D91 Postado 2 de abril Postado 2 de abril há 2 minutos, Dimitri disse: Dia 31 de março fez 20 anos da estreia, nem uma menção na Casa Feliz nem pela SIC… triste Agora sem a Luciana na SIC nem devem assinalar a data de qualquer forma. 1 Citar
ilovetv.2008 Postado 2 de abril Postado 2 de abril há 27 minutos, D91 disse: Agora sem a Luciana na SIC nem devem assinalar a data de qualquer forma. Pois, mas tinha ideia que tinham algo planeado para celebrar a ocasião a preceito? Agora sem a protagonista, não faz sequer sentido a SIC preparar nada. No máximo, fá-lo a Luciana, até porque não tem tido muito trabalho no "Olá, Bom Dia!", o Rui e o Léo fazem tudo por ela. 1 1 Citar
Televisão 10 Postado 3 de abril Postado 3 de abril On 30/03/2026 at 21:07, marsupilami disse: E muito bem acompanhado! Estreou tarde em televisão, não tinha essa ideia. A título de mera curiosidade, o primeiro papel fixo em televisão do Filipe Vargas deu-se com "Conta-me Como Foi" em 2007. Se considerarmos "Lua Vermelha" e "Sinais de Vida" séries (conforme foram publicitadas), a estreia dele em novelas num papel fixo foi com "Sol de Inverno". Isto confiando no IMDB. Também só se tornou ator aos 32 anos. Antes trabalhava em agências de publicidade. 4 Citar
Francisco D. Postado 7 de abril Postado 7 de abril Isto era infantil, mas tinha bastante piada. A Magda e a Delfina eram uma ótima dupla. 2 Citar
Dimitri Postado 14 de maio Autor Postado 14 de maio Engraçado a SIC ter usado esta música nos primeiros teasers de Floribella e em algumas promos dos primeiros episódios e depois a música não ter feito parte da novela. 5 Citar
ilovetv.2008 Postado 14 de maio Postado 14 de maio há 3 horas, Dimitri disse: Engraçado a SIC ter usado esta música nos primeiros teasers de Floribella e em algumas promos dos primeiros episódios e depois a música não ter feito parte da novela. Típico SIC... Ainda uma novela qualquer foi promovida com o "Manto D'Água" e depois nem sequer aparecia essa música na sua banda sonora e este é o exemplo que me lembro, porque foi na altura em que era viciado nesta canção mesmo. 2 Citar
SaltAir Postado 11 de setembro Postado 11 de setembro Estou a rever novamente e agora entrei num rabbit hole de Floribella. Era mega fã e continuo a ser, com todos os seus defeitos haha Partilho uma das minhas descobertas que não fazia ideia até há uma hora atrás: no plano inicial da versão original, Floricienta, o Fred e a Flor dormem juntos na ilha e a Flor engravida nessa noite. Pelos vistos, a gravidez só seria revelada na segunda temporada (que inicialmente foi escrita com o Frederico e não com o Conde Máximo, antes do ator que fazia de Fred dizer que não iria renovar o contrato). O que a segunda temporada poderia ter sido e aquilo que realmente foi... Acho que é um trauma que nunca vou ultrapassar. 1 Citar
SaltAir Postado 19 de setembro Postado 19 de setembro Terminei de rever a T2 e eu lembrava-me que era má, mas não tinha ideia que era assim tão má. Acho que a única coisa de positivo é mesmo a história do Afonso e da Olívia, porque tudo o resto é péssimo. Tenho algumas coisas que gostava de partilhar, só para deitar cá para fora. Não consigo gostar do Ricardo Pereira. Acho que foi um Conde Máximo horrível, em constante overacting e demasiado infantil. Mesmo nos momentos em que tinha de "encarnar" o Frederico, parecia que não fazia esforço nenhum para incorporar os maneirismos do Diogo Amaral. O Conde argentino, por exemplo, não só fazia isso muito bem, como também era muito mais sóbrio sem perder o carisma de engatatão inerente à personagem. O Ricardo espalhou-se ao comprido e acho que a escolha dele para protagonista da temporada foi o princípio do fim da Floribella. Confesso que também não entendo as discussões de melhor casal entre Flor/Fred e Flor/Conde. Apesar de terem personalidades quase opostas e criarem dinâmicas diferentes com a Flor, enquanto par romântico, o Fred e o Conde eram exatamente a mesma personagem. Estar lá um ou outro era a mesma coisa: eram os dois cobardes, caíam nas artimanhas todas, duvidavam da Flor, maltratavam-na e colocavam princípios, promessas e tradições à frente dela. Até insinuaram os dois que ela era uma **** . Não me parece que um tenha sido particularmente melhor do que o outro em nenhum aspeto (embora o Frederico tenha a seu favor nunca ter "traído" a Flor ao dormir com outra mulher a escassos episódios do final). Se calhar as eternas indecisões do Frederico ficaram mais na memória, mas também porque a T1 foi muito mais longa e encheram chouriços com isso, porque se a T2 não tivesse sido encurtada por estar a ser um flop, não duvido que o Conde fosse padecer do mesmo problema. Acho que a discussão que faz sentido ter, e aquela a que tudo se resume, é mesmo a química entre os dois casais, e aí Fred/Flor vencem de goleada. É pena, porque, no papel, a dinâmica de amor/ódio do Conde e da Flor até costuma ser mais interessante e gerar uma química mais apaixonante, mas ver a Luciana e o Ricardo juntos era tão cativante como ver relva crescer. Não havia química nenhuma nem cumplicidade, tanto que até houve uma altura que tiveram de pôr os beijos deles em câmara lenta para aquilo parecer minimamente intenso Aliás, lembro-me que no final das gravações perguntaram à Luciana como seria o final ideal para ela e ela respondeu que, por ela, ou o Frederico voltava ou matavam a Flor para ir ela ter com o Frederico. Diva Luce era claramente team Príncipe ahahaha (e continua a ser, pelos vistos) 2 Citar
Dimitri Postado 24 de setembro Autor Postado 24 de setembro On 19/09/2026 at 20:52, SaltAir disse: Terminei de rever a T2 e eu lembrava-me que era má, mas não tinha ideia que era assim tão má. Acho que a única coisa de positivo é mesmo a história do Afonso e da Olívia, porque tudo o resto é péssimo. Tenho algumas coisas que gostava de partilhar, só para deitar cá para fora. Não consigo gostar do Ricardo Pereira. Acho que foi um Conde Máximo horrível, em constante overacting e demasiado infantil. Mesmo nos momentos em que tinha de "encarnar" o Frederico, parecia que não fazia esforço nenhum para incorporar os maneirismos do Diogo Amaral. O Conde argentino, por exemplo, não só fazia isso muito bem, como também era muito mais sóbrio sem perder o carisma de engatatão inerente à personagem. O Ricardo espalhou-se ao comprido e acho que a escolha dele para protagonista da temporada foi o princípio do fim da Floribella. Confesso que também não entendo as discussões de melhor casal entre Flor/Fred e Flor/Conde. Apesar de terem personalidades quase opostas e criarem dinâmicas diferentes com a Flor, enquanto par romântico, o Fred e o Conde eram exatamente a mesma personagem. Estar lá um ou outro era a mesma coisa: eram os dois cobardes, caíam nas artimanhas todas, duvidavam da Flor, maltratavam-na e colocavam princípios, promessas e tradições à frente dela. Até insinuaram os dois que ela era uma **** . Não me parece que um tenha sido particularmente melhor do que o outro em nenhum aspeto (embora o Frederico tenha a seu favor nunca ter "traído" a Flor ao dormir com outra mulher a escassos episódios do final). Se calhar as eternas indecisões do Frederico ficaram mais na memória, mas também porque a T1 foi muito mais longa e encheram chouriços com isso, porque se a T2 não tivesse sido encurtada por estar a ser um flop, não duvido que o Conde fosse padecer do mesmo problema. Acho que a discussão que faz sentido ter, e aquela a que tudo se resume, é mesmo a química entre os dois casais, e aí Fred/Flor vencem de goleada. É pena, porque, no papel, a dinâmica de amor/ódio do Conde e da Flor até costuma ser mais interessante e gerar uma química mais apaixonante, mas ver a Luciana e o Ricardo juntos era tão cativante como ver relva crescer. Não havia química nenhuma nem cumplicidade, tanto que até houve uma altura que tiveram de pôr os beijos deles em câmara lenta para aquilo parecer minimamente intenso Aliás, lembro-me que no final das gravações perguntaram à Luciana como seria o final ideal para ela e ela respondeu que, por ela, ou o Frederico voltava ou matavam a Flor para ir ela ter com o Frederico. Diva Luce era claramente team Príncipe ahahaha (e continua a ser, pelos vistos) A 2.ª temporada portuguesa começou, desde o início, de forma bastante problemática. Houve demasiadas alterações em relação à segunda temporada original e fica a sensação de que a adaptação foi feita à pressa, sem uma visão clara do rumo que a história teria mais à frente. Muitos dos problemas acabaram por ser estruturais e tiveram consequências ao longo de toda a temporada. A decisão de manter a Xana e a Clara foi, para mim, um dos maiores erros. Tudo indica que inicialmente nem fariam parte da 2.ª temporada e que acabaram por ser recuperadas à última hora. Um dos indícios disso é o facto de não aparecerem nas primeiras fotografias promocionais da 2ª temporada, nas quais a banda surge apenas com a Carlota (que teria sido membro da banda, aqui nunca foi, o que a deixou sem história e sai da novela a meio). Além disso, demorou demasiado tempo até que as personagens da Xana e Clara tivessem verdadeiramente uma história própria, ficando grande parte da temporada praticamente sem função. O mesmo acontece com alguns regressos que poderiam ter tido muito mais impacto. A Sofia regressa por pouco tempo, quando na versão original o seu regresso tem continuidade até ao fim, e o mesmo acontece com a Maria. São decisões que acabam por retirar importância a personagens e acontecimentos que poderiam ter contribuído bastante para outro produto final. Outro problema evidente foi a redução dos momentos musicais. É difícil compreender esta opção numa novela cuja identidade está tão ligada à música. Em vez de recorrerem tantas vezes a flashbacks, poderiam ter aproveitado esse espaço para desenvolver mais cenas da banda a cantar e interpretar músicas que, apesar de fazerem parte da banda sonora da temporada, nem chegaram a ser cantadas na novela (Tu Vais Voltar, Há uma Lenda...). Teria sido uma utilização muito mais interessante desse tempo inútil. Também houve alterações e cortes em acontecimentos importantes. Por exemplo, nos episódios correspondentes aos episódios 70 da versão original, o Franco (Afonso) acaba por ver acidentalmente o vídeo do Frederico. Na adaptação portuguesa, essa situação nunca acontece. Aqui, praticamente ninguém vê o vídeo além da Flor, já numa fase muito avançada da história, e do Max. No geral, considero que a 2.ª temporada acabou por ficar aquém das expectativas, claro por todas as condicionantes do público não estar muito para aí voltado, mas mesmo ao rever poderia ser uma boa novela, mas o problema maior para mim veio dos autores e muitas das melhores componentes da história original não chegaram a ser devidamente adaptadas. É particularmente frustrante ainda para mais ter sido encurtada porque existiam histórias com bastante potencial na reta final argentina que cá não chegaram a fazer: a Delfina assumir uma identidade falsa e posteriormente arrepender-se, os filhos da Flor, a relação entre o Max e o Afonso, que passam a considerar-se irmãos, e todas as descobertas e revelações associadas a esses acontecimentos. Apesar de tudo, também reconheço alguns méritos à 2.ª temporada portuguesa. A comédia funciona bastante melhor do que na primeira e, nesse aspeto, considero-a uma temporada muito mais divertida. As bruxas e o Araújo foram particularmente bem conseguidos e trouxeram momentos que funcionaram muito bem. E, apesar de todas estas críticas, continuo a considerar que a relação entre o Max e a Flor foi melhor. 1 Citar
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