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Política

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há 5 horas, Samuel disse:

Esta intervenção da Joacine em direto no parlamento demorou séculos...

O nervosismo e o stress ainda piora mais a situação.

Honestamente acho bastante confrangedor de assistir, mas ela está no seu direito objectivamente.

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há 56 minutos, Aljubarrota disse:

O nervosismo e o stress ainda piora mais a situação.

Honestamente acho bastante confrangedor de assistir, mas ela está no seu direito objectivamente.

Claro que sim. Nem eu disse o contrário.

Mas não escondo que acho que outra pessoa poderia ter mais aptidão para o papel que ela tem no parlamento.

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Desculpem, mas... REALLY???? :lol::lol::lol::lol:

Não só a mensagem do partido é extremista (a favor da imigração em massa, a favor do direito de voto para todos os estrangeiros residentes em Portugal, voto permitido a partir dos 16 anos, entre outras pérolas!), mas também foram arranjar esta senhora para se enterrarem ainda mais.  FAIL !

 

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há 5 horas, Ruben Fonseca disse:

Está no seu direito, claro, mas a mensagem não deixa de se perder pelo tempo que demora a ser transmitida. Não se trata sequer de uma crítica, muito menos faz da sua presença menos merecedora, mas é a realidade. Aliás, ainda não entendi a sensibilidade de algumas pessoas que por, pura e simplesmente, apontarem isso mesmo, assumem logo que estão a criticar a pessoa em si.

Vai ser uma legislatura bastante interessante.

Eu concordo com o que dizes. Por muito que goste da Joacine, sinto-me mal ao vê-la com tanta dificuldade na AR. Sinto mesmo ansiedade, como se estivesse a sofrer com ela. Não dá para mim. O assessor é que podia falar por ela. 

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há 9 horas, Faded disse:

Eu concordo com o que dizes. Por muito que goste da Joacine, sinto-me mal ao vê-la com tanta dificuldade na AR. Sinto mesmo ansiedade, como se estivesse a sofrer com ela. Não dá para mim. O assessor é que podia falar por ela. 

Duvido que isso seja legal/constitucional, só mesmo se ela sair para dar lugar ao suplente/2º lugar. Mas se os gagos não podem discursar no parlamento, então não se deveria permitir a sua eleição. Não é ser eleito e depois ser substituído.

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há 3 minutos, Ruben Fonseca disse:

Dito por Daniel Oliveira... O mesmo Daniel Oliveira que passa a vida no Twitter a dizer que são fascistas ou pessoas de extrema-direita todos aqueles que não concordam com a sua visão quasi-socialista do mundo. A piada está feita.

(Por ironia, o mesmo Daniel Oliveira que foi hoje chamado, indiretamente, de apoiante da extrema-direita pela Joacine unicamente porque criticou o Livre por continuar mais focado nas saias do seu assessor ou na gaguez da própria Joacine (ou então na aparente invenção da escravatura pelos portugueses) em vez de debater aquilo assuntos que são (eram?) bandeiras do Livre como o aeroporto do Montijo, que remete para comunicados. Mas isso é outro assunto...) 

Continuem focados no André Ventura e na sua aparente falta de propostas e depois admirem-se que na próxima legislatura tenha um grupo parlamentar. As pessoas que votam nele não querem saber se ele é de direita ou de esquerda. Muito menos estão para aí virados para o populismo dele. Votaram nele porque estão descontentes com a maneira de fazer política de muitos, tanto à esquerda, como à direita, simples. Ele sabe disso. Acham mesmo que ele chegou atrasado no 1º debate por mero acaso? Não se deve normalizar o programa dele, é certo; mas não é com a constante ridicularizarão do que ele defende ou deixa de defender, ao ponto em que basta respirar e está logo ali um grupo de 5 pessoas a dizer que ele é fascista, que se combate o Chega, pelo contrário. Só faz com que a mensagem dele chegue a mais pessoas.

O pior é que já foi dito o mesmo em 2016, quando Trump foi eleito. Não subestimem o Trump - acabou eleito. Em 2018, o mesmo. Não subestimem o Bolsonaro - acabou eleito. E agora, pessoas que, em muitos casos, até apoiam partidos que também têm o seu "fair share" de populismo só que à esquerda, estão a fazer exatamente o tipo de discurso que funciona com ele. Não quero dizer que vá ser eleito. Teria de haver uma hecatombe política nunca antes vista em Portugal. Mas está na altura de interiorizarem que o Chega está para ficar, com tudo o que isso implica. Continuem no constante mimimi a tudo o que ele faz e daqui a uns anos vão ter que fazer um mimimi para mais pessoas que o André Ventura.

Mas onde é que ele foi ridicularizado aqui?

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há 1 minuto, Luíza Albuquerque disse:

Mas onde é que ele foi ridicularizado aqui?

Onde é que eu assumi que ele foi ridicularizado aqui?

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há 1 minuto, Ruben Fonseca disse:

Onde é que eu assumi que ele foi ridicularizado aqui?

"mas não é com a constante ridicularizarão do que ele defende ou deixa de defender"

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há 4 minutos, Ruben Fonseca disse:

Dito por Daniel Oliveira... O mesmo Daniel Oliveira que passa a vida no Twitter a dizer que são fascistas ou pessoas de extrema-direita todos aqueles que não concordam com a sua visão quasi-socialista do mundo. A piada está feita.

(Por ironia, o mesmo Daniel Oliveira que foi hoje chamado, indiretamente, de apoiante da extrema-direita pela Joacine unicamente porque criticou o Livre por continuar mais focado nas saias do seu assessor ou na gaguez da própria Joacine (ou então na aparente invenção da escravatura pelos portugueses) em vez de debater aquilo assuntos que são (eram?) bandeiras do Livre como o aeroporto do Montijo, que remete para comunicados. Mas isso é outro assunto...) 

Continuem focados no André Ventura e na sua aparente falta de propostas e depois admirem-se que na próxima legislatura tenha um grupo parlamentar. As pessoas que votam nele não querem saber se ele é de direita ou de esquerda. Muito menos estão para aí virados para o populismo dele. Votaram nele porque estão descontentes com a maneira de fazer política de muitos, tanto à esquerda, como à direita, simples. Ele sabe disso. Acham mesmo que ele chegou atrasado no 1º debate por mero acaso? Não se deve normalizar o programa dele, é certo; mas não é com a constante ridicularizarão do que ele defende ou deixa de defender, ao ponto em que basta respirar e está logo ali um grupo de 5 pessoas a dizer que ele é fascista, que se combate o Chega, pelo contrário. Só faz com que a mensagem dele chegue a mais pessoas.

 

Aquilo que o Daniel Oliveira disse é aquilo que pessoas minimante inteligentes pensam. O discurso do André Ventura é puramente demagógico. Ele não tem nenhuma medida concreta nem faz ideia de que como é que iria implementar as medidas que tanto defende. Infelizmente a maioria das pessoas são burras e vão votar num partido novo sem ler o programa do mesmo. Pergunto-me se a grande maioria do eleitorado dele sabe que ele pretende entregar a saúde e a educação a privados. E que quer extinguir o Ministério da Educação. 

Obviamente que não. Foi para fazer a do CDS levantar-se.  

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há 11 minutos, Luíza Albuquerque disse:

"mas não é com a constante ridicularizarão do que ele defende ou deixa de defender"

Mais um vez, isso remete-se para aqui, onde? Sempre falei no geral.

há 10 minutos, Faded disse:

Aquilo que o Daniel Oliveira disse é aquilo que pessoas minimante inteligentes pensam. O discurso do André Ventura é puramente demagógico. Ele não tem nenhuma medida concreta nem faz ideia de que como é que iria implementar as medidas que tanto defende. Infelizmente a maioria das pessoas são burras e vão votar num partido novo sem ler o programa do mesmo. Pergunto-me se a grande maioria do eleitorado dele sabe que ele pretende entregar a saúde e a educação a privados. E que quer extinguir o Ministério da Educação. 

Obviamente que não. Foi para fazer a do CDS levantar-se.  

Mas isso toda a gente sabe. O próprio André Ventura sabe-o também. O discurso demagogo do André Ventura não é novo, a nível europeu ou mundial. É o mesmo discurso demagogo que levou milhões de pessoas a votar em vários partidos deste género. O André Ventura não é burro, por isso não vale a pena fazerem dele burro.

Agora, há várias opções para lidar com partidos destes, porque, burras ou não, as pessoas votaram nele e a tendência que estes partidos têm é de crescimento. Tem de haver uma consciencialização de que há coisas na AR que não funcionam como deveriam funcionar, e isto é aplicável para qualquer governo. Não digo adotar as medidas do Chega, mas utilizar o discurso do Chega contra o Chega, porque na realidade quem votou pelo Chega foi com base neste tipo de discurso. O próprio André Ventura sabe que o discurso das "elites" pega mais que falar sobre saúde ou educação - não é de estranhar que o resultado que ele teve foi mais expressivo em várias zonas do Alentejo.

Não é cruzando os braços e chamá-lo de fascista dia sim, dia sim, que o Chega deixa de crescer. Só se está a entrar no discurso que o ajuda a crescer.

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há 11 minutos, Ruben Fonseca disse:

Mais um vez, isso remete-se para aqui, onde? Sempre falei no geral.

Comentaste isso tudo a partir do vídeo do Daniel.

Mas next.

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há 42 minutos, Magazine disse:

Esta senhora dá jeito para que aquele pessoal fique mais horas no parlamento e os salários comecem a fazer sentido :angel:

E alguns vão gaguejar nos dedinhos na hora de picar o ponto pelos coleguinhas. :curtainpeek:

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há 1 hora, Ruben Fonseca disse:

(Por ironia, o mesmo Daniel Oliveira que foi hoje chamado, indiretamente, de apoiante da extrema-direita pela Joacine unicamente porque criticou o Livre por continuar mais focado nas saias do seu assessor ou na gaguez da própria Joacine (ou então na aparente invenção da escravatura pelos portugueses) em vez de debater aquilo assuntos que são (eram?) bandeiras do Livre como o aeroporto do Montijo, que remete para comunicados. Mas isso é outro assunto...) 

Essa insinuação só vem, de facto, dar razão ao que o Daniel falou no "Eixo do Mal" ao facto de que o Livre da Joacine não é o mesmo Livre do Professor Rui Tavares. Está, sei lá, a radicalizar-se... Não sei se foi este o termo, mas a ideia era essa. Passo a explicar o raciocínio dele, a meu ver, agora, lógico. Ora, a razão para esta mudança de paradigma do Livre, segundo o Daniel, foi o facto de ter entrado na Assembleia ao mesmo tempo que o Chega. Ele explicou que do Chega já não se espera outra coisa, mas esta eleição conjunta ficou atravessada na garganta dos dois e que agora ambos vão continuar a fazer coisas para chocar, para dar nas vistas e trazer um assessor a usar saia já foi com esse propósito. Em suma, vão fazer-se valer muito dos circos um do outro (em termos práticos, temos aqui um ciclo vicioso).

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há 9 horas, srcbica disse:

Essa insinuação só vem, de facto, dar razão ao que o Daniel falou no "Eixo do Mal" ao facto de que o Livre da Joacine não é o mesmo Livre do Professor Rui Tavares. Está, sei lá, a radicalizar-se... Não sei se foi este o termo, mas a ideia era essa. Passo a explicar o raciocínio dele, a meu ver, agora, lógico. Ora, a razão para esta mudança de paradigma do Livre, segundo o Daniel, foi o facto de ter entrado na Assembleia ao mesmo tempo que o Chega. Ele explicou que do Chega já não se espera outra coisa, mas esta eleição conjunta ficou atravessada na garganta dos dois e que agora ambos vão continuar a fazer coisas para chocar, para dar nas vistas e trazer um assessor a usar saia já foi com esse propósito. Em suma, vão fazer-se valer muito dos circos um do outro (em termos práticos, temos aqui um ciclo vicioso).

A Joacine já demonstrou, por várias vezes, ter um problema qualquer com a crítica. A campanha do Livre na comunicação social baseou-se sobretudo no facto dela ser negra (como se isso fosse novidade na AR) e gaga. O assessor usar saia foi claramente para dar nas vistas. Estava à espera que o Livre virasse a página e começasse a falar - e não a remeter para comunicados - assuntos que, de facto, são bandeiras claras do Livre. Em vez disso, continuamos com tweets deste género:

A ironia é que, neste caso, as pessoas negras nem se tratam de escravos, mas sim dos emissários do Samorim de Calecute. Para nem falar que os escravos africanos foram durante séculos uma "commodity", passados e vendidos entre tribos africanas, muito antes até do início da Era dos Descobrimentos - algo que, infelizmente, ainda se vê hoje em África.

Eu não acho que a entrada do Chega tenha ficado na garganta dos dois, muito sinceramente. O discurso e o eleitorado são demasiados distintos. O Chega capitaliza-se de um discurso fácil contra a AR como um todo, não só contra a Joacine. Pode pegar nalgumas propostas do Livre que são, de facto, exageradas, mas o foco continuará a ser sempre a AR como um todo. O Livre tem um caminho mais difícil. Para já, ideologicamente, já se vê representado, em partes, pelo PS/BE/PAN. Torna o seu crescimento mais limitado, mesmo até se compararmos com a IL, por exemplo, onde existia um enorme vazio à direita para quem defendia abertamente o liberalismo económico e social. É mais fácil envergar por este discurso que a Joacine passa a vida a fazer. O problema é que isso tem os seus riscos, até porque a fase pré-eleitoral já passou e agora esperam-se propostas concretas. E sim, o Livre tem propostas e não está propriamente calado com elas, mas ainda não abandonou um discurso que só serve para criar polémica - e, como o Daniel diz no tweet em baixo, não está propriamente preocupado em abandonar.

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há 8 horas, Ruben Fonseca disse:

Eu não acho que a entrada do Chega tenha ficado na garganta dos dois, muito sinceramente. O discurso e o eleitorado são demasiados distintos. O Chega capitaliza-se de um discurso fácil contra a AR como um todo, não só contra a Joacine. Pode pegar nalgumas propostas do Livre que são, de facto, exageradas, mas o foco continuará a ser sempre a AR como um todo. O Livre tem um caminho mais difícil. Para já, ideologicamente, já se vê representado, em partes, pelo PS/BE/PAN. Torna o seu crescimento mais limitado, mesmo até se compararmos com a IL, por exemplo, onde existia um enorme vazio à direita para quem defendia abertamente o liberalismo económico e social. É mais fácil envergar por este discurso que a Joacine passa a vida a fazer. O problema é que isso tem os seus riscos, até porque a fase pré-eleitoral já passou e agora esperam-se propostas concretas. E sim, o Livre tem propostas e não está propriamente calado com elas, mas ainda não abandonou um discurso que só serve para criar polémica - e, como o Daniel diz no tweet em baixo, não está propriamente preocupado em abandonar.

Eu sei que os eleitorados são muito diferentes, mas eu entendi o que o Daniel quis dizer, porque já tinha ouvido algo semelhante nas notícias espanholas em relação ao Ciudadanos e ao Podemos. Tipo, penso que também foi um analista político que comentou que o Iglesias e o Rivera não podiam um com o outro por ambos terem ganho muitos votos quando o bipartidarismo diminuiu, como se o facto de não terem ganho o máximo de votos decorrente do descontentamento com os partidos tradicionais se devesse à existência do outro. Tem a sua lógica, mas a gente sabe que também não é tanto assim. Os dizeres do Daniel apenas me pareceram um pouco mais extrapoláveis para a prática.

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há 5 horas, srcbica disse:

Eu sei que os eleitorados são muito diferentes, mas eu entendi o que o Daniel quis dizer, porque já tinha ouvido algo semelhante nas notícias espanholas em relação ao Ciudadanos e ao Podemos. Tipo, penso que também foi um analista político que comentou que o Iglesias e o Rivera não podiam um com o outro por ambos terem ganho muitos votos quando o bipartidarismo diminuiu, como se o facto de não terem ganho o máximo de votos decorrente do descontentamento com os partidos tradicionais se devesse à existência do outro. Tem a sua lógica, mas a gente sabe que também não é tanto assim. Os dizeres do Daniel apenas me pareceram um pouco mais extrapoláveis para a prática.

As quezílias entre o Daniel e o LIVRE vêm do tempo da coligação Tempo de Avançar (que terminou nunca se soube bem porquê). Não são de agora. Mesmo antes da Joacine aparecer em cena (há quatro anos ela tinha ficado em 20º qualquer coisa lugar nas eleições primárias para o círculo de Lisboa).

Devem ter havido alguns conflitos pessoais que transcenderam os ideológicos e duvido que isso não afecte as respostas mais inflamadas a alguns comentários. Parece-me que há aqui algum rancor de parte a parte à mistura.

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