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Nova novela de Alessandra Poggi [brevemente]


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Postado
há 18 minutos, Ficção Nacional disse:

Deve ser a sucessora do Mário Teixeira, não?

Com certeza.

 

há 2 horas, AndreRob disse:

Deixem a mulher descansar... há muita gente na fila. 

Agora vamos de looping. Wilson, Duca, Texeira e Poggi e depois se resta novamente. 

Postado
há 10 minutos, Fadokimi disse:

Com certeza.

 

Agora vamos de looping. Wilson, Duca, Texeira e Poggi e depois se resta novamente. 

se nao se lembrarem de meter estagiários tambémn no horario como nas 7... 

Postado

É uma boa autora, eu adorei Além da Ilusão. E do que fui vendo de Garota do Momento, apesar de não a ter visto de fio a pavio, parecia-me ser um bom produto.

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há 1 hora, Afonso disse:

É uma boa autora, eu adorei Além da Ilusão. E do que fui vendo de Garota do Momento, apesar de não a ter visto de fio a pavio, parecia-me ser um bom produto.

Além da Ilusão é boa, mais em Garota do Momento ela pecou demais no desenvolvimento da história,  questão do espaço do elenco negro e da quebra de tabus.

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  • 1 mês depois...
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  • 4 meses depois...
Postado (editado)

Após anos 1940 e 1950, autora da Globo acelera 'viagem no tempo' em nova novela

A volta de Alessandra Poggi às novelas das seis da Globo promoverá um novo mergulho no passado. Após revisitar os anos 1940 em Além da Ilusão (2022) e 1950 em Garota do Momento (2024), a autora saltará a década de 1960 e avançará para 1970. O período, cujo terço final foi marcado pela cultura disco, foi explorado no horário com Boogie Oogie (2014), de Rui Vilhena.

Alessandra já usou a época como pano de fundo de Os Dias Eram Assim (2017), seu primeiro trabalho como titular. A supersérie escrita em parceria com Ângela Chaves tinha início em 1970 e focalizava as implicações da Ditadura Militar (1964-1985) na trajetória de Alice (Sophie Charlotte) e Renato (Renato Góes). O casal se reencontrava 14 anos depois, às vésperas da retomada da democracia.

Outros detalhes sobre a próxima novela de Alessandra Poggi ainda estão em definição. A Globo não tem pressa. Em novembro, após A Nobreza do Amor, a emissora lança a contemporânea Lá na Minha Terra, de Mario Teixeira. O autor retoma a fórmula de suas últimas empreitadas no horário --Mar do Sertão (2022) e No Rancho Fundo (2024)--, desta vez unindo uma fictícia cidade do interior nordestino a São Paulo.

Em junho do ano que vem, estreia Dias de Glória (ou Tempos de Glória), criada pelas estreantes Carla Faour e Julia Spadaccini. A trama ambientada nos anos 1940 destaca uma jovem que rompe com a expectativa das tradicionais família mineiras ao trocar o casamento pela carreira como jogadora de futebol. A narrativa vai ao encontro da realização da Copa do Mundo Feminina no Brasil.

Alessandra voltará à faixa das seis no primeiro semestre de 2028 --provavelmente na companhia da diretora artística Natalia Grimberg, também responsável por Garota do Momento. A década de 1970 estará a serviço de um "novelão", conforme fontes da coluna se referem à sinopse.

Embora dominado por folhetins de época, o horário apresentou apenas um título ambientado no período em questão. Boogie Oogie apostou especialmente na febre das discotecas, potencializada pelo filme Os Embalos de Sábado à Noite (1977), estrelado por John Travolta, e pela novela Dancin' Days (1978), de Gilberto Braga (1945-2021).

Apesar da audiência modesta --17,4 pontos de média geral-- Boogie Oogie arrebatou uma legião de fãs. Referências à cultura da época, especialmente na música e na TV, reverberaram nas redes sociais.

Editado por DanielNunes
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Hum, anos 70 é uma boa, agora fiquei animado para essa novela, ha um tempo atrás vi um pouco de Boogie Oogie e gostei do que vi, e vi também a coxa de retalhos que a Record apresentou de Pecado Mortal há dois anos.

Os anos 70 sempre rendem ótimas histórias, pena que os autores tem receio de explorar a época.

Postado
há 1 hora, AndreRob disse:

Espanta-me até a globo não fazer mais novelas nesse período, geralmente preferem o facilitismo dos anos 40-60 ou anos 20.

Aguardemos a sinopse.

É por conta da ditadura. É mexer no espinheiro. Boogie Oogie desfarçou bem com o personagem de Daniel Dantas que era um militar conservador. 

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