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há 10 horas, therealitycat1 disse:

sempre disse que a Bárbara só chegou ao ponto a que chegou por culpa do Fernando...ele é muito egoísta e nunca teve os sentimentos da Bárbara em conta 

Eu acho que a barbara nunca casaria com um homem como ele! 

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On 16/05/2025 at 01:00, therealitycat1 disse:

sempre disse que a Bárbara só chegou ao ponto a que chegou por culpa do Fernando...ele é muito egoísta e nunca teve os sentimentos da Bárbara em conta 

Gosta da Inês? 

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Para mim as personagens que mais se destacaram foram a Antónia Martins de Mello (muito bem construída e interpretada com mestria pela maravilhosa atriz que lhe deu vida), Bárbara (outra personagem particularmente complexa, ou não fosse ela a nossa "Heleninha Roitman" mas em modo "vilã"), Lídia, Maria Laurinda, Gonçalo, Afonso, Mónica, Fausto, Bráulio e Célia. 

A Helena e o Sebastião foram, na minha opinião, os personagens mais desinteressantes deste inigualável folhetim, ainda que a primeira reunisse todas as condições para brilhar e estou convencida de que tê-lo-ia feito caso tivesse sido interpretada por uma atriz mais experiente. 

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há 11 horas, Maya disse:

Para mim as personagens que mais se destacaram foram a Antónia Martins de Mello (muito bem construída e interpretada com mestria pela maravilhosa atriz que lhe deu vida), Bárbara (outra personagem particularmente complexa, ou não fosse ela a nossa "Heleninha Roitman" mas em modo "vilã"), Lídia, Maria Laurinda, Gonçalo, Afonso, Mónica, Fausto, Bráulio e Célia. 

A Helena e o Sebastião foram, na minha opinião, os personagens mais desinteressantes deste inigualável folhetim, ainda que a primeira reunisse todas as condições para brilhar e estou convencida de que tê-lo-ia feito caso tivesse sido interpretada por uma atriz mais experiente. 

Concordo. O Sebastião era um chatinho. Que nota merece tdv? 

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há 12 horas, Maya disse:

Para mim as personagens que mais se destacaram foram a Antónia Martins de Mello (muito bem construída e interpretada com mestria pela maravilhosa atriz que lhe deu vida), Bárbara (outra personagem particularmente complexa, ou não fosse ela a nossa "Heleninha Roitman" mas em modo "vilã"), Lídia, Maria Laurinda, Gonçalo, Afonso, Mónica, Fausto, Bráulio e Célia. 

A Helena e o Sebastião foram, na minha opinião, os personagens mais desinteressantes deste inigualável folhetim, ainda que a primeira reunisse todas as condições para brilhar e estou convencida de que tê-lo-ia feito caso tivesse sido interpretada por uma atriz mais experiente. 

Não acho o Sebastião uma má personagem, de todo. Ele teve uma boa evolução dentro da história. O personagem era irritante, mas foi escrito para ser dessa forma.

a Helena de facto foi péssima. Notou-se que a escrita queria fazer dela uma das personagens centrais, mas depois de verem aquele acting deplorável da Débora, tiraram-lhe o foco - e bem. A própria actriz que fazia de Beatriz também era fraquíssima.

Aquele plot do padre também não fez sentido nenhum, tanto que foi completamente esquecido a dada altura. O Frederico Barata teve uma péssima prestação e acho que ninguém a ver a novela engoliu a história do porquê de ele querer ser padre, lol. O próprio núcleo jovem não funcionou, como já aqui disse.

E lamento, mas Benedita Pereira esteve mal nesta novela. Na cena em que desaparece um soutien de uma modelo do desfile da Martins de Mello, a própria figurante que fazia de modelo esteve melhor que ela :cryhappy:

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há 3 minutos, goncalovaz disse:

Concordo. O Sebastião era um chatinho. Que nota merece tdv? 

Acho que de 0 a 10 sou bem capaz de lhe dar um 9.5. Uma novela super redondinha que para mim está isoladíssima no primeiro lugar do top das melhores novelas portuguesas de sempre. E com esta observação não estou de todo a desmerecer as novelas da RTP dos anos 80 e 90, mas como nunca as vi tenho naturalmente de me "restringir" às novelas que acompanhei ou fui espreitando de vez em quando. 

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há 55 minutos, carioquins disse:

Não acho o Sebastião uma má personagem, de todo. Ele teve uma boa evolução dentro da história. O personagem era irritante, mas foi escrito para ser dessa forma.

a Helena de facto foi péssima. Notou-se que a escrita queria fazer dela uma das personagens centrais, mas depois de verem aquele acting deplorável da Débora, tiraram-lhe o foco - e bem. A própria actriz que fazia de Beatriz também era fraquíssima.

Aquele plot do padre também não fez sentido nenhum, tanto que foi completamente esquecido a dada altura. O Frederico Barata teve uma péssima prestação e acho que ninguém a ver a novela engoliu a história do porquê de ele querer ser padre, lol. O próprio núcleo jovem não funcionou, como já aqui disse.

E lamento, mas Benedita Pereira esteve mal nesta novela. Na cena em que desaparece um soutien de uma modelo do desfile da Martins de Mello, a própria figurante que fazia de modelo esteve melhor que ela :cryhappy:

Quais as suas novelas portuguesas favoritas? 

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há 29 minutos, carioquins disse:

Não acho o Sebastião uma má personagem, de todo. Ele teve uma boa evolução dentro da história. O personagem era irritante, mas foi escrito para ser dessa forma.

a Helena de facto foi péssima. Notou-se que a escrita queria fazer dela uma das personagens centrais, mas depois de verem aquele acting deplorável da Débora, tiraram-lhe o foco - e bem. A própria actriz que fazia de Beatriz também era fraquíssima.

Aquele plot do padre também não fez sentido nenhum, tanto que foi completamente esquecido a dada altura. O Frederico Barata teve uma péssima prestação e acho que ninguém a ver a novela engoliu a história do porquê de ele querer ser padre, lol. O próprio núcleo jovem não funcionou, como já aqui disse.

E lamento, mas Benedita Pereira esteve mal nesta novela. Na cena em que desaparece um soutien de uma modelo do desfile da Martins de Mello, a própria figurante que fazia de modelo esteve melhor que ela :cryhappy:

Eu sempre achei o homem absolutamente insuportável. Chato até doer! 

Como referi anteriormente a Helena podia efetivamente ter sido uma das grandes protagonistas desta novela. Infelizmente o fraco desempenho da atriz estragou tudo e deve ter feito o Rui Vilhena alterar uma parte muito significativa do esquema que havia montado desde o início, sendo que a solução encontrada para a resolução deste problema foi ter juntado o Bernardo com a Rita, interpretada pela sempre irrepreensível Joana Solnado, e fazer com que a Raquel e o Gonçalo mais tarde se viessem a apaixonar, sendo que para mim em particular estes dois últimos acabaram mesmo por conseguir ofuscar o casal Fátima e Fernando. 

O plot do Padre foi muito mal desenvolvido de facto. Aliás todo aquele núcleo da Clara e do Vitor que praticavam swing e os seus respetivos filhos eram a parte mais chata da novela, ainda que numa ou outra ocasião até tenha gostado de os ver (lembrei-me agora da cena em que o Vitor despede o Sebastião no último episódio. Devo confessar que fiquei com a minha alma lavada :haha:). 

Quanto à Benedita não podia descordar mais de ti. Acho que ela conseguiu fazer uma boa gestão das várias emoções alucinantes que a personagem foi vivenciando ao longo do seu percurso, imprimindo nela aquela frieza que por vezes irritava um morto, e construiu uma vilã que a mim pelo menos sempre me soou bastante natural e credível, ainda para mais se tivermos em consideração o facto de ela só ter 20 anos (creio) nesta altura e desta ter sido apenas a segunda novela no currículo da atriz. A Mónica não ficou uma vilã nada caricata e foi consistente do princípio ao fim. Acho que esse mérito deve ser atribuído tanto à atriz como ao autor. 

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há 16 minutos, Maya disse:

Eu sempre achei o homem absolutamente insuportável. Chato até doer! 

Como referi anteriormente a Helena podia efetivamente ter sido uma das grandes protagonistas desta novela. Infelizmente o fraco desempenho da atriz estragou tudo e deve ter feito o Rui Vilhena alterar uma parte muito significativa do esquema que havia montado desde o início, sendo que a solução encontrada para a resolução deste problema foi ter juntado o Bernardo com a Rita, interpretada pela sempre irrepreensível Joana Solnado, e fazer com que a Raquel e o Gonçalo mais tarde se viessem a apaixonar, sendo que para mim em particular estes dois últimos acabaram mesmo por conseguir ofuscar o casal Fátima e Fernando. 

O plot do Padre foi muito mal desenvolvido de facto. Aliás todo aquele núcleo da Clara e do Vitor que praticavam swing e os seus respetivos filhos eram a parte mais chata da novela, ainda que numa ou outra ocasião até tenha gostado de os ver (lembrei-me agora da cena em que o Vitor despede o Sebastião no último episódio. Devo confessar que fiquei com a minha alma lavada :haha:). 

Quanto à Benedita não podia descordar mais de ti. Acho que ela conseguiu fazer uma boa gestão das várias emoções alucinantes que a personagem foi vivenciando ao longo do seu percurso, imprimindo nela aquela frieza que por vezes irritava um morto, e construiu uma vilã que a mim pelo menos sempre me soou bastante natural e credível, ainda para mais se tivermos em consideração o facto de ela só ter 20 anos (creio) nesta altura e desta ter sido apenas a segunda novela no currículo da atriz. A Mónica não ficou uma vilã nada caricata e foi consistente do princípio ao fim. Acho que esse mérito deve ser atribuído tanto à atriz como ao autor. 

Sim, o plot do Tomas era chato e o facto do swing ter deixado de poder ser assunto abordado na novela tornou a Clara e o Vitor mais chatos. Até achava alguma piada ao mal humorado do Seba e as suas trombas, bem como à Marta que se viu que fazia a novela sem vontade.
sim,  a debora monteiro obrigou o vilhena a tirar a helena da novela por manifesta insuficiencia da atriz. O papel era exigente e promissor. 

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há 5 minutos, goncalovaz disse:

Sim, o plot do Tomas era chato e o facto do swing ter deixado de poder ser assunto abordado na novela tornou a Clara e o Vitor mais chatos. Até achava alguma piada ao mal humorado do Seba e as suas trombas, bem como à Marta que se viu que fazia a novela sem vontade.
sim,  a debora monteiro obrigou o vilhena a tirar a helena da novela por manifesta insuficiencia da atriz. O papel era exigente e promissor. 

Podia ter existido um triângulo Bernardo/Helena/Fausto. Mas a atriz não tinha estofo para o papel.

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A morte da Teresa foi das poucas medidas do Rui com as quais não concordei, pelo menos não da forma como aconteceu. Ela morreu sem ter tido uma última conversa definitiva com o Artur, sem obter o perdão dele... muito triste de facto!  

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há 38 minutos, Maya disse:

A morte da Teresa foi das poucas medidas do Rui com as quais não concordei, pelo menos não da forma como aconteceu. Ela morreu sem ter tido uma última conversa definitiva com o Artur, sem obter o perdão dele... muito triste de facto!  

Por acaso na altura não pensei muito nisso. Mas gostava de ter assistido a essa conversa definitiva. Acho nesse nucleo a sara vazia de funçao. 

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há 2 horas, goncalovaz disse:

Por acaso na altura não pensei muito nisso. Mas gostava de ter assistido a essa conversa definitiva. Acho nesse nucleo a sara vazia de funçao. 

Acho que a Sara funcionava no fundo como uma espécie de "estrutura" no meio de tantas "almas desesperadas" cujo grande propósito era manter aqueles que estavam à sua volta de pé. A família desabou vezes sem conta mas ela estava sempre lá, firme e forte para os apoiar incondicionalmente. 

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há 1 hora, Maya disse:

Acho que a Sara funcionava no fundo como uma espécie de "estrutura" no meio de tantas "almas desesperadas" cujo grande propósito era manter aqueles que estavam à sua volta de pé. A família desabou vezes sem conta mas ela estava sempre lá, firme e forte para os apoiar incondicionalmente. 

Verdade! 

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há 18 minutos, goncalovaz disse:

Verdade! 

O grande "calcanhar de Aquiles" desta novela foi mesmo a Helena, e tudo por culpa da atriz (e de quem a escolheu diga-se de passagem...) que não estava à altura de uma personagem que tinha tudo para ser incrível! 

Editado por Maya
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há 3 minutos, D91 disse:

Mas apesar disso, a Sara nunca teve grande plot. Faltava-lhe história. E acho que no final ficou sozinha. 

Se a memória não me falha, acho que ela ficou com o advogado da Maria Laurinda.

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há 2 minutos, Maya disse:

Se a memória não me falha, acho que ela ficou com o advogado da Maria Laurinda.

Não me lembrava.

Postado
há 2 horas, Maya disse:

Acho que a Sara funcionava no fundo como uma espécie de "estrutura" no meio de tantas "almas desesperadas" cujo grande propósito era manter aqueles que estavam à sua volta de pé. A família desabou vezes sem conta mas ela estava sempre lá, firme e forte para os apoiar incondicionalmente. 

A Sara tinha imenso potencial e a actriz esteve muito bem no papel, ao contrário da Benedita Pereira. Acho que a Sara foi das poucas personagens que podia ter sido mais bem aproveitada pela escrita. Acho que devia ter tido muito mais cenas com os Martins de Mello por causa do namoro entre o Bernardo e a Rita, coisa que não aconteceu.

Aquela rara cena de confronto entre a Sara e a Antónia, em que ela lhe pergunta se é feliz, é das mais inesquecíveis da novela e uma das melhores cenas das novelas portuguesas. Muito bem escrita e com duas actrizes que estiveram exímias.

Outra das melhores cenas (a melhor, na minha opinião) é a "conversa sincera" entre a Lídia e a Bárbara. 

 

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há 1 minuto, carioquins disse:

A Sara tinha imenso potencial e a actriz esteve muito bem no papel, ao contrário da Benedita Pereira. Acho que a Sara foi das poucas personagens que podia ter sido mais bem aproveitada pela escrita. Acho que devia ter tido muito mais cenas com os Martins de Mello por causa do namoro entre o Bernardo e a Rita, coisa que não aconteceu.

Aquela rara cena de confronto entre a Sara e a Antónia, em que ela lhe pergunta se é feliz, é das mais inesquecíveis da novela e uma das melhores cenas das novelas portuguesas. Muito bem escrita e com duas actrizes que estiveram exímias.

Outra das melhores cenas (a melhor, na minha opinião) é a "conversa sincera" entre a Lídia e a Bárbara. 

 

Amo ambas as cenas e sou fã de todas as suas intervenientes. 

Continuamos a discordar em relação à prestação da Benedita. :haha: E está tudo certo com isso. 

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