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Pedro M.

Orgulho e Paixão

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há 8 horas, DanielNunes disse:

Agora a novela deslancha de vez de vilanias, faltava um grande vilão dentro da narrativa da novela, Susana perdeu forças junto com Xavier, até sumiram com o Motoqueiro Vermelho dentro da novela. Com a chegada de Margareth (Natália do Vale) na narrativa, a novela deu uma nova guinada, a deixou mais dinâmica. Estava achando bem monótona, com a entrada de Margareth em separar o casal Darcy e Elisabeta, deu um grande movimento na trama.

Na verdade ela vai tentar distruir todas as pessoas próximas de Elisa. 

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há 3 horas, Harry Cameron disse:

http://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/novelas/orgulho-e-paixao-luccino-revela-que-e-gay-e-teme-ser-visto-como-aberracao-21337

È um tema interessante de se abordar numa novela de época. Espero que o autor não leve pra palhaçada...

  Spoiler - mostrar conteúdo oculto

 

Nesse tempo a homossexualidade era considerada uma doença mental, e as pessoas eram presas em hospícios com "tratamentos" horríveis... não sei como vão passar isso numa novela das 6. O mais provável é mudaram a história e fingirem que as coisas eram diferentes.

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Eu preferia que não abordassem de todo. É importante não esquecermos o passado, não faz sentido nenhum adoçar a situação quando nessa altura não havia final feliz possível (a não ser uma fuga talvez), já para não dizer que não gosto quando vão contra os factos históricos. Por mais moderna que seja uma personagem em 1800, seria praticamente impossível compreender a situação.

Se for algo discreto e bem conduzido...

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Apesar que a novela foge um pouco da realidade brasileira naquele tempo. As irmãs protagonistas tirando Cecília e Jane, tiraram suas virgindade sem se casarem. Naquele tempo era inadimissível este tipo de conduta, mancharia a honra da família. Mesmo havendo, as mulheres eram vistas como promiscuas, não eram bem vistas pela sociedade, que a discriminavam. Neste caso poderia sim estar incluso este tipo de assunto sobre a homossexualidade, num tom mais poético. Vejo a novela mais fantasiosa do que realista. O autor foge deste tom mais realista, trás mais para os dias de hoje do que naquele tempo em si. 

Edited by DanielNunes

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Agora mesmo, DanielNunes disse:

Apesar que a novela foge um pouco da realidade brasileira naquele tempo. As irmãs protagonistas tirando Cecília, tiraram suas virgindade sem se casarem. Naquele tempo era admissível este tipo de conduta, mancharia a honra da família. Mesmo havendo, as mulheres eram vistas como promiscuas, não eram bem vistas pela sociedade, que a discriminavam. Neste caso poderia sim estar incluso este tipo de assunto sobre a homossexualidade, num tom mais poético. Vejo a novela mais fantasiosa do que realista. A autor foge deste tom mais realista, trás mais para os dias de hoje do que naquele tempo em si. 

*inadmissível

Sim, tens toda a razão. Aliás, outra coisa que me irrita um pouco nalgumas novelas históricas da Globo é a leviandade que tratam a separação entre marido e mulher, antigamente não era como hoje em dia, o divorcio tinha um grande estigma e tabu associado (isso quando era possível sequer), mas nas novelas é tudo bom, tudo muito compreensível... fica algo muito falso. Quem conhecer o mínimo de história sabe que não é assim.... e nem é preciso ir muito longe, basta falarmos com os nossos avós e perguntar como era uma mulher divorciada no seu tempo, ou uma mulher que casava sem ser virgem e ver o que acontecia.

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há 10 minutos, Forbidden disse:

*inadmissível

Sim, tens toda a razão. Aliás, outra coisa que me irrita um pouco nalgumas novelas históricas da Globo é a leviandade que tratam a separação entre marido e mulher, antigamente não era como hoje em dia, o divorcio tinha um grande estigma e tabu associado (isso quando era possível sequer), mas nas novelas é tudo bom, tudo muito compreensível... fica algo muito falso. Quem conhecer o mínimo de história sabe que não é assim.... e nem é preciso ir muito longe, basta falarmos com os nossos avós e perguntar como era uma mulher divorciada no seu tempo, ou uma mulher que casava sem ser virgem e ver o que acontecia.

No caso da Susana ela anulou o casamento com Olegário, mas, em 1910 ainda não havia divórcio oficialmente, era um desquite. E no capítulo de ontem Olegário disse a todos depois de revelar os podres de Susana a Julieta, disse que Susana tinha anulado o casamento com ele. Em ''Lado a Lado'' que foi retratada a mesma época de ''Orgulho e Paixão'', Laura desquita de Edgar mesmo estando ainda casada com este. Historicamente dizendo é meio complicado que cada novela siga fiel a realidade daquele tempo.

Edited by DanielNunes

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Agora mesmo, DanielNunes disse:

No caso da Susana ela anulou o casamento com Olegário, mas, em 1910 ainda não havia divórcio oficialmente, era um desquite. E no capítulo de ontem Olegário disse a todos depois de revelar os podres de Susana a Julieta, disse que Susana tinha anulado o casamento com ele. Em ''Lado a Lado'' que foi retratada a mesma época de ''Orgulho e Paixão'', Laura desquita de Edgar mesmo estando ainda casada com este. Historicamente dizendo é meio complicado que cada novela segue fiel a realidade daquele tempo.

A questão é que, diferentemente de Portugal, o desquite no Brasil não permitia um novo casamento (em Portugal isso era possível entre 1910 e 1940,  depois só foi possível de novo a partir de 1975). Ou seja, mesmo que a mulher pedisse o desquite (e era um grande escândalo) não podia casar de novo.

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há 2 minutos, Forbidden disse:

A questão é que, diferentemente de Portugal, o desquite no Brasil não permitia um novo casamento (em Portugal isso era possível entre 1910 e 1940,  depois só foi possível de novo a partir de 1975). Ou seja, mesmo que a mulher pedisse o desquite (e era um grande escândalo) não podia casar de novo.

Aqui no Brasil até na década de 1980 havia um certo preconceito na questão da separação, e virgindade até a década de 1950 era tabu e chegava ser preconceituoso a mulher tirar a virgindade sem se casar. Não sou desta época, mas, assisti ''Anos Dourados'' uma minissérie que retrata a sociedade carioca na década de 1950. A separação ou desquite era uma berração para aquele tempo, não viam com bons olhos e discriminavam abertamente.

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há 3 minutos, DanielNunes disse:

Aqui no Brasil até na década de 1980 havia um certo preconceito na questão da separação, e virgindade até a década de 1950 era tabu e chegava ser preconceituoso a mulher tirar a virgindade sem se casar. Não sou desta época, mas, assisti ''Anos Dourados'' uma minissérie que retrata a sociedade carioca na década de 1950. A separação ou desquite era uma berração para aquele tempo, não viam com bons olhos e discriminavam abertamente.

Sim, penso que era assim em todo o lado nessa altura, não apenas em Portugal ou no Brasil... mesmo quando a Primeira Republica legalizou o divorcio em Portugal este continuou a ser muito mal visto pela população, visto que a Igreja Católica era contra e a população da altura era bastante religiosa.

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há 6 minutos, Forbidden disse:

Sim, penso que era assim em todo o lado nessa altura, não apenas em Portugal ou no Brasil... mesmo quando a Primeira Republica legalizou o divorcio em Portugal este continuou a ser muito mal visto pela população, visto que a Igreja Católica era contra e a população da altura era bastante religiosa.

Resumindo o autor pode muito bem retratar a homossexualidade de Luccino poeticamente sem ter a interferência histórica daquele tempo que o autor propôs levar. Vejo ''Orgulho e Paixão'' fantasiosa, meio maniqueísta, simplória, que é apenas uma novela para entreter e só, sem estar basado no nicho daquele tempo. Claro, a proposta da novela é levar a protagonista Elisabeta a frente do seu tempo, que ainda não eram pouco exploradas naquele tempo, apesar que tivemos aqui no Brasil mulheres a frente do seu tempo, como foi a musicista Chiquinha Gonzaga por exemplo. Embora Elisabeta está perdendo um pouco foco dentro da novela e sendo engolida pelas outras tramas mais interessantes do que o dela, mesmo ainda retratar Elisa como uma mulher batalhadora, sonhadora e independente, que naquele tempo poucas conseguiram ser esta Elisa. 

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Resumindo o autor pode muito bem retratar a homossexualidade de Luccino poeticamente sem ter a interferência histórica daquele tempo que o autor propôs levar. Vejo ''Orgulho e Paixão'' fantasiosa, meio maniqueísta, simplória, que é apenas uma novela para entreter e só, sem estar basado no nicho daquele tempo. Claro, a proposta da novela é levar a protagonista Elisabeta a frente do seu tempo, que ainda não eram pouco exploradas naquele tempo, apesar que tivemos aqui no Brasil mulheres a frente do seu tempo, como foi a musicista Chiquinha Gonzaga por exemplo. Embora Elisabeta está perdendo um pouco foco dentro da novela e sendo engolida pelas outras tramas mais interessantes do que o dela, mesmo ainda retratar Elisa como uma mulher batalhadora, sonhadora e independente, que naquele tempo poucas conseguiram ser esta Elisa. 
Como assim "poeticamente"? O autor tem que respeitar o contexto histórico da sua história, a não ser que seja algo do género fantástico, uma fantasia. Se a novela é fantasia tudo bem, até podem pôr vampiros e extraterrestres.

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há 34 minutos, Forbidden disse:
há 40 minutos, DanielNunes disse:
Resumindo o autor pode muito bem retratar a homossexualidade de Luccino poeticamente sem ter a interferência histórica daquele tempo que o autor propôs levar. Vejo ''Orgulho e Paixão'' fantasiosa, meio maniqueísta, simplória, que é apenas uma novela para entreter e só, sem estar basado no nicho daquele tempo. Claro, a proposta da novela é levar a protagonista Elisabeta a frente do seu tempo, que ainda não eram pouco exploradas naquele tempo, apesar que tivemos aqui no Brasil mulheres a frente do seu tempo, como foi a musicista Chiquinha Gonzaga por exemplo. Embora Elisabeta está perdendo um pouco foco dentro da novela e sendo engolida pelas outras tramas mais interessantes do que o dela, mesmo ainda retratar Elisa como uma mulher batalhadora, sonhadora e independente, que naquele tempo poucas conseguiram ser esta Elisa. 

 

Como assim "poeticamente"? O autor tem que respeitar o contexto histórico da sua história, a não ser que seja algo do género fantástico, uma fantasia. Se a novela é fantasia tudo bem, até podem pôr vampiros e extraterrestres.

Para mim a novela segue fora do seu tempo retratado. É romantizada e fantasiosa sim, não chega a ter vampiro e estas coisas. Mas o autor escreve algo lúdico fora da realidade do tempo cronológico proposto. A novela poderia ser retratada em nosso tempo atual sem menor dúvida, que não iria esbarrar em nada. A luta da mulher em uma posição maior do que o homem ainda continua, mesmo as mulheres conseguirem cada vez mais espaço na sociedade, tendo o emprego e seu empoderamento, mas, ainda há desigualdade entre homem e mulher.  Poderia julgar que o fantasioso na novela está no lúdico como é retratada, os romances é o ponto mais alto na história da novela, e lida muito com esta fantasia e o lúdico ao mesmo tempo.

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há 8 horas, Forbidden disse:
há 8 horas, DanielNunes disse:
Resumindo o autor pode muito bem retratar a homossexualidade de Luccino poeticamente sem ter a interferência histórica daquele tempo que o autor propôs levar. Vejo ''Orgulho e Paixão'' fantasiosa, meio maniqueísta, simplória, que é apenas uma novela para entreter e só, sem estar basado no nicho daquele tempo. Claro, a proposta da novela é levar a protagonista Elisabeta a frente do seu tempo, que ainda não eram pouco exploradas naquele tempo, apesar que tivemos aqui no Brasil mulheres a frente do seu tempo, como foi a musicista Chiquinha Gonzaga por exemplo. Embora Elisabeta está perdendo um pouco foco dentro da novela e sendo engolida pelas outras tramas mais interessantes do que o dela, mesmo ainda retratar Elisa como uma mulher batalhadora, sonhadora e independente, que naquele tempo poucas conseguiram ser esta Elisa. 

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Como assim "poeticamente"? O autor tem que respeitar o contexto histórico da sua história, a não ser que seja algo do género fantástico, uma fantasia. Se a novela é fantasia tudo bem, até podem pôr vampiros e extraterrestres.

Eu estou muito preocupada com o meu querido Luccino. Tenho medo que o autor estrague aquela personagem tão doce com uma história que não vai levar a lugar nenhum. Não sei como o autor vai descalçar essa bota e colocar o pé no chão, afinal estamos em 1910 e não 2018. A homossexualidade não tem como se enquadrar naquele tempo e muito menos no Vale do Café. Uma terra como aquele nem hoje em dia vê com bons olhos o assunto, imaginem no tempo histórico que a novela se trata. Pobre italiano lindo vai se perder sem rumo.

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Acho que a trama envolvendo as trama de Mário/Mariana acabou, após ela revelar ao Brandão que Mário é Mariana, a trama de Luccino quando descobre que é um homossexual também, dando acho que um possível final feliz com um parceiro só no final da novela, e acho que sei quem é, o soldado Otávio. Agora a novela tem uma outra virada, impactando a trama central entre as vilãs Margareth e Susana contra o casal protagonista Elisabeta e Darcy 

Edited by DanielNunes

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Vi hoje um episódio é chamou-me muito a atenção esta novela. Foi o episódio em que a casa do Barão é penhorada pela Julieta.

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há 19 horas, DanielNunes disse:

Acho que a trama envolvendo as trama de Mário/Mariana acabou, após ela revelar ao Brandão que Mário é Mariana, a trama de Luccino quando descobre que é um homossexual também, dando acho que um possível final feliz com um parceiro só no final da novela, e acho que sei quem é, o soldado Otávio. Agora a novela tem uma outra virada, impactando a trama central entre as vilãs Margareth e Susana contra o casal protagonista Elisabeta e Darcy 

Está a ser muito engenhoso da parte do autor tentar distruir a felicidade dos que cercam o casal para acabar com eles. Foge do comum, eu estou a gostar desse passo. Acho que a Júlia de Rock Story é bisneta de Elisabeta e ambas têm um episódio parecido atrás das grades. 

há 17 horas, SIM disse:

Vi hoje um episódio é chamou-me muito a atenção esta novela. Foi o episódio em que a casa do Barão é penhorada pela Julieta.

Esse episódio é importante para a virada da história, principalmente para Ema e o seu pai. Ambos vão acabar descobrindo que a vida é mais que o "ócio" que eles sempre praticaram e vão lutar pelas suas histórias . Também vão ser pares de dois casais muito queridos na novela: Erma e Aurieta. 

Edited by luadpp
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A Julieta é de um egoísmo e frieza sem igual! Uma pessoa que foi ao longo dos anos se alimentando do ressentimento e do rancor face ás supostas canalhices que o seu finado marido cometera. O Camilo e a Jane não têm culpa das frustrações da Julieta, que no meu entender não se opôs a este romance pelo simples facto de ambos pertencerem a realidades sociais distintas, eu acho que o problema dela é ser mesmo mal amada! No entanto, não posso negar que estou cada vez mais entusiasmada com esta nova promessa de casal "Julieta + Aurélio". Será o pai da nossa Emma capaz de fazer com que a "dama de ferro" quebre?!

A Susana é outra que não desiste de minar a relação da Elisa com o Darcy. O Olegário pode ter muitos defeitos, mas no fundo não creio que seja tão "peste" quanto a sua ex-esposa.

O Barão e a Ofélia, por outro lado, continuam a ser os principais responsaveis pelos momentos mais leves da história, se bem que o casal Erma, que se dão como cão e gato, também tem tido cenas hilariantes. :haha:

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há 2 minutos, Maya disse:

A Julieta é de um egoísmo e frieza sem igual! Uma pessoa que foi ao longo dos anos se alimentando do ressentimento e do rancor face ás supostas canalhices que o seu finado marido cometera. O Camilo e a Jane não têm culpa das frustrações da Julieta, que no meu entender não se opôs a este romance pelo simples facto de ambos pertencerem a realidades sociais distintas, eu acho que o problema dela é ser mesmo mal amada! No entanto, não posso negar que estou cada vez mais entusiasmada com esta nova promessa de casal "Julieta + Aurélio". Será o pai da nossa Emma capaz de fazer com que a "dama de ferro" quebre?!

A Susana é outra que não desiste de minar a relação da Elisa com o Darcy. O Olegário pode ter muitos defeitos, mas no fundo não creio que seja tão "peste" quanto a sua ex-esposa.

O Barão e a Ofélia, por outro lado, continuam a ser os principais responsaveis pelos momentos mais leves da história, se bem que o casal Erma, que se dão como cão e gato, também tem tido cenas hilariantes. :haha:

@Maya não diz isso da Julieta, ela tem o porque de ter esta frieza e amargura. Não vou dizer spolier, mas, nos capítulos que vão se seguir ela explicará por que é o avesso a felicidade amorosa de seu filho.

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Just now, DanielNunes said:

@Maya não diz isso da Julieta, ela tem o porque de ter esta frieza e amargura. Não vou dizer spolier, mas, nos capítulos que vão se seguir ela explicará por que é o avesso a felicidade amorosa de seu filho.

Eu acredito que o tenha, mas que culpa têm o Camilinho e a Jane?! Eles não podem (e não merecem) ser responsabilizados ou sacrificados por qualquer coisa de mal que tenha acontecido á Julieta.

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há 1 minuto, Maya disse:

Eu acredito que o tenha, mas que culpa têm o Camilinho e a Jane?! Eles não podem (e não merecem) ser responsabilizados ou sacrificados por qualquer coisa de mal que tenha acontecido á Julieta.

E ela perceberá isso, só que será tarde demais. Pagará um preço que poderia ter feito isso lá trás.

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Just now, DanielNunes said:

E ela perceberá isso, só que será tarde demais. Pagará um preço que poderia ter feito isso lá trás.

Agora deixaste-me curiosa, mas receosa ao mesmo tempo. Resta-me esperar pelos próximos episódios.

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há 19 horas, Maya disse:

A Julieta é de um egoísmo e frieza sem igual! Uma pessoa que foi ao longo dos anos se alimentando do ressentimento e do rancor face ás supostas canalhices que o seu finado marido cometera. O Camilo e a Jane não têm culpa das frustrações da Julieta, que no meu entender não se opôs a este romance pelo simples facto de ambos pertencerem a realidades sociais distintas, eu acho que o problema dela é ser mesmo mal amada! No entanto, não posso negar que estou cada vez mais entusiasmada com esta nova promessa de casal "Julieta + Aurélio". Será o pai da nossa Emma capaz de fazer com que a "dama de ferro" quebre?!

A Susana é outra que não desiste de minar a relação da Elisa com o Darcy. O Olegário pode ter muitos defeitos, mas no fundo não creio que seja tão "peste" quanto a sua ex-esposa.

O Barão e a Ofélia, por outro lado, continuam a ser os principais responsaveis pelos momentos mais leves da história, se bem que o casal Erma, que se dão como cão e gato, também tem tido cenas hilariantes. :haha:

A Julieta vai surpreender e muito. Vais perceber tudo daqui a uns capítulos, mas entendo a tua revolta. Acreditas que agora já ninguém lembra da "velha" Julieta!? Ela vai ter grandes transformações a todos os níveis, acho que vais gostar.

O Olegário não é mau, também vai mudar de lado. Não te vou dizer para não estragar a boa surpresa, mas ele já tem um par, alguém muito especial, e juntos irão ajudar-se mútuamente. 

Como estamos a falar de transformações e não existe duas sem três, a Ema também será aquela personagem que irá mudar para melhor. De facto a aproximação com o Ernesto fez-la ver o mundo de uma forma diferente, ele mostra-lhe sempre o lado bom da vida. No momento que a novela está agora, temos umas cenas deliciosas entre os dois. Estou amando-os como casal, um  tiro certeiro. Existe ali muita química, acho que dos casais que mais gostei em novelas. 

O que é melhor que o Barão e a Ofélia!? É o Barão e a Ofélia juntos!!! Uma comédia pegada. Adoro aqueles dois. Ainda darás boas gargalhadas. Continua vendo, são mesmo a alegria do Vale do Café.

há 19 horas, Maya disse:

Agora deixaste-me curiosa, mas receosa ao mesmo tempo. Resta-me esperar pelos próximos episódios.

Dá tempo ao tempo, ainda terás de esperar um pouco, ela arrepende-se e terá o gosto amargo da lei do retorno. Eu acredito que o perdão também fará parte desta nova fase. 

Edited by luadpp
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1 hour ago, luadpp said:

A Julieta vai surpreender e muito. Vais perceber tudo daqui a uns capítulos, mas entendo a tua revolta. Acreditas que agora já ninguém lembra da "velha" Julieta!? Ela vai ter grandes transformações a todos os níveis, acho que vais gostar.

O Olegário não é mau, também vai mudar de lado. Não te vou dizer para não estragar a boa surpresa, mas ele já tem um par, alguém muito especial, e juntos irão ajudar-se mútuamente. 

Como estamos a falar de transformações e não existe duas sem três, a Ema também será aquela personagem que irá mudar para melhor. De facto a aproximação com o Ernesto fez-la ver o mundo de uma forma diferente, ele mostra-lhe sempre o lado bom da vida. No momento que a novela está agora, temos umas cenas deliciosas entre os dois. Estou amando-os como casal, um  tiro certeiro. Existe ali muita química, acho que dos casais que mais gostei em novelas. 

O que é melhor que o Barão e a Ofélia!? É o Barão e a Ofélia juntos!!! Uma comédia pegada. Adoro aqueles dois. Ainda darás boas gargalhadas. Continua vendo, são mesmo a alegria do Vale do Café.

Dá tempo ao tempo, ainda terás de esperar um pouco, ela arrepende-se e terá o gosto amargo da lei do retorno. Eu acredito que o perdão também fará parte desta nova fase. 

Eu acredito que a Julieta no fundo não seja má pessoa, mas as atitudes dela deixam-me totalmente fora de mim. A Susana pode ser pérfida, mas o bom humor da personagem faz com que nutre maior simpatia por ela que pela Julieta, que é mais carrancuda e vê maldade em tudo!

A Ema e o Ernesto são um "prato" delicioso minha amiga. Percebo agora o porquê de terem tantos fãs e fieis seguidores, são tão diferentes mas ao mesmo tempo igualmente encantadores. Fico á espera de mais desenvolvimentos para este que é sem duvida um dos melhores casais da novela, a par de Aurieta e Jamilo. 

O Barão e a Ofélia são hilários! :haha: Dói-me a barriga ás vezes de tanto rir com estas duas figuras. :lol:

 

Edited by Maya
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