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há 53 minutos, D91 disse:

E porque não a Marisa Matias?

Não me parece... ela acaba por ser uma das 4 figuronas que andaram a carregar o partido por isso seria mais do mesmo. É preciso retirar algum tom proto feminista ao bloco para ele tentar reatar com os votantes perdidos.

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há 7 minutos, AndreRob disse:

Não me parece... ela acaba por ser uma das 4 figuronas que andaram a carregar o partido por isso seria mais do mesmo. É preciso retirar algum tom proto feminista ao bloco para ele tentar reatar com os votantes perdidos.

Por acaso tem a sua lógica.

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há 9 minutos, InesMig disse:

https://www.instagram.com/p/DQkXnBxDgcW/

Também viu? Foi avistado em vários pontos do país, perto das 19:40 deste domingo, um enorme clarão no céu. Câmaras de vigilância registaram a passagem do meteoro.

Este não, mas no verão eu vi um clarão em plena A3 a chegar ao Porto, na mesma faixa horária, entre as 19h e as 20h, se não me falha a memória. Aquilo durou tempo suficiente para me fazer questionar o que raio era, sacar o telemóvel e ligar a câmara, mas quando ia gravar, sumiu e aí é que me questionei se o que tinha acabado de ver tinha sido basicamente uma estrela cadente que demorou ainda alguns segundos.

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há 13 minutos, srcbica disse:

Este não, mas no verão eu vi um clarão em plena A3 a chegar ao Porto, na mesma faixa horária, entre as 19h e as 20h, se não me falha a memória. Aquilo durou tempo suficiente para me fazer questionar o que raio era, sacar o telemóvel e ligar a câmara, mas quando ia gravar, sumiu e aí é que me questionei se o que tinha acabado de ver tinha sido basicamente uma estrela cadente que demorou ainda alguns segundos.

Deve ter sido este

https://www.publico.pt/2025/07/28/ciencia/noticia/meteoro-iluminou-ceu-portugal-noite-sabado-2142027

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há 3 horas, AndreRob disse:

ir ao centro de saude algumas vezes não é acompanhamento... porque o que acontece em muitos casos são gravidas (sobretudo imigrantes) irem a consultas de urgencia no centro de saude mas n terem o seguimento regular do medico, só vao porque tiveram alguns problemas. Como não têm medico definido aparecem quando calha e são atendidas, mas nem sempre há medicos... o boletim de gravida é um proforma que lhe devem ter dado na primeira consulta em que ela apareceu la... provavelmente já com a gravidez avançada.

E alguém que está há um ano em portugal dificilmente tem uma situação propriamente regularizada, a maioria dos imigrantes esperam semanas ou meses para conseguirem fazer registo no centro de saude por causa da documentação. 

Certo, também lhe podem ter dado o boletim de grávida tendo aparecido lá tardiamente, mas se a documentação provar que a mulher estava cá há mais tempo do que o da gravidez (e o próprio boletim indicar que ela foi a mais consultas do que as divulgadas), toda a conversa da ministra de "Ah, isto é uma pessoa que veio para Portugal no fim da gravidez para ter a criança e nem sequer tem telemóvel!" revela um carácter de alguém que não é qualificado para exercer uma função de Estado. Já não basta o SNS estar a regredir e a não dar resposta às parturientes, uma afirmação destas não poderá passar impune caso se verifique que não é verdade. Se ela não se demite, terá de ser demitida.

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há 43 minutos, Phoenix disse:

Certo, também lhe podem ter dado o boletim de grávida tendo aparecido lá tardiamente, mas se a documentação provar que a mulher estava cá há mais tempo do que o da gravidez (e o próprio boletim indicar que ela foi a mais consultas do que as divulgadas), toda a conversa da ministra de "Ah, isto é uma pessoa que veio para Portugal no fim da gravidez para ter a criança e nem sequer tem telemóvel!" revela um carácter de alguém que não é qualificado para exercer uma função de Estado. Já não basta o SNS estar a regredir e a não dar resposta às parturientes, uma afirmação destas não poderá passar impune caso se verifique que não é verdade. Se ela não se demite, terá de ser demitida.

Mas que a ministra é totalmente incompetente já tivemos mais provas que essas... ela vai sempre culpar alguém e nunca a si propria pelo caos que continua a existir nas urgências.

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há 3 horas, AndreRob disse:

Ele é tão pouco relevante... e a Mortágua vai deixar o parlamento? não vai por isso fica tudo na mesma.

A Mariana vai sair do Parlamento em novembro e vai ser substituída pelo Fabian Figueiredo e Andreia Galvão em rotatividade. 

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3 minutes ago, InesMig said:

https://pplware.sapo.pt/informacao/roubo-no-louvre-quando-a-palavra-passe-e-louvre-nem-a-mona-lisa-segura-o-riso/

Documentos oficiais datados de 2014 e atualizados até 2024 parecem mostrar que as palavras-passe dos sistemas de videovigilância eram extremamente simples: “LOUVRE” e “THALES”, os nomes do museu e do software de segurança responsável pela sua proteção, respetivamente.

Muito ar de ter sido um português ou um luso-descendente a fazer isso

:desastre2:

Editado por Fernando
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Ministra da Saúde terá manifestado vontade de sair e espera que Montenegro lhe dê ‘alta’

Ana Paula Martins quererá sair e aguarda apenas a data, a indicar pelo primeiro-ministro. Vontade foi partilhada há semanas com dirigente sindical.

O artigo é pago, mas o título é self-explanatory. A Ministra da Saúde quer sair do cargo, mas o PM Monteverde, acha que ela só deve sair do cargo depois de "fechar" diplomas importantes. 

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há 13 horas, InesMig disse:

https://pplware.sapo.pt/informacao/roubo-no-louvre-quando-a-palavra-passe-e-louvre-nem-a-mona-lisa-segura-o-riso/

Documentos oficiais datados de 2014 e atualizados até 2024 parecem mostrar que as palavras-passe dos sistemas de videovigilância eram extremamente simples: “LOUVRE” e “THALES”, os nomes do museu e do software de segurança responsável pela sua proteção, respetivamente.

Estavam mesmo a pedir para ser assaltados. E infelizmente as joias não devem ser encontradas...

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André Ventura poderá ir a uma segunda volta?

Corrula:

Desejo que André Ventura vá à segunda volta e seja eleito. Vou explicar: o cargo presidencial e a Constituição portuguesa estão intrinsecamente ligados e ele aí não tinha como violar a Constituição. Sem André Ventura, imagino que o Chega fique reduzido a nada. Portanto, esse cenário deixa-me muito curioso.

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Grupo com mais de mil médicos tarefeiros prepara-se para paralisar as urgências do SNS

Grupo com mais de mil médicos tarefeiros prepara-se para paralisar as urgências do SNS
Movimento nasceu nas redes sociais e deliberou não dar disponibilidades para o trabalho ou retirar as que já foram dadas. Protesto deverá avançar assim que sair o diploma para baixar o valor/hora.

O artigo é pago, mas eu assino o Público. Se quiserem ler, fica aqui:

Citação

Um grupo de WhatsApp onde estão reunidos mais de mil médicos prestadores de serviços está a preparar uma paralisação geral das urgências do Serviço Nacional de Saúde (SNS), que poderá durar pelo menos três dias. Sentem-se “ostracizados” e “excluídos das decisões” e estão preparados para defender, “sem receios nem hesitações”, a valorização dos tarefeiros. O protesto deverá avançar assim que forem publicados os diplomas que o Governo aprovou para “disciplinar” a contratação e reduzir o valor/hora a pagar aos tarefeiros.

A informação consta da acta de uma reunião realizada, no passado dia 30 de Outubro, pela denominada “direcção dos representantes dos tarefeiros portugueses”. “Ficou deliberado que, uma vez publicado o decreto-lei que reduza os valores a pagar aos tarefeiros, será desencadeada uma paralisação geral das urgências por um período mínimo de três dias”, refere o documento a que o PÚBLICO teve acesso.

A operacionalização do protesto, explicita a acta, será “formalizada por email a enviar por todos os tarefeiros aos respectivos directores de serviço ou conselhos de administração”, a partir de um texto base elaborado por um dos membros do grupo. Na prática, explicou um dos médicos do grupo ao PÚBLICO, “os prestadores decidiram unanimemente não dar disponibilidades ou retirar disponibilidades, dependendo do que vier no diploma do Governo”. A data e a duração do protesto ainda não estão definidas, asseverou o prestador de serviços.

“Os sucessivos ministérios da Saúde têm-nos tratado como médicos de segunda classe, ignorando o valor, o sacrifício e a dedicação de quem assegura a linha da frente das urgências hospitalares”, pode ler-se no documento, que adianta: “Temos sido ostracizados, desvalorizados e excluídos das decisões que moldam o futuro da profissão médica em Portugal.”

A movimentação surge na sequência da aprovação em Conselho de Ministros, no passado dia 22, do decreto-lei que vai regular a contratação de tarefeiros para o SNS. O texto do diploma ainda não é conhecido, mas foi apresentado aos sindicatos médicos nas reuniões de negociação com a tutela.

O que esperar das novas regras?

Segundo o que já foi noticiado, a nova legislação deverá, por exemplo, impedir que um médico se desvincule do SNS (por denúncia do contrato de trabalho ou aposentação) para ser tarefeiro, impondo um período de carência até três anos. Os recém-especialistas que não concorrerem aos concursos de colocação ou que, conseguindo uma vaga, não assinem contrato também deverão ficar impedidos de trabalhar como prestadores de serviços para o SNS durante um período. De modo a não pôr em causa a resposta aos doentes, o decreto-lei vai prever cláusulas de exceção para propostas devidamente fundamentadas pelas unidades locais de saúde (ULS).

A par deste diploma, está prevista a publicação de uma portaria de regulamentação que vai reduzir o valor/hora pago aos tarefeiros. Será esta portaria que está a gerar mais desconforto. Embora os valores ainda não sejam conhecidos, no grupo do WhatsApp, há médicos a informar que os clínicos gerais (médicos sem especialidade) vão ganhar 20 euros por hora e os especialistas, 40 euros.

A nota explicativa da Saúde do Orçamento do Estado de 2026, conhecida na semana passada, aponta uma redução de 29 milhões de euros na rubrica da despesa “outros fornecimentos e serviços”, onde se incluem os médicos tarefeiros. Recorde-se que, em 2024, a despesa com estes prestadores aproximou-se dos 213 milhões de euros e, este ano (até Agosto), já vai em 162 milhões, mais 19% do que no mesmo período do ano anterior.

Na última sexta-feira, a ministra da Saúde disse na audição parlamentar sobre o orçamento da Saúde que o objectivo do Governo é cortar 100 milhões de euros na despesa com tarefeiros. Mas no final da sessão, Ana Paula Martins corrigiu, explicando que tal poupança não será em 2026.

Os prestadores de serviço asseguram grande parte das urgências do país, algumas das quais a quase 100%, pelo que a manifestação conjunta e deliberada de indisponibilidades poderá ter consequências graves no funcionamento do SNS.

De acordo com a acta da reunião da direcção dos representantes dos tarefeiros ficou ainda decidido que os grupos parlamentares da Assembleia da República serão informados, por email, sobre o motivo da paralisação das urgências, as razões que a justificam e os direitos que querem ver defendidos. E, demonstrando algum nível de organização interna, o grupo deliberou também que a comunicação com a imprensa será feita por via dos representantes de cada área geográfica do país, actuando o presidente e vice-presidente do grupo como porta-vozes a nível nacional.

Movimentos inorgânicos causam forte impacto

Não é a primeira vez que os médicos se organizam em movimentos inorgânicos que acabam por ter impacto significativo na resposta aos doentes. Em meados de Setembro, quando a urgência de obstetrícia do Hospital Garcia de Orta, em Almada, fechou por falta de médicos, contrariando uma promessa de Ana Paula Martins, o Ministério da Saúde explicou, em comunicado, que “sem que nada o fizesse prever, os médicos prestadores de serviços (…) manifestaram a sua indisponibilidade” para assegurar a urgência. À data, segundo avançou o Expresso, o gabinete da ministra sugeriu implicitamente que a recusa dos tarefeiros foi uma reação à nova legislação – anunciada em Agosto, mas só agora aprovada – “que pretende acabar com injustiças e com os privilégios de alguns tarefeiros que, sendo remunerados muito acima dos seus colegas do SNS, não assumem outros horários que não considerem ser totalmente convenientes”.

A ministra veio depois garantir que não atribuía a responsabilidade pelo sucedido aos tarefeiros, porque estes “não têm vínculo ao SNS”, mas mostrou-se consciente de que o SNS “vai passar um momento difícil” devido às novas regras para limitar a contratação do trabalho à tarefa.

É uma preocupação que se estende aos administradores hospitalares. Num artigo de opinião divulgado no PÚBLICO, em meados de Agosto, o presidente da ULS de Coimbra, Alexandre Lourenço, avisava que a medida do Governo é “inevitavelmente polémica”, criando “receios de encerramentos de urgências se a torneira fechar demasiado depressa” e de que o talento seja empurrado para o privado.

O movimento “Médicos em Luta”, que nasceu no Verão de 2023 no hospital de Viana do Castelo e rapidamente se alargou a todo o país, é um exemplo recente do impacto destes grupos que nascem nas redes sociais, sem estarem associados a estruturas sindicais. Este movimento que ambicionava “melhores condições de trabalho e remuneratórias no SNS” levou a que milhares de médicos recusassem fazer mais horas extras do que as obrigatórias. Enquanto o Governo – era Manuel Pizarro, ministro da Saúde – e sindicatos não se entendiam nas negociações, o protesto foi ganhando dimensão, criando graves constrangimentos nas urgências. A pressão resultou. Em Novembro daquele ano, um dos sindicatos (SIM) chegou a um acordo intercalar com o Governo para valorização das carreiras.

Os enfermeiros também já protagonizaram uma iniciativa com grave impacto no funcionamento do SNS. Em 2018 e 2019, juntaram-se de forma espontânea para lutar por melhores condições de trabalho e criaram o movimento “Greve cirúrgica”. Financiados por um grupo solidário de recolha de fundos online, entraram numa espiral de greves que paralisaram os blocos operatórios dos maiores hospitais do país, adiando milhares de cirurgias.

 

Editado por D23
Postado
há 3 horas, D23 disse:

Ministra da Saúde terá manifestado vontade de sair e espera que Montenegro lhe dê ‘alta’

Ana Paula Martins quererá sair e aguarda apenas a data, a indicar pelo primeiro-ministro. Vontade foi partilhada há semanas com dirigente sindical.

O artigo é pago, mas o título é self-explanatory. A Ministra da Saúde quer sair do cargo, mas o PM Monteverde, acha que ela só deve sair do cargo depois de "fechar" diplomas importantes. 

O Governo faz bem, em mante-la. Era um erro "queimar" o próximo ministro(a) já em Dezembro. 

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