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Política

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há 28 minutos, Forbidden disse:

Tomara que não! Preferia mil vezes o Lula do que esse tosco do Jair Bolsonaro. Mas, em todo ano eleitoral presidencial, aquele que está na liderança no começo da corrida eleitoral, não consegue ganhar, perde fôlego e é ultrapassado pelo segundo na pesquisa.

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há 12 horas, RPSG disse:

O José Manuel Coelho do PTP também se tinha candidatado 4 anos antes e teve um resultado expressivo também.

Eles não têm Tiriricas, mas pelos vistos e segundo o primeiro debate que aconteceu ontem e foi transmitido pela Band, o meme das presidênciais é o Cabo Daciolo.

 

Eu uso a palavra tiririca como um termo genérico para designar esse tipo de políticos, que são uma piada de tão despreparados.

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há 4 minutos, srcbica disse:

Eu uso a palavra tiririca como um termo genérico para designar esse tipo de políticos, que são uma piada de tão despreparados.

Tiririca, ícone que você mais respeita. 

Tiririca, pior que está não fica”. :heart:

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há 22 horas, DanielNunes disse:

Tomara que não! Preferia mil vezes o Lula do que esse tosco do Jair Bolsonaro. Mas, em todo ano eleitoral presidencial, aquele que está na liderança no começo da corrida eleitoral, não consegue ganhar, perde fôlego e é ultrapassado pelo segundo na pesquisa.

Entre um e outro venha o diabo e escolha. O Lula já foi condenado pela justiça, seria surreal ele ser eleito... seria cómico de mais.

Do que eu conheço, gostava que a Marina fosse a eleita.

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há 52 minutos, Forbidden disse:

Entre um e outro venha o diabo e escolha. O Lula já foi condenado pela justiça, seria surreal ele ser eleito... seria cómico de mais.

Do que eu conheço, gostava que a Marina fosse a eleita.

Vamos saber semana que vem, que tem uma outra instância para saber se o Lula será inocentado ou não. Com isso, ainda é um impasse. Se ele for inocentado, muito provável que ele ganhe esta eleição. Ainda ele é muito querido pelo povo nordestino e pelos simpatizantes, e ainda no exterior é bem quisto, e muitos destes dizem que foi um golpe político dele ser preso. Marina Silva não é uma boa candidata, dada a circunstancia dela todo ano político se candidatar e nem sequer chegar ao segundo turno, e outra ela não tem carisma nenhuma para ser Presidente do Brasil. Não tem nenhum candidato bom na eleição deste ano, todos tem algum podre e escândalo envolvidos em roubos de dinheiro público. A opção é anular o voto, é o que eu fazer este ano.

Editado por DanielNunes

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há 24 minutos, DanielNunes disse:

Vamos saber semana que vem, que tem uma outra instância para saber se o Lula será inocentado ou não. Com isso, ainda é um impasse. Se ele for inocentado, muito provável que ele ganhe esta eleição. Ainda ele é muito querido pelo povo nordestino e pelos simpatizantes, e ainda no exterior é bem quisto, e muitos destes dizem que foi um golpe político dele ser preso. Marina Silva não é uma boa candidata, dada a circunstancia dela todo ano político se candidatar e nem sequer chegar ao segundo turno, e outra ela não tem carisma nenhuma para ser Presidente do Brasil. Não tem nenhum candidato bom na eleição deste ano, todos tem algum podre e escândalo envolvidos em roubos de dinheiro público. A opção é anular o voto, é o que eu fazer este ano.

Queres dizer, votar em branco?

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há 1 hora, Forbidden disse:

Entre um e outro venha o diabo e escolha. O Lula já foi condenado pela justiça, seria surreal ele ser eleito... seria cómico de mais.

Do que eu conheço, gostava que a Marina fosse a eleita.

A gente olha para isto e mais admirado fica (na altura, eu já ficava) como os americanos se queixavam em ter de escolher entre a Hillary e o Trump.

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há 1 hora, Forbidden disse:

Queres dizer, votar em branco?

Brancos e nulos são as mesmas coisas. Só que o branco já tem na urna, o anular (pois nunca anulei) dizem que você digitar qualquer número na urna, não sendo a do candidato , você está anulando seu voto.

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há 10 minutos, DanielNunes disse:

Brancos e nulos são as mesmas coisas. Só que o branco já tem na urna, o anular (pois nunca anulei) dizem que você digitar qualquer número na urna, não sendo a do candidato , você está anulando seu voto.

Tinha piada a malta digitar um número ao acaso e acabar votando em alguém. xD

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há 11 horas, DanielNunes disse:

Brancos e nulos são as mesmas coisas. Só que o branco já tem na urna, o anular (pois nunca anulei) dizem que você digitar qualquer número na urna, não sendo a do candidato , você está anulando seu voto.

O Branco tem um sentido maior de protesto, pelo menos em Portugal, no Brasil não sei.

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há 6 horas, Forbidden disse:

O Branco tem um sentido maior de protesto, pelo menos em Portugal, no Brasil não sei.

Aqui também é, só que aqui tem aquela crença de que mesmo você votando em voto branco, você está dando chances ao candidato líder. Como o sistema de voto é sistematizado e informático, fica aquela dúvida ao eleitor se está jogando aquele voto fora. Muitos do Tribunal Eleitoral tentam tranquilizar aquele eleitor que o voto branco não vai para nenhum candidato. Outro erro do eleitor é não saber votar em deputado e senador, estes sim são bem mais importantes do que um Presidente ou governador do estado. Estes políticos tem nas mãos as leis que serão implantadas no país e nos estados em geral, deputados implantam as leis e os senadores aprovam ou não as leis. E muitos nem sabem votar, chega no dia da eleição e vota em qualquer um. Aqui no Brasil de madrugada no dia da eleição, os próprios políticos sujam as ruas de ''santinhos'' para aqueles desavisados que não sabem votar, pegar qualquer papel e assim votar. E muitos nem sequer lembram em que votou depois.

Editado por DanielNunes
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há 9 horas, DanielNunes disse:

Aqui também é, só que aqui tem aquela crença de que mesmo você votando em voto branco, você está dando chances ao candidato líder. Como o sistema de voto é sistematizado e informático, fica aquela dúvida ao eleitor se está jogando aquele voto fora. Muitos do Tribunal Eleitoral tentam tranquilizar aquele eleitor que o voto branco não vai para nenhum candidato. Outro erro do eleitor é não saber votar em deputado e senador, estes sim são bem mais importantes do que um Presidente ou governador do estado. Estes políticos tem nas mãos as leis que serão implantadas no país e nos estados em geral, deputados implantam as leis e os senadores aprovam ou não as leis. E muitos nem sabem votar, chega no dia da eleição e vota em qualquer um. Aqui no Brasil de madrugada no dia da eleição, os próprios políticos sujam as ruas de ''santinhos'' para aqueles desavisados que não sabem votar, pegar qualquer papel e assim votar. E muitos nem sequer lembram em que votou depois.

É por tudo isto que o voto no Brasil não devia ser obrigatório.

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há 16 minutos, srcbica disse:

É por tudo isto que o voto no Brasil não devia ser obrigatório.

Ou não devia ser eletrónico...

Já na Bielorrússia, desde que implementaram o voto eletrónico que o Presidente nunca mais mudou.

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há 6 minutos, Televisão 10 disse:

Ou não devia ser eletrónico...

Já na Bielorrússia, desde que implementaram o voto eletrónico que o Presidente nunca mais mudou.

No Brasil, compreende-se que seja eletrónico. Para além do gasto de papel exorbitante, demorava-se ainda um bom tempo a contar tanto voto e saber o resultado.

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há 12 minutos, srcbica disse:

No Brasil, compreende-se que seja eletrónico. Para além do gasto de papel exorbitante, demorava-se ainda um bom tempo a contar tanto voto e saber o resultado.

Já para não falar que se há uns 10 candidatos, por exemplo, o papel fica enorme... E como aquilo tem mais partidos que mães, pior ainda...

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há 7 horas, srcbica disse:

No Brasil, compreende-se que seja eletrónico. Para além do gasto de papel exorbitante, demorava-se ainda um bom tempo a contar tanto voto e saber o resultado.

Eu acho que era preferível demorar mais tempo na contagem dos votos e ser algo realmente seguro, do que ser rápido e estar sujeito a fraudes.

Editado por Forbidden
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Postado: (editado)

Então parece que a Marine Le Pen foi convidada para a Web Summit em Lisboa mas devido a "protestos" e exaltação online, foi 'desconvidada' (mas os convidados políticos de extrema-esquerda, por milagre, continuam na Web Summit sem problemas...:db: )

Quote

http://www.tvi24.iol.pt/politica/bloco-de-esquerda/governo-nao-vai-pedir-a-web-summit-para-retirar-convite-a-marine-le-pen

O CEO da Web Summit, Paddy Cosgrave, assumiu no Twitter ser "agora claro" que a "decisão correta" é "retirar o convite" à líder da extrema-direita francesa.

Paddy Cosgrave assumiu que as críticas geradas online na última noite estão na origem da decisão, assumindo que a presença de Marine Le Pen é "desrespeitosa para o país anfitrião" e "desrespeitosa para os milhares de participantes" no evento.

A reacção no Twitter ao anúncio do Paddy Cosgrave tem imensos comentários de portugueses contentes, dizendo que "não queremos fascistas em Portugal".

Pergunto: estas pessoas por acaso podem afirmar qual das políticas anunciada pelo partido da Le Pen é 'fascista'? Será que eles sabem o que é verdadeiro Fascismo? :rolleyes: Pelos vistos não.

Eu era uma dessas pessoas que ouvia dizer que a Marine Le Pen e o seu partido eram "fascistas" e acreditava. Lia uns artigos - normalmente só de críticas básicas e acusações à senhora e ao seu partido, vindas dos seus opositores políticos - e como era intelectualmente preguiçoso, na altura, não me dava ao trabalho de ir pesquisar para ver se era verdade.

...Mas nos últimos anos fui ver afinal que políticas é que a Front National sugere. Para meu choque, não existe nada "fascista". As principais políticas da Front National são:

  • redução da imigração para 10.000 imigrantes por ano em França, para parar com imigração em massa que tem reduzido os salários para os cidadãos franceses e originou ghettos de imigrantes que nunca se integraram, defendendo que a imigração de outras culturas deve ser feita de forma gradual e responsável, para que todos os cidadãos se integrem
  • saída do Euro e regresso ao Franco, porque defendem que o Euro prejudica a economia francesa (subjectivo, mas não é todo uma afirmação "fascista")
  • maior responsabilidade e penalizações para os grupos bancários, defendendo maior fiscalização, para evitar futuras crises financeiras
  • medidas anti-terrorismo: qualquer cidadão com dupla nacionalidade que se envolva em actividades terroristas irá perder a nacionalidade francesa e será deportado; mesquitas que promovam ideologias extremistas islâmicas como Wahibismo e Salafismo (versões extremas do Islão) serão fechadas; sistemas de código penal islâmico à margem da sociedade (tribunais de lei islâmica) serão dados como ilegais; penas de prisão muito mais fortes para qualquer actividade terrorista
  • referendo à saída da União Europeia

Pronto, isto são as medidas "controversas" da Front Nacional, partido da Marine Le Pen. Onde é que alguma destas políticas é "Fascista"? :6:

Definição de Fascista: "A palavra "fascista" é usada para mencionar uma doutrina política com tendências autoritárias, anticomunistas e antiparlamentares, que defende a exclusiva autossuficiência do Estado e suas razões. Trata-se de um movimento antiliberal, que atua contra as liberdades individuais. Quando o fascismo se estabelece no poder, aceita a presença do grande capital e se impõe de forma disciplinadora, impedindo que as organizações operárias defendam a luta de classes (sindicatos, partidos políticos)."

 

Editado por Cable Guy
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há 27 minutos, Cable Guy disse:

Então parece que a Marine Le Pen foi convidada para a Web Summit em Lisboa mas devido a "protestos" e exaltação online, foi 'desconvidada' (mas os convidados políticos de extrema-esquerda, por milagre, continuam na Web Summit sem problemas...:db: )

A reacção no Twitter ao anúncio do Paddy Cosgrave tem imensos comentários de portugueses contentes, dizendo que "não queremos fascistas em Portugal".

Pergunto: estas pessoas por acaso podem afirmar qual das políticas anunciada pelo partido da Le Pen é 'fascista'? Será que eles sabem o que é verdadeiro Fascismo? :rolleyes: Pelos vistos não.

Eu era uma dessas pessoas que ouvia dizer que a Marine Le Pen e o seu partido eram "fascistas" e acreditava. Lia uns artigos - normalmente só de críticas básicas e acusações à senhora e ao seu partido, vindas dos seus opositores políticos - e como era intelectualmente preguiçoso, na altura, não me dava ao trabalho de ir pesquisar para ver se era verdade.

...Mas nos últimos anos fui ver afinal que políticas é que a Front National sugere. Para meu choque, não existe nada "fascista". As principais políticas da Front National são:

  • redução da imigração para 10.000 imigrantes por ano em França, para parar com imigração em massa que tem reduzido os salários para os cidadãos franceses e originou ghettos de imigrantes que nunca se integraram, defendendo que a imigração de outras culturas deve ser feita de forma gradual e responsável, para que todos os cidadãos se integrem
  • saída do Euro e regresso ao Franco, porque defendem que o Euro prejudica a economia francesa (subjectivo, mas não é todo uma afirmação "fascista")
  • maior responsabilidade e penalizações para os grupos bancários, defendendo maior fiscalização, para evitar futuras crises financeiras
  • medidas anti-terrorismo: qualquer cidadão com dupla nacionalidade que se envolva em actividades terroristas irá perder a nacionalidade francesa e será deportado; mesquitas que promovam ideologias extremistas islâmicas como Wahibismo e Salafismo (versões extremas do Islão) serão fechadas; sistemas de código penal islâmico à margem da sociedade (tribunais de lei islâmica) serão dados como ilegais; penas de prisão muito mais fortes para qualquer actividade terrorista
  • referendo à saída da União Europeia

Pronto, isto são as medidas "controversas" da Front Nacional, partido da Marine Le Pen. Onde é que alguma destas políticas é "Fascista"? :6:

Definição de Fascista: "A palavra "fascista" é usada para mencionar uma doutrina política com tendências autoritárias, anticomunistas e antiparlamentares, que defende a exclusiva autossuficiência do Estado e suas razões. Trata-se de um movimento antiliberal, que atua contra as liberdades individuais. Quando o fascismo se estabelece no poder, aceita a presença do grande capital e se impõe de forma disciplinadora, impedindo que as organizações operárias defendam a luta de classes (sindicatos, partidos políticos)."

Nacionalização do bancos, penalizações para grupos bancários, saída do euro e da UE, saída da NATO, maior proximidade com o Rússia... Vamos ser honestos, o BE e o PCP estavam com medo dos seus apoiantes se apercebessem que o discurso da Catarina Martins e do Jerónimo de Sousa, respetivamente, ia estar representado em grande parte das políticas de Marine Le Pen. Seria um choque demasiado grande. :ball:

Mas isto é Portugal, ou melhor, esta é a hipocrisia da esquerda portuguesa, onde é um horror ter Le Pen como convidada num evento porque "não queremos fascistas em Portugal", mas é perfeitamente aceitável aprovar votos de pesar por Fidel Castro na AR, ter partidos que apoiam publicamente a Venezuela, a Coreia do Norte ou Cuba, andar com uma bandeira comunista ao peito ou com uma t-shirt do Che Guevara vestida.

Continuem a chamar Le Pen, Trump e tantos outros de fascistas só porque não querem que os seus países sejam portas abertas para imigrantes ilegais vindos da Somália, Líbia ou afins. Continuem a esquecer-se que só se trava o populismo, de esquerda e de direita, desconstruindo as suas ideias, adaptando outras, e não ignorando-as. Depois admiram-se e ficam escandalizados que são eles que estão a ganhar terreno e a vencer eleições um pouco por toda a Europa (para nem falar no Brexit ou na eleição de Trump) e que é a esquerda que está a sofrer derrotas históricas, umas a seguir a outras.

PS: Com isto, Lisboa vai definitivamente dizer adeus à Web Summit.

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Postado: (editado)
há 6 minutos, Ruben Fonseca disse:

Nacionalização do bancos, penalizações para grupos bancários, saída do euro e da UE, saída da NATO, maior proximidade com o Rússia... Vamos ser honestos, o BE e o PCP estavam com medo dos seus apoiantes se apercebessem que o discurso da Catarina Martins e do Jerónimo de Sousa, respetivamente, ia estar representado em grande parte das políticas de Marine Le Pen. Seria um choque demasiado grande. :ball:

Mas isto é Portugal, ou melhor, esta é a hipocrisia da esquerda portuguesa, onde é um horror ter Le Pen como convidada num evento porque "não queremos fascistas em Portugal", mas é perfeitamente aceitável aprovar votos de pesar por Fidel Castro na AR, ter partidos que apoiam publicamente a Venezuela, a Coreia do Norte ou Cuba, andar com uma bandeira comunista ao peito ou com uma t-shirt do Che Guevara vestida.

Continuem a chamar Le Pen, Trump e tantos outros de fascistas só porque não querem que os seus países sejam portas abertas para imigrantes ilegais vindos da Somália, Líbia ou afins. Continuem a esquecer-se que só se trava o populismo, de esquerda e de direita, desconstruindo as suas ideias, adaptando outras, e não ignorando-as. Depois admiram-se e ficam escandalizados que são eles que estão a ganhar terreno e a vencer eleições um pouco por toda a Europa (para nem falar no Brexit ou na eleição de Trump) e que é a esquerda que está a sofrer derrotas históricas, umas a seguir a outras.

PS: Com isto, Lisboa vai definitivamente dizer adeus à Web Summit.

não sabia que era preciso ser apoiante do be ou do pcp, e apoiar cubas e coreias do norte para estar contra a le pen/frente nacional , muito me contas. quem te dá moral para falar de hipocrisias, quando tu próprio apoias e defendes o trump?

já te inscreveste no pnr?

Editado por joanna
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Agora mesmo, joanna disse:

não sabia que era preciso ser apoiante do be ou do pcp para estar contra a le pen, muito me contas.

já te inscreveste no pnr?

Não vi a direita portuguesa a mostrar-se escandalizada pela presença de Le Pen como fez o BE, por exemplo, nem referi que para se estar contra a Le Pen é preciso ser de extrema-esquerda. 

Aliás, disse exatamente o contrário no post e é mesmo uma questão de voltar atrás umas quantas páginas para rapidamente perceberes que não apoio Le Pen.

há 8 minutos, Ruben Fonseca disse:

Continuem a esquecer-se que só se trava o populismo, de esquerda e de direita, desconstruindo as suas ideias, adaptando outras, e não ignorando-as.

 

Pela lógica da conclusão que tiraste do meu post, é preciso ser apoiante do PNR para achar que é aceitável que Le Pen discurse num evento e que possa ser confrontada com aquilo que defende, como deve acontecer em qualquer democracia.

há 12 minutos, joanna disse:

quem te dá moral para falar de hipocrisias, quando tu próprio apoias e defendes o trump?

 

Apoio? :ph34r: 

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27 minutes ago, joanna said:

não sabia que era preciso ser apoiante do be ou do pcp, e apoiar cubas e coreias do norte para estar contra a le pen/frente nacional

Posso só perguntar: porque é que estás "contra" a Le Pen / Front Nacional?

Que políticas do partido é que achas condenáveis?

Eu sou centrista (nem de direita, nem de esquerda!) e as únicas políticas do partido dela que me deixam questões são a saída da União Europeia (não tenho informação suficiente se seria benéfico ou não para a França), a saída do Euro, saída da NATO e nacionalização de alguns bancos. No entanto, as políticas de imigração, tendo em conta o desastre que tem sido em França em termos de segregação e 'ghettos' de imigrantes / sociedades paralelas (bem documentada em imensas reportagens e documentários) parecem-me bem inteligentes e as medidas anti-terrorismo também. Alias, as mesmas medidas anti-terrorismo e anti-extremismo islâmico estão a ser neste momento aplicadas pelo governo centro-direita da Áustria, e são aprovadas pela maioria dos austríacos. Para mim faz todo o sentido prevenir em vez de remediar, e um governo pôr os seus cidadãos e a segurança e cultura dos mesmos em primeiro lugar...

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há 23 minutos, Cable Guy disse:

Alias, as mesmas medidas anti-terrorismo e anti-extremismo islâmico estão a ser neste momento aplicadas pelo governo centro-direita da Áustria, e são aprovadas pela maioria dos austríacos. Para mim faz todo o sentido prevenir em vez de remediar, e um governo pôr os seus cidadãos e a segurança e cultura dos mesmos em primeiro lugar...

 

E não só. Basta ver o que se passa com o Aquarius. Já passámos o ponto em que se tratam de refugiados a fugir de uma guerra na Síria. O que estamos a assistir agora é navios como o Lifeline e Aquarius a trazer centenas de imigrantes ilegais vindos da Somália e de uma outra panóplia de países à espera de direitos na Europa. A maioria da Europa, vote ela em partidos de esquerda ou de direita, está contra isso.

Merkel percebeu isso; a esquerda italiana e até mesmo o M5S percebeu isso quando Salvini e a sua Liga Norte foi catapultada de vitória dentro da direita para vitória numas eleições em diversas sondagens; o partido de esquerda no poder na Suécia (juntamente com os Verdes que estão em risco de desaparecer do Parlamento) pode vir a ter o pior resultado em mais de 100 anos com a subida dos Democratas Suecos (anti-imigração) nas eleições já daqui a um mês; Áustria, França, Reino Unido, Polónia, Hungria, até mesmo Pedro Sanchez que é de esquerda recusou mais migrantes desta vez porque sabe que isso só iria fazer subir o VOX ou até mesmo o PP. 

Insistir que políticas anti-imigração em 2018 são fascistas, não merecem ser ouvidas, e não têm lugar na Europa é de uma estupidez atroz.

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É engraçado ver que há uns dias a Catarina Martins do Bloco dos Especuladores (BE) queixava-se que o partido dela estava a ser perseguido. Hoje com a sua superioridade moral 😂 faz o mesmo aos outros. E ainda tem a lata de chamar fascista aos outros. Que eu saiba fascista é aquele que proíbe os outros de falar. É triste ver que passados 44 anos depois do 25 de Abril a censura esteja de volta. 

há 36 minutos, Cable Guy disse:

Posso só perguntar: porque é que estás "contra" a Le Pen / Front Nacional?

Que políticas do partido é que achas condenáveis?

Duvido que ela te responda a isso. Pessoas de esquerda entram em parafuso quando se trata de debater temas como a imigração ilegal ou outros. Quando se sentem encurralados para eles é mais fácil seguir a cartilha: racista, xenófobo, machista, homofóbico, fascista. Com isto pensam eles "ganham" os debates todos 😂.

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Postado: (editado)
55 minutes ago, Ruben Fonseca said:

Insistir que políticas anti-imigração em 2018 são fascistas, não merecem ser ouvidas, e não têm lugar na Europa é de uma estupidez atroz.

Aqui no Reino Unido, segundo uma investigação do jornal The Times com base em documentos oficiais do Governo britânico que vazaram para a imprensa, há mais de 20 mil extremistas islâmicos que têm de estar sob vigilância permanente neste país e que podem planear um atentado terrorista a qualquer momento. Esta vigilância permanente custa ao Estado britânico (e aos contribuintes!) mais de 2 BILIÕES de libras por ano.

Isto é o resultado de anos e anos de políticas de imigração demasiado permissivas e baseadas em utopias multiculturalistas, onde os governos ignoraram as preocupações da população nativa e foram recusando aceitar que imigração em massa de certas culturas mais retrógradas pode trazer problemas, tais como células terroristas, fanatismo religioso perigoso, diferenças acentuadas em termos de costumes e mentalidades que podem causar fricção entre as comunidades, bem como falta de integração na sociedade que os acolhe.

E alguém duvida que se o povo britânico pudesse ter tido voto na matéria, há uns 10/15 anos, eles teriam aceitado isto? Claro que não. O mesmo se aplica a qualquer outro povo europeu. Foi tudo feito contra a vontade dos ingleses, tal como aconteceu em França, e é por isso que tantos se voltam para os partidos tipo Front National e semelhantes, pela Europa fora, porque são dos poucos que querem abordar estas questões sem rodeios e que se comprometem a meter a segurança e identidade dos cidadãos nativos do seu país em primeiro lugar.

Na verdade, podendo escolher, que povo europeu iria querer em maioria arriscar ter de pagar todos os anos 2 biliões para que forças de segurança possam vigiar extremistas islâmicos? Ou que povo europeu quer imensos imigrantes de culturas islâmicas onde as mulheres são tratadas abaixo de cão, onde as outras religiões são perseguidas e o anti-semitismo da população é gritante? Segundo uma sondagem do Channel 4 aqui em Inglaterra, 52% dos muçulmanos nascidos na Grã-Bretanha querem que a homossexualidade seja ilegal no país; comparado com menos de 5% da população britânica não-muçulmana.

Com todo o progresso que fizemos na Europa e na civilização ocidental a nível de direitos humanos, qual o interesse de importar milhões de pessoas com mentalidades que não respeitam esses direitos e até são contra eles? Enfim, é uma coisa tão básica: proteger o nosso progresso civilizacional de influências externas negativas; proteger a segurança dos nossos cidadãos e a harmonia entre as nossas comunidades. Isto não é de direita ou de esquerda, é apenas senso comum, na minha opinião.

Editado por Cable Guy
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