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37: TV Saúde/Medicina


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Há uns dias, o gigante europeu Mediapro (que em tempos deteve o Porto Canal através de uma subsidiária, a Medialuso) anunciou a criação de um canal português sobre a saúde para a NOS e eventualmente para os outros operadores, o S+. De repente, veio-me algo à cabeça: "então e os extintos canais da TV Cabo sobre saúde e medicina"?

Estes canais, fruto de intenso orgulho nacional (ora se não fossem operados pela Fundação Bissaya Barreto e que emitia a partir de estúdios em Coimbra, só para afirmar que Portugal não é so Lisboa e Porto) existiram durante 2000 e 2004, porém sobreviveram poucos registos audiovisuais. Copio então os maravilhosos textos promocionais de ambos os canais do site da TV Cabo de 2001. Menos ais!

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O novo canal que lhe trata da saúde, entre as 10:00 e as 18:00. Feito em Portugal e para os portugueses. Já pensou quantas vezes por dia põe em risco o seu bem estar físico e emocional? A TV Saúde lembra-lhe alguns desses erros e mostra-lhe como evitá-los. Tudo para que fique na melhor das formas, qualquer que seja a sua idade.

Aprenda a fazer uma alimentação equilibrada e a tratar de pequenos problemas, sem chamar o médico. Descubra os poderes do termalismo. Acompanhe a história da Medicina. Fique por dentro da política de saúde.

Uma programação que lhe conta tudo sobre saúde de forma descontraída e acessível.

Alguns dos programas:

Jornal de Saúde: Síntese informativa sobre os temas mais relevantes relacionados com a saúde.
À Mesa com Saúde: Espaço sobre os alimentos, hábitos alimentares e nutrição.
Tribuna do Jurista: Análise das revistas e livros publicados sobre saúde

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Canal codificado, dirigido em exclusivo a médicos. Uma ajuda preciosa na formação profissional, com programas dinâmicos e atractivos. A credibilidade e o rigor são assegurados pelo Conselho Ético e Científico, presidido pelo Prof. Doutor Machado Macedo.

A TV Medicina emite diariamente, das 18:00 às 2:00, em português. Duas horas de programação original. Seis de repetições de programas de dias anteriores. A emissão divide-se em quatro blocos distintos: Formação Contínua, Informação Técnico-Científica, Informação Geral e Grandes Acontecimentos e Protagonistas.

A TV Medicina é um canal gratuito. A TV Cabo garante a distribuição de TV Boxes pelos 17 mil médicos clientes do serviço cabo.

Alguns dos programas:

Tempo da Indústria: Espaço destinado à Industria Farmacêutica, novos processos, avanços científicos, investigação e desenvolvimento de novas soluções.
Raio X: Rubrica quinzenal de debate sobre temas actuais e importantes para a classe médica
Formação Médica Internacional: Documentários produzidos pela Eurotransmed, Unapix e Medivision, são comentados neste espaço por especialistas portugueses.

Vivemos pois, numa era em que a televisão e, agora, mais do que nunca, os computadores, os telemóveis e os tablets, andam a criar uma vida sedentária sem paralelos. É importante que haja pelo menos um programa sobre saúde (como o Dr. Saúde, emitido a partir de um estúdio cujas paredes emitem uma luz azul berrante que até dói) mas um canal sobre saúde? Um canal inteiro? Devem estar a gozar com a nossa cara?

Já dizia o velho ditado: mais vale prevenir do que remediar. Como os nomes dos canais são tão vagos que até fica difícil encontrar informação sobre os canais portugueses, eis a minha resenha "completa" da sua saga, a sua vida que durou quatro anos e que foi sacrificada fruto das baixas audiências.

Os dois canais, apesar das aparentes ligações à Bissaya Barreto, eram detidos legalmente pela TV Medicina Gest. Os dois canais tinham identidades e conceitos separados um do outro. A TV Saúde (mais tarde Canal Saúde) emitia de dia para qualquer assinante da TV Cabo e emitia programas sobre saúde para a audiência em geral. A TV Medicina (cujo nome permaneceu inalterado) era orientado a uma minoria: a dos médicos, que teriam acesso exclusivo ao canal.

Público:

Com um assumido carácter pedagógico, a TV Saúde prepara-se para se apresentar aos 2, 5 milhões de portugueses que dispõem da TV Cabo. O arranque das emissões regulares está previsto para a semana de 10 a 15 de Junho, em simultâneo com a TV Medicina, mas a principal surpresa fica guardada para Outubro, altura em que se transformará no primeiro canal de televisão interactivo.

A TV Saúde, um canal temático da TV Cabo cujas emissões regulares arrancam entre 10 e 15 de Junho, transformar-se-á, em Outubro, no primeiro canal português interactivo. Através de um equipamento específico, o telespectador poderá colocar questões suscitadas pelos programas, às quais obterá resposta a partir do estúdio, durante a emissão, ou através de um portal a criar pela empresa na internet. Por definir, estão ainda as condições em que será fornecido, aos assinantes da TV Cabo, o equipamento específico que abrirá as portas à interactividade. Esta será possível apenas em certos programas, devidamente assinalados no écrã, nos quais os telespectadores poderão intervir por escrito ou de viva voz, informaram os administradores da TV Saúde, que anteontem à noite apresentaram o projecto, em Coimbra. A interactividade permitirá acentuar o carácter pedagógico do canal temático, assumido pelos promotores. A TV Saúde não arrancará sozinha. Recorrendo à fórmula do "dois em um", o mesmo canal vai integrar dois projectos distintos: o da TV Medicina, a emitir a partir de Lisboa entre as 18h00 e as 20h00 e cuja programação, técnica e científica, será exclusivamente dirigida para a formação contínua de médicos; e o da TV Saúde que vai emitir em canal aberto, a partir de Coimbra. Neste caso, a emissão far-se-á durante oito horas diárias, com quatro horas de programação nova e outro tanto de repetição de emissões anteriores, das 10h00 às 18h00. Ao contrário da TV Medicina, que exigirá um descodificador fornecido exclusivamente a médicos, a TV Saúde pretende cativar os 2, 5 milhões de espectadores que em 750 mil lares têm acesso à TV Cabo. Este objectivo, dizem os administradores, será alcançado através da aposta numa programação que, na área da saúde, será generalista e dirigida a todas as idades e extractos sociais. O facto de ter por base um conceito lato de saúde - vista não apenas na perspectiva da prevenção da doença mas também na da promoção do bem-estar físico e psicológico - facilita este objectivo. Que será prosseguido através da emissão de filmes, debates, entrevistas, reportagens e noticiários nos quais serão abordados os mais diversos temas. Algumas rubricas estão já definidas. Em "À mesa com saúde" falar-se-á da alimentação e nutrição; "Sinais, sintomas e doenças" ajudará a descobrir a forma de detectar ou prevenir doenças mais comuns; o "Observatório" abrirá as portas do estúdio a doentes e especialistas que abordarão temas diversos nas vertentes psicológicas, sociais e técnicas; "Viver até aos 100!" será dirigido aos problemas de saúde e condições de bem-estar dos idosos; "E se eu vos contasse..." pretende levar o espectador a recuar ao passado, para descobrir como eram tratados os doentes "há 500, mil ou dois mil anos". A promessa de discussão de temas polémicos e actuais surge na "Tribuna do Jornalista" e na "Tribuna do Jurista", programas quinzenais. À sexta-feira, o "Jornal da Saúde" promete manter as pessoas informadas sobre o que de mais importante aconteceu naquele domínio, dentro e fora do país. Aos fins de semana, será oferecida ao telespectador uma síntese do que de mais importante foi difundido durante a semana. Nos estúdios, que se situam nos arredores de Coimbra, ultimam-se os pormenores que permitirão avançar, nos dias 22 e 23, com as sessões experimentais. Mas o arranque definitivo só se verificará entre 10 e 15 de Junho, em simultâneo com a TV Medicina.

Do mesmo jornal, mas de 2001:

O presidente do conselho de administração da TV Medicina Gest, proprietária do canal por cabo TV Medicina e Saúde, retirou temporariamente o seu pedido de demissão.

João Martins confirmou ao PÚBLICO que apresentara a sua demissão ao presidente do conselho fiscal na passada semana "por divergências com um dos administradores", mas depois de uma reunião com os outros elementos da administração em que estes insistiram para que ficasse, o presidente resolveu retirar o pedido. Além disso, as divergências com o administrador - que João Martins não quis especificar quais nem com quem - estarão, pelo menos para já, sanadas. A decisão final deverá ser tomada apenas depois das férias, altura em que avaliará se tem condições para continuar no cargo. O presidente fez ainda questão de afirmar que apesar destes "pequenos problemas" a manutenção do canal não está posta em causa. Aliás, até ao final do mês, 51 por cento do capital do Medicina e Saúde deverá ser comprado pela PT Multimedia.

Sim, leram bem. O canal de medicina e saúde (medisáine and élte) dois em um (tu aine one) esteve quase a ser comprado pela própria dona da TV Cabo. Porém, ainda em 2001, o canal viria a ser comprado pela TVI. Ou seja, a TVI iria ser a dona de um canal tão "especializado", porém isto não chegou a ser concretizado. Porém, algo parecido aconteceu na Polónia, onde a TVN abriu um canal do género, a TVN Med

Em 2002 o canal esteve quase à beira da morte:

As nove jornalistas e quatro assistentes de produção da TV Saúde, canal temático de televisão por cabo, contam conhecer hoje a decisão final do conselho da administração relativamente ao encerramento definitivo da empresa, que poderá passar pela dissolução ou declaração de falência. As trabalhadoras esperam que a administração não enverede por este último caminho, que poderia pôr em causa o pagamento de indemnizações.

A esperança das treze mulheres - às quais, em Maio passado, foi comunicado que deveriam deixar de se apresentar ao serviço a partir do final desse mês - é que aconteça aquilo que alegam ter-lhes sido prometido anteontem pelo presidente do conselho de administração da TV Saúde, Luís Reis: a dissolução da empresa e o pagamento da indemnização mínima prevista na lei. Mais concretamente, três meses de salário, acrescidos dos subsídios de férias e Natal, bem como do vencimento do mês de Junho.

É que, apesar de terem sido dispensadas oralmente em Maio, as trabalhadoras ainda não receberam as cartas de despedimento. Segundo a jornalista Isabel Simões, este facto criou uma «situação bastante complicada» às trabalhadoras que ficaram sem possibilidade de se candidatar ao subsídio de desemprego e até limitadas na procura de novas colocações, dado que a celebração de um contrato de trabalho com uma segunda empresa poderia ser interpretada como uma rescisão voluntária do vínculo à TV Saúde.

«Temos esperança de que cumpram, pela primeira vez, o prometido e enviem as minutas dos acordos de rescisão», afirma Isabel Simões, queixando-se do facto de só anteontem - e por as trabalhadoras se terem deslocado ao local onde decorria a assembleia-geral da empresa, às instalações de Coimbra da TV Saúde - terem conseguido dialogar com a administração. «Foi a primeira vez que conseguimos falar pessoalmente. Tentámos mês e meio, talvez tenhamos sido crédulas», comentou a jornalista.

Ainda de acordo com Isabel Simões, que apresentou diversos programas do canal, se as propostas de indemnização não chegarem hoje, as trabalhadoras reúnem segunda-feira para concertar uma reacção no plano jurídico.

Contactado pelo PÚBLICO, Luís Reis afirmou que não prestaria declarações, por o jornal se recusar a revelar-lhe junto de quem obtivera o seu número de telefone.

A empresa tem estúdios e redacção em Coimbra e iniciou as emissões há cerca de dois anos, repartindo a frequência de cabo com outra estação do grupo, a TV Medicina - esta última, sediada em Lisboa e dirigida a médicos, a emitir entre as 18 e as 2 horas em sinal codificado. A TV Saúde, vocacionada para comunicar com o público em geral, é distribuída pelo cabo em regime aberto, das 10h00 às 18 horas. As duas estações televisivas são propriedade da TV Medicina Gest que, no caso da TV Saúde, conta ainda como parceira a TV Beira, que detém 25 por cento do canal.

Além de accionista, a TV Beira - constituída pela Fundação Bissaya Barreto e outras empresas de Coimbra - é proprietária das instalações da TV Saúde, para a qual vinha assumindo a produção dos conteúdos. Hoje, a TV Beira está na posição de co-proprietária e de credora, de cerca de cem mil contos euros, da TV Saúde.

Porém, o canal ficou-se a salvo e ambos os canais foram alvo de uma renovação. Lembro-me do grafismo do Canal Saúde (presumo que usaram esta designação) cujo símbolo consistia em três quadrados: um amarelo, um azul e um vermelho, com uma linha por dentro, e no vermelho aparecia uma cruz. A palavra "saúde" aparecia por baixo, em cinzento, e num tipo de letra da altura (hei de fazer uma reconstituição do mesmo). O grafismo era minimalista, pelo que me recordo. Nunca cheguei a ver o de Medicina mas já ouvi falar sobre o dito na altura, e sabia que era codificado.

Em 2003, a Cristina Caras Lindas tinha um programa no de saúde: o "Corpo e Alma". Eis uma entrevista do CM:
Correio da Manhã - Como é que nasceu a ideia deste programa?
Cristina Caras Lindas - O “Corpo e Alma” foi uma luta muito grande, porque eu sou uma pessoa muito teimosa e depois de 15 anos de carreira e de ter passado pelo Canadá e Espanha percebi que já tinha aprendido alguma coisa de televisão. Penso que não há nada melhor para se passar uma mensagem num programa do que produzi-lo e estar na sua feitura. Este “Corpo e Alma” surge pela minha luta de produção em televisão. Depois de ter produzido durante dois anos o “Caras Lindas” na TVI, tive que rejeitar muitos projectos ao longo deste ano e meio confiante nesta minha luta que era produzir. Tive que rejeitar o programa da manhã da TVI, porque não era uma produção minha e o projecto também não me apaixonava.

- O que é o “Corpo e Alma”?
- Este programa está no Canal Saúde e como tal vai ao encontro do que é realmente a saúde. As pessoas mais felizes são as mais saudáveis e é questionável se a saúde não começa na alma. Os problemas afectivos, geralmente, destroem os seres humanos e as suas carreiras e as pessoas fogem constantemente deste tema. E este é um tema que eu encaro constantemente, porque me chegam centenas e centenas de cartas sempre a falar das mesmas coisas. No programa vamos ao encontro de tudo o que possa resolver a nossa saúde, em termos emocionais, psíquicos, afectivos, espaços de lazer, corpo e imagem. Vamos ter um ano de programas, três vezes por semana e que depois passará a diário. O cenário é uma sala de visitas, que é onde recebo os meus amigos, e vamos ter momentos de música e gastronomia. O programa vai surpreender e vai ser agradável.

- Porquê a TV Cabo?
- As generalistas não quiseram apostar na minha linha de programas. A TV Cabo olhou uma vez e aceitou. Percebeu o que eu queria fazer e por essa razão tive que avançar com quem apostou e acreditou em mim. - Preferia uma estação generalista? - Para mim é indiferente onde vou fazer um programa. Claro que antes de ter reuniões com a TV Cabo tive com as generalistas, mas depois percebi que o Canal Saúde podia ser um sítio onde encaixaria perfeitamente o projecto.

- Porquê esta ausência tão longa?
- Se eu não parasse este ano e meio, não ia ao encontro do meu objectivo: produzir. Ia iludir-me e fazer um programa ou outro que não era o que eu queria. Até hoje fiz todos em que acreditei. Este ano e meio foi também o tempo necessário para criar formatos e apresentá-los, fiz algumas viagens, estive em África onde comecei a preparar reportagens muito engraçadas sobre o país. Precisei deste ano e meio para mim e quando fosse aprovado um projecto que me enchesse a alma, eu voltaria à televisão. Foi uma decisão minha, que às vezes me deixava hesitante, mas sempre arrisquei e apostei nos meus sonhos.

- Há mais projectos em carteira?
- Há vários formatos, de programas infantis, relacionados com a área de espectáculos, concursos, para mulheres... Estão todos entregues e apresentados e vamos ver quando é que são aprovados.

- Nunca pensou em voltar a fazer rádio?
- Penso sempre em voltar a fazer rádio, acho que a minha velhice vai ser na rádio (risos). Mas curiosamente tenho um formato que se passa na rádio.

OS PRIMEIROS CONVIDADOS
A ex-ministra da Saúde, Maria de Belém, a estilista Ana Salazar e a actriz brasileira Mara Manzan são alguns dos convidados do programa “Corpo e Alma” que Cristina Caras Lindas estreia, dia 15 de Abril, no Canal Saúde, da TV Cabo. Em estúdio, e em directo, vão estar também um fotógrafo profissional, uma cantora lírica, um cirurgião plástico e Fabric, responsável pela gastronomia. “O programa vai decorrer numa sala onde recebo pessoas de vários quadrantes para nos falarem da sua forma de estar e do equilibrio que elas encontram entre o corpo e a alma. Vamos também sugerir, e ter sempre em estúdio, médicos de todas as áreas para responderem às dúvidas dos telespectadores, colocadas em directo, via telefone ou e-mail. Será um final de dia agradável”, resume a apresentadora.

Uma memória que tenho do canal era de um programa (não sei se era semanal ou mensal) que dava às 18 horas (sim, porque à mesma hora dava Os Meus Padrinhos são Mágicos no Canal Panda, lembro-me bem) que dava pelo nome de... "Magazine"! Sim, chamava-se Magazine e descobri-o depois da RTP 2: ter estreado um programa que também dava pelo nome de Magazine!

O canal saiu oficialmente do ar à meia-noite do dia 1 de Junho de 2004. Só havia uma razão: não havia audiência. O canal preveniu, não remediou.

O único excerto audiovisual que pude encontrar é da primeira fase do canal é um excerto do programa Grande Tema, da TV Medicina, emitido durante as horas da TV Saúde:
https://www.youtube.com/watch?v=dxvTcvmfLUA

Algum "ancião" lembra-se de ver o canal?

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  • 2 years later...
há 11 horas, Faunas disse:

Descobri um comunicado de imprensa que referia uma empresa que automatizou a TV Medicina/Canal Saúde. Vê-se o logo da TV Medicina e uma imagem de um televisor com aquilo que penso ser o logo do Canal Saúde, mas é tão pequeno e não dá para aumentar. Em https://www.etere.com/DocView/119/Etere_in_Portugal_for_TV_Medicina__Canal_Saude.aspx

Na verdade a imagem da televisão não tem o logo, e sim uma coisa que nada tinha a ver. A partir de 2002, esta era a logo:

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