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há 1 hora, tiagauto disse:

O final original só faria sentido se a pessoa fosse alguém de status, com medo de perder influência ou uma determinada posição e, mesmo assim, seria puxado...

Se fossem Silvio de Abreu quem escolheriam para assassino/s?

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há 36 minutos, goncalovaz disse:

Se fossem Silvio de Abreu quem escolheriam para assassino/s?

Spoiler

De qualquer modo teria que ser mesmo a família Ferreto, tudo ali está ligado ao assassinato do falecido esposo de Francesca. Não tem outro núcleo além deste núcleo. Eles até tentam colocar Lucas como um dos possíveis assassinos, como ele é usuário de drogas em tratamento, e a droga pode causar transtornos mentais de personalidade. Mas, não tem como não deslocar toda a atenção na família Ferreto.  

 

Editado por DanielNunes
Postado (editado)

As pistas escancaradas nas cenas apos a morte... não há duvidas quem eles queriam para assassino. :rofl:

Claro que só sabendo quem foi é que percebemos... o jorge fernando era muito bom nisto.

Editado por AndreRob
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11 hours ago, goncalovaz said:

Se fossem Silvio de Abreu quem escolheriam para assassino/s?

O assassino do final internacional sem dúvida. Eu gosto muito do percurso do assassino do final do Brasil, acho uma pena terem estragado a sua trajetória com o final que lhe deram

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há 2 horas, tiagauto disse:

@Maya, desististe mesmo desta novela?

Desisti pois. 

A novela não faz de todo o meu género, Tiagauto. Dei uma oportunidade por se tratar de um género pouco ou nada explorado em formato folhetim, mas não demorou muito tempo até me desencantar com as muitas personagens e núcleos secundários chatos, isto sem falar do rumo que o próprio núcleo principal começou a tomar logo após os primeiros 50 (acho) episódios.  

Acabei há pouco de aceder ao link que publicaram aqui com as mais recentes declarações da Cláudia Ohana sobre a sua personagem em 'A Próxima Vítima' e estas confirmaram quase tudo aquilo de que me fui apercebendo a partir de dada altura. Adoro ler um bom romance policial mas, desculpem-me os fãs, esta novela eu dispenso e bem. 

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há 12 horas, Maya disse:

Desisti pois. 

A novela não faz de todo o meu género, Tiagauto. Dei uma oportunidade por se tratar de um género pouco ou nada explorado em formato folhetim, mas não demorou muito tempo até me desencantar com as muitas personagens e núcleos secundários chatos, isto sem falar do rumo que o próprio núcleo principal começou a tomar logo após os primeiros 50 (acho) episódios.  

Acabei há pouco de aceder ao link que publicaram aqui com as mais recentes declarações da Cláudia Ohana sobre a sua personagem em 'A Próxima Vítima' e estas confirmaram quase tudo aquilo de que me fui apercebendo a partir de dada altura. Adoro ler um bom romance policial mas, desculpem-me os fãs, esta novela eu dispenso e bem. 

Eu gosto da novela. Mas, faço parte de tua visão. A novela tem núcleos fracos. Este vai e vem de personagens indecisos por fazer a história andar. O problema dessa novela é o central romântico entre Juca, Ana, Marcelo e Helena. Juca é um personagem inconstante que ora é um progressista e ora um conservador ignorante. A trama entre Juca e Helena, é estranha. O filho de Helena,  Lucas, não quer o relacionamento entre os dois, mas, pode entre Lucas e Iara, filhos de Helena e Juca. Fora a trama de Ana com as traições de Marcelo, e sua própria traição,  quando revela aos filhos que um deles não é filho de Marcelo. Vale mais a pena o núcleo central policial, mas, também é inconstante. Com 204 capítulos,  o autor tem que dá uma enrolada. E só tem apenas três assassinatos durante toda a novela, pega pela monotonia de toda a novela,  que precisa ser segurada até o último capítulo. E a ligação com os assassinatos com todos os personagens não dá um ar de suspense. Colocar apenas Isadora, Marcelo e Lucas como principais suspeitos, quebra todo o ar de suspense. Já vou no capítulo 107. Estou gostando, mas, sinto esta sensação de ser enrolado. 

Editado por DanielNunes
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há 1 hora, DanielNunes disse:

Eu gosto da novela. Mas, faço parte de tua visão. A novela tem núcleos fracos. Este vai e vem de personagens indecisos por fazer a história andar. O problema dessa novela é o central romântico entre Juca, Ana, Marcelo e Helena. Juca é um personagem inconstante que ora é um progressista e ora um conservador ignorante. A trama entre Juca e Helena, é estranha. O filho de Helena,  Lucas, não quer o relacionamento entre os dois, mas, pode entre Lucas e Iara, filhos de Helena e Juca. Fora a trama de Ana com as traições de Marcelo, e sua própria traição,  quando revela aos filhos que um deles não é filho de Marcelo. Vale mais a pena o núcleo central policial, mas, também é inconstante. Com 204 capítulos,  o autor tem que dá uma enrolada. E só tem apenas três assassinatos durante toda a novela, pega pela monotonia de toda a novela,  que precisa ser segurada até o último capítulo. E a ligação com os assassinatos com todos os personagens não dá um ar de suspense. Colocar apenas Isadora, Marcelo e Lucas como principais suspeitos, quebra todo o ar de suspense. Já vou no capítulo 107. Estou gostando, mas, sinto esta sensação de ser enrolado. 

A trama policial é de facto envolvente, mas a maior parte das personagens não têm grande força dramática para sustentar a outra parte da história, nem tão pouco profundidade. 

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há 3 horas, Maya disse:

A trama policial é de facto envolvente, mas a maior parte das personagens não têm grande força dramática para sustentar a outra parte da história, nem tão pouco profundidade. 

Isso é um ponto curioso, o próprio Silvio de Abreu já declarou no memória globo que a novela tem dois pontos de vista para se acompanhar, a parte romântica e o thriller policial, enquanto esta última é um verdadeiro novelão, a primeira não funciona, Tony Ramos e Suzana Vieira não deram liga, a ponto do Silvio ter que deixar a Ana com o Marcelo pela química de décadas que a Suzana tinha com o Wilker, fora outros núcleos que a trama é maçante.

Mas ainda sim, gosto muito da próxima vítima e essa está fila para revisitar novamente no futuro.

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Como alguém que nunca viu a novela e tá acompanhando, quero agradecer a todos que não estragaram a surpresa. Não sou Anti-Spoiler, muito pelo contrário, mas não tenho a mínima vontade de descobrir quem é o assassino antes da hora

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há 3 minutos, Sunshiner disse:

Como alguém que nunca viu a novela e tá acompanhando, quero agradecer a todos que não estragaram a surpresa. Não sou Anti-Spoiler, muito pelo contrário, mas não tenho a mínima vontade de descobrir quem é o assassino antes da hora

Tem-se evitado dizer quem são os dois assassinos possíveis, das duas versões, mas como é obvio uma novela vista com 30 anos de distancia fica um pouco dificil não comentar baseando no que já se sabe... nesse caso é preferível evitar o tópico mesmo com os cuidados que vão sendo levados em conta.

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9 hours ago, DanielNunes said:

Eu gosto da novela. Mas, faço parte de tua visão. A novela tem núcleos fracos. Este vai e vem de personagens indecisos por fazer a história andar. O problema dessa novela é o central romântico entre Juca, Ana, Marcelo e Helena. Juca é um personagem inconstante que ora é um progressista e ora um conservador ignorante. A trama entre Juca e Helena, é estranha. O filho de Helena,  Lucas, não quer o relacionamento entre os dois, mas, pode entre Lucas e Iara, filhos de Helena e Juca. Fora a trama de Ana com as traições de Marcelo, e sua própria traição,  quando revela aos filhos que um deles não é filho de Marcelo. Vale mais a pena o núcleo central policial, mas, também é inconstante. Com 204 capítulos,  o autor tem que dá uma enrolada. E só tem apenas três assassinatos durante toda a novela, pega pela monotonia de toda a novela,  que precisa ser segurada até o último capítulo. E a ligação com os assassinatos com todos os personagens não dá um ar de suspense. Colocar apenas Isadora, Marcelo e Lucas como principais suspeitos, quebra todo o ar de suspense. Já vou no capítulo 107. Estou gostando, mas, sinto esta sensação de ser enrolado. 

O Juca é inconstante sim mas desde quando ele é progressista? 

E quem é Isadora? Havia muitos outros nomes a serem dados como suspeitos além desses que disseste. 

4 hours ago, R.M said:

Isso é um ponto curioso, o próprio Silvio de Abreu já declarou no memória globo que a novela tem dois pontos de vista para se acompanhar, a parte romântica e o thriller policial, enquanto esta última é um verdadeiro novelão, a primeira não funciona, Tony Ramos e Suzana Vieira não deram liga, a ponto do Silvio ter que deixar a Ana com o Marcelo pela química de décadas que a Suzana tinha com o Wilker, fora outros núcleos que a trama é maçante.

Mas ainda sim, gosto muito da próxima vítima e essa está fila para revisitar novamente no futuro.

Discordo, a novela foi um sucesso quer do ponto de vista policial quer do ponto de vista amoroso. Enrolada? Sim, um pouco, justamente pelo sucesso que estava a ter.

Aos olhos dos críticos em 2026 ela beneficiaria de ser transmitida novamente mas numa versão condensada. Mas isso também tiraria o prazer de muitos que querem ver a obra completa.

Acho um piadão ao product placement que andam a fazer na novela. Fruto de uma época. Toda a publicidade forçada a várias marcas, prova de como a novela estava a ser um sucesso. Claro que tudo isso seria removido para transmitir uma obra mais sucinta e rápida para 2026.

Editado por Tito Diogo
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há 10 minutos, Tito Diogo disse:

Discordo, a novela foi um sucesso quer do ponto de vista policial quer do ponto de vista amoroso. Enrolada? Sim, um pouco, justamente pelo sucesso que estava a ter.

Aos olhos dos críticos em 2026 ela beneficiaria de ser transmitida novamente mas numa versão condensada. Mas isso também tiraria o prazer de muitos que querem ver a obra completa.

Mas aí é que tá, quem quer ver a novela completa, acompanharia pelo Globoplay, eu mesmo sempre tive vontade de ver ela completa, na época da reprise no finado viva lá em 2013/14, cheguei a ver algo da trama, mas só fui maratonar mesmo quando a Globo disponibilizou no streaming em 2022, e vendo a íntegra dela, deu pra entender porque o público em 2000 não comprou a reprise mesmo com final diferente.

O thriller policial é a espinha dorsal da trama, isso fez a novela ganhar o status que tem até hoje, porém se tirar isso, a parte amorosa não rende, pega o casal Ana e Marcelo por exemplo, alguém fala deles do mesmo jeito que falaria de Rubra Rosa e Demóstenes ou Maria do Carmo e Giovanni Improtta? Não, porque o personagem do José Wilker em 1995 foi feito pro público ter ranço mesmo, porém no final, ainda sim ele acabou ficando com a Ana porque a química com a Suzana Vieira já existia, algo que com o Tony Ramos não funcionou.

Mas isso não torna a novela superestimada por exemplo, quando o próprio Silvio de Abreu afirma que a trama pode ser vista através de dois pontos de vista, ele deixa bem claro que o público é livre para escolher o quer acompanhar na obra dele.

Postado (editado)
há 44 minutos, Tito Diogo disse:

O Juca é inconstante sim mas desde quando ele é progressista? 

E quem é Isadora? Havia muitos outros nomes a serem dados como suspeitos além desses que disseste. 

Discordo, a novela foi um sucesso quer do ponto de vista policial quer do ponto de vista amoroso. Enrolada? Sim, um pouco, justamente pelo sucesso que estava a ter.

Aos olhos dos críticos em 2026 ela beneficiaria de ser transmitida novamente mas numa versão condensada. Mas isso também tiraria o prazer de muitos que querem ver a obra completa.

Acho um piadão ao product placement que andam a fazer na novela. Fruto de uma época. Toda a publicidade forçada a várias marcas, prova de como a novela estava a ser um sucesso. Claro que tudo isso seria removido para transmitir uma obra mais sucinta e rápida para 2026.

No início dava a impressão de que Juca era um homem de mente aberta (progressista), a ir as exposições de museus, teatro. Porém, com a constante indecisão de ele querer a Ana, para justificar que este amor. A história levou ele a retroceder e não aceitar o relacionamento aberto que Helena teve com Hélio. 

Isabela desculpa eu que troquei os nomes da personagem. 

No capítulo que eu vou, capítulo 108. Os suspeitos a meu ver são Isabela, Marcelo e Lucas. Na intermediária Filomena e Elizeu. Zé Bolacha descarto como um suspeito, pois sabe de algo. Helena descarto, pois, o interesse dela é proteger Lucas. Kleber e Fátima sabem de algo, descarto como suspeitos. Até neste capítulo são estes personagens Isabela (descarto também, pois na morte de Ivete, estava na mansão), Marcelo e Lucas o enfoque das suapeitas, de que percebo para quem não assistiu a novela. 

Editado por DanielNunes
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3 hours ago, R.M said:

pega o casal Ana e Marcelo por exemplo, alguém fala deles do mesmo jeito que falaria de Rubra Rosa e Demóstenes ou Maria do Carmo e Giovanni Improtta? Não, porque o personagem do José Wilker em 1995 foi feito pro público ter ranço mesmo, porém no final, ainda sim ele acabou ficando com a Ana porque a química com a Suzana Vieira já existia, algo que com o Tony Ramos não funcionou.

É uma comparação um pouco injusta porque Ana e Marcelo praticamente nunca estão juntos.

3 hours ago, DanielNunes said:

No início dava a impressão de que Juca era um homem de mente aberta (progressista), a ir as exposições de museus, teatro. Porém, com a constante indecisão de ele querer a Ana, para justificar que este amor. A história levou ele a retroceder e não aceitar o relacionamento aberto que Helena teve com Hélio. 

Isabela desculpa eu que troquei os nomes da personagem. 

No capítulo que eu vou, capítulo 108. Os suspeitos a meu ver são Isabela, Marcelo e Lucas. Na intermediária Filomena e Elizeu. Zé Bolacha descarto como um suspeito, pois sabe de algo. Helena descarto, pois, o interesse dela é proteger Lucas. Kleber e Fátima sabem de algo, descarto como suspeitos. Até neste capítulo são estes personagens Isabela (descarto também, pois na morte de Ivete, estava na mansão), Marcelo e Lucas o enfoque das suapeitas, de que percebo para quem não assistiu a novela. 

Mas o Juca não retrocedeu em nada, ele sempre teve a mesma mentalidade. Tanto que ele e o pai chocam muito por isso mesmo. Quanto aos suspeitos:

Spoiler

falava-se muito também do Alfredo e do Vitinho. Aliás, em algumas mortes o Vitinho foi uma das personagens que víamos a sair justamente antes dos crimes. Mas sugiro que coloques todos os nomes suspeitos escondidos ou em spoiler senão ficamos com metade do elenco exposto e isso ajuda muito a excluir personagens para quem não viu :laugh:

E já agora, para quem dizia que a morte do Josias era um furo relativamente ao final brasileiro, no episódio 84 a Irene diz que ele é o Cão da lista do horóscopo chinês. E nos seguintes aparece o quadro com todos os nomes das vítimas, onde ele também está

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Com a tentativa de assassinato da Irene outros personagens ganharam 'destaque' como possiveis assassinos... agora é o Ze Bolacha que ficou no radar, só que a historia dele e a ligação aos crimes só é clarificada muito tarde na novela... 

E mais uma vez digo... até aquele momento o assassino não podia ser o do Brasil... no entanto o da internacional sabia perfeitamente o que a Irene descobriu e por isso a tentar eliminar... 

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O Zé está sempre a viajar quando ocorrem crimes desde o início da novela. Logo isso já é suspeito. Além disso, a forma como ele pressionou a Ivete quando a Quitéria os apresentou (sendo que ele já a conhecia...) foi super estranhada. Ele quase fez bullying:olhos:

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há 4 minutos, Tito Diogo disse:

O Zé está sempre a viajar quando ocorrem crimes desde o início da novela. Logo isso já é suspeito. Além disso, a forma como ele pressionou a Ivete quando a Quitéria os apresentou (sendo que ele já a conhecia...) foi super estranhada. Ele quase fez bullying:olhos:

Tem uma explicação mas se contar é spoiler... pelo menos nessa personagem acho que a coerência reinou.

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Esta abordagem da homossexualidade é tão rasa... a família do rapaz está preocupada 'será que ele é homem?' e depois vem a ana a falar com a amiga 'mas não se vê logo que ele é homem?' mas não vê que é o filho dela que tem uma postura mais 'efeminada' . É uma abordagem que hoje seria altamente problemática porque o foco é sempre na 'aparência' e no que os outros acham...  

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há 16 horas, AndreRob disse:

Esta abordagem da homossexualidade é tão rasa... a família do rapaz está preocupada 'será que ele é homem?' e depois vem a ana a falar com a amiga 'mas não se vê logo que ele é homem?' mas não vê que é o filho dela que tem uma postura mais 'efeminada' . É uma abordagem que hoje seria altamente problemática porque o foco é sempre na 'aparência' e no que os outros acham...  

E separa a masculinidade da homossexualidade, ou seja, se ele é gay, não é homem... 

Percebe-se que se usaram muitas pinças, até por isso as personagens foram tão bem aceites. O tema acho que até foi bem abordado, no entanto, os diálogos são de fugir porque se baseiam nessa ideia de "ser homem", mas é fruto da época. 

Acho que a novela, apesar de tudo, contribuiu para uma maior empatia com a homossexualidade, ainda que de forma muito torta. 

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há 2 horas, tiagauto disse:

E separa a masculinidade da homossexualidade, ou seja, se ele é gay, não é homem... 

Percebe-se que se usaram muitas pinças, até por isso as personagens foram tão bem aceites. O tema acho que até foi bem abordado, no entanto, os diálogos são de fugir porque se baseiam nessa ideia de "ser homem", mas é fruto da época. 

Acho que a novela, apesar de tudo, contribuiu para uma maior empatia com a homossexualidade, ainda que de forma muito torta. 

Sim na altura esta abordagem bem mais suave e fora dos estereótipos de personagem cheia de trejeitos ajudou muito a empatia pela tematica... apesar do texto a luz da época ser meio problemático... 

Postado

Especialmente numa época em que viriam a aparecer "muitas" personagens homossexuais efeminadas, quase todas sem interesses amorosos, nas novelas do Walcyr Carrasco etc. Nesse contexto foi sensível da parte do autor mostrar duas personagens gays pouco estereotipadas. Gosto também da forma como a Quitéria aborda o tema, aliás, das poucas vezes em que a vemos na boate, já apareceu uma ou outra travesti.

Postado
há 8 minutos, Tito Diogo disse:

Especialmente numa época em que viriam a aparecer "muitas" personagens homossexuais efeminadas, quase todas sem interesses amorosos, nas novelas do Walcyr Carrasco etc. Nesse contexto foi sensível da parte do autor mostrar duas personagens gays pouco estereotipadas. Gosto também da forma como a Quitéria aborda o tema, aliás, das poucas vezes em que a vemos na boate, já apareceu uma ou outra travesti.

Aliás deve ter sido das primeiras novelas que colocou uma família negra como classe media com núcleo próprio sem que a cor da pele fosse minimamente relevante para a trama, geralmente quando existiam eram ou pobres ou empregados, a novela quebrou uma regra que só viria a ter frutos anos mais tarde... 

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