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Cadernos


Jorge
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Decidi iniciar este tópico porque quero partilhar convosco alguns textos sobre assuntos do nosso quotidiano.

São mais que tudo, textos de opinião.

Peço desde já perdão por algum texto e por alguma tese que não esteja devidamente fundamentado e, como tal, peço a vós que ao lerem se encontrarem alguma incongruência ou lapsos me digam e que critiquem o texto.

Esta noite o primeiro.

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Bem, boa ideia... espero que tragas temas contoversos para por aqui o pessoal a debater.

Será o chamado "serviço público do TVU".

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Vai uma dança?

Sexta-feira, final da semana. Aquele dia onde olhamos para trás e vemos o que fizemos, o que não fizemos e o que deixámos por fazer, nesta semana.

Estava eu, em Filosofia, e naqueles (mais que muitos) pontos mortos da aula, a minha mente começou a divagar por pensamentos.

Hoje em dia, há de tudo. Acreditem, há mesmo.

Ainda no passado domingo, sai de casa e fui ao café com os meus pais. Ia passando por uma rua onde se encontravam vários vasos com a finalidade de tornar a mesma mais bonita e apresentável e ao lado dos vasos um monte de terra. Deduzi que tivessem deitado abaixo os vasos, objectos que não fazem mal a ninguém. O meu pai afirmou logo que havia sido a malta que se embebedava e que se drogava, simplesmente por diversão, e depois estragava tudo por onde passasse. Fiquei a pensar no assunto.

Após o café e vários momentos de conversa, saímos e o meu pai que encontrara uma amiga sua, conversam sobre os tais montes de terra.

“Se a Câmara não põe, é porque não põe. Se põe, estragam!”. Esta frase diz tudo.

Pondo em primeiro plano, a honestidade, que raio de juventude é esta, a de hoje? Bebem porque dizem que é “fixe” e “curtido”. Drogam-se por “dar muita pica”. Estragam por “eles logo compram mais!”.

Desrespeito, má educação, maus exemplos, desonestidade, mentiras... (entre outros); são estes os valores que se quer transmitir à nova geração?

Nós, a juventude, temos vindo a piorar o nosso comportamento. Terá sido devido À viragem do século (e do milénio)?

Oiço, várias vezes, os meus pais e irmã conversarem sobre como era o tempo da adolescência no tempo (passo o pleonasmo) da minha irmã e, afirmo com toda a certeza, que era tudo mais pacífico. Toda a gente se conhecia. Claro, havia arruaceiros mas eram mais “benevolentes” nas suas acções.

Que se está a passar com este mundo?

Voltei a mim. Após vaguear durante algum tempo no mundo dos meus pensamentos, a minha professora continuava a falar sobre percepção e conhecimento e tudo o que lhe é derivado.

Embora não quisesse, a minha mente voltou ao estado “pensativo”. Surgiu-me na ideia Portugal. Este pequeno país na ponta mais sudoeste da Europa. Este pequeno país que lutou para ser aquilo que era no passado e que agora não luta, espera que os outros lutem por ele.

Estanho ver tanta “adrenalina política”. Ainda mais estranho é saber que irão haver eleições (e mais não digo).

Deixei o meu país e parti para uma pequena sala onde decorria um baile. No centro da sala estava uma mulher de trinta e poucos anos a dançar. Disse: “Já me canso de tanto dançar.”. Olhei-a durante vários minutos e ela continuou dizendo: “Preciso descanso. Preciso de renovação.”

Tocou para sair.

Lembrei-me daquela sala de baile. Aquela linda mulher que se dizia cansada era, afinal, a República Democrática Portuguesa.

Bons posts.

Alguma dúvida e/ou incongruência, digam!

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Foi criado um estereótipo do que os jovens de hoje em dia são bêbados, drogados, que só fazem asneiras, discordo não digo que haja alguns, mas quem é que antigamente também bebiam e também consumiam drogas, mas talvez não soubessem da informação que hoje sabem, porque os meios de comunicação eram outros.

Agora devido a violência que andam no país, a polícia faz o serviço deles, eles aguardam julgamento em tribunal e depois são soltos outra vez, claro que vão repetir até apanharem um castigo a sério, imaginem que uma pessoa comete os piores crimes do mundo em Portugal, e que tem 20 anos e apanha 25 anos de cadeia...Ora sai aos 45 anos ainda tem tempo de fazer outros crimes e sai aos 70 anos. Primeiro que tudo o código penal devia ser mudado, e não acho justo os presos receberem dinheiro, eles tão a pagar por aquilo que fizeram e pelas famílias que destruíram.

Enquanto as eleições não tenho nenhum partido político preferido, mas deve ir ganhar outra vez o Eng. José Sócrates, porque ele não tem rival altura, só se candidatar o Manuel Alegre.

E o mandato em Portugal não devia ser apenas 4 anos, mas sim de 10 anos como nos U.S.A, porque em 4 anos vem um e faz a sua reforma, depois vem outro, e as coisas nunca assentam.

"Tudo isto é triste, tudo isto é Portugal"

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Exacto... 25 anos de prisão não são suficientes! Mais anos, mas não a pena de morte.

A questão, k3o4, não é ser um estereótipo sabes? Eu também bebo, mas não me drogo. Oh pá, eu sei os meus limites, sei quando devo parar... Agora, talvez eu tenha tido "influências" da minha cidade, porque basicamente é isto que se passa aqui a maior parte das vezes...

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Eu também bebo, e posso dizer nunca apanhei uma bebedeira, e olha que eu bebo muito, tipo tenho amigos que consomem droga, mas eu nunca quis e recuso sempre, talvez devido a minha educação e influência, cada um é livre de pensar o que quiser, desde que não destrua os ouros,.

Para mim pena de morte não é um castigo, mas sim um alívio para alguns.

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Eu, felizmente, não tenho amigos que consumam droga. Alguns fumam um charro ou outro mas para mim são "conhecidos" e nada mais.

Concordo contigo, não é ético nem bom utilizar os outros como "capacho" para atingirmos os nossos fins. Há decisões que se devem tomar consoante os outros para que as consequências não sejam piores.

Concordo (mais uma vez) contigo. Nós realmente não sabemos ao certo o que se passa dentro dos vários estabelecimentos prisionais, mas se repararmos bem, muitos dos presos saem de lá com outra mentalidade, talvez porque ficaram lá tanto tempo que tiveram de se habituar a um novo meio. Outros enlouquecem... A pena de morte é alivio para alguns mas se a formos utilizar, nós seremos iguais aos presos... Acho que cada um se deve julgar a si próprio e aos seus actos.

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eu acho que os presos deviam trabalhar mas a sério,aquilo é praticamente umas" férias", eu acho que os presos deviam ir limpar as matas, para proteger dos incêndios no verão, arrancar silvas, essas coisas assim, Portugal ficava mais limpo, e eles assim talvez aprendessem. Eles jogam futebol, tem ginásios, tem trabalhos simples...Portugal é o país do terceiro mundo da União Europeia, não estamos cada vez mais a ficar parecidos com o Brasil devido ao elevado numero de violência que ocorre no nosso país.

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Portugal, um país caído no estereotipo. Cansado, a precisar mesmo de uma renovação. Sangue novo que corra nas veias desta república e que lhe traga uma nova aragem e caminho. Contudo, somos um canteiro perdido nas tradições do passado, algures entre o fado e as conquistas dos Descobrimentos.

Não ouve. Perde-se no velho que não se alia ao novo. Porque Portugal é um país velho e para velhos. Não me refiro só as idades. Refiro-me ao cepticismo com que encaramos a novidade. Para a maioria, tudo deve ficar exactamente como está, quieto, parado. Não damos oportunidades. Gostamos de ver os mesmos postos sempre com as mesmas caras. A novidade dá-nos medo. Depois, chegam os “jovens”, com as suas ideias actuais e radicais, a querer soprar bem firme nas convicções de pedra. Mas Portugal, bem recto no seu cimento, fecha as portas. Porque acima de tudo e por mais que protestemos: tudo está bem como está. Desde que amanhã ainda possamos ir ao café e falar mal…

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É verdade! Repara bem que todas as pessoas mais velhas viveram no período de Salazar e isso conferiu-lhes cepticismo e conservadorismo...

Se eu hoje visto uma blusa rosa a minha avó diz logo para tirar porque não gosta de ver. (eu não a tiro, contrario e uso-a.)

Portugal é dos países mais conservadores e para mudar leva bastante tempo...

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Ah sim... Parece que o luto e os funerais são para as pessoas mostrarem as suas roupas bem pretas e bem "lindas" e dizer a todos que um familiar seu morreu!

Este texto estava a pensar não colocar aqui, mas vá, vocês merecem!

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_____________

Não sei como nem porquê, apetece-me um poema...

Sons leves

Fluem ao meu redor

Surgem pensamentos

E sentimentos de amor.

Momentos do Passado

Caminho ladeado

Não volta atrás

O tempo queimado.

É facto

É saber

Que o Presente

É para viver.

O Futuro só amanhã.

Poucos são os meus dotes de poesia, mas hoje, achei o dia diferente... Não sei porquê... E bem nostálgico, surgiu esta criação.

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QUOTE(k3o4 @ 10-Mar-2009, 22:08) <{POST_SNAPBACK}>
Temos poeta

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Temos sim senhor!

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Esta ideia do "Cadernos" tá muito boa. Gostei da tua primeira crónica e da discussão que se lhe sucedeu... Não tenho nada a acrescentar concordo com o que foi dito da juventude de hoje em dia e partilho das mesmas impressões.

E parece que acertei em cheio, isto ia trazer controvérsia.

Portugal, um país caído no estereotipo. Cansado, a precisar mesmo de uma renovação. Sangue novo que corra nas veias desta república e que lhe traga uma nova aragem e caminho. Contudo, somos um canteiro perdido nas tradições do passado, algures entre o fado e as conquistas dos Descobrimentos.

Não ouve. Perde-se no velho que não se alia ao novo. Porque Portugal é um país velho e para velhos. Não me refiro só as idades. Refiro-me ao cepticismo com que encaramos a novidade. Para a maioria, tudo deve ficar exactamente como está, quieto, parado. Não damos oportunidades. Gostamos de ver os mesmos postos sempre com as mesmas caras. A novidade dá-nos medo. Depois, chegam os “jovens”, com as suas ideias actuais e radicais, a querer soprar bem firme nas convicções de pedra. Mas Portugal, bem recto no seu cimento, fecha as portas. Porque acima de tudo e por mais que protestemos: tudo está bem como está. Desde que amanhã ainda possamos ir ao café e falar mal…

Magg, escreves muito bem. Totalmente de acordo.

Quanto ao Poema, bem... nada a acrescentar também. Já foi dito: Temos poeta!

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Temos poeta, sim. E bom! :yahoo_mini:

Pois que o passado se apresente a teu lado sempre leve e que o futuro se mostre não apenas "só amanhã", mas nos passos que dás hoje.

Por incrivel, o presente não existe, e o passado só molda. É com olhos no futuro que te constrois.

Parabéns

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Loucuras I

Deambulava (como Cesário Verde) pela minha queridíssima escola e pensava em temas para o meu post seguinte.

Estamos ainda no Inverno e já as temperaturas rondam 23º. Fantástico! A Primavera chegou mais cedo... Ou talvez não... O ventinho frio estraga tudo...

Si, continuava a minha querida deambulação e olho para o meu lado esquerdo e nele estava sentado um rapaz com uma blusa de cavas, calções e chinelos.

Não vale a pena, dizer mais nada.

Aquela escola até é interessante porque já esta semana aconteceu-me uma situação caricata:

Como todos os alunos, tenho avaliações e, com tanto raio de data que os professores têm para marcar os testes, preferem marcar tudo em cima uns dos outros. Eis senão quando, na terça, soube que iria ter avaliação da componente ginástica acrobática na disciplina de Educação Física.

Como o meu grupo necessitava de uma sala para acabar e treinar a mesma fomos falar com a professora que nos remeteu para o director da escola. Precisávamos da chamada "sala de dança" na quarta à tarde. Bom, tudo bem. A aula acaba e dirigo-me ao gabinete do director.

A funcionária responde: "Está em Pedagógico. Volta amanhã de manhã."

Lá fiz a vontade. No dia seguinte, a mesma funcionária responde: "Está em reunião." Horas: 09h45.

Após o almoço, e numa última tentativa frustada vou perguntar (novamente) pelo director. A funcionária (amesma) responde: "Saiu para uma reunião. Está quase a chegar." Não notei nas raparigas que estavam à minha frente, também, com o intuito de falar com o director.

Espero uns irritantes 10 minutos. Quando viro costas, está lá ele (director) a falar com uma das raparigas. Acaba a conversa e dirigo-me para ele e falo. Apenas me diz: "Ainda agora, umas colegas do 12º vieram falar comigo para reservar a mesma sala. Fala com elas e combina. Alguém que fique responsável e que tenha o cuidado de deixar tudo como está."

A irritação crescia dentro de mim. Por instantes, apenas, perdera a sala. Lá fui eu e uma colega do meu grupo falar com as raparigas e combinar. De súbito, aparece a professora de dança a fazer grande chinfrim a dizer que a sala era dela e que só lá se podia estar a partir de uma certa hora...

Vá lá que a senhora professora se foi embora irritada e deixou-nos a sala livre para o treino.

Já hoje, a sair da escola, umas raparigas de um estilo não muito normal, gritavam a plenos pulmões porque, simplesmente, lhes apetecia.

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Nós e os outros. Mundos em constante colisão. Fechados nas nossas vidas e convicções não nos apercebemos (só porque nos apetece) que ainda (e esperemos que sempre) existem outros mundos para além dos nossos. Porque a rotina é fácil, porque o egoísmo acomoda. Porque é simples sermos directores escondidos em capas de "muito ocupados" (os assuntos dos outros são sempre minimos). Porque ainda vivemos em Portugal, país onde o "outro" tem sempre mais responsabilidades do que "eu". Seja ele quem for. Porque ainda vivemos no país do "empurra" (se outro fizer, porque me devo eu importar?). Assim os dias passam, e todos no seu posto (sempre iguais) sem ousarem sequer tocar na mínima responsabilidade da sua função. A culpa continua "solteira" e os dias passam e vincam mais e mais o nosso espaço e o dos outros. Os mundos que passam paralelos no dia a dia sem se tocarem. Só porque nos apetece, só porque gostamos cada vez mais no nosso espaço individual, vazio, sem intromissões, porque custa (saber) partilhar.

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Antigamente...

Passado, Presente e Futuro. Três tempos da vida. O Passado que não volta, o Presente que se vive e o Futuro que virá.

Pois, é simples afirmar “Antigamente, isto era assim.” ou “No meu tempo, já há muitos anos...”.Eu sinto inveja dos tempos antigos. Hoje em dia, há variadíssimos documentários sobre o Passado e sobre acontecimentos que afectaram o Presente. Admito que as imagens ditas antigas, nomeadamente, a preto e branco, são, para mim, as mais reais e as que mais me assustam. Há cerca de uma/duas semanas vi um documentário na RTP2 sobre os Romanov e foi, simplesmente, de arrepiar.

Tudo mudou desde a viragem do século. Meios de comunicação, aparelhos electrónicos e muitos mais. Claro, na parte material.

A população esquece que a parte sentimental/psicológica também mudou, mais propriamente os namoros.

Para saberem mesmo daquilo que quero falar, dou-vos um exemplo recentíssimo:

Ora, um rapaz da minha turma que considero de “conhecido” namorava com uma rapariga há cerca de 7/8 meses. O início da relação até foi um pouco controverso, mas não interessa. Portanto, na passada terça, havia treino para uma dança e a namorada não o deixava ir. Homens que se sentem presos, é do pior que há. E, nessa mesma noite de terça, ele acaba com ela através de uma chamada telefónica. No dia seguinte, a namorada estava lavada em lágrimas e ele (o namorado) feliz da vida, como se nada tivesse passado.

As relações amorosas, hoje, tomaram um rumo que eu, pessoalmente, detesto: iniciam um namoro e acabam-no por telemóvel e, principalmente, não se falam (alguns deles) na escola ou noutro sítio qualquer. Apenas mandam mensagens.

Eu, sinceramente, não entendo isto! Antigamente, as relações não eram assim. Dizia-se tudo na cara e dava-se satisfações sobre como melhorar a relação e faziam-se mais coisas fora de casa. Hoje, limitam-se a Internet, telemóvel e outros gadgets. Já para não falar das chamadas “curtes” onde se beijam sem ter qualquer sentimento... Para além disto, parece que o rapaz não sentia qualquer amor pela rapariga para andar na boa vida...

Focalizando outro assunto, os professores.

Admiro bastante esta profissão. Paciência de bradar aos céus, é o fundamental. Parece que agora, todos eles andam numa espécie de frenesim e ao mesmo tempo azáfama. Primeiro porque estamos no final do período lectivo e por outro temos a avaliação do pessoal docente.

Alguns professores meus são fantásticos: uma diz que não trabalha ao fim-de-semana e entrega o primeiro teste do período na aula anterior à realização do segundo; outra que tem apenas duas turmas (52 alunos) leva uma eternidade a corrigir testes por causa da família e, por aí adiante. No entanto, outra que tem 3 turmas corrige numa semana; outra, a última que me parece mais “estranha” (aka professora de Filosofia) tem sempre razão, ou seja, por mais que se lhe diga que alguma coisa está mal, ela afirma veemente que está certa. Imagine-se que um colega meu perdera 2,4 valores num teste porque se tinha enganado a corrigir o teste. Errar é humano, mas é do melhor que temos por cá...

E, por hoje, é tudo... Veremos o que se passará na próxima semana, porque a cada dia que passa, tudo muda e tudo fica cada vez mais louco.

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Os tempos mudaram não sei se foi para pior ou para melhor, mas já que vivemos neste tempo e nesta realidade temos que nos adaptar a ela por mais que nos custes.

A Geração Morangos começam agora a namorar cada vez mais cedo já vi pessoas de 10 anos a darem beijos na boca como gente grande, ora se são gente grande para umas coisas também são para outras...Já não há o respeito por ninguém nem pelo o próximo, nem por ele(a)s próprio(a)s.

Agora quem não tiver um portátil, um telemóvel, sapatilhas e roupa de marca, até pode ser da feira, mas o que interessa é marca, quem não tiver é considerado um ser inferior, o que acho rídiculo.

Enfim Portugal a caminhar para pior, em vez de ser o inverso.

Em relação aos professores acho que passamos do 8 para o 80, antigamente era violência extrema, hoje em dia hai de algum professor que levante a voz, que os pais vão a escola reclamar, não sou a favor da violência, mas as vezes ralhar e até umas palmadas não fazem mal a ninguém, desde que não seja da cara para não magoar, ou então pôr de castigo.

Também temos assasinos que matam pessoas inocentes, criminosos que roubam, no qual os polícias tem o trabalho de conseguir apanhar, jogando com a sua própria vida para depois os juizes darem liberdade. Por isso coitadinhas das nossas crianças são sempre tão ingénuas...

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Mas é que metade dos polícias não trabalha!

Quer dizer, outro exemplo concreto, contado por uma amiga minha: tipo estavam num restaurante um grupo de mulheres finas e como não estavam satisfeitas com o serviço, pediram o livro de reclamação. O rapaz que andava a servir recusou-se e ela telefonou para a polícia ao qual responderam: "Olhe agora não podemos ir porque a hora da mudança de turno (00:00) está quase aí então não podemos sair do posto!" (só para que conste, eram 23h25)

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