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Mensagem adicionada por Ruben,

Temas a abordar neste tópico:

- Informações referentes ao canal como um todo, não a respeito de um dos seus profissionais;
- Mudanças nos cargos de diretor ou noutros cargos relevantes.

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há 44 minutos, Foid disse:

Não consigo perceber mesmo este negocio, foram vender as rádios para comprar impressa escrita, só se for para o digital mas para isso já tem a CNN que é fortíssima no digital, se querem dispersar o negocio que façam a CNN PT Radio. 

Nunca vou entender o porquê da venda das rádios :facepalm: são todas líderes nos seus segmentos. Burrice 

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há 3 horas, Amorim disse:

Nunca vou entender o porquê da venda das rádios :facepalm: são todas líderes nos seus segmentos. Burrice 

Burrice das grandes, mas foi para pagar dividendos aos acionistas pelo investimento inicial feito na media capital na altura em que compraram a prisa.

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há 10 minutos, Foid disse:

Burrice das grandes, mas foi para pagar dividendos aos acionistas pelo investimento inicial feito na media capital na altura em que compraram a prisa.

Podem voltar a comprar as rádios? 

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4 minutes ago, jt9 said:

A venda das rádios foi apenas uma forma de maquilhar os prejuízos do grupo nas contas finais.

Claro que não foi  por causa disso, em termos práticos, não interessa maquilhar os prejuízos (ainda por cima numa empresa que nem é cotada em bolsa, ou raramente vai a essas paragens - tenho a ideia de que já chegaram a ter algumas ações em venda pontualmente), e qualquer pessoa, que não os cheerleaders dos canais, não vai acreditar numa patranha dessas. A venda das rádios foi uma opção empresarial em concentrar-se apenas no negócio da TV, além, claro, de ser uma opção financeira (porque os acionistas receberam alguma coisa). 

Editado por Fernando
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há 1 minuto, Fernando disse:

Claro que não foi  por causa disso, em termos práticos, não interessa maquilhar os prejuízos (ainda por cima numa empresa que nem é cotada em bolsa), e qualquer pessoa, que não os cheerleaders dos canais, não vai acreditar numa patranha dessas. A venda das rádios foi uma opção empresarial em concentrar-se apenas no negócio da TV, além, claro, de ser uma opção financeira (porque os acionistas receberam alguma coisa). 

Não estou a presumir... lembro-me de se ter falado nisso na altura. Não como razão principal, mas como um dos vários fatores apontados. Mas pouco liguei ao assunto.

Postado (editado)
7 minutes ago, jt9 said:

Não estou a presumir... lembro-me de se ter falado nisso na altura. Não como razão principal, mas como um dos vários fatores apontados. Mas pouco liguei ao assunto.

Claro que isso tem impacto nos relatórios de contas, é sempre dinheiro que entra, mas isso tem pouca tradução real. O objetivo - algo dito oficialmente, mas que se percebe tendo em conta o novo curso das empresas do audiovisual - foi concentrar-se no negócio televisivo. O investimento destes milionários nestes grupos tem um objetivo muito preciso, são plataformas de autopromoção. Se já o tinham no passado, no caso da imprensa escrita, têm ainda na sociedade mediática, que vive com a imagem e para a imagem.

Editado por Fernando
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Media Capital passa de prejuízo a lucro de 14 mil euros no primeiro semestre

A Media Capital fechou o primeiro semestre com lucros de 14 mil euros, uma recuperação face ao prejuízo de 2,67 milhões registado nos primeiros seis meses de 2024.

“Os rendimentos operacionais cresceram 6%, para 81,2 milhões, impulsionados por um aumento de 3% nas receitas de publicidade. Os gastos operacionais mantiveram-se controlados, totalizando 76,2 milhões, o que permitiu ao Grupo alcançar um EBITDA ajustado de 5,8 milhões, mais 2 milhões face ao mesmo período do ano anterior”, resume o grupo liderado por Pedro Morais Leitão no documento enviado esta sexta-feira à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

“Esta evolução traduz-se num crescimento de 52% no EBITDA ajustado. O Resultado Líquido positivo registou uma melhoria expressiva de 2,7 milhões, refletindo o aumento da rentabilidade num semestre tradicionalmente condicionado pela sazonalidade do setor”, acrescenta ainda.

Sem ajustamento, o EBITDA fixou-se nos cinco milhões de euros, uma melhoria de 106%, com uma margem de 6,2%.

O grupo dono da TVI e da Plural destaca ainda que o cash flow operacional atingiu 11,3 milhões, resultado de um incremento de 15% dos recebimentos de clientes. A dívida líquida situa-se em 27,2 milhões, uma redução de 9% face ao período homólogo.

Na área de televisão, digital e entretenimento, o grupo dono da TVI e da CNN Portugal obteve receitas de 77,3 milhões de euros, um crescimento de 8% na comparação homóloga. A publicidade, que se situou nos 51,8 milhões, aumentou 3%, e os outros rendimentos, que contribuem com 25,5 milhões, cresceram 21%.

Os gastos operacionais, excluindo amortizações e depreciações, situaram-se nos 72,9 milhões de euros, um aumento de 6%. O EBITDA destas áreas é de 4,3 milhões de euros, valor que traduz uma variação positiva de 70%, com uma margem de EBITDA de 5,6%. O resultado operacional situa-se agora nos 2,4 milhões de euros, uma melhoria de 431% na comparação com o primeiro semestre de 2024.

Na produção audiovisual, o EBITDA é de 336 mil euros, um crescimento de 9%, com uma margem de 1,8%. Os rendimentos operacionais situaram-se nos 19 milhões de euros, uma quebra de 6% na comparação com o período homólogo, percentagem em linha com a descida dos gastos operacionais, excluindo amortizações e depreciações, que se situaram nos 18,7 milhões de euros.

Afirmando que “a Media Capital registou um EBITDA acima do previsto nas estimativas para este ano e do assinalado nos exercícios anteriores“, o grupo diz que “para o futuro, a mensagem é clara”.

“Queremos manter a liderança da TVI, afirmar o V+TVI como uma alternativa sólida e reforçar a atividade com a Prime Video e outros parceiros internacionais“, aponta.

“O segundo semestre trará novas dinâmicas à televisão portuguesa. O campeonato regressa à emissão em sinal aberto, com a TVI a transmitir os jogos em casa do Moreirense Futebol Clube. As novelas em língua portuguesa vão chegar ainda mais longe, projetando Portugal através de histórias que unem continentes. O contexto é promissor, como tal o Grupo Media Capital manterá uma gestão rigorosa dos seus custos e investimentos, com o objetivo de alcançar uma melhoria expressiva dos resultados até ao final do ano”, prossegue o grupo de Mário Ferreira.

https://eco.sapo.pt/2025/07/25/media-capital-passa-de-prejuizo-a-lucro-de-14-mil-euros-no-primeiro-semestre/

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há 35 minutos, D91 disse:

“Queremos manter a liderança da TVI, afirmar o V+TVI como uma alternativa sólida e reforçar a atividade com a Prime Video e outros parceiros internacionais“, aponta.

Confirmou que a TVI é líder, como podem ver

Não sou eu a dizê-lo, é o país

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há 57 minutos, D91 disse:

Media Capital passa de prejuízo a lucro de 14 mil euros no primeiro semestre

A Media Capital fechou o primeiro semestre com lucros de 14 mil euros, uma recuperação face ao prejuízo de 2,67 milhões registado nos primeiros seis meses de 2024.

“Os rendimentos operacionais cresceram 6%, para 81,2 milhões, impulsionados por um aumento de 3% nas receitas de publicidade. Os gastos operacionais mantiveram-se controlados, totalizando 76,2 milhões, o que permitiu ao Grupo alcançar um EBITDA ajustado de 5,8 milhões, mais 2 milhões face ao mesmo período do ano anterior”, resume o grupo liderado por Pedro Morais Leitão no documento enviado esta sexta-feira à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

“Esta evolução traduz-se num crescimento de 52% no EBITDA ajustado. O Resultado Líquido positivo registou uma melhoria expressiva de 2,7 milhões, refletindo o aumento da rentabilidade num semestre tradicionalmente condicionado pela sazonalidade do setor”, acrescenta ainda.

Sem ajustamento, o EBITDA fixou-se nos cinco milhões de euros, uma melhoria de 106%, com uma margem de 6,2%.

O grupo dono da TVI e da Plural destaca ainda que o cash flow operacional atingiu 11,3 milhões, resultado de um incremento de 15% dos recebimentos de clientes. A dívida líquida situa-se em 27,2 milhões, uma redução de 9% face ao período homólogo.

Na área de televisão, digital e entretenimento, o grupo dono da TVI e da CNN Portugal obteve receitas de 77,3 milhões de euros, um crescimento de 8% na comparação homóloga. A publicidade, que se situou nos 51,8 milhões, aumentou 3%, e os outros rendimentos, que contribuem com 25,5 milhões, cresceram 21%.

Os gastos operacionais, excluindo amortizações e depreciações, situaram-se nos 72,9 milhões de euros, um aumento de 6%. O EBITDA destas áreas é de 4,3 milhões de euros, valor que traduz uma variação positiva de 70%, com uma margem de EBITDA de 5,6%. O resultado operacional situa-se agora nos 2,4 milhões de euros, uma melhoria de 431% na comparação com o primeiro semestre de 2024.

Na produção audiovisual, o EBITDA é de 336 mil euros, um crescimento de 9%, com uma margem de 1,8%. Os rendimentos operacionais situaram-se nos 19 milhões de euros, uma quebra de 6% na comparação com o período homólogo, percentagem em linha com a descida dos gastos operacionais, excluindo amortizações e depreciações, que se situaram nos 18,7 milhões de euros.

Afirmando que “a Media Capital registou um EBITDA acima do previsto nas estimativas para este ano e do assinalado nos exercícios anteriores“, o grupo diz que “para o futuro, a mensagem é clara”.

“Queremos manter a liderança da TVI, afirmar o V+TVI como uma alternativa sólida e reforçar a atividade com a Prime Video e outros parceiros internacionais“, aponta.

“O segundo semestre trará novas dinâmicas à televisão portuguesa. O campeonato regressa à emissão em sinal aberto, com a TVI a transmitir os jogos em casa do Moreirense Futebol Clube. As novelas em língua portuguesa vão chegar ainda mais longe, projetando Portugal através de histórias que unem continentes. O contexto é promissor, como tal o Grupo Media Capital manterá uma gestão rigorosa dos seus custos e investimentos, com o objetivo de alcançar uma melhoria expressiva dos resultados até ao final do ano”, prossegue o grupo de Mário Ferreira.

https://eco.sapo.pt/2025/07/25/media-capital-passa-de-prejuizo-a-lucro-de-14-mil-euros-no-primeiro-semestre/

tvi dançando nos prejuizos da inimiga e ainda se assume lider...  :confusa_maria:

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há 1 hora, D91 disse:

Media Capital passa de prejuízo a lucro de 14 mil euros no primeiro semestre

A Media Capital fechou o primeiro semestre com lucros de 14 mil euros, uma recuperação face ao prejuízo de 2,67 milhões registado nos primeiros seis meses de 2024.

“Os rendimentos operacionais cresceram 6%, para 81,2 milhões, impulsionados por um aumento de 3% nas receitas de publicidade. Os gastos operacionais mantiveram-se controlados, totalizando 76,2 milhões, o que permitiu ao Grupo alcançar um EBITDA ajustado de 5,8 milhões, mais 2 milhões face ao mesmo período do ano anterior”, resume o grupo liderado por Pedro Morais Leitão no documento enviado esta sexta-feira à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

“Esta evolução traduz-se num crescimento de 52% no EBITDA ajustado. O Resultado Líquido positivo registou uma melhoria expressiva de 2,7 milhões, refletindo o aumento da rentabilidade num semestre tradicionalmente condicionado pela sazonalidade do setor”, acrescenta ainda.

Sem ajustamento, o EBITDA fixou-se nos cinco milhões de euros, uma melhoria de 106%, com uma margem de 6,2%.

O grupo dono da TVI e da Plural destaca ainda que o cash flow operacional atingiu 11,3 milhões, resultado de um incremento de 15% dos recebimentos de clientes. A dívida líquida situa-se em 27,2 milhões, uma redução de 9% face ao período homólogo.

Na área de televisão, digital e entretenimento, o grupo dono da TVI e da CNN Portugal obteve receitas de 77,3 milhões de euros, um crescimento de 8% na comparação homóloga. A publicidade, que se situou nos 51,8 milhões, aumentou 3%, e os outros rendimentos, que contribuem com 25,5 milhões, cresceram 21%.

Os gastos operacionais, excluindo amortizações e depreciações, situaram-se nos 72,9 milhões de euros, um aumento de 6%. O EBITDA destas áreas é de 4,3 milhões de euros, valor que traduz uma variação positiva de 70%, com uma margem de EBITDA de 5,6%. O resultado operacional situa-se agora nos 2,4 milhões de euros, uma melhoria de 431% na comparação com o primeiro semestre de 2024.

Na produção audiovisual, o EBITDA é de 336 mil euros, um crescimento de 9%, com uma margem de 1,8%. Os rendimentos operacionais situaram-se nos 19 milhões de euros, uma quebra de 6% na comparação com o período homólogo, percentagem em linha com a descida dos gastos operacionais, excluindo amortizações e depreciações, que se situaram nos 18,7 milhões de euros.

Afirmando que “a Media Capital registou um EBITDA acima do previsto nas estimativas para este ano e do assinalado nos exercícios anteriores“, o grupo diz que “para o futuro, a mensagem é clara”.

“Queremos manter a liderança da TVI, afirmar o V+TVI como uma alternativa sólida e reforçar a atividade com a Prime Video e outros parceiros internacionais“, aponta.

“O segundo semestre trará novas dinâmicas à televisão portuguesa. O campeonato regressa à emissão em sinal aberto, com a TVI a transmitir os jogos em casa do Moreirense Futebol Clube. As novelas em língua portuguesa vão chegar ainda mais longe, projetando Portugal através de histórias que unem continentes. O contexto é promissor, como tal o Grupo Media Capital manterá uma gestão rigorosa dos seus custos e investimentos, com o objetivo de alcançar uma melhoria expressiva dos resultados até ao final do ano”, prossegue o grupo de Mário Ferreira.

https://eco.sapo.pt/2025/07/25/media-capital-passa-de-prejuizo-a-lucro-de-14-mil-euros-no-primeiro-semestre/

Genteee perder dá lucro! Sempre soube:noelia:

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Declarações de Ricardo Sampaio Maia, diretor de comunicação da TVI, à newsletter do canal:

 

"2025 tem sido um ano de ritmo acelerado, ambição renovada e muitos marcos. Estreámos novos formatos, novas temporadas, reforçámos estúdios, relançámos canais, e estivemos em todas as frentes — da ficção ao entretenimento, da informação aos conteúdos digitais. Projetos como “Vizinhos para Sempre”, “A Protegida”, “Mariana”, “Soma e Segue” ou “Big Brother Verão” mostram a nossa aposta clara em histórias que criam ligação. E formatos como “TVI Pass”, “Carlitos e Henriqueta” ou “Portugalando” revelam a nossa vontade de inovar e diversificar.

Na informação, a CNN Portugal consolidou a sua presença com novas rubricas e cimeiras temáticas, que reforçam o compromisso com a agenda do país. A realização de fóruns como “O Carro do Futuro” ou “O Desafio da Habitação” são sinais claros de que queremos estar onde se discutem os temas que importam.

Fora do ecrã, mantivemos o foco na proximidade e no impacto social — através de iniciativas como o “Natal a Meias”, a entrega de donativos à Unidade de Saúde de São José, o apoio às Bolsas Sara Carreira, ou a continuidade das parcerias com Serralves, AMI, Festival + Solidário, entre tantas outras.

E se o balanço até aqui é muito positivo, o que aí vem dá ainda mais razões para estarmos confiantes. A rentrée será marcada por mais estreias, novas temporadas, uma grande superprodução — “Terra Forte” — e um conjunto de apostas fortes que vão continuar a afirmar a TVI como uma marca próxima, relevante e em constante evolução."

 

 

-------------------------------------

"Carlitos e Henriqueta" e "inovar" na mesma frase :confusa_maria: A piada faz-se sozinha :abismado4:

Quem ler isto e não estiver a par das audiências pensa que na TVI está tudo uma maravilha :mosking:

Editado por Max30
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há 2 minutos, Max30 disse:

Declarações de Ricardo Sampaio Maia, diretor de comunicação da TVI, à newsletter do canal:

 

"2025 tem sido um ano de ritmo acelerado, ambição renovada e muitos marcos. Estreámos novos formatos, novas temporadas, reforçámos estúdios, relançámos canais, e estivemos em todas as frentes — da ficção ao entretenimento, da informação aos conteúdos digitais. Projetos como “Vizinhos para Sempre”, “A Protegida”, “Mariana”, “Soma e Segue” ou “Big Brother Verão” mostram a nossa aposta clara em histórias que criam ligação. E formatos como “TVI Pass”, “Carlitos e Henriqueta” ou “Portugalando” revelam a nossa vontade de inovar e diversificar.

Na informação, a CNN Portugal consolidou a sua presença com novas rubricas e cimeiras temáticas, que reforçam o compromisso com a agenda do país. A realização de fóruns como “O Carro do Futuro” ou “O Desafio da Habitação” são sinais claros de que queremos estar onde se discutem os temas que importam.

Fora do ecrã, mantivemos o foco na proximidade e no impacto social — através de iniciativas como o “Natal a Meias”, a entrega de donativos à Unidade de Saúde de São José, o apoio às Bolsas Sara Carreira, ou a continuidade das parcerias com Serralves, AMI, Festival + Solidário, entre tantas outras.

E se o balanço até aqui é muito positivo, o que aí vem dá ainda mais razões para estarmos confiantes. A rentrée será marcada por mais estreias, novas temporadas, uma grande superprodução — “Terra Forte” — e um conjunto de apostas fortes que vão continuar a afirmar a TVI como uma marca próxima, relevante e em constante evolução."

 

 

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"Carlitos e Henriqueta" e "inovar" na mesma frase :confusa_maria: A piada faz-se sozinha :abismado4:

Medo do que vêm aí quando ele diz "novas temporadas" :abismado4:

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