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Esta é das piores novelas desta década, mds... E olhem que nem sou tão exigente como as pessoas na Internet. 

Editado por Vitória
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há 7 minutos, Rui Melo disse:

Berro que a Manuela Dias queria que a Odete não fosse assassinada, e em vez disso fosse a Odete a matar a Raquel :o 

Obviamente que a Globo rejeitou a proposta

Sim, a novela pode ter as suas coisas menos boas, e personagens que foram totalmente adulterados, mas acho que saiu um bom remake no geral e desde 2020 deve ser uma das melhores novelas

Só uma autora sem noção pensaria em assassinar a protagonista da novela em deterimento da vilã... eu continuo a achar que isto não é de todo um bom remake é uma mistela que a autora fez com a novela original, isto jamais devia ter sido escrito por ela, nota-se que não tem qualquer respeito pela obra original que alias desconfio que ela nem viu.

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Acho que "Vale Tudo" apenas entretém, não é uma novela a se levar a sério. Todos os temas são rasos e sem aprofundamento do tema. E não tem conclusão e levam a serem banais e rasos ao mesmo tempo. O que pega a novela pela positividade são as histórias centrais, queira ou não são carismáticos. Os personagens em si são carismáticos, porém, o texto deixa a desejar. Infelizmente, gosto das produções que Manuela Dias faz, mas, devo concordar o texto é muito ruim. 

Ainda acho que uma supervisão de Ricardo Linhares seria o ideal para que Manuela Dias não caisse em ciladas que ela está a cair. Um conselho de um autor experiente na minha visão poderia ajudá-la a não cair em situações de incoerências. No que está acontecer. 

A novela se encaminha para a reta final, a sorte da autora que a tendência é de crescimento. Com várias viradas que vão aparecer e esta semana já vem uma grande virada do Afonso descobrir a traição de Maria de Fátima. 

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A verdade é que foi das poucas novelas desde 2015 que eu não consegui largar desde que começou a sair, já houve algumas semanas que fiquei sem ver mais voltei sempre lá.
 

Não nego as incoerências e as tiradas completamente disparatadas, só nos últimos episódios: o Renato e o Afonso vão almoçar como se não tivessem os dois namorado com a Solange e como se não se pudessem ver há frente há 10 episódios atrás, o César leva a Odete para um ferro velho “mequetrefe” para uma noite romântica e ela acha o máximo, a Helena é apanhada bebada num episódio pelo filho ele vinga-se no outro a seguir ela vai aos AA e a Celina diz “a Odete pode não acreditar mas eu acho que desta vez a Helena está mesmo diferente” passado nem 24 horas.

Ainda assim, o que a segura é obviamente a espinha dorsal em termos de guião vinda do original é uma ambientacao que mesmo que por vezes seja incoerente (como a Heleninha ir passear para o meio de Vila Isabel constantemente) é extremamente bem conseguida e construída de forma a ser aconchegante, as cores dos cenários e figurinos fazem-nos entrar na novela com muita facilidade. E sem falar da Bella (a quem na verdade nos habituamos e até meio que ajudou na construção de uma MF distante) e do que faz de Tiago (esse sim uma completa nódoa extremamente penosa de assistir) a verdade é que este elenco não tem mais falha nenhuma, todos os atores estão muito bem nas personagens inclusive a Paolla que se encontrou a meio da novela, nota-se que entendeu a personagem, que no início a estava a fazer e agora ela é a personagem. 

Postado (editado)

Não nego que esta novela é muito mais assistível que aquela bagunça de mania de você que não tinha pés nem cabeça... a historia não é complexa e vai seguindo com as personagens a cumprirem o seu papel... acho que é normal que o publico vá aderindo e as audiencias até subam, a novela é facil de assistir, podes n ter visto 50 episodios mas consegues apanhar o fio se começares a ver a meio porque há muita coisa random na novela. Mas não dá para defender isto como uma boa novela, se novelas como eta mundo melhor e dona de mim são criticadas por opções de roteiro que fazem sentido, esta sendo novela das 9 nao dá para passar pano em toda a trapalhada que a direção e a autora criaram.

Editado por AndreRob
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O elenco faz o que pode com o texto sem substância e a direção desnorteada desta novela. 

Ainda assim continua a ser 'Vale Tudo', com todos os personagens e muitas das tramas que tornaram a versão original tão inesquecível. 

Sei que não é unânime entre os fãs, mas eu considero o plot com a reviravolta do Leonardo estar vivo a única ideia genial que a autora conseguiu introduzir na história, ainda que a sua execução até à data ainda deixe um pouco a desejar. 
De resto só se salvam algumas cenas em que a Raquel, a Odete, a Heleninha, a Solange ou até mesmo a Maria de Fátima estão inseridas. O resto é pura "landscape". 

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A novela perde bastante devido à escrita rasa da autora e a uma direção pouco consistente, mas ganha muito pelo seu carisma. A imagem, a banda sonora e o elenco dão-lhe bastante qualidade.

Tenho pena de não ser escrita pelo Ricardo Linhares, que é um autor, a meu ver, muito desvalorizado na Globo.

Editado por Lee
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há 13 minutos, Lee disse:

A novela perde bastante devido à escrita rasa da autora e a uma direção pouco consistente, mas ganha muito pelo seu carisma. A imagem, a banda sonora e o elenco dão-lhe bastante qualidade.

Tenho pena não ser escrita pelo Ricardo Linhares, que é um autor, a meu ver, muito desvalorizado na Globo.

Sem dúvida que o Ricardo Linhares ficou se muito na sombra. Merecia ter tido uma novela das oito/nove da sua autoria. 

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Há críticas muito exageradas. A novela tem os seus erros, releituras sem o menor sentido, mas é como disseram acima: vê-se. Eu, particularmente, gosto da Maria de Fátima desta versão. Sim, é completamente diferente da Fátima de 88. Esta ainda se vê sentimento, já na da Glória Pires não, e isso notou-se e muito na cena da escada, desta versão. Há personagens que não causam o mesmo impacto da VO, como a Odete. A Odete aqui não impõe o mesmo respeito, firmeza e rigidez da Odete da Beatriz Segall. 

A própria narrativa da Odete namorar "rapazinhos" - entenda-se, homens mais novos - nem tem o mesmo impacto da VO. A Débora apresente um charme e uma sensualidade mais jovial que a Beatriz. O público não se chocou com esse tema. 

Há muitas pontas por onde podemos pegar, mas isto também é uma reapresentação com outra roupagem. Há coisas sem sentido, sim há. Se a Manuela está a fazer um excelente trabalho com este remake? Não.

O problema de um remake será sempre este. É inevitável ignorar o apego com a versão original de qualquer obra. Por mais que se tente, há sempre a tentação em reviver o que se sabe desta magnífica obra "Vale Tudo" do Giba. 

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há 47 minutos, Afonso disse:

Há críticas muito exageradas. A novela tem os seus erros, releituras sem o menor sentido, mas é como disseram acima: vê-se. Eu, particularmente, gosto da Maria de Fátima desta versão. Sim, é completamente diferente da Fátima de 88. Esta ainda se vê sentimento, já na da Glória Pires não, e isso notou-se e muito na cena da escada, desta versão. Há personagens que não causam o mesmo impacto da VO, como a Odete. A Odete aqui não impõe o mesmo respeito, firmeza e rigidez da Odete da Beatriz Segall. 

A própria narrativa da Odete namorar "rapazinhos" - entenda-se, homens mais novos - nem tem o mesmo impacto da VO. A Débora apresente um charme e uma sensualidade mais jovial que a Beatriz. O público não se chocou com esse tema. 

Há muitas pontas por onde podemos pegar, mas isto também é uma reapresentação com outra roupagem. Há coisas sem sentido, sim há. Se a Manuela está a fazer um excelente trabalho com este remake? Não.

O problema de um remake será sempre este. É inevitável ignorar o apego com a versão original de qualquer obra. Por mais que se tente, há sempre a tentação em reviver o que se sabe desta magnífica obra "Vale Tudo" do Giba. 

A Debora Bloch esta a fazer um ótimo papel como Odete, mas sim concordo perfeitamente que e completamente distinta da anterior.

Em 2025 vemos uma Odete de 60 anos que faz desporto, gosta de se cuidar, é dona e segura de si mesma. E isso hoje em dia é visto como algo positivo, uma mulher a saber viver. Em 88 a mentalidade era outra e chocava muito mais ver aquela mulher de armas. Além que a Beatriz Segall impunha mesmo um outro respeito e firmeza, embora a Bloch também o faça mas de outra maneira

Postado
On 18/08/2025 at 19:07, Lee disse:

A novela perde bastante devido à escrita rasa da autora e a uma direção pouco consistente, mas ganha muito pelo seu carisma. A imagem, a banda sonora e o elenco dão-lhe bastante qualidade.

Tenho pena de não ser escrita pelo Ricardo Linhares, que é um autor, a meu ver, muito desvalorizado na Globo.

Já eu nem a banda sonora/sonoplastia consigo elogiar. Aquele instrumental que parece saído do circo, que toca em todas as cenas do César e do Olavo, (e em grande parte das cenas do César) desde o princípio da novela, para mim só serviu para evidenciar ainda mais o quanto a autora transformou o César (que no original era um homem astuto, com uma aparência que transmitia um certo requinte, de quem se sabia comportar mesmo em eventos culturais ou de elite) num paspalho praticamente acéfalo que tem de ser manobrado pela Fátima para conseguir dar qualquer passo que seja. O mesmo se pode dizer de outro instrumental "cómico" que desde o princípio que vem a ser inserido em cenas que se esperava que fossem dramáticas ou com uma densa carga emocional. Só tiros ao lado.

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Eu adoro a Odete. É o melhor da novela! Mas a cena em que leva um estalo da Raquel foi só estúpida. Ela só é racista quando é conveniente para a autora. Por Deus, se o tom de pele fosse realmente importante para a Odete ela jamais aceitava que uma mulher negra casasse com o filho. Nem aquela desculpa dela do "ela nem é tão preta assim" acaba por colar, se é uma mulher racista não aceitava o casamento e pronto. Só que como isso não cola com a narrativa original, e com a escolha da Taís como Raquel, ficaram com um assunto tão sensível como o racismo completamente despropositado.

Mas concordo com quase tudo, as sub-tramas não tem nem causas nem consequências. É uma novelazita que se vê bem, não é nenhuma obra prima como a autora acha que é.

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há 8 horas, screation disse:

Já eu nem a banda sonora/sonoplastia consigo elogiar. Aquele instrumental que parece saído do circo, que toca em todas as cenas do César e do Olavo, (e em grande parte das cenas do César) desde o princípio da novela, para mim só serviu para evidenciar ainda mais o quanto a autora transformou o César (que no original era um homem astuto, com uma aparência que transmitia um certo requinte, de quem se sabia comportar mesmo em eventos culturais ou de elite) num paspalho praticamente acéfalo que tem de ser manobrado pela Fátima para conseguir dar qualquer passo que seja. O mesmo se pode dizer de outro instrumental "cómico" que desde o princípio que vem a ser inserido em cenas que se esperava que fossem dramáticas ou com uma densa carga emocional. Só tiros ao lado.

Também acho que o César e o Marco Aurelio foram completamente desvirtuados ao cairem demasiado no cómico em determinadas cenas. E sim, o César do Riccelli era um homem com classe e inteligente, apesar de trapaceiro. Mas não desgosto de todo deste César, nem consigo imaginar outro ator sem ser o Cauã - acho e que abusam nas cenas dele em tronco nu so para gerar buzz… 

Tenho pena que a Cecilia e a Lais tenham virado figurantes. O plot da adoção prometia mais…

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há 4 horas, Afonso disse:

Os episódios também estão com outro ritmo. Isto daqui a bocado volta ao mesmo, e deverá subir novamente com a morte da Odete. 

Não sei. A novela termina daqui a menos de 2 meses, já entrará em fase “últimos capítulos”

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A Paolla voltou a "dar um show" de interpretação na primeira sessão da Heleninha nos "Alcoólicos Anónimos". A cena em que ela (completamente embriagada) interage com um cachorrinho abandonado na rua foi triste, mas enternecedora ao mesmo tempo. 

Faço minhas as palavras de muitos de vocês relativamente à cena do embate entre a Raquel e a Odete. Para além de ter soado pouco natural, não conseguiu cumprir o seu propósito de combate ao racismo, que devia ter sido feito através do diálogo (ou da denúncia, uma vez que é crime tanto no Brasil como em Portugal) e não com recurso â violência física. A Eunice já o tinha feito anteriormente, a Raquel podia ter reagido de forma mais educativa, digo eu. 

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há 1 hora, Poa11 disse:

Adorei que o Afonso se tivesse sentido traído pela Fátima quando fez exatamente o mesmo 🫠🫶🏼

macho toxico... nesse campo o Afonsinho manteve o script... porque claramente a postura dele na primeira fase da novela com a Solange era too much toxic... por isso não dou nada por este casal... a Solange merecia acabar melhor do que com este mono pseudo ambientalista.

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A questão da traição acaba por ser secundária. O que foi exposto foi o caráter da Fátima, a traição foi apenas o meio para a descoberta. Todos os planos, todas as armações, todas os esquemas que mostram o mau caratismo da Fátima, vão além do caso que ela teve com o César.

E apesar de concordar que traição é traição (a moral do Afonso cai por terra), é diferente uma one night stand de um caso prolongado, com direito a third wheel na lua de mel em Paris.

Editado por tiagauto
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