:surpresa_manuela:

Pedi ao chatGPT para criar uma sinopse para uma novela chamada "Cacau" e ficou estranhamente parecida com esta :dog:

 

"Cacau" é uma envolvente novela que nos transporta para a exuberante cidade de Lisboa, onde acompanhamos a vida tumultuosa de uma jovem e determinada mulher chamada Catarina, carinhosamente conhecida como Cacau.

Cacau é uma mulher de origens humildes, mas com um espírito audaz e uma personalidade cativante. Desde muito cedo, ela luta para conquistar seus sonhos e superar os obstáculos que surgem em seu caminho. Cacau trabalha em uma tradicional fábrica de chocolates, onde descobre seu talento para criar deliciosas iguarias e sua paixão pela arte da confeitaria.

No entanto, a vida de Cacau se transforma completamente quando ela conhece Henrique, um empresário bem-sucedido, mas solitário. Apesar de virem de mundos tão diferentes, surge entre eles uma intensa atração, que se torna o fio condutor de uma história repleta de emoção e conflitos.

Enquanto Cacau e Henrique enfrentam os desafios de suas relações pessoais, também são confrontados por intrigas familiares, rivalidades e segredos obscuros que ameaçam separá-los. Além disso, o passado misterioso de Cacau vem à tona, revelando uma trama surpreendente que pode abalar as estruturas da sua vida e daqueles ao seu redor.

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há 1 hora, Rodassss disse:

Não entendo qual seria o sentido disso, de repente ia ser feito um acordo e tudo o que era novela tinha que passar a incluir um plot brasileiro. As coisas são para ser feitas como de facto estão a pensar ser feitas, criar condições através de sets que pareçam o Brasil e não de repente estar a mudar a indústria por completo. Isto tudo começou de uma questão estupida de um forista que não sabe perceber que a ficção serve mesmo para se fingir ou criar climas, fingir ou criar ambientes, fingir ou criar personagens, fingir ou criar histórias. É o mesmo que de repente quererse fazer uma serie que retrate a guerra na Ucrânia e obrigar os atores a irem para lá agora porque assim a ficção pede.

Não precisa ser Ipsis Litteri, só ter verossimilhança [afinal não é todo dia que se vê um surfista batendo o queixo no frio da Bahia a 6 graus em pleno verão tropical]. Vide "Velocidade Furiosa 5", cuja a história se passa no Rio de Janeiro, mas teve a maioria das cenas gravadas em Porto Rico dada a semelhança visual com a cidade brasileira e as facilidades financeiras e/ou técnicas por se tratar de território norte-americano [no Brasil foram filmadas apenas as stock shots e duas cenas]. Aliás, teve uma novela portuguesa que, salvo engano, fez isto: gravou em Porto Alegre simulando o Uruguai. 

kinogallery.com_fast-five_still_30118.jp
 

há 2 horas, EFMR disse:

Não sei se estás familiarizado com a ficção portuguesa mas a Plural já recriou em Lisboa um bairro cenográfico que retratava um bairro angolano e um bairro moçambicano. E era credível.

Eu lhe confesso que, atualmente, quase não vejo séries ou novelas. Eu não tenho mais saco de ver dezenas de capítulos. Se muito vejo é algum filme aleatório nos canais FAST. Mas se satisfaz o telespectador médio e não serei eu a produzir, então vida que segue...

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há 7 minutos, PierreDumont disse:

gravou em Porto Alegre simulando o Uruguai. 

Bem vindo às Novelas portuguesas. Resistirei também gravou várias cenas no jardim botânico de Lisboa simulando ser na Madeira. É a vida :ok:

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há 2 horas, Dimitri disse:

Bem vindo às Novelas portuguesas. Resistirei também gravou várias cenas no jardim botânico de Lisboa simulando ser na Madeira. É a vida :ok:

O que eu não entendi, até hoje, foi a escolha da cidade brasileira de Porto Alegre para simular o Uruguai em "Espírito Indomável" se são regiões relativamente próximas. Talvez seja o voo direto da TAP para a região [11h20 dentro do avião]. Mas, neste caso, não achei a escolha ruim. Pelo contrário, são muito parecidas entre si até por culpa de vocês que mandaram uma porrada de açorianos pra brigar com os espanhóis em Buenos Aires. 

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há 9 horas, Flow-t disse:

Rodrigo Soares esteve hoje pela Plural com a Fernanda Serrano. Provavelmente será para aqui.

É provável. Ele esteve na última novela da autora.

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O elenco disto até agora está muito bom:

José Condessa, Matilde Reymão, Carolina Amaral, Alexandra Lencastre, António Capelo, Fernanda Serrano, Paula Neves, Inês Castel-Branco, Paulo Pires, Dina Félix da Costa, Sofia Nicholson, Graciano Dias, Nuno Pardal, Salvador Nery, Henri Castelli, Christine Fernandes, Adriano Toloza, Nuno Homem de Sá, Joana Seixas (?), Filipe Vargas (?), Maria José Pascoal (?), Rodrigo Soares (?), Vítor Hugo (?).

Curiosamente vai ser a primeira novela da MJC para a Paula Neves. Espero que tenha um bom desafio.

Gostava também que estivessem neste elenco a Estrela Novais e a Helena Costa. Fizeram a última novela da autora e desde aí que não fizeram praticamente nada.

Editado por EFMR
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há 10 minutos, Filipe disse:

Diogo Amaral junta-se ao elenco e faz parte do trio protagonista, dando vida ao terceiro elemento do triângulo amoroso, com José Condessa e Matilde Reymão. 

Julgo que era o papel do Ângelo Rodrigues.

Não conseguiram o Catarré, o Moniz foi buscar o Diogo Amaral. Bom plano-B.

O último projeto do Amaral na TVI foi a Impostora não foi?

Editado por EFMR
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O Amaral é literalmente o Leonardo Dicaprio das novelas seja na SIC ou na TVI :curtainpeek: O fetiche de o porem a fazer par com atrizes muito mais novas. 

Editado por Max30
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A verdade é que não era difícil convencer o Diogo Amaral. Nos últimos tempos só tem tido personagens secundárias na SIC e ele de certeza que sente que merece mais protagonismo. Protagonismo esse que sempre teve na TVI.

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