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Memórias RTP1


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Hoje trago-vos material completamente diferente daquele que é habitual no meu canal. Trata-se da meia final do Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins de 1991, que se disputou no Pavilhão Rosa Mota, entre Portugal e Brasil. Transmissão original da RTP. Resta referir que ainda tenho mais material desta competição, que colocarei em breve no YouTube.

 

 

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Recordar quando a RTP 1 achou por bem transmitir um jogo de futebol e o concerto de Ariana Grande em Manchester (em homenagem às vítimas do atentado) em simultâneo...  

O meu primeiro post a sério neste fórum tem de ser a prestar tributo ao genérico do Telejornal co-produzido pela BBC que ia para o ar entre 2000-2002. Está com 20 anos mas, na minha opinião, ainda muito atual.     

Acho que foi um erro terem terminado com esta promoção aos vários canais do grupo RTP.  

Segundo o site do Brinca Brincando, a serie Pedro e Paulina (1982) ja nao existe nos arquivos da RTP :unsure:  O que tera acontecido? Sendo que nos anos 80 ja havia uma preservação mais cuidada do arquivo

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há 52 minutos, Rui Melo disse:

Segundo o site do Brinca Brincando, a serie Pedro e Paulina (1982) ja nao existe nos arquivos da RTP :unsure:  O que tera acontecido? Sendo que nos anos 80 ja havia uma preservação mais cuidada do arquivo

Na verdade, no início dos anos 80 essa preservação ainda não era assim tão cuidada. E foram anos de crise económica, que também limitava a RTP nessa questão.

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há 21 horas, Rui Melo disse:

https://arquivos.rtp.pt/programas/amores-desamores/
Chegou ao RTP Arquivos a serie Amores, Desamores (2005) de 6 telefilmes

Bem, acabei de assistir o filme Love Online desta coleção. Que macabro! E no entanto e interessante o ambiente futurista de 2013 previsto em 2005, que de certa forma preve uma crise identica a que hoje vivemos. Mais ainda destaco as excelentes prestações da Ana Padrao e da Catarina Furtado! Recomendo vivamente e é curtinho tem 50 minutos!

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Não sei se este é o lugar mais indicado para postar esta crónica do Mário Castrim sobre o Festival Eurovisão da Canção 1989 publicada no Diário de Lisboa a 8 de Maio de 1989 para saber a vossa opinião, o tom é mesmo muito sarcástico.

FESTIVAL OU ESTENDAL?

O trigésimo quarto Festival da Eurovisão realizou-se em Lausanne e foi ganho pelo grupo Rock Riva da Jugoslávia. Dito isto, parece que tudo fica dito. Parece – e é verdade. Como no futebol, o que conta são os resultados. Daqui por algum tempo, as várias peripécias não serão mais que simples poeira dispersa pelo vento.

Este é o grupo Rock Riva, da Jugoslávia. Ninguém dava nada por ele. Não andava nas bocas do Mundo. Continuará, talvez, a não andar. Mas ganhou.

O festival é uma invenção da TV com o suporte das empresas discográficas (e isso ficou bem patente este ano em Portugal) ou vice-versa. Referem-se, à boca mais ou menos cheia, as manobras de bastidores. É capaz de haver exagero. As canções sem qualidade precisam de bodes expiatórios. Para os cábulas, os maus são sempre os professores.

Acontece com frequência chegar ao topo uma canção fora da onda comercial. Os vaticínios são frequentemente contrariados e vencem candidatos desprevenidos.

Foi, aliás, o que sucedeu agora com a Jugoslávia. A sua canção não participava do lote favorito. O título, “Rock Me”, apontava mesmo para um tema de gáspeas destroçadas. Fugia ao romantismo, ao ecologismo, ao cardiologismo. Jogava no ritmo mal cotado da Bolsa.

Jogava deliberadamente? Comercialmente? Investia? Não creio. O grupo Riva limitou-se a fazer o que sempre faz. Foi autêntico. Igual a milhentos de outros grupos que pululam na Jugoslávia, onde o ensino e o amor da música ocupam espaço não conhecido noutras paragens. Isso, e a tradição do convívio juvenil de que a lírica da canção nos fala. É uma das poucas que não pinga amor. E onde não se convida a cantar, mas a dançar:

Rock me, baby!

Vem sentir o que sinto

Rock me, baby

Para cima, para baixo, em volta

Porque me apetece dançar

“Uma vez – conta o Rock me – o filho do presidente da câmara convidou-me para ir ouvir um grande pianista. Estava a tentar impressionar-me, mas não era aquela a maneira de me levar. Ele não sabia que havia dança nos meus pés...”

Conclusão: Rock Me, Baby, depois de terem mandado às urtigas o grande pianista, rockiaram como se viu.

A representação da Jugoslávia trouxe uma presença cénica com imaginação e rigor. Música, letra, organização no palco, tudo foi harmonioso. Um corpo só.

Os diversos júris, eu sei, apenas atendem ao que ouvem. Mas é preciso depois que, o que se vê, lhes dê razão.

Aquela maratona...

O desfile começou pela Itália, onde o cançonetismo sofre de perigoso caruncho. A lengalenga do costume. Quis falar-te... oferecer-te um suspiro... Fecha o coração um momento... Um dia de Inverno... Quis-te demasiado... etc., etc. Melodia a condizer.

Israel atirou para a fornalha um pobre rapazinho de 12 anos. A França viria a fazer o mesmo. Devem ter confundido Lausana com a Figueira da Foz.

A canção fala-nos de um “caminho para a vida feito de amor, de paz e de harmonia universal”. Trata-se de uma canção dedicada certamente às tropas israelitas na Palestina.

A Irlanda, com tradições festivaleiras, insiste na receita:

Telefonei ao meu amor

E ela disse-me

Que ia deixar-me

Não quero acreditar

Devo ter-me enganado

Vem, meu amor

E descobre-me...

Ai verde, verde Irlanda, assim não voltas lá, querida.

A representante da Holanda era originária da Indonésia. Não se percebia patavina do que dizia. Distraí-me até mesmo da música, atraído por aqueles joelhos que, infelizmente, a saia não encobria. Em Televisão, estas coisas são importantes. Por exemplo, o Peres Metello do “Acerto de Contas”. A câmara para apanhar de frente o entrevistado, apanha Peres Metello de costas. A atenção do espectador é desviada para a calvície nascente, em primeiro plano. E não se ouve mais do que por lá se diz.

Agora a Turquia. Aquela Turquia, meus senhores! Agora, no Ocidente, até já acham que aquilo por lá é uma democracia! Seja ou não seja, o pragmatismo agora acima de tudo sem odalisquices nem politiquices: quatro motivos para recordação. Em primeiro lugar, teve um voto, dado pela Espanha – irremediavelmente quixotesca, em defesa dos oprimidos, esta Espanha!

Em segundo lugar, deu quatro votos a Portugal. Como vão ambos na cauda da Europa, será uma questão de boa vizinhança.

Em terceiro lugar, o seu maestro era um espectáculo. Meu Deus!, como é que nenhum circo ainda descobriu este homem eléctrico?

Finalmente, a Turquia apresentou a canção mais breve: 2 minutos e 30 segundos. Se houvesse prémio para o bom senso...

A canção belga era também uma canção romántica:

Através do vento

Através da chuva

Através da tempestade

Graças a ti

Nunca estou só.

Não se percebia muito mais naquele flamengo tão germánico. Mas os locutores diziam que era a história de um amor perdido. Não sei. De um caso perdido, era.

Eis a Inglaterra que ocupa sempre o lugar de favorita. Este ano também, para não fugir à regra. Porque os ingleses sabem música, não cantam apenas de ouvido. Bebem música no seio da sua religião anglicana. Beatles não acontecem por acaso na Inglaterra.

Desta vez, até os fleumáticos súbditos de sua majestade escolheram o romantismo, praticado emboraa com alguma frieza.

Não mais tristes canções

Para eu cantar.

Fujo para onde

Não possas encontrar-me

Não mais procurarei

O certo ou o errado.

Podes fazer agora

O que quiseres fazer...

Ponho-me a imaginar a senhora Thatcher, comovida, com lágrimas de ferro a deslizarem-lhe pelas faces...

A Noruega, desta feita, esqueceu-se dos lapões. Diz-se que a sua canção é um hino à amizade. Acredito.

E chegou a vez de Portugal, com uma especial saudação do locutor, em óptimo português: “Olá, Portugal, tudo bem por aí?...”

Desta vez, a representação portuguesa não foi a reboque da tendência. Só que encontrou pela frente a máquina da Jugoslávia.

Os Da Vinci tiveram a ideia suicida de seguirem adiante com uma canção de ressonâncias fortemente nacionais. Era do seu País que eles falavam – embora o título “Conquistador” não defina correctamente o trajecto histórico de Portugal.

Com tudo isto, a aceitação de uma canção portuguesa foi, que me lembre, a melhor de sempre. Votaram em “Conquistador” a Turquia, a Bélgica, a Noruega, a Suécia, o Luxemburgo, a Áustria, a Finlândia, a Espanha (perderam a cabeça!) e a Grécia.

E o desfile continuou.

Os suecos gritavam. Do francês do Luxemburgo não entendi patavina. Os dinamarqueses trouxeram uma canção (“O Mundo Será Melhor e Tudo Será Mais Belo”) que, como a da Finlândia, merecia melhor sorte. A Áustria apela para o amor e a fraternidade, “para que todos os homens possam viver em liberdade”. A canção finlandesa, com nome italiano e sabor espanhol, excepcionalmente bem interpretada, deu alguma luta mas acabou assim. Com mérito, afinal de contas.

A França. La France. La douce France. Que tristeza, mam’zelle! Que é da tua graça, da tua picância, do teu moulinrougismo de meia preta, ou mesmo daquele piafismo que era o sinal da tua autenticidade? Que é feito de ti, desgraçada?

Aquela tua menina de onze anos, o que é que querias dela, hem? Não tens vergonha de explorar o trabalho infantil? Não tens vergonha de ser... ridícula?

Como se não bastasse o que bastasse, a Espanha. Espanha não é aquilo. Nem na canção, nem na presença. Espanha é matar o toiro. Espanha, quando não é Espanha, é qualquer coisa que confrange. Esta Espanha de exportação faz pena. Não a mudou a Inquisição. Não a dobrou Franco. Receio que o turismo esteja a transformar Espanha num suproduto de Espanha.

Até com o seu lirismo gritado como se a cantadeira, em Lausane, quisesse fazer-se ouvir em Madrid sem microfone:

Cala-te

Ama-me até à aurora.

Se não te posso fazer feliz

Não mo digas agora...

Agora, Chipre. Houve quem gostasse. A provar que as ilhas não se rindem aos palmos. Na votação, Chipre deu a nota máxima à Grécia e a Grécia deu sete pontos a Chipre. Está certo.

A Suíça trouxe uma canção em romanche, a quarta língua oficial da Suíça, alem do francês, italiano e alemão. O romanche, falado por cerca de 50 mil pessoas, ainda se divide em vários dialectos como o suselvan, o sousseleran, o surmeiran e o engradinois. Digo isto primeiro para mostrar a minha cultura e depois porque não sei o que hei-de escrever sobre a canção suíça.

Quanto à Grécia, ela alcançou impacte através de certos pormenores da intérprete, em especial os brincos e as pulseiras. Já vi aquilo nuns vasos de Creta. Grandes civilizações!

A Islândia fez-se notar principalmente pelo visual do seu intérprete, o qual era da opinião de que só com a Lua era capaz de partilhar o seu segredo. Quanto a isso, pois, ficamos a ver navios.

Um avião cheio de sonhos e de juventude está pronto à nossa espera – cantava o Ângelo alemão – Ainda não esqueci o tempo em que éramos aviadores...

Por mim, nada a objectar. Desde que não se trate de stukas ou Messerschmidts...

A Jugoslávia encerraria o desfile.

Abusaram do brinquedo

Desfile que durou três horas. Senhores, très horas é um abuso a que já nenhuma Televisão do Mundo se atreve. Os suíços estavam bêbados com o seu brinquedo.

Suíça. A confederação dos relógios, dos bancos, dos queijos e da neve. Um país que tem quase tantos dialectos quantos habitantes, pátria dos bunkers domésticos “à prova” de guerra nuclear, suprema ilusão imprópria de banqueiros tão realistas.

O festival foi rodeado de um luxo espampanante ao nível do novo-riquismo. As torrentes de luz, os projectores sôfregos, uma atmosfera de irrealismo. Não sei quantas câmaras, não sei quantos microfones – e no entanto, nem o espaço ficou televisivamente mais enriquecido (os intérpretes muitas vezes não passavam de meras sombras perdidas nos mares de luzes e cores) e a distribuição das dezenas de microfones foi utilmente discutível. Muitas vozes praticamente não existiram, outras eram pura e simplesmente abafadas.

Voltemos ao tempo de emissão. Excessivo. A própria Ana Zanatti, ao fim da maratona, já estava balhelhas. Primeiro, considerava que a Inglaterra ainda tinha hipóteses, quando a pobre já estava desenganada dos médicos. Depois, ao confundir a Dinamarca com a Finlândia.

Ano após ano, as Televisões europeias lá vão, cantando e rindo. Enfim. Antes aquilo do que andarem na droga.

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Os genéricos inicial e final do Jornal de Sábado, versão 1986-88. A edição é do dia 27 de agosto de 1988.

 

Edited by Rangel
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há 18 minutos, Rangel disse:

Os genéricos inicial e final do Jornal de Sábado, versão 1986-88. A edição é do dia 27 de agosto de 1988.

 

Eu quando era mais pequeno e não havia vídeos suficientes do passado da RTP na internet, quando vi o globo do genérico pela primeira vez numa homenagem que a TVI fez a um jornalista qualquer (não sei quem) na primavera de 2007, eu achava que era um genérico do Telejornal

também achava que entre 1990 e 1995 o 24 Horas tinha o mesmo genérico que o Jornal da Tarde e o Telejornal, e que o genérico de 1995 tinha estreado em 1994, dada a falta de informação que havia.

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há 11 horas, mbeatriz5509 disse:

esta mulher é mesmo um ícone. que classe <3

(a manuel moura guedes sp a atacar, que inveja amiga)

Eu lembro-me que este programa era altamente irritante por causa mesmo da Manela, o estilo que nós conhecemos na tvi já era tinha antes... alias este programa acabou por dar barraco como aliás quase todos os que ela fez neste estilo mais de enterenimento debate... Coitada da Alexandra.

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Hoje estava a fazer zapping, parei na RTP Memória porque estava a dar os Jogos Sem Fronteiras 1992 e reparei algo de estranho na qualidade. Reparei que também tinha a mosca do C1, que não estranhei porque durante um período de tempo algumas peças jornalísticas foram arquivadas com a mosca, mas com uma qualidade profissional.

Mas desta vez, não. Após ver mais um bocado reparei que se tratava de um gravação VHS.

Aparentemente, dois dos episódios da temporada de 1992 dos JSF (curiosamente os que se passaram em Portugal) foram arquivados em VHS, por razões desconhecidas.

Deixo aqui os dois episódios, embora de uma reposição antiga, para tirarem as vossas conclusões:

Nota: o segundo episódio (o episódio final) tem uma qualidade ainda mais caseira do que o primeiro.

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há 16 minutos, OTalAntiquado disse:

Hoje estava a fazer zapping, parei na RTP Memória porque estava a dar os Jogos Sem Fronteiras 1992 e reparei algo de estranho na qualidade. Reparei que também tinha a mosca do C1, que não estranhei porque durante um período de tempo algumas peças jornalísticas foram arquivadas com a mosca, mas com uma qualidade profissional.

Mas desta vez, não. Após ver mais um bocado reparei que se tratava de um gravação VHS.

Aparentemente, dois dos episódios da temporada de 1992 dos JSF (curiosamente os que se passaram em Portugal) foram arquivados em VHS, por razões desconhecidas.

Deixo aqui os dois episódios, embora de uma reposição antiga, para tirarem as vossas conclusões:

Nota: o segundo episódio (o episódio final) tem uma qualidade ainda mais caseira do que o primeiro.

Isso deu hoje a que horas?

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há 3 horas, OTalAntiquado disse:

Hoje estava a fazer zapping, parei na RTP Memória porque estava a dar os Jogos Sem Fronteiras 1992 e reparei algo de estranho na qualidade. Reparei que também tinha a mosca do C1, que não estranhei porque durante um período de tempo algumas peças jornalísticas foram arquivadas com a mosca, mas com uma qualidade profissional.

Mas desta vez, não. Após ver mais um bocado reparei que se tratava de um gravação VHS.

Aparentemente, dois dos episódios da temporada de 1992 dos JSF (curiosamente os que se passaram em Portugal) foram arquivados em VHS, por razões desconhecidas.

Deixo aqui os dois episódios, embora de uma reposição antiga, para tirarem as vossas conclusões:

Nota: o segundo episódio (o episódio final) tem uma qualidade ainda mais caseira do que o primeiro.

A questão é: porquê ter arquivado nestes moldes? Terá havido algum problema com as fitas? 

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há 11 minutos, Rui Melo disse:

A questão é: porquê ter arquivado nestes moldes? Terá havido algum problema com as fitas? 

Muito provavelmente. O mais estranho é ser numa altura em que já não deveria haver problemas de arquivo (nos anos 60, 70, 80 muita coisa foi apagada tanto em Portugal como em países como o Reino Unido (BBC) por questões de espaço).

 

O caso mais estranho que encontrei, e que penso que já mencionei aqui no fórum, foi alguns episódios do Falatório (que é de 1997!) serem arquivados em VHS. Um episódio de exemplo: https://arquivos.rtp.pt/conteudos/a-ocupacao-da-casa-encantada-parte-i/

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há 59 minutos, OTalAntiquado disse:

Muito provavelmente. O mais estranho é ser numa altura em que já não deveria haver problemas de arquivo (nos anos 60, 70, 80 muita coisa foi apagada tanto em Portugal como em países como o Reino Unido (BBC) por questões de espaço).

 

O caso mais estranho que encontrei, e que penso que já mencionei aqui no fórum, foi alguns episódios do Falatório (que é de 1997!) serem arquivados em VHS. Um episódio de exemplo: https://arquivos.rtp.pt/conteudos/a-ocupacao-da-casa-encantada-parte-i/

Tratando-se de programas em directo, pode ter havido problemas na gravação da cópia para arquivo, e ter sido necessário recorrer à gravação da emissão.

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há 4 horas, D91 disse:

Por falar em Riscos. Quando vão parar aos arquivos RTP? 

não vão. e provavelmente nunca irão ver novamente a luz do dia.

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Os dois substitutos do Vitinho entre 1989 e 1991:

Esta já estava na net já há bastante tempo, foi até reciclada pelo Panda e os Caricas (anteriormente faziam o mesmo com o primeiro tema do Vitinho, o que era caótico, e a vergonha na cara estava assente ao não postarem aquilo no YouTube oficial):

Este aqui foi "descoberto" em 2017 pelo LUSITANIATV, e aparentemente esta tentativa de nova mascote dava pelo nome de Borrachinha. Deduzo que veio com a nova marca do Canal 1 e esteve no ar pelo menos por um ano.

Estes dois vídeos incluem também excertos de revistas da altura:

o das estrelas deu pela primeira vez a 30 de Abril de 1990;

 

este outro em Setembro de 1990.

 

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On 26/08/2021 at 18:09, OTalAntiquado disse:

Hoje estava a fazer zapping, parei na RTP Memória porque estava a dar os Jogos Sem Fronteiras 1992 e reparei algo de estranho na qualidade. Reparei que também tinha a mosca do C1, que não estranhei porque durante um período de tempo algumas peças jornalísticas foram arquivadas com a mosca, mas com uma qualidade profissional.

Mas desta vez, não. Após ver mais um bocado reparei que se tratava de um gravação VHS.

Aparentemente, dois dos episódios da temporada de 1992 dos JSF (curiosamente os que se passaram em Portugal) foram arquivados em VHS, por razões desconhecidas.

Deixo aqui os dois episódios, embora de uma reposição antiga, para tirarem as vossas conclusões:

Nota: o segundo episódio (o episódio final) tem uma qualidade ainda mais caseira do que o primeiro.

Acho que foi nessa equipa de Lisboa de 1992 que o Nuno Graciano participou nos JSF. 

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