Matteo Postado 9 de maio 2025 Postado 9 de maio 2025 há 5 horas, AndreRob disse: Laços de Familia é relativamente recente neste bloco... Eu queria mesmo era Celebridade. Até pensei nessa, e tem muito tempo que não a emitem... pode ser que aconteça, afinal está em exibição no VIVA. Citar
Rui Melo Postado 10 de maio 2025 Postado 10 de maio 2025 (editado) Celebridade so deu na Globo Portugal no início lá em 2013. Era uma excelente opção. Paraíso Tropical também foi exibida apenas nessa altura e podia resultar. Têm também A Favorita, cuja última exibição foi em 2018 por aí, e Duas Caras que nunca deu neste canal. Editado 10 de maio 2025 por Rui Melo Citar
Matteo Postado 13 de maio 2025 Postado 13 de maio 2025 Vi hoje esta promo durante a exibição de "Mulheres de Areia", focando nos acontecimentos da primeira fase, que foi tão bem feita que sempre digo o quanto ela daria uma baita de uma minissérie... Benedito em um de seus melhores momentos! 1 Citar
AndreRob Postado 13 de maio 2025 Postado 13 de maio 2025 há 4 horas, Matteo disse: Vi hoje esta promo durante a exibição de "Mulheres de Areia", focando nos acontecimentos da primeira fase, que foi tão bem feita que sempre digo o quanto ela daria uma baita de uma minissérie... Benedito em um de seus melhores momentos! Eles passaram essa promo durante quase toda a novela, agora ja aparece outra a falar da personagem da gloria pires estar quase a ser desmascarada. Citar
Matteo Postado 13 de maio 2025 Postado 13 de maio 2025 há 1 hora, AndreRob disse: Eles passaram essa promo durante quase toda a novela, agora ja aparece outra a falar da personagem da gloria pires estar quase a ser desmascarada. Como de costume, passam a mesma chamada se deixar a novela todinha e só mudam no final. Citar
AndreRob Postado 20 de junho 2025 Postado 20 de junho 2025 Laços de Familia será a substituta de O Rei do Gado a 28 de Julho. Mais um balde de repetecos... depois do cravo e a rosa e tieta... mais uma que vai repetir pela terceira vez... Com tantas opções como Celebridade, Paraíso Tropical, Avenida Brasil... mais do mesmo. 1 Citar
JMML Postado 21 de junho 2025 Postado 21 de junho 2025 há 22 horas, AndreRob disse: Laços de Familia será a substituta de O Rei do Gado a 28 de Julho. Mais um balde de repetecos... depois do cravo e a rosa e tieta... mais uma que vai repetir pela terceira vez... Com tantas opções como Celebridade, Paraíso Tropical, Avenida Brasil... mais do mesmo. Eu diria melhor... Com tantas opções como Insensato Coração, Suave Veneno, Passione, Torre de Babel, Belíssima, Duas Caras, Em Família, Terra Nostra, Esperança, Babilónia... mais do mesmo. 1 Citar
AndreRob Postado 21 de junho 2025 Postado 21 de junho 2025 há 22 minutos, JMML disse: Eu diria melhor... Com tantas opções como Insensato Coração, Suave Veneno, Passione, Torre de Babel, Belíssima, Duas Caras, Em Família, Terra Nostra, Esperança, Babilónia... mais do mesmo. A piada disto é que o canal globoplay novelas fez a tal votaçao entre laços de famila e por amor, o publico escolheu a segunda e sinceramente até preferia essa sempre é uma novela menos batida. Citar
R.M Postado 21 de junho 2025 Postado 21 de junho 2025 há 2 horas, AndreRob disse: A piada disto é que o canal globoplay novelas fez a tal votaçao entre laços de famila e por amor, o publico escolheu a segunda e sinceramente até preferia essa sempre é uma novela menos batida. Por Amor foi exibida duas vezes na Globo PT num curto espaço de tempo, em 2015 no horário das 17h00, por sinal passaram uma versão até maior do que a original. E em 2019 quando a trama estava sendo reprisada aqui no Brasil pela Globo, na ocasião a Globo PT pegou a versão internacional para exibir. Isso porque eu não tô considerando a reprise do vale a pena ver de novo da globo internacional em 2013, que foi emitida no extinto Globo Premium, se não seriam três exibições num curto espaço de tempo. Também acho Por Amor melhor que Laços de Família, tanto que aqui no Brasil votei na vencedora pra reprise, mas por outro lado, até que dá pra entender a escolha de Laços na Globo PT, pelo menos agora irão exibir a integra, o que não aconteceu em 2020, curiosamente quando a mesma também estava passando na Globo daqui do Brasil. Citar
Rui Melo Postado 29 de julho 2025 Postado 29 de julho 2025 Esta novela transmite tanto a energia do início dos anos 2000 e o otimismo da viragem do século. Em ambientação acho que esta consegue ser melhor que Por Amor 2 Citar
AndreRob Postado 29 de julho 2025 Postado 29 de julho 2025 há 3 minutos, Rui Melo disse: Esta novela transmite tanto a energia do início dos anos 2000 e o otimismo da viragem do século. Em ambientação acho que esta consegue ser melhor que Por Amor Foi o inicio das Helenas dondocas , empoderadas e donas de si... tudo muito sol e leblon. Citar
FLP Postado 28 de agosto 2025 Postado 28 de agosto 2025 (editado) E acabou a primeira leva de emoção extrema que esta novela proporciona. As cenas de Helena com o pai são um exemplo de onde Manoel Carlos se destinguia de todos os outros autores. Quando é para transcrever a realidade, ele era O AUTOR. Considero que, globalmente, LdF é muito inferior a História de Amor, Por Amor e até a Felicidade. Da mesma forma que as novelas do autor sofreram todas do mesmo "mal" dai para a frente: hiperglamourização. Contudo, a novela tem alguns núcleos muito bons.Ao melhor nível do autor, como é o caso desta especie de prólego, passado na fazenda. Serve para contextualizar a protagonista, mas o autor não hesitou e carregou na emoção. Desde o momento em que o taxi rompe no horizonte e segue aquela estrada de terra com Helena dentro é impossivel não nos emocionarmos. Quem nunca teve uma situação daquelas? Um reencontro daqueles? Um regresso daqueles? Nem precisa ser nas circunstâncias daquelas personagens. Mas é sintomático. O nivel de indentificaçao com qualquer um de nós é tão forte que é impossivel não ficarmos com o coração apertado e colados ao sofá. Daí para a frente, até ao pós-enterro, é uma aula de dramaturgia. Tudo se conjuga. O cenário, a ambientação e as atuações. Fernando Torres gigante. Chegamos a acreditar mesmo que o ator vai morrer a qualquer momento. Que composição. Vera Fisher é uma atriz que, por estranho que seja, é muito melhor em cenas emocionantes que em cenas corriqueiras. Impecável desde que Helena chegou à fazenda. Tom certo, emoção certa. Esteve à altura de Fernando Torres e entregaram uma cena antológica. Tivemos milhentas cenas de "perdão às portas da morte" nestas décadas de novelas e esta deve ser das melhores. Sem excesso de texto, sem exageros cénicos. Emoção apenas. E referencia honrosa a Lilia Cabral. Discreta, serena, Ingrid já vinha a semear emoção nas cenas com Alécio, mas o culminar naquela cena da morte foi um deleite. Mais uma vez, Manoel Carlos conseguiu transpor para a televisão o que se sente quando estamos diante de uma inevitabilidade natural. Ingrid a chorar como uma criança foi um murro no estomago. Estamos a ver aquilo e, naquele momento, sentimos a dor, sabemos exatamente como é aflitivo nada poder fazer e não controlar o choro, aquele choro que vem sabemos lá de onde. Enfim. Mais a frente este nucleo ainda vai "servir" mais emoção. Mas retomo o ponto que abordei acima. Porque cosidero que a novela, mesmo tendo uma matriz fortíssima e que foi bem desenvolvida, é globalmente "pior" que as anteriores. Por Amor já sofria ligeiramente do mesmo, mas aqui começamos a ver uma perda de importancia dramaturgica dos nucleos de "classe média" ( e coloco entre parentisis propositadamente e já explico porquê). Vamos lá: o "charme" das novelas do Maneco era, precisamente, o espetador "ver-se na TV". Era ver a crónica do quotidiano. Ok, pode ser a crónica do quotidiano do rico. Mas a ideia generalizada não era essa. A ideia era trazer personagens "proximas", personagens que se encontram na rua. Mas convenhamos. Quantas "Helenas" conhecemos que são donas de uma Clinica de Estética de grande envergadura, tem uma filha a estudar em Londres, que "foge" para o Japão como quem vai a Niterói e ainda se pode dar ao luxo de, sem grande planeamento, ir passar uns dias ao Japão como quem vai á praia ao domingo? Poucas. Ok, mora no mesmo predio que os "pobres". Mas é só. E ainda tem uma empregada interna e praticamente suspenta o filho semi-desempregado. Ok, pode ser "classe média alta", mas aposto que devia ser um nível de vida de, no máximo, 5% dos brasileiros, na época. Se compararmos com Helena de História de Amor, dá para entender exatemante o que estou a tentar dizer. Em HdA, ao fim de 3 ou 4 cenas já todos nos identificamos com Helena. Já todos vimos umas quantas na rua, temos uma como vizinha. Mora numa casa "realista", tem um carro "realista", tem amigos "realistas", tem uma filha "realista", um ex-marido "realista". Percebo que, pelas circunstâncias da trama - o "caso" entre Helena e um jovem médico e rico- seja necessária uma mulher absolutamente irresistível e com um certo nivel socioeconómico, mas isso torna a personagem mais distante. Tudo isto passava bem se o "entorno" fosse mais credível. Se em HdA a relação de Helena e Marta respirava quimica, Helena e Ivete tresanda a "forçação de barra". Nada a ver. Realidades diferentes, gostos diferentes, modos de vida diferentes. Zéro a ver. E o núcleo da Ivete é do pior. Péssima ideia de o usar como alívio cómico. Ficou too much e destoa por completo. E resta-nos, da dita "classe média que a gente conhesse: pobres, vá" o núcleo da Capitu, Paschoal, Ema. Esses sim. Vivem como a maioria das pessoas. Trabalham, pagam as contas a custo, são mães solteiras, estudam, etc. De resto, ou são donos de algum negócio bem sucedido, ou vivem de rendas, ou tem profissões de alto valor. Todos os outros "pobres" não tem trama propria e, quando vão tendo algum destaque, é pontual. Volto a referir HdA como comparação. Tinhamos o Carlos, que era um médico de sucesso e provinha de uma familia com dinheiro. Tinhamos os falídos Romulo, Zuleika e Paula e tinhamos a Vandinha e os pais, que eram donos de um negócio de alto padrão para o qual se fartavam de trabalhar. De resto, viviam todos de acordo com um padrão que qualquer um de nós reconhece como real. Viviam em casas adequadas ao padrão, tinham carros adequados ao padrão, etc. A Sheila era uma médica bem sucedida, vivia num apartamentozinho. bom, mas pequeno, adequado ao que vemos como padrão para um medico com 30 e poucos anos, assim como o Daniel. Os enteados do Carlos, apesar de bem nascidos, trabalham. E mesmo os mais pobres, todos tinham boas tramas próprias. Dalva e Urbano, Marta e Xavier, Lu, a Neuza, a Soninha, etc. Havia uma nivelação nas tramas. tinhamos festas glamourosas, tinhamos eventos chiques, assim como tinhamos idas ao médico, ao mercado. Tudo ao mesmo nivel. Acho que a marca "Leblon", que apesar de ter ficado na memória coletiva do publico que era o ambiente principal de todas as novelas do autor não o era em HdA, ajudou a esse excesso de glamour. O Leblon ganha destaque definitivo nas novelas do Maneco a partir de Por Amor. Editado 28 de agosto 2025 por FLP 1 Citar
D91 Postado 28 de agosto 2025 Postado 28 de agosto 2025 há 9 horas, FLP disse: E acabou a primeira leva de emoção extrema que esta novela proporciona. As cenas de Helena com o pai são um exemplo de onde Manoel Carlos se destinguia de todos os outros autores. Quando é para transcrever a realidade, ele era O AUTOR. Considero que, globalmente, LdF é muito inferior a História de Amor, Por Amor e até a Felicidade. Da mesma forma que as novelas do autor sofreram todas do mesmo "mal" dai para a frente: hiperglamourização. Contudo, a novela tem alguns núcleos muito bons.Ao melhor nível do autor, como é o caso desta especie de prólego, passado na fazenda. Serve para contextualizar a protagonista, mas o autor não hesitou e carregou na emoção. Desde o momento em que o taxi rompe no horizonte e segue aquela estrada de terra com Helena dentro é impossivel não nos emocionarmos. Quem nunca teve uma situação daquelas? Um reencontro daqueles? Um regresso daqueles? Nem precisa ser nas circunstâncias daquelas personagens. Mas é sintomático. O nivel de indentificaçao com qualquer um de nós é tão forte que é impossivel não ficarmos com o coração apertado e colados ao sofá. Daí para a frente, até ao pós-enterro, é uma aula de dramaturgia. Tudo se conjuga. O cenário, a ambientação e as atuações. Fernando Torres gigante. Chegamos a acreditar mesmo que o ator vai morrer a qualquer momento. Que composição. Vera Fisher é uma atriz que, por estranho que seja, é muito melhor em cenas emocionantes que em cenas corriqueiras. Impecável desde que Helena chegou à fazenda. Tom certo, emoção certa. Esteve à altura de Fernando Torres e entregaram uma cena antológica. Tivemos milhentas cenas de "perdão às portas da morte" nestas décadas de novelas e esta deve ser das melhores. Sem excesso de texto, sem exageros cénicos. Emoção apenas. E referencia honrosa a Lilia Cabral. Discreta, serena, Ingrid já vinha a semear emoção nas cenas com Alécio, mas o culminar naquela cena da morte foi um deleite. Mais uma vez, Manoel Carlos conseguiu transpor para a televisão o que se sente quando estamos diante de uma inevitabilidade natural. Ingrid a chorar como uma criança foi um murro no estomago. Estamos a ver aquilo e, naquele momento, sentimos a dor, sabemos exatamente como é aflitivo nada poder fazer e não controlar o choro, aquele choro que vem sabemos lá de onde. Enfim. Mais a frente este nucleo ainda vai "servir" mais emoção. Mas retomo o ponto que abordei acima. Porque cosidero que a novela, mesmo tendo uma matriz fortíssima e que foi bem desenvolvida, é globalmente "pior" que as anteriores. Por Amor já sofria ligeiramente do mesmo, mas aqui começamos a ver uma perda de importancia dramaturgica dos nucleos de "classe média" ( e coloco entre parentisis propositadamente e já explico porquê). Vamos lá: o "charme" das novelas do Maneco era, precisamente, o espetador "ver-se na TV". Era ver a crónica do quotidiano. Ok, pode ser a crónica do quotidiano do rico. Mas a ideia generalizada não era essa. A ideia era trazer personagens "proximas", personagens que se encontram na rua. Mas convenhamos. Quantas "Helenas" conhecemos que são donas de uma Clinica de Estética de grande envergadura, tem uma filha a estudar em Londres, que "foge" para o Japão como quem vai a Niterói e ainda se pode dar ao luxo de, sem grande planeamento, ir passar uns dias ao Japão como quem vai á praia ao domingo? Poucas. Ok, mora no mesmo predio que os "pobres". Mas é só. E ainda tem uma empregada interna e praticamente suspenta o filho semi-desempregado. Ok, pode ser "classe média alta", mas aposto que devia ser um nível de vida de, no máximo, 5% dos brasileiros, na época. Se compararmos com Helena de História de Amor, dá para entender exatemante o que estou a tentar dizer. Em HdA, ao fim de 3 ou 4 cenas já todos nos identificamos com Helena. Já todos vimos umas quantas na rua, temos uma como vizinha. Mora numa casa "realista", tem um carro "realista", tem amigos "realistas", tem uma filha "realista", um ex-marido "realista". Percebo que, pelas circunstâncias da trama - o "caso" entre Helena e um jovem médico e rico- seja necessária uma mulher absolutamente irresistível e com um certo nivel socioeconómico, mas isso torna a personagem mais distante. Tudo isto passava bem se o "entorno" fosse mais credível. Se em HdA a relação de Helena e Marta respirava quimica, Helena e Ivete tresanda a "forçação de barra". Nada a ver. Realidades diferentes, gostos diferentes, modos de vida diferentes. Zéro a ver. E o núcleo da Ivete é do pior. Péssima ideia de o usar como alívio cómico. Ficou too much e destoa por completo. E resta-nos, da dita "classe média que a gente conhesse: pobres, vá" o núcleo da Capitu, Paschoal, Ema. Esses sim. Vivem como a maioria das pessoas. Trabalham, pagam as contas a custo, são mães solteiras, estudam, etc. De resto, ou são donos de algum negócio bem sucedido, ou vivem de rendas, ou tem profissões de alto valor. Todos os outros "pobres" não tem trama propria e, quando vão tendo algum destaque, é pontual. Volto a referir HdA como comparação. Tinhamos o Carlos, que era um médico de sucesso e provinha de uma familia com dinheiro. Tinhamos os falídos Romulo, Zuleika e Paula e tinhamos a Vandinha e os pais, que eram donos de um negócio de alto padrão para o qual se fartavam de trabalhar. De resto, viviam todos de acordo com um padrão que qualquer um de nós reconhece como real. Viviam em casas adequadas ao padrão, tinham carros adequados ao padrão, etc. A Sheila era uma médica bem sucedida, vivia num apartamentozinho. bom, mas pequeno, adequado ao que vemos como padrão para um medico com 30 e poucos anos, assim como o Daniel. Os enteados do Carlos, apesar de bem nascidos, trabalham. E mesmo os mais pobres, todos tinham boas tramas próprias. Dalva e Urbano, Marta e Xavier, Lu, a Neuza, a Soninha, etc. Havia uma nivelação nas tramas. tinhamos festas glamourosas, tinhamos eventos chiques, assim como tinhamos idas ao médico, ao mercado. Tudo ao mesmo nivel. Acho que a marca "Leblon", que apesar de ter ficado na memória coletiva do publico que era o ambiente principal de todas as novelas do autor não o era em HdA, ajudou a esse excesso de glamour. O Leblon ganha destaque definitivo nas novelas do Maneco a partir de Por Amor. Consideras que Laços de Família é melhor ou pior que Mulheres Apaixonadas? Citar
FLP Postado 28 de agosto 2025 Postado 28 de agosto 2025 há 2 minutos, D91 disse: Consideras que Laços de Família é melhor ou pior que Mulheres Apaixonadas? Laços de Familia tem uma história central muito mais forte e uma Helena muito mais composta. As novelas são muito indenticas naquilo que referi acerca de LdF, mas a pujança de algumas tramas paralelas deu outra dinâmica a MA e os núcleos "pobres" ganharam mais espaço. A minha memória afetiva ainda me condiciona. Só vi MA quando deu ha poucos anos na GP e LdF vi a primeira vez na exibiçao original. Vou estar sempre condicionado nessa avaliação. 1 Citar
Pedro. Postado 28 de agosto 2025 Postado 28 de agosto 2025 há 2 horas, FLP disse: Laços de Familia tem uma história central muito mais forte e uma Helena muito mais composta. As novelas são muito indenticas naquilo que referi acerca de LdF, mas a pujança de algumas tramas paralelas deu outra dinâmica a MA e os núcleos "pobres" ganharam mais espaço. A minha memória afetiva ainda me condiciona. Só vi MA quando deu ha poucos anos na GP e LdF vi a primeira vez na exibiçao original. Vou estar sempre condicionado nessa avaliação. Qual é a tua opinião em relação a Páginas da Vida (agora que estamos na margem da confirmação do remake da SIC)? Desculpa, curiosidade mesmo que gosto sempre de te ler sobre a Globo. 1 Citar
FLP Postado 28 de agosto 2025 Postado 28 de agosto 2025 (editado) há 24 minutos, Pedro M. disse: Qual é a tua opinião em relação a Páginas da Vida (agora que estamos na margem da confirmação do remake da SIC)? Desculpa, curiosidade mesmo que goste sempre de te ler sobre a Globo. Nada a desculpar, ora essa. Obrigado. Olha, não vi de fio a pavio, como as outras de que falei anteriormente. Vi todos os "grandes momentos" quer em videos aleatórios, quer nas vezes que a novela foi ao ar, em que vi partes. Mas considero que a novela tem os mesmas caracteristicas das novelas anteriores, com um elemento a mais que me desagrada. Se temos uma novela realista, não podemos ter ao mesmo tempo uma novela espirita/realismo fantastico. Bom, poder, podemos. Mas a mim cria-me logo uma certa má vontade. E para além disso, o que salvava as novelas de Manoel Carlos era a dinâmica da direção. Maneco é como Benidito. Não pode ter um diretor qualquer porque os textos são muito particulares. Se virmos bem, PdV tem tanta barriga como Por Amor ou LdF. A ideia que ficou é de que PdV é muito mais barriguda e lenta. Por causa de Jaime Monjardim. Ricardo Waddington tinha essa capacidade. Dar fôlego ao texto. Atar aquilo melhor. Comparando, se virmos Cabocla ou uma novela de Benedito com Monjardim, parece que estamos a ver novelas de autores diferentes. Cabocla não tem uma narrativa nada dinâmica, mas está tão bem preparada que é uma pérola que o diretor entrega ao público. No entanto, a novela tem uma ótima premissa. Foi bem desenvolvida na primeira fase e tinha ali 3 ou 4 personagens que seguraram aquilo - Natália do Valle, Daniela Winnits, Marjorie e Massafera tiveram sorte no meio daquilo, e olha que algumas delas estavam longe de ser as melhores atrizes daquele elenco gigante. E tinha as grandes Regina Duarte e Lilia Cabral que nunca falham. Do elenco masculino, referencia a Mayer e Caruso, talvez os unicos dois personagens masculinos que prestavam. De resto, foi um desfile de potencial desperdiçado. Mas é isso, tinham um grande elenco, uma base otima, mas a meu ver o resultado final é bastante timido. Tivemos grandes momentos, grandes atuações, grandes cenas, vê-se bem, é um produto de entretenimento competente, mas a novela no global, no meu ponto de vista, fica a léguas de outras novelas do autor. Editado 28 de agosto 2025 por FLP 1 1 Citar
D91 Postado 28 de agosto 2025 Postado 28 de agosto 2025 Acho que a pior foi "Viver a Vida". A Helena da Taís Araújo perdeu imenso protagonismo e foi mal aproveitada. E o núcleo familiar dela foi um flop. Dessa novela acho que só se aproveitou as cenas na Jordânia e o acidente da personagem da Aline Moraes. Citar
FLP Postado 28 de agosto 2025 Postado 28 de agosto 2025 há 2 minutos, D91 disse: Acho que a pior foi "Viver a Vida". A Helena da Taís Araújo perdeu imenso protagonismo e foi mal aproveitada. E o núcleo familiar dela foi um flop. Dessa novela acho que só se aproveitou as cenas na Jordânia e o acidente da personagem da Aline Moraes. Por acaso não acho pior que PdV. Devem estar no mesmo patamar. Faltou em VaV uma vilã à séria. Natália do Valle e Adriana Biroli acabam por ter ali uma função de "mete nojo" que lhes valeu ótimos momentos. Mas o nucleo da Dora e da miuda era bom, o da Aline, Lilia e Matheus Solano ótimo. E mesmo a Helena não acho que fosse um mau personagem. Foi uma protagonista fraca, mas foi tão fraca como a Helena de Cristiane Torloni. Se a personagem se chamasse Luciana e a Luciana se chamasse Helena, tinha sido um personagem interessante naquele universo. O núcleo cómico também não comprometia, era "suave". 1 Citar
D91 Postado 28 de agosto 2025 Postado 28 de agosto 2025 agora mesmo, FLP disse: Por acaso não acho pior que PdV. Devem estar no mesmo patamar. Faltou em VaV uma vilã à séria. Natália do Valle e Adriana Biroli acabam por ter ali uma função de "mete nojo" que lhes valeu ótimos momentos. Mas o nucleo da Dora e da miuda era bom, o da Aline, Lilia e Matheus Solano ótimo. E mesmo a Helena não acho que fosse um mau personagem. Foi uma protagonista fraca, mas foi tão fraca como a Helena de Cristiane Torloni. Se a personagem se chamasse Luciana e a Luciana se chamasse Helena, tinha sido um personagem interessante naquele universo. O núcleo cómico também não comprometia, era "suave". Sim, Esqueci-me da miúda a Rafaela (Klara Castanho), uma criança com um lado de vilã. Era uma personagem interessante. A irmã da Luciana interpretada pela Adriana Biroli também era uma boa personagem. Citar
Pedro. Postado 28 de agosto 2025 Postado 28 de agosto 2025 há 14 minutos, FLP disse: Por acaso não acho pior que PdV. Devem estar no mesmo patamar. Faltou em VaV uma vilã à séria. Natália do Valle e Adriana Biroli acabam por ter ali uma função de "mete nojo" que lhes valeu ótimos momentos. Mas o nucleo da Dora e da miuda era bom, o da Aline, Lilia e Matheus Solano ótimo. E mesmo a Helena não acho que fosse um mau personagem. Foi uma protagonista fraca, mas foi tão fraca como a Helena de Cristiane Torloni. Se a personagem se chamasse Luciana e a Luciana se chamasse Helena, tinha sido um personagem interessante naquele universo. O núcleo cómico também não comprometia, era "suave". Por acaso aí já não concordo muito. Acho sim que Páginas da Vida é bem superior a Viver a Vida. Eu nunca vi nenhuma a 100%, Páginas da Vida fui vendo na última reposição da Globo Portugal e Viver a Vida na última da SIC. Mas acho que Páginas está uns bons furos acima. Quanto mais não seja porque Páginas tem um arranque fortíssimo que marca bastante, só isso é maior que Viver a Vida inteira. Valeu-lhe a Luciana e a interpretação brutal de Aline Morais. 1 Citar
FLP Postado 28 de agosto 2025 Postado 28 de agosto 2025 há 3 minutos, Pedro M. disse: Por acaso aí já não concordo muito. Acho sim que Páginas da Vida é bem superior a Viver a Vida. Eu nunca vi nenhuma a 100%, Páginas da Vida fui vendo na última reposição da Globo Portugal e Viver a Vida na última da SIC. Mas acho que Páginas está uns bons furos acima. Quanto mais não seja porque Páginas tem um arranque fortíssimo que marca bastante, só isso é maior que Viver a Vida inteira. Valeu-lhe a Luciana e a interpretação brutal de Aline Morais. Não vou rebater. Não acho mesmo VaV uma "boa novela". E talvez, nas fragilidades que ambas as novelas apresentam, PdV no global seja mais potente. VaV é o expoente da alienação do autor acerca da realidade, mas acho-a uma novela "solar", que mesmo imbuida numa trama dramática, transmitia uma vibe boa. E também acho que, ao contrário de PdV, que do leque de personagens enorme surgiam grandes expetativas pelas potencialidades dos atores e da propria história, acabaram por ficar perdidos no meio da unica trama que se desenvolvia, que era a questao da tutela dos miudos, enrolados na patética reapariçao de Fernanda Vasconcelos como fantasma. Em VaV não. Os personagens coadjuvantes não prometiam nada na ideia inical. Eram coadjuvantes e foi isso que aconteceu. Podiam ter sido mais desenvolvidos, mas nao estavam, inicialmente posicionados para isso e, do nada, ficaram à toa. Nao sei se me faço entender. Nota para um esquecimento imperdoável. A "Heleninha " do seculo 21, não me lembro o nome da personagem da Barbara Paz. E também não acho que Sandra tenha tido tido um mau desenvolvimento. Cumpriu o papel da irmã problemática e a atriz era bem competente, assim como o Marcelo Melo Jr. 2 Citar
Ficcão Total Postado 19 de novembro 2025 Postado 19 de novembro 2025 Na Globo PT já deu a cena do espelho da casa de banho em que a Íris escreveu "Judas" com letras vermelhas, quase parece que a produção do SS inspirou-se nisso haha E apareceu-me isto no YT...que novelão tão bem escrito. 1 Citar
joao_cavalcanti Postado 25 de novembro 2025 Postado 25 de novembro 2025 On 8/1/2023 at 11:45 PM, Luís Dias said: Acho genial a forma como a primeira fase mistura o retrato histórico de uma sociedade à beira do colapso (fim da democracia e início da ditadura) com o plot da típica mãe guerreira que se vê forçada a deixar a terra que a viu nascer a ela e aos filhos e parte com eles para longe em busca do recomeço, na expectativa de proporcionar aos seus descendentes a vida e as oportunidades que ela nunca teve. As três protagonistas da primeira fase são indiscutivelmente Maria do Carmo - Josefa - Nazaré. Escusado não será dizer que as três atrizes que lhes deram vida estiveram irrepreensíveis nos seus papéis! Marília Gabriela é uma jornalista de mão cheia com inúmeras provas dadas na arte da comunicação, mas o talento dela enquanto atriz surpreenderia muita gente desconhecedora desta sua outra faceta! Uma coisa que nunca consegui compreender é aquela teoria de que esta novela só é boa por causa da vilã. É que para além de ter uma protagonista de personalidade forte e com um apelo popular que é transversal a várias gerações, ainda haviam os filhos dela que eram excelentes personagens e todas as histórias que se interligavam entre estes. E se, depois de toda esta emoção da novela, quiserem experimentar um pouco de adrenalina na vida real, eu recomendo aproveitar o mostbet welcome bonus para começar com estilo e aumentar as suas chances de ganhar! Concordo totalmente contigo! Acho que muitas vezes as pessoas simplificam a qualidade de uma novela dizendo que só é boa por causa da vilã, mas a verdade é que a força da história está mesmo nas protagonistas e nas suas relações familiares. Maria do Carmo, Josefa e Nazaré são realmente memoráveis, e a forma como as atrizes deram vida a elas torna tudo ainda mais envolvente. Sem falar nos filhos e nos personagens secundários, que acrescentam tanta profundidade à narrativa. Para mim, é a combinação de todos estes elementos que faz desta novela algo tão especial e cativante Citar
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