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João

Memórias RTP1

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há 3 minutos, LP 98 disse:

A música do genérico é a mesma que veio a ser usada 4 anos mais tarde no genérico do Agora Escolha.

E acho que foi usada em pelo menos mais um  outro programa da RTP, mas não me lembro qual. 

 

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há 5 minutos, LP 98 disse:

A música do genérico é a mesma que veio a ser usada 4 anos mais tarde no genérico do Agora Escolha.

100%  de certezas que é production music. No Agora Escolha só chegou a ser usado na fase da RTP 1, que não vingou. (a de 2015 pior ainda)

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1 hour ago, FraisesSucrées said:

E acho que foi usada em pelo menos mais um  outro programa da RTP, mas não me lembro qual. 

 

Talvez nas reportagens do Portugal Sem Fim, mas não tenho a certeza.

Há uns anos tinha-se descoberto de quem era a música, não me lembro mas sei que não é de production music.

Edited by Rangel

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há 21 minutos, Televisão 10 disse:

Quando é que este Telejornal da RTP Internacional acabou?

 

Tenho ideia que foi em meados de 2015, maio ou junho. Havia esse Telejornal América, que ia para o ar às 20:00 de Nova Iorque, 01:00 de Portugal, e o Telejornal Ásia (https://www.youtube.com/watch?v=hXPe6zwlZaY), às 20:00 de Sidney, 11:00 de Portugal, para as emissões da RTPi de cada continente. Com o fim desses Telejornais específicos voltaram a transmitir em direto na América o 24 Horas (19:00 de NY) e na Ásia o Jornal da Tarde (22:00 de Sidney).

EDIT: Agora que vejo, na verdade foi algo que durou pouco, porque tinham estreado em janeiro de 2014.

Edited by RenatoSimões
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Acho estranho a RTP não ter nenhum magazine dedicado às etnias como era o Nós. Até julgava que era obrigatório por lei.

Curioso nenhuma das Cláudias trabalhar na RTP neste momento. A Cláudia Leal deixou o Bem-Vindos há relativamente pouco tempo. Confesso que não entendo porque a Cláudia Semedo deixou de ser aposta.

 

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há 48 minutos, Televisão 10 disse:

Acho estranho a RTP não ter nenhum magazine dedicado às etnias como era o Nós. Até julgava que era obrigatório por lei.

Curioso nenhuma das Cláudias trabalhar na RTP neste momento. A Cláudia Leal deixou o Bem-Vindos há relativamente pouco tempo. Confesso que não entendo porque a Cláudia Semedo deixou de ser aposta.

 

Também acabaram com o Consigo. Gostava de ver às vezes o programa.

Penso que este tipo de programas acabou durante a hipótese de privatizar a RTP em 2012 e 2013. O Relvas e o Poiares Maduro mataram grande parte do ADN da RTP nessa altura.

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há 2 minutos, mavb98 disse:

Também acabaram com o Consigo. Gostava de ver às vezes o programa.

Penso que este tipo de programas acabou durante a hipótese de privatizar a RTP em 2012 e 2013. O Relvas e o Poiares Maduro mataram grande parte do ADN da RTP nessa altura.

Nessa altura, fizeram-se muitos cortes, o que até se compreende, dada a situação delicada que o país atravessava.

Mas não seria obrigatório ter um programa do género? É que tanto a SIC como a TVI têm todas as semanas.  

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há 1 minuto, Televisão 10 disse:

Nessa altura, fizeram-se muitos cortes, o que até se compreende, dada a situação delicada que o país atravessava.

Mas não seria obrigatório ter um programa do género? É que tanto a SIC como a TVI têm todas as semanas.  

Acho que sim. O problema é que a lei não diz qual a faixa horária em que os devem emitir e eles metem nas madrugadas só para dizer que cumprem a lei.

Estive a ver e o Consigo acabou em 2017 ou 2018. Talvez passou os seus últimos anos despercebido com tantos desenhos animados na RTP2.

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On 06/02/2019 at 07:20, ATVTQsV disse:

Novelas que aparecem na grelha:

  • A Traidora (Venezuela)
  • O Avô e Eu (México)
  • Coração Selvagem (México)
  • Malha de Intrigas (EUA)
  • Vizinhos (Austrália)
  • Desencontros (Portugal)
  • 74.5 - Uma Onda no Ar (Brasil)

Quase todas as telenovelas aqui emitidas são da América Latina.  Só havia uma portuguesa e uma brasileira.

De todas as novelas extra-lusófonas, só A Traidora é que teve dobragem exclusiva para Portugal, pois não encontro registos da sua emissão no Brasil. Também a TVI deu Lágrimas (La revancha) antes da Record que mudou o nome da novela em 1994.

O caso mais intrigante é da novela Malha de Intrigas (The Bold and the Beautiful), que por esta altura já estava a dar na Polónia com o nome de Moda na sukces (A Moda para o Sucesso), onde a novela tornou-se extremamente popular e o seu nome polaco, pela sua longevidade, é sinónimo  de algo "aborrecido". Esteve na TVP até 2017 quando a própria afirmou que teve de a retirar da grelha porque o custo de um episódio era caríssimo. Ora, qual é o caso? A novela, pelo que vi, deu com dobragem brasileira e no Brasil deu com dois nomes: Paixáo e Ódio na Manchete em 1991 e os primeiros episódios repetiram com outro nome na Band - Belas e Intrépidas (entre 7 de Junho e 22 de Outubro de 1999). A sua emissão na RTP compreende o período entre 1995 e 1997, entre a emissão da novela nos dois canais. O que me intriga é que parece que foi feita uma nova dobragem entre as duas ou foi a RTP que fez o seu próprio nome, um pouco como as duas novelas da Telemundo que a SIC Caras deu (Rosa Diamante e A Rainha do Sul) - só adicionou uma legenda no genérico e mais nada - o resto era uma dobragem brasileira que nunca deu no próprio Brasil e que hoje em dia seria produto para exportar para Angola, tipo um contrário dos termos vindos dos africanos que mudaram para o Brasil há séculos.

https://arquivo.pt/wayback/19991007100936/http://programas.rtp.pt/series/malha/lymalh.htm

Vizinhos calculo que era legendada, pois não era a primeira vez que deu na RTP, já deu no fim dos anos 80 se não estiver enganado. A RTP deu as primeiras temporadas que incluem os episódios da Seven antes de mudar para a Ten e, já na fase da Ten (que ainda perdura) o episódio do casamento entre Scott e Charlene (interpretada por Kylie Minogue que foi a sua rampa de lançamento para a fama). Julgo que estes mesmos episódios foram os que a Grundy - actual Fremantle Australia - vendeu na altura para a TVG e a TV3, em galego e em catalão, respectivamente. Para comprovar, no primeiro minuto deste vídeo aparece uma menção dos países em que a série deu e aparece Portugal e dá para ouvir excertos da dobragem catalã da novela. Dificilmente os brasileiros iriam dobrar uma novela destas, pois não é dos gostos deles.

Hoje a novela é mais sucesso no Reino Unido (e continua a ser) e na Irlanda. Na Nova Zelândia ainda passa mas sem o sucesso de Home and Away. Curiosamente, Home and Away - antigamente a inimiga antes da Ten mudar o horário de Vizinhos e do seu noticiário para mais cedo - só chegaria a Portugal em 2016 na SIC Mulher com episódios com cerca de dois anos de atraso, mas sem sucesso.

Ainda bem que as novelas latinas saíram da RTP, era mais produto para a TVI que desencadeou esta onda de novelas.

Em 1991, a Rede Manchete comprou os direitos de emissão de 500 capítulos de meia hora (ou 250 de 1 hora) da soap opera estadunidense "The Bold and the Beautiful", que seria equivalente aos dois primeiros anos da produção, exibidos nos Estados Unidos entre 1987 e 1989. A dobragem foi iniciada em outubro de 1991 e seguiu sem parar até o ano seguinte em um estúdio de dobragem em São Paulo e foi totalmente concluído. A estação brasileira começou a promocionar a novela como uma "maxisérie" e a deu de segunda a quinta às 22:30, com capítulos de 1 hora.

Por volta de março de 1992, a Manchete reiniciou a emissão da trama de "Paixão e Ódio" do primeiro capítulo e passou a emiti-la às 18 horas até meados de julho, quando foi abruptamente retirada pela nova administração da rede. Anos depois, a CBS vendeu os direitos de emissão à Rede Bandeirantes, que exibiu os capítulos que não foram exibidos pela Manchete entre junho e outubro de 1999 às 15 horas com o nome de "Belas e Intrépidas".

Ao que tudo indica, a dobragem de "Malha de Intrigas" tenha sido a mesma que foi realizada no começo dos anos 90 em São Paulo. O site "RTP 50 anos" informa que foram exibidos 240 capítulos (https://museu.rtp.pt/livro/50Anos/Livro/DecadaDe90/EntreAMudancaEAReestruturacao/Pag6/default.htm). Quantos aos custos de dobragem, eles normalmente são pagos pelos produtores da trama, que oferece a produção já dobrada. Um exemplo clássico é o da Globo, que já vende a novela dobrada para o espanhol neutro ou francês parisiense. Entretanto, existem exceções à regra: a Globo paga pela redobragem de qualquer produção cuja a qualidade de dobragem ela considere inferior aos seus pârametros de qualidade (ela não aceita dobragens feitas por estúdios fora do Brasil). O SBT sempre deu preferência pela dobragem de telenovelas mexicanas em estúdios do Rio de Janeiro.

O que provavelmente aconteceu com as novelas latinoamericanas emitidas em Portugal é que os custos de dobragem no Brasil tenham sido pagas pelas produtoras responsáveis (Televisa, Venevisión, RCTV) visando uma possível venda posterior para o Brasil e foi o que acabou por acontecer em vários casos. Caso a lista da wikipedia não esteja errada, as novelas dobradas no Brasil nos anos 90 e que jamais foram exibidas por cá:

México - Caminhos Cruzados, Azul, Nas asas do destino, O Jogo da tua vida (?), Capricho e Ramona
Venezuela - A Traidora, Força de Mulher (que trama seria essa?), Fúria do Destino (?), A Dama de Rosa, Mulher Perigosa, Lágrimas de Mulher (?)

Pelos meus cálculos são 12 novelas dobradas, mas não emitidas no Brasil. Todas as demais foram reaproveitadas. E, ao que tudo indica, Lágrimas foi a primeira dobragem brasileira encomendada para o exterior. Quanto à dobragem brasileira para Angola, eu não consigo descobrir quando a exportação começou. Isso porque existem estúdios de péssima qualidade que contratam qualquer pessoa para fazer a dobragem e são localizados em Miami e Los Angeles. 

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há 16 horas, PierreDumont disse:



O que provavelmente aconteceu com as novelas latinoamericanas emitidas em Portugal é que os custos de dobragem no Brasil tenham sido pagas pelas produtoras responsáveis (Televisa, Venevisión, RCTV) visando uma possível venda posterior para o Brasil e foi o que acabou por acontecer em vários casos. Caso a lista da wikipedia não esteja errada, as novelas dobradas no Brasil nos anos 90 e que jamais foram exibidas por cá:

México - Caminhos Cruzados, Azul, Nas asas do destino, O Jogo da tua vida (?), Capricho e Ramona
Venezuela - A Traidora, Força de Mulher (que trama seria essa?), Fúria do Destino (?), A Dama de Rosa, Mulher Perigosa, Lágrimas de Mulher (?)
 

Azul passou na RTP e famosamente foi a única telenovela mexicana dobrada em Português de Portugal. A Fúria do Destino também passou por cá (acho que na RTP) ao mesmo tempo que O Preço Da Paixão (aka Maria Celeste) passava na TVI, inspirando o título de um sketch do Herman José de paródia às telenovelas venezuelanas "A Fúria da Paixão".  

Edited by FraisesSucrées
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há 41 minutos, FraisesSucrées disse:

Azul passou na RTP e famosamente foi a única telenovela mexicana dobrada em Português de Portugal. A Fúria do Destino também passou por cá (acho que na RTP) ao mesmo tempo que O Preço Da Paixão (aka Maria Celeste) passava na TVI, inspirando o título de um sketch do Herman José de paródia às telenovelas venezuelanas "A Fúria da Paixão".  

A Fúria da Paixão foi um sketch do Herman Zap, ao que se sabe:

http://biblioteca.cm-sintra.pt/Opac/Pages/Search/Results.aspx?Database=10222_BIBLIO&SearchText=CDU="759.3"

Até o genérico acertava na mouche nos genéricos das telenovelas venezuelanas pré-Chaves, até nos tipos de letra, isto e as dobragens chunga feitas em outsourcing que já foi falado pelo Pierre:

 

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há 9 horas, ATVTQsV disse:

Até o genérico acertava na mouche nos genéricos das telenovelas venezuelanas pré-Chaves, até nos tipos de letra, isto e as dobragens chunga feitas em outsourcing que já foi falado pelo Pierre:

Até o final dos anos 90, as TVs brasileiras mudavam a genérico e o tema principal por considerarem a versão hispânica demasiadamente "over" e até "trash". Hans Donner nos acostumou a piruetas tecnológicas, algo incomum nas telenovelas e soap operas pelo mundo afora.  Hoje, a Televisa proíbe tal modificação. Zap e SBT modificam apenas os créditos, traduzindo-os para o português.

Quanto à dobragem, eu adoraria saber quando começou essa moda por Angola e Moçambique. Há algum tempo eu vi uma entrevista de um produtor angolano da Semba Comunicação, que produziu Jikulumessu e Windeck, afirmando que "antigamente a TPA dava sempre os filmes legendados, sendo originários de vários países. Não tinha dobragem. Eles vinham da Itália, França, Alemanha, Rússia, China, Japão. O filme americano se via apenas uma vez por semana"
 

há 10 horas, FraisesSucrées disse:

Azul passou na RTP e famosamente foi a única telenovela mexicana dobrada em Português de Portugal. A Fúria do Destino também passou por cá (acho que na RTP) ao mesmo tempo que O Preço Da Paixão (aka Maria Celeste) passava na TVI, inspirando o título de um sketch do Herman José de paródia às telenovelas venezuelanas "A Fúria da Paixão".  

Eu pensava que Azul tinha sido dobrada no Brasil, agora fiquei surpreso, mas não totalmente. Dia desses encontrei uma dissertação sobre a história da dobragem em Portugal e suas pendências legais nos tempos do Salazarismo. É um documento interessante, pois os responsáveis pela programação de filmes na grelha na RTP, TVI e SIC afirmam que tentaram introduzi-la nos canais hertezianos na década de 90, ora aproveitando a dobragem brasileira (vide o caso das telenovelas e da série Esquadrão Classe A), ora aproveitando a dobragem portuguesa (como na série Amigos), mas sem grande acolhida por parte do público. Para os que estão interessados na dissertação, aqui está. Antes, é válido dizer que existem informações valiosas sobre a construção das estratégias de programação das estações privadas naquela época.

https://repositorio.iscte-iul.pt/bitstream/10071/8823/1/dissertação final versão para biblioteca.pdf

Alguns estúdios de dobragem como o 112 Studios lamentam a profunda restrição mercadológica portuguesa para produções live-action em comparação com a grande demanda do mercado brasileiro, aonde existe as duas opções (principalmente nos cinemas, canais a cabo e streaming, a disponibilidade de conteúdos legendados com áudio original é irregular na TDT).

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10 hours ago, ATVTQsV said:

Até o genérico acertava na mouche nos genéricos das telenovelas venezuelanas pré-Chaves, até nos tipos de letra, isto e as dobragens chunga feitas em outsourcing que já foi falado pelo Pierre:

 

Muito bom!

Lembro-me dessas telenovelas mexicanas/venezuelanas dos anos 90 que passavam na TVI e na RTP1 à tarde :p  Muito pirosas e a dobragem brasileira era muito má... tal como o sketch do Herman parodia e muito bem!  De facto havia muitas alturas em que os actores na versão original continuavam a mexer os lábios e a voz brasileira já tinha acabado de falar :mosking:

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há 23 horas, Cable Guy disse:

Muito bom!

Lembro-me dessas telenovelas mexicanas/venezuelanas dos anos 90 que passavam na TVI e na RTP1 à tarde :p  Muito pirosas e a dobragem brasileira era muito má... tal como o sketch do Herman parodia e muito bem!  De facto havia muitas alturas em que os actores na versão original continuavam a mexer os lábios e a voz brasileira já tinha acabado de falar :mosking:

Qual era o problema da dobragem brasileira nas novelas mexicanas? a velocidade de fala do espanhol latinoamericano é superior ao português brasileiro, além disso, os atores de dobragem evitavam cair nos trejeitos exagerados dos mexicanos (gritar muito alto, abrir muito a boca), pois não corresponde ao padrão de expressividade do brasileiro médio e soaria deveras exagerado. Os diretores angolanos fazem exigências ainda maiores em relação a dobragem das telenovelas mexicanas: não podem gritar, não pode falar que é usário de drogas ilícitas, a homossexualidade é omitida ao máximo, etc. Em uma novela colombiana, o diálogo original era: "ah, ese cigarrillo de marijuana." Na tradução para Angola, eles trocaram a tradução correta ("Liamba") por um eufemismo ("cigarrinho do diabo").

Além disso, faltava a tecnologia que permitisse a perfeita sincronia entre o áudio original e o áudio dobrado como existe nos dias de hoje. Curiosamente, tal deficiência não existia nos filmes americanos, o tempo de fala entre ambos era quase sempre o mesmo.

Edited by PierreDumont
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9 hours ago, bacalhaucomnatas said:

O meu primeiro post a sério neste fórum tem de ser a prestar tributo ao genérico do Telejornal co-produzido pela BBC que ia para o ar entre 2000-2002.

Está com 20 anos mas, na minha opinião, ainda muito atual. 

 

 

Tanto o genérico como o estúdio acho que envelheceram bastante bem, podiam perfeitamente ainda ser usados atualmente apenas precisavam de pequenas alterações.

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Só acho o estúdio demasiado pequeno para um programa tão importante como é o Telejornal, apesar de ser bem bonito. Três pessoas ali (para um debate) iria parecer claustrofóbico.

O genérico é magnífico e ainda hoje poderia ser utilizado tal é a sua modernidade.

 

Enviado do meu Nokia 7 plus através do Tapatalk

 

 

 

 

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há 1 hora, zent disse:

Tanto o genérico como o estúdio acho que envelheceram bastante bem, podiam perfeitamente ainda ser usados atualmente apenas precisavam de pequenas alterações.

O estúdio disto é uma das minhas memórias televisivas mais remotas.

Apesar dos esforços, acabou por ser caótico. Hoje temos algo parecido, no Olhó Baião :D

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5 hours ago, ATVTQsV said:

O estúdio disto é uma das minhas memórias televisivas mais remotas.

Apesar dos esforços, acabou por ser caótico. Hoje temos algo parecido, no Olhó Baião :D

Eu por acaso não me recordo nada deste estúdio, mas lembro-me vagamente do estúdio do Jornal 2 da mesma época com a Alberta Marques Fernandes.

Estive a rever rapidamente um Telejornal completo dessa altura com a Fátima Campos Ferreira e realmente acho que a única coisa que me lembro muito vagamente é do genérico.

É pena é chegar à conclusão que o Telejornal da altura parecia muito melhor conseguido que os noticiários atuais dos vários canais. Era essencialmente informação pura e dura, com informação internacional com jornalistas no terreno e não apenas com informação de agências de noticias, sem comentadores desnecessários e praticamente sem enche-chouriços. Além disso, a Fátima parecia-me estar muito bem no papel de pivô.

Edited by zent
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Do grafismo de 2000 não me lembro do genérico. O genérico mais antigo do qual me lembro é o de 2002.

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