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há 2 minutos, AZ-TV disse:

Eu não achei o episódio nada secante, passou a correr :cryhappy:

Pois não, houve ali uns erros de estrutura, mas que exagero que para aqui vai.

  • Gosto 9
  • Obrigado 1
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há 1 minuto, Pedro M. disse:

Pois não, houve ali uns erros de estrutura, mas que exagero que para aqui vai.

Eu estava era a espera que acontecessem mais coisas, mas para mim o episódio não foi nada chato

  • Gosto 3
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Não acho que tenha sido um mau resultado, foi um valor normal para os dias que correm. O Daniel e companhia passam diariamente um atestado de incompetência aos seus espectadores

Editado por Poa11
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há 19 minutos, Poa11 disse:

Não acho que tenha sido um mau resultado, foi um valor normal para os dias que correm. O Daniel e companhia passam diariamente um atestado de incompetência aos seus espectadores

O resultado foi péssimo. Nada normal:book:

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há 2 horas, carioquins disse:

É secante e confusa porque é mal escrita. Eu não vou continuar a ver, tinha grandes expectativas de que era desta que ia voltar a seguir uma novela, mas pelos vistos a ficção nacional continua fiel ao que tem sido nestes últimos tempos.

A novela tem muitos problemas de fundo: a equipa de escrita não soube definir se isto é sobre o jogo de quem fica à frente da empresa dos vilões, ou se é sobre a protagonista ir à procura da mãe, ou se é sobre outra coisa qualquer. Por isso, ficou tudo muito mal explorado. Tivemos zero ligação ao objectivo da protagonista sobre encontrar a mãe, porque simplesmente não sabemos nada acerca delas, nem sequer as vimos juntas, a criar algum tipo de ligação. Isto devia ter começado a mostrar a vida das duas, como são importantes uma para a outra, deixar tudo isso bem claro, bem como a dinâmica familiar pré desaparecimento da mãe. Depois, aconteceria o detonante, que seria o desaparecimento da mãe, e depois sim, a gaja lá iria parar à prisão, veríamos o sofrimento dela lá dentro (pk como foi mostrado, parece que foi só passar uma férias à cadeia), depois explorar-se-ia mais a família dos vilões, com essa questão da sucessão na empresa, o núcleo da farmácia, etc., a parte final seria então a entrada da rapariga na casa dos vilões e eu acabaria aí o primeiro episódio. não é difícil, isto é que foi muito mal estruturado de início. Gostava sinceramente de perceber o que é que se passou com a Inês Gomes, se isto que aconteceu foi alguma exigência por parte dos directores da SIC, que não percebem patavina do que é uma novela bem escrita, ou se a autora bateu com a cabeça nalgum lado.

 

Acabavas aí a primeira semana, isso sim, que tens aí material para desenvolver e era assim mesmo que devia ser. Ainda me lembro da primeira semana de "Ouro Verde". O final do quinto capítulo na grande maioria das novelas corresponderia ao final do primeiro.

  • Gosto 4
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Ai, gente, vocês gostam tanto de criticar. Desde quando o primeiro episódio mostra a qualidade de uma novela? Vamos ver.

Eu gostei do episódio. Não era grande coisa mas vê-se bem. O elenco é simplesmente extraordinário e as imagens são fantásticos. Agora tudo depende da Inês Gomes.

  • Gosto 4
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há 2 minutos, Marta93 disse:

Ai, gente, vocês gostam tanto de criticar. Desde quando o primeiro episódio mostra a qualidade de uma novela? Vamos ver.

Eu gostei do episódio. Não era grande coisa mas vê-se bem. O elenco é simplesmente extraordinário e as imagens são fantásticos. Agora tudo depende da Inês Gomes.

O primeiro episódio mostra a qualidade do primeiro episódio, foi isso que comentei.

Se gostaste, problema teu, eu dei a minha opinião sobre o que achei e se uma coisa não me dá interesse, não a vou continuar a ver.

  • Obrigado 1
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O 1º episódio esteve longe de ser brilhante mas foi bem superior ao de Por Ti, por exemplo. 

Nota positiva para o genérico, realização, performance do elenco e os cenários realistas qb. 

Menos positivo foi o desenrolar do episódio, muito lento e com algumas cenas que podiam ter sido cortadas para agilizar mais o 1º episódio.

Ainda assim e comparando com a concorrência (FEF) espero que mantenha os números e que não seja novela para durar mais de 10 meses.

  • Gosto 2
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há 2 horas, carioquins disse:

A novela tem muitos problemas de fundo: a equipa de escrita não soube definir se isto é sobre o jogo de quem fica à frente da empresa dos vilões, ou se é sobre a protagonista ir à procura da mãe, ou se é sobre outra coisa qualquer. Por isso, ficou tudo muito mal explorado.

Tens o direito à tua opinião, mas esse teu argumento não corresponde à verdade. Eu acho que ficou bem claro, uma novela não é constituída apenas por um enrede, se assim o fosse o que seria do formato telenovela... uma seca total, não? A equipa de escrita deixou bem claro esses dois pontos, por um lado temos uma família ambiciosa movida por ganância e fortuna, e por outro lado temos uma família pobre que "perdeu" a mãe sabe-se lá como, só aqui já tens um contraste típico de novela. A protagonista é a Bárbara, o cartaz é o desaparecimento da mãe, mas os Torres interligam-se com esse plot. Até porque, não sabemos quais são as motivações da mãe da Catarina, será que ela é assim tão inocente? Não temos dados suficientes para fazermos esse pré-julgamento. A equipa de escrita não pode explorar tudo e mais alguma coisa no primeiro episódio, as coisas são feitas a seu tempo. 

Eu até acho que nesse ponto as coisas estão bem ligadinhas: a família Torres e a família Valente. 

Editado por Afonso
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Achei a estreia relativamente agradável. Não foi de facto extraordinária, como foram as estreias de outras novelas da autora, como Terra Brava ou Mar Salgado, mas também não foi catastrófica.

Genérico muito bom. A SIC que continue a fazer os genéricos, pois têm saído superiores aos elaborados pela SP, o que não deixa de ser um pouco estranho para uma produtora tão experiente.

Acho que poderiam ter feito uma primeira parte mais longa, mostrando a relação da Leonor com a família. Quanto ao desaparecimento da Leonor, compreendo que não revelem mais. Afinal, têm de ter história para o resto da novela. :mosking: Eu até nem estava à espera que mostrassem quem apontou a arma à Leonor. Depois, passando ao presente, a saída da Catarina da prisão poderia ter sido mais impactante. Gostei das cenas da festa, exceto a parte da mota, que foi exagerada.

A Bárbara Branco esteve muito bem ao longo do episódio. Gostei da relação entre os irmãos e das prestações dos jovens atores. Prenderam ainda assim mais a minha atenção as cenas com os Torres, uma família que parece prometer cenas interessantes. Joana Santos já a mostrar ao que vem. As personagens da Marina Mota e da Luísa Cruz parecem interessantes e parecem não entrar no chamado "humor brejeiro". 

Em suma, acho que há ingredientes para uma boa novela. Resta agora esperar para ver como se vão desenvolver...

  • Gosto 6
  • Adoro 1
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há 3 horas, carioquins disse:

Ou não fosse esta novela o Succession das Vindimas :mico:

p17051206_b_h8_ab.jpg?w=960&h=540

É secante e confusa porque é mal escrita. Eu não vou continuar a ver, tinha grandes expectativas de que era desta que ia voltar a seguir uma novela, mas pelos vistos a ficção nacional continua fiel ao que tem sido nestes últimos tempos.

A novela tem muitos problemas de fundo: a equipa de escrita não soube definir se isto é sobre o jogo de quem fica à frente da empresa dos vilões, ou se é sobre a protagonista ir à procura da mãe, ou se é sobre outra coisa qualquer. Por isso, ficou tudo muito mal explorado. Tivemos zero ligação ao objectivo da protagonista sobre encontrar a mãe, porque simplesmente não sabemos nada acerca delas, nem sequer as vimos juntas, a criar algum tipo de ligação. Isto devia ter começado a mostrar a vida das duas, como são importantes uma para a outra, deixar tudo isso bem claro, bem como a dinâmica familiar pré desaparecimento da mãe. Depois, aconteceria o detonante, que seria o desaparecimento da mãe, e depois sim, a gaja lá iria parar à prisão, veríamos o sofrimento dela lá dentro (pk como foi mostrado, parece que foi só passar uma férias à cadeia), depois explorar-se-ia mais a família dos vilões, com essa questão da sucessão na empresa, o núcleo da farmácia, etc., a parte final seria então a entrada da rapariga na casa dos vilões e eu acabaria aí o primeiro episódio. não é difícil, isto é que foi muito mal estruturado de início. Gostava sinceramente de perceber o que é que se passou com a Inês Gomes, se isto que aconteceu foi alguma exigência por parte dos directores da SIC, que não percebem patavina do que é uma novela bem escrita, ou se a autora bateu com a cabeça nalgum lado.

 

Concordo com a tua observação, porque também escrevo e temos sempre aquele olhar de "aqui eu faria de outra maneira". 

No entanto, temos que compreender que muitos dos autores portugueses fazem o que é pedido, o que corresponde à fórmula do canal e não podem fugir muito disso. Além disso, muitos deles surgiram no início dos anos 2000, foram aprendendo a escrever novelas ao longo de vários projetos e muitos deles formaram-se em outra área que não está ligada à escrita audiovisual. Não tiveram acesso às regras que um guião exige e ficam-se pela intuição. 

É algo recente, os autores procurarem especializações específicas para exercer determinada profissão. 

Editado por Vitória
  • Gosto 4
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há 3 minutos, carioquins disse:

Para mim arrogância é vires para aqui dizer que só gostamos de criticar, unicamente pk não temos uma opinião igual à tua. A mim ninguém me viu aqui a apontar deliberadamente o dedo a ninguém que tenha feito comentários a dizer bem da novela.

Eu não estou a criticar ninguém, eu só referi um aspeto da novela. Eu até concordei com outras coisas que tu referiste, mas aquela parte que eu mencionei simplesmente não correspondia ao que foi apresentado na estreia, pronto, é só isso, chill. E o meu comentário não tinha o intuito de apontar deliberadamente o dedo, peço desculpa se te ofendi ou algo do género, é só mesmo uma visão e vale o que vale. Assim como a tua, vale o que vale, eu apenas acho que não corresponde à verdade, mas eu não sou o dono da razão, só comentei tal como fizeste. 

  • Gosto 1
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Achei o Francisco Froes muito canastrão. Não acho que seja um bom par para a Bárbara Branco, que é uma ótima atriz.

Editado por Vieira
  • Gosto 4
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há 1 hora, Afonso disse:

Tens o direito à tua opinião, mas esse teu argumento não corresponde à verdade. Eu acho que ficou bem claro, uma novela não é constituída apenas por um enrede, se assim o fosse o que seria do formato telenovela... uma seca total, não? A equipa de escrita deixou bem claro esses dois pontos, por um lado temos uma família ambiciosa movida por ganância e fortuna, e por outro lado temos uma família pobre que "perdeu" a mãe sabe-se lá como, só aqui já tens um contraste típico de novela. A protagonista é a Bárbara, o cartaz é o desaparecimento da mãe, mas os Torres interligam-se com esse plot. Até porque, não sabemos quais são as motivações da mãe da Catarina, será que ela é assim tão inocente? Não temos dados suficientes para fazermos esse pré-julgamento. A equipa de escrita não pode explorar tudo e mais alguma coisa no primeiro episódio, as coisas são feitas a seu tempo. 

Eu até acho que nesse ponto as coisas estão bem ligadinhas: a família Torres e a família Valente. 

Mas isso é, por si, um ponto fraco. Uma novela terá sempre inúmeros plots, mas há sempre um principal, que se vai ramificar em vários. Ora o plot principal aqui é o desaparecimento da mãe da Catarina. E é aí que entra o plot da família (que vai obviamente ser tão importante como o outro). Mas se decidem meter o ponto da novela no desaparecimento da mãe da miúda e depois não lhe dão peso narrativo no PRIMEIRO EPISÓDIO, então... É um problema! Ou uma incompleta incompetência de escrita! Por muito que eu desculpe vários erros, não podem ser desculpados no episódio de estreia, que supostamente é o mais trabalhado

  • Gosto 5
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há 36 minutos, Vieira disse:

Achei o Francisco Froes muito canastrão. Não acho que seja um bom par para a Bárbara Branco, que é uma ótima atriz.

Acho que é a própria personagem em si que é chata que dói. O típico bonzinho, não parte um prato, rico, que não quer saber de mais nada se não do seu passatempo... Longe de um Rodrigo de terra brava (comparando protagonistas masculinos). Pelo menos a mim não foi o desempenho enquanto ator que me fez confusão, foi mesmo a personagem que não é cativante. 

há 25 minutos, Duarte disse:

Mas isso é, por si, um ponto fraco. Uma novela terá sempre inúmeros plots, mas há sempre um principal, que se vai ramificar em vários. Ora o plot principal aqui é o desaparecimento da mãe da Catarina. E é aí que entra o plot da família (que vai obviamente ser tão importante como o outro). Mas se decidem meter o ponto da novela no desaparecimento da mãe da miúda e depois não lhe dão peso narrativo no PRIMEIRO EPISÓDIO, então... É um problema! Ou uma incompleta incompetência de escrita! Por muito que eu desculpe vários erros, não podem ser desculpados no episódio de estreia, que supostamente é o mais trabalhado

Sim, eu concordo também. Um dos plots principais seria o desaparecimento da mãe e sinceramente isso a mim passou completamente ao lado, o episódio não me fez querer saber o que lhe aconteceu. Para mim a família Torres foi o que levou o episódio às costas e sinceramente acho que a novela sobrevivia só com os "esquemas" deles, não senti curiosidade nem ligação com os valente. 

  • Gosto 9
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há 1 hora, Duarte disse:

Mas isso é, por si, um ponto fraco. Uma novela terá sempre inúmeros plots, mas há sempre um principal, que se vai ramificar em vários. Ora o plot principal aqui é o desaparecimento da mãe da Catarina. E é aí que entra o plot da família (que vai obviamente ser tão importante como o outro). Mas se decidem meter o ponto da novela no desaparecimento da mãe da miúda e depois não lhe dão peso narrativo no PRIMEIRO EPISÓDIO, então... É um problema! Ou uma incompleta incompetência de escrita! Por muito que eu desculpe vários erros, não podem ser desculpados no episódio de estreia, que supostamente é o mais trabalhado

Tens toda a razão, eu concordo contigo. Mas o problema aqui é que disseram que a autora não tinha definido no primeiro ep o plot central desta novela, que neste caso seria a questão do desaparecimento. E tal como eu disse, acho que ficou bem claro que o cartaz da novela é o desaparecimento da mãe da Catarina, pese embora a rapidez e a falta de detalhe que foi dado sobre esta questão na estreia. Agora, continuo a achar que eles não podiam ter explorado grandes coisas acerca do desaparecimento, mas que ficou a faltar um enquadramento ficou, as coisas aconteceram muito rapidamente. Eu acho que essa é a questão que aparentemente não estava muito clara. 

Editado por Afonso
  • Gosto 5
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há 1 hora, Vieira disse:

Achei o Francisco Froes muito canastrão. Não acho que seja um bom par para a Bárbara Branco, que é uma ótima atriz.

Gostei do Francisco Froes!!!!

Acho que se sua personagem vai destacar mais frente, não achei grande química dele com os pais, já com avo e a tia teve.

Gostei da Luisa Cruz e da Marina Mota 

  • Gosto 2
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Vi o primeiro episódio em Vosdal e gostei... Não achei assim nada de extraordinário mas prendeu me o suficiente para ficar a ver até ao fim e ter vontade de ver o próximo. 

Sem dúvida que a Bárbara Branco dá logo outro ar ao texto, brilhante! Gostei bastante da família Torres, trás muito mistério e textura à novela. Maria João Bastos a brilhar nas poucas cenas que apareceu, que atriz! Desiludido com a personagem da Marina Mota, mudou de canal para fazer mais do mesmo. Já tenho ranço da personagem do Albano Jerónimo e ainda agora isto começou... A irmã mais velha da personagem da Bárbara Branco tem muito carisma e consegui ver ali umas feições parecidas com o Maneira, gostei desta família. Vítor Silva Costa está super insuflado, nunca notei que tinha este corpo, adoro. Lol Acho que foi a primeira vez que vi a Débora Monteiro quase sem maquilhagem e numa personagem super low profile, quero ver mais. A Alexandra Lencastre está muito estranha, peço desculpa à diva, mas já parava de mexer na cara, está mesmo muito estranha... Por outro lado Cristina Homem de Mello super bem, só o ar dela já dá ar de vilã e a Joana Santos super bitch, adoro. Francisco Froes meh, muito sem sal, mas parece me que é isto que a personagem pede por isso ainda não vou criticar... 

Adorei o genérico e música escolhida... E não concordo muito com as críticas à banda sonora, pareceram me adequadas e até engrandecem as cenas (as do festival da canção que vão aparecendo por ex). 

Quero ver hoje o segundo episódio. 

  • Gosto 6
  • Obrigado 2

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