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há 1 hora, Fernando disse:

Eu também acho que pode correr bem. Às vezes são as fórmulas mais simples que resultam. Obviamente que depende também muito do papel do apresentador. O Family Feud é um formato básico, mas o embrulho daquilo resulta bem.

Sobre a promo. Cheia de falhas. É que nem tecnicamente está boa. Facilmente conseguiam fazer algo do género sem AI.

Tens um excelente ponto. Mas, neste caso, existe, na minha opinião, um detalhe que vai fazer o programa não ter os números desejados: a apresentadora. Acho a figura da Cristina demasiado complexa para o programa. Uma figura como a Maria Botelho Moniz caía que nem uma luva aqui. Tem uma imagem mais leve. Acho que para a versão famosos, a Cristina é uma boa escolha. Mas, tendo em conta o horário e o formato em si, pedia-se alguém mais simples.

Sendo honesto, nunca fui fã da apresentação do Herman na versão realizada pela SIC. E da RTP só teve piada o último episódio, pois aquele caos, que não é obviamente o desenho do formato, era a personificação da figura Herman José.

Editado por User3468
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8 minutes ago, User3468 said:

Tens um excelente ponto. Mas, neste caso, existe, na minha opinião, um detalhe que vai fazer o programa não ter os números desejados: a apresentadora. Acho a figura da Cristina demasiado complexa para o programa. Uma figura como a Maria Botelho Moniz caía que nem uma luva aqui. Tem uma imagem mais leve. Acho que para a versão famosos, a Cristina é uma boa escolha. Mas, tendo em conta o horário e o formato em si, pedia-se alguém mais leve.

Sendo honesto, nunca fui fã da apresentação do Herman na versão realizada pela SIC. E da RTP só teve piada o último episódio, pois aquilo era o Herman.

A Cristina é do mais leve que há :haha:. Não estou a perceber onde há essa complexidade. Se estiveres a falar em termos de imagem pública (consigo ver essa ideia de não ser leve), é uma coisa, mas se estivermos a falar de estilo, discordo completamente. É uma apresentadora popular, prepara-se bem e adapta-se a vários tipos de formatos. Basta recordar o Apanha Se Puderes, não havia nada de pesado ali. Aliás, eu até achava a Cristina demasiado leve para um programa de cultura geral e muito "tu cá, tu lá" (mas, pessoalmente, prefiro um tom mais sério e sóbrio nesse tipo de formatos, eu nem do Palmeirim gosto :curtainpeek: mas é isso que resulta junto do público, atendendo aos bons valores dos últimos anos de certos programas, a aposta em humorista/apresentadores engraçaditos é nessa linha). Assenta que nem uma luva aqui e, sobretudo, precisa de um formato mais leve e mais familiar para melhorar a imagem. 

Editado por Fernando
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há 5 minutos, Fernando disse:

A Cristina é do mais leve que há :haha:. Não estou a perceber onde há essa complexidade. Se estiveres a falar em termos de imagem pública, é uma coisa, mas se estivermos a falar de estilo, discordo completamente. É uma apresentadora popular, prepara-se bem e adapta-se a vários tipos de formatos. Basta recordar o Apanha Se Puderes. Aliás, eu até achava a Cristina demasiado leve para um programa de cultura geral (mas, pessoalmente, prefiro um tom mais sério nesse tipo de formatos, eu nem do Palmeirim gosto :curtainpeek: mas é isso que resulta junto do público) Assenta que nem uma luva aqui e, sobretudo, precisa de um formato mais leve e mais familiar para melhorar a imagem. 

Não acho que a Cristina consiga sustentar durante uma hora um registo calmo e simpático num formato que não pede excentricidades. Isto é o oposto do Apanha Se Puderes. Acho que ela pode cair na tentação de exagerar em determinados momentos. É o habitual dela em formatos televisivos de qualquer tipo. Já achei isso na altura do Prémio de Sonho. Tentou ser a Cristina do Apanha, quando havia diferenças no formato em si que não possibilitavam a Cristina de ser aquela Cristina.

Editado por User3468
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8 minutes ago, User3468 said:

Não acho que a Cristina consiga sustentar durante uma hora um registo calmo e simpático num formato que não pede excentricidades. Isto é o oposto do Apanha Se Puderes. Acho que ela pode cair na tentação de exagerar em determinados momentos. Já achei isso na altura do Prémio de Sonho. Tentou ser a Cristina do Apanha, quando havia diferenças no formato em si que não possibilitavam a Cristina de ser aquela Cristina.

Eu acho que consegue. A Cristina não é uma apresentadora da esquina, impreparada. Ela não está nisto há dois dias. Tem muitos defeitos e é muito equivocada, como vimos pelas recentes polémicas, mas sabe receber como ninguém convidados e driblar entre o excêntrico e o calmo. Não percebo, sinceramente, a tua crítica. Aliás, a vivacidade da Cristina pode ser um complemento muito importante para a simplicidade do programa. 

Em relação ao Prémio de Sonho, o que salvava aquilo era a própria Cristina. Com outro apresentador, e com aquela mecânica, o programa ia mesmo ao charco :haha: Longe de ser um mau formato (como disse, nunca fui hater), era um formato mediano e que era elevado pela apresentadora que tinha. 

Editado por Fernando
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há 9 minutos, Fernando disse:

Eu acho que consegue. A Cristina não é uma apresentadora da esquina, impreparada. Ela não está nisto há dois dias. Tem muitos defeitos e é muito equivocada, como vimos pelas recentes polémicas, mas sabe receber como ninguém convidados e driblar entre o excêntrico e o calmo. Não percebo, sinceramente, a tua crítica. Aliás, a vivacidade da Cristina pode ser um complemento muito importante para a simplicidade do programa. 

Em relação ao Prémio de Sonho, o que salvava aquilo era a própria Cristina. Com outro apresentador, e com aquela mecânica, o programa ia mesmo ao charco :haha: Longe de ser um mau formato (como disse, nunca fui hater), era um formato mediano e que era elevado pela apresentadora que tinha. 

A crítica prende-se num aspeto simples: este formato não necessita de um apresentador que queira ou precisa ser o centro das atenções. Só precisa de ajudar a guiar o jogo e os concorrentes. Colocar a Cristina aqui é como colocar um motor Ferrari num Corsa. Até o João Patrício era mais adequado aqui.

Editado por User3468
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4 minutes ago, User3468 said:

A crítica prende-se num aspeto simples: este formato não necessita de um apresentador que queira ou precisa ser o centro das atenções. Só precisa de ajudar a guiar o jogo e os concorrentes. Colocar a Cristina aqui é como colocar um motor Ferrari num Corsa. Até o João Patrício era mais adequado aqui.

Por acaso discordo. Acho que estes formatos vivem muito do carisma do apresentador. 

Por isso é que muitos game shows nos EUA e no UK são apresentados por humoristas. 

E também por isso é que é diferente o Fernando Mendes a apresentar o Preço Certo ou o Jorge Gabriel a apresentar o Preço Certo, lugar onde esteve. 

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há 1 minuto, VTL disse:

Por acaso discordo. Acho que estes formatos vivem muito do carisma do apresentador. 

Por isso é que muitos game shows nos EUA e no UK são apresentados por humoristas. 

E também por isso é que é diferente o Fernando Mendes a apresentar o Preço Certo ou o Jorge Gabriel a apresentar o Preço Certo, lugar onde esteve. 

Tens um bom ponto. Mas estás a aplicar no formato errado. O antigo apresentador do formato americano só ficou conhecido pois apresentava ao lado da mulher. Quem está agora, o Ryan Seacrest, apresentou formatos como o American Idol. E o background dele no humor, pelo quanto eu sei, é praticamente nulo.

Como o @Fernandodisse e bem: coisas simples requerem soluções simples.

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13 minutes ago, VTL said:

Por acaso discordo. Acho que estes formatos vivem muito do carisma do apresentador. 

Por isso é que muitos game shows nos EUA e no UK são apresentados por humoristas. 

E também por isso é que é diferente o Fernando Mendes a apresentar o Preço Certo ou o Jorge Gabriel a apresentar o Preço Certo, lugar onde esteve. 

É curioso vermos o padrão de apresentadores dos nossos game-shows em Portugal. Se no princípio do século tínhamos caras mais sérias e até ligadas ao jornalismo, como Maria Elisa Domingues ou a Luisa Castel-Branco, a apresentar game-shows, nos últimos anos temos cada vez mais apresentadores "pouco sérios" (não é com juízo de valor, é só para dizer que são pessoas mais divertidas, mais "tu cá, tu lá") ou humoristas a apresentar formatos do género. O Palmeirim (e olhem que eu não gosto do estilo, de todo!) é a estrela do Joker. Os concorrentes são sempre pessoas sóbrias e "bem comportadas", o que contrasta com um apresentador que faz piadas de pai e que capta a atenção :haha: O caso de O Preço Certo também é interessante. O programa também passou por várias mãos, mas assentou com o Fernando Mendes porque aquilo é mais espetáculo que game-show (e a intenção original quando regressou, em 2003, até era ser um programa educativo :haha:). Até mesmo as mecânicas são pouco a sérias. Amo aquela de dar à bomba com a música :rofl: opá, muito bom. Mete piada aquela dimensão kitsch.

A Cristina poderá dar uma dimensão interessante de espetáculo a um formato simples e que, em termos de mecânica, não é nada de extraordinário. Não vão inventar a roda (da sorte :curtainpeek:), mas vão lhe dar uns toques para o atualizar aos nossos tempos. Já a imagino aos berros a pedir para rodar :rofl:

7 minutes ago, User3468 said:

Como o @Fernandodisse e bem: coisas simples requerem soluções simples.

Eu não disse isso :cryhappy: o que eu disse é que, às vezes, são as fórmulas simples que resultam. Não disse que precisa de ser tudo simples e frio. Aliás, A Sentença é um formato recuperado do passado, mas aquilo resulta porque tem carisma. As histórias são caricatas, o juiz tem uma veia de humorista, o Patrício só complementa e balanceia aquilo tudo :haha: Agora, imagina aquilo super calmo e a levar-se super a sério, seria flop na certa.

É como o Family Feud, tudo aquilo é construído para complementar a mecânica simples. Tens concorrentes claramente instruídos para terem piadas mais ou menos brejeiras, um apresentador que vai brincando aqui e acolá. Imagina agora aquilo com uma cara mais séria. Ninguém leva o formato a demasiado a sério, e é isso que o torna interessante. 

Editado por Fernando
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há 7 minutos, Fernando disse:

Eu não disse isso :cryhappy: o que eu disse é que, às vezes, são as fórmulas simples que resultam. Não disse que precisa de ser tudo simples e frio. Aliás, A Sentença é um formato recuperado do passado, mas aquilo resulta porque tem carisma. As histórias são caricatas, o juiz tem uma veia de humorista :haha: Agora, imagina aquilo super calmo e a levar-se super a sério, seria flop na certa.

Acho curioso achares que simplicidade está de mãos dadas com a frieza de registo. Eu não estou a dizer que até a Andreia Rodrigues resultava aqui. Podes ter carisma e fazer as coisas de forma simples. Isso também é, de certa forma, uma arte que nem todos dominam. Numa altura de muito ruído e distração, ter algo mais “puro” e respirável é bem vindo. Precisam é de ter alguém que encaixe nisso. E a Cristina, tendo em conta as suas capacidades, consegue encaixar no formato. Mas continuo a achar uma opção um tanto quanto nuclear. Volto a referir o que disse há minutos: é colocar um motor Ferrari num Corsa.

Editado por User3468
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3 minutes ago, User3468 said:

Tens um bom ponto. Mas estás a aplicar no formato errado. O antigo apresentador do formato americano só ficou conhecido pois apresentava ao lado da mulher. Quem está agora, o Ryan Seacrest, apresentou formatos como o American Idol. E o background dele no humor, pelo quanto eu sei, é praticamente nulo.

Como o @Fernandodisse e bem: coisas simples requerem soluções simples.

Mas eu não apliquei no formato "Roda da Sorte".

Contudo, é óbvio que o Ryan Seacrest é um dinossauro da comunicação, é super carismático, está ao nível da Cristina em Portugal. E importa ser ele lá e não alguém menos carismático. Era isso que estava a defender. Que se escolhem pessoas mais quanto ao seu carisma e quanto à ligação que existem com pessoas, daí acontecer ressurgimentos de formatos com humoristas: o Kimmel com o Quem Quer Ser Milionário, a Jane Lynch com o Elo Mais Fraco, o Graham Norton com a Roda da Sorte britânica e australiana, etc. No Game Show Network: que é o canal dedicado só a estes formatos a maioria das caras são caras próximas do público: um membro da boyband NSYNC, a Leah Remini, John Michael Higgins, o Michael Strahan, Alfonso Ribeiro, etc. 

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há 1 minuto, VTL disse:

Mas eu não apliquei no formato "Roda da Sorte".

Contudo, é óbvio que o Ryan Seacrest é um dinossauro da comunicação, é super carismático, está ao nível da Cristina em Portugal. E importa ser ele lá e não alguém menos carismático. Era isso que estava a defender. Que se escolhem pessoas mais quanto ao seu carisma e quanto à ligação que existem com pessoas, daí acontecer ressurgimentos de formatos com humoristas: o Kimmel com o Quem Quer Ser Milionário, a Jane Lynch com o Elo Mais Fraco, o Graham Norton com a Roda da Sorte britânica e australiana, etc. No Game Show Network: que é o canal dedicado só a estes formatos a maioria das caras são caras próximas do público: um membro da boyband NSYNC, a Leah Remini, John Michael Higgins, o Michael Strahan, Alfonso Ribeiro, etc. 

E defendo essa carisma. Nunca fui contra esse aspeto. Mas os exemplos que estás a dar têm alguns defeitos. O Kimmel está no Milionário, mas aquilo é uma versão amigável do formato para ver que famoso tem mais graça quando tenta ganhar dinheiro que não vai para as suas mãos. Mas tens o caso do Clarkson que, aí sim, pelo seu estilo distinto teve impacto no formato. Mas aí houve algum comprometimento de parte a parte para aquilo funcionar. A pessoa adaptou-se ao género e o formato abriu espaço para incluir partes da pessoa na mecânica do jogo.

Mas os EUA tem um grande problema com a longevidade dos gameshows. Só o Price is Right está estável, nesta altura. Mas até esse formato pode estar em risco, com as mexidas que tem estado a fazer nos últimos tempos. Mas enquanto o apresentador atual continuar lá, o formato resiste.

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9 minutes ago, User3468 said:

Acho curioso achares que simplicidade está de mãos dadas com a frieza de registo. Eu não estou a dizer que até a Andreia Rodrigues resultava aqui. Podes ter carisma e fazer as coisas de forma simples. Isso também é, de certa forma, uma arte que nem todos dominam. Numa altura de muito ruído e distração, ter algo mais “puro” e respirável é bem vindo. Precisam é de ter alguém que encaixe nisso. E a Cristina, tendo em conta as suas capacidades, consegue encaixar no formato. Mas continuo a achar uma opção um tanto quanto nuclear. Volto a referir o que disse há minutos: é colocar um motor Ferrari num Corsa.

Quando digo mais frio é no sentido de ser mais distante, demasiado calmo. Os nomes que citaste são excelente, tanto a MBM e o Patrício (ao contrário do fórum, consigo ver o apelo do Patrício, tem um charme que a generalidade dos nossos apresentadores homens não têm, faz lembrar grandes nomes do passado), mas não acho que sejam nomes para um programa emitido ao final da tarde, que exige mais animação e menos sobriedade. Acho que a Cristina intercala bem as coisas. Será, certamente animada, mas não vai andar sempre tipo Baião mega acelerada :haha: O formato precisa da veia popular e espetacular da Cristina (e a Cristina precisa de um programa imune a polémicas também, é, à primeira vista, um bom casamento). É isso que eu acho.

Editado por Fernando
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1 minute ago, Fernando said:

O formato precisa da veia popular da Cristina. É isso que eu acho.

Aliás penso que sem essa veia não poderá ser um formato vencedor e com hipotética longevidade. 

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há 1 minuto, Fernando disse:

Quando digo mais frio é no sentido de ser mais distante, demasiado calmo. Os nomes que citaste são excelente, tanto a MBM e o Patrício (ao contrário do fórum, consigo ver o apelo do Patrício, tem um charme que a generalidade dos nossos apresentadores homens não têm, faz lembrar grandes nomes do passado), mas não acho que sejam nomes para um programa emitido ao final da tarde, que exige mais animação e menos sobriedade. Acho que a Cristina intercala bem as coisas. Será, certamente animada, mas não vai andar sempre tipo Baião mega acelerada :haha: O formato precisa da veia popular da Cristina. É isso que eu acho.

Então reorganizo a minha posição: se a TVI apostar numa versão mais “mexida” do formato, não acho que vá correr bem, mesmo com uma boa escolha em termos de apresentação.  Preferia que voltassem com o Vai ao Racha.

há 1 minuto, VTL disse:

Aliás penso que sem essa veia não poderá ser um formato vencedor e com hipotética longevidade. 

Honestamente, não vejo o formato a ficar muito tempo em Portugal. Se não ficou com o Herman nos anos 90, não sei se na atual era do digital o mesmo resiste.

Postado
5 minutes ago, User3468 said:

Então reorganizo a minha posição: se a TVI apostar numa versão mais “mexida” do formato, não acho que vá correr bem, mesmo com uma boa escolha em termos de apresentação.  Preferia que voltassem com o Vai ao Racha.

Honestamente, não vejo o formato a ficar muito tempo em Portugal. Se não ficou com o Herman nos anos 90, não sei se na atual era do digital o mesmo resiste.

Nos anos 90 não ficou apenas por desvario, não por baixas audiências. Era muito comum não se renovar formatos. Aliás, tanto que o sucessor foi um concurso original, apresentado pelo Herman, o Com a Verdade M'Enganas, que correu pior. 

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Eu acho que isto não se vai aguentar muito tempo às 19h, não tarda fazem a troca com o horário das 18h, o reality é que deve estar no prime access a meu ver. Isto porque estou a falar do All Stars, o programa merece essa exposição num horário de maior consumo. Acho que isto estreia numa péssima altura. 

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Só sei que a TVI descobriu a pólvora com o Apanha Se Puderes na altura. :cryhappy: É um formato realmente bom e, acima de tudo, realmente bom para as 19H. Não defendo o regresso (acho que é daquelas coisas que está bem no passado, não por demérito do formato, mas pela forma como a TVI o usou a partir de 2019), mas penso que deviam procurar algo mais nessa linha. Não sei o que há por aí internacionalmente.

Isto a mim cheira-me muito a concurso das 18H e continuo a defender que era para aí que devia ir. 

Acho que terá dificuldades em enfrentar O Preço Certo e, outra questão importante, o público reality ficará completamente disponível para o Casados.

Mas veremos, pode surpreender. A verdade é que eu dava muito pouco pelo Vai Ou Racha e ele começou muito bem. O público recebe muito bem estes game-shows leves.

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há 8 horas, Fernando disse:

Nos anos 90 não ficou apenas por desvario, não por baixas audiências. Era muito comum não se renovar formatos. Aliás, tanto que o sucessor foi um concurso original, apresentado pelo Herman, o Com a Verdade M'Enganas, que correu pior. 

É verdade, mas é curioso que tenham havido algumas exceções como o Preço Certo. Mas no arranque do século, a RTP já começava a resgatar formatos para atrair números, como o 1 2 3, o Preço Certo, entre outros. Tendo em conta o grande sucesso que a Roda da Sorte teve, em parte por conta do último episódio, a RTP poderia ter repescado. Não é propriamente um formato caro. Mas acabou por nunca acontecer. A SIC decidiu fazer isso e com o próprio Herman e aquilo resultou muito mal. O formato não tem um histórico grande para estar marcado na nossa sociedade e, com isso, conseguir atrair bons números no imediato num horário aonde existe a tradição de acompanhar o Fernando Mendes. O aspeto cultural aqui vai complicar a vida à Cristina. Não estou a ver as pessoas deixarem de ver o Mendes e não estou a ver, na atual era do digital, pessoas “perderem tempo” a ver isto, atraindo outro tipo de público.

Editado por User3468
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há 1 minuto, Pedro. disse:

Só sei que a TVI descobriu a pólvora com o Apanha Se Puderes na altura. :cryhappy: É um formato realmente bom e, acima de tudo, realmente bom para as 19H. Não defendo o regresso (acho que é daquelas coisas que está bem no passado, não por demérito do formato, mas pela forma como a TVI o usou a partir de 2019), mas penso que a TVI devia procurar algo mais nessa linha. Não sei o que há por aí internacionalmente.

Isto a mim cheira-me muito a concurso das 18H e continuo a defender que era para aí que devia ver. 

Acho que terá dificuldades em enfrentar O Preço Certo e, outra questão importante, o público reality ficará completamente disponível para o Casados.

Mas veremos, pode surpreender. A verdade é que eu dava muito pouco pelo Vai Ou Racha e ele começou muito bem. O público recebe muito bem estes game-shows leves.

Mas o "Vai ou Racha" é um fartote. É tonto, é divertido, distrativo. A "Roda da Sorte" é uma seca tremenda e sendo a Cristina tão taberneira com o português, é bem capaz de aceitar "tão", "cargar" ou "ilecópetro" como palavras. Há que haver um cuidado com as caras que se escolhem para os formatos, assim como foi a adaptação do Family Feud pela RTP em 2006, um flop porque o Fernando Mendes não é humorista, é um actor. Não tem o raciocínio tão rápido como o César.  

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agora mesmo, Lurdes disse:

Mas o "Vai ou Racha" é um fartote. É tonto, é divertido, distrativo. A "Roda da Sorte" é uma seca tremenda e sendo a Cristina tão taberneira com o português, é bem capaz de aceitar "tão", "cargar" ou "ilecópetro" como palavras. Há que haver um cuidado com as caras que se escolhem para os formatos, assim como foi a adaptação do Family Feud pela RTP em 2006, um flop porque o Fernando Mendes não é humorista, é um actor. Não tem o raciocínio tão rápido como o César.  

As coisas que se lê por ali acima, o pessoal acha que a roda da sorte nos anos 90 resultou por ser um bom concurso, aquilo resultava por causa do Herman ser totalmente disruptivo no programa... as brincadeiras dele com a Ruth Rita e o elemento voz of do candido... todas aqueles ganchos com frases que as pessoas repetiam nas ruas... 

Não resultou na sic exatamente porque o programa não tinha o mesmo nivel de exagero da primeira versão, Herman não conseguiu imprimir a mesma dinamica num programa que é basicamente 'advinha a frase'.

Acham mesmo que a Cristina vai impor ali alguma disruptividade? o programa vai ser um seca com ela aos gritos  sempre a rir-se e a dizer disparates... estamos a falar de um formatio diário que tem de conviver com o desgaste rápido... não se sustenta.

 

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há 2 minutos, AndreRob disse:

As coisas que se lê por ali acima, o pessoal acha que a roda da sorte nos anos 90 resultou por ser um bom concurso, aquilo resultava por causa do Herman ser totalmente disruptivo no programa... as brincadeiras dele com a Ruth Rita e o elemento voz of do candido... todas aqueles ganchos com frases que as pessoas repetiam nas ruas... 

Não resultou na sic exatamente porque o programa não tinha o mesmo nivel de exagero da primeira versão, Herman não conseguiu imprimir a mesma dinamica num programa que é basicamente 'advinha a frase'.

Acham mesmo que a Cristina vai impor ali alguma disruptividade? o programa vai ser um seca com ela aos gritos  sempre a rir-se e a dizer disparates... estamos a falar de um formatio diário que tem de conviver com o desgaste rápido... não se sustenta.

 

Aqui há que dizer uma coisa, o programa começou numa época da SIC super fragilizada com um verão terrível! O cenário era escuro e o Herman estava muito armado em intelectual/brejeiro (coisa que ainda não perdeu). No entanto, o horário foi subindo e terminou com uma audiência muito estável. Quando foi substituído pelo "Nós por Cá", este último acabou por fazer muito menos audiência que a "Roda da Sorte". Portanto, mesmo não tendo sido líder, tinha melhorado o horário e estava a fidelizar público. Tenho imensas dúvidas que se fosse tornar líder porque vivíamos tempos de ouro da TVI, mas acredito que pudesse ter subido um bocado mais e roubasse algum público ao "Preço Certo".

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há 5 minutos, AndreRob disse:

As coisas que se lê por ali acima, o pessoal acha que a roda da sorte nos anos 90 resultou por ser um bom concurso, aquilo resultava por causa do Herman ser totalmente disruptivo no programa... as brincadeiras dele com a Ruth Rita e o elemento voz of do candido... todas aqueles ganchos com frases que as pessoas repetiam nas ruas... 

Não resultou na sic exatamente porque o programa não tinha o mesmo nivel de exagero da primeira versão, Herman não conseguiu imprimir a mesma dinamica num programa que é basicamente 'advinha a frase'.

Acham mesmo que a Cristina vai impor ali alguma disruptividade? o programa vai ser um seca com ela aos gritos  sempre a rir-se e a dizer disparates... estamos a falar de um formatio diário que tem de conviver com o desgaste rápido... não se sustenta.

 

É raro, mas concordo contigo :mosking: Cristina em concursos é um grande não. Ela começa aos gritos e a ser tonta e fico logo com vontade de mudar de canal :ew:

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há 1 minuto, Vieira disse:

É raro, mas concordo contigo :mosking: Cristina em concursos é um grande não. Ela começa aos gritos e a ser tonta e fico logo com vontade de mudar de canal :ew:

imagina isto de forma diária... alguém acredita que ela vai estar meses e meses ali a fazer a mesma coisa? 

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O concurso não é nada de extraordinário, mas acho que tem a simplicidade que o público do horário procura. Pessoalmente apostaria às 18h, mas percebo a escolha das 19h.

A Cristina não seria a minha escolha, até porque não me faz sentido apostar num apresentador das manhãs para um formato que supostamente terá uma longa duração diariamente, mas inegavelmente a Cristina é competente e vai cumprir bem a sua função.

A TVI dos muitos apresentadores que tem, não tem muitos que se encaixem no perfil que normalmente associamos a estes concursos (tentam forçar o Pedro Teixeira, vai se lá perceber porquê, e se calhar teriam o Manuel Luís Goucha e o João Patrício, pelo lado mais sóbrio e intelectual, mas que iriam ser piores opções que a Cristina). A minha escolha iria para o Pedro Fernandes, mas obviamente apostando na prata da casa, tiraria o Nuno Eiró do diário e colocava-o nisto. Acho que iria adaptar-se bem ao formato. A Cristina é a aposta mais segura da TVI.

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