ATVTQsV Postado 23 de dezembro 2018 Postado 23 de dezembro 2018 A televisão. Aparelho que uniu e destruiu famílias, gerou milhões de programas e que mudou o mundo. A sua chegada a território português foi logo na altura em que muitos países já desenvolvidos estavam a arrancar os seus primeiros serviços - todos nós sabemos que as emissões regulares arrancaram a 7 de Março de 1957. Mas o que seria da televisão portuguesa se começasse mais cedo? O que seria dela se nos anos 50, toda a gente já tivesse um aparelho? Para já vamos ao principal ponto de divergência deste grandioso especial de Natal que dá que pensar (e muito) sobre como a televisão mudou os nossos rumos. Temos de recuar até aos anos 40. O principal ponto de divergência está no próprio António de Oliveira Salazar e na rádio do regime, a Emissora Nacional, fundada em 1935 quando a rádio divorciou-se dos CTT quando o Estado Novo ainda esta uma criança do primeiro ciclo. Estávamos em 1945. O Japão rendeu-se para dar fim à guerra. A televisão passa por um processo lento de desenvolvimento - só no ano seguinte é que vimos a BBC a regressar às lides televisivas (o fecho foi porque achavam que os sinais televisivos iriam ser benéficos para uma potencial invasão hitleriana de Londres) e como optaram por desenvolver mais na indústria dos radares, depois da guerra veio o crescimento da televisão. Nos EUA, surgiram novos postos aos poucos e a Europa não quis ficar atrás, com a reactivação dos postos em Londres e Paris (que teve televisão durante a ocupação nazi). Ora, o que é que Salazar pretendia em 1945? Pretendia uma televisão que servisse como meio difusor da mensagem do regime, sobretudo os valores de "Deus, Pátria e Família" que tanto vigoravam, e também dos três Fs: fado, futebol e Fátima, que na nossa linha temporal ainda vigoram. Agora o verdadeiro entrave seria o de encontrar equipamentos e lucro para fundar a televisão. Logicamente, a razão pela qual Portugal teve de introduzir a televisão tão cedo foi por uma razão: o salazarismo opôs-se à participação na guerra, o que fez com que Portugal se mostrasse vitorioso no fim da dita, como se fosse uma super-potência económica, pelo menos a parte europeia. Foi em 1946 que a Emissora Nacional deu-se ao luxo de começar um programa de estudos que visava a criação da televisão em solo português. A RTP foi criada oficialmente em 1950, como uma empresa dependente da EN e das empresas que vendiam rádios para o povo. Mas o que é que a televisão iria trazer para melhorar a vida do banal português? Mais logo, a continuação desta saga prometedora, onde analisaremos a RTP de 1952 a 1960.
ATVTQsV Postado 7 de abril 2019 Autor Postado 7 de abril 2019 Anuncio aqui uma mudança. A ideia da história épica foi cancelada quando o meu Surface deixou de funcionar temporariamente no Natal. A solução é explorar um "e se" de cada vez tal como referi num exercício que fiz há horas, inspirado no site japonês Chakuwiki.
ATVTQsV Postado 9 de abril 2019 Autor Postado 9 de abril 2019 Se as televisões piratas fossem legalizadas Visão geral Segundo a lei, este tipo de televisão (âmbito regional) está oficialmente proibido. Porém houve um vazio legal na Itália, e isto não impediu o nascimento de dezenas de canais desta índole. Se houvesse vazio legal, a TDT estaria mais ou menos ao mesmo nível que Espanha. Ou ficava igual à realidade. Provavelmente as televisões locais estariam na mesma posição da RTP Açores e Madeira. A AR TV provavelmente seria o canal 8, sem tocar nas posições da RTP 3 e Memória. Se o quinto canal foi à frente, seria o canal 6, a RTP 3 era no 7, a RTP Memória no 8 e a AR TV no 9. A identidade actual teria a sua posição como um elemento central. Por exemplo: veja-nos no 5/6. Em 1995, o Movimento para a Legalização das Televisões Regionais avançou. Muito provavelmente teríamos um Portugal regionalizado. A sorte para muitas destas televisões seria complicada. As televisóes de cobertura regional iriam sobreviver e as de cobertura local ou eram encerradas ou integradas na SIC e na TVI. A SIC e a TVI davam para fazer cadeias de televisão à americana. Os desdobramentos ainda seriam emitidos nas televisões nacionais, sobretudo em regiões onde a filial local da SIC/TVI tem mais horas de programação local na grelha. Operadoras locais como a Bragatel, TV Tel e STV Telecom ainda existiriam. As televisões locais da internet estariam a emitir na TDT a sério. Porém existe o problema de estarem a emitir exclusivamente na TDT, o que seria prejudicial. No cabo também teria alguns problemas. Por exemplo em Braga o headend da NOS é o mesmo do Porto e a única opção viável era vermos os canais locais de ambas as cidades no mesmo headend. Haveria uma federação tipo FORTA. Um dos pilares ainda seria a emissão de jogos de futebol locais. A Ledman Liga Pro estaria dividida entre a SPORT.TV e estas televisões. Como em Espanha, as televisóes com mais lucro teriam os seus clubes infantis. Nos anos 90 estariam cheias de séries que davam no Canal Panda, algumas legendadas. O Doraemon chegou a dar nestas televisões. TV Pernes Foi fundada em 1980 por José Guilherme Paradiz. Actualmente estaria no ar há 39 anos como a televisão regional mais antiga do continente. Foi, durante muitos anos, a versão televisiva da Rádio Pernes. Se continuasse sob o controlo da Rádio Pernes, acabaria por ser comprado por um dos holdings de Edir Macedo. A Global Diffusion (proprietária da rádio) não é proprietária de nenhum canal de televisão. A Record TV Europa é detida por outro holding, a Aion. A TV Pernes provavelmente seguiria o padráo da TV Record. A grelha seria igual à da Record TV Europa, com algumas mudanças. O nome ou era Record TV Pernes ou era Record TV Santarém. Os programas locais seriam o Pernes/Santarém no Ar (noticiário da manhã), Balança Geral Pernes/Santarém, Cidade Alerta Pernes/Santarém (noticiário policial tipo Rua Segura) e Pernes/Santarém Record. O problema é que não existe abreviação oficial para os distritos. ST Record? ST no Ar? A ERC iria bater à porta da TV Pernes e iria ser vendida. Parece que a venda de emissão não é possível. Ou isto ou limitações nos programas da IURD de madrugada. Com a investigação O Segredo dos Deuses da Alexandra Borges, este canal passaria por sérios problemas. Por centralização, a TV Pernes iria mudar a sua sede e emissor para Santarém. TV Maravilha O nome parece mesmo à pirata. O proprietário teve o alvará e deixou de ser simplesmente Coca-Cola. A TV Maravilha iria ser um dos canais por onde passava o programa televisivo dos Parodiantes de Lisboa. Eventualmente chegou a mudar o nome para algo menos "pirata" como TV Maravilha do Norte. Braga TV O proprietário foi (supostamente) a RTM (a rádio na altura chamava-se Rádio Braga). Obviamente o sonho de legalizar a televisão da RTM foi à frente. Em vez de ser substituída pelo Rádio Clube do Minho (e mais tarde pela Mega Hits), a rádio deles ainda estaria no activo. A Mega Hits provavelmente chegou mais tarde a Braga, e numa frequência mais pobre. Passado algum tempo passou a usar a designação RTM e teve os seus primeiros apresentadores. O emissor não seria na Falperra, mas sim no Picoto. A Falperra seria um dos retransmissores. Em vez de limitar a sua cobertura à Cidade de Braga, a RTM fez jus ao nome e passou a ser emitida nos distritos de Viana do Castelo e Braga. Chegou a ser o primeiro canal a assinar uma parceria com a TV Galiza, para troca de programas, imagens e realização de eventos em simultâneo. Nos primeiros anos continuava a proeza de emitir jogos do S.C. Braga mas com câmaras a sério e comentadores. Obviamente iria emitir jogos de outros clubes, como o Vianense ou o Vitória de Guimarães. Para celebrar o décimo aniversário da célebre emissáo da Guerra dos Mundos em 1998, foi feita uma emissão especial. Se juntasse à SIC, iria ter reduzido o número de horas de programação local. "Ouça o que vai ver na SIC" - o anúncio teria as frequências das rádios todas. Se fosse uma filial da TVI, a RTM tinha acções. Ou eles ou o Diário do Minho, que é gerido por católicos. Ao fim de menos de um ano, a RTM não recebeu as acções de volta e criou um protesto de "lesados da 4". Provavelmente a RTM deixaria a televisão. A RTM seria proprietária da Bragatel por algum tempo. Ainda estaria no activo. Se não estivesse, a RTM estaria também no headend da NOS no Porto e a sua área de cobertura cresceu consideravelmente. Nos primórdios da RTV, a RTM enviou alguns dos seus programas. Televisão Regional de Loures A TRL expandiu a sua zona de cobertura e provavelmente mudou de nome para "Televisão Regional de Lisboa". Alguns jovens iriam fazer confusão com o Total Request Live. A dada altura, o Nicolau Breyner (que chegou a ser entrevistado) chegou a ser um dos donos. Isto quer dizer que a NBP chegou a fazer programas para a TRL também. Existem hipóteses das novelas da NBP na RTP serem repetidas na TRL. Algo parecido sucedeu quando o Porto Canal chegou a dar o Major Alvega por causa de ser produzido nos antigos estúdios da Miragem, que eram do Porto. Com a chegada do CNL, chegou a concorrência. Uma vez fechado o canal, a TRL criou o seu próprio canal de notícias. TNL (Televisão de Notícias de Lisboa), só para enganar o CNL? Existe a possibilidade da TRL comprar o Diário de Lisboa (se tivesse capital em 1990) ou salvar o extinto jornal A Capital da falência. Naturalmente, A Capital deixou de ser um jornal nacional e passou a ser local. Caso tivesse comprado o jornal no início dos anos 90, a TRL seria "o seu vício diário", ao adoptar o slogan do jornal. A mudança de nome estava nas cartas (para TV Capital?) Obviamente, tinha de operar a Rádio Capital (que em 2011 foi encerrada), com a redução da cobertura a Lisboa e a venda da Rádio Capital do Porto. Teria pelo menos três canais. TRL 1 (generalista), TRL 2 (divulgaçáo local), TRL Informação (notícias). Claro, pois se é a capital tem de ter lucro para dois ou três canais. O Porto teria a mesma quantidade. Canal Zero Se passasse por algo parecido com a TRL, iria ser uma televisão local "alternativa". Tipo o Canal 180.
PierreDumont Postado 16 de maio 2019 Postado 16 de maio 2019 On 09/04/2019 at 11:52, ATVTQsV disse: Se as televisões piratas fossem legalizadas Visão geral Segundo a lei, este tipo de televisão (âmbito regional) está oficialmente proibido. Porém houve um vazio legal na Itália, e isto não impediu o nascimento de dezenas de canais desta índole. Se houvesse vazio legal, a TDT estaria mais ou menos ao mesmo nível que Espanha. Ou ficava igual à realidade. Provavelmente as televisões locais estariam na mesma posição da RTP Açores e Madeira. A AR TV provavelmente seria o canal 8, sem tocar nas posições da RTP 3 e Memória. Se o quinto canal foi à frente, seria o canal 6, a RTP 3 era no 7, a RTP Memória no 8 e a AR TV no 9. A identidade actual teria a sua posição como um elemento central. Por exemplo: veja-nos no 5/6. Em 1995, o Movimento para a Legalização das Televisões Regionais avançou. Muito provavelmente teríamos um Portugal regionalizado. A sorte para muitas destas televisões seria complicada. As televisóes de cobertura regional iriam sobreviver e as de cobertura local ou eram encerradas ou integradas na SIC e na TVI. A SIC e a TVI davam para fazer cadeias de televisão à americana. Os desdobramentos ainda seriam emitidos nas televisões nacionais, sobretudo em regiões onde a filial local da SIC/TVI tem mais horas de programação local na grelha. Operadoras locais como a Bragatel, TV Tel e STV Telecom ainda existiriam. As televisões locais da internet estariam a emitir na TDT a sério. Porém existe o problema de estarem a emitir exclusivamente na TDT, o que seria prejudicial. No cabo também teria alguns problemas. Por exemplo em Braga o headend da NOS é o mesmo do Porto e a única opção viável era vermos os canais locais de ambas as cidades no mesmo headend. Haveria uma federação tipo FORTA. Um dos pilares ainda seria a emissão de jogos de futebol locais. A Ledman Liga Pro estaria dividida entre a SPORT.TV e estas televisões. Como em Espanha, as televisóes com mais lucro teriam os seus clubes infantis. Nos anos 90 estariam cheias de séries que davam no Canal Panda, algumas legendadas. O Doraemon chegou a dar nestas televisões. TV Pernes Foi fundada em 1980 por José Guilherme Paradiz. Actualmente estaria no ar há 39 anos como a televisão regional mais antiga do continente. Foi, durante muitos anos, a versão televisiva da Rádio Pernes. Se continuasse sob o controlo da Rádio Pernes, acabaria por ser comprado por um dos holdings de Edir Macedo. A Global Diffusion (proprietária da rádio) não é proprietária de nenhum canal de televisão. A Record TV Europa é detida por outro holding, a Aion. A TV Pernes provavelmente seguiria o padráo da TV Record. A grelha seria igual à da Record TV Europa, com algumas mudanças. O nome ou era Record TV Pernes ou era Record TV Santarém. Os programas locais seriam o Pernes/Santarém no Ar (noticiário da manhã), Balança Geral Pernes/Santarém, Cidade Alerta Pernes/Santarém (noticiário policial tipo Rua Segura) e Pernes/Santarém Record. O problema é que não existe abreviação oficial para os distritos. ST Record? ST no Ar? A ERC iria bater à porta da TV Pernes e iria ser vendida. Parece que a venda de emissão não é possível. Ou isto ou limitações nos programas da IURD de madrugada. Com a investigação O Segredo dos Deuses da Alexandra Borges, este canal passaria por sérios problemas. Por centralização, a TV Pernes iria mudar a sua sede e emissor para Santarém. TV Maravilha O nome parece mesmo à pirata. O proprietário teve o alvará e deixou de ser simplesmente Coca-Cola. A TV Maravilha iria ser um dos canais por onde passava o programa televisivo dos Parodiantes de Lisboa. Eventualmente chegou a mudar o nome para algo menos "pirata" como TV Maravilha do Norte. Braga TV O proprietário foi (supostamente) a RTM (a rádio na altura chamava-se Rádio Braga). Obviamente o sonho de legalizar a televisão da RTM foi à frente. Em vez de ser substituída pelo Rádio Clube do Minho (e mais tarde pela Mega Hits), a rádio deles ainda estaria no activo. A Mega Hits provavelmente chegou mais tarde a Braga, e numa frequência mais pobre. Passado algum tempo passou a usar a designação RTM e teve os seus primeiros apresentadores. O emissor não seria na Falperra, mas sim no Picoto. A Falperra seria um dos retransmissores. Em vez de limitar a sua cobertura à Cidade de Braga, a RTM fez jus ao nome e passou a ser emitida nos distritos de Viana do Castelo e Braga. Chegou a ser o primeiro canal a assinar uma parceria com a TV Galiza, para troca de programas, imagens e realização de eventos em simultâneo. Nos primeiros anos continuava a proeza de emitir jogos do S.C. Braga mas com câmaras a sério e comentadores. Obviamente iria emitir jogos de outros clubes, como o Vianense ou o Vitória de Guimarães. Para celebrar o décimo aniversário da célebre emissáo da Guerra dos Mundos em 1998, foi feita uma emissão especial. Se juntasse à SIC, iria ter reduzido o número de horas de programação local. "Ouça o que vai ver na SIC" - o anúncio teria as frequências das rádios todas. Se fosse uma filial da TVI, a RTM tinha acções. Ou eles ou o Diário do Minho, que é gerido por católicos. Ao fim de menos de um ano, a RTM não recebeu as acções de volta e criou um protesto de "lesados da 4". Provavelmente a RTM deixaria a televisão. A RTM seria proprietária da Bragatel por algum tempo. Ainda estaria no activo. Se não estivesse, a RTM estaria também no headend da NOS no Porto e a sua área de cobertura cresceu consideravelmente. Nos primórdios da RTV, a RTM enviou alguns dos seus programas. Televisão Regional de Loures A TRL expandiu a sua zona de cobertura e provavelmente mudou de nome para "Televisão Regional de Lisboa". Alguns jovens iriam fazer confusão com o Total Request Live. A dada altura, o Nicolau Breyner (que chegou a ser entrevistado) chegou a ser um dos donos. Isto quer dizer que a NBP chegou a fazer programas para a TRL também. Existem hipóteses das novelas da NBP na RTP serem repetidas na TRL. Algo parecido sucedeu quando o Porto Canal chegou a dar o Major Alvega por causa de ser produzido nos antigos estúdios da Miragem, que eram do Porto. Com a chegada do CNL, chegou a concorrência. Uma vez fechado o canal, a TRL criou o seu próprio canal de notícias. TNL (Televisão de Notícias de Lisboa), só para enganar o CNL? Existe a possibilidade da TRL comprar o Diário de Lisboa (se tivesse capital em 1990) ou salvar o extinto jornal A Capital da falência. Naturalmente, A Capital deixou de ser um jornal nacional e passou a ser local. Caso tivesse comprado o jornal no início dos anos 90, a TRL seria "o seu vício diário", ao adoptar o slogan do jornal. A mudança de nome estava nas cartas (para TV Capital?) Obviamente, tinha de operar a Rádio Capital (que em 2011 foi encerrada), com a redução da cobertura a Lisboa e a venda da Rádio Capital do Porto. Teria pelo menos três canais. TRL 1 (generalista), TRL 2 (divulgaçáo local), TRL Informação (notícias). Claro, pois se é a capital tem de ter lucro para dois ou três canais. O Porto teria a mesma quantidade. Canal Zero Se passasse por algo parecido com a TRL, iria ser uma televisão local "alternativa". Tipo o Canal 180. Diga-me uma coisa: como é a exibição dos noticiários regionais em Portugal? sei que, em muitos países, separa-se um tempo (10 à 15 minutos) dentro do telejornal para a emissão de um noticiário para cada região do país. Nos EUA e Brasil, cada emissora integrante da rede transmite noticiários e programas regionais em determinados horários da grelha (RJ TV, RJ no Ar...).
ATVTQsV Postado 16 de maio 2019 Autor Postado 16 de maio 2019 agora mesmo, PierreDumont disse: Diga-me uma coisa: como é a exibição dos noticiários regionais em Portugal? sei que, em muitos países, separa-se um tempo (10 à 15 minutos) dentro do telejornal para a emissão de um noticiário para cada região do país. Nos EUA e Brasil, cada emissora integrante da rede transmite noticiários e programas regionais em determinados horários da grelha (RJ TV, RJ no Ar...). Em Portugal já não existem. A única que teve foi a RTP entre 1997 e 2002 salvo erro, os noticiários foram descontinuados por falta de verbas. Era o Regiões Local (antigo País Regiões), que era derivado do programa Regiões e o nome mudava consoante a região (exemplo: Regiões Porto).
ATVTQsV Postado 7 de junho 2019 Autor Postado 7 de junho 2019 Brevemente, mais um cenário:O Triunfo do Cabo
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