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Distintivos de Tomás_RL
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Por muito que consigam competir no conteudo, a este nivel de qualidade do marketing a CNN nao chega. Amamos aquela sofisticacao da SIC
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Nao concordo inteiramente. O Masterchef ou o DcaE, sobretudo o ultimo, acho que sao bons exemplos de grandes formatos bem adaptados e produzidos. Ironicamente, o ultimo DcaE ate foi integralmente produzido in-house pela propria TVI/Plural e acho que foi a melhor temporada que a TVI fez do programa, sem qualquer experiencia na producao de grandes formatos, que tipicamente sao entregues sempre as duas grandes (ou a EndemolShine ou a Fremantle). Eu emigrei nos ultimos meses, portanto o meu consumo de TV portuguesa baixou drasticamente, mas, pelo que vejo hoje, os problemas da TVI neste momento sao os mesmos que ha ja algum tempo tem com esta direcao, so que agora estao a ser expostos no nivel maximo: falta de massa critica e uma gestao muito pouco profissionalizada. Entregar um formato de grande entretenimento a Coral e um risco enorme e exigiria a entrega de um piloto para a TVI perceber se a produtora tinha ou nao arcaboico para um programa de talentos em horario nobre. A Coral e uma produtora de tier intermedio que esta acima de pequenas produtoras como a Producoes Clandestinas mas que nao joga de todo no campeonato da EndemolShine ou Fremantle. E uma produtora para formatos menos ambiciosos, mais mecanizados e guionados, que exijam menos criatividade e poder de fogo de producao. Ou entao para fazer co-producoes. Nao para assumir um grande formato a titulo individual. Usando a ultima temporada do DCAE como bom exemplo, a TVI, recorrendo a Plural/EMAV, embora sem experiencia na producao destes formatos, revelou um firepower em termos de escala e meios que nao se compara para mim a Coral e, talvez por nao ter experiencia, deve ter delegado internamente grande parte da producao sob a equipa da Lurdes Guerreiro que tem um lastro de 25 anos de experiencia numa produtora das big two globais. Continuo a achar que esta gestao entrega projetos em funcao de relacoes e conhecimentos (Bruno Santos hoje na direcao da Coral depois de sair da TVI; Joao Patricio e Andre Manso que eram Coral antes de irem para a TVI) e usa uma politica de alocacao de pessoas a la Cristina, em que se coloca pessoas a fazer nao o que tem talento para fazer mas a fazer o que elas querem fazer, coisa que nem sempre coincide. O Joao Patricio e um optimo realizador, nao tentem fazer dele uma coisa que nao e. PS: Perdoem a falta de acentuacao, mas o teclado e EN/UK
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Pois, ainda foram a tempo de evitar uma desgraça maior... mas era completamente escusado...
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Basta fazer uma pesquisa no YouTube para ver quem é este Gonçalo e o que disse. Não deixa de ser irónico que alguém que no seu canal no YT tanto ataca a imprensa e os jornalistas como sistema agora aceite com tamanho voluntarismo juntar-se a ele. A direção ou limitou-se a conhecer o seu passado meramente pela sua participação no Observador (que convenientemente lhe fez uma limpeza de "cadastro"), não menos grave, ou então acha que agora é preciso integrar e normalizar gente desta para não serem criticados por eles. Uma das coisas que ajudou a exacerbar isto foi a coincidência da saída da Raquel Varela... Livraram-se de uma extremista para pegar noutro logo a seguir de espectro oposto.
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Após dois dias de grelha, que deu para esclarecer algumas das minhas dúvidas/perplexidades iniciais, a opinião sobre. Depois de só quase ter tecido críticas positivas até agora, sobretudo pela parte estética e da linha gráfica, agora vem o martelo na mão... A forma como está estruturada a grelha é meio trapalhona e atabalhoada... O bloco das 17h com o António Esteves cai de para-quedas ali ensanduíchado entre o bloco do Hélder/Cristiana e o da Ana/Cristina durante uma hora para depois desaparecer e voltar às 19h30. Discordo, tal como a SIC Notícias, de terem jornais a arrancar à uma da tarde; a essa hora arrancam os noticiários principais nas generalistas. A faixa das 13h num canal de notícias ou alinha programas diferentes ou serve para prolongar o jornal precedente para acompanhar acontecimentos que estão a ser acompanhados em direto enquanto a generalista está com o jornal normal. Aqui temos, como na SIC Notícias, um jornal que, mesmo que tenha um alinhamento ligeiramente diferente ou convide alguém para aprofundar um tema, se mantém no espírito de um jornal normal. Não faz sentido para mim. Dividir o Notícias Noite em duas edições descontínuas é incompreensível. Se querem puxar os programas semanais para mais cedo, coloquem-nos às 22h logo a seguir ao Notícias 21 e depois então colocam o Notícias Noite sem descontinuidades. Agora já percebo o propósito do Notícias 21 + Notícias Noite, coisa que não estava a perceber quando partilharam a grelha no lançamento. O formato sucessor do 360º não é o Notícias Noite, como antecipava, mas parece-me antes ser o Notícias 21 (daí também a curiosidade dos genéricos... o do Notícias 21 é claramente distinto dos outros e remete de facto para o conceito de 360º, como já dissemos, enquanto que o do NN é mais alinhado com a identidade gráfica e sonora dos restantes blocos de notícias). Editorialmente é que estou muito desapontado. Continuo a olhar para o canal e o alinhamento continua na mesma lógica da RTP3 e dos canais de notícias pre-CNN PT... O mesmo alinhamento, apresentado da mesma forma, hora a hora e em modo repetição dá a sensação de que a box por algum motivo meteu o programa do início sozinha a dada altura quando, na verdade, é só mais do mesmo. Não se nota uma diferença entre os blocos ao longo do dia ou uma assinatura diferente de jornal para jornal sem ser no grafismo, coisa que em bom rigor acho que a CNN conseguiu fazer e continua a ser a única de facto a consegui-lo. In a nutshell, se vir a CNN em vários horários fico com a sensação de que estou a ver tudo pela primeira vez, mesmo sendo os temas os mesmos, enquanto que na RTP Notícias parece que estou a ver o jornal de há 3h atrás. Sobre a promessa da multiplataforma, chumbo estrondoso. Alguém precisa de ir rever o conceito de multiplaforma e aprender que não basta pregar o "noticias.rtp.pt" no genérico e separadores e passamos a ser multiplataforma. Zero cross-promotion com digital e Antena1, zero referências on-air screen para conteúdos da app/site relacionados com o tema no ar no momento; zero grafismo em ecrã fracionado com contexto adicional além do oráculo, para temas densos ou para acompanhamento paralelo de outras developing stories ao mesmo tempo. Em suma, só sinto que estou a ver a RTP Notícias e não o Telejornal porque tenho o ticker no ecrã... ah não, esperem... o ticker está de regresso à generalista. A realização, tal como temia, não está a aproveitar nada o novo estúdio... Planos mais do mesmo, encadeamento pouco criativo com o alinhamento e as mesmas formas de sempre de apresentar a informação (pivot > peça > pivot > peça...); pouca criatividade com grafismo e mesa de mistura... A operação de câmaras está a deixar muitíssimo a desejar. Enquadramentos desajustados, zooms tremidos e inconsistentes, a viagem dos planos sem suavidade nenhuma. Por vezes, fico com a sensação de que o operador nem sabe muito bem para onde vai levar e acabar o plano e sai uma coisa aleatória, não raras vezes desrespeitando as margens de segurança. A TVI/CNN tem conseguido, mesmo com câmaras robotizadas sem automação de planos (do que me parece), um output mais consistente e smoth. Ainda assim, o refrescamento de rostos, quer com a troca de horários de uns, quer com a entrada de novos, está a ajudar imenso na minha vontade de ver o canal, assim como a colocação dos pivots de primeira linha nos horários-chave. Assim que se esgotar o efeito novidade, não sei se continuarei a acompanhar ou se volto à relação antiga que tinha com a RTP3 sinceramente...
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Eu por acaso não tinha pensado nisso. Pela forma como foi apresentado, o Notícias 21 remeteu-me logo na altura para o primeiro formato do 360º, quando nasceu como apêndice do Telejornal para desenvolver com mais profundidade o tema ou os dois temas mais importantes do dia.
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Como assim, ninguém comentou ou reparou no toque da Clara Osório no ombro do Pedro André Esteves no fecho do programa ontem? Nunca imaginei que fosse haver assim química naquela dupla. O Pedro notou-se que estava mais nervoso do que a Clara, mas parece que a dupla foi bem escolhida e tem potencial para funcionar. A do José António Pereira com a Vânia, menos surprendente para mim, também foi bem construída e notei menos nervosismo em ambos. Embora ache sempre que na equipa do CPN é mais fácil porque tenho a sensação de que a equipa a Norte é mais coesa e mais familiar, o que facilita nestes casos. O genérico do Notícias 21 claramente que era para o 360º
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Agora sim podem dizer que há coisas a tresandar à SIC Aquele backdrop do Telejornal é quase tirado a papel químico do Jornal da Noite
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Apesar das críticas que já lhes fiz, estes oráculos têm a vantagem das proporções... A CNN em 2021 veio aumentar imenso a proporção dos oráculos e a SICN foi atrás com o último rebrand. Embora pareçam feitos em cima do joelho e tenham muita coisa a melhorar, estes estão muito bons no tamanho. Aquela barra onde identificam as pessoas também tem de ser ajustada... Aquela transparência e o tamanho pequeno do texto dificultam imenso a legibilidade.
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Nem tinha lido antes do meu comentário, mas é absolutamente isto. Design e identidade constroem-se e, acima de tudo, evoluem assim. Se olharmos para a nova identidade da BBC, vemos que, para além da sua imagem de marca, eles usam os três cubos em tudo e para tudo. Transformam os cubos noutras formas, são usados como o esqueleto das animações. Quase sem darmos por isso, os cubos estão por todo o lado, mesmo que não os vejamos da forma mais evidente. Já agora, como side note porque isto cruza com algo que já li por aqui a dizer que a estreia da nova identidade gráfica deveria ser feita toda de uma só vez em todos os canais RTP. Curiosamente, a BBC também começou a fazer o "roll out" da sua nova identidade precisamente pelo ident do BBC News channel e só depois é que foi progressivamente alargando aos restantes canais, culminando com o rework dos genéricos do News channel quando houve o merge entre o UK news channel e o World News channel. Quando se fala de mudanças profundas e em marcas consolidadas com história, convém ir fazendo as coisas com calma para os públicos se habituarem. Senão, vai andar toda a gente a perguntar porque é que as barras "desapareceram" de um momento para o outro. Eu com franqueza que não consigo ver esses paralelos todos com a SIC Notícias à excepção da inspiração do estúdio honestamente. Todas as outras semelhanças são coisas perfeitamente normais que não se consideram cópias, mas sim "ares dos tempos". Traços comuns à linguagem do design contemporâneo. As animações por exemplo que até costumam ser coisas muito assemelhadas entre canais acho que aqui ficam claramente distantes de SIC Notícias. Aliás, a SIC Notícias nunca teve por exemplo um lower-third dedicado aos separadores de destaque, coisa que a RTP/CNN sempre têm. Em relação à CNN é óbvio que será sempre diferente porque, além de a CNN ter a extraordinária equipa "criativa" da TVI, bebe muito do design de mau gosto e azeiteiro da TV americana. A promessa do Pedro Figueiredo (sub-diretor de informação) de termos um canal de notícias do século XXI, alinhado com o que de melhor se faz lá fora acho que não só foi cumprida como até excedida em vários aspectos.
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O que raio está o ticker a fazer no JT? Não conseguimos fazer avanços sem uns retrocessos pelo meio?
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Aqui vai a apreciação estética das novidades. Sobre a estrutura da grelha, já tenho umas ideias mas quero ver o primeiro dia para perceber melhor algumas lógicas que podem explicar algumas das minhas dúvidas. Vou deixar em spoiler para poupar quem queira passar à frente à mancha visual do meu testamento No geral, acho que está aqui um grande trabalho não só nacional mas que, sobretudo, fica muitos furos acima daquilo que se considera ser o melhor da Europa. BBC ou France TV, que são referências, deviam olhar para este trabalho e comparar com a mediocridade que a sua imagem é comparado com isto. Isto incluindo os estúdios.
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Gosto de quase tudo. A única coisa que acho que não foi bem conseguida foram os lower-thirds... Parece uma coisa muito feita às três pancadas quando, num canal de notícias, são um dos elementos mais importantes e que mais tempo está no ar (acho que houve menos esforço neste elemento do que o que houve nos genéricos e restante identidade gráfica). Acho que seja normal que isto não seja muito bem feito por um estúdio de design dado que isto é um elemento muito específico da indústria televisiva, mas era aqui que a equipa interna da RTP tinha de entrar e complementar. A banda sonora é boa e adequada, mas também não é particularmente brilhante e suficientemente distintiva como se pedia. O Estúdio está muito bem desenhado, quer na estrutura, quer no próprio design dos componentes. Pisa por completo no novo StudioB da BBC que pagou a um dos mais reconhecidos design studios da Europa. A RTP tem uma mesa muito mais sofisticada e articulada com o restante cenário, o catwalk (zona do LED onde o pivot fica de pé) claramente inspirado na BBC mas muitíssimo mais bem executado, sobretudo a parte que fica atrás do ecrã. As parecenças com o estúdio da SIC Notícias compreendo, mas convenhamos que a linha orientadora do da SIC também é decalcado em muito do design do StudioB da BBC de 2013, só que mais recente. O pormenor que alguém assinalou da semelhança com as mesas da SIC no que toca ao esquema de cores explica-se facilmente: o topo da mesa onde fica o pivot fica com um vidro escuro para esconder o ecrã do computador, os ecrãs e os gadgets todos que são precisos ter na mesa (em vez do que acontecia até agora na mesa da "nave" e no buraco da mesa da RTP3 em que se via aquele lixo todo em cima da mesa) e a parte a branco onde ficam os convidados, pela cor escolhida, permite uma melhor reflexão da luz de cima e, consequentemente, uma melhor iluminação da figura da pessoa, mais uniforme e consistente. Muitas vezes aquilo que pensamos serem cópias de design, se pensarmos um bocadinho, são mecanismos técnicos com um propósito funcional e estético. No que toca à identidade do próprio canal, que na verdade a partir de agora é a marca unificadora de toda a oferta de informação da RTP (já não era sem tempo), eu gosto. Não acho que remeta em excesso para a SIC Notícias. O tipo de letra é suficientemente distintivo e aquela barra serve o mesmo propósito que aquele meio S da SICN só que muito mais bem conseguido que o da SIC. Sobre o novo desenho da "RTP", eu sou suspeito porque defendo que a marca RTP deve evoluir mais pelas letras do que pelo símbolo das barras. Convenhamos que na linguagem de hoje em dia, pelo menos em minha opinião, tem de se procurar alguma simplificação e acho que as barras devem passar de símbolo príncipal a um complemento do logótipo principal. Para marcas como a BBC é muito fácil adaptar o símbolo aos novos tempos porque o desenho original já era bastante simples (foi só atualizar o tipo de letra). Acho que no caso da RTP ou da France TV (a RTP até está melhor neste aspecto) é preferível apostar no texto da marca e usar o símbolo antigo como a RTP o fez, em que as barras, se virmos bem, continuam presentes na linguagem visual por todo o lado (nas promos e nos separadores aproveitaram as barras para fazer o preenchimento e as animações). Isto permite conservar esse símbolo distintivo, mas enquadrando-o com um novo propósito. Ao mesmo tempo que se o conserva para manter essa ideia original, dá-se palco àquele que deve ser o novo foco: RTP. No geral, acho que está aqui um grande trabalho não só nacional mas que, sobretudo, fica muitos furos acima daquilo que se considera ser o melhor da Europa. BBC ou France TV, que são referências, deviam olhar para este trabalho e comparar com a mediocridade que a sua imagem é comparado com isto. Isto incluindo os estúdios.
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Para contrastar a opinião, acho que vão é tarde em relação à partilha de sondagens/projecções, sobretudo em Autárquicas. Em eleições nacionais, ainda percebo para ter o factor diferenciador, mas defender sondagens individuais para autarquias é não perceber de todo a particularidade de eleições locais. Autárquicas não são umas eleições, são 308 eleições diferentes, muito fragmentadas. Para ter sondagens individuais por canal com uma amostra minimamente decente que permita extrapolar para projecções suficientemente confiáveis seria necessário uma grande dispersão de meios, em minha opinião. Ao concentrarem recursos, poderão cobrir mais círculos ou, então, alargar a amostra para reduzir os intervalos estimados e aumentar o grau de confiança. Choquem-se com o facto de, no UK, a BBC, Sky e ITV fazerem sempre projecções conjuntas para todas as eleições, incluindo as legislativas/gerais. Os três principais grupos usam a mesma projecção (sendo que os restantes meios citam-na todos) e nem por isso têm coberturas iguais da noite eleitoral. De um ponto de vista macro, em que há um ambiente de desconfiança generalizada nas sondagens, agrupar meios para conseguir melhores resultados pode ser um caminho para uma fiabilidade melhorada que ajude algumas mentes a perceber que aquilo é um trabalho científico.
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Eu não vou jurar porque evidentemente não faço ideia do que se passa na TVI, mas tenho quase a certeza que QoD foi escolhida pela Felipa Garnel na ida dela à MIPCOM com a Margarida Vitória Pereira (de onde trouxe também o Mental Samurai). Tal como o BB2020 foi planeado por ela e, na fase final, pelo Nuno Santos e Pedro Ribeiro. A novela acabaria era por ser lançada pelo Nuno Santos numa boa estratégia de lançamento conjunto com o BB2020, vindo-se a revelar uma aposta certeira. Como diretor de programas, sempre foi melhor gestor produto e antena do que na parte criativa, conteúdos e talento.
