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Eurovisão 2nd Chance - Grande Final


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Canção nº1

No ano a seguir ao último lugar de Tooji, a Noruega não brincou. Por via do seu Melodi Grand Prix, elegeu Margaret Berger com I Feed You My Love para representar as cores norueguesas no seu país vizinho. Distinta de qualquer outra, foi um rasgo de modernidade, que correu bastante bem. Antes do show, nas votações das OGAE’S, a música ficou em 3º lugar. Porém, em Malmo os resultados mantiveram-se; a loira atingiu o 3º lugar da semi-final 2 e depois conseguiu ficar em 4ºlugar, com 191 pontos – o melhor lugar norueguês desde 2009, em que Rybak venceu. Será que ela será alimentada de votos pelos concorrentes ou flopará e morrerá de fome, de amor e de votos? 
A Noruega foi efetivamente alimentada pelos concorrentes na segunda semi-final. Porém, continuará a votar - quem vota - nela?

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Canção nº2

A Rússia nunca brinca na Eurovisão e 2015 certamente não é excepção. Mais uma vez, o país liderado por Putin elege a sua representante por seleção interna. Selecionou uma já expriente e reconhecido nome no panorama artístico russo – Polina Gagarina. A canção tem o nome de A Million Voices – Um Milhão de Vozes. Se não foi um milhão de votos que ela recebeu, andou lá perto. A loira conseguiu o 1ºlugar da 1ªsemi-final, com 182 pontos e lutou pela liderança contra Måns Zelmerlöw. Não o conseguiu, ficou em 2º, com 303 pontos, que é o segundo lugar com mais pontos, desde sempre. Votarão, outra vez, as milhões de vozes – ou os votantes – nela? Ou as vozes já estão cansada dela e preferem dar pontos a outro concorrente? 
Um milhão talvez não - hipérbole na certa -, mas a loira deve ter recebido bastantes votos, uma vez que conseguiu constar na Grande Final. Será que a continuarão a apoiar?

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Canção nº3

A Itália tem obtido, a não ser em 2014, sucesso na Eurovisão. Em 2013, a tese voltou-se a confirmar. Vencedor do popular programa italiano Sanremo, Marco Mengoni foi quem se compremeter honrar o país, na Suécia. L'Essenziale, uma balada nada banal, foi a canção que representou o país em forma de bota. Obteve um bom feedback, tendo ficado em 5º nas votações das OGAE’s. Em Malmo, com uma atuação intimista, atingiu o 7ºlugar, com 126 pontos – um bom resultado, sem dúvida. Tem ele, à sua disposição, o essencial para limpar esta competição? Ou faltam-lhe certas características, que são mesmo essenciais?
Marco teve o essencial, por ventura, para conseguir vingar na 2ªsemi-final. Continuará a ter aquilo que é preciso ou, as qualidades que possuem, não são suficientes?

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Canção nº4
 
Guerras! Este foi um tema recorrente no ESC2015. A Geórgia foi, no entanto, aquela que teve mais sucesso. A televisão pública dé Tbilisi albergou uma final nacional com o nome de Erovnuli Shesarcevi konkursi, em que Nina Sublatti foi a grande ganhadora, com o total de votos do jurados e do televoto. Em Viena, a canção conseguiu apaixonar qualquer um e ficou em 4º lugar na semi-final. A final não correu tão bem à morena; uma atuação que pautou pelo excesso de fumo, não deu para mostrar o talento e a força da música. Ainda assim, conseguiu posionar-se num 11ºlugar, com 51 pontos. Virá ela para aqui guerrear com todas para conseguir o troféu, ou Nina já lutou tanto que já está cansada?
A georgiana batalhou e muito pelos votos! Deste modo, conseguiu a sua passagem, mas tantas guerras já não saturam?

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Edited by Ana Maria Peres
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Canção nº5
Apresentemos agora uma vencedora. Não do 2nd chance, mas do ESC. Lena Meyer-Landrut trinfou com Satellite, em 2010 e, a convite da ARD ela apresentou um rol de canções para ver qual era aquela que ia levar pela segunda vez. Aquela que mais agradou ao povo alemão foi Taken By a Stranger, a eleita. Completamente distinta à do ano anterior, a canção faz apologia a uma atmosfera sombria e negra. Depois de ter sido bastante aplaudida, a repetente terminou em 10ºlugar, com 107 pontos. Será ela levado pelos votantes – que atenção, não são estranhos! – ao primeiro lugar do 2nd Chance? Ou não estão para isso, uma vez que também têm de levar o seu troféu?
Será levada - agora - Lena à vitória? Ou será que outro estranho lhe roubará essa chance de conseguir triunfar no 2nd Chance?

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Edited by Ana Maria Peres
  • Love 1
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Canção nº6

Uma explosão de boa disposição e alegria chega a este 2nd Chance! Vencedor do Rising Star israelita, Nadav Guedj ganhou, desta maneira, um passe para representar o seu país, em Viena. Muito apreciada pelo facto de se poder dar um pézinho de dança aquando da sua audição, a canção conquistou milhares de europeus que votaram nele. Um 3º lugar da semi-final, que se traduz na ida de Israel à final eurovisiva (desde 2010 que não o conseguiam), foi o que esperou, em primeiro instância ao rapaz dourado. Seguidamente, na Grande Final, ficou em 9ºlugar, com 97 pontos. É talvez das canções do ESC2015 com mais êxito comercial. Conseguirá ganhar o bilhete dourado da final, este rapaz? Ou os votantes preferem dar-lhe um bilhete de outra cor – preto – e negar-lhe até a passagem?
Parece que, de facto, o cantor validou o seu ticket dourado para a final. Conseguirá agora o da taça? Ou os votantes já estão fartos dele?

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Canção nº7
 
O processo de escolha esloveno teve, em 2011, um papel determinante para escolher quem iria representar a Eslovénia à Alemanha. A grande vitoriosa foi Maja Keuc – um novata nestas andanças. Ganhou com Vanilija, que depois foi traduzida para No One – Ninguém. Muito elogiada por vários sites eurovisivas, o comitê de Ljubliana decerto que não ia cabisbaixo. Conseguiu passar à final, em terceiro lugar, o que já não acontecia desde 2007. Na grande noite, a cantiga terminou em 13º lugar, com 96 pontos e conseguiu um dos melhores lugares de sempre para o país fronteiriço com a Croácia. Estará ela a adpotar, para este certame, um lema que ninguém a conseguirá derrotá-la? Ou, por outro lado, será que ninguém votará nela? 
Parece que ela foi bem sucedida na missão de passar à Final. Continuá-lo-á a ser ou o No One votará nela?

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(PS: O vídeo, embora tenha esta imagem, funciona. Carreguem no play que dá.

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Edited by Ana Maria Peres
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Canção nº8

Vamos correr? Eu não me apetece e presumo que aos caros leitores também não. Ora a Hungria fez esse apelo em 2014: András Kállay-Saunders, um húngaro-americano, venceu o A Dal 2014, com Running. Uma canção que aborda uma tema forte - a violência doméstica -, foi deveras bem recebida pelos fãs. Na votação das OGAE’s ficou em 2º lugar, apenas perdendo para Sanna Nielsen. Uma atuação perfeitamente orquestrada, deu o 3ºlugar a Budapeste na semi-final e deu-lhe passagem para a Final, onde se posicionou em 5º lugar, com 143 pontos. Continuará András a correr para o primeiro lugar? Ou já o fez em 2014 e está tão cansado agora, que não terá mais forças?
Foi uma verdadeira maratona que o húngaro correu para chegar aqui. Estará lá demasiado cansado para correr mais - para taça! - ou ainda tem energias?

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Canção nº9

Um gigante, um terceiro lugar e uma cantora de tal beleza, que era capaz de ganhar o Miss Mundo. Estas características levam, invariavelmente, a uma artista – Zlata Ognevich. Vencedora de uma final nacional, a ucraniana foi a eleita para representar o amarelo e azul, em Malmo. Algumas mudanças, no pós evento de seleção, ocorreram e a música ficou, para muitos, melhor que nunca. Na semi-final 1, a interprete ucraniana acabou em 3º lugar, com 140 pontos, tendo depois, na Grande Final, ficado em 3º com 214, a 20 pontos do 2º classificado, Farid Mammadov. Conseguirá Zlata envolver, na sua gravidade, os votantes, levando a que a levam ao topo, ou será que quem vota não gosto nem quer saber deste fenómeno e irá desprezar a morena?
A apresentadora e cantora lá conseguiu inspirar os votantes a gostarem da gravidade dela. Terá ela o poder de convencer mais uma vez, para a Final, ou já não?

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Canção nº10

Depois da vitória em 2007, a Sérvia, um ano depois, queria a todo custo mandar uma boa canção. O país que organizou a competição em 2008, organizou uma final nacional com o nome de Beovizija 2008, em que a ganhadora foi Jelena Tomašević, com a canção Oro – que traduzido significa uma dança típica dos Balcãs. Depois de ter ficado em terceiro lugar na típica votação das OGAE’s, restavam poucas dúvidas que a cantiga se ia dar mal. Um 6º lugar, com 160 pontos, foi o resultado que arrecadou Belgrado esse ano – algo bastante bom. No final, será que a rapariga e o seu par (quem a escolheu) dançarão o Oro, em jeito de contentamento ou será que dançarão com tristeza? 
Estará a ensaiar a dança da vitória, Jelena? Se sim, esperemos que não saia desfraldada! É que se não, sairá ela e a sua cara-metade bastante desiludidos...

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Canção nº11

A Alemanha apostou forte, em 2015. Através do Unser Song für Österreich, o país tentou selecionar o seu prelideto. E fê-lo: elegeu Andreas Kümmert, com Heart of Stone. Todavia – e com algum espanto -, o mesmo renunciou a ida à Áustria, passando, assim para a segunda classificada: Ann Sophie, com o seu Black Smoke – Fumo Preto. Apesar de não haver muitas críticas à canção e do facto de muitos a considerarem boa, ela não conseguiu nenhum ponto. Isso mesmo 0 pontos, ficando em último lugar, empatado com os The Makemakers. Estará ela sedenta de vingança e conseguirá subir, desta maneira, ao topo? Ou então, os nil points foram mesmo justos e ela flopará, mais uma vez?
Ao que tudo indica a mesma não flopou nas semi-finais! Mudará Ann Sophie o seu destino e conseguirá combater o redondo zero? Ou está-lhe no sangue, e acabará sem um ponto?

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Canção nº12

Única proposta azeri (sim, tínhamos que ter uma ou víamos a fúria da primeira dama!) do certame e ficou encarregue a Sabina Babeyeva. Numa seleção interna, a televisão pública do Azerbaijão escolheu When the Music Dies – Quando a Música Morre. Esperemos que ela não faça isso. Bem recebida no geral, a cantiga caracteriza-se como forte e emotiva. O seu lugar não decepciona a carreira brilhante do país Caúcaso: um 4ºlugar, com 150 pontos – bastante bom, há que confessar. Foi ainda a vencedora do Press Award – uma medalha entregue por aquela que é considerada favorita da Imprensa Internacional. Levará ela a sua Musa – esta música – longe, não a deixando morrer? Ou o falecimento acontecerá e a derrota será inevitável? 
Sabina foi convincente com a sua mensagem, visto que cá está ela. Viverão os votantes para lhe darem pontos ou morrerão assim do nada?

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Canção nº13
 
A única proposta de 2009, aqui vem ela! No ano em que Rybak venceu, a BBC decidiu convocar uma Final Nacional, em que Jade Ewen com It's My Time foi a grande vencedora. A ex-integrante das Sugababes foi a selecionada para representar as terras de Sua Majestade em Moscovo. Apaixonante, simples são adjetivos que surgem a ouvir esta música. O lugar foi bastante bom: Londres conseguiu um 5º lugar, com 173 pontos - o melhor lugar do século XXI. Será tempo, outra vez, de Jade Ewen para conquistar isto? Ou já é demasiado tarde?
Foi tempo de Jade brilhar, quando percebeu que ia constar nesta exclusiva lista. Contudo, permanecerá nela neste momento de brilho ou os holofotes vão se, finalmente, apagar?
 

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Canção nº14

WE DON’T BEAT FROM THE SAME HEART! Parece que os europeus e Mei não bateram, de facto. A IBA escolheu Mei Finegold para representar a nação no ESC. Seguidamente, realizou uma final nacional, onde os hebreus tinham a hipótese de escolher, de 3, qual era aquele que queriam ver na Dinamarca. A vencedora foi Same Heart. Bastante comentada e bem recebida, esperava-se um brilharete da canção. Isto ficou ainda mais provado com o 3º lugar das OGAE’S, em 2014. No entanto, a cantora ficou-se pela semi-final; com apenas 19 pontos, ficou em 14º lugares, o que levou a que muitos ficassem desagrados com este resultado. Baterão, desta feita, os corações do votantes, por ela? Ou não, e acontecerá o que se passou o ano passado?
Mei, depois de muito esforço, passou a uma Final! A israelita está feliz, decerto, assim como o seu compincha - quem a guarda. Ainda assim, acabará esta onda de felicidade, aquando da percepção dos pontos nesta Gala?

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Canção nº15

Uma vencedora chega a este Festival. Não, não foi uma canção que já venceu, que isto é tudo tratado por igual. Falo de Helena Paparizou que representou a Grécia, não só em 2005, como também em 2001, sendo, neste ano, pertencente à banda Antique. Numa Final Nacional, o dueto foi quem levou a taça para casa e representou o país na Dinamarca. Muito bem recebida pelos fãs da Eurovisão, a cantiga terminou em 3º lugar, com uns expressivos 147 pontos, tendo consquistado, até então, a melhor classificação da Grécia. Morrerão os votantes de amor, por eles, e aplaudirão a já vencedora? Ou será factor que não permitirá Atenas levantar a taça?
Helena e o seu companheiro morreram de alegria, assim que viram o seu nome no placard dos qualificados. Todavia, quem vota irá continuar a apoiar a banda grega ou vão morrer de tédio, quando a sua canção for para o palco?

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Canção nº16

Festival da Canção sem polémica, não é o mesmo – certo e sabido. Em 2010, a regra confirmou-se. A final nacional portuguesa – uma das maiores de sempre – albergou 24 canções, em que a vencedora foi Filipa Azevedo, com Há Dias Assim. Muitos indignaram-se, uma vez que foram os júris nacionais a dar a vitória, já que o televoto preferia Catarina Pereira com “Canta Por Mim”. Não obstante, a vencedora do Família Superstar foi a Bergen e impressionou muitos cépticos: passou à final, simbolizando a terceira vez consecutiva que Lisboa consegue isso, ficando em 4º lugar na semi-final. O seu lugar no evento mais importante foi o 18ºlugar. Há dias assim – de vitória – e será um destes que a morena faz apologia neste 2nd Chance ou será um dia de tristeza? 
A querida Filipa teve um dia de felicidade, ontem, certamente. Passou à final! Agora, continuará ela nesta maré de sorte ou começará a ter um azar dos Diabos?

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Canção nº17

2015 foi um ano excepcional para a Letónia. Fruto dum processo de seleção novo – Supernova – Aminata Savagodo, uma artista que diz conjugar as culturas russas e africanas, foi a eleita para representar as cores letãs. Love Injected é o nome da canção e talvez seja um dos títulos mais estranhos do ESC. Apesar de não ter ouvido críticas muito positivas inicialmente, a cantora conquistou os jurados, e até o televoto; ficou em 2º lugar na segunda semi-final e ficou na 6ª classificação no evento maior, atingindo o melhor lugar letão desde há 10 anos. Irá Aminata injetar votos nela e conseguirá assim ganhar? Ou o amor e os votos vão-se misturar e a coisa vão ficar confusa e feia?
Que injeção de votos recebeu a letã! Com certeza que o foi, dado que aqui está ela. Estarão, no entanto, os votantes fartos deste tema e não vão votar nela ou isso não se verificará?

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Canção nº18

A par de alguns países, a Bósnia-Herzegovina foi uma das que sempre passou à Grande Final. Como tal, não admira a sua passagem por lá em 2012. Selecionada internamente pela BHRT, a música Korake ti znam – Eu sei os teus passos – foi a escolhida para representar Sarajevo. Uma balada calma e bela foi o segredo do 6ºlugar na semi-final, se bem que muitos denunciassem o facto de a cantiga não merecer tal desfecho. Seguidamente, na Final, obteu um 18ºlugar com 55 pontos. Saberão os votantes suficientemente bem, quer a sua voz, quer a sua música, para lhe darem pontos? Ou ser tão previsível cansa, o que causará menos pontuação à Maya (não a taróloga!)?
Souberam os votantes caminha para a bósnia, uma vez que a mesma aqui está. Continuarão a segui-lá, ou votantes perder-se-ão por outras propostas?

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Canção nº19
 
O segundo lugar de 2008 abeira-se e é a próxima canção. A Ucrânia é um dos poucos que passou sempre à final e o ano em que Dima Bilan venceu, não foi excepção. Num processo de escolha com 5 canções, a grande predileta para representar o amarelo e o azul foi Ani Lorak, com Shady Lady. Rapidamente recebeu rasgados elogios por parte dos eurofestivaleiros e foi considerada uma das grandes candidatas a levantar o troféu. Venceu a sua semi-final – a primeira – e ficou em 2ºlugar, na final, com 230 pontos. Para muitos, esta é que devia de ser a grande ganhadora do certame que se realizou em Belgrado, e não o russo. Conquistará a Shady Lady os corações dos votantes, ou será que a Lady está com demasiado sombras, o que levará a um posterior esquecimento de quem vota?
Ani deu claramente nas vistas, não este nas sombras, como é óbvio! Agora, será ela capaz de continuará a ser o centro das atenções ou quem vota prefere vangloriar outras canções?

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Canção nº20

Israel foi sempre um país que levou boas canções. Não é de admirar, portanto, as suas três vitórias. Claro que 2005 não foi excepção; numa final nacional, Shiri Maimon foi a grande vencedora com HaSheket SheNish'ar – uma canção bilingue (em inglês e hebreu). A também atriz foi quem ganhou o ticket para levar o azul e branco da sua bandeira a Kiev. Apesar do modesto 7º lugar na semi-final, a nação hebraica conseguiu um 4º lugar na Final, com 154 pontos – o melhor lugar desde a vitória, em 1998, e até hoje. O silêncio que permanece – o título traduzido para português – é uma música que muitos recordam. Permancerá a israelita na memória dos votantes ou eles preferirão – até! – ouvir silêncio do que a proposta apresentada?
Não permaneceu o silêncio. O que ficou foi um grande contentamento, graças à passagem israelita. Houve barulho - e haverá na Final? Ou será que no final ficará tudo calado, símbolo da tristeza da votação?

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Canção nº21

Numa seleção interna, Edurne, ainda este ano, foi a eleita para representar as cores espanholas em Viena. Depois de Ruth Lorenzo e a sua dança na chuva, a vencedora do A Tua Cara Não Me É Estranha de nuestros hermanos foi a selecionada, com o seu Amanecer – Amanhecer em português. Embora muitos fãs, na fase pré eurovisiva, a aclamassem como sua favorita, a loira desiludiu e registou apenas um 21º lugar, por muitos considerado chocante. Ela está aqui limpar a sua imagem, mas será que conseguirá? Verá Edurne, desta vez, o real amanhecer ou a noite continuará e com isso o seu falhanço? 
Nasceu o dia, para a espanhola! De festa, certamente, dado que está aqui, ainda a lutar pelo título. Nascerá, na Final, mais uma vez o dia ou não, e a noite - e os maus resultados - continuarão?

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Canção nº22

O Melodi Grand Prix, em 2008, selecionou quem deveria de representar a cor azul, vermelha e branca da bandeira norueguesa. Maria Haukaas Storeng
com Hold On Be Strong – Aguenta, sê Forte – foi quem levou o troféu da final nacional para casa. Isto também significou que era ela que ia a Belgrado. Fartos elogios recebeu esta música, que ficou em 5º nas votações das OGAE’s, o que demonstra a sua popularidade. Na Sérvia, a loira passou à final, atingindo o 4º lugar, com 106 pontos. No maior evento conseguiu classificar-se em 5º, com 182 pontos, o melhor lugar da Noruega desde 2003. Aguentará firme Maria pela luta pelo título? Ou tanta espera a fez mudar de ideias?
Maria sobreviveu e aguentou-se muito bem na semi-final, dado que conseguiu carimbar o seu bilhete para a final. Continuará a fazê-lo ou perderá, infelizmente, firmeza nos resultados?

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Canção nº23

Para certamente tentar melhor o lugar de Alex Hirsoux,  RTBF escolheu o 2ºsegundo classificado do The Voice da Bélgica - Loïc Nottet. Rhythm Inside foi a canção que o novato interprete apresentou em Viena. Inicialmente talvez tenha passado um pouco despercebido, contudo, no ESC, a música conseguiu sobresair-se das restantes. Prova disso é o 2º lugar da semi-final, com 149 pontos, e o posterior 4ºlugar com 217. Comercialmente falando, a canção também foi um sucesso, figurando em variados top’s por este Mundo fora. Terá o belga ritmo para conquistar este 2nd Chance? Ou esse, depois da Eurovisão, dissipou-se todo? 
O ritmo conseguiu triunfar e entranhar-se nos gostos dos votantes. Continuará agora ele a entrar na alma - pelas suas qualidades - de quem vota? Ou eles não o permitirão, qu levará a Bélgica a ter azar?

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Canção nº24

Baladas israelitas são sempre do gosto dos eurofãs. Em 2013, o país que atravessa uma árdua luta na Faixa de Gaza realizou uma Final Nacional com o nome de Kdam Eurovision 2013. A vencedora foi a novata Moran Mozar, com Rak’Bishvilo. Vários elogios encheram a canção, a qual era expectável que passasse à Final. No entanto – e para choque de alguns -, isso não aconteceu: a música ficou apenas em 14ºlugar, com 40 pontos, não tendo carimbado o passe para a próxima fase da competição. Injusto foi a palavra que mais se ouviu para comentar a não qualificação. Apenas para ele – é o título da canção em português -, que nos leva a deduzir que Moran está apenas disposta a ele – o troféu? Ou os votantes não vão querer saber dela?
Ela preparou-se apenas para os votantes e teve sorte! Qualificou-se, que bom. Será ela capaz de se arranjar decentemente para esta Final ou ficará andrajosa, que lhe motivará um mau lugar?

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