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Felipa Garnel nova diretora de programas. Bruno Santos está out. Felipa Garnel assume Direção de Programas da TVI https://tvi24.iol.pt/sociedade/18-07-2019/felipa-garnel-assume-direcao-de-programas-da-tvi  

Isabel David Mais mentiras tenham vergonha já chega. Ontem a TVI teve todo dia uma programação especial, deixem se de mentiras, já ninguém acredita nesta televisão podem mudar o disco porque este já está riscado!!! Carmo Tomás Mentira não acredito Ana Maria Brito Pereira Ahahahah TVI sempre..... Quero lá saber das lideranças ,das audiências ,parem com isso já irrita..... Rita Costa Moreira TVI sempre e muito duvidoso as audiências da SIC..... Augusta Ribeiro Sempre TVI, já ch

há 10 horas, campo-praia disse:

Já o disse tantas vezes.

A Cristina está a copiar o que aprendeu na concorrência. Não sabe mais e metade do que fazia nem sequer vinha da cabeça dela.

Pois não! O arrojo já cá andava, desde os anos 90. Aliás a tvi depois nem liderou anos a fio. Ela foi lá tirar o curso e voltou. Aliás a sic nem liderou quando ela chegou. Aliás a fórmula das manhãs nem veio da cabeça dela. Adiante! 

Ganhar no horário é pouco relevante, uma vez que as novas apostas serão amplamente anunciadas depois em antena. Aplaudo a ideia! Claro que vão espetar uma noite especial na sic, e começar todo o horário nobre mais cedo, qualquer programador faria isso. 

Edited by DGA
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Eu fico parvo como só a direção e a Fátima sabem o que ela vai fazer, mas as revistas já sabem tim tim por tim tim. 

Amanhã não vai ser nada do que achávamos 😂 Se calhar o Goucha vai ficar com os sábados, a Fátima com os fins de tarde, a Botelho Moniz com as tardes... vai ser tudo ao contrário... 

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Eu não concordo com o Goucha nas tardes. Preferia que continuasse a Fátima com um novo programa. A Maria Botelho Moniz a solo nas tardes podia ser interessante e resultar a longo prazo.

Nas manhãs podiam experimentar a Fátima. Se for o Cláudio é pedir flop, seja ao lado de quem for.

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há 1 hora, D91 disse:

Eu não concordo com o Goucha nas tardes. Preferia que continuasse a Fátima com um novo programa. A Maria Botelho Moniz a solo nas tardes podia ser interessante e resultar a longo prazo.

Nas manhãs podiam experimentar a Fátima. Se for o Cláudio é pedir flop, seja ao lado de quem for.

Olha que não, que ele ganhou visibilidade graças ao Programa da Cristina e ele tem jeito para programas de day time. E espero que entreguem um grande formato de domingo à noite à Fátima, depois do BB e do ATCNMEE.

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Fo##u

CMVM obriga Mário Ferreira a lançar OPA sobre 70% da Media Capital

Regulador viu mesmo concertação de votos entre Prisa e Mário Ferreira. Aliás, CMVM considera que o acordo moldou "muito significativamente" a Media Capital. Empresário fica obrigado a lançar OPA, mas maior parte do capital é detido por novos acionistas, com quem até já elaborou listas para a administração

Mário Ferreira terá de lançar uma oferta pública de aquisição (OPA) sobre a parcela de capital da proprietária da TVI que não detém (70%). É o resultado da decisão final da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), que considera efetivamente que o empresário da Douro Azul e a Prisa atuavam, na Media Capital, com concertação de votos.

"A CMVM considerou que a Pluris e a Vertix exerceram, de forma concertada (e até à alienação pela Vertix da totalidade da sua participação), influência dominante sobre a Media Capital, no contexto e em execução dos acordos entre si celebrados", aponta o regulador em comunicado divulgado esta quarta-feira, 18 de novembro.

Já tinha havido uma decisão preliminar a 12 de agosto, com a CMVM a indicar que considerava existir uma concertação de votos entre a Prisa e a Pluris, de Mário Ferreira, nomeadamente porque, desde maio, quando o empresário comprou 30,22% da Media Capital à Prisa, foi assinado um acordo parassocial, onde havia cláusulas respeitantes à venda de uma participação superior a 50% dos direitos de voto. Aliás, foi com base nessa decisão preliminar que a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) abriu uma contraordenação contra Mário Ferreira e a Prisa.

ACORDO ENTRE PRISA E MÁRIO FERREIRA MOLDOU "MUITO SIGNIFICATIVAMENTE" MEDIA CAPITAL

Mesmo depois da resposta de Mário Ferreira (que até pediu mais tempo para avançar os seus argumentos), a autoridade liderada por Gabriela Figueiredo Dias manteve a sua decisão. Segundo a conclusão conhecida esta quarta-feira, havia uma "vinculação recíproca das partes no que se refere ao financiamento da Media Capital, à reformulação do seu plano de negócios, à recomposição do seu órgão de administração e à transmissibilidade das ações da Media Capital".

"A implementação de tais acordos moldou, reestruturou e redefiniu muito significativamente a sociedade Media Capital, revelando a existência de uma política interventiva comum na condução dos negócios da sociedade, com reflexos na recomposição do seu órgão de administração, na redefinição do seu plano estratégico e na tomada de decisões relevantes, em particular no que respeita à política de recursos humanos e de financiamento", aponta o comunicado com a decisão.

A CMVM tinha já avisado que, havendo prova de concertação, teria de haver uma OPA, já que havia, com o acordo parassocial, um novo poder de controlo na empresa – e, quando tal acontece, tem de ser dada oportunidade aos minoritários para abandonarem o seu capital. Só que a Prisa já tinha lançado uma OPA em 2007, pelo que essa obrigação só pesa sobre a Pluris.

OFERTA SOBRE 70% DA EMPRESA

"A oferta que a Pluris deverá anunciar, destinada a permitir que os restantes acionistas, querendo, possam alienar a sua participação perante a alteração de controlo verificada, deverá incidir sobre todas as ações da Media Capital não detidas pela Pluris (ou seja, 69,78%)", aponta a CMVM.

Esta investigação começou quando a Prisa ainda era dona de 64% da Media Capital. Neste momento, o grupo espanhol já alienou as suas participações a vários investidores e empresários, como grupo Triun, as tintas CIN e ainda Tony Carreira e Cristina Ferreira. Portanto, estes novos acionistas, donos de 64% do capital da Media Capital, podem vender na OPA, ainda que tenham feito um investimento recente e já depois do investimento de Mário Ferreira.

Aliás, estes acionistas têm trabalhado com o empresário e elaboraram até listas em conjunto para os órgãos sociais da Media Capital. A decisão da CMVM chega uma semana antes da assembleia-geral, agendada para 24 de novembro, em que os acionistas vão decidir os novos órgãos sociais, tendo já proposto Mário Ferreira para presidente da administração, Luís Cunha Velho para presidente executivo, num conselho que conta ainda como vogais Paula Dias Ferreira, mulher do empresário da Douro Azul, e com Cristina Ferreira. Os novos acionistas estão também representados neste conselho agora desenhado.

ABANCA E MINORITÁRIOS SOB OPA

Além destes investidores que entraram na empresa de media já depois do empresário, há uma parcela de 5,31% do capital noutras mãos e, aí sim, há mais tempo: 5,05% no grupo espanhol Abanca e 0,26% em pequenos investidores (onde consta Miguel Pais do Amaral).

A CMVM avisou que "o anúncio preliminar da oferta deverá ser divulgado pela Pluris o mais rapidamente possível e, em qualquer caso, no prazo de 5 dias úteis, ou seja, até 25 de novembro de 2020".

COFINA PODE DEIXAR CAIR OPA... QUE NOVOS ACIONISTAS NÃO QUEREM

A OPA de Mário Ferreira será considerada concorrente à da Cofina, que já anunciara o lançamento de uma oferta de compra sobre 100% da Media Capital. E, por ser concorrente, tem um regime especial a respeitar, desde logo no que diz respeito ao preço.

Neste momento, já há um auditor independente a determinar o preço da oferta da Cofina sobre a Media Capital, que vai servir de base também ao preço que Mário Ferreira terá de pagar a quem quiser vender os seus títulos.

A Cofina oferece 41,5 cêntimos por cada ação da Media Capital, podendo gastar até 35 milhões de euros – só que é preciso que seja um auditor independente a validar o preço.

Esse preço será aproveitado nesta segunda OPA, mas há um senão: como a OPA da Pluris será concorrente à da Cofina, o preço tem de ser pelo menos 2% superior. Exemplo: se o auditor determinar que o preço por ação da Media Capital é mesmo de 41,5 cêntimos, Mário Ferreira teria de lançar uma OPA a pelo menos 42,33 cêntimos.

Há um outro aspeto. Como a OPA de Mário Ferreira, a acontecer, é obrigatória (por decorrer da aplicação da lei), há possibilidade de a Cofina deixar cair a sua OPA voluntária. Tal só pode ser decidido por Paulo Fernandes quando a OPA do empresário for registada junto da CMVM (neste momento, ainda nem há anúncio preliminar).

Se a Cofina não deixar cair a sua OPA, e se Mário Ferreira for mesmo obrigado a lançar a sua, o registo das duas operações será simultâneo, devendo o prazo das ofertas ser o mesmo.

Só que, na verdade, Paulo Fernandes, que lidera a dona do Correio da Manhã, já recebeu a indicação de que, com a sua OPA, não conseguirá mais de 50% na empresa já que Mário Ferreira, com 30%, e Luís Gaspar, da Triun, com 23%, não estão disponíveis para lhe alienarem as respetivas posições, como noticiou o Sol esta semana. Nem os restantes outros investidores que adquiriram as posições à Prisa.

CONTRAORDENAÇÃO NA ERC

Mário Ferreira entrou na Media Capital em maio, sendo que a Entidade Reguladora para a Comunicação Social, depois de uma averiguação e depois da decisão preliminar da CMVM, decidiu abrir um processo de contraordenação por considerar que houve mudança de controlo na televisão e nas rádios da Media Capital sem a sua autorização prévia, que teria de ser dada, já que são serviços licenciados pela ERC. Um processo que continua a correr.

(notícia atualizada às 18.17 com mais informações)

https://expresso.pt/economia/2020-11-18-CMVM-obriga-Mario-Ferreira-a-lancar-OPA-sobre-70-da-Media-Capital

Edited by dav01
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também mandamos aquele trailler péssimo, vulgo,. misturaram as promo da novela e os separadores e fizerem o trailler.  Valeu pela nomeação, espero que isso incentive o Vilhena a continuar a escrever.

Edited by gugas
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ERC trava Mário Ferreira na TVI

A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) insta a Media Capital a suspender a realização da Assembleia Geral convocada para esta terça-feira, que deveria formalizar a mudança da Administração na dona da TVI para a mão do empresário Mário Ferreira.
 

Reunida esta segunda-feira, a ERC avisa, em deliberação a que o CM teve acesso, que aquele órgão do grupo de média não deve tomar posições "que inviabilizem o espírito ou efeitos da Lei" alertando para a "inoponibilidade do desconhecimento após esta notificação [do regulador], a todos os visados".

De acordo com a deliberação, esta exigência é sustentada pela "falta de transparência de titularidade das participações de potenciais titulares de participações sociais ou direitos de voto superiores a 5%". E, assim sendo, a ERC exige a apresentação, no prazo de dez dias, de "provas" ou "medidas com vista a assegurar a transparência" do negócio.Leia aqui a deliberação completa

Esta segunda-feira, em notícia avançada pelo Expresso, a CMVM refere que terá dúvidas da independência do presidente executivo da Media Capital, que cessou funções há duas semanas. Para o regulador, o CEO, quando entrou na Media Capital, nunca poderia ter sido classificado como "administrador independente" uma vez que tinha ligação aos acionistas, neste caso Mário Ferreira.

Recorde-se ainda que na passada semana, a CMVM deliberou que o conluio entre a Prisa e Mário Ferreira obrigou o empresário a lançar uma OPA sobre 69,78% da dona da TVI.

A Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) considera que existiu um conluio entre o grupo espanhol Prisa e o empresário Mário Ferreira na aquisição da Media Capital. A decisão dá como provado que existiram acordos celebrados entre as partes, que tiveram por objeto, entre outros, a vinculação recíproca  no que se refere ao financiamento da Media Capital, à reformulação do seu plano de negócios, à recomposição do seu órgão de administração e à transmissibilidade das ações da Media Capital.

No seguimento destes factos, a participação da Prisa e de Mário Ferreira, que totalizam 95% do capital, devem ser considerada como apenas um bloco acionista, ficando o empresário obrigado ao lançamento de uma Operação Pública de Aquisição (OPA) sobre o restante capital disperso no prazo de cinco dias úteis.

O empresário Mário Ferreira, que já detém 30,22% da Media Capital, vê-se assim obrigado a lançar uma OPA "sobre todas as ações da Media Capital não detidas pela Pluris, 69,78% das ações representativas do seu capital social".

https://www.sabado.pt/dinheiro/detalhe/erc-trava-mario-ferreira-na-tvi?ref=det_ultimas_mundo

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