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113: Anúncios Clássicos de Natal


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Hoje é o dia em que, aos poucos, lojas e centros comerciais comecem a entrar no clima natalício. Num claro sinal do crescente aumento do período natalício à custa da mercê do dinheiro, os anúncios e decorações de Natal já estão à venda bem mais cedo, começando pelo IKEA e pela Loja do Gato Preto ainda no fim da primeira quinzena de Outubro, ainda o Dia das Bruxas não começou. Na televisão, é sempre o Lidl (os alemães são tramados) a começar a ronda natalícia, ainda na última semana de Outubro.

Portanto, clamem alto e em bom som: ALÉLUIA, É NATAL! Portanto o especial de Natal da tua história de subestação deste ano já vem cedo demais, ainda a enquadrar na chegada dos anúncios de Natal das empresas, nos primeiros dias de Novembro. O marketing é tramado.

Contudo, havia um tempo distante onde os anúncios natalícios entravam na televisão bem mais tarde, que é como quem diz, logo no início do mês de Dezembro (também o Natal não é de 24 para 25 de Novembro), com os dois feriados do início do mês. Os anúncios mais antigos que consegui encontrar são todos do início dos anos 80 e que foram repetidos por sei lá quantos anos. Não sei como era na fase do preto e branco (ainda não encontrei anúncios portugueses de Natal desta fase), portanto vamos começar pelo ícone do tempo do monopólio.

FANTASIAS DE NATAL

 

FILIPA: E depois?
AVÔ: Depois, estava o peixinho, veio o gato... e comeu! Mas veio o cão e o gato... teve de se esconder! Depois, veio o coelhinho...
FILIPA: Não, não! O coelhinho veio com o Pai Natal e o palhaço no comboio ao circo!
(Fantasias de Natal. Chocolate de leite.)

O ano era 1979. Este anúncio começava a ser emitido na RTP 1, provavelmente nas faixas infantis, porque apesar da longevidade deste anúncio, ainda não apareceu nos intervalos nem do Ricardo Loureiro nem daquele mito das cassetes, o LUSITANIATV. Este anúncio na altura em que surgiu era um dos sinais inevitáveis da vinda do Natal e dos produtos "de época", longe dos anúncios de Natal da Leopoldina. O produto da chocolateira Imperial, que era vendido fora do Natal também, continua a ser o anúncio de Natal mais recordado de todos, segundo dados de uma das produtoras (a Panorâmica 35 - o filme foi produzido pela extinta Ciesa/NCK) esteve no ar 18 anos, e se considerarmos o ano em que estreou, aquilo deu até 1996 ou 1997 (dificilmente veríamos um anúncio destes, ainda a película, num intervalo dos anos 2000). Contudo, a profunda sapiência do Mistério Juvenil diz que não é a primeira versão da dita. Provavelmente a primeira versão era igual a este anúncio mas era mal executada, ou ainda era a preto e branco (1980 do o ano da televisão a cores, as emissões passaram a ser regulares a 7 de Março e definitivas em Dezembro). Nós somos apanhados pela conversa a meio, que começa com um singelo "e depois?". Quando a menina interrompe o idoso do anúncio, nunca mais vemos a cara do idoso. Qual seria a sua reacção? Pelos vistos o Mistério Juvenil recorda-se de outra versão do anúncio que acabava com "da Imperial", mas não sabemos exactamente se era uma cópia deste com a narração a mais. Eventualmente a Ciesa acabaria por falir, só não sei quando, mas a Panorâmica 35 ainda existe. É responsável pelos anúncios do Pingo Doce, por exemplo.

No auge, O Tal Canal parodiou a dita como Disparates de Natal:

IDOSO: Primeiro, a joaninha come o coelhinho! Mas depois a joaninha vem e come... o sininho! Depois vem o sininho e come... o menino!
MENINA: Ai, o menino como eu, que já tenho idade para isso!
HERMAN: AAAAAAAAAH DISPARATES DI NATAAAAAAL, QUE GRANDE BACANAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAL

E em 2006 pelos Gato Fedorento:

Já agora, porque é que na transcrição do anúncio meti "Filipa" como nome da menina? Como alguns de nós já sabemos, a própria menina do anúncio já apareceu em programas nos últimos dez anos para mostrar o que é feito dela. A menina em questão é a Filipa Schlesinger.

Em 2013 (ou Janeiro de 2014) ela foi para o A Tarde é Sua junto com o Engenheiro Luís Almeida:

Já em Março de 2011 apareceu num Perdidos e Achados onde também esteve o actor do pastor da Telecel:

A carreira publicitária de Filipa começava ainda ela era bebé ("tinha dois meses e tal de idade), sendo o primeiro filme publicitário dela um anúncio da Gazcidla (extinta em 1975 depois do 25 de Abril e das nacionalizações e integrada na Galp) ainda em 1973. A partir dos 1:39, infelizmente, e não é o anúncio inteiro (já vi muitos anúncios incompletos de época nas primeiras temporadas do Conta-me Como Foi) o que mostra que muitos dos anúncios mais antigos ainda não apareceram, até anúncios de que toda a gente se lembra (só recentemente é que veio o bendito anúncio do Mafu!).

Tinha seis anos de idade quando foi a escolhida para as Fantasias de Natal. Teve uns 16 takes para ser concluído ao contrário de outra menina que levou uns 100. Contudo a própria não gostou do anúncio. No vídeo de cima a Filipa diz que o filme publicitário preferido era dos extintos gelados Sabiá ("quais chocolates, eu gosto de gelados").

Curiosamente, em 1979 (mais coisa menos coisa) fez um anúncio às Bom-Bokas de morango, o pretexto perfeito para...

BOM-BOKAS

...entrarmos no domínio das Bom-Bokas! Sim, com K e traço de união pelo meio dos dois elementos do nome. Também da Imperial, nasceu em 1978 e durou, sei lá, os anos 80 inteiros? Quando é que acabaram? No entanto o anúncio mais famoso acabaria por ser este, sem Filipa, e que até agora só veio através do especial de Natal do 1000 Imagens:

Provavelmente da mesma agência do anúncio das Fantasias de Natal (e de outros anúncios do produto), por volta de 1980 surge este clássico que acho que durou até a marca ser extinta. O Pai Natal recebe pedidos de Bom-Bokas junto dos habituais brinquedos. Faltam sete minutos para a meia-noite. Ele entra numa doçaria lisboeta da altura e pede Bom-Bokas. O dono, egoísta, diz que "só há estas, são para mim".

Moral da história: "não deixe para o fim os seus presentes Bom-Bokas", que é como quem diz, "não deixe para amanhã o que pode fazer hoje".

Apesar do sucesso relativo do produto na primeira metade dos anos 80, as Bom-Bokas acabariam por não vingar. Fonte da Imperial à Mistério Juvenil disse há anos que a procura tem baixado consideravelmente o que levou ao fim do produto. Como é que um produto de sucesso acaba por desaparecer tão rápido? CANALHAS! Nos anos seguintes continuaram a existir alguns sucedâneos de Bom-Bokas (eu próprio cheguei a ver uns parecidos com os "Beijinhos" de que o Markl falava em 2009) mas, segundo o Markl, Bom-Bokas que se preze tem de ser da Imperial.

PS: o anúncio que estava no blog Enciclopédia de Cromos que era o primeiro da marca, acho que um dos primeiros anúncios televisivos a cores em Portugal, e que entretanto foi apagado da net pode ser visto aqui.

O anúncio é para o das Fantasias de Natal como a RTP 2 sempre foi para a RTP 1, pois tratava-se do irmão mais novo cuja fama no Natal era eclipsada pela estrela de Natal. Porém a única paródia que consegui encontrar era a da Citroën de 1996. O suposto filho mais novo da chocolateira do anúncio das Bom-Bokas já tinha stand da Citroën num sítio de Natal clichê, algo impossível no nosso país:

COCA-COLA

A empresa que alega ter inventado a imagem do Pai Natal de vermelho mas que na realidade é todo o contrário, já que as vestimentas vermelhas do Pai Natal (Nicolau!) foram imaginadas em 1881 - cinco anos antes da Coca-Cola existir!

A nossa primeira contribuição internacional veio já de 1973, quando a empresa pega nos direitos da música I'd Like to Teach the World to Sing (in Perfect Harmony) da banda The New Seekers. O conceito por trás do anúncio natalício da Coca-Cola nasceu em 1971, numa colina da Itália. A primeira versão do anúncio foi alvo de uma série de atrasos (chuva :rain:) que atrapalharam a gravação, numa espécie de hino ao consumo da dita, cantada por um grupo de diversas etnias. Porém uns anos mais tarde viria a surgir uma versão natalícia da dita nos EUA e que, mais tarde, se espalhava por alguns países europeus (dizem que era a partir de 1983 na Itália), sendo traduzido para diversas línguas. A versão portuguesa do anúncio (em vídeo) chegou a existir na conta antiga do desenhosanimadospt (que foi entretanto apagada), mas podemos pegar no anúncio italiano e na letra que sobrou na edição da Caderneta de Cromos sobre a dita (3 de Janeiro de 2012):

(a versão portuguesa tinha a duração da de cima)

Eu gostaria de viver num alegre lugar
E o mundo inteiro reunir com todos onde é que é (?)
(A) Coca-Cola e um sorriso pegou numa canção (?)
Coca-Cola, Coca-Cola, dãããããããã (?)

(a mensagem final era bem mais complexa - "Boas Festas do seu concessionário de Coca-Cola" - pelo que me lembro)

Calma, o consumo de líquido gaseificado voltará para uma segunda oportunidade.

A MINHA AGENDA

Pró Natal a minha prenda, eu quero que seja:
A Minha Agenda, A Minha Agenda~
A Minha Agenda. Jogos, magia, diário, receitas e muitas ideias para todas as semanas do ano.
A Minha Agenda, A Minha Agenda~
A prenda de Natal para o ano inteiro.

Lançada no Natal de 1984 com a edição de 1985, nunca cheguei a ter A Minha Agenda porque quando foi extinta, já andava na primária e ainda não tinha memórias muito nítidas de como era. Só ao ler os comentários do artigo da dita na Enciclopédia de Cromos é que percebi que a última edição foi a de 2001/2002.

Pelo que sei, era um lançamento a meias entre a RTC e a editorial O Livro. Só o facto de deixar de existir na mudança do Escudo para o Euro leva-me a suspeitar que o fim da agenda tinha algo a ver com a venda da TV Guia para a Cofina e os planos para mudar a RTP, concretizados entre 2003 e 2004. Por outro lado, já vi o mesmo anúncio mas com imagens de anos anteriores. Era barato, só bastava colar a capa da edição do ano que calhava e pronto, anúncio feito!

Em 2010, menos de um ano depois da última edição da RTP, foi feita uma edição mais "transversal" e menos "infantil" destinado a cerca de 60% dos ouvintes da Caderneta de Cromos, que estava agora no seu ápice e cujo primeiro livro tinha sido publicado.

AZEITE GALLO

Embutido numa linguagem mais "cinematográfica", o anúncio de Natal da Gallo (tive medo da primeira vez que vi, e não foi num Natal, foi na repetição de um Imagens de Marca de Natal na SIC Notícias), filmado em Monsaraz, a apanhar o ritual já antiquado da ceia depois da missa do galo, estava enquadrada numa série de anúncios realizados ao longo dos anos 90. Diz a lenda que este anúncio estreou num intervalo do Jornal da Noite da SIC. Acompanhada por uma versão grandiosa do "hino" do azeite, esteve no ar inicialmente até 1999 ou 2000. Neste período chegaram a circular versões compactas deste anúncio, já que dois minutos disto é maçador:

Em 2010 (ou 2011? estou trocado) o anúncio voltou à televisão, e permaneceu até 2016. Só havia uma única mudança, a imagem no fim, já que até a Gallo mudou o rótulo poucos anos depois deste anúncio ter saído de circulação pela primeira vez:

O anúncio: o mesmo. O hino: o mesmo. Agora o rótulo não dizia mais Azeite "Gallo" nem sequer o nome do fundador da marca, só o logo actual do azeite. Durante este período foi emitido exclusivamente três vezes por ano, uma em cada canal (RTP 1, SIC, TVI) nos intervalos dos noticiários das 20 na noite de 24 de Dezembro.

Porque é que o anúncio deixou de dar a partir do Natal de 2017? É difícil explicar, mas tem a ver com o facto do anúncio estar a 4:3. 2015 chegou e foi o primeiro Natal a 16:9 das nossas generalistas, porém o anúncio era emitido em pillarbox. Não seria difícil, num Natal bem próximo, refazerem este anúncio em HD/4K? Fica no ar a questão para os criativos portugueses.

COCA-COLA (outra vez)

E do azeite saltamos para a Coca-Cola, que é o mesmo que saltar da comida saudável para a droga, porque muita gente anda viciada na Coca-Cola e sabe pouco dos perigos que representa. Ainda há semanas entrou no mercado das bebidas energéticas cá.

No entanto, esta campanha de Natal consegue ultrapassar a fasquia da primeira campanha já aqui mostrada. Oficialmente designada de The Holidays are Coming em mercados como os EUA ou o Reino Unido (onde obteve popularidade suficiente), esta campanha mostrava uma série de camiões da Coca-Cola com luzes natalícias à volta. Se nos anos 80 imagens de pessoas com velas a imitar o que foi feito na Itália a pedido de publicitários americanos e a frase "eu gostaria de viver num alegre lugar" era o claro sinal do apocalipse da chegada do Natal, nos anos 90, era isto:

No Brasil, que eu saiba, foi traduzido (versão brasileira: Herbert Richers):

Não sei como era em Portugal, mas que eu saiba (segundo o que vi no Imagens de Marca há longos anos) a versão em inglês era mantida menos o sinal no fim que era traduzido ("SEMPRE" e não "ALWAYS"). A marca é muito susceptível a alterações a 8 ou 9 anos. Ainda me lembro que a grande renovação em 2007 foi a 2 de Janeiro e o anúncio de Natal do mesmo ano era o do ano anterior mas com o packshot alterado. Por outro lado, há uns anos a Coca-Cola Portugal trouxe os camiões de volta (no Reino Unido esta campanha foi bem mais duradoura, acho que é o mercado mais popular desta campanha), só por um ano.

MIMOSA (hein?)

Pessoal, peço desculpa por esta ruptura espaço-temporal, mas pelo que sei, este vídeo de 80 segundos de 2012 (pelo que sei, x2) andou a circular na net como "o melhor anúncio de Natal".

Como é que é possível? Eu nunca vi este anúncio, deve ter sido exclusivo da internet, e não me deparei com ele, dado que em 2012 ainda não tínhamos uns 800 anúncios antes dos vídeos no YouTube. O que é esta tal de "pix mix"? Uma agência de marketing online? E a descrição? "Este é um antigo anuncio da Mimosa. Quanto a mim é o melhor anuncio de Natal desde sempre."

Este anúncio nem antigo é, é bem mais recente (2012 talvez) e acho que nem na televisão tivémos direito a versões condensadas. Também, saltar da Coca-Cola para a Mimosa dava um grande desarranjo intestinal.

FAMOSA

Ora vamos a uma clássica cantiga de Natal espanhola, que anda há quase cinquenta anos no ar. Esta foi a versão que me lembro de ver no intervalo do Telejornal a 24 de Dezembro de 2003:

Ou estou a ficar confuso ou devo ter confundido com um anúncio a um perfume qualquer, mas tenho a ideia de, na minha mente de cinco anos, ter visto o logo da Famosa...

O jingle da empresa valenciana data de 1972, mais coisa menos coisa. É um dos dois clássicos natalícios de mais impacto em Espanha, ao lado do "Vuelve a casa por Navidad" do El Almendro. Se puxarem para o início podem ver o primeiro anúncio, onde bonecas da Famosa dirigem-se ao presépio (portal), acompanhado por um coro de crianças a cantar o "hino" da empresa (que dos ouvidos de um português soa a cantiga das Janeiras).

A versão que deixei destacada tinha uma mensagem mais transversal enquanto prosseguia a letra: "No Natal, a criança e a família são o mais importante. Na Famosa, é Natal todo o ano, porque eles são a nossa família".

Dado ter um ajudante nas Revistas da Gente que está em Barcelona, achei que devia incluir este anúncio por duas razões: a Famosa é uma marca adorada por muitos portugueses, desde os tempos em que começaram a comercializar as suas bonecas cá (alguém se lembra do anúncio da quinta Pinypon de 2002/2003? Não consegui encontrar nem em português nem em espanhol) e segundo, o factor do thass_hot estar em Barcelona. Os anúncios de Natal deles são mais raros cá do que lá, sabe-se lá porquê. O último anúncio de Natal data de 2018:

Digo último porque no ano passado foram comprados pela gigantesca multinacional italiana Giochi Preziosi, apesar de manterem a marca Famosa como uma espécie de "sub-marca" (nos anos 90 as consolas da Sega e Nintendo na Itália eram do mesmo grupo - as da Sega eram da Giochi Preziosi e as da Nintendo eram da Gig) para a principal área da empresa: as bonecas.

VARIG

Pelo que sei (de novo!), outro dos claros sinais de que o Natal estava próximo não era português, a RTP também passava os anúncios de Natal da Varig com o seu jingle de Natal com gosto de Brasil dos anos 60. Foi também incluído no medley de jingles publicitários na gala dos 50 anos da RTP em 2007.

 

Criado em 1963 por Caetano Zamma, a primeira versão dizia Estrela das Américas, porém passado alguns anos, ao assumir as rotas fora das Américas da extinta Panair, mudou para Estrela Brasileira. Esta versão é do tempo em que a Varig tinha adoptado o avião DC-10 (para ter mais espaço para o seu conforto, e, porque não, para o seu parceiro), entre o fim dos  60 e início dos 70, nos últimos anos da televisão a preto e branco no Brasil. (É, quando a Gabriela chegou à RTP as emissões regulares a cores no Brasil já tinham cinco anos e nós ficávamos à espera de alguma decisão política para escolher qual o sistema a usar.)

Um outro anúncio de Natal da Varig, emitido no Brasil, foi capitalizado no sucesso de personagens criadas para promover as novas rotas: Seu Cabral (Portugal, Lisboa e Porto), Urashima Taro (Japão, Tóquio e depois Osaka também) e Leonardo da Vinci (Itália, Roma). Num anúncio onde se diz "boas festas e próspero ano novo" em setelínguas, as personagens aparecem a meio do anúncio:

Vamos a um exemplo da era croma, emitido no Brasil em 1985, pelas mãos do Arquivo Marckezini

O último anúncio de Natal da Varig, cantado por Jorge Ben Jor. Em 2006 (mesmo ano em que o GNT português foi pro saco) a empresa deixou de operar. Hoje a Gol é uma espécie de sucessora.

Para uma história mais aprofundada das campanhas da Varig no Brasil, vejam este site que é muito "legal".

KELLOGG'S

E termino com um anúncio dos anos 90, que na prática não passava de um anúncio americano dobrado.

E termino a dizer duas coisas? E a Leopoldina? E o Ambrósio?

Calma. Já falei da Leopoldina em 2018 e por isso não a incluí. O Ambrósio terá a sua vez daqui a alguns dias (ou quando sair o anúncio do trigésimo aniversário do Ferrero Rocher, que é quando vier o Ambrósio português). Por outro lado, a Leopoldina e o Ambrósio padeciam de uma tendência de mudar a cada X anos (no caso da Leopoldina era anual) portanto se eu colocasse todos os anúncios deles isto passaria a ter o tamanho de uma crónica das Revistas da Gente. Malz aê.

No entanto, resta dizer que já estamos oficialmente na quadra natalícia, segundo o que nos vendem, quando na verdade, e na minha opinião, devia ser a partir de 1 de Dezembro. Infelizmente é assim que funciona o sistema que temos, volta e meia começam a passar anúncios de Natal em Setembro, sabe-se lá porquê... :shifty:

Para terminar, e citando o grande poeta brasileiro Igor C. Barros (ano de 2006):

Com quantas letras se escreve Natal?
Com quantas letras se escreve Natal?
N de navio,
A de avião,
T de trem, que ao menos eu vi
A de alegria,
L de ladrão,
o pior, fui eu que elegi!

mais uma "podrução" antecipada de Natal da tua história de subestação - nome que devo a uma música que apareceu num CD de Natal do Emanuel Bandeira e que entretanto deixei de associar o nome ao cantor e mais às crónicas que ando a escrever desde 2017.

Esta edição foi-nos oferecida pelo chip #NoMoreMariah que o @Hugo me ofereceu no ano passado. A melhor maneira de remediar é ao ouvir, sei lá, uma música qualquer cuja letra aparecia nas páginas de música da TV Guia nos anos 90. Falou!

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