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há 1 minuto, Carlos Rodrigues disse:

Ele vai estar na sucessora, em Três Graças. 

Então é mesmo uma participação curta nesta novela... ele proprio anunciou nas redes que tinha começado a gravar.

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o maior problema da novela é este didatismo parolinho que quer dar lições de moral...

A novela aborda a dualidade de caracter das pessoas pertante a chance de se dar bem na vida e autora espeta esta do 'machismo cultural' por favor isto parece uma paródia à original.

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há 36 minutos, AndreRob disse:

o maior problema da novela é este didatismo parolinho que quer dar lições de moral...

A novela aborda a dualidade de caracter das pessoas pertante a chance de se dar bem na vida e autora espeta esta do 'machismo cultural' por favor isto parece uma paródia à original.

No vídeo eles estavam a dizer "machismo estrutural" e não "cultural". Vasco é este machista que acha que Lucimar tem que cuidar do filho sozinha e ele com o trabalho, porém, nem isso esta parte elétrica faz, mesmo a trabalhar, ele não dá o suporte ao sustento do filho. Nesta parte a autora foi didática e certeira nos diálogos, não nenhum problema na discussão do texto. 

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há 1 minuto, DanielNunes disse:

No vídeo eles estavam a dizer "machismo estrutural" e não "cultural". Vasco é este machista que acha que Lucimar tem que cuidar do filho sozinha e ele com o trabalho, porém, nem isso esta parte elétrica faz, mesmo a trabalhar, ele não dá o suporte ao sustento do filho. Nesta parte a autora foi didática e certeira nos diálogos, não nenhum problema na discussão do texto. 

seja como for o texto é péssimo... porque está feito de forma a dar lições de moral e não apenas os personagens a criticar a situação. Não é o enredo desse personagem mas é a forma como o texto 'desculpa' o assunto introduzindo este didatismo parolinho. E o problema é que isto está espalhado por toda a novela, a Odete passa o tempo a fazer isto... a Raquel idem... Alguém tire a novela das mãos da Manuela Dias isto é horrível.

Quantas vezes criticamos o texto do Walcyr por cair nestes engodos? E agora vamos aceitar uma novela das 9 que mais parece propaganda politica? Não espanta nada os numeros da novela, cada episódio que passa tudo soa ainda pior que o antereor...

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Postado (editado)

Eu continuo a gostar muito desta "releitura" de 'Vale Tudo', e mesmo reconhecendo que esta esteja longe da perfeição que muitos expectavam acho que grande parte das críticas que lhe têm sido apontadas são um tanto exageradas. Eu concordo que a direção não é de todo das mais primorosas e que muitos dos diálogos podiam ter sido melhor desenvolvidos. Ainda assim a autora tem abordado muito as chamadas questões éticas e também tem tocado em temas que quer queiramos quer não estão a marcar a atualidade, ainda que a execução por vezes fique aquém do objetivo pretendido. O "assalto cibernético" do Bruno ao sistema online da escola por exemplo despoletou toda uma discussão na novela que achei particularmente interessante, e que levou inclusive o Ivan a desistir de ficar com os dólares para desta forma tornar-se uma referencia positiva na vida do filho. Uma amiga minha que é psicóloga costuma dizer que "os filhos não seguem os conselhos dos pais. Eles seguem o exemplo destes". Foi um plot deveras educativo e bem explorado, pelo menos na minha opinião.  
Posto isto, considero que a novela esteja essencialmente a sofrer mais com as comparações com a versão original e com o desgaste desta onda de remakes que a Globo tem levado a cabo nos últimos anos do que com falhas técnicas e/ou de outra natureza. 

Devo confessar que me está a revoltar imenso a forma como a Raquel tem tratado o Ivan nestes últimos episódios! A Taís Araújo continua maravilhosamente esplêndida, mas esta súbita descrença da personagem no homem que tanto dizia amar irrita-me solenemente! Como é que ela, que há semanas atrás tinha finalmente assimilado a peste que a filha é e depois de tudo o que esta última lhe fez, não equacionou nem por um segundo a hipótese dela ter descoberto os dólares no fundo do armário?! Chamem-me radical à vontade, mas acho que qualquer pessoa normal desconfiaria mais depressa de alguém "com cadastro" (mesmo que esse "alguém" fosse da nossa família) do que de um homem que foi das primeiras pessoas a acolhê-la e a confortá-la na fase mais difícil da vida dela! Ainda por cima um homem que a ama incondicionalmente e do qual nunca teve quaisquer razões de queixa, mesmo que ele também não seja propriamente um exemplo a seguir a 100% em termos éticos.

Fui totalmente apanhada de surpresa com aquela conversa linda e reflexiva da Heleninha com o Marco Aurélio, que rendeu uma das cenas mais bonitas da novela até agora. Nunca pensei que iria viver para ver o Marco Aurélio a elogiar a coragem da Heleninha e reconhecer que sempre que ela falhou foi precisamente porque estava a tentar resistir e a lutar com todas as forças que tinha contra o alcoolismo, que infelizmente é uma doença incurável. A Paolla Oliveira e o Alexandre Nero arrasaram muito. Ambos têm estado sublimes! <3

De facto sou obrigada a dar razão a todos aqueles que sempre criticaram a Bella Campos de forma construtiva, sendo que inicialmente eu própria fui parte integrante do "coro". Mesmo não achando que ela esteja "péssima", a verdade é que ela também não está à altura de uma personagem com a exigência emocional e riqueza narrativa de uma Maria de Fátima, ainda para mais sendo ela o grande fio condutor da trama. Por vezes torna-se sofrível vê-la contracenar com uma Taís Araújo ou uma Débora Bloch, sendo que o último encontro da Fátima com a Odete foi particularmente constrangedor no sentido em que não me senti minimamente intimidada com a postura (que supostamente deveria ter sido) "ameaçadora" da Maria de Fátima frente à toda poderosa Odete Roitman. Escusado será dizer que a Débora esteve absolutamente irrepreensível na cena em questão. Já a Bella por sua vez parecia que estava só a "debitar texto". 
A parceria com o Cauã também me parece estar a ser pouco frutífera, dai não me surpreender com a veracidade das notícias que têm sido vinculadas na imprensa brasileira. A "ingenuidade" (eu chamar-lhe-ia "honestidade extrema" e está tudo certo com isso) da Raquel era uma oportunidade de ouro para fazer com que grande do público torcesse pela Fátima e pelo César, mas a verdade é que nenhum dos atores consegue despertar qualquer espécie de simpatia ou a torcida dos fãs da novela, pelo menos da minha ótica. Para além de estarem bastante aquém do desafio imenso que lhes foi colocado em mãos, não existe grande química ou cumplicidade em cena entre ambos os intérpretes. Está cada vez mais difícil defender estas escalações... 

Editado por Maya
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há 1 hora, Maya disse:

Eu continuo a gostar muito desta "releitura" de 'Vale Tudo', e mesmo reconhecendo que esta esteja longe da perfeição que muitos expectavam acho que grande parte das críticas que lhe têm sido apontadas são um tanto exageradas. Eu concordo que a direção não é de todo das mais primorosas e que muitos dos diálogos podiam ter sido melhor desenvolvidos. Ainda assim a autora tem abordado muito as chamadas questões éticas e também tem tocado em temas que quer queiramos quer não estão a marcar a atualidade, ainda que a execução por vezes fique aquém do objetivo pretendido. O "assalto cibernético" do Bruno ao sistema online da escola por exemplo despoletou toda uma discussão na novela que achei particularmente interessante, e que levou inclusive o Ivan a desistir de ficar com os dólares para desta forma tornar-se uma referencia positiva na vida do filho. Uma amiga minha que é psicóloga costuma dizer que "os filhos não seguem os conselhos dos pais. Eles seguem o exemplo destes". Foi um plot deveras educativo e bem explorado, pelo menos na minha opinião.  
Posto isto, considero que a novela esteja essencialmente a sofrer mais com as comparações com a versão original e com o desgaste desta onda de remakes que a Globo tem levado a cabo nos últimos anos do que com falhas técnicas e/ou de outra natureza. 

Devo confessar que me está a revoltar imenso a forma como a Raquel tem tratado o Ivan nestes últimos episódios! A Taís Araújo continua maravilhosamente esplêndida, mas esta súbita descrença da personagem no homem que tanto dizia amar irrita-me solenemente! Como é que ela, que há semanas atrás tinha finalmente assimilado a peste que a filha é e depois de tudo o que esta última lhe fez, não equacionou nem por um segundo a hipótese dela ter descoberto os dólares no fundo do armário?! Chamem-me radical à vontade, mas acho que qualquer pessoa normal desconfiaria mais depressa de alguém "com cadastro" (mesmo que esse "alguém" fosse da nossa família) do que de um homem que foi das primeiras pessoas a acolhê-la e a confortá-la na fase mais difícil da vida dela! Ainda por cima um homem que a ama incondicionalmente e do qual nunca teve quaisquer razões de queixa, mesmo que ele também não seja propriamente um exemplo a seguir a 100% em termos éticos.

Fui totalmente apanhada de surpresa com aquela conversa linda e reflexiva da Heleninha com o Marco Aurélio, que rendeu uma das cenas mais bonitas da novela até agora. Nunca pensei que iria viver para ver o Marco Aurélio a elogiar a coragem da Heleninha e reconhecer que sempre que ela falhou foi precisamente porque estava a tentar resistir e a lutar com todas as forças que tinha contra o alcoolismo, que infelizmente é uma doença incurável. A Paolla Oliveira e o Alexandre Nero arrasaram muito. Ambos têm estado sublimes! <3

De facto sou obrigada a dar razão a todos aqueles que sempre criticaram a Bella Campos de forma construtiva, sendo que inicialmente eu própria fui parte integrante do "coro". Mesmo não achando que ela esteja "péssima", a verdade é que ela também não está à altura de uma personagem com a exigência emocional e riqueza narrativa de uma Maria de Fátima, ainda para mais sendo ela o grande fio condutor da trama. Por vezes torna-se sofrível vê-la contracenar com uma Taís Araújo ou uma Débora Bloch, sendo que o último encontro da Fátima com a Odete foi particularmente constrangedor no sentido em que não me senti minimamente intimidada com a postura (que supostamente deveria ter sido) "ameaçadora" da Maria de Fátima frente à toda poderosa Odete Roitman. Escusado será dizer que a Débora esteve absolutamente irrepreensível na cena em questão. Já a Bella por sua vez parecia que estava só a "debitar texto". 
A parceria com o Cauã também me parece estar a ser pouco frutífera, dai não me surpreender com a veracidade das notícias que têm sido vinculadas na imprensa brasileira. A "ingenuidade" (eu chamar-lhe-ia "honestidade extrema" e está tudo certo com isso) da Raquel era uma oportunidade de ouro para fazer com que grande do público torcesse pela Fátima e pelo César, mas a verdade é que nenhum dos atores consegue despertar qualquer espécie de simpatia ou a torcida dos fãs da novela, pelo menos da minha ótica. Para além de estarem bastante aquém do desafio imenso que lhes foi colocado em mãos, não existe grande química ou cumplicidade em cena entre ambos os intérpretes. Está cada vez mais difícil defender estas escalações... 

grande parte do *

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Nunca tinha visto nenhuma novela escrita por esta autora, mas após a visualização de um dos episódios mais recentes, comecei a concordar completamente com alguns dos comentários que já havia lido aqui no tópico relativos ao gosto da autora em tornar as personagens em objetos de militância. A vítima mais recente foi o filho da Lucimar. Do nada, durante a inauguração do restaurante, uma criança de aparentemente 8 anos começa a dissertar sobre o quanto o pai dele se precisa de modificar enquanto ser humano. :brinde:

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há 7 minutos, screation disse:

Nunca tinha visto nenhuma novela escrita por esta autora, mas após a visualização de um dos episódios mais recentes, comecei a concordar completamente com alguns dos comentários que já havia lido aqui no tópico relativos ao gosto da autora em tornar as personagens em objetos de militância. A vítima mais recente foi o filho da Lucimar. Do nada, durante a inauguração do restaurante, uma criança de aparentemente 8 anos começa a dissertar sobre o quanto o pai dele se precisa de modificar enquanto ser humano. :brinde:

mas há quem ache que isto é interessante e moderniza o remake, para mim é uma total falta de noção de sobre o que é a novela... cada fala dos personagens está cheia desse militancia, desse didatismo chato...

O que falei acima é notorio, os personagens justificam as atitudes de alguém como 'machismo estrutural' 'teve muito colo da mãe' 'foi tratado como principe' como se a pessoa ter tido proteçao e boa infancia fosse justificativa para se ser machista e misogeno... quando apela ao 'machismo estrutural' não estão a marcar uma posição estão a passar pano como que a dizer 'ele cresceu assim nada mais se pode fazer'. A manuela dias é um desastre total na escrita desta novela.

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Um aspeto um tanto problemático deste remake que se está a tornar cada vez mais evidente é esta aparente descaracterização da Odete Roitman enquanto vilã. Para mim a Débora Bloch tem estado magnífica e acho ótimo que ela tenha optado por construir a sua própria Odete, contudo tenho sentido falta daquele autoritarismo inato da personagem da versão original, que impunha respeito e despertava até um certo "medo" no público. Ela dizia os maiores impropérios, não perdia uma oportunidade de ser desagradável e destilava ódio de forma gratuita contra o Brasil, contra os pobres e contra todas as minorias. A Manuela Dias parece ter cedido ao politicamente correto e imprimiu nesta Odete uma certa leveza que não se coaduna de todo com o perfil da personagem. A Odete Roitman desta nova versão tem uma ou outra tirada sarcástica mas até agora ainda não verbalizou os muitos preconceitos que supostamente deveria ter! Ela "só não gosta do Brasil. Ponto. O que é manifestamente insuficiente, tendo em conta que estamos a falar da "vilã das vilãs", mas que até agora ainda não mostrou possuir quaisquer requintes de malvadez, bem pelo contrário: ela muitas vezes comporta-se como a "adulta na sala" quando se vê a braços com um problema e isso, aliado à presença encantadora da Débora em cena e ao tal "suavizar" da personagem perpetrado pela autora, faz com que o público não consiga torcer contra ela. E por mais sublime que a Débora Bloch seja como atriz e mesmo sendo da opinião que ela consegue encarnar a personificação nua e crua da mulher snobe e empoderada na casa dos 60 anos dos tempos atuais, falta-lhe aquele toque de vilania e o tom de desdém que a malograda Beatriz Segall tão bem imprimiu na sua Odete. 

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há 1 hora, Maya disse:

Um aspeto um tanto problemático deste remake que se está a tornar cada vez mais evidente é esta aparente descaracterização da Odete Roitman enquanto vilã. Para mim a Débora Bloch tem estado magnífica e acho ótimo que ela tenha optado por construir a sua própria Odete, contudo tenho sentido falta daquele autoritarismo inato da personagem da versão original, que impunha respeito e despertava até um certo "medo" no público. Ela dizia os maiores impropérios, não perdia uma oportunidade de ser desagradável e destilava ódio de forma gratuita contra o Brasil, contra os pobres e contra todas as minorias. A Manuela Dias parece ter cedido ao politicamente correto e imprimiu nesta Odete uma certa leveza que não se coaduna de todo com o perfil da personagem. A Odete Roitman desta nova versão tem uma ou outra tirada sarcástica mas até agora ainda não verbalizou os muitos preconceitos que supostamente deveria ter! Ela "só não gosta do Brasil. Ponto. O que é manifestamente insuficiente, tendo em conta que estamos a falar da "vilã das vilãs", mas que até agora ainda não mostrou possuir quaisquer requintes de malvadez, bem pelo contrário: ela muitas vezes comporta-se como a "adulta na sala" quando se vê a braços com um problema e isso, aliado à presença encantadora da Débora em cena e ao tal "suavizar" da personagem perpetrado pela autora, faz com que o público não consiga torcer contra ela. E por mais sublime que a Débora Bloch seja como atriz e mesmo sendo da opinião que ela consegue encarnar a personificação nua e crua da mulher snobe e empoderada na casa dos 60 anos dos tempos atuais, falta-lhe aquele toque de vilania e o tom de desdém que a malograda Beatriz Segall tão bem imprimiu na sua Odete. 

O problema é esse a Odete desta versão é a personagem mais coerente e mais adulta na sala, tudo o resto são pessoas inuteis cheias de problemas e que apenas vivem como parasitas. Ela deixou de ser a vilã para mim não é, o que ela faz parece ser justificativo e coerente. Tipo este video... a Celina é uma inutil e uma dondoca que nem sabe reagir aos ataques da Odete porque sabe que ela fala a verdade, o brasil é aquilo pobres esperando o Onibus e ricos esbanjando em superficialidades e comodismo... Por isso as pessoas estão a gostar da odete porque ela diz o que todos pensam do brasil... mas em momento nenhum ainda ela teve nenhum ponto de vilania... ah e tal está a usar a maria de fatima para se casar com o filho e se livrar da arrogante da Solange: uma mãe quer o melhor para os filhos e não é uma resistente marxista que ela considera um bom partido.

Não sei ao certo como eles vão introduzir a questão do envenamento no restaurante mas sinceramente olhando para isto não é nada coerente com a personagem que a Manuela Dias criou... porque para mim isto não é a Odete do original é uma nova personagem.

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há 10 minutos, AndreRob disse:

O problema é esse a Odete desta versão é a personagem mais coerente e mais adulta na sala, tudo o resto são pessoas inuteis cheias de problemas e que apenas vivem como parasitas. Ela deixou de ser a vilã para mim não é, o que ela faz parece ser justificativo e coerente. Tipo este video... a Celina é uma inutil e uma dondoca que nem sabe reagir aos ataques da Odete porque sabe que ela fala a verdade, o brasil é aquilo pobres esperando o Onibus e ricos esbanjando em superficialidades e comodismo... Por isso as pessoas estão a gostar da odete porque ela diz o que todos pensam do brasil... mas em momento nenhum ainda ela teve nenhum ponto de vilania... ah e tal está a usar a maria de fatima para se casar com o filho e se livrar da arrogante da Solange: uma mãe quer o melhor para os filhos e não é uma resistente marxista que ela considera um bom partido.

Não sei ao certo como eles vão introduzir a questão do envenamento no restaurante mas sinceramente olhando para isto não é nada coerente com a personagem que a Manuela Dias criou... porque para mim isto não é a Odete do original é uma nova personagem.

Nunca entendi bem o porquê de terem escolhido a Manuela Dias para escrever este remake. Ela é maravilhosa a escrever séries, mas em 'Amor de Mãe" ficou nítido que ela tem algumas dificuldades em gerir um folhetim do inicio ao fim. Mas agora é tarde para mudarem de autora...

Quanto à Odete não à muito mais que eu possa acrescentar. As incongruências com a versão original são muitas! Não era suposto ela funcionar como uma espécie de "grilo falante" na trama mas sim ser o seu exato contrário. Se a Odete não começar a "meter as garras de fora" e a ser mais politicamente incorreta de forma a provocar a ira do público não auguro nada de bom para os muitos eventos que se avizinham nos quais a personagem vai ter um papel determinante. Aquela aliança com a Maria de Fátima já me parece tão "inverossímil" (o racismo da Odete até pode ser mais elitista do que "físico" por assim dizer mas o espetador comum que acompanha a novela não sabe isso, porque isso nunca foi abordado ou sequer referido na trama) que sinceramente já começo a temer todas estas alterações que a autora tem vindo a implementar que podem vir a comprometer ainda mais a credibilidade desta releitura de 'Vale Tudo'. É esperar para ver. 

Postado

O Ricardo Linhares já devia ter entrado para ajudar a Manuela Dias, não faz sentido nenhum ela não ter uma supervisão de outro autor... isto noutros tempos nunca iria acontecer, ela é quase uma estreante em novelas... ela nem fez novelas das 6 e 7 foi atirada para as 9 por causa de uma série que correu muito bem. Amor de Mãe nem dá para analisar porque levou com a pandemia e ficou um mico sem concerto...

Enfim os erros desta direção vão continuar a ecoar bem caros nos proximos anos...

Postado

A minha relação atual com Vale Tudo:

  • confesso que passo à frente todas as cenas entre Leila e Renato
  • gosto mais desta Odete Roitman, acho-a mais credível e menos estereotipada de vilã como era a original. Ajuda na identificação e em entender algumas das suas atitudes
  • torço para o Ivan ficar com a Heleninha
  • quanto à Raquel nem sei o que dizer... uma pessoa que dá 500 chances às pessoas erradas (ex. Fátima) e nem sequer dá a o benefício da dúvida a outras que a têm apoiado tanto (ex. Ivan)
  • há imensos núcleos secundários que parecem não ter qualquer função relevante na trama
Postado (editado)

E cá temos a primeira tirada racista da Dona Odete que ao contrario do que diz o post não revoltou ninguem apenas expôs aquilo que já se previa, a Odete pode ser racista mas só se isso não atrapalhar os seus planos 'ela não é tão  preta assim'.

Racismo estrutural e social em todo o seu esplendor...

Sinceramente uma das personagens que mais me irritam é mesmo a Celina ... a mulher é quase tão pedante e amarga como a Odete... ela é a primeira a dizer 'eu não sou racista'... mas o facto é que é ela que pega no assunto. A tia celina que servia de equlibrio entre a maldade da odete e os restantes personagens é apenas um boneco que debita coisas. Mais uma personagem totalmente inútil.

 

Editado por AndreRob
Postado (editado)
há 2 horas, AndreRob disse:

E cá temos a primeira tirada racista da Dona Odete que ao contrario do que diz o post não revoltou ninguem apenas expôs aquilo que já se previa, a Odete pode ser racista mas só se isso não atrapalhar os seus planos 'ela não é tão  preta assim'.

Racismo estrutural e social em todo o seu esplendor...

Sinceramente uma das personagens que mais me irritam é mesmo a Celina ... a mulher é quase tão pedante e amarga como a Odete... ela é a primeira a dizer 'eu não sou racista'... mas o facto é que é ela que pega no assunto. A tia celina que servia de equlibrio entre a maldade da odete e os restantes personagens é apenas um boneco que debita coisas. Mais uma personagem totalmente inútil.

 

Ainda não vi o capítulo de ontem mas esta cena parece ser um "bom" indicador no sentido em que a essência da Odete de 1988 está toda lá, e acaba também por credibilizar mais esta aproximação da Odete à Maria de Fátima. 

A fala é horrível, de facto. Mas ela não seria Odete Roitman se não tivesse proferido tamanha injúria...

Editado por Maya
Postado
há 1 minuto, Maya disse:

Ainda não vi o capítulo de ontem mas esta cena para ser um "bom" indicador no sentido em que a essência da Odete de 1988 está toda lá, e acaba também por credibilizar mais esta aproximação da Odete à Maria de Fátima. 

A fala é horrível, de facto. Mas ela não seria Odete Roitman se não tivesse proferido tamanha injúria...

Eu achei piada porque é a propria Celina que a chama de racista (de uma forma indireta)... 'eu não sou racista mas a fátima é negra' acho que a Celina é mais racista que a Odete. :rofl:

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há 4 minutos, AndreRob disse:

Eu achei piada porque é a propria Celina que a chama de racista (de uma forma indireta)... 'eu não sou racista mas a fátima é negra' acho que a Celina é mais racista que a Odete. :rofl:

Acho que não. A pobre da Celina deve ter feito aquela observação por estar "estupefata" em como a Odete parece estar tão empenhada em fazer com que o filho se envolva com uma miúda negra. Mas ao fim ao cabo creio que estamos todos. :rofl:

Postado
há 31 minutos, AndreRob disse:

Eu achei piada porque é a propria Celina que a chama de racista (de uma forma indireta)... 'eu não sou racista mas a fátima é negra' acho que a Celina é mais racista que a Odete. :rofl:

Acho só que foi resultado de um mau texto, a autora é que quis introduzir este tema e fê-lo sem qualquer subtileza, e a Celina é que fica mal por começar com o típico "não sou, mas". :lol:

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há 2 horas, Pedro M. disse:

Acho só que foi resultado de um mau texto, a autora é que quis introduzir este tema e fê-lo sem qualquer subtileza, e a Celina é que fica mal por começar com o típico "não sou, mas". :lol:

Tem tudo uma lógica! :estacas:

Manu Days explica:

 

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