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Pedro M.

Golpe de Sorte: Um Conto de Natal [dia 21]

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há 3 minutos, JMML disse:

Estão a estudar o quê?!

Não estão a estudar rigorosamente nada!

O horário está mais que definido. Mas alguém tem dúvidas??

Eu acredito que esteja, como também acredito que só venha a estar na quinta ou até no sábado, depois de analisar como se comporta a nova da TVI, porque até podiam estar à espera de mais de "Alma e Coração" na segunda linha. Não tenho connects. :haha:

Edited by srcbica
  • Confused 3

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há 15 horas, srcbica disse:

Eu acredito que esteja, como também acredito que só venha a estar na quinta ou até no sábado, depois de analisar como se comporta a nova da TVI, porque até podiam estar à espera de mais de "Alma e Coração" na segunda linha. Não tenho connects. :haha:

Não é preciso ter connects para ver o óbvio...

Se isto é a grande aposta do canal na ficção e a primeira da era Daniel Oliveira... Não vai para segundo horário. 

Sendo "Alma e Coração" uma novela de baixo desempenho para o que se exigia!

 

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Puxei parabéns trás para ver.

A prestação dos atores ao vivo na Cristina só suportei uns minutos, achei patético (apesar de perceber a estratégia de promoção e até a situar na fronteira do genial). Mas cada vez mais acho que a MJA vai, com este projeto, ascender a um novo patamar. Pelo menos assim o espero (gosto mesmo dela).

Quanto aos previews... Bom, não sigo um produto de ficção portuguesa há anos (tirando o portento que foi a “Sara”), mas já decidi, vou ver isto! (Ou melhor, vou começar a ver.) A narrativa pode não trazer nada de novo, mas tecnicamente falando parece mesmo ser um game changer.

Espero nao me estar a antecipar, mas obrigado Daniel Oliveira por esta (aparente) mudança dos paradigmas da ficção de horário nobre das nossas privadas. Agora é dar seguimento ao comboio (e ter a novela do Vilhena encurtada e gravada também em moldes cinematográficos).

Ah, e o genérico (fantástico) com o instrumental do Rodrigo Leão... é apenas e só classe!

 

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Gostei do genérico, mas aquelas paisagens no meio foi meio nada a ver. Pode ser que não seja já o oficial. 

Será que isto vai ser mm série e ter episódios fechados? Isto é, não seguir o dia a dia dos personagens, ter saltos temporais de alguns dias de episódio para episódio, ir entrando sempre novas personagens e afins? Se assim for, acho incrível e faz sentido a tal divisão de 5 seasons com 20 eps cada. Doutra forma... lol.

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há 4 horas, Hashtag disse:

A Coral é que já mudava aquela assinatura de animação com logotipo que usam no final de cada produto. Parece que vem dos anos 80, cruzes. Fica um choque tremendo ver uma série como GdS ou mesmo OPDC e depois no fim aquele lettering com uma água por baixo, antigo e com pouca definição. Acho que destoa dos tempos de hoje. Para os anos 80/90 máximo estava bom

Por mim colocavam o logo da SP para disfarçar.

  • LOL 4

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Eu gosto da ideia das temporadas até porque força a que cada uma dela tenha um "foco" diferente. Por exemplo, imaginando que são 5, esta primeira ser para apresentar a vida e os problemas da Céu e a viragem na vida dela. A segunda ser com a Céu já rica e com visual completamente alterado e mostrar a adaptação da familía dela a essa nova vida. Outra ser muito focada no plano dos vilões burlões, na vingança da personagem da Diana Chaves, e no romance dela com o Bruno e a última ser já no sentido de encontrar mesmo o tal Rafael (embora em todas as temporadas essa busca deva ser uma constante, e o motivo de muitos confrontos e cenas épicas entre a Céu e a Preciosa).

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O genérico é muito giro, mas aquelas paisagens estão a mais, sem isso, seria simplesmente soberbo. De resto, não vi muito mais.

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há 12 horas, guilhermefmcar disse:

Eu acho que isto não é a versão final, a última transição parece-me muito abrupta. No entanto, está incrível! Alguém na Coral/SIC está de parabéns!!

Jeová, que coisa linda. Trilha sonora muito boa. E o corte do logo eu acho que é proposital, e acompanhou o final da trilha, percebeu? Achei que ficou bom.

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Eu gosto do genérico... 

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há 11 horas, Hashtag disse:

A Coral é que já mudava aquela assinatura de animação com logotipo que usam no final de cada produto. Parece que vem dos anos 80, cruzes. Fica um choque tremendo ver uma série como GdS ou mesmo OPDC e depois no fim aquele lettering com uma água por baixo, antigo e com pouca definição. Acho que destoa dos tempos de hoje. Para os anos 80/90 máximo estava bom

É mais do fim dos anos 90, pois parece o separador da NBP, da CCA, e muitas outras produtoras que já não existem. Até o separador da antiga NPE/Sky Light Entertainment (que não consigo encontrar) era um separador bem moderno para os anos 2000.

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há 1 hora, Gabriel Sabino disse:

Jeová, que coisa linda. Trilha sonora muito boa. E o corte do logo eu acho que é proposital, e acompanhou o final da trilha, percebeu? Achei que ficou bom.

Eu acho que o logo merecia uma transição melhor, aquela animação está ótima. Eu percebo a transição logo a seguir ao piscar de olhos da Céu, mas parece-me estranho. Preferia o piscar de olhos e a entrada do logo, nem que fosse, em fade-in preto com a construção do mesmo. 

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Posted (edited)

Spoiler sobre tudo o que se vai passar no 1º episódio:

Spoiler

Há 13 anos.

O dia de Maria do Céu Garcia começa bem cedo, na banca de fruta dos seus pais, no mercado de Alvorinha. Na vila de onde é natural, Maria do Céu é conhecida por todos como uma mulher de trabalho, honesta e bom coração, com poucas posses, mas uma lutadora incansável na tentativa de juntar mais uns trocos para engrossar o parco orçamento familiar.

Para além dos pais, Natário e Lúcia Garcia, Céu vive com os dois filhos, Telma e Bruno. E é por eles, pela família que tanto preza, que “a Céu das frutas” faz todos os sacrifícios necessários. Incluindo trabalhar de sol a sol, acumulando trabalhos e biscates, para que não falte pão e teto àqueles que mais ama.

Entre a correria que é o seu dia-a-dia, Céu arranja sempre tempo para ajudar os outros. Incluindo — imagine-se — assistir uma grávida que está prestes a dar à luz nas traseiras de uma carrinha de transporte de fruta. Valendo-se de toda a sua desenvoltura e sangue-frio, Céu leva a bom porto o papel de parteira improvisada e torna-se madrinha de Luz, a bebé nascida pelas suas mãos, em pleno mercado de fruta.

No entanto, é através do nascimento de Luz que descobrimos algo sombrio sobre o passado de Céu. Ao mesmo tempo que ela ajuda a trazer uma bebé ao mundo, vêm-lhe à memória flashes do momento em que ela própria deu à luz, com apenas 16 anos. Um parto que não teve um desfecho feliz, já que Céu se viu forçada a entregar o filho recém-nascido a um casal de desconhecidos.

As memórias dolorosas desse dia longínquo, percebe-se bem, nunca deixaram de assombrar Céu. Assim como o sentimento de culpa que ela carrega por ter permitido que a forçassem a entregar o filho. Os contornos desse segredo vão sendo revelados, a pouco-e-pouco, nomeadamente a identidade das mulheres que forçaram Céu a tomar uma decisão daquelas. E descobre-se que, por detrás de tudo aquilo, estiveram as próprias avós do bebé: Lúcia, matriarca dos Garcia, e Preciosa, matriarca dos Toledo.

Passaram-se décadas desde o segredo que marcou a juventude de Céu, mas a ferida está longe de ter cicatrizado. Céu conseguiu refazer a sua vida dentro da normalidade possível, com um casamento feliz pelo meio, do qual resultaram dois filhos que ela adora e que a adoram a ela… Porém, também nunca desistiu de procurar o filho que entregou à nascença, fazendo dessa a sua missão de vida. Uma missão que Céu mantém escondida de toda a gente, excepto de Amália.

É à sua melhor amiga que Céu confidencia que descobriu mais uma pista sobre o paradeiro do filho Rafael. Ao longo dos anos têm sido muitas as pistas falsas, os becos sem saída, as esperanças alimentadas em vão… Mas Céu assume-se como uma mulher de fé, profundamente devota à padroeira de Alvorinha, e vale-se dessa fé para continuar a acreditar no final feliz que tanto deseja: ter a família toda reunida, com os seus três filhos ao pé de si.

Quando se prepara para ir ao encontro de uma mulher misteriosa, que lhe dará a tal pista sobre o paradeiro do filho a troco de dinheiro, Céu vê-se obrigada a usar todas as suas poupanças para pagar várias rendas de casa em atraso e impedir o despejo da família. Ainda assim, com a resiliência que a caracteriza, Céu vai ao encontro da mulher com o pouco dinheiro que lhe resta (dado pela melhor amiga)… sendo que, sem dinheiro, não consegue qualquer informação.

É com as esperanças novamente destruídas que Céu chega à entrevista de emprego que tinha marcada no palacete do velho Artur Colaço, onde espera conseguir um part-time como empregada de limpeza. Tal como sempre faz, Céu varre as tristezas para debaixo do tapete, conseguindo contrariar o dia difícil que teve com a sua habitual alegria de viver e boa disposição. À conta da sua personalidade vibrante, Céu consegue duas vitórias: o emprego e, com ele, a esperança de voltar a juntar dinheiro para retomar a busca pelo filho. Afinal, depois de um dia com tantas emoções para Céu, vislumbra-se um rasgo de esperança no futuro…

Mas continuamos no passado, ainda no ano de 2006, para dar a conhecer dois grandes vilões, Caio e Sílvia. Agindo sob disfarce, os dois dão a machadada final no golpe que andavam a preparar para roubar todo o dinheiro ao empresário da construção civil Fernando Alves Craveiro. Bem sucedidos na missão de o deixarem na falência, os dois apressam-se a fazer o que fazem melhor: mudar de identidade e preparar a fuga em direção ao próximo golpe, com os bolsos cheios de dinheiro roubado.

Ao mesmo tempo que Caio e Sílvia saem do país, a família Alves Craveiro entra numa espiral de desgraça que vai muito além de uma empresa falida. O empresário enganado não lida bem com o que aconteceu e tenta fazer justiça pelas próprias mãos, mas acaba por morrer de ataque cardíaco e, sem conseguir concretizar a sua vingança, deixa apenas dívidas e revolta à viúva e à filha adolescente.

No presente.

Pouco mudou na vida de Céu desde o dia em que ela ajudou a fazer um parto no mercado da fruta. É lá que continua a trabalhar, intervalando os pregões de vendedora com os afazeres de empregada doméstica no palacete do velho Artur Colaço.

Para além de fazer a limpeza e cozinhar, Céu tem sido um anjo da guarda na vida de Artur, tratando-o com todo o carinho e zelando pela sua saúde cada vez mais debilitada. Quem não gosta dessa relação é a única familiar de Artur, a sua sobrinha Rita, que vem visitá-lo de tempos a tempos e apenas com a intenção de avaliar se falta muito para deitar a mão à herança do tio. Fria e interesseira, Rita teme que Artur contemple Céu no seu testamento e arranja um estratagema para a descredibilizar, acusando-a de roubo. Ainda que não acredite na culpa de Céu, Artur fica profundamente abalado pela situação criada pela sobrinha e sente-se mal. Céu tenta ajudar, mas Rita impede-a de se aproximar do tio e expulsa-a do palacete.

No mesmo dia em que Céu é despedida do palacete, Alvorinha veste-se de gala para celebrar a santa padroeira, a Nossa Senhora dos Sete Mantos. Na colectividade recreativa, todos os alvorinhenses dão uma ajuda para preparar a maior festa da vila, encabeçados pelo presidente da colectividade, Horácio, e pela sua mulher e professora de dança, Rosanne. Fala-se do fogo-de-artifício, ensaia-se a coreografia para um espetáculo de dança… E ainda há tempo para o confronto de ideias habitual entre o Padre Aníbal e o trio de beatas mais famoso de Alvorinha: Preciosa, Lúcia e Cremilde (mãe de Amália).

Bem longe da pacata e festiva vila nortenha estão Caio e Sílvia, que se preparam para dar mais um dos seus golpes, desta vez em Roma. Mas o plano corre mal quando os seus retratos robôs são divulgados no noticiário do país e eles vêm-se obrigados a deixar Itália à pressa. Com o falhanço, a pressão para encontrarem  outro golpe é ainda maior!

No encalço da dupla de burlões não anda apenas a polícia nacional e internacional. Também Leonor Alves Craveiro, filha do empresário enganado há 13 anos, procura por todos os meios localizar os responsáveis pela morte do pai e pela depressão profunda em que a mãe caiu desde então. E é notório que ela não vai descansar enquanto não levar a cabo a vingança que o seu pai não conseguiu concretizar pelas suas próprias mãos há tantos anos.

A noite cai sobre Alvorinha e intensificam-se os festejos em honra da padroeira. Mas nem todos estão com espírito para festas e Céu, depois do dia que teve, só quer ficar em casa. É sexta-feira, noite do sorteio do Euromilhões, e isso fá-la deixar o ferro de engomar por instantes, para se sentar em frente à televisão. Céu é jogadora habitual do Euromilhões e naquele dia até esteve prestes a esquecer-se de submeter o boletim… Mas acabou por fazê-lo quase ao fechar das apostas e, ao contrário do que sempre faz, até arriscou trocar um número na sua chave fixa habitual. Por instinto, ao perceber que andou o dia todo a ver o número 7 nas mais variadas situações, Céu decidiu incluir esse número na última estrela.

Começa o sorteio, Céu fecha os olhos de cansaço em frente à televisão… E, lentamente, acaba por adormecer. É o seu filho Bruno, que está na colectividade a festejar com alguns amigos e a namorada Jéssica, quem vai dando uma espreitadela ao sorteio do Euromilhões. E qual não é o espanto dele ao ver sair, um por um, todos os números que a mãe tinha jogado naquele dia… Bruno fica tão embasbacado a olhar para a televisão que deixa de ouvir o que a namorada lhe diz. E o que Jéssica lhe diz é que quer acabar tudo entre eles! Mas nada disso é assimilado por Bruno, que sai dali a correr com o único objetivo de encontrar a mãe e validar com ela o boletim premiado. Será mesmo verdade?!

Ainda antes de Céu receber a notícia de que está Euromilionária, o casal de burlões em fuga de Itália, Caio e Sílvia, ouvem nas notícias que o grande prémio de 100 milhões saiu em Portugal… E é então que decidem regressar ao país para pôr em marcha o próximo grande golpe!

 

Edited by VascoSantos
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há 12 horas, Pedro M. disse:

Nova promo:

 

ficou giro a ideia da notícia

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